10/03/13

Hora de Dormir (FINAL)


Isso até que eu entrei em minha casa e encontrei um grande rasto de pegadas molhadas da porta da frente de casa até minha cama.

A descrença tomou conta de mim. O desespero foi tão grande e tão forte que eu sou incapaz de transmiti-lo com palavras. Ele estava deitado em minha cama, esperando, um lençol branco cobrindo seu corpo magro.

A mente humana é uma coisa maravilhosa. Assim como você acredita que seu corpo chegou ao um nível de exaustão tão alto que não conseguirá se recuperar, que suas emoções estão tão desgastadas que você mal pode continuar, nasce um pensamento milagroso da sua cabeça cansada.

Deixe-o descansar, por enquanto.


Silenciosamente andei vagarosamente pelo escuro e peguei minha carteira que eu tinha deixado em uma pequena mesa de café no centro da minha sala de estar. Deixando a porta destrancada, eu sai tentando fazer um novo plano e voltei uma hora mais tarde. Depois do meu momento de preparação eu entrei no quarto de hospedes. Lá eu me deitei na cama imaculada, esperando. Eu tinha certeza que esse era o fim do jogo, que em vez de brincar comigo, dessa vez ele estava lá para me matar de vez. Como ele tinha escapado da "sepultura" eu não sei, mas eu estaria ferrado se ele fugisse novamente. A única coisa que eu podia esperar era que ele me sentisse do outro lado do quarto.

Fechei meus olhos fingindo que eu estava dormindo pesadamente. O tempo passou rapidamente e mesmo que eu tenha lutado contra, a exaustão me venceu, até que eu realmente dormi profundamente.

Acordei com mãos em volta do meu pescoço. Ele tossia e engasgava em cima de mim, com um líquido rançoso e negro escorrendo de seus ferimentos faciais. Lutei mesmo com a falta de ar esperando que eu tivesse a força em mim para escapar dele, mas ele era muito forte e minhas mãos não conseguia segurá-lo, pois ele estava escorregadio e molhado pelo que parecia ser pelo seu mergulho no lago.

Pode não ter parecido racional no momento, mas com minha visão escurecendo e com a última luz da minha consciência ainda dentro de mim, eu fiz como tantos animais fazem em seus últimos momentos, eu me fingi de morto.

Deitado lá sem me mexer, segurando minha respiração, ele me sacudiu violentamente pelo pescoço e depois me soltou. Esperei meu momento, minha última chance de destruir aquela coisa. Sua respiração ofegante relaxou um pouco e parecia estar olhando pra mim zombeteiramente.

Ele ficou inclinado sobre mim, cheio de desdém. Ele reuniu o máximo de saliva que sua boca pode aguentar, e então, mostrando o máximo de desprezo que tinha tanto pelos vivos e pelos mortos, cuspiu o seu líquido purulento em meu rosto, o resto ainda escorrendo pelos buracos que tinham em sua mandíbula.

Eu queria gritar, fazer qualquer coisa para tirar aquela gosma nojenta da minha pele, mas eu não arriscava me mover; essa não era a hora certa. Se aproximando mais ainda, ele cutucou a ferida no meu ombro, a dor se espalhou por todo o meu corpo. Com toda a resistência que a inda tinha, não me mexi.

Então, lentamente e pacientemente ele deslizou dois dedos longos pela minha boca. O gosto era amargo, rançoso, podre, morto. O estalar de seus dedos como se tivesse artrite fez eu pensar se aquilo que eu fazia era o certo. Ele arqueou as costas alegremente, e de repente empurrou seus dedos fundo na minha garganta.

Engasguei, uma reação instintiva.

Em vez de ficar chocado, um riso trincado emanou através de seus dentes quebrados, e então empurrou mais profundamente seus dedos em minha boca. Eu senti sua carne fria e dura raspando interior da minha garganta sem poder dizer nada para que ele parasse; como se isso de alguma forma fosse adiantar.

Nos nossos momentos mais obscuros, às vezes encontramos a nossa verdadeira força. Eu rolei para o lado e com o peso dele me ajudando, finalmente consegui me libertar. Eu caí no chão. Com o longo alcance que ele tinha ele agarrou meus pés, e eu chutei e gritei e, finalmente me vi livre. Ele olhou pra mim, só por um momento. Subindo em cima da cama, seus ossos quebradiços estalando por conta de sua própria força, ele estava agora de pé, alto e magro, pronto para me atacar.

