30/05/2011

Pokemon: "Onde você acha que está?"



Em todo jogo de Pokémon, existem cavernas escuras que precisam da habilidade “Flash” para que você consiga ver dentro delas. No entando, você já tentou passar por elas no escuro?

Descobri esse truque no Pokémon Gold, e desde então tenho tentado em todos os jogos de Pokémon que tenho, até mesmo os da geração 1.

Você deve estar em uma caverna escura ou em qualquer outro lugar onde você precise usar o Flash. Ande por lá, lute com pokémons no escuro, esbarre em treinadores, e continue a vagar. Em algum momento, você encontrará uma escada que não está no mapa. Desça por ela.

A tela vai ficar preta e você vai ouvir o barulho de “descendo as escadas”, mas este barulho tocará quatro vezes, como se você estivesse descendo quatro andares.

Uma caixa de texto aparecerá na tela preta, dizendo apenas “Onde você acha que está?”
A música ficará distorcida por alguns segundos e a tela falhará. As vezes você ouvirá um “baque”, como se tivesse batido numa parede, ou o som distorcido de um pokémon chorando, parecendo um grito.

Depois disso, você será capaz de enxergar novamente. Nas gerações mais antigas de Pokémon, vai apenas parecer que você encontrou uma área nova que não estava no mapa. Nas versões mais novas, você pode perceber que algo está errado porque tudo está preto e branco.

Você estará em uma grande sala vazia. As quatro paredes possuem algo escrito nelas - normalmente é seu nome de jogador, a hora, ou o nome dos seus pokémons. Você pode andar através de uma das paredes, o que varia de jogo para jogo. Se eu me lembro corretamente, é a parede norte no Diamond e a à esquerda no Yellow... E por aí vai.

Quando você atravessa a parede, você estará do lado de fora da caverna. Tudo ainda está preto e branco. A música estará mais baixa, lenta e pulará ocasionalmente. Tentar falar com as pessoas é inútil; você não consegue interagir com ninguém.

No Pokémon Yellow, a imagem do Pikachu que te segue se torna a do Ghost de Lavender Town. Se você checar seus pokémons, verá que todos estão com o mesmo status, nome e movimentos de antes, mas todas as suas imagens terão mudado para a do Ghost.
Se você tentar ir na grama e procurar um pokémon selvagem, eles quase que imediatamente vão fugir de você.

Volte para a caverna de onde você saiu. Ali agora é o único lugar onde você pode lutar com pokémons selvagens e outros treinadores, enquanto você não usar o "Flash".

Eu descobri recentemente que se você jogar esse modo por tempo suficiente, você encontrará um treinador que usa a imagem do personagem principal. Ele se destaca porque é a única coisa colorida do cenário

No entanto, se você tentar falar com ele, uma caixa de texto aparece dizendo “Onde você acha que está?”. A tela fica preta e você ouve a música distorcida, um baque, ou o grito de antes.

O jogo mais assustador de todos

Acabei de jogar um dos jogos mais ASSUSTADORES de todos. Agora, veja o que eu tenho a dizer antes que ficar falando “Oh, provavelmente ele é só mais um viadinho que se assusta com qualquer merda por ai”. Eu raramente me assusto com jogos ou filmes. Já joguei muitos jogos de “Survival Horror” e já assisti muitos filmes de terror na minha vida. As únicas coisas que me deixaram só um pouquinho assustado, foram algumas partes dos jogos Penumbra e Condemned. Todo o resto era simplesmente chato. Este jogo, porem, era diferente. MUITO diferente.

Quando você começa a jogar, o jogo não te dá nenhuma explicação sobre a história por trás dele, nem nada. A partir do momento que você aperta PLAY, você é colocado diretamente no jogo. Porem, eu pude descobrir um pouco da história, depois de finalmente zerar esse filho da mãe. Aparentemente, você é um lunático. Seu nome nunca é mostrado, mas você pode adivinhar qual é, pela tela de titulo. Por alguma razão, você escapou de seu quarto do hospício. O seu horrivel estado mental transformara todas as paredes do hospício em apenas um labirinto escuro, sendo que as únicas luzes são as paredes, que brilham em uma cor azul mortal.

Seu personagem é aparentemente um canibal louco que você mal pode controlar. Você pode força-lo à fazer curvas naquele corredor assustador, porem nada mais pode ser feito alem disso. Seu personagem parece pegar qualquer coisa que aparecer em sua frente e tentar come-la; qualquer coisa que estiver em sua frente é jogada em sua boca e mastigada.

Enquanto esta jogando, você ainda por cima esta sendo perseguido por quatro horríveis e aterrorizantes montros-fantasma. Voce não pode machuca-los, e só de chegar perto de algum significa morte instantânea. O fantasma se agarra a você e te tritura todo de dentro pra fora, tudo isso enquanto você ouve o barulho horrível de seu corpo sendo rasgado e triturado.

Você pode, porem, comer alguns objetos estranhos escondidos no labirinto, o que faz com que o seu personagem entre em um estado mental ainda mais instável. Você pode literalmente COMER os monstros-fantasma. Seu personagem corre em direção à eles e os devora, deixando apenas os seus olhos.

Não existem palavras para descrever o quão horrível e aterrorizante este jogo é, e eu não quero estragar nenhuma surpresa pra você. Vai lá e tente jogar você mesmo. Procure no Google o nome “Pac-Man”. Você o achará em sua primeira busca.

29/05/2011

Pokemon: Lost Silver (Versão Hack)



Eu tenho uma história que gostaria de contar pra vocês. É uma longa história, então se você não tem paciência pra nada – essa história não é pra você, então vaza.

Entenda, eu sou um simples universitário que mora sozinho em um apartamento. Eu estava muito entusiasmado com o lançamento do Pokemon HeartGold/SoulSilver nos EUA. Propositadamente, eu me fechei de toda a mídia e da internet por causas escolares. Ou seja: Sem 4chan, sem /v/, sem Bullbapedia, etc.

Como estava muito ocupado com o ano letivo e ainda era um puta de um pobre, eu não pude comprar o Pokemon SoulSilver na data de lançamento. Depois do fim de meu ano letivo, encomendei o SoulSilver no site Amazon (Desculpe, mais eu sou a favor da pirataria). Porem, demoraria uma semana para ele chegar. Eu decidi então que durante aquele tempo, eu iria jogar novamente o meu Pokemon Crystal no meu GBC.

Porem, eu me lembrei que há um tempo atrás, minha mãe havia jogado-o fora, porque eu tinha dito que o meu arquivo havia corrompido, e fiquei muito bolado com isso desde então. Ela também jogou fora o meu Pokemon Silver, então tudo que eu tinha era meu GBC. Como de costume, eu entrei no Gamestop e comprei uma cópia usada da versão Silver, como aquele era o único jogo do Pokemon disponível para o GBC. Dez dólares – bem barato, apesar de ser comprado no Gamestop.

Fui pra casa e comecei a jogar, por causa de toda aquela nostalgia. Foi ai que as coisas começaram a ficar muito bizarras...

O logo da Gamefreak apareceu normalmente, mas o jogo travou ali. Achei que o cartucho tinha dado erro ou algo assim, então eu reiniciei. A mesma coisa voltou a acontecer. Eu tentei apertar A e Start muitas vezes, e todos os outros botões também. Eventualmente, o logo sumiu e então uma tela preta apareceu por uns 5 segundos. De repente, ao invés de aparecer na tela de titulo como sempre, eu já estava no jogo, jogando em um arquivo já salvo lá, o que foi muito estranho, já que eu esperava que todos os arquivos fossem apagados por causa da bateria velha. De qualquer maneira, eu não estava reclamando, já que eu escolhi a opção “Continue” para ver o que o cara tinha no arquivo dele, de qualquer jeito.

Primeiro eu verifiquei as informações do meu treinador. Seu nome era apenas “...” – Não havia muita originalidade ali.

Então eu verifiquei o seu perfil e aparentemente, ele tinha 999:99 horas de jogo, com todas as 16 insígnias, 999999 Pokedollars e todos os 251 Pokemons em seu Pokedex.

Vendo que ele também já tinha o Mew e o Celebi, eu achava que ou ele tinha usado um Game Genie, ou era um jogar de Pokemon muito fodastico naquela época.

Eu olhei os seus Pokemon para ver que time fodastico ele tinha ali. Para a minha surpresa, eu vi que ele tinha apenas 5 Unowns (Pokemon misteriosos que são parecidos com letras) e um sexto Pokemon, chamado “HURRY (CORRA)”. Achando que aquilo era somente uma brincadeira de mau gosto da pessoa que jogara o jogo por ultimo, eu decidi checar os perfis de seus Pokemon mesmo assim. Como esperado, eles eram 5 letras de Unown, todos no Level 5. Nesse tempo eu não me lembrava muito bem do alfabeto dos Unown, mas mesmo assim eu identifiquei que juntos, eles formavam a palavra “LEAVE (SAIA)”.

Já o sexto Pokemon era um Cyndaquil. O Cyndaquil parecia bem normal, porem estava no Level 5 com apenas 1 HP sobrando e apenas 2 ataques: “Leer” e “Flash”.Não sei porque eles o chamaram de “HURRY”, mas naquela hora, eu simplesmente ignorei isso. A coisa mais estranha de todas era que, mesmo o meu GameBoy estando no volume máximo, nenhum dos Pokemon que ele tinha faziam os seus sons comuns. Era apenas um silencio profundo.

Já sabendo o suficiente de minha equipe, finalmente fechei o menu. Eu reapareci em um lugar que parecia ser uma sala da Bellsprount Tower. Porem, por alguma razão, não havia nenhum personagem nem nada por perto. Ainda mais estranho, era que não havia musica nenhuma, e também não tinha nenhuma saída ou escada naquele lugar... ou pelo menos eu achava que não tinha.

Eu andei lá durante alguns minutos, mas não consegui achar nenhuma saída. Esta certamente não era a sala de Bellsprout Tower que eu havia visto antes. Tentei procurar nos meus itens para ver se tinha alguma corda para escapar de lá, mas a mochila estava completamente vazia. Também não havia nenhum Pokemon selvagem lá.

Finalmente, eu consegui encontrar a escada. Ela estava escondida atrás de um “pilar” no meio da sala. A tela ficou preta e a musica finalmente começou a tocar. Aquilo me deixou arrepiado, já que eu reconheci a melodia que tocava: era o tema que você ouve quando você escuta o radio em Alph Ruins, o lugar onde os Unown estavam.

Eu imediatamente percebi que aquilo não era por causa do carregamento do jogo, mas ao invés disso, era que eu já estava em uma sala totalmente escura, e que precisaria usar a habilidade “Flash”. Porem, antes de cuidar disso, imediatamente chequei o meu Pokegear para mudar a musica para algo menos assustador, mas acontece que eu não tinha nenhum Radio Card, e também nenhum Phone ou Time Cards. Eu tinha apenas um Map Card, em que o Gold (O “...” de antes, mas a partir de agora vou chamá-lo de Gold) estava andando em um espaço totalmente escuro.

Nessa hora, eu me lembrei que meu Cyndaquil tinha o “Flash”, então desliguei o meu Pokegear e fiz com que ele o usasse. Não vi nenhuma mensagem dizendo “HURRY has used Flash! (HURRY acaba de usar Flash!)” ou algo assim. A sala simplesmente ficou acessa de repente, e logo em seguida eu me arrependi de ter feito isso. A sala era de uma cor vermelho-sangue muito arrepiante, com um caminho cinza e linear indo em direção ao Sul. A escada que eu usei para chegar ali não estava mais lá.

Eu não tinha escolha, senão ir em direção ao Sul. A tela ficava mais escura a cada 20 passos que eu andava, até que eu finalmente cheguei ao final, o que para a minha surpresa, era somente uma placa, que quando eu li, dizia “TURN BACK NOW (VÁ EMBORA AGORA)”

De repente, o jogo me perguntou SIM/NÃO, mas não havia nenhuma pergunta junto a isso. Como eu não sabia qual era a pergunta, respondi SIM, e a tela ficou totalmente preta novamente. A música “Unkown Radio” finalmente havia parado, e em apenas alguns segundos, foi substituída pela não-tão-arrepiante musica “Poke Flute”

Reaparecendo em outra sala escura, eu prendi a minha respiração e usei “Flash” novamente. De repente, o jogo disse que “HURRY has fainted! (HURRY desmaiou!)”, o que era estranho, já que eu me lembrei que ele não estava envenenado ou algo do tipo. Então eu rapidamente verifiquei os Status dos meus Pokemon e vi que ele não estava mais na minha lista. Pra falar a verdade, depois de uma rápida olhada, nenhum deles estavam mais lá. Ao invés disso, todos eles foram trocados por Unowns de Level 10. Fiz a mesma coisa que antes, e li para ver o que eles escreviam. Eles escreviam “HEDIED (ELEMORREU)”.

