26/11/2012

Caso 497 - o P.D.G (Prisioneiro de Guerra)



Um desenho do P.D.G feito pelo Soldado F******, um dos encarregados de lidar com a entidade antes dele se tornar um perigo para o esquadrão. A ilustração foi requirida por agentes investigativos durante as pesquisas entre os sobreviventes do esquadrão. Soldado F****** disse que o P.D.G tinha a mesma expressão absurda de agressividade e loucura durante os três dias em que esteve vivo com o grupo.

A seguir lê-se um resumo dos relatos dos oito sobreviventes do esquadrão:

Esquadrão **** relata ter encontrado e posteriormente capturado um soldado inimigo que se encontrava desorientado vagando sozinho nos arredores de ************. O aparentemente perdido e desorientado soldado foi avistado pro volta as 2300 horas. O esquadrão tinha um interprete, mas segundo esse, ou o capturado falava uma língua muito estranha ou não estava falando nada coerente.

O P.D.G, apesar de estar obviamente morrendo de fome e sede, negava efusivamente comida ou água. Por três dias a entidade foi tendo seu aspecto físico deteriorado, ainda assim demonstrava incrível força em não se alimentar. Na noite do segundo dia, por volta das 0100 horas a entidade atacou e matou o Soldado B********, o vigia noturno.

Sargento Encarregado J***** ordenou a execução do P.D.G, este tendo recebido tiros a queima roupa dos fuzileiros. Com balas presas no peito e pescoço, o P.D.G caiu e foi dado como morto. Sob inspeção mais próxima do Sargento, entretanto, a entidade ainda se encontrava viva. O P.D.G, apesar de sangrar fortemente (e notavelmente paralisado em certas partes devido aos tiros) continuava a babar, se contorcer e cuspir do seu lugar no chão.

Neste ponto o pânico tomou conta do esquadrão. Três dos homens se convenceram ( e dois desses ainda se mantém certos disso mesmo após dispensados do serviço) de que a entidade foi vítima de uma experiência de "zombificação" do inimigo.
Tenente C****** removeu o rosário de sua roupa e começou a rezar pelo óbvio sofrimento do soldado inimigo. Também foi registrado o relato de outros homens que notaram que o P.D.G xingava e gritava na direção do Tenente C****** enquanto se arrastava para longe dele e de seu rosário.

O Sargento Encarregado J***** relatou que nesse ponto seus homens começaram a agir com insubordinação e medo a partir do momento que julgaram estar presenciando uma possessão demoníaca ou algo assim. A entidade foi queimada no mesmo lugar que se encontrava no chão pelos membros do esquadrão usando querosene de seus suprimentos. O esquadrão fez o corpo queimar até as cinzas, e então descartaram os restos. Como resultado dessas ações, o corpo, ou o "possuído" soldado inimigo não pode ser investigado. Talvez seja notável ressaltar que todos os membros do esquadrão receberam dispensa com reprimendas de desonra e comportamento desencorajado, juntamente com o Tenente C****** e o Sargento Encarregado J***** por suas lideranças falhas durante este episódio.

Investigação pós-incidente revelaram o local onde o P.D.G foi queimado. Mapeou-se o percurso feito pelas tropas durante a estadia com a entidade até se triangular a área total. Após análise mais profunda do local conseguiram-se dados da inteligência inimiga reportando que esse não foi o único caso de "possessão" entre suas tropas próximas à localidade de ************. Detalhes de outros casos, entretanto, foram dados como muito difíceis de serem obtidos.



FINALMENTE!


NOVO VENCEDOR DA CANECA CPBR É...

GABRIEL!
gabe.sic@hotmail.com


COM A FRASE:

Eu quero a caneca pra poder oferecer um xamegão 3lt pro Homem da Meia Noite.


Enviaremos um email e aguardaremos resposta em uma semana. Manifeste-se até dia 3/12/2012 ou perderá a Caneca.

Boa tarde e fiquem todos com o homem da meia noite.



24/11/2012

Boa Noite



Ela vivia em um pequeno apartamento com seus marido e dois cães. Sendo que o prédio era antigo e as paredes eram finas, todos os barulhos na entrada da casa e na sala de estar era ouvidas do quarto.

Tarde em uma noite, ela decidiu ir para cama enquanto seu marido levava os cachorros na rua para a última caminhada do dia. Antes de entrar no quarto ela ouviu o barulho das coleiras dos cachorros e o abrir e fechar da porta da frente.