Desde criança eu tinha sido a vítima. Tinha me aterrorizado, tirado a inocência de mim, atacou Mary e destruiu minha vida.

Eu não aceitaria mais isso.

Às vezes, a presa mais perigosa é a única que pode te despistar, aquele que pode te acalmar em uma falsa sensação de domínio ou de superioridade, aquele que nunca teve nenhum medo de você. Ele tinha caído numa armadilha, uma concebida pela lógica, a razão, e uma compreensão do mundo através dos olhos de alguém criado no meio da ciência.

Fogo purifica tudo.

Enquanto ele gritava, gemia, se contorcia preparando-se para me atacar, e eu um movimento rápido eu levantei um cobertor que estava no chão revelando um balde com gasolina que eu havia comprado no curto espaço de tem que estava me preparando para esse momento. Eu joguei o máximo que eu podia, o liquido se espalhando por todo aquela aberração em cima da cama.

Ele sorriu para mim, zombando da minha própria existência, fazendo graça minha dor e a agonia que tinha me causado.

Do meu bolso tirei um isqueiro, o acendi, e joguei contra aquele miserável. Ele se contorcia e gritava em agonia, parte de sua carne desprendendo de seu corpo, virando cinzas na frente dos meus olhos. Eu quase senti pena dele.

Que queime!

O fogo ficou fora de controle, felizmente um vizinho ouviu os gritos e viu a fumaça, chamando os bombeiros. Eu não consigo me lembrar de como escapei.

Passei varias horas no hospital sendo tratado por inalação de fumaça e queimaduras em minhas mãos. Ainda dói quando eu escrevo, mas como a maioria dos ferimentos superficiais, esses também vão sarar. Talvez haja algumas cicatrizes, mas eu posso viver com isso.

A policia me prendeu logo depois que fui liberado do hospital, acreditando que eu era um assassino. Eles suspeitavam que eu tinha matado alguém no incêndio e acharam suspeito demais o ferimento profundo no meu ombro e os arranhões em meu corpo. Me foi dito para não ir muito longe caso eles queiram me perguntar mais alguma coisa, mas podem perguntar o que quiser, duvido que acreditem em minhas respostas. Eles não encontraram restos, ou qualquer evidencia de que alguém estivesse lá além de mim, além de um estranho esboço de uma figura gravado profundamente na cama e na parede. Parecia que qualquer coisa que estivesse lá tentou uma fuga, mas acho que não conseguiu.

Um peso já foi tirado de meus ombros, um que eu agora sei que sempre esteve lá desde minha infância. Acredito que aquela coisa tinha um certo efeito sobre mim, mesmo de longe. E agora que se foi, eu me sinto inteiro novamente.

Eu estou arrasado mesmo é por ter perdido Mary, e o resto da minha casa pode ser demolida e provavelmente vou ser acusado de incêndio criminoso quando começaram a investigar o que começou o fogo, o que significa que eu posso dar adeus a qualquer reivindicação de seguro.

Minhas mãos doem, assim como meu ombro, mas meu espírito não. Eu estou escrevendo isso direto de um quarto de hotel, ele é pequeno e despretensioso, mas ele vai servir pro meu propósito. Hoje a noite eu pretendo dormir e sonhar, como eu fazia quando criança, antes daquele maldito aparecer na minha vida.

Eu acredito que foi a minha racionalidade que me salvou, meu pensamento lógico que permitiu que eu exterminasse um mal tão forte, mas eu nunca vou poder fugir da conclusão de que há muito mais além do que se vê, do que se sabe. Existe um mundo que eu vi, e que eu não me importo de rever, mas hoje à noite eu vou descansar e amanhã vou construir minha nova vida com a confiança que o meu hóspede indesejável se foi para sempre. Eu posso sentir!

Levará algum tempo para me ajustar e talvez a minha mente brincará uma ou duas vezes comudo por esse longo caminho, pois é difícil abandonar uma paranoia que se teve a vida toda. Eu preciso aprender a aceitar o que é ter segurança de novo. Recuso-me a olhar por cima do meu ombro para o resto dos meus dias, mas serei sempre cauteloso, como quando hoje de manhã na cama do hospital quando eu achei que tinha sentido uma vibração estranha, mas eu sei que era apenas a minha imaginação.

Eu estou contente por ter escrito as minhas experiências, o que me iluminou muito sobre mim mesmo, e  que se alguém se encontra, que Deus me livre, na mesma situação que eu estive, talvez saberá o que fazer.