De qualquer maneira, depois da mudança assustadora, tudo se acendeu, para mostrar que eu estava em uma sala minúscula, comparada as outras. As paredes da sala eram tijolos cinza que pareciam ter alguma coisa dentro deles. Fora daquela sala, pareciam ter várias sepulturas, iguais aquelas que aparecem no Pokemon Red/Blue. Andei um pouco ao redor daquela minúscula sala apertando A, e nada aconteceu.

Nesse ponto, eu já concluía que isso era obviamente um jogo hackeado que algum sádico filho da puta colocou à venda na Gamestop. Porem, a minha curiosidade fez com que eu continuasse jogando. Verifiquei o perfil do treinador “...” novamente, apenas para descobrir que o sprite do Gold tinha perdido os braços. Ele também parecia não estar sorrindo. Ao invés disso, estava triste, deprimido e parecia meio vazio de uma maneira tão horrível que eu nem consigo explicar. Por alguma razão, o jogo também dizia que ele tinha 24 insígnias, o que era obviamente impossível.

Depois de alguns minutos andando por lá, o meu personagem começou a girar de repente, e fazer uma animação estranha, girando rapidamente para baixo, como se estivesse afundando ou algo assim.

Depois daquela tela, a música parou. Depois de finalmente reaparecer, o sprite (imagens de animação do personagem de algum jogo 2D) do Gold estava com uma cor totalmente diferente. Ao invés do vermelho comum, ele estava completamente branco, incluindo a sua pele. Era como se ele tivesse sido tirado de um jogo de GameBoy original, e depois colocado dentro do colorido GameBoy Color. Eu verifiquei o seu perfil, e agora, alem de estar totalmente branco, ele tinha perdido suas pernas, e lagrimas de sangue estavam escorrendo de seus olhos. O jogo também dizia que agora ele tinha 32 insígnias, o que realmente começou a me deixar perturbado, já que essa mudança de números parecia representar alguma coisa importante.

Eu também verifiquei os meus Pokemon novamente, que desta vez foram substituídos por 5 Unowns e um Celebi de Level 100 sem nenhum apelido. Desta vez, os Unowns estavam no Level 15, e eles escreviam “DYING (MORRENDO)”. Então eu verifiquei o perfil do Celebi. Era um Celebi brilhante e poderoso, exceto que ele estava cortado pela metade. Uma perna, um braço, um olho... E ele só tinha um ataque: “Perish Song”.

Eu notei que estava na Sprout Tower, com aquele pilar imóvel de antes, exceto que ele parecia estar vermelho agora, e era muito grande. Eu fui caminhando em direção ao Norte pelo que parecia uma eternidade. Depois de um tempão, finalmente encontrei alguns homens e mulheres lá. Eles estavam alinhados dos lados, todos olhando em direção ao enorme pilar no meio. Todos eram completamente brancos, e nada acontecia quando eu tentava conversar com eles. Eu continuei indo para o Norte, até que eventualmente, eu me deparei com a extremidade mais alta do pilar, só que ele quebrado, e havia Red (Personagem principal do Pokemon Red e seu rival nesse jogo) transparente em cima do mesmo pilar. Então eu andei em direção ao Red e, sem mesmo apertar nenhum botão, eu finalmente fui transportado para uma batalha.

A música começou a tocar novamente. Era a música “Unown Radio”, porem estava sendo tocada ao contrario. O sprite do Gold no modo de batalha é quase igual ao outros sprites anteriores, com olhos chorando lagrimas de sangue, pele branca e a falta de braços, sendo que o sprite de Red era o mesmo que o seu sprite normal no GBC, exceto que ele estava transparente. O texto que apareceu na tela simplesmente dizia “wants do battle! (quer batalhar!)”, desse jeito, como se ele não tivesse nome, e ambos de nós tinhamos apenas 1 Pokemon cada, o que é estranho, já que eu jurava que eu tinha 6 no total, contando os Unowns. Meu Celebi apareceu na tela, surpreendentemente com apenas metade de seu corpo, como no outro sprite. Então o Red escolheu um Pikachu normal, só que ele estava no Level 225 e também parecia muito triste, e tinha lagrimas em seus olhos.

Ao invés do menu de sempre com as opções “FIGHT/ITEM/PKMN/RUN”, a única opção que apareceu na tela foi a de Atacar. Como Celebi era meu único Pokemon, eu o escolhi. Naturalmente, como o Pikachu era de Level 255, ele começou a jogada.

“PIKACHU used CURSE!” - diminuindo sua velocidade e aumentando todas as outras habilidades. Eu nem sabia que o Pikachu podia usar essa habilidade.

“CELEBI used PERISH SONG!” - em três rodadas, os dois Pokemon desmaiaram – eu não tinha nenhuma outra escolha, alem disso.

Nesse ponto, o jogo nem voltou para o menu, já que a batalha simplesmente continuou sem mim. Eu também notei que não havia animação nenhuma, por alguma razão.

“PIKACHU used FLAIL!” – o que não tirou quase nenhuma vida minha, apesar do Level e dos Stats do Pikachu estarem todos no máximo.

“CELEBI used PERISH SONG!” – nada aconteceu, já que eu já tinha usado isso antes.

“PIKACHU used FRUSTRATION!” – o que tirou uma porrada de minha vida, deixando meu Celebi com menos de 10 HP.

“CELEBI used PAIN SPLIT!” – o que me surpreendeu um pouco, já que o Celebi nem sequer possuía esse ataque. Agora os dois Pokemon tinham 150 HP.

“PIKACHU used MEAN LOOK!” – isso não fez absolutamente nada

Como eu já esperava, de acordo com os efeitos do “Perish Song”, meu Celebi desmaiou. Porem, no texto que aparecera na tela, dizia “CELEBI has died! (CELEBI morreu!”). Por alguma razão, o Pikachu ainda estava lá, mesmo com o efeito do Perish Song, e a morte de meu Pokemon não foi contado como se eu tivesse perdido a batalha. Então, Pikachu usou mais um de seus ataques diferentes:

“PIKACHU used DESTINY BOND!”
Em seguida, o jogo disse “PIKACHU has died!”, com uma lenta animação de fade out em seguida. Aparentemente, eu era o vencedor, já que o Red transparente apareceu na tela e disse “……….”
Nessa hora, eu já estava enlouquecendo de medo, já que o Red transparente estava, de repente, decapitado, não deixando nada, exceto seu corpo transparente e sem vida. A batalha então terminou e a tela ficou preta novamente, junto com a música que parara.

Eu estava de volta na visão superior de meu personagem, com uma outra mudança no sprite do Gold – ele estava completamente transparente, assim como o sprite do Red. Rapidamente verifiquei o meu perfil, e para o meu espanto, a única coisa que sobrara dele era sua cabeça, com uma cor transparente. A cabeça estava um pouco ampliada, mostrando um buraco negro no lugar de seus olhos. Agora o jogo mostrava que ele tinha 40 insígnias. Então eu fui verificar os meus Pokemon. Eles eram Unowns de Level 20, e agora, eles escreviam “NOMORE (NÃOMAIS)”

Agora eu reconheci que estava perto do final do jogo. Não havia musica tocando, mas por alguma razão, eu sentia que algo ainda podia ser ouvido. Eu estava de volta no meu quatro em New Bark Town. Talvez agora eu finalmente pudesse jogar o jogo normalmente, sem problema nenhum... mas quem eu estou enganando. Eu sabia que aquele sádico de merda teria feito mais alguma coisa. Então eu “andei” em volta do meu quarto para interagir com as algumas coisas, já que eu estava um pouco assustado de descer as escadas e ver o que me aguardava lá embaixo. Apesar de eu ter dito que estava “andando” pelo quarto, já que todo o fundo se movia, o Gold não estava mexendo nenhuma de suas pernas ou braços transparentes enquanto fazia isso. Ele só estava flutuando, do mesmo jeito que aqueles fantasmas do Pokemon Diamond/Pearl fazem.

Como eu já esperava, o radio, computador e TV não funcionavam, então não havia mais opção, senão descer as escadas. Eu acabei chegando à mesma sala de estar de minha casa, assim como no jogo original. Tudo estava normal, exceto o fato de que a minha mãe não estava em casa. Depois de não conseguir interagir com mais nada por lá, eu decidi ir lá pra fora. Para a minha surpresa, a porta que me levava lá fora não funcionava, mas ao invés disso, eu simplesmente andei através dela, em direção a um fundo preto. Continuei andando para baixo, para saber o que diabos estava acontecendo. Minha casa sumiu de vista, enquanto eu continuava a andar para o Sul, naquele fundo preto. Foi muito assustador quando eu entrei naquele fundo, pois o contorno transparente de Gold imediatamente ficou branco, para dar a ele um contraste maior. Eventualmente, eu cheguei em uma área completamente branca, e o Gold ficou totalmente preto e transparente novamente. Continuei descendo, sem ao menos pensar em parar em nenhum momento.

Depois de uma longa caminhada, eu finalmente encontrei uma coisa: era o sprite normal de Gold. Eu falei com ele, e ele me respondeu “Goodbye Forever ...(Adeus para sempre ...)” e desapareceu. Enquanto isso acontecia, apareceu uma caixa de texto que dizia apenas: “??? Used NIGHTMARE!” o que, nesse ponto, eu já não negava mais ser impossível. Gold fez uma outra animação estranha, e girou lentamente para baixo, assim como antes.

Agora eu estava de volta naquela sala minúscula de antes, ainda cercada pelas sepulturas, só que desta vez, o sprite do Gold aparentemente não estava lá. Tentei andar em volta, mas absolutamente nada aconteceu. Eu verifiquei o meu perfil, e não havia mais nenhum sprite do Gold sobrando. O jogo dizia que eu tinha 0 insígnias, e todas as imagens dos lideres do ginásio Johto, foram substituídos por caveiras.

Então eu finalmente verifiquei os meus Pokemon, que agora eram Unowns de Level 25. Eles escreviam a frase que eu infelizmente me atrevi a ler: “IMDEAD (ESTOUMORTO)”

Na mesma hora que eu voltei do menu para o jogo, a sala que eu supostamente estava foi então coberta pelos mesmos tijolos que estavam nas paredes. Então eu finalmente descobri exatamente o que era aquela sala, no momento que o texto apareceu na tela: “R.I.P. ...”

Aquela sala era um caixão, cercado por outros caixões. Gold já estava morto. Ele morreu provavelmente alguns anos depois que ele derrotou Red.

Ele era um jovem treinador Pokemon que, apesar de seus esforços para ganhar tantas insígnias e ser um mestre Pokemon, não pode escapar do destino inevitável, que é a morte, e todos os seus esforços foram completamente esquecidos pelas próximas gerações.

Eu não conseguia mais sair daquela caixa de texto, não importava o que eu apertasse. Tentei reiniciar o jogo, e a mesma coisa aconteceu, o que fez com que eu finalmente desistisse daquele horrivel pesadelo.

Depois de toda essa experiência, eu nunca irei olhar para os “estranhos” Unowns da mesma maneira. Eles dizem que somente a primeira geração tem contos e lendas urbanas, mas a segunda geração me mostrou o quão desagradável a verdade pode ser. Eu realmente curti demais jogar o Pokemon SoulSilver, mas eu ainda não consigo tirar da cabeça o que o Pokemon Silver quis me mostrar.

FIM

Pokemon Black (Versão Hack)

Eu sou alguém que você poderia chamar de colecionador de jogos bootlegs (hackeados/modificados) do Pokémon. Pokémon Diamond & Jade, Chaos Black, etc. É impressionante a freqüência com que você pode encontrá-los em vendas de garagem, mercadinhos, bancas e tal.

Eles são geralmente divertidos; mesmo que eles possam não ser jogados (o que muitas vezes são), os erros de tradução e de má qualidade fazem-nos involuntariamente engraçados.

