31/03/2013

[Mini] Creeper da Semana: Allende C.P.


Idade: 12 anos

Estado: Rio Grande do Sul

Como Conheceu o Blog/Por que gosta de Creepypastas: Eu estava sem nada pra fazer vagando pela internet nos tempos de Orkut, até que achei uma comunidade chamada "As Coisas Proibidas do Google", no inicio eram só links de coisa nojentas (2 Girls 1 Cup, etc).

Até que algo me chamou a atenção: "Os Episódios Perdidos dos Desenhos". Era uma imensidade de coisas e todas no final deixavam o Link do Blog como a fonte das histórias. Eu passava noites sem dormir, mas continuava lendo (era um coisa pesada para uma criança de 9 anos), mas eu reagi bem melhor do que meus amigos que só descobriram Creepypastas agora, e eu sigo lendo. Eu amo isso, amo sentir medo, amo rir de algumas Creepypastas estranhas, e assim, isso se tornou um vicio. Eu estou sempre no Blog, depois da escola eu almoço e corro para o PC e o primeiro Blog que eu entro é o de vocês. Tchau pessoal!

Ass: Mini Creeper

(Creeper de Semana - 01/04/2013 à 07/04/2013)

Quer se tornar o próximo Creeper da Semana? Clique aqui e saiba como!

Ambuplay - Triplo Pesadelo!

"Olá minhas crianças! Como tem passado?"

Posto aqui pra vocês três videos fantásticos do Ambu, cada um bastante diferente do outro.
No primeiro vídeo, ele mostra e comenta supostos videos e áudios vazados sobre Aliens e Fantasmas, um assunto que permanece um mistério até hoje (vale lembrar que ele nunca confirma se esses supostos vazamentos são verdade ou mentira, então a conclusão fica a vocês).



O segundo vídeo é uma Live do Terror, onde ele lê vários contos de nosso blog (12:37, A Vida é Curta, entre outros), troca uma ideia com a galera amante do terror, e claro, conta varias curiosidades sobre coisas desse assunto.



Por ultimo (mas não menos importante), neste vídeo ele narra um conto sobre o Tabuleiro de Ouija, que pra quem não sabe, é um antigo tabuleiro onde dizem que é possível se comunicar com os mortos. Vale a pena conferir (AVISO: NÃO É RECOMENDADO NEM INDICADO O USO DO TAL TABULEIRO).



Creepypasta dos Fãs: O Açogueiro do Saco


Hoje falo de um caso medonho que um velhinho uma vez me contou perto da estação de trem em 2007, enquanto eu fazia um projeto onde eu ficava sentado em uma cadeira com uma placa "Conte-me sua História". Eu gravava todas as conversas, para talvez usar em um futuro projeto. Contarei pela narração dele que transcrevi, pois não achei necessário polir nada do que ele disse.

O Açougueiro do saco: Um serial Killer medonho!

"Tudo aconteceu na época que eu tinha 16 anos, 1914. Na época, a cidade estava crescendo um pouquinho, na verdade já era uma cidade "grande", eu saí para ir a casa de minha professora particular, como fazia todos os dias, mas, quando cheguei lá, estranhei o tanto de pessoas que estavam em volta da pracinha próxima a casa dela.

Ignorei aquilo tudo e fui até a casa de minha professora Andrea, um doce de mulher, lembrava muito minha mãe pela aparência européia e que ela também me chamava de pequenino.

Porém, ao parar em frente a casa dela, notei um rastro de sangue que seguia da outra ponta da rua, passava em frente a casa dela e seguia até a pracinha, pensei que fosse algum animal que tivesse se machucado feio e rumado até a praça aonde tivesse morrido, isso explicaria aquele montante de gente em volta da pracinha.

Toquei a campainha uma vez, ninguém atendeu, deixei passar alguns minutos, toquei a campainha novamente, ouvi passos, que eram do salto preto que ela usava, ela abriu a porta e aos prantos me abraçou dizendo:

-Pequenino, hoje foi um dia horrível! - soluçava Andrea em prantos.

-Mas, por que professora?

-Minha irmã Acácia, foi morta nesta praça. Me desculpe, mas hoje não poderei te dar as aulas, diga ao seu pai que compenso as aulas perdidas no final de semana. - ela fechou a porta e eu ainda ouvia suas lamúrias.