Agora é hora de dormir, e eu tenho que descansar pois nunca havia sentido um cansaço tão grande como esse.

Boa noite, e durmam bem...

FIM

-

Todos os créditos dessa ótima creepypasta há Micheal Whitehouse.
Tradução autorizada pelo autor. 

Adorei traduzir essa creepypasta, e espero que também tenham gostado! Talvez eu volte a traduzir alguma outra série do autor, ou qualquer outro. 



Essa Creepypasta faz parte de uma série.
Essa Creepypasta é a parte 10, veja abaixo as anteriores:



72 comentários:

  1. "... Como quando hoje de manhã na cama do hospital eu achei que tinha sentido uma vibração estranha, mas eu sei que é apenas minha imaginação" Vixi

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  2. :D que fodástico, tava ansioso demais por esse capítulo final ^^

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  3. Emfim , o final !
    obs: achei que ia ficar algo meio "solto" no ar , como por exemplo ele sonhar denovo com alguma coisa ou voltar a "sentir" a coisa.

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  4. Mas oq era a criatura não foi revelado? =/ mas deixa isso pra lá pq agr pra comemorar eu vou fazê sopa pá nóis!

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    1. cara, eu acho que a criatura é o avô dele, vejamos, a criatura sabe o nome dele, e, por algum motivo, colocou aquele boneco perto dele quando invadiu a nova casa (e, como ele disse, aquele boneco representava o avÔ dele em suas brincadeiras)

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    2. Vish, então o avô dele é um puta pervertido, pqné. q

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    3. Axo que não pois o avô dele morreu depois da criatura A criatura atormentava ele antes do avô dele morrer se eu não me engano isso tá tudo no segundo capítulo

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    4. Acho que a criatura é o The Rake (caso não saiba o que é o The Rake é pesquisar no google como eu fiz alguns minutos atrás XD).

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    5. Patricia_250 na verdade o avô dele morreu antes dele nascer

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  5. Putz , acho que foi o pior , o que eu mais esprei o pior , ele podia ter descobrido oque era a coisa sláa , alguém que também tenha vivido isso e leu a história dele podia explicar , até pensei que a namorada dele ta grávida e ai talvez uma futura continuaçao com o filho dele ... seria legal , mas se é o que tem pro jantar ...
    congrats Divida , ótima Creepy , tomara que venham melhores o/

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  6. Será qu a criatura era um parente do slender? Sauhsausahsauhsau

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    1. Também conhecido como o "De Uraque"(The Rake)

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  7. G.G
    só foi estranho o balde com gasolina no quarto e o esquero que ainda estava funcionando depois dele ter saido do lago D:

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    1. Da pra perceber no texto que ele comprou estes itens quando saiu por uma hora, era o plano comprou gasolina e o isqueiro esperou ele vir durante o sono para por em prática.

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    2. KKKK Verdade Nem me liguei nisso >.<
      Quando sai próxima creepy tipo essa? xD

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  8. Desde a primeira parte eu sempre pensei que ele devia ter chamado o Sam e o Dean . G_G

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    1. kkkkkkkkkkkk bem essa. Castiel acabava rápido como o bixo

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    2. Pois é... Sam e Dean deviam divulgar melhor o trabalho deles porque para chamar eles tá muito difícil! O autor teve que resolver tudo sozinho porque não conseguiu ligar para eles (e para piorar, acho que o celular do autor era Tim)!

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  9. Adorei a creepy des de a parte um , espero que tenha mais como estas ^^

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  10. Muito show,achei que no final ele ia dizer algo do tipo "...se a criatura ainda existir,espero que pare de me atormentar e passe a outra pessoa que leia isso..." algo assim,mas assim tá ótimo,gostei muito! VALEEEU DIVINAAAAA!!!

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    1. Não cara,ele não diria isso,entenda o drama dele,ele queria enfrentar isso sozinho,acabar com a tal criatura,e não conseguiria descansar sabendo que ela estava viva.

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  11. Cara, essa uma das melhores creeps que eu já li. Eu entro todo o dia aqui mas é a primeira vez que comento. Bom, achei esse final um pouco esperado, mas não deixou de ser foda!! parabéns ao Micheal Whitehouse por essa creepy incrivel a Divina por essa boa tradução, um abraço.

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  12. Muito legal, mostra como nem tudo tem um final feliz, mas t'bem não precisa terminar do pior modo possível, as vezes, vc só precisa se focar no problema para resolvelo, ignorando resto. Ótima creepy, e ótimas traduções. (=

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  13. um dos melhores contos que eu já vi!