Eu fui capaz de encontrar a maioria dos que eu joguei na internet mesmo, mas tem um jogo cujo eu não vi nenhuma menção. Comprei-o em um mercadinho a cerca de cinco anos atrás.



Aqui está uma foto do cartucho, caso alguém o reconheça. Infelizmente, quando me mudei há dois anos, eu perdi o jogo, então não posso lhe fornecer nenhum vídeo.

O jogo começou com a intro familiar da Nidorino e Gengar da versão Red e Blue. No entanto, a tela de "Press Start" tinha sido alterado. Red estava lá, mas o Pokémon não apareceu. Em baixo do logo do Pokemon, estava escrito "Black Version".

Ao selecionar "New Game", o jogo começou com o discurso do Professor Carvalho, e imediatamente se tornou evidente que o jogo era essencialmente um hack do Pokémon Red.

Depois de selecionar o seu treinador, quando você olhava para os seus Pokemon, você notava que além do Bulbasaur, Charmander e Squirtle, você também tinha ou outro Pokémon - "Ghost".

O Pokémon era de nível 1. Ele tinha o sprite dos Ghosts que são encontrados em Lavender Tower, antes de obter o Sliph Scope. Ele tinha somente um ataque - "Curse". Eu sei que há um ataque real nos jogos chamado Curse, mas esse ataque não existia na primeira geração, por isso parecia que o jogo havia sido hackeado mesmo.

Os outros Pokémon não podiam atacar Ghost – o jogo apenas dizia que eles estavam muito assustados para se moverem. Quando o ataque “Curse" era usado na batalha, a tela ficava toda preta. O grito do Pokémon oponente era ouvido, mas era meio que distorcido, em um tom muito mais baixo que o normal. A tela de batalha então reaparecia, e o Pokémon oponente desaparecia. Se o ataque era usado em uma batalha contra um treinador, quando as Pokebolas representando seus Pokémons apareciam no canto da tela, eles teriam uma Pokebola a menos.

A implicação era que o Pokémon havia morrido.

O que é mais estranho de tudo é que, toda vez depois de derrotar um treinador e ver a caixa de texto dizendo "Red recebeu US $ 200 por vencer!", os comandos de batalha apareciam novamente. Se você selecionar "Run”, a batalha terminava como termina normalmente. Você também poderia selecionar Curse. Se você o fazia, ao voltar para o overworld, o treinador desaparecia de vez. Depois de sair e entrar novamente na área, o local onde o treinador estava anteriormente, era substituído por uma lápide, como as de Lavender Tower.

O ataque "Curse" não podia ser utilizado em todas as instâncias. Ele falhava quando usado contra algum Pokémon Ghost. Também não funcionava se fosse usado contra treinadores que você teria de enfrentar mais de uma vez, como o seu Rival ou Giovanni. Porem ele pôde ser usado, e foi muito util na sua batalha final contra eles, no entanto.

Achei que esse fora o objetivo do jogo, permitindo que você use os Ghosts, que anteriormente eram incapturaveis. E já que o “Curse” fizera esse jogo tão fácil para mim, eu basicamente usei-o ao longo de toda a aventura.

O jogo mudou um pouco depois de derrotar a Elite Four. Depois de ver o Hall of Fame, que consistia no Ghost e em alguns outros Pokémon de níveis muito baixos, a tela cortou para um fundo preto. Uma caixa de texto apareceu com as palavras "Muitos anos depois...". Em seguida, a tela cortou para a Lavender Tower. Um homem velho estava de pé, olhando para algumas lapides. Você então percebe que aquele homem era o seu personagem.

O homem andava somente a metade da sua velocidade normal. Você já não tinha mais nenhum Pokémon com você, nem mesmo o Ghost, que até esse momento era impossível de ser removido de sua equipe por meio de deposito no PC. O overworld estava completamente vazio - não havia nenhuma pessoa. Porem ainda havia as lapides dos treinadores que você usou Curse anteriormente.

Nesse ponto, você poderia ir basicamente para qualquer lugar do overworld, embora algumas passagens estarem inacessíveis, pelo fato de que você não tinha nenhum Pokémon para usar HMs (Hidden Machines: Capsulas para ensinar algum golpe novo para o Pokemon). E, independentemente de onde você ia, a música de Lavender Town continuava em um loop infinito. Depois de perambular por um tempo, eu descobri que se você passar por Diglett's Cave, um dos arbustos que normalmente bloqueia o caminho do outro lado não estará mais lá, permitindo que você avance e volte para Pallet Town.

Ao entrar em sua casa e ir para o lugar exato onde você começa o jogo, a tela é cortada novamente para um fundo preto.

Em seguida, um sprite de um Caterpie apareceu. Então ele foi substituído por um Weedle, e em seguida por um Pidgey. Eu logo percebi, enquanto os Pokémon continuaram a progredir de Rattata para Blastoise, que estes eram todos os Pokémon que eu tinha usado Curse.

Após o término do meu time rival, um Youngster apareceu, e depois um Bug Catcher. Logo notei que estes eram os treinadores que eu havia amaldiçoado com Curse.

Durante toda essa seqüência, a musica de Lavender Town estava tocando, mas seu tom foi diminuindo lentamente com o passar do tempo. Na hora que seu Rival finalmente apareceu na tela, ela parecia mais com um som de um suspiro demoníaco.

A tela fica preta novamente. Alguns momentos depois, a tela de batalha apareceu de repente - o sprite de seu treinador era agora o de um homem velho, o mesmo daquele velho que lhe ensina como capturar Pokémon em Viridian City.

Ghost apareceu do outro lado, junto com as palavras "GHOST wants to fight!".

Você não podia usar itens, e não tinha nenhum Pokémon. Se tentasse correr, você não podia escapar. A única opção era "FIGHT".

Usando essa opção fazia com que você imediatamente usasse “STRUGLE”, o que não afetava Ghost, mas fazia você perder um pouco de seu próprio HP. Quando chegava a vez de Ghost atacar, ele simplesmente dizia "..."

Eventualmente, quando seu HP chegou em um ponto critico, Ghost finalmente usava Curse.

Então, o jogo cortava para a tela preta uma ultima vez.

Independentemente dos botões que apertava, você estava permanentemente preso nesta tela preta. Neste ponto, a única coisa que poderia ser feita era desligar o Game Boy. Quando você ligava novamente, "New Game" era a única opção disponível - o jogo havia apagado o arquivo.

Eu joguei este hack muitas e muitas vezes, e todas às vezes o jogo terminava com essa mesma seqüência. Várias vezes eu nem chegava a usar o Ghost, embora fosse impossível retira-lo de minha equipe. Nestes casos, o jogo não mostrava nenhum Pokémon ou Treinador no final, e simplesmente cortava para a batalha climática com o Ghost.

Eu não entendi os motivos por trás da criação deste hack. Ele não foi amplamente distribuído, por isso não foi para o ganho financeiro. Aquilo era muito bem feito para um hack.

Parece que ele estava querendo transmitir uma mensagem; mas que eu sou o único receptor dela. Eu não tenho muita certeza do que era a tal mensagem - a inevitabilidade da morte? A inutilidade disso? Talvez ele estava simplesmente e morbidamente tentando colocar mortes e horror em um jogo infantil. Independentemente disso, este jogo infantil me fez pensar, e isso me fez chorar.

Pokemon: O mistério da musica de Lavender Town



Eu conheci meu melhor amigo no ginásio. Nós dois levamos nossos Gameboys para a escola um dia e sentamos juntos no almoço quando percebemos que tínhamos algo em comum. Eu tinha a versão Blue e um Venosaur, ele tinha a versão Red e um Charizard. Nós batalhávamos sempre que podíamos e nos tornamos grandes amigos. E os anos se passaram, continuamos a jogar Pokemon, até mesmo durante o colegial. Passamos por todas as gerações e versões de Pokémon, as batalhas nunca ficavam sem-graça.

Quando chegamos à faculdade, nossos caminhos se separaram. Não conversamos muito mais depois disso; tínhamos vidas ocupadas na universidade. Eu pensava que não íriamos mais retomar a amizade que já tivemos um dia. Então, Pokemon Diamond e Pearl foram lançados em 2007 e nós aproveitamos o interesse pela séria para nos reunir e se divertir. Batalhávamos e conversávamos através do wi-fi todo dia por algumas semanas após o lançamento.

Meu amigo me contou que ele planejava jogar novamente a versão Red que tinha. Havia se passado três meses após o lançamento de Diamond e Pearl, e não jogávamos mais como antes. Eu perguntei a ele por que ele queria jogar aquele cartucho velho e empoeirado, e ele respondeu, “Eu não sei, talvez eu encontre algo que ninguém jamais encontrou antes.”

Apesar da minha relutância em jogar minha versão Blue com ele, ele jogou a versão Red mesmo assim. Depois que ele começou essa jornada, eu nunca mais falei com ele. Mais ou menos três meses depois, eu recebi uma ligação dos pais de meu amigo.

Mesmo que ele nunca tivesse problemas similares antes, ele morrera do que diziam ser uma convulsão. Ele estava sozinho no dormitório até que um colega de quarto, que infelizmente chegou tarde demais, o encontrou no chão, sem vida, e estranhamente usando seus fones de ouvido favoritos. Eu corri assim que pude para ir ao seu funeral. O colega dele, que também foi ao velório, me informou que apenas alguns dias antes do incidente, meu amigo havia se tornado obcecado pela Cidade de Lavender e sua música. Meu amigo queria ser engenheiro de som depois de se formar e tinha um ótimo talento com os sons. Ele podia ouvir sons baixos vividamente enquanto eu falhava em reconhecê-los.

Assim que ele redescobrira a Cidade de Lavender, ele passou o áudio para o seu computador e começou a fazer experimentos com ele. Curiosamente, ele se vangloriava de ter encontrado uma cópia rara da música retirada da primeira leva da versão Green, lançada apenas no Japão. Não especificamente falando da versão japonesa, ele disse ao seu colega de quarto que “As frequências dessa música são diferentes; elas se unem de modo especial. Mas tem algo faltando. Eu acho que alguma coisa deveria ser mixada junto, mas acabou não funcionando no Gameboy. Ele era muito limitado em termos de tempo de faixa.”. Eu tive a chance de mexer em seu laptop pela última vez, então eu visitei sua lista de “Itens Recentes”. No topo dela eu li “lavender.wav”. Juntamente com várias fotos nossas juntos, eu copiei este arquivo. Pego na minha tristeza pela morte de meu melhor amigo, eu ignorei o arquivo de áudio até algumas semanas antes de escrever isso. De algum modo decidi recentemente que eu precisava entender o que acontecera.

Levado pelo desejo de saber o que causara sua morte repentina, eu abri as propriedades do som, sem ouvi-lo. Com a seção de descrição do áudio, ele escreveu, “Tons biauriculares, eu coloquei as frequências necessárias, eu sei porque a Cidade de Lavender soa tão triste, e eu sei a parte que faltava”. Mesmo sem entender, eu olhei o arquivo no programa de áudio que ele mais usava (ainda sem ouvir o arquivo), e encontrei a contagem de vezes que o arquivo foi ouvido. Uma. Eu conversei online com um entusiasta de som na esperança de decifrar estes comentários. Ele me deu um software especial que poderia analisar o áudio em tempo real e disse que era tudo que ele podia fazer.

Esse vídeo a seguir é uma gravação minha tocando o arquivo no programa mencionado. Até hoje ainda não ouvi o áudio, já que estou muito emocionalmente perturbado pela morte de Anthony, meu melhor amigo.



Super Mario 64

Demorou um tempinho pra traduzir tudo, mas finalmente terminei!
Bons pesadelos!!!



Eu sempre gostei do Super Mario 64 quando era criança. Eu me lembro de joga-lo quase todos os dias na casa de minha tia. Num certo dia, um pop-up apareceu do nada enquanto eu assistia a um vídeo de Gameplay desse mesmo jogo no Youtube. Fiquei um pouco assustado, e estava prestes a fechar a janela, quando eu notei que era de um website mostrando uma cópia do Super Mario 64 à venda. Tinha fotos e tudo mais. Normalmente, eu não confio nessas coisas, mas o sentimento de nostalgia me dominou, e eu quis comprá-lo imediatamente.