Eu fui até a praça aonde todas aquelas pessoas estavam paradas, algumas dizendo palavras que muito tempo depois descobri que eram palavrões, e outras diziam que aquilo não poderia ter sido feito por um humano em sã consciência.

Ao conseguir passar por todas aquelas pessoas pra ver o que era, me deparei com uma cena nojenta 
demais, que me levou a correr o máximo dali e quando parei de correr me ajoelhei perto da beira da calçada e me pus a vomitar.

Um saco de lixo grande aberto aos rasgos, com diversas partes do corpo da mesma pessoa, uma mulher, decapitada, esquartejada e com todos os órgãos internos para fora. Consegui perceber que aquela deveria ser a irmã de minha professora, pois já havia visto ela algumas vezes que fui á aula e ela estava lá trazendo uma sacola de pães e uma sacola com exatos 6 biscoitos importados que ela comprara pra mim.

Cheguei em casa, expliquei apenas o que minha professora havia dito, fui ao meu quarto e me pus a chorar.
Muitos anos depois, acabei me tornando um policial devido a pedidos e indicações de meu pai a um sargento amigo dele. Fazia muito tempo desde o ocorrido com a irmã de minha antiga professora. O que tinha me ajudado a esquecer daquilo foi que minha mãe me apresentou a um amigo dela que me ensinou muitas histórias sobre a antiga Europa e também me ensinou a tocar piano.

Após 4 meses trabalhando na polícia, por mais pedidos de meu pai, o sargento me conduziu até um escritório investigativo da polícia aonde eu trabalharia dali em diante.

Mas, meu azar foi que no meu primeiro momento assessorando um caso, foi que o chamado para irmos até lá dizia que um homem de aproximadamente 30 anos encontrara um saco de lixo grande que cheirava muito mal, e que quando o levantara pra levar próximo a outros sacos de lixo, este arrebentara e revelou que havia um corpo de uma menina decapitada e esquartejada.

Ao chegar lá, e ver a cena, veio a lembrança de quando era jovem. Olhando aquilo tudo, o investigador pediu que eu chamasse um médico para avaliar. Após o médico chegar. Ele constatou que a menina tinha aproximadamente 10 anos.

Depois disso, me afastei um pouco do trabalho de policial com a desculpa de ter pego uma gripe forte.
Mas, acabei voltando a DP que eu trabalhara anteriormente pra pesquisar se tinha tido casos semelhantes a estes, com a desculpa que assim eu não perderia os dias de trabalho por estar gripado, eu estava apenas levemente gripado, mas fingia estar pior.

Encontrei que durante 10 anos foram encontrados mais de 50 casos semelhantes e que tinha dezenas de investigadores caçando o tal serial killer do saco de lixo.

Passaram-se anos, eu caminhava a noite fazendo uma ronda a pedido do sargento (rondas noturnas agora eram feitas em todas as ruas que eram menos movimentadas).

Quando vi um sujeito entrando com uma mulher alta dentro de um açougue, de princípio achei normal, pois o homem possuía a chave do estabelecimento. Acabei deduzindo que aqueles eram os donos do açougue e eles foram lá para checar algo no estabelecimento.

Continuei a patrulhar as ruas em volta e voltei a primeira rua que eu patrulhei e em frente ao açougue.
Resolvi parar ali pra fumar um cigarro e descansar alguns minutos. Quando ouvi um barulho de algo que caíra no chão com força vindo de dentro do açougue.

A princípio pensei que fosse algo que o casal havia derrubado, afinal só havia uma luz fraquinha vinda de dentro do açougue.

Comecei a ouvir seguidos barulhos fortes de batida. Como começou a soar estranho, comuniquei ao sargento pelo walkie-tolkie e pedi pra que viessem ao endereço informado.

Depois me afastei de lá e me escondi, continuei olhando para o açougue.
O homem saiu com um saco de lixo grande na mão e trajando o uniforme de açougueiro, ele parecia fazer uma força enorme pra carregá-lo, colocou dentro do carro e partiu.

Eu fui até o açougue e arrebentei a porta, adentrei e segui para aquela luz fraquinha.
Entrei no frigorífico que tinha a porta aberta sendo segurada por uma grande lata de lixo com pedras dentro, o fedor de sangue e carne podre me provocou tonturas e ânsias de vômito.