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  14. Maravilhosa creepy
    estava ancioso pro final ^_^

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  15. Parabens ao escritor e,ao tradutor por ter conseguido passar o recado!
    Fico foda!

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  16. Final plagiado de O Grito? Sério mesmo, mas o autor é ótimo se eu tivesse uma chance comprava esse livro e também acho que seria legal (mesmo sendo clichê) ele queimar o monstro junto com a antiga casa de quando ele era criança.

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    1. Mas você tá ligado o que acontece depois com o protagonista do ''O grito'' né? então podemos dizer que não foi tão plagiado.

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  17. ENVOLVENTE!

    Cheguei a pensar que a coisa, pudesse ser o avô dele, mas acho que nada a ver, Muito Obrigado Divina ♥

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    1. eu acho que é o avô sim, ele deu algumas evidências durante o conto

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  18. Gostei, mas esperava uma explicação sobre o que ou quem era a coisa...

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  19. Incrível Divina sua tradução >..< Mais uma vez, obrigado por trazer a creepy pra cá... O finalzinho foi meio clichê, porém a creepy nao deixou de ser FODA a nenhum momento ^^

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  20. É o Slender Man, só olhar pra imagem da capa.

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    1. nao pois o monstro da historia tem face tanto que cospe respira e ha trechos que o lirico fala que se viu refletido em seus olhos

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  21. O final foi ruim apenas por que eu não queria que acabasse. Muito boa. ^-^

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  22. Muito boa a Creepy. Realmente boa. Achei meio injusto ele ser preso, já que ele era a vítima. Mas nem dava pra ele inventar algo e nem contar a verdade. Tipo: "Ah. Eu sou vítima de uma paranoia que me persegue desde a infância. É uma coisa e não alguém. Ele sempre tentava me matar. Aí ele maltratou minha namorada e eu decidi dar um fim nele. Entendem?". Enfim, muito muito, muito boa.

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  23. pra quem ficou curioso para saber quem era a criatura, eu tirei algumas evidências, e cheguei a conclusão que, provavelmente, é o avô dele
    a criatura sabe o nome dele, e, por algum motivo, colocou aquele boneco perto dele quando invadiu a nova casa (e, como ele disse, aquele boneco representava o avô dele em suas brincadeiras)
    além disso, em algumas partes ele menciona a criatura e diz que ela ja pode ter sido humana

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  24. TUDO É UM , UM É TUDO.
    Na alquimia a primeira e mais
    importante lei que se aprende é a lei da
    troca equivalente. Um princípio muito
    simples e ao mesmo tempo
    extremamente necessário, aliás, uma lei
    que rege as relações de conservação e
    mutação da matéria.
    O enunciado do princípio da troca
    equivalente é : Não se pode criar algo do
    nada, e tudo que for recebido deve ser
    trocado por algo de igual valor. Uma
    regra bem clara e simples, que se
    associa muito ao princípio de
    conservação da matéria defendido por
    Antonie Lavosier.
    Por isso que na alquimia é proibido
    transmutar chumbo em ouro , ou grafite
    em diamante; o chumbo se parece
    muito com o ouro, no sentido atômico
    sendo mínimas as suas diferenças,
    inclusive atualmente é possível
    transformar chumbo em ouro, contudo,
    processo inviável por ser tão caro. O
    grafite e o diamante são feitos de
    carbono o diferencial de um e outro é o
    arranjo molecular, como as moléculas se
    estruturam e organizam é oque faz o
    grafite e o diamante serem tão
    diferentes.
    Mesmo se parecendo, o valor ,do ouro e
    do chumbo, do grafite e do diamante, é
    muito diferente.
    A vida segue o mesmo princípio, se
    quero algo tenho de dar algo em troca,
    se quero conhecimento tenho de dar
    meu tempo e esforço para o
    aprendizado, se quero riquezas tenho
    de me esforçar demais e sacrificar
    coisas valiosas pela riqueza, mesmo os
    que chegam a serem ricos de modos
    mais rápidos, pagam os juros da
    aceleração.
    O traficante paga com o medo, fuga,
    perigo, família, extorsão, liberdade e até
    coma vida; a prostituta paga com a paz,
    auto-estima, dor, medo, mutilação física
    e psicológica. Não sei bem quanto aos
    políticos corruptos, mas com toda
    certeza devem ter de pagar preços
    muito exorbitantes.
    O amor tem seu preço, a honra tem seu
    preço, a beleza tem seu preço, a força
    tem seu preço e tudo mais, de alguma
    forma exige um certo pagamento. As
    coisas não costumam serem gratuitas.
    Quantas vezes nós não jogamos fora
    coisas tão valiosas e que nos custaram
    tanto ?
    Quantas vezes trocamos o inestimável
    por alguns feijões, lançando pérolas aos
    porcos.