Assim que ela começou a cochilar, ouviu a porta da frente abrir e fechar enquanto seu marido reentrava no apartamento. Ela viu uma pequena tira de luz enquanto ele abria a porta do quarto e depois fechava lentamente atrás de si. Ele silenciosamente subiu na cama e entrou para de baixo das cobertas. Ela murmurou "Eu te amo", e dormiu antes de ouvir a resposta.

Poucos minutos depois ela se acordou quando ouviu a porta da frente abrir e fechar de novo. Então ouviu o barulho das coleiras dos cachorros e a voz de seu marido.  Quando ela percebeu que seu marido não estava ainda na cama, ela sentiu uma mão fria acariciando sua bochecha. 

Fonte: Creepypasta.com


17/11/2012

Pé-de-elefante - A Medusa Nuclear




Essa foto é o mais próximo que a humanidade chegou de criar uma Medusa.

Se você olhar diretamente para isso, você morre. Simples assim.

A imagem provém de uma formação de "lava" do centro de um reator no porão da usina nuclear de Chernobyl. Ela se chama pé-de-elefante e pesa centenas de toneladas, mas só tem dois metros de extensão e algo como meio metro de altura.

Pé-de-elefante





A foto foi tirada com a ajuda de um espelho no canto do corredor, pois a câmera-robô enviada até lá para tirar fotos foi destruída pela radiação. Fotos em cor ou leituras sobre a temperatura da coisa ainda não foram divulgadas ao público, mas a idéia de algo que pode matar só de olhar para, apesar de saber a explicação racional acerca da radiação, é assustador.



                                                  Vídeo com imagens do pé-de-elefante






A densidade do pé-de-elefante ultrapassa níveis e recordes para uma massa nuclear de suas proporções.

Artigos da Wikipédia resumidos informam que o peso passa das 1200 toneladas, e que só perde cerca de 10 quilos de urânio por ano. Possui características de um monstro de ficção científica. A massa resiste ao ambiente e é protegida pelo abrigo nuclear da usina, a perda de 10 quilos anuais está estimada para se reduzir com o passar do tempo. Sim, com o passar dos anos o pé-de-elefante vai parar de perder massa.








Este material é o "Corium". O "Corium" só é produzido durante desastres nucleares. O combustível sólido derrete se tornando um líquido extremamente quente que desfaz e destrói tudo em seu caminho. Aço, concreto, areia e qualquer coisa que encontrar, fundindo tudo em uma massa só.



O pé-de-elefante é uma mistura de combustíveis, material radioativo e materiais do prédio, tendo se solidificado do mesmo modo que algo como o vidro.















A radiação de Chernobyl durará mais de cem mil anos.