Ao olhar dentro do frigorífico, vi muitas manchas de sangue na parede, algumas eram muito velhas, outras eram apenas resquícios do quão maior tinha sido a mancha mas, a maior estava recente, ao me aproximar vi que o sangue era fresco.

Decidi que deveria avisar ao sargento que a minha suspeita se tornara uma certeza.
Quando ouvi o barulho de passos de alguém que usava sapatos, arriscaria até que eram botas de borracha.
Me deparei com o homem, com o avental todo cheio de sangue, um pequeno chapéu e uma cara muito tranquila.

-Senhor policial, o que faz em meu estabelecimento? Se tivesse aguardado mais algum tempo, eu poderia ter aberto a porta pra você. - disse o homem

-Parado! Você será preso pelo assassinato de mais de 50 mulheres. - eu exclamei e fui puxar minha arma do meu cinto.

[Uma pausa é feita pelo senhor para um grande suspiro. Ele volta a falar depois de 10 segundos]

15 minutos depois os outros policiais chegaram e cercaram a rua e a saída de trás do açougue.

Fizeram o homem de 59 anos se render e ele foi condenado a 30 anos de prisão sem direito a condicional ou pena alternativa."

Ele terminou sua história de repente e eu desliguei o gravador. Mais ou menos isso foi a conversa que se seguiu entra nós dois:

-Nossa, que legal. - eu disse para o velhinho - mas, você recebeu alguma medalha por isso ou reconhecimento? Subiu de cargo ou algo assim?

-Não. - o velhinho se levantou e foi indo em direção as escadarias - Ninguém mais ligou pra mim, afinal fui encontrado morto dentro do açougue naquela noite.

Eu fiquei muito assustada com aquilo que ele disse e resolvi seguir ele pra falar que não gostei da brincadeira, pois afinal eu estava fazendo um projeto que era de muita importância para mim.  Mas já na rua ele atravessou o sinal, e  a sinaleira fechou para os pedestres, e vi ele do outro lado da rua, nisso passou um ônibus e o sinal para pedestres abriu novamente, e ele havia desaparecido. Atravessei a rua e procurei em todos os caminhos possíveis que o velhinho poderia ter ido, mas, não encontrei ele de jeito nenhum.



Escrito/Enviado por Stefano Araneda Fuentes


29/03/2013

12:37

Eu acordei suando frio. Depois de jogar os meus lençóis encharcados pra fora da cama, me levantei, sabendo que não iria dormir novamente após meu ultimo pesadelo. Eu normalmente não me assusto facilmente por eles, especialmente pelo fato de eu ter um jeito estranho de saber quando estou ou não em um sonho. Mas desta vez foi diferente.

O sonho começou comigo de pé em uma rua residencial mal iluminada, uma que eu conhecia, mas não consegui me lembrar de onde ou quando. A cena era desprovida de qualquer cor, exceto pelo brilho laranja escuro das lâmpadas de rua que enchiam a estrada. Enquanto caminhava, eu me perguntava onde estava e como cheguei lá, já que eu não tinha nem minha carteira nem meu celular em mãos. Em uma pequena curva da estrada, eu parei na esquina para olhar em volta e me orientar. De repente, uma das lâmpadas da rua a minha direita piscou repetidamente, até se estourou sozinha. Fiquei bastante assustado nesse ponto, pois antes disse, só havia silêncio. Em seguida, mais lâmpadas piscaram e e estouraram em volta de mim, de ambos os lados, até que a única que restou foi a que estava logo acima de mim.


Eu podia sentir meu coração batendo, quando recuei mais próximo da única fonte de luz, até que chegar ao ponto de segurar firmemente o metal frio do poste nas minhas costas. Na distância, eu pude ouvir passos que se deslocam em minha direção, diretamente na minha frente, e em seguida, mais passos vinham de ambos os meus lados. Estava tudo escuro em volta de mim, além da fraca lâmpada sobre minha cabeça, e uma parte de mim sabia que eu corria mais perigo sob a luz do que lá fora, no escuro, mas eu não me importei. Os passos ficaram cada vez mais próximos e mais altos, até que finalmente vi algo entrar em minha cúpula de proteção iluminada.