A coisa toda era peculiar, vendo como o dono do jogo queria que o comprador enviasse um envelope contendo R$10 ao endereço do site, ao invés de usar algo parecido o PayPal, ou algo parecido. O que tornou as coisas ainda mais estranhas foi que quando eu tentei acessar o site (eu tinha escrito o URL) depois de encontrar... problemas com o jogo, a página não pode mais ser encontrada.

Poucos dias após os US$10 foram enviados, eu recebi um pacote contendo uma nova cópia do jogo. A primeira coisa que notei quando abri a pequena caixa era que a "vinheta oficial" do jogo (aquela com o Mario voando no ar com o chapéu) aparentemente foi arrancada ou algo assim. Em seu lugar havia um pedaço de fita adesiva com "Mario", grosseiramente escrito com marcador permanente. Eu me senti um pouco enganado, mas contanto que o jogo funcionasse, eu não me importaria.

Tirei o meu Nintendo 64 da caixa e coloquei o cartucho. A tela apareceu, com o rosto do Mario de sempre, que você podia puxar e esticar o quanto quisesse. Eu me lembro de rir muito com todos os resultados que você podia obter com isso, e decidi zuar um pouco, só pelos velhos tempos. Movi o cursor para a orelha do Mario e puxei em grandes proporções. Eu ia até fazer o mesmo com a outra orelha, quando de repente a TV fez um barulho de estática muito alto. A cabeça do Mario começou a se deformar de um jeito que eu nem sabia que era possível para aquele modelo. Sons aleatórios do jogo começaram a tocar junto com o barulho de estática. Enquanto tudo isso estava acontecendo, eu pude ouvir uma voz fraca sussurrando em japonês. A voz era fraca e estava choramingando.

Imediatamente eu desliguei o jogo e tentei novamente. Eu nem liguei para a cabeça do Mario dessa vez. Somente selecionei um novo “file” e comecei a jogar.

Quando eu selecionei o arquivo, o jogo pulou toda aquela introdução monologa da princesa Peach e a fase do jardim. Mario fora transportado diretamente pra dentro do castelo. Ainda mais assustador foi que o Bowser não disse nada antes. Tentando ignorar isso, eu continuei jogando assim mesmo. Porem, eu também notei que não havia musica. Somente um silencio profundo. Não havia nem Toads por ai para conversarem. A única porta que eu podia entrar era na do Bob-omb Battlefield (Primeira fase do jogo). As outras portas nem respondiam aos meus comandos.

O retrato para o Bob-omb Battlefield não era o retrato de sempre. Era apenas uma tela totalmente branca. Eu ainda estava tentando convencer a mim mesmo que isso era apenas pequenos erros do jogo, e que não ia afetar na jogabilidade e na diversão. Quando eu entrei no retrato, a imagem de repente mudou de uma tela branca para a foto do retrato da fase “Lethal Lava Land”. Sabe, aquela imagem meio inquietante do fogo com um sorriso maléfico? É, a partir daí foi quando eu comecei a achar aquilo tudo muito suspeito.

O menu de seleção das missões aparecei, e um outro detalhe esquisito estava presente. Ao invés da missão “Big Bob-omb on the Summit”, a missão se chamava “TURN BACK (VOLTE)”. Eu não fazia idéia o que me levou a apertar A, mas eu apertei.

A fase parecia normal. Tudo estava do jeitinho que eu me lembrava. Eu achei que finalmente poderia curtir o meu jogo favorito de infância. Mas então eu o vi. Luigi. Eu estava absolutamente chocado. Ele NÃO estava neste jogo antes. Seu modelo nem era uma troca de cores do modelo do Mario, ele tinha um modelo completamente original. Ele só ficou ali parado, até que eu tentei me aproximar um pouco mais. Então ele começou a correr em velocidades inesperadas. Eu segui o seu ritmo e corri pela fase.
Enquanto eu o perseguia, coisas muito estranhas estavam acontecendo. Cada vez que eu pegava uma moeda, os inimigos e a musica ficavam mais lentos, e o cenário ficava cada vez mais escuro e mórbido. Isso foi ficando cada vez pior, até que eu peguei a 5º moeda, então, a musica simplesmente parou. Os inimigos ficaram caídos no chão, como se estivessem mortos. Eu estava muito assustado, mas mesmo assim eu continuei perseguindo o Luigi.

Eu subi toda a colina. Não tinham bolas de canhão rolando em direção a mim, tentando me derrubar. Eu sinceramente não estava mais surpreso nesse ponto. Luigi estava sempre fora do meu alcance de visão enquanto eu corria. Quando eu cheguei no topo da montanha, vi um outro objeto que estava fora de lugar. Uma pequena cabana era tudo que eu podia ver lá em cima. Não consegui achar o Luigi em nenhum lugar. A cabana certamente era muito esquisita para estar em um jogo do Mario. Era velha, simples e muito quebrada. Independente dos meus medos naquele momento, eu entrei na cabana.

Logo depois que a porta se fechou, uma imagem muito perturbadora e assustadora do Luigi enforcado e pendurado apareceu, junto com uma musica muito aterrorizante. Parecia uma puxada forte de uma corda de violino acompanhada com uma batida forte de um piano. Mario se ajoelhou e começou a chorar e soluçar por uns 5 minutos, então a tela diminuiu até sumir.

Então eu fui mandado de volta para o castelo. Mario simplesmente foi jogado para fora do retrato. A imagem mudou do retrato da fase “Lethal Lava Land” para a imagem do Luigi enforcado. A sala era diferente dessa vez. Agora era um pequeno corredor. Toads com expressões vazias e roupas brancas se alinharam dos lados. Porem, tinha um outro retrato do outro lado do corredor que me assustou totalmente: Era uma foto da minha família, não era nem da época em que o jogo foi lançado. Era uma foto muito, muito, muito recente. Eu me lembro de ter tirado ela na semana passada.

Eu coloquei o dedo no botão on/off do N64. Não havia como eu continuar jogando depois disso. Porem, quando eu apertei o botão, o jogo ainda estava ligado. Eu fiquei ligando e desligando, mas sem sorte. Tentei desconectar o vídeo game inteiro, mais a tela continuava ali. Eu até conseguia controlar o Mario. Não podia deixar ligado daquele jeito pra sempre... então continuei jogando. Fui até o retrato da minha família e pulei nele. Apenas uma missão estava disponível, é claro. Ela se chamava “Run, Don’t Walk (Corra, Não Ande)”. Finalmente, eu selecionei a missão. ‘Let’s-a-go’...

A fase começou em um corredor inundado, com plataformas flutuando acima da agua. Mario caiu em uma dessas, e a câmera virou para mostrar o que havia atrás de mim. Um “vácuo” preto e silencioso estava se aproximando do Mario. Aquilo não se parecia com nada, nem pareciam gráficos terminados. Simplesmente uma bolha preta e gigante. Então eu comecei a correr de plataforma para plataforma. Sem nenhum objetivo à vista, eu continuei correndo, aquela escuridão lentamente, porem ganhando mas velocidade. Isso continuou pelo que pareciam horas, e eu estava começando a duvidar se aquilo realmente teria fim. Mario estava simplesmente correndo em círculos. Finalmente, a bolha/vácuo/coisa pegou o Mario, e o envolveu junto com ele nas trevas. Eles nem sequer gritou ou resistiu. Simplesmente foi consumido.

Então Mario caiu pra fora do retrato e de volta no castelo. Perdi uma das minhas 3 vidas. A sala estava diferente agora. Alguns Toads tinham sumido, e o retrato de minha família estava um pouco diferente. Minha família e eu estávamos na mesma posição que antes, mas os nossos corpos estavam parcialmente decompostos. Aquilo parecia muito real para ser editado no Photoshop. Parecia até que alguém tinha pego os nossos corpos mortos e posado-os.

Mesmo assim, eu pulei no retrato novamente, e o menu de missões apareceu. Ainda tinha apenas uma missão disponível, e se chamava “I’m right here (Estou bem aqui)”, escrita deste jeito. Eu selecionei a missão e me preparei para o pior. Mario reapareceu em uma pequena e escura sala. Não tinha nenhum jeito de sair de lá. O quarto estava vazio, exceto pelo piano no canto da sala. A partir daí, eu sabia muito bem o que estava acontecendo: Eu estava preso com o Mad Piano. Me aproximei dele e o mesmo começou a me perseguir, como sempre. Não tinha como eu machucá-lo, então não tive escolha senão deixa-lo me machucar...

Quando Mario perdeu toda a sua vida, a sua animação de morte de sempre não aconteceu. Ao invés disso, Mario foi violentamente mastigado pelo piano. Ele caiu, enquanto seu sangue e tripas foram espalhados pelo chão, e a câmera se afastou para mostrar uma visão de cima de seu corpo mutilado. Uma versão distorcida da musica Merry-Go-Round da fase Bog Boo’s Haunt tocava, enquanto a tela lentamente se transformava, de uma foto do jogo, para uma foto realística do cadáver do Mario, do mesmo ângulo que a outra foto. Foi tudo muito perturbador. Meus olhos estavam em lagrimas enquanto eu encarava aquela imagem. Então eu perdi mais uma vida.

A foto da minha família foi mostrada novamente. Estávamos ainda mais decompostos do que antes. A câmera se aproximou ainda mais do retrato, como se eu tivesse entrado nele novamente. Então fui recebido com uma visão de fora e do alto do castelo da Peach. O castelo estava desmoronando e em ruínas. Os campos estavam pegando fogo. O céu estava quase totalmente escuro. Então a risada do Bowser pôde ser ouvida em loop constante no fundo, e varias vozes, que pareciam com crianças debochando de você, diziam “You couldn’t save her! (Voce não conseguiu salva-la!)”. Isso aconteceu por um bom tempo, até que de repente, a câmera deu um close-up no rosto da princesa Peach, com um grito extremamente alto no fundo, interrompendo o loop sem que eu o nota-se. A boca dela estava bem aberta, como se ela estivesse gritando, e seus olhos era apenas buracos negros e vazios.

De repente, eu estava de volta no corredor, enquanto Mario era empurrado para fora do retrato novamente. Agora todos os Toads tinham sumido, e no retrato, eu e minha família estávamos completamente repulsivos. Vermes estavam saindo dos buracos em nossa carne. Tripas e sangue estavam escorrendo pra fora de nossos corpos. O olho de meu pai estava pendurado pelo buraco onde ele deveria estar. Aquilo era demais para suportar, mas ainda assim algo me levava a continuar... então eu pulei no retrato, com apenas uma vida sobrando.

Desta vez, a missão não tinha nome nenhum. Era apenas um espaço em branco aonde o titulo deveria estar. Eu selecionei a missão, e o Mario caiu em uma ilha muito pequena no meio do oceano. Havia somente uma placa solitária. Ela dizia apenas “DIVE (MERGULHE)”. Eu fiz exatamente aquilo que ela me mandou fazer e pulei na água.

O oceano estava totalmente escuro e vazio. Não havia nenhum peixe nem nada. Eu não podia ver nada na água, exceto o Mario. Eu nadei para baixo e continuei nadando por um bom tempo, mais mesmo assim, Mario nunca perdia seu fôlego. Eu contei mais ou menos uns 10 minutos de natação, até que eu decidi voltar lá pra cima. Porem, quando eu me virei, ele veio... Uma enorme, e eu quero dizer ENORME enguia Unagi the Eel veio do nada, e engoliu o Mario completamente. Eu estava pasmo. Aquilo aconteceu tão rápido que eu nem tenho certeza do que eu vi. A tela de Game Over não apareceu. Tudo que aconteceu foi um fade-out.

O retrato de minha família foi mostrado novamente. Nós éramos apenas esqueletos agora. Novamente, aquilo parecia muito real. Eu não conseguia mais mexer a câmera. Ela simplesmente ficou focada no retrato. Eu finalmente consegui desligar o jogo e então, reiniciei e tentei novamente. Escolhi o meu arquivo, mais ele só me levava para a foto da minha família. Eu tentei isso mais umas 3 vezes antes de desistir. Eu desesperadamente queria parar, porem alguma estranha força não me deixava ir embora. Eu decidi selecionar o outro único arquivo já salvo. A câmera novamente se focou em uma foto com esqueletos, mais desta vez eles estavam em posições diferentes... Era uma familia diferente.