13/11/2012

Creepypasta dos Fãs - Mason


Era um dia escuro e chuvoso de fevereiro quando fui atingido por uma pequena picape vermelha. 15 de fevereiro. Me disseram que voei 4 metros antes de bater com a cabeça no chão. Aparentemente o motorista não me viu atravessando.
Eu não me lembro de nada desse dia.
Por 4 semanas eu dormi, em um coma que muitos temiam que eu não saísse. Fui colocado em uma ala para crianças e adolescentes com ferimentos graves ou doenças.
Meu colega de quarto era um garoto chamado Mason. Eu nunca descobri seu sobrenome. Nesse tempo no qual eu dormi, ele foi descobrindo pequenas coisas sobre mim pelos meus vários visitantes. Minha cor favorita, que tipo de música eu gostava e outras coisas aleatórias.
No dia em que acordei, fui regado de amor e atenção da minha família e levei quase 1 hora para notar a presença daquele garoto deitado na cama ao lado da minha. Ele me deu um sorriso torto e silenciosamente voltou ao livro que estava lendo.
Uma hora ou outra fui deixado em paz e depois de 20 minutos sozinho com Mason, pensando, eu falei e perguntei seu nome. Sua voz era suave e baixa e nunca deixou de me arrepiar. Passamos o resto da noite brincando de perguntas e nos conhecendo.
Eventualmente meu médico iria quebrar nossa diversão e falar sobre os meus ferimentos e sobre como o processo de recuperação seria. Ele me disse que quando fui atingido, não só tive uma feia concussão, mas minhas pernas também haviam quebrado na minha não tão graciosa aterrissagem.
Disseram que eu tinha 60% de chance de andar de novo.
Nós ficamos próximos instantaneamente. As enfermeiras riam e diziam que parecíamos um casal de idosos empacotados na cama assistindo qualquer novela que estivesse passando na tv. Mason dava seu sorriso de sempre enquanto eu ficava vermelho e colocava meu rosto no seu peito.
Nós dois tínhamos nossos dias bons e ruins. Num dia particularmente difícil de tratamento para ele, nós deitamos com ele tremendo em meus braços. Nunca vou esquecer seus soluços suaves ou o nó na boca do meu estômago. Eu finalmente tomei coragem e perguntei a pergunta de um milhão de dólares.
Ele tinha a doença de Hodgkin. Acho que nenhum de nós dormiu naquela noite.
Conforme minhas pernas iam passando do gesso para muletas, a quimioterapia de Mason começou. No entanto, sem hesitar, quando eu voltava frustrado ou em lágrimas depois de uma sessão de terapia difícil, ele estava lá para me confortar com suas palavras calmantes e reprises de I Love Lucy.
Nas próximas semanas, a quimioterapia começou a cobrar o seu preço. Seus cachos castanhos afinaram a quase nada, círculos escuros tomaram lugar permanente embaixo de seus olhos e sua pele se tornou branca como a neve. Conforme minhas pernas ficavam mais fortes, o dia em que seria liberado não parecia mais um dia a se esperar.
O dia em que decidimos raspar sua cabeça foi o dia em que quebrei. Eu disse a ele que faria qualquer coisa; doaria sangue, medula óssea, qualquer coisa para ele ficar melhor mais rápido mas ele apenas me deu o seu sorriso que me fez derreter e enxugar minhas lágrimas.
60%. Mason tinha 60% de chance de vencer seus demônios. O mesmo que eu.
Em 12 de maio, eu estava oficialmente liberado do quarto 104. Eu andaria mancando pelo resto da vida. Todo dia eu visitava Mason. Todas as vezes que ia embora tirava uma foto nossa juntos. Nos próximos meses podia comparar a primeira foto com a última e ver como ele estava se deteriorando. Era de partir o coração.
Em 17 de agosto foi a primeira vez que o perdi. Pela noite uma febre forte parou seu coração por quatro minutos e meio. Foram os piores momentos da minha vida. Sentei do lado de fora do seu quarto em uma desconfortável cadeira de plástico vendo as enfermeiras que eu conhecia muito bem correndo para cima e para baixo tentando salvar sua frágil vida.
Eu não saí do seu lado até que ele apertou minha mão, piscou e me disse para ir para casa tomar um banho.
Depois disso, eu jurei nunca deixá-lo me deixar sozinho de novo.
Eu acho que as chances não estavam a favor de Mason porque na época de Ação de Graças ele era quase um esqueleto. Mas eu não ligava.
Ele me disse aquela noite que aceitava o fato de seu tempo estar quase acabando e que ele iria esperar por mim do outro lado. Eu implorei para ele não ir, mas ele apenas balançou a cabeça levemente e fez pequenos círculos nas minhas costas com sua mão. Ele não iria sobreviver para ver o Natal.
Isso foi há dois meses.
Não mais aguentando vê-lo ligado a todo tipo de máquinas, nós decidimos fugir durante a noite. Eu o arrumei e fomos embora no carro da minha mãe até chegarmos em uma velha cabana onde minha família passava os feriados. Mason e eu não poderiamos estar mais felizes. Eu não ligo de estar no noticiário todas as noites ou que todos os policias do estado estejam me procurando.
Tudo que quero é ficar com Mason para sempre.
Mesmo que sua carne esteja cheia de larvas e sua pele esteja começando a cair de seus ossos. Nem que o cheiro do seu cadáver apodrecendo nunca saia da minha pele. Seus lábios ainda estão quentes de noite e ele sussurra doces segredos no meu ouvido antes de dormirmos. Ninguém, nem a polícia, nem os médicos vão nos separar. Eu estarei pronto para eles quando eles vierem.
Eu fiz questão de pegar o bisturi mais afiado que pude achar quando saímos do hospital.
Mas até lá, vou me deitar nos braços de Mason ou pelo menos no que eu acho que antes foram seus fortes braços e vamos conversar a noite toda até que ele me leve.
Vamos ficar juntos para sempre.


Escrito/Enviado por : Felipe Thomé


12/11/2012

Promoção de Halloween: Creepypasta Brasil!

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ANUNCIAMENTO DO VENCEDOR!
Muitas pessoas quebraram as regras da promoção postando frases de mais de 140 caracteres ou até mesmo textos enormes, o que dificultou um pouco a avaliação. Poucas frases de fato foram coesas e dentro das regras. Nesta belíssima tarde será divulgado o vencedor , logo mais, Fiquem atentos. Boa sorte a todos!



PROMOÇÃO ENCERRADA!!



Fala ai, gurizada! Tudo tranquilo?