Na beira do alcance da lâmpada, algo entrava na luz, então eu só podia ver suas pernas até o joelho. Elas eram muito grossas e negras, como se fossem feitas de cinzas. Em volta de mim, quatro ou cinco das criaturas também entravam na luz, cada um idêntico ao primeiro. Desesperado, eu afundei até encostar-se ao chão, ainda mantendo minhas mãos entrelaçadas no poste. A primeira criatura já estava bem na minha frente. Seu movimento era rígido e lento, e antes de ver seu rosto, eu fechei fortemente os olhos (um truque que eu usava muitas vezes para acordar de pesadelos). Depois de alguns segundos, eu os abri, esperando estar de volta à realidade.

Ao invés disso, eu vi a criatura cara a cara para mim, ajoelhando-se, olhando diretamente nos meus olhos. Ela era totalmente negra, e tinha uma forma humana esbelta, mas sem características visíveis, além de suas frias, afundadas órbitas oculares. Paralisado de medo, eu encara seu rosto, até perceber que o resto de seu grupo começou a se ajoelhar e olhar em minha direção também. Eu assisti com horror enquanto todos eles me encaravam sob a luz da lâmpada. De repente, todos eles sussurraram algo quaseinaudível, em uníssono: "12:37". Eu caí no chão, exausto de repente, e a primeira criatura seguiu meu olhar, até que eu desmaiei, e finalmente acordei.

De volta à realidade, eu me levantei e estava no meu caminho para pegar um copo de água, até pensar no que poderia fazer com o resto da minha noite. Eu acendi a luz do corredor e desci as escadas em direção à cozinha. Depois de alguns goles de água, notei o hora que estava no micro-ondas: 12:37. Eu ri com a coincidência.

Até que ouvi a lâmpada de meu quarto estourar.


28/03/2013

A Vida é Curta

Eu estava lá, encostado na parede dos fundos da sala do hospital, quando você nasceu.

Não muito tempo depois, chegou seu primeiro dia na escola, e eu vi você ir para a aula, enquanto estava no telhado da escola.

Ansiosamente eu vi você crescer, mudar, experimentar a vida. Você era especial em suas próprias maneiras, mas visto a distância, era igual a todos os outros.

Quando seus pais assistiram sua cerimônia de formatura, eu estava escondido no meio da multidão. Você parecia tão feliz. O mundo inteiro em frente de você... Você achou que ficaríamos juntos para sempre. Mas eu já sabia que não. Essas coisas sempre acabam do mesmo jeito.

Sentei-me com tédio total na borda de sua mesa, enquanto você trabalhava sem parar durante toda a sua vida. Você me decepcionou completamente, me ignorou, sempre ficava dizendo "mais tarde", como todos os outros idiotas por ai.

"Mais tarde" poderíamos viajar. "Mais tarde" poderíamos dormir o dia todo. "Mais tarde" você gostaria mais de mim, me amaria mais, me respeitaria mais. Mas não, você acabou se tornando só mais um. Eu acho que deveria ter sentido pena de você, mas na verdade, já estou muito acostumado com isso.

Eu silenciosamente respirei o perfume de seu cabelo e vi a cor evaporar, deixando somente aquele cinza esbranquiçado. Você costumava ter uma variedade enorme de cores e humores vibrantes, mas você me culpou por rouba-las. Você não pôde sentir enquanto eu lambia sua pele, minha saliva corrosiva queimando as rugas em sua carne (que já fora tão suave e saudável).

Ficou sempre no "mais tarde" até ser tarde demais. Quando você finalmente se aposentou, era muito tarde para todos os seus planos comigo. E não havia nada que eu pudesse fazer, exceto pelo que eu sempre fiz: esperar e assistir.

Um vaso, triste e vazio, descansava ao meu lado no parapeito da janela do seu quarto de hospital. Eu pacientemente contemplava sua forma fulminar. Poderia dizer que você me perdeu, então, perto do fim. Como tantos outros antes de você e muitos que ainda virão, você desejou ter apreciado mais de mim. Você chorou a sua família, chorou por mim, mas eu simplesmente me sentei e assisti.

Eu era o único observando quando você finalmente faleceu.

Com um encolher de ombros, fechei seus olhos, e em seguida, abri outros. Eles se encontravam dentro de uma pequena cama na parede de trás da sala de parto onde você mesmo nasceu. Parecia que haviam passado somente meros momentos desde o dia em que nos conhecemos. Mas toda a sua vida passou num piscar de olhos.

Com o tempo, passo a ver as coisas de maneira diferente de vocês, mortais.