28/05/2011

Harvest Moon



Vocês se lembram daquele jogo “Harvest Moon (Joguinho de simulação de fazenda, onde você planta, cuida dos animais, e vive como um fazendeiro)”, no SNES?

Sempre foi um dos meus favoritos, mas quando eu me mudei da casa dos meus pais para um dormitório estudantil, minha mãe vendeu o jogo em uma venda de garagem sem me avisar.

Depois que me formei e consegui uma casa própria, eu decidi tirar a poeira do meu SNES e procurei por uma cópia do jogo. Fui a um “Farmer’s Market” (N/T: Uma espécie de feira, geralmente montada por fazendeiros, que vende de tudo, especialmente alimentos. Mas também vendem-se itens usados) que eu já tinha visitado algumas vezes antes. Fui até à loja de vídeo deles, onde fitas de jogos antigos e VHS eram vendidos.

Buscando na sessão de jogos, eu encontrei uma cópia de “Harvest Moon” para SNES. O jogo estava em perfeitas condições, eu mal podia acreditar. Geralmente o jogo custava entre 60 ou 70 dólares online, mas na loja custou 15. Comprei e voltei para casa.


Quando cheguei em casa, coloquei o jogo no meu SNES e o liguei. Não funcionou de primeira, apareceu apenas uma tela preta. Isso é normal consoles velhos, especialmente os que funcionam com cartuchos. Tirei o cartucho, assoprei, e o coloquei de volta. Liguei o console e fui recebido pelo familiar logo “Natsume”.
Havia dois save files, um vazio e o outro nomeado “JACK”. Comecei um jogo novo, ignorando “Jack”. Joguei por algumas horas, plantando nos campos, cuidando dos animais, falando com os moradores e vendando e comprando como sempre se faz no jogo. Depois disso, fui dormir para trabalhar no outro dia. Não joguei por uns dias, até ter um dia livre.

No sábado, eu liguei o SNES para jogar e fui logo para a tela de “load file”, lá estava o meu arquivo e o “JACK”. Curioso, carreguei “JACK” para ver que tipo de jogo o dono anterior estava jogando. Assim que apertei “carregar”, a lâmpada da minha luminária queimou. Não liguei para isso e continuei a jogar.

O arquivo carregou, e quando mostrou a casa do fazendeiro, onde você sempre começa, algo estava diferente. Como vocês devem saber, você pode se casar e ter um filho em “Harvest Moon”. A esposa do personagem, Ann, estava parada em frente a um berço vazio, uma das “necessidades” de se ter um filho no jogo. Ela não estava parada do mesmo modo de quando você começa o dia, e pensei que fosse algum tipo de erro. Andei até ela e apertei o botão de “falar”, mas a resposta que recebi foi “...”.

Agora eu tinha certeza de que era um erro, mas tudo mudou assim que eu saí da casa. Do lado de fora, o cachorro, que sempre estava por lá também, havia sumido. A fazenda estava cheia de lixo, e as plantações estavam todas mortas, mesmo sendo primavera. A casa e os prédios da fazenda pareciam em ruínas, quebrados, e o local aonde ficava a fonte de água estava cheia de algo marrom, que parecia ser lama. Eu não tenho certeza, uma vez que o jogo tem gráficos primitivos.
Saíndo da fazenda para investigar mais, eu fui até a encruzilhada onde o vendedor geralmente fica com seu caminhão. Mas assim que cruzei a estrada, eu vi o caminhão abandonado no meio dela, parecia que não era usado havia anos. Agora eu pensava que era algum tipo de hack, ou um erro que eu nunca tinha visto antes.

Quando cheguei na cidade principal do jogo, eu não estava surpreso em encontrar todos os prédios do mesmo modo que as casas da fazenda -- em ruínas e abandonados.
Não havia moradores na cidade, mas de repente uma caixa de texto apareceu na parte de baixo da tela com as palavras “VÁ PARA A IGREJA”. Eu sabia exatamente aonde a igreja ficava e fui até lá. Enquanto caminhava, encontrei o padre (ou ministro, shaman, ou seja lá quem ele deve ser) parado do lado de fora.
Cheguei perto dele e apertei “A”, ele disse “Jack, por que você demorou tanto? Venha, venha, precisamos começar.” Então o jogo seguiu em uma coisa tipo filme, o fazendeiro seguindo o padre para dentro da igreja. Lá dentro, o que eu vi era simplesmente repugnante. A cruz estava virada de cabeça para baixo, um tanto quanto clichê, creio eu. As paredes estavam pintadas em um tom escuro, preto-acinzentado, e havia velas pretas montadas em forma de pentagrama em volta do bonequinho de bebê que pertence ao berço da fazenda.

Os bancos estavam ocupados pelos moradores, que pareciam cansados e com os cabelos cinzas, mas novamente os gráficos me deixaram sem certeza.

“Coactum atrum”, o padre disse, pairando sobre o bebê, continuando: “Voco tu ego”.
Então o jogo começou a dar problemas horríveis. Os auto-falentes, que até então não haviam produzido um ruído sequer, apenas os efeitos sonoros, lançaram um som distorcido e a tela ficou preta, mas não por muito tempo. O que eu vi logo em seguida pareciam cenas retiradas de algum mangá. Elas eram pixelizadas, bem mal, claro, mas eu podia ver o que estava acontecendo. A primeira imagem representava o padre segurando uma faca sobre o peito do bebê, os painéis seguintes mostravam-o fazendo o sinal da cruz invertido. Então, como um slideshow, as imagens mudaram, continuando o show. Agora eu sabia que era um hack.

Nas próximas figuras, tentáculos rasgaram o peito do bebê, e se espalharam por toda a igreja e a cidade nas imagens seguintes. Eu estava fascinado que alguém tivera tempo e esforço para colocar tudo isso dentro de um cartucho. Mas o que aconteceu depois me fez mudar de idéia, e me fez tremer. Um retrato pixelizado da minha namorada apareceu, e o slideshow moveu-se rapidamente, como um livro sendo folheado. Mostrava sua barriga crescendo em gravidez. O olhar em seu rosto me encarava, sem expressão.

Quase pulei para fora das calças quando ouvi meu celular tocar o mais alto que podia (Pelo menos parecia estar muito alto naquele momento). Levantei e fui até a cozinha atendê-lo. Era minha namorada, ela estava estática, dizendo que estava grávida! Olhei para a TV, mas a tela estava apenas fora do ar.

Nove meses depois, ela deu à luz a um bebê natimorto.

MINDFUCK: Perfection Girl

[Só pra avisar, esse é provavelmente o Creepypasta mais TENSO que eu já vi, e só de ver as fotos me dá calafrios >.<
Você foi avisado...]

Vocês devem conhecer de vários blogs por ai a série de fotos "Mindfuck". Normalmente são fotos com imagens que passam despercebidas, e quando você acha o "wally" na imagem leva um susto... Algumas dessas imagens inclusive já são gifs que dão gritos e coisas do tipo.

A leitora @twideath me contou no twitter que existe uma foto "Mindfuck" que tinha uma história bizarra e assustadora. Essa história fazia sucesso na Enciclopédia Dramática que foi fechada... Então fui caçar a história... e encontrei ela, vejam vocês!

MINDFUCK



"Quando você ver, cagará tijolos"



Okay, aqui está a história da garota: ela estava no Canadá, e ela morreu por beber anti-congelante.

Seu nome era Mary-Ann Rialeb, e ela estava em uma festa, em um apartamento de um veterano do colégio, em Vancouver. O irmão mais novo desse veterano aparentemente batizou algumas bebidas com anti-congelante para fazer com que as garotas ficassem bêbadas mais rapidamente, mas ele não sabia que era veneno e que poderia matá-las.

A única que bebeu o veneno foi Mary-Ann, e ela já tinha bebido outras coisas antes. Ela ficou estranhamente bêbada, e começou a reclamar que não estava enxergando nada. O garoto a convenceu a tirar as roupas e posar para algumas fotos. Ele saiu para pegar a câmera, deixando a garota sozinha no quarto. Quando ele voltou, perguntou novamente se não tinha problema em tirar as fotos, e como ela não respondeu nada, ele entendeu que estava tudo bem e tirou uma ou duas fotos. Ele perguntou se ela podia mudar a posição, mas ela ainda não respondia. Então ele mesmo a moveu.

Entre uma foto e outra, o garoto as passava para o computador e colocava na internet. E só foi após a 4ª foto que ele percebeu que ela não estava respirando. O garoto entrou em pânico e chamou a ambulância, mas era tarde demais; ela já estava morta.
Quando foi avisada da morte, a mãe da garota entrou em choque, e disse “Eu sou seu sonho, mente perdida, eu sou seus olhos enquanto você não está, eu sou sua dor enquanto você sofre. Você sabe que é TRISTE, MAS É VERDADE!!!”

A leitora ainda encontrou as outras fotos da garota, supostamente tiradas pelo namorado...





Sozinho em Casa

Você está sozinho em casa, e escuta no noticiário o perfil de um assassino que está foragido. Você olha para porta de vidro que leva ao quintal e nota um homem parado na neve. Ele se encaixa perfeitamente no perfil do assassino, e ele está sorrindo para você.

Você engole em seco, pega o telefone à sua direita e começa a discar 190. Você olha novamente para o vidro enquanto leva o telefone para sua orelha, e percebe que o homem está muito mais perto de você agora.

Você derruba o telefone em choque. Não tem nenhuma marca de pegadas na neve.

Aquilo era um reflexo.

Fotos no Celular

Há alguns meses atrás, a prima do meu amigo (uma mãe solteira) ganhou de aniversário um novo celular. Após um longo dia de trabalho ela pôs seu celular na mesa e começou a assistir TV, quando, após vir do colégio, seu filho veio a ela e perguntou se ele poderia brincar com o aparelho novo. Ela permitiu, mas disse a ele que não ligasse para ninguém ou mandasse mensagens de texto, ao que ele imediatamente concordou.

Por volta das 11:20 da noite, quando ela se cansou de assistir TV, decidiu chamar seu filho e ir dormir. Andou até o quarto dele, apenas para ver que ele não estava lá. Então foi para seu próprio quarto para achá-lo dormindo em sua cama com o celular na mão. Navegando por seu celular, ela percebeu apenas pequenas mudanças como um novo papel-de-parede, toque de chamada, etc. e navegou para a seção de fotos.

Começou deletando as últimas fotos pegas até quando chegou à última imagem. Quando viu aquilo pela primeira vez, não pôde acreditar. Era seu filho, dormindo em sua cama, mas era como se a foto tivesse sido tirada por alguém além dele. Era a metade esquerda de algo que aparentava ser o rosto de uma mulher idosa.



Cola na Prova

Por mais que os estudantes da escola estudassem, eles não conseguiam agradar a Professora, no dia da prova somente uma menina conseguiu acertar todas as questões.
A Professora duvidando de sua inteligencia a culpou de "Colar", embora a menina negasse colar a professora muito rude lhe deu uma advertencia de 3 dias, sendo que quando voltasse iria fazer novamente outra prova (desta vez com a professora do lado).

Passado os 3 dias, a menina voltou, sentou no mesmo lugar de sempre e começou a fazer a prova. Acabado a prova a menina se retirou e a professora começou a tentar achar erros na prova ... nada ... a menina acertou tudo. Havia uma observação no final da prova "EU NUNCA COLEI". A professora pegou o keitai (Celular), e ligou na casa dos pais da menina, para pedir desculpas (Se sentiu culpada, por ter sido tão rude).

Quem atende é um parente da menina que lhe informa que a menina havia se suicidado a 3 dias.

Retratos

Havia um caçador na mata, que, após um longo dia de caça, estava no meio de uma imensa floresta. Estava escurecendo, não sabendo o que fazer, ele decide andar em uma única direção até achar um lugar bom para ficar. Depois do que pareceu horas, ele chegou à uma cabana localizada em uma abertura da floresta. Percebendo que já estava escuro demais, ele decide ver se poderia ficar por aquela noite. Ele se aproximou e olhou pela abertura da porta. Não havia ninguém dentro. O caçador entrou na casa e se deitou na cama de solteiro, decidido que se explicaria para o dono na manhã seguinte. Ele olhou em sua volta e foi surpreendido ao ver que as paredes eram decoradas por vários retratos, todos pintados com incríveis detalhes. Sem excessão, eles pareciam estar olhando para ele, eles pareciam moldados com feições retorcidas em ódio. Olhando para os retratos ele ficava imensamente desconfortavel. Fazendo esforço para ignorar os rostos raivosos, ele se virou para a parede, e exausto, caiu no sono.