Bom, como prometido, pra comemorar este dia maravilhoso que é o Halloween (Ou dia das bruxas, como preferir), divulgaremos agora os detalhes da promoção, e como você pode ser o ganhador desta maravilinda caneca Oficial do Creepypasta Brasil! \o/


É o seguinte: Este pequeno concurso começa hoje (31) no dia do Halloween, e se estende até o dia 10 de Novembro. Como você conseguirá ser o ganhador da caneca?

Simples: Mande uma frase criativa dizendo porque merece a caneca. No máximo 140 caracteres, postar a frase no mural do nosso perfil ou nos comentários dessa postagem. See, it's that simple!

Bom, então por hoje é isso... Vejamos quem será o ganhador deste primeiro concurso. Esperamos que gostem também das Creepypastas postadas aí em baixo em comemoração do Halloween!

Grande abraço, ótimo Halloween e boa sorte a todos!

Keep Creepying \o/


09/11/2012

Demônio da Caixa


Em 2001 um marceneiro comprou uma caixa com inscrições em hebreu numa venda de garagem, de uma sobrevivente do Holocausto.
Sua neta afirmava que na caixa tinha um Dibbuk, um Demônio da mitologia hebraica.

O marceneiro deixou a caixa no porão onde lâmpadas explodiram sem explicação, vozes falavam palavrões e um cheiro de xixi de gato apareceu.
Ele deu a caixa a sua mãe , que sofreu um derrame 5 minutos depois.
Depois ele começou a ter pesadelos em que era perseguido por uma mulher horrorosa.

Em 2003, desesperado, ele vendeu a caixa no ebay pra um estudante. Esse logo começou a ter os mesmos pesadelos, começou a perder o cabelo e ter manchas na visão periférica!

O estudante vendeu a caixa em 2004 pro diretor de um Museu. No primeiro dia com a caixa ele sentiu dor de estômago e sonhou com a mulher horrorosa.
Sua família reclamava que sua casa estava sempre fria mesmo com o aquecedor ligado, e ele e seu filho viam sombras vagando pela casa.

Doente e tomado por brotoejos o diretor procurou o marceneiro e juntos tentaram identificar a origem da caixa.

Eles encontraram uma prima de Havela, a sobrevivente do Holocausto. Ela contou a eles que nos anos 40 Havela invocou um demônio para combater os Nazistas. Sem controle do Demônio ela aprisionou ele na caixa.

A saúde do diretor do museu só melhorou quando ele fez um ritual de exorcismo Wiccano e guardou a caixa numa arca de acácia folheada de ouro.




Fonte: MedoB

06/11/2012

Estão vindo para mim


Estou sentado em minha cama, tremendo de medo. Estão vindo essa noite. Sei que estão. Estão vindo para mim. Não posso pará-lo essa noite. Tem muitos deles. Tudo que posso fazer é ficar aqui e rezar para que não me encontrem.
Poderia correr, mas isso só os faria me procurar mais e mais. Eles me rastrearem onde quer que eu fosse.

Se eu correr, as coisas só vão piorar.

O que foi isso? Um barulho vindo lá de baixo. A porta da frente abre devagar. Passos, indo lentamente através das placas de madeira do chão.

É agora. Eles chegaram. O que eu posso fazer? Como posso me defender, apesar de julgar ser inútil resistir.

Me movo no escuro e seguro o objeto. Talvez isso me ajude a pará-los. O mais quieto o possível, me levanto. Desço as escadas quase me rastejando. A porta da frente está aberta deixando vento frio da noite entrar.

Posso ver uma sombra na sala de estar, está se mexendo. Só uma sombra. Talvez seja mais fácil do que achei.

A sombra se revela ser um homem, olhando para o corpo morto de meus pais no chão da sala. Ao me ouvir, ele se vira, me olhando, apavorado, de olhos arregalados. Sem hesitar, ergo a arma em minhas mãos e aperto o gatilho. O barulho pareceu encher a casa toda.

O homem fica lá alguns segundos antes de cair, morto.

Não acho que ele era um deles ainda. Acho que ele só veio ver o que os barulhos altos mais cedo haviam sido.

Se ele fosse um deles, ele provavelmente estaria em um uniforme e me diria que eu estava preso.


01/11/2012

Rosalia Lombardo



Rosalia Lombardo era uma menina italiana que morreu em 6 de dezembro de 1920, aos 2 anos de idade. Seu pai pediu, na época, ao Dr. Alfredo Salafia, um reconhecido embalsamador, para que a mantivesse preservada.Rosalia tornou-se assim, um dos últimos corpos a ser admitidos na "Catacumbas dos Capichinhos de Palermo".Durante muito tempo se processo de embalsamamento foi um mistério e mantido em segredo. Seu corpo, aparentemente, nunca entrou em decomposição, preservando seu rosto de criança.