Talvez este próximo gostará um pouco mais de mim.


27/03/2013

Ambuplay - Episódios Perdidos: Mickey e O Espelho Mágico

Fala, galera! Mais um vídeo do Ambuplay, e desta vez, ele narra uma Creepypasta de Episódios Perdidos diretamente de nosso blog: Mickey e O Espelho Magico (traduzida há muito tempo atrás, inclusive, pois me lembro muito bem do dia em que traduzi ela haha'). Quem ainda não leu a história, pode ler no link a seguir: http://creepypastabrazil.blogspot.com.br/2012/03/mickey-e-o-espelho-magico.html

Confiram o vídeo,  e não se esqueçam: Criticas e sugestões são sempre bem-vindas! Tenho contato direto com o Ambu, então caso queiram deixar uma mensagem pra ele, é só deixarem aqui nos comentários. Agora fiquem com o vídeo!

Abração & Keep Creepying!



26/03/2013

Visita a casa/museu de Gennie Wade



Essa foto foi tirada pela minha filha no Casa-Museu de Ginnie Wade em Gettysburg, Pensilvânia. Você pode ver o rosto de uma garota no canto extremo direito do espelho. Ela não era parte do grupo de estudos da minha filha e ninguém chegou a ver a menina  nem seu rosto no espelho quando a foto foi tirada.
Quando minha filha me mostrou a foto eu fui pesquisar sobre Ginnie Wade  (a garota que foi assassinada na casa) e achei essa foto dela em sua página do Wikipédia.

Gennie Wade
Zoom da menina desconhecida



25/03/2013

Homens de Preto (MIB)



O vídeo acima foi fornecido por pesquisadores de UFOs, O Time de Investigadores Aerial Phenomena (Fenômenos Aéreos) com base em Maryland, pretendendo mostrar os misteriosos e genuínos Homens de Preto.

Segundo a história, esses dois caras estranhos entraram no saguão de um Hotel nas cataratas do Niágara querendo falar com um dos funcionários, que tinha relatado ter visto um OVNI (ele não estava trabalhando naquele dia).

De acordo com testemunhas que viram esses homens em pessoa, eles estavam vestidos em preto de forma idêntica (como pode ser visto no vídeo). Segundo testemunha os dois eram muito parecidos um com o outro,como se fossem gêmeos. Tinham a pele muito pálida, grandes olhos azuis, não tinham sobrancelhas nem cílios e, possivelmente usavam perucas. Eles não piscavam.

Foi descrito que eles falavam coisas estranhas "sobre os governos e conspirações" e isso assustou os funcionários do hotel.

Ambuplay - O Mistério do triangulo das Bermudas

Olá, Creepers! Trago pra vocês hoje mais um vídeo do Ambu. Desta vez, ele fala sobre o famoso Mistério do Triangulo das Bermudas, comenta algumas curiosidades e menciona todas as teorias e conspirações desse estranho lugar. Super interessante! Não deixem de conferir:



24/03/2013

Creeper da Semana: Gabriel Dalmazo



Idade: 22 anos 

Estado: Rio Grande do Sul

Como Conheceu o Blog: Conheci o blog quando estava procurando por Creepypastas (na real, já tinha visitado antes, mas foi depois de um tempo me viciei).

Adorei o conteúdo de vocês, simplesmente maneiro, tipo, adoro coisas de terror e tals.

Entre as minhas Creepys preferidas estão aquela do Caçador, Casa sem Fim e a Hora de Dormir (muito massa).

Faz tempo que acesso o site, só não posto muitos comentários porque sou do tipo mais calado mesmo, mas adoro o blog.

Graças a vocês, eu também comecei a ver o canal do Ambuplay, que também é incrível. Sou fanzaço de vocês! VALEU!

(Creeper de Semana - 24/02/2013 à 31/03/2013)

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Creepypasta dos Fãs: O purgatório de Chaves


Olá a todos, antes de tudo deixe-me apresentar, meu nome é Marcio sou Doutor em História. Nesta terça-feira resolvi organizar meus livros, já que tirei o dia de folga para resolver assuntos pendentes. O fato é que, enquanto folheava um dos meus livros, ouvi a famosa abertura do seriado Chaves ( já que estava com a TV ligada enquanto trabalhava), resolvi então por o livro de lado e assistir o episódio como meio de relaxar daquela maçante tarefa.