Com o rosto enfiado em uma cama desconhecida, ele se vira cegado por um inesperado raio de sol. Olhando para cima, ele descobre que a cabana não tinha nenhum retrato, apenas janelas.

A Armadilha

Em Berlim, após a Segunda Guerra Mundial, havia pouco dinheiro, os suprimentos estavam acabando, e parecia que todos estavam com fome. Nesse período, as pessoas contavam uma história que uma jovem moça que viu um cego andando dentre uma multidão. Os dois começaram a conversar. O homem perguntou se ela poderia fazer um favor para ele: "Pode entregar essa carta para o endereço que está escrito no envelope?" Bom, o lugar era caminho para sua casa, então ela concordou.

Ela começou seu caminho para entregar a mensagem, quando ela se virou para ver se tinha mais alguma coisa que o cego queria ela percebeu que ele estava correndo pelas pessoas sem seus óculos escuros e bengala. Ela então, naturalmente, achou suspeito, então foi para a polícia.

Quando a polícia foi visitar o endereço, eles fizeram uma descoberta repugnante, três açougueiros estavam pegando carne humana e vendendo para as pessoas famintas.

E o que estava escrito na carta que o homem deu à moça? Uma nota, dizendo apenas: "Esse é o último que eu mando para vocês hoje."

O Quarto Misterioso

Um jovem empresário, em uma viagem de negócios passa por uma estrada, cai a noite e ele para na frente de um hotel. Decidindo que seria mais seguro não dirigir de noite em rodovias sem iluminação, decide passar a noite no hotel. Ele se dirige ao balcão e é prontamente atendido por uma simpática garota, que lhe dá a chave do último quarto do corredor.
Quando está no caminho para seu quarto, ele nota que de frente para o seu, há um quarto sem marcação (número). Com curiosidade ele olha pela fechadura do quarto e vê uma mulher extremamente pálida de costas para a porta, olhando para a janela. Sem nada estranhar ele vai dormir. No outro dia ele acorda e resolve olhar de novo, e tudo que vê é vermelho. Ele logo pensa "provavelmente a mulher notou que eu estava olhando e colocou algo vermelho para bloquear a fechadura. Depois, não aguentando a curiosidade, ele, quando já está saindo do hotel, pergunta à garota que fica no balcão:

"Quem é aquela mulher do quarto à frente do meu?"

A garota olha surpresa, e responde:

"Naquele quarto, uma vez, ficou uma família. O pai assassinou a mulher e os filhos, se matando depois. E a característica mais marcante era que eles tinham todo o corpo branco, exceto pelos olhos que eram vermelhos."

A Garota da Fotografia

Em um dia na escola, um garoto chamado Bruno estava sentado em sua classe durante a aula de matemática. Faltavam seis minutos para a aula terminar. Enquanto ele fazia os exercícios, uma coisa chamou sua atenção.

A carteira dele era ao lado da janela, ele se virou e olhou para o pátio do lado de faro. Tinha algo que parecia uma foto jogado no chão. Quando a aula acabou, ele correu até o lugar que ele tinha visto a foto. Ele correu o mais rápido que podia para que ninguém pegasse ela antes dele.

Ele pegou a foto e sorriu. Na foto havia a imagem da garota mais linda que ele tinha visto. Ela tinha um vestido apertado e uma sandália vermelho, seu cabelo era ondulado e sua mão direita tinha um sinal de "V" formado com os dedos indicador e médio.

Ela era tão linda que ele a quis conhecer, então ele percorreu toda a escola perguntado para todos que passavam se alguém já tinha visto aquela garota. Mas todos respondiam "Não". Ele estava arrasado.
Quando chegou em casa, ele perguntou para sua irmã mais velha se ela a conhecia, mas infelizmente ela também disse "Não." Já era tarde, Bruno subiu as escadas, colocou a foto na cabeceira de sua cama e dormiu.

No meio da noite Bruno foi acordado por um barulho na janela. Era como uma unha batendo. Ele ficou com medo. Após as batidas ele ouviu uma risadinha. Ele viu uma sombra próxima a sua janela, então ele saiu da cama, ele andou até a janela, abriu e procurou pelo lugar que vinha a risada, não havia nada e a risada parou.

No dia seguinte ele foi perguntar para seus vizinhos se eles conheciam a garota. Todos falaram "Desculpe, não.". Ele perguntou até mesmo para sua mãe assim que ela chegou em casa. Ela disse "Não.". Ele foi para o quarto, colocou a foto na cabeceira e dormiu.

Novamente ele foi acordado pelas batidas na janela. Ele pegou a foto e seguiu as risadinhas. Ele saiu desceu as escadas, seu de casa pela porta e foi atravessar a rua quando de repende foi atingido por um carro. Ele estava morto com a foto em suas mãos.

O motorista do carro saiu e tentou ajudar, mas era tarde demais. Derrepente o motorista vê uma fotografia e a pega.

Ele vê uma linda garota com três dedos levantados.

A Menina e seu cachorro

Uma pequena garota estava sozinha em casa com seu cachorro para a proteger. Quando a noite chegou, ela trancou todas as portas e tentou trancar todas as janelas mas uma se recusava a fechar.

Ela decidiu deixar a janela destrancada e então foi para cama. Seu cachorro tomou seu lugar de costume em baixo da cama.

No meio da noite ela acorda por causa de um som de gotas vindo do banheiro. A menina está muito assustada para ir ver o que era então ela estendeu sua mão para baixo da cama. Ela sentiu a lambida de seu cachorro e então voltou a dormir. Ela acorda novamente por causa do som das gotas, estende sua mão para baixo da cama, sente a lambida de seu cachorro e volta a dormir. Mais uma vez ela acorda, estende a mão e sente a lambida.

Agora curiosa sobre o som das gotas, ela se levanta e lentamente anda até o banheiro, o som dos pingos foi ficando mais alto de acordo que ela ia se aproximando. Ela chega no banheiro e liga a luz. Ela é recebida por um horrível sinal; pendurado no chuveiro estava seu cachorro com a garganta cortada e o sangue caindo na banheira.

Alguma coisa no espelho do banheiro chamou sua atenção e ela virou. Escrito no espelho com o sangue de seu cachorro estavam as palavras "HUMANOS TAMBÉM SABEM LAMBER"

27/05/2011

Fresh Prince of Bel Air (Um Maluco no Pedaço)



Alguém já ouviu falar do episódio perdido de Fresh Prince? Eu costumava ser um amigo íntimo do filho de Andy Borowitz, e eu ia até sua casa pelo menos uma vez por semana. Eu era jovem na época e realmente não sabia nada sobre Fresh Prince, eu estava muito ocupado assistindo desenhos animados e provavelmente não teria entendido de qualquer maneira. Quando fiquei mais velho, o filho dele e eu saíamos, talvez uma vez por mês e raramente nos falavamos. No colegial, eu comecei a assistir à reprises de Nick e Nite. O programa era ótimo, e eu não podia acreditar que tinha sido tão próximo do filho do criador todo esse tempo. Eu comecei a ver o programa mais, e nunca perdia nenhuma noite sequer. Uma noite, eu notei que as mães eram atrizes diferentes, eu estava confuso sobre o porquê eles mudaram abruptamente as esposas. Será que eles acharam que ninguém ia perceber?

Em meu último ano, nós tivemos que fazer um grande projecto que nos obrigou a fazer um grupo; o filho de Andy Borowitz estava na minha classe. Nos agrupamos e decidimos nos reunir em sua casa às 6:00 para a pesquisa. Antes de ir, cheguei em casa e liguei o meu DVR. Eu tinha alguns episódios de Fresh Prince lá e decidi assistir a um antes de ir à sua casa. Foi um dos mais novos, onde tinha a nova mãe. Nisso, eu percebi que eu poderia muito bem perguntar ao Andy o porque da subita mudança.

Eu fui a casa dele e começamos a trabalhar, mas depois de algumas horas de pesquisas frustrante, fizemos uma pausa. Eu fui para o banheiro e o seu pai estava na cozinha, então achei que seria o melhor momento para perguntar sobre isso.

- Oi sr. Borowitz, como vai você?
- Oh, eu estou bem. Como está o projeto?
- Estamos dando um tempo agora.

Houve um silêncio constrangedor e, finalmente, deixei escapar o que estava querendo perguntar a tanto tempo...

- Ei, eu estava assistindo The Fresh Prince no outro dia ... Porque substituiram a mãe por outra?

- Bem, o contrato da atriz original expirou e ela não queria mais fazer isso, então nós colocamos alguém para substituí-la.
- Bem, eu só acho que é confuso para os espectadores. Por que não podiam ter um divórcio, faze-la se mudar para longe, ou até mesmo matá-la?

Ele se levantou, muito palido, como se tivesse visto um fantasma ou um corpo massacrado.

- O que você sabe? - Ele perguntou.
- O quê?
- O que você sabe, filho da puta?

Eu olhei fixamente para ele. Tentei me mover, mas estava com muito medo.

- Eu. .. Eu. .. Eu não sei o que você está falando, senhor.
- Mentira! Quem te disse?

Nesse ponto, eu estava realmente ficando com medo e estava procurando alguma coisa que eu poderia usar como defesa para o caso.

- Honestamente, eu não sei o que você está falando!

Ele me olhou nos olhos por cerca de dois minutos, eu não pisquei.

-Venha ao meu escritório.

Ele saiu e meu coração batia muito rapido. Eu estava coberto de suor e me senti um merda total. Corri para o banheiro e joguei água no meu rosto, tentando recuperar a compostura, mas eu estava muito assustado. Eu lentamente entrei em seu escritório, poderia ouvir alguns papéis voando e algo arranhando uma caixa. Eu rastejei pra dentro. "Sente-se", ele me disse. Eu não queria irritá-lo, então fiz exatamente isso e me sentei.

Ele estava remexendo uma velha caixa marrom, mas não foi marcado e não tinha nenhuma marcação nele. Finalmente, ele encontrou o que estava procurando: uma fita. A fita tinha uma etiqueta com algo escrito com marcador permanente, mas eu não conseguia entender porque ela estava muito suja e desgastada.

Ele jogou sobre a mesa e sentou-se, massageando o lado de sua cabeça ... então, ele olhou diretamente para mim.

- Em 93, quando Janet disse que não queria mais fazer o programa, nós tivemos algumas idéias de como continuar. Haviam três ideias:. Ela se mudar para New Jersey, onde ela conseguiria um emprego como professora em Princeton, deixando a família para trás em Bel Air. A segunda foi a de simplesmente encontrar um substituto, como fizeram em outras series. A terceira idéia ...

Ele fez uma pausa, olhando como se estivesse pronto para vomitar. Seu rosto tornou-se extremamente pálido e seus olhos pareciam profundamente tristes, e ele quase começou a chorar.

- Desculpe-me (Limpando a garganta). A terceira idéia era acabar com o show e matá-la completamente. Filmamos três e decidiu colocá-los todos em uma votação no final.

"As duas primeiras foram escritas e filmadas dentro do tempo bom. Fizemos isso para a edição e todos ficaram bons. No entanto, o terceiro foi o mais difícil. Muitos dos membros do elenco e da direção não queriam fazer parte disso. Já os que fizeram, nunca se recuperaram totalmente depois do que eles viram. A atmosfera estava tensa durante as filmagens e ninguém nem sequer sorria. Normalmente, entre os takes dos outros episódios, os atores conversam e brincavam entre si, mas entre os desse episódio, eles iam se sentar ou ficar com os braços cruzados, olhando para o chão, até que chegavam a sua hora de gravar."

Até agora, sua voz estava embargada e os lábio superior não conseguia parar de tremer. Ele me deu a fita e me disse para dar o fora, e para não voltar mais ou ele iria chamar a polícia.

Eu rapidamente peguei a fita e as minhas coisas, e fui para casa.

Quando cheguei em casa, já era 11:00. Minha família estava dormindo, e eles haviam deixado um pouco de comida no microondas para mim. Eu não estava com vontade de comer. Eu só queria ver a fita.

