10/08/13

Na Colina (Parte 7)

Ele acordou com o silêncio da terra. Tufos de grama quebrada tocavam seu rosto enquanto o vento soprava em várias direções. O céu estava negro, enquanto nada vivo se mexia. John não sabia quanto tempo tinha estado inconsciente, mas o cobertor de estrelas acima não deixavam duvidas que havia sido por algumas horas. O enjoo continuava, mesmo que não tão forte, mas a ferida em seu lado ainda vazava sangue.  Ficando de pé, ficou claro que seu corpo ainda estava no efeito de seja lá o que tinha naquela colina, mas de certa forma ele já estava se acostumando com isso; pelo menos a um ponto que conseguisse ganhar postura para achar um jeito de fugir.

A sorte ficou do seu lado enquanto a lua estava presente logo acima de sua cabeça, mesmo que só uma fina parte em forma crescente. Ela o dava luz o suficiente para avaliar o estranho mundo e as formas que o rodeava. Ele não tinha certeza se estava aonde tinha desmaiado, pois lembrava vividamente das lápides, que não estavam mais ali. De pé, com a mão em cima da ferida tentando estancar o sangue, realizou algo assustador. John achou difícil de converter em simples palavras o que era, mas descreveu como "As leis da natureza mudaram". Nada parecia fazer sentido, por um momento não sabia quem ele mesmo era, porque estava lá, e o que estava fazendo-o se sentir tão mal. Ele parecia ter mantido o conhecimento da montanha e memórias sobre a igreja, mas seus pensamentos estavam embaralhados e desconexos. Momentos repentinos de identidade eram substituídos pela confusão. Mas, independentemente da aflição, um continuava; seu instinto insistia que precisava sair daquele lugar imediatamente. Mas neste frágil estado mental, não conseguia distinguir qual caminho levava para a vila e qual caminho o levaria em direção do o cume, para o que ou quem estivesse lá. A intoxicação sensorial foi uma experiência diferente de qualquer outra - o mundo desconhecido.

Um cheiro horrível preencheu o ar. Se era seu próprio vômito ou o enjoo brincando com seus sentidos, não sabia, mas havia algo a mais naquele fedor. Um cheiro de chorume misturado com o inquietante odor de cabelo queimado. Começou a ficar tão forte que os olhos de John começaram a arder, o que ajudou a desorientá-lo. Apesar de seus olhos estarem cheios de lágrimas e o mundo parecia totalmente desconexo, agora ele sentia algo que só pode descrever como uma "presença". O fedor mofado cresceu e John tossiu. A resposta ao barulho foi diferente, e mesmo que acreditasse que conhecer a mente de alguém era impossível - algo se aproximou com muita malicia e ódio junto de seus companheiros.

O medo se tornou um objeto passageiro enquanto andava em silêncio entre árvores sombrias e por entre o capim selvagem esperando encontrar uma saída. Cambaleando atrapalhado pela escuridão, a dor em sua ferida e  os pensamentos de morrer na colina, nunca mais ver os que amava ficaram cada vez mais evidentes. Por um momento achou que iria desmaiar novamente, mas enquanto o enjoo se intensificava, agora era acompanhado pelo som de grama morta e flora seca sendo pressionadas, como se algo se arrastasse no mato perto dali. A visão de John estava tão limitada que não conseguia distinguir qual caminha levava pra frente ou para trás, e em breves momentos de clareza, sentia repulsa ao pensar em voltar à igreja, as pedras ou as lápides - inseguro de se elas eram ou não de verdades. Estava totalmente perdido e, algo que chamava a horrível colina de casa, se aproximava.

Ficou Imóvel.

Mas nem silêncio ou a escuridão podiam acobertá-lo. Nenhum campo de esquecimento poderia fornecer obscuridade para se esconder de uma perversidade tão velha quanto a terra, que agora perseguia um homem que antes riu na cara da superstição e do mito. O ar ficou mais denso e os finos riscos de luz que vinham da lua iam diminuindo, como se estivesse sendo sugado para as profundidades ta terra. Em seguida, nada. O som da grama sendo quebrada e pressionada parou, o lugar parecendo ser insuportavelmente desprovido de som. Esgotado mentalmente, John não tinha mais esperanças de sair dali. A coisa estava por perto, seu respirar podia ser sentido no ar; sujo, rançoso, algo que estivera vivo tempo demais, mas mesmo assim não tinha perdido o desejo de causar dor e sofrimento. Em seguida, movimento. Folhas mortas estalaram de baixo de seu peso, o mato alto que parecia ser tão impenetrável, tão dominante, agora se dobrava e quebrava a cada passo do ser. Agora o único pensamento que John tinha era de se esconder. Vagarosamente, respirando mais baixo, ofegando silenciosamente, afundou na grama; aterrorizado.