   Com o andar da história, ri diversas vezes das piadas antigas que todos que assistem o seriado já conhecem, então pensei comigo mesmo; como que um seriado tão simples pode proporcionar a mesma diversão independente da quantidade de vezes que assistimos?

  Uma das coisas que aprendi estudando livros é que o ser humano tem como natureza, amor e medo pelo sinistro, ou em outras palavras o ser humano tem uma atração pelo desconhecido e pelo caos, isso explica o fato de muita gente se interessar por assuntos como apocalipse, guerras, seres mutantes, alienígenas, etc.

  Logo me veio a ideia de começar a ver aquele programa com outro olhar, tentar ver se existe algo sob o véu, e então, com menos de um minuto, obtive uma surpresa que me faria mudar a minha visão a respeito deste inocente programa humorístico!



 O episódio que vi tratava-se do Restaurante de Dona Florinda... Enquanto os personagens faziam suas palhaçadas encontrei uma referência ao Olho de Hórus (vide imagem acima) no cardápio do restaurante. Como eu já tinha posto na cabeça que Chaves não era só um seriado inocente, isto veio como um reforço, e daí comecei a investigar mais profundamente...



 Chaves é a tradução para El Chavo del Ocho, mas com um pouco de pesquisa descobri que a tradução literal seria O Moleque do oito, o verdadeiro nome do personagem nunca foi divulgado, o nome "Chaves" foi somente uma adaptação brasileira a palavra Chavo, Moleque. Outra observação é que ele mora em uma casa que nunca foi vista nos episódios...

Estes elementos já começam a dar um ar mais "estranho" ao programa. Outro fato a levar em consideração é a composição de espaço e de tempo no seriado, como se tudo ocorresse somente naquele ponto da vila sem distinção de tempo, isto é, não existe uma ordem cronológica entre os episódios e isto me fez lembrar uma interpretação do inferno da qual não me recordo o autor, esta interpretação diz, "O inferno seria uma cela pequena onde almas pecadoras são aprisionadas, atormentadas e obrigadas a conviverem juntas pela eternidade". Ora, esta interpretação encaixa perfeitamente no que eu buscava, e com um pouco mais de investigação, pude associar algumas coisas tornando minha pesquisa ainda mais estranha vejamos...

Estes personagens interagem-se completamente inconsciente de sua condição, no espiritismo costuma-se dizer que quando uma pessoa morre, ela não se da conta que isso ocorreu, podemos então dizer que estes personagens na verdade estão mortos e foram para o purgatório (vila) onde serão atormentados, e lá o tempo e o espaço são infinitos, isso é comprovado pelas várias menções do número 8 na série, este número é uma representação antiga do infinito e é usado até hoje para representá-lo (o símbolo é um 8 deitado). Este número é usado, por exemplo, no nome do programa (El Chavo del Ocho).

Os personagens devem ser atormentados e isso ocorre de modo muito sádico (talvez ai esteja a "magia" do seriado), eles buscam saciar a sede infinita provocada pelos seus pecados... Algo realmente diabólico se virmos por certo ângulo:

Seu Madruga sempre está em busca de sossego devido a sua preguiça, porém NUNCA conseguirá o tal, é frustrante morar sozinho com sua filha barulhenta e problemática, e sempre que ela está longe, sua vizinha Florinda invade seu lar e muitas vezes o espanca sem motivo algum, sem contar que sua casa é a primeira a ser visitada pelo dono na vila que o cobra incansavelmente, devemos levar em consideração que para pagar uma dívida temos que ter dinheiro e para isso devemos trabalhar.





Dona Clotilde é sem dúvida a mais vaidosa da vila, sempre de chapéu da cor do vestido e maquiagem, porém é também a mais assustadora e velha lhe garantindo o apelido de Bruxa, sua frustração é tanta, que sua paixão é o Seu Madruga, o mais humilde e velho da vizinhança que sempre a rejeita lançando sobre ela várias ofensas.




O personagem Kiko entra numa espécie de paradoxo, é o menino mais rico da vila, porém o mais invejoso, o brinquedo de seus amigos mesmo sendo inferior sempre lhe parece mais interessante, quando tenta mostrar os seus, estes acabam quebrando levando-o a frustração, isso gera um ciclo vicioso de inveja.