Eu fui para meu quarto e coloquei a fita no meu DVD/VCR player que ganhei de natal, pausei e fechei a porta. Quando voltei, me joguei na cama e apertei "play" com o controle remoto. Nos primeiros 5 minutos era apenas uma tela preta. Finalmente, a câmera focaliza e você vê a sala de estar da mansão. Tio Phil estava sentado assistindo TV e Carlton estava decendo das escadas. Os dois começaram a falar sobre os planos para a universidade de Carlton, mas você mal poderia ouvir o que eles estavam dizendo. O volume aumentava e diminuía naquela gravação, e não tinha aquele som de risadas no fundo. Eu nem sabia se o que eles estavam dizendo era pra ser engraçado, por que eles tinhas feições mortalmente sérias em seus rostos.

Depois de algum tempo, a família inteira estava na sala de estar, exceto pela mãe. O telefone toca e Tio Phil atende. Imediatamente ele começa a soluçar. Nesse ponto você finalmente poderia ouvir sobre o que eles estavam falando. Tio Phil então cai no chão, chorando incontrolavelmente e gritando em uma dor agonizante. Os outros sentaram e seus rostos ficaram inexpressivos. Os gritos continuaram por alguns minutos até que Carlton pega o telefone e começa a falar com a pessoa na outra linha. Ele diz apenas "yeah" e "goodbye". Carlton sai da cena e então você ouve alguma coisa em latim, seguido de um disparo de uma arma. Tio Phil ainda soluçava e gritava, mas o elenco olhava para o local onde Carlton havia saído. Vivian entra em cena com uma espingarda na mão, também chorando e murmurando alguma coisa em latim. O elenco inteiro se separou e correu, menos o Tio Phil, que agora parecia ter convulsões. Vivian aponta a arma para a cabeça dele e atira. Ela então persegue Carlton pelas escadas e atira nas suas costas. Ele gritou de dor, mas não estava morto. Hillary conseguiu fugir junto com Will, e então eles correram para a casa dos vizinhos.

Eles bateram na porta, mas não houve resposta. Continuaram batendo e tocando a campainha, mas com o mesmo resultado. Checaram a maçaneta e abriram a porta, entrando e olhando ao redor; a casa não tinha energia ou luz. Eles imediatamente ficaram apavorados, mas ficaram lá e procuraram um telefone. A cena então corta para uma outra um pouco embaçada, onde Vivian amarra Ashley. Ela está chorando, mas é abafada por uma mordaça. Vivian então arrasta Carlton e começa a cantar uma música velha. Ela estava com um sorriso muito estranho e bizarro e com lágrimas caindo de seu rosto. Carlton começou a fazer uma oração, mas Vivian rapidamente apontou a arma e o mandou parar. Ela então virou para Ashley e puxou uma faca, e lentamente andou ao redor, cantando...

"Ashley, querida!"
"Uma garota tão boazinha!"
"Uma garota tão bonitinha!"
"Minha garota favorita!"

Ela levantou a faca e desceu com tudo para o pescoço de Ashley, mas antes que a faca a atingisse, a cena ficou preta. Isso foi seguido por uns 10 minutos de aplausos, que se transformam em murmúrios e depois gritos. Os gritos ficaram mais altos e então a cena voltou para Will e Hillary, encontrando os corpos mortos no sofá, e as paredes e o chão todos cobertos em sangue, mas sem sinal de Vivian. Hillary diz para Will que eles têm que sair, mas ele diz "Não, eu quero ficar". Hillary começa a gritar com Will tentando convencê-lo, mas eventualmente desiste e corre para fora da casa. Não havia explicação do porquê de terem voltado para casa, tudo que você via era Hillary correndo desesperadamente. Novamente a cena fica preta por quase 1 minuto.

O show então termina e os créditos aparecem. No fundo, tem uma foto de todos sentados no sofá: Tio Phil com a cabeça estourada, Carlton com uma enorme ferida no estômago e os órgãos à mostra, Ashley com a pele arrancada e Will com os membros despedaçados e arrancados. Vivian estava sentada no meio, sorrindo e coberta de sangue.

Depois que os créditos acabaram, a foto ficou lá por bons 13 segundos.

Eu pulei da cama e apertei "ejetar". O VCR retirou o VHS, mas a fita que estava grudada lá ficou atolada dentro. Cortei a fita com uma tesoura e limpei a bagunça, comecei a examinar a fita e percebi que ainda havia muito filme do lado esquerdo. Com uma enorme dor no coração, joguei tudo no lixo.

Naquela noite, a figura do fim dos créditos assombraram meus sonhos, exceto que em vez de ver a família Banks sentada no sofá... era a minha própria, comigo no meio, sorrindo.

Chaves: O episódio perdido



Chaves é uma comédia mexicana que ganhou uma incível popularidade nos países americanos de língua espanhola, e também na Espanha, no Brasil e nos Estados Unidos. A série mostra as aventuras de Chaves - um orfão, interpretado pelo criador do programa, Roberto Gómez Bolaños, e os outros moradores da vila em que vive.

A lenda:

Você já viu aquele episódio em que o Chaves finge que foi atingido por um carro? Na época em que a TV Mexicana transmitia episódios inéditos da série, depois que esse episódio passou ocorreu uma pausa e a série só voltou 4 meses depois. Mas o que aconteceu durante esses 4 meses? Bolãnos aparentemente havia filmado o que deveria ser o episódio final de Chaves, e ele era mais ou menos como esse episódio supracitado.

O capítulo começa com a introdução característica da série, mas o som está antiquado. Quando a vila aparece, não tem ninguém no pátio. O portão se abre como se alguém fosse entrar, mas ninguém entra. E o episódio continua nisso por dois ou três minutos, apenas mostrando a vila vazia e o portão aberto até que finalmente Chaves aparece saindo da vila e vaicaminhando pela rua.

Nesse momento, aparecem Kiko e Chiquinha na vila. Kiko pergunta então para Chiquinha aonde é que está o Chaves (O ator Carlos Villagrán, que interpreta Quico, faz essa cena usando a voz típica do personagem, entretanto as suas bochechas não estão "inchadas" como deveriam). Chiquinha responde que ele está na rua com catchup. No momento exato que ela diz "na rua", ouve-se um rugido horrível que não aparece em mais nenhum outro episódio da série.

Após isso, aparece a cena do episódio que foi transmitido na TV e que provavelmente você conhece (a cena em que o Chaves finge estar morto cheio de Catchup) em que aparecem todos os moradores da vila chorando. O som é muito antiquado e os soluços parecem estar vindo de muito mais pessoas do que só aquelas que aparecem na cena. Nesse momento a cena é cortada para o que parece ser uma parada para os comerciais.

Então acontece uma mudança para outro cenário, com Dona Florinda, Seu Madruga, Professor Girafales, Kiko e Chiquinha em frente de um fundo preto. Na frente deles parece haver um caixão com o corpo do Chaves mas não dá pra encherga-lo. Os 5 personagens parecem estar totalmente devastados. Dona Florinda parece muito magra, e quando parece que ela está apenas atuando, a feição devastada dela é realçada quando a câmera foca a sua face por cerca de longos 5 a 10 minutos. Depois dessa cena incrivelmente longa, Kiko e Chiquinha dizem "Chavinho" em vozes de coração partido, de tristeza total. Quico não estava falando com sua voz típica, o que levanta questões se os atores Carlos Villagrán e Florinda Mesa (Dona Florinda) estavam mesmo atuando ou se o sentimento era real.

Depois disso, aparece a imagem do corpo do Chaves.

É nessa cena, mais do que qualquer outra, que são levantadas muitas questões como por exemplo o corpo de Chavez que está mais alto que o ator Roberto Gomes Bolaños. O terno de Chaves é muito pequeno, e pode-se ver também que ele é muito gordo e a cor da pele dele é muito escura. As duas pernas dele estão quebradas e sangrando. O Boné que cobre o rosto dele está coberto de sangue, e os braços dele estão emagrecidos comparados ao resto do corpo. O tronco dele parece estar excepcionalmente limpo, comparado aos membros que estão sujos e ensanguentados. Essa cena dura 5 minutos, até que começa a música final característica da série."

Houve um período de 4 meses entre o tempo que esse episódio foi filmado até quando Chesperito (apelido de Bolaños) juntou seu time, e há muitas controvérsias sobre quem teria "interpretado" o corpo de Chaves. Ficou claro que que não foi um bobo qualquer, e também não foi um figurante que teria aparecido mais alguma vez na série em outros episódios seguintes. Além disso, a algum tempo atrás, Bolaños disse que ele quis fazer algo que ninguém nunca teria visto antes na televisão.


Curiosidade:
Bolanõs queria que no ultimo episódio de Chaves, o Chaves se sacrificasse pra salvar uma criança de ser atropelada, mas ele decidiu não fazer isso por que a filha dele disse que isso poderia fazer outras crianças quererem imitar o personagem...

Dead Bart (A morte de Bart)



Você sabia que a Fox tem uma forma muito estranha de contar os episódios de Os Simpsons? Eles se recusam a contar alguns, fazendo a quantidade de episódios ser inconsistente. A razão para isso é um episódio perdido da primeira temporada.

Encontrar detalhes sobre esse episódio perdido é difícil, ninguém que tenha trabalhado no programa gosta de falar sobre isso. Pelo que se tem ouvido por aí, o episódio perdido foi totalmente escrito por Matt Groening (N/T: Criador da série). Durante a produção da primeira temporada, Matt começou a agir estranho. Ele estava muito quieto, parecia nervoso e mórbido.

Mencionar isso para qualquer um que estava presente na época os deixa bravos, e te proibem de mencionar qualquer coisa a Matt. O número de produção do episódio era 7G44, o título era Dead Bart (Bart Morto)

Além de ficarem bravos, perguntar para qualquer um que trabalhou no programa sobre isso os faz quererem fazer qualquer coisa para impedir você de se comunicar com Matt Groening. Em um evento, eu o segui depois que ele falou com a platéia, e eventualmente tive a chance de falar com ele à sós quando ele saía do prédio. Ele não parecia triste por eu tê-lo seguido, provavelmente esperando um encontro típico com um fã obssessivo. Mas quando mencionei o episódio perdido, toda a cor desapareceu do seu rosto, e ele começou a tremer. Quando perguntei se ele poderia me contar mais detalhes, sua voz soou como se fosse chorar à qualquer momento. Ele pegou um pedaço de papel, anotou algo nele, e deu para mim. Ele implorou que eu nunca mais mencionasse o episódio novamente.

O pedaço de papel continha um endereço de website nele, eu prefiro não dizer qual era, por razões que você verá em um segundo. Eu coloquei o endereço no meu browser, e fui para um site que era totalmente preto, exceto por uma linha de texto amarelo, um link de download. Assim que o arquivo foi baixado, meu computador ficou louco, era o pior vírus que eu já tinha visto. Restaurar o sistema não funcionou, o computador inteiro precisou ser formatado. Antes de fazer isso, no entanto, eu copiei o arquivo em um CD. Eu tentei abrí-lo no meu computador agora vazio, e como suspeitava, havia um episódio de Os Simpsons nele.

O episódio começava como qualquer outro episódio, mas tinha uma qualidade de animação muito baixa. Se você já viu a animação original de Numa Noite Encantada (N/T: Último episódio da primeira temporada - mas o primeiro a ser criado - conta sobre Bart e Lisa tendo de lidar com uma “babá bandida”), era similar, mas menos estável. O primeiro ato era razoavelmente normal, mas o modo como os personagens agiam estava um pouco diferente. Homer parecia bravo, Marge parecia deprimida, Lisa parecia ansiosa, Bart parecia ter ódio e raiva genuínos pelos pais.

O episódio era sobre os Simpsons indo em uma viagem de avião, perto do fim do primeiro ato, o avião estava decolando. Bart estava aprontando, como se esperava. Entretanto, quando o avião já estava há mais ou menos 15 mil metros de altura, Bart quebra uma janela e é sugado para fora.

No começo da série, Matt tinha uma idéia de que o estilo da animação do mundo de Os Simpsons representaria a visa, e que a morte tornaria tudo mais realístico. Isso foi usado neste episódio. A imagem do cadáver de Bart era irreconhecível, utilizaram-se da vantagem de não ter de animá-lo, e fizeram um desenho praticamente foto-realístico de seu corpo morto.