A presença estava mais perto e, na escuridão, ele achou que as vezes conseguia enxergar uma vaga silhueta de algo que andava a esmo, fora do alcance. O circulava lentamente por ali, chegando perto e depois se afastando de novo, como se procurasse meticulosamente pelo chão. Então, finalmente, o som de seus passos vagos foram se distanciando bastante, e depois pararam totalmente. John deixou escapar um suspiro de alívio.

Então uma mão tocou seu rosto.

A sobrevivência tomou conta de si e, com um grito de terror absoluto, ele rolou para o lado. Uma dor lancinante percorreu por seu corpo, pois sua movimentação e o próprio peso fez com que sua ferida fosse pressionada contra o solo. Um rugido baixo escapou de seja lá que monstruosidade estava de pé a sua frente e então, sem saber para que lado fugir, John se motivou por um novo impulso; ficando de pé em um pulo, correu desjeitosamente em uma direção aleatória, esperando que, além de suas esperanças, fosse levado embora daquela loucura. Aquele pesadelo.

Ele correu entre o mato e árvores no breu da noite. Um fedor denso de podre e cabelo queimado cobria tudo, provocando ondas de vômito enquanto corria. Por fim, ele sabia onde estava, um lugar que tinha rezado para nunca mais ir. A igreja apareceu em sua vista, impetuosa e destorcida à sua frente. Algo se precipitou entre as árvores atrás e logo estaria em cima dele. Pelo menos agora ele sabia em que sentido correr, indo em direção ao caminho que tinha subido mais cedo naquele mesmo dia, uma trilha desgastada que o levaria para a tão prezada segurança. Mas o terreno parecia artificial e desconhecido. A própria forma de "construção" parecia ter sido forjada por alguém com más intenções. Ele tinha que continuar, para se livrar de quem o perseguia. O caminho tinha que ser naquela direção!

Então, finalmente ele rompeu em uma clareira. Seu coração afundou dentro do peito. Lá estava de novo a igreja, mas de certa forma, parecia diferente. Na noite ela parecia possuir uma forma mais sinistra e bizarra do que na luz do dia. Por um momento John imaginou a estrutura não sendo feita de pedra ou concreto, e sim de videiras, barro e madeira; retorcidos em direção ao céu.

O farfalhar de folhas podia ser ouvido de perto enquanto tropeçava, ofegante por ar. A dor em sua ferida agora era quase insuportável, cada passo acompanhado por uma sensação interna de rasgamento. Forçado por seu perseguidor a ter que ver a igreja de novo, John se deslocou o melhor que pode, cambaleando e mancando, fraco e exausto, entrou em uma espessa rede de arbustos e espinheiros. Suas roupas ficaram presas enquanto os galhos pontudos arranhavam seu rosto e braços. Não adiantava, ele não conseguiria fugir. Olhando por cima do ombro, alguém estava claramente atravessando os arbustos apenas alguns metros dali.

O medo corria pelas veias de John enquanto o seu perseguidor o alcançava. Deixando escapar um grito de dor e angustia, a coisa entre os ramos pareceu parar por um momento, observou-o pleiteando por sua vida, suas mãos cortadas e rasgadas por espinhos. John se agarrou no matagal a frente tentando escapar e, em seguida, para arrepia-lo até os ossos, a figura atrás dele olhou e deixou escapar um gemido angustiante - algo entre uma risada e um suspiro de satisfação. A coisa começou a se mover em grande velocidade, rompendo por entre os espinho com facilidade, se aproximando rapidamente.

Com um berro de dor e descrença, John finalmente conseguiu se libertar do aperto dos espinhos, mas o desespero ainda o assombrava. Lá estava  novamente a igreja, quase zombeteira, torcida e destorcida de um jeito que nenhum ser humano conseguiria desenvolver. Vacilante, com a pouca força que ainda tinha, ele passou pela igreja mais uma vez enquanto seu agressor saia por entre as árvores, se apressando em sua direção. John aumentou seu ritmo o máximo que pode, o que não era muito. O céu estava aberto, e líquido era derramado sobre a igreja, que logo se esparramara no terreno, ficando encharcado e alagado.