Já a dona Florinda ao ver o professor Girafales, logo fica sexualmente atraída, vemos que todas as vezes que trocam olhares uma valsa soa e tudo no mundo some para eles, seus olhos se enchem de desejos e tão logo, dona Florinda convida-o para entrar... Você não acha que eles querem só tomar um cafezinho não é mesmo? Porém sempre o Kiko os interrompe gritando o nome de sua mãe ou entrando em sua casa, nunca eles conseguem ficar a sós.


O personagem "Chaves" por sua vez é extremamente guloso. Mesmo sendo pobre como
aparenta, sua vontade de comer é maior do que realmente ele necessita. Uma pessoa com tal fome teria animo e energia para brincar, estudar e ser saudável? Seu caso é muito trágico, pois ele sempre assiste seus vizinhos comendo algo e não oferecendo, as vezes estes jogam seus alimentos fora...  O que acontece também é que sempre que ele consegue algum alimento acaba perdendo a comida.



A personagem Chiquinha é pequena e frágil, mas vive gritando e fazendo escândalos, muitas vezes provoca brigas e atritos entre seus amigos e as outras pessoas na vila por puro sadismo. Sempre no final acaba sendo identificada como causadora dos problemas e é punida fisicamente, por ser pequena não consegue se defender e, portanto só lhe resta chorar.




Seu Barriga mesmo com toda sua riqueza material sempre deseja ter mais, isto explica o fato dele ir com uma freqüência absurda a vila cobrar aluguel. Leve em consideração que em vários episódios o Seu Madruga deve exatos 14 meses, isso prova a ganância do dono da vila. O personagem também é de longe o que mais sofre fisicamente, sempre leva pancadas ao entrar na vila, enquanto permanece e quando sai... Muitas vezes suas roupas e pertences são destruídos fazendo com que o dinheiro que recebe nos aluguéis sirva para reparar os danos...



Estes fatos nos fazem aceitar muito bem que os personagens são na verdade almas em um purgatório, pessoas que morreram e que agora estão pagando pelos seus pecados, cada uma com um pecado em particular:

Madruga - Preguiça
Clotilde - Vaidade
Kiko - Inveja
Florinda + Girafales - Luxuria
Chaves - Gula
Chiquinha - Ira
Barriga - Avareza


A ordem das coisas vai se explicando e com certeza tornando-se mais sinistra. Em 1589 o teólogo Peter Binsfeld, no livro “Binsfeld’s Classification of Demons”, estabeleceu que cada um dos sete pecados capitais possui um patrono infernal. Sintoma­tica­mente, Lúcifer, nome pelo qual muitos chamam satanás, gera a vaidade. Os outros são Asmodeu que gera a luxúria, Belzebu a gula, Mammon a ganância, Belphegor a preguiça, Azazel a ira e Leviatã a inveja. Não nos enganemos: eles rondam a vila. Aparecem circunstancialmente, para promover desordem, dor e tentação.

Vimos em nossa comparação que, por exemplo, a Bruxa do 71 sofre com o pecado da vaidade, e ela possui um animal de estimação chamado Satanás que hora é um gato, hora um cão. Oposto ao paradoxo do coelho-pato de Jastrow, Wittgenstein e Thomas Kuhn, que servia ao desenvolvimento da razão, o gato-cão é uma representação do misticismo, o cão em “pessoa”.

Da mesma forma podemos relacionar os personagens secundários a outros demônios Paty como Belzebu, Tia glória como Belphegor, Popis como Azazel, Madruguinha como Leviatã, Nhonho como Mamon e Hector Bonilla como Asmodeu.

Vejam que estes demônios quando aparecem, trazem tormentas as respectivas almas que são associadas. Devem-se observar os detalhes, por exemplo, o episódio que aparece o cãozinho Madruguinha, seu dono Kiko, resolve lhe dar um banho, isso acaba molhando a vila toda, isto pode ser claramente associado a leviatã, que é um demônio aquático, da mesma forma que Hector Bonilla seria uma excelente representação de Asmodeu, que por sua definição é de uma criatura com três cabeças, uma de homem com hálito de fogo, uma de touro e uma de carneiro, símbolos de virilidade e fertilidade, seu poder é tão imenso, que é considerado a Arma de Lúcifer para derrotar o Messias. Ao aparecer causa muita discórdia na vila toda, principalmente entre Florinda e Girafales.