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  25. ótima história, Divina, e parabéns pela tradução. um conto perfeito, envolvente, com um timming de suspense ótimo, agravado pelas suas divisões em partes ^^
    continue com o trabalho de nos trazer histórias assim. o pessoal que as aprecia sempre supera os que reclamam ^^

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  26. Meu Deus,essa creppy é maravilhosa!! Parabéns Divina,seu trabalho é magnífico!

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  27. tennho 11' anoss ee achhoo qq voou prpecisarr dd unns 20 annnnnnnnos dee tterapiaa,,, ppor favo9r mer ahjusdem1!11

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    1. eeu liii esssa crrepypaatsta ttodinna hgelp
      x(((

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  28. Otima, ainda bem que ele conseguiu se livrar da coisa :)

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  29. Hey, ele não tinha dito (não tenho certeza) que sentia que o monstro da cama e o da poltrona eram diferentes ?

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    1. Eu fiquei esperando aparecer o outro mesmo. a.a
      Talvez a presença que ele sentiu e achou que era a imaginação, fosse a outra criatura, mas slá, ele podia estar errado sobre serem coisas diferentes também.

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    2. Eu acho q era o avô dele, ele morreu antes do guri nascer. tbm acho q a avó dele morreu antes deles se mudarem pra casa nova, ela estava doente como ele tinha mencionado, pode ter morrido quem sabe, e era ela a presença q ficava sentada na poltrona vigiando ele pra q o avô n o maltratasse. foi ela tbm q foi ve-lo no hospital pra ver se tava tudo bem. Só acho.

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  30. Mano eu ADOREI ESSA CREEPY ÓTIMA história me prendeu todo o momento da leitura,o problema e que acaba =/

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  31. Eu imagino "Ele" como o elfo Monstro do Harry Potter '-'

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  32. Nossa , a primeira série que leio nesse blog , adorei mesmo , pretendo ler muito mais aqui!

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  33. Então...ele diz que o ser da parede é diferente do ser da poltrona,e,pelo visto,ele matou o da poltrona,não é...logo,talvez a ''vibração estranha'' que ele sentiu talvez seja o Emparedado...

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  34. Não tem como matar algo que já está morto. O que ele fez na verdade foi exterminar o defunto sem vida que o espírito maligno possuia para cometer suas atrocidades, mas provavelmente a criatura continua observando-o(pelo menos é o que eu ACHO). E sim, há possibilidades de que essa criatura seja o avô do protagonista. Dizem que o melhor conto de terror é aquele que deixa mistérios, devo dizer que isso depende de cada pessoa. Eu adorei o conto, achei ele bem criativo, mas pelo menos pra mim e para outros que pensam como eu, ficaria melhor ainda se ele deixasse as coisas mais claras

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  35. Adorei o final espero q a policia entenda ele

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  36. Parabéns pela tradução, divina! Você pode traduzir mais? O Whitehouse escreve muuuito bem.

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  37. Bom, tem 3 meses que visito o site, e tem 3 meses que to me enrolando pra ler essa creepy, e, bom... Que maneira de encerrar o ano, hein... Essa creepy me prendeu da primeira palavra ate o fim e ainda fiquei querendo mais. Parabens pela tradução divina, e obrigado por trazer esse texto pra gnt

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  38. Essa creepy deu medo mesmo, foi uma ótima história, poucas são boas assim
    Amei o site e de hoje em diante vou vir todos os dias

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  39. Eu geralmente não comento aqui mas... NÃO ERAM DUAS CRIATURAS MDS?????? O OUTRO BICHO AINDA DEVE ESTAR VIVO!!!

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  40. Só restou uma dúvida quanto a essa creepy,existiam 2 criaturas aparentemente uma do quarto inicial do garoto e outra da cadeira ele matou apenas uma então o que será que aconteceu com a outra? Aquela sensação que ele sentiu no hospital ao final tem alguma ligação com esse outro monstro? Enfim si eu interpretei mau gostaria que me apontasse o erro xD.

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