A força de John diminuiu quando caiu de joelhos, admitindo estar derrotado. Então, a salvação. De longe, uma luz brilhava. Uma que irradiou e rompeu entre a mata quase impenetrável. Algo para incentivá-lo a prosseguir. A ter esperança. Um fluxo a seguir, uma luz de fora da terrível colina. Com seu perseguidor se aproximando, arrastando seu corpo entre o gramado e a escuridão, uma última onda de energia despertou John de seu terrível destino. A visão da luz e da vida reacendeu um pequeno resquício de esperança que ainda restava. Ele urrou em aflição enquanto se levantava, a chuva caindo sobre sua cabeça, encharcando-o até os ossos. Mas isso não importava.  Tudo que importava era a luz, e a segurança que ela prometia. Mancando o mais rápido que podia,  ele entrou na mata entre os cipós e galhos da floresta, o medo sobrepondo qualquer dor que sentia enquanto os espinhos cortavam sua pele.

No entanto ele continuava, e a luz começou a ficar cada a vez mais forte; vibrante e encorajadora. Estava claro agora que ele estava indo ladeira abaixo, pois a dinâmica de sua trajetória o fazia tropeçar e cair várias vezes. Também fazia a velocidade dele aumentar consideravelmente. Memórias que não eram dele começaram a aparecer na sua cabeça novamente, pensamentos de raiva e ódio preenchiam sua visão; a imagem da igreja nunca vazia, mas ainda assim desprovida de vida - o padre com as mãos erguidas, inclinando-se por cima das cabeças da congregação.

A desorientação estava o preenchendo, e o cheiro de cabelo queimado se espalhou pelos arredores novamente. Apesar de confuso, podia ouvir os passos de seu perseguidor em velocidade crescente, no entanto, parecia mais agitado do que antes. Deveria estar com raiva, ou até mesmo frustrado. John sentiu-se enjoado pelo próprio pânico, o sangue escorrendo de sua ferida desenfreadamente. Assim que a luz estava mais próxima; com a promessa da redenção, segurança e a fuga da escuridão, ele voou ladeira abaixo quando pisou em falso na lama e grama molhada, caindo em direção ao solo. Dor, cansaço e desesperança reinaram soberanamente em seu corpo já golpeado e ferido, que agora havia pousado em cima de um grande tronco de árvore tombado.

Os passos se aproximavam, e enquanto os ouvia, John pensava como sua vida acabaria por aquele que chamava a encosta e lar.

"Vamos, filho. Levante-se! Levante-se!" uma voz gritou da escuridão, quase abafada pelo som de quebra de galhos e folhas velhas que se aproximava.

O mundo parecia deformado, mas quando quase estava por perder sua consciência uma vez mais, a claridade retornou e John percebeu onde estava. Seu corpo não tinha caído contra uma árvore tombada, e sim contra o portão daquele lugar terrível.

Algo estava próximo. Aquela coisa que estava o perseguindo pelo escuro, agora estava a apenas alguns metros de distância.

"Mexa-se, ele está quase em cima de você!" um grito soou do escuro, e John reconheceu como a familiar voz de Dale.

Com uma última ação, a última gota de vida que restava nele, John R. abriu o portão, caindo de rosto no chão em uma poça na estrada.


(CONTINUA...)

Essa Creepypasta faz parte de uma série.
Essa Creepypasta é a parte 6, veja abaixo a anterior:


16 comentários:

  1. Wow! Esse foi bom! Já estou ansiosa demais pelo próximo capítulo. *-*

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  2. muito boa.
    No começo dessa parte eu achei que quem estava seguindo ele poderia ser um zumbi.Mas agora eu não sei.É realmente muito interessante e a tradução é otima.

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    1. Muito bom!
      Espero a próxima parte...

      (Tive que responder outro comentário por causa dos dois loucos ali. Dá para tirar esses textos ADMs?)

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    2. Embora o segundo texto seja muito engraçado....