O ato um termina com a imagem do cadáver de Bart.

Quando o ato dois começa, Homer, Mage e Lisa estão sentados à mesa, chorando. O choro continua e continua, fica mais doloroso, e soa muito realístico, mais do que você pode achar possível. A animação começa a decair quanto mais eles choram, e você pode ouvir murmuros aos fundo. Esse choro se extende por todo o segundo ato.

O terceiro ato abre com um título dizendo que um ano se passara. Homer, Marge e Lisa estão extremamente magros, e ainda sentados à mesa. Não há sinal de Maggie ou dos animais.

Eles decidem visitar o túmulo de Bart. Springfield está totalmente deserta, e enquanto eles andam até o cemitério, as casas ficam mais e mais decrépitas. Todas parecem abandonadas. Quando chegam ao túmulo, o corpo de Bart está simplesmente caído na frente de sua lápide, parecido com a cena final do primeiro ato.

A família começa a chorar de novo. Eventualmente eles param, e apenas encaram o corpo de Bart. A câmera foca no rosto de Homer. De acordo com alguns resumos, Homer conta uma piada nessa parte, mas não é audível na versão que vi, não se pode entender o que Homer fala.

A cena se afasta enquanto o episódio termina. As tumbas ao fundo possuem os nomes de todos os convidados especiais de Os Simpsons. Alguns ninguém tinha ouvido falar em 1989, outros nem ainda haviam estado no programa. Todos possuem datas de morte neles. Para convidados que morreram recentemente, como Michael Jackson e George Harrison, as datas estão de quando eles deveriam morrer.

Você pode tentar usar as tumbas para prever a morte dos convidados especias de Os Simpsons que ainda estão vivos, mas tem algo de muito estranho na maioria daqueles que não morreram ainda. Todas as suas mortes estão listadas no mesmo dia.

26/05/2011

O Suicidio do Lula Molusco

Quero começar dizendo que, se você espera uma resposta no fim, ficará desapontado. Não há.

Eu trabalhava de estagiário nos Estúdios Nickelodeon há mais ou menos 1 ano, para minha formação em Animação. Não era paga, é claro, mas a maioria dos internos também não eram: isso serviu de impulsão para minha carreira. Para os adultos, pode não significar muita coisa, mas a maioria das crianças se matariam por um emprego assim, mesmo que não remunerado. Desde que eu comecei a trabalhar diretamente com os editores e animadores, eu recebia um "prévia" dos novos episódios, alguns dias antes de eles irem ao ar.

A nova temporada estava demorando demais por razões que ninguém conseguia explicar. Havia um problema com o lançamento da quarta temporada, o que deixou a maioria da equipe longe por vários meses.

Dois outros estagiários e eu fomos levados à sala de edição junto com os animadores e editores de som para algumas edições finais. Recebemos a cópia do que supostamente seria "Fear of a Krabby Patty (Medo de um Hambúrguer de Siri)", e fomos conduzidos à tela para assistir. Por vezes, os animadores colocavam uma fita de título subersivo (era uma piada interna), por exemplo, "How Sex Doesn’t Work" em vez de "Rock-a-by-Bialve", o episódio em que o Bob e o Patrick adotam um filhote de ostra. Não havia nada particularmente divertido, exceto por algumas piadas relacionadas ao trabalho. Até que vimos uma fita com o nome "Squidward's Suicide", não fizemos nada além de uma risada doentia. Um dos internos até deu uma gargalhada. A música alegre de abertura tocava normalmente.

A história começa com Lulamolusco praticando com sua clarineta, tocando algumas notas ruins e azedas, como é de costume. Ouvimos o Bobsponja rir de longe, e o Lula parou. Ele gritou com Bob e disse que teria um concerto aquela noite: precisava praticar. Bob obedece e vai até a casa da Sandy com o Patrick. As bolhas de uma cena para outra aparecem e vemos o fim do concerto do Lulamolusco. Aí que as coisas começam a ficar bizarras. Enquanto tocava, alguns frames começavam a se repetir sozinhos, mas o som não saía (nesse ponto, o som era para começar junto com a animação, então sim, não era algo normal). Quando ele parou, o som continuou normalmente como se aquela repetição nunca houvesse ocorrido. Houve um pequeno murmúrio na platéia, antes de todos começarem a vaiá-lo. Mas não era um "buu" comum de desenhos infantis, poderia facilmente ouvir-se malícia nisso. O Lula estava na tela toda e seu estado estava visivelmente assustado. Há um "close" na platéia, onde observamos Bobsponja em seu centro. Ele também estava vaiando, o que não é muito comum. Isso não é, de longe, a coisa mais estranha. O mais esquisito, é que todos tinham olhos hiper realistas. Era muito, muito detalhados. Não eram recortes de olhos de pessoas normais, mas algo bem mais realista que Animação em CGI. As pupilas estavam marcadas. Alguns de nós nos entreolhamos, obviamente confusos, mas como não éramos os escritores, não questionamos nada... ainda.

A cena vai para Lulamolusco sentado na ponta da cama, parecendo muito desapontado e desesperançoso. A imagem na sua janela mostrava que era noite, então não fazia muito tempo que o concerto havia terminado. Nesse momento não tinha som. LITERALMENTE, não tinha som. Não ouvíamos nada, além de poucos sussurros na sala. Era como se os falantes estivessem desligados, embora o mostrador mostrasse que eles funcionavam perfeitamente. Ele estava simplesmente sentado lá, piscando, em silêncio a quase 30 segundos, até que começou a soluçar baixinho. Ele pôs seus tentáculos sob os olhos e chorou por volta de 1 minuto, o som de fundo lentamente crescia, era algo que mal se podia ouvir, como uma brisa na floresta (só que bem mais "creepy" que isso).

A tela lentamente deu um zoom em seu rosto. Mas LENTAMENTE eu quero dizer, você apenas notava o zoom 10 segundos depois de ele ter começado. Seu soluço ficou maior e cheio de dor, agonia e raiva. A tela começou a se contrair por alguns segundos e depois voltava ao normal, como se estivesse viva. O som "além-das-árvores" ficava vagarosamente mais intenso e severo, como se uma tempestade estivesse vindo de lugar nenhum. O mais assustador de tudo era o soluço do Lula, parecia real demais, como se não viesse dos alto-falantes, mas de algum ponto de dentro, ou mesmo de fora da sala. A qualidade do som era tão surpreendente, que não precisaria de bons equipamentos para ouvirmos tão bem.

Abaixo do som do vento e do soluço fantasmagórico, algo soava como se estivesse rindo. Isso vinha em esquisitos intervalos e nunca duravam mais de um segundo, você tinha que se concentrar bastante para ouví-lo. Depois de 30 segundos disso, a tela embaçou e começou a contrair violentamente ao passo que flashes saíam da tela - era como se uns poucos frames estivessem corrompidos. O líder editor parou e rebobinou frame a frame, o que vimos foi HORRÍVEL. Era a foto de uma criança morta que não deveria ter mais de 6 anos. Seu rosto estava em carne-viva havia sangue por todo lado, seu olho esquerdo estava fora das órbitas, pendendo sobre o rosto ao avesso. Ele estava nú a não ser por uma roupa de baixo, seu abdomem aberto, com os órgãos à mostra. O lugar era alguma rota pavimentada (provavelmente sofreu um atropelamento). O mais entristecedor era a sombra do fotógrafo, claramente vista por todos. Não havia marcas de pneus, nem nenhuma outra evidência, era quase como se o fotógrafo fosse o responsável pela morte da criança;

Estávamos, claro, abismados, mas continuamos assistindo, rezando para que fosse mais uma piada doentia. A tela voltou ao Lula, ainda soluçando. Um soluço mais poderoso que o anterior, mostrando apenas metade do seu corpo, as mãos no rosto e sangue saindo de seus olhos. O sangue era outra coisa hiper-realista, parecia que você poderia tocá-lo com os dedos. O que soava agora, era como uma tempestade na floresta. Havia até o som de alguns galhos quebrando. A risada, profundamente subversiva, vinha e ia com mais frequência. Depois de quase 20 segundos, a tela novamente embaçou e se mexeu violentamente. O editor estava hesitante em voltar a fita, assim como nós, mas todos sabíamos que ele tinha que fazê-lo. A foto desta vez era de uma garotinha um pouco mais velha que o menino anterior. Ela estava deitada, com uma poça de sangue próxima a ela. Seu olho esquerdo também havia sacado e ela estava nua, a não ser novamente pela roupa de baixo. O corpo estava na estrada e a sombra do fotógrafo era visível, muito similar ao primeiro. Todos estavam quase catatônicos, um vomitou e a única mulher na sala correu.

O show foi retomado. 5 segundos depois que a segundo foto foi mostrada, todo o som parou, da mesma forma que aconteceu quando a cena começou. Ele tirou os tentáculos dos olhos, os quais eram hiper realistas como os dos outros no início do episódio. Eles estavam sangrando e pulsando. Lula encarava a tela como se estivesse observando o telespectador. Depois de 10 segundos, ele começou a soluçar e cobrir os olhos novamente. O som voltou, agora mais assustador do que nunca: seu soluço estava misturado com gritos insanos. Lágrimas e sangue estavam caindo de seus olhos muito mais que antes. O vento voltou e então, o som de uma risada profunda. A próxima sequência de contrações começaram, e editor estava pronto para pará-la antes de terminar, ele rebobinou. Desta vez, a foto era de um garoto, na mesma faixa etária que os anteriores, mas a cena era diferente: suas entranhas estavam sendo puxadas por uma mão enorme e seu olho direito pendendo sobre o rosto coberto em sangue. O animador prosseguiu. É difícil de acreditar, mas as próximas cenas eram mais chocantes e intensas que as anteriores, eu nem posso descrevê-las. Fomos seguindo e seguindo, assistindo quase sempre a mesma coisa. Chegou a um ponto em que eu perdi o controle e vomitei. Os outros estavam tossindo e com lágrimas nos olhos. Então chegamos um ponto crucial: alguns frames eram diferentes dos outros, exatamente 5. Cada frame era uma sequencia da foto anterior. Vimos lentamente a mão chegar perto dos olhos e então arrancá-los. O editor ordenou que aquilo parasse e mandou que chamássemos o criador, pessoalmente, para ver aquilo. o Senhor Hillenburg chegou depois de 15 minutos. Ele estava muito confuso do porquê de terem o chamado ali, então o editor continuou o episódio.



Depois que os 5 frames foram mostrados, todos os gritos e todo o som novamente parou. Lula estava encarando o espectador, seu rosto inteiro na tela, por quase 3 segundos. Rapidamente tudo ficou escuro e uma voz profundamente insana disse "DO IT". A próxima coisa que vimos foi uma arma (shotgun) nas mãos do Lulamolusco. Imediatamente colocou o cano na boca e puxou o gatilho. Sangue hiper realista e restos de massa encefálica chocaram-se com a parede, Lula foi jogado para trás com força. Os últimos 5 segundos mostraram o personagem desfigurado deitado na cama, com um dos olhos pendendo, olhando fixamente para a tela. O episódio acabou.

O Senhor Hillenburg estava, obviamente, zangado com isso. Ele ordenou que todos explicássemos o que diabos estava acontecendo. A maioria das pessoas já havia deixado a sala, nesse momento, então tivemos que apenas assistir tudo de novo.
Ver o episódio mais uma vez apenas colaborou para fixar mais ainda tudo aquilo na minha mente e me causar pesadelos terríveis. Me arrependo de ter ficado.

A única teoria que podíamos pensar era que alguém invadiu o estúdio e editou o arquivo. A polícia foi chamada para analisar o que estava acontecendo. A análise mostrou que aquilo realmente foi editado, mas o contador-de-tempo da edição era de meros 24 segundos antes de começarmos a assistir. Todo o equipamento envolvido foi examinado pela perícia. Potentes programas procuraram por erros (glitches) - como o do contador de tempo que, certamente, estava errado - mas tudo que foi checado estava bem. Não sabíamos o que estava acontecendo, na verdade, nesse dia ninguém sabia. Houve uma investigação para saber a natureza das fotos, mas nada foi concluído. Nenhuma criança foi indentificada, nenhum acidente (ou homicídio) com as características. Nenhuma prova ou evidência. Nada. Eu não acreditaria em tal fenômeno se eu não estivesse lá.