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  3. Jeff está em sua casa,como de costume,com um PS3,que roubou de uma vitima,ele lembra de sua infância,e de sua família ,sente uma coisa estranha e diz”Mais q porra e essa nunca senti isso antes,porra será q estou virando viado?’’.E começa a rir como um retardado da sua ingenuidade,como sempre.
    Ele vai até a sua antiga casa e sente o mesmo sentimento de minutos atrás .A casa esta completamente abandonada e com um cheiro de podre ,de morte e Jeff ama esse cheiro e parece q se droga com o cheiro,e sente uma vontade imensa de matar ...
    Andando um pouco Jeff encontra uma floresta , e vê uma folha pendurada em uma arvore a pouco mais de 7 metros da entrada da floresta,ele anda ate a arvore e Le a folha q esta escrito ‘’não olhe para trás’’ e diz consigo mesmo : ‘’ crianças otarias,pra colocar a porra esses planfetos,não tem porra nenhuma atrás de mim’’.Jeff escuta um barulho e olha para trás ,não tem nada.
    Jeff continua andando e tropeça ,caído no chão vê uma silhueta de um homem alto esguio q some em forma de milissegundos ,Jeff puxa sua faca e grita:’’Vamos filho da puta ,não se esconda!’’.Jeff não escuta nada e começa a correr e gritando diz:’’Acho q já ouvi falar de você ,deve ser a porra do Slender ,sabe vc poderia usar essa sua anormalidade para aumentar sua pica minúscula,se é q vc tem!’’
    Cercado por uma imensa escuridão ,Jeff para e começa a rir :’’HUAHAUAHUHAUHAUHUAHUA sabe dizem q vc e tão assustador ,é o caralho ,pq não para de se esconder e vem lutar’’.Slender aparece e Jeff passando o dedo em sua faca diz ’’Até q enfim ‘tava’ ficando entedia...’’.Slender agarra Jeff com um de seus tentáculos e começa a bater em Jeff e tentando o hipnotizar mas a mente de Jeff e imune a isso.
    Depois de varias porradas ,a cara de Jeff estava toda cortada , mesmo assim Jeff pega sua faca e diz :’’Eae otário e só isso?’’Jeff da uma risada meio estranha e fala:’’Diga alguma coisa parece q tem uma rola entalada na sua gargan...’’ Slender o arremessa para longe , ele bate em uma arvore q e derrubada , Jeff se levanta e vê q esta sangrando muito ,mesmo assim ,se levanta.
    Jeff vê o demônio de seu corpo levantando,e começa a correr em uma velocidade extrema e para na frente de Slender e diz:’’Surpresa ,Filho da puta’’ e arranca 5 de 10 tentaculos de Slender q crescem instantaneamente e assim os dois começam a brigar.
    Depois de muitas facadas ,Slender se teletransporta para um lugar seguro mais Jeff gravou o cheiro de Slender e foi atrás ,Jeff queria , de algum jeito, matar Slender , mais não sabia como pois estava muito machucado .
    Jeff andou muito ate q cansou, e lembrou q tinha um isqueiro em seu bolso do casaco ,ele botou fogo em uma arvore e encheu o pulmão e gritou:’’DESGRAÇADO!!!’’ .
    Jonas estava vendo TV e viu a noticia q dizia:’’Floresta pega fogo misteriosamente,os policias ainda estão procurando a causa do incêndio ‘’no mesmo instante seu amigo chega e pergunta:’’hey cara vamos La ver o q aconteceu?’’E Jonas concorda .
    Chegando lá , perguntam para ao policial se acharam alguma coisa e o mesmo disse:’’Sim achamos sangue no local,agora saiam daqui!”.Enquanto estavam indo vêem uma silhueta estranha,parecia estar com um capuz e gritam : ‘’HEEY CARA ,QUER AJUDA?PARECE Q ESTA MUITO CANSADO!’’.A silhueta começa se aproximar muito rápido que pula em cima de Jonas e diz :’’Não estou cansado, vc parece estar’’.E o mata com uma facada no olho,o amigo do morto Jonas,tira esse monstro de cima do cadáver ,o monstro segura seu pescoço e fica com a ponta da faca em sua garganta e o monstro diz sua famosa frase :’’SSSSHHHH Vai dormir’’!

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  4. SERIO ELE TAVA ALI OLHANDO PRO NADA NA UNHA DA LESMA VERDE BEBENDO SUCO DE LARVA IMPORTADO DA SUECIA NORUEGUESA TIBETIANA E DERREPENTE DANÇOU COM A XUXA EM UM FILME PORNO ESTRELANDO O FREDY KRUGER COMASCARA DE JASON ENQUANTO DANÇAVA ALEJANDRO DA LADY GAGA ENQUANTO JOGAVA AÇAÇINES CRIDI E ELA MATOU OS PAIS PRA SER UMA ****** KILLER FAMOSA E RICA DE FORTUNA ROSA AZUL MAS INFELIZMENTE SE MATOU DE AIDS E FOI ENTERRADA VIVA MAIS AI NO CAXAO ELA FOI POSSUIDA PELA DERCY GONSALVES E SAIU DANDO PRA TODO MUNDO!!!!! ELA ENCONTROU O EXORISTA E QUIZ DA PRA ELE MAS O EXORCISTA ERA O MARCELO REZENDE E AI ELA DESISITIU DE DA PRA ELE PORQUE ELE E FEIO PRA CARA*** E TUDO ISSO ACONTECEU EM LAVENDER TOWN AONDE O DATENA ERA PREFEITO ERA PAI DA SELENA GOMES QIE EATAVA GRAVIDA DE SATANAS E TEV EUM FILHO AI O PAI DATENA MANDOU MARCELO REZENDE PRA EXORCIZA O GAROTO MAS O GAROTO ERA INEXORCIZAVEL E AI ELE MANDOU O GAROTINHO PRA GUILHOTINA E NA HORA DE MANDAR DECEPAR ELE FALOU:"CORTA PRA MIM" AI O CARINHA QUE MORA LOGO ALI.CORTOU E A CABEÇA DO DESMOIM SE TRAMSFORMOU EM SUCO DE UVA COM SABOR DE MAÇÃ DE LARANJA LIMA AI O DATENA COMEÇOU A GRITAR E TEVE UM INFARTO NO CELEBRO ENTÃO O EDIR MARCEDO VIROU E FAALOU ISSO OBRA DE SANTANAZ!! E COMEÇOU A EXORCIZA A LADY GAGA QUE ESTAVA POSSUIDA PELA DERCY GONSALVES MAIS AI APARECEU O GOKU E TELETRANSPORTOU ELES PRO INFERNO AONDE ENCONTRARAM O JUSTIM BIBER DANDO O F.UREBIS PRUMS 123 DESMONIO E AI O EDIR MARCEDO COMEÇOU A FALAR QUE ERA TUDO CULPA DA GLOBO ENTÃO NO MEIO DAQUILO TAVA A XUXA DANDO PRUM MULEKE DE 12 ANOS E FALANDO "OH!! AI!! VAMOS BAIXINHO!"
    AI O MULEKE DA UM.TAPA NA BUN** DA XIXA E DISSE: "QUE FILEZÃO EIM TIA''" AI DAS CHAMAS DO INFERNO.SURGE TONY RAMOS E FALA "E FRIBOY?" AI APARECE O GOKU E TIRA O EDIR MARCEDO DO INFERNO E DIZ AKNDJDKDJDKDJFFKDKNFFKFNF!!! E AI O QUE ACHAM?

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    1. Tem um cerébro no seu bug fera,reloga no útero da mãe aew

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    2. Dorgas? Larguei. Agora saio escrevendo merda nos comentários da Creepy Br. Haushuahsua'

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  5. Divina tem um errinho no 4° parágrafo,vc botou "ira" mas o certo seria "iria" C:

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  6. Foda essas crianças querendo se aparecer Divina tradução excelente como sempre C: vale a pena esperar tanto por uma parte de "A Colina" essas creepys dele são fodas,cara faz a gente sentir tudo que o personagem sente, e uma curiosidade imensa XD

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    1. Calma, ela só está citando um erro, é com as critícas que se melhora...

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    2. Se isso foi para mim,quero apenas dizer que não sou uma "criança querendo se aparecer" estava só falando um pequeno erro que a Divina cometeu,o que é normal quando se traduz algo tão grande (: 2 bjos vlw,flw

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  7. Esperei mt, mas valeu a penas... Perfeito! (:

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  8. obrigado mais uma vez Divina...
    Mega curioso para a proxima parte

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  9. Valeu divina xD ansioso para a próxima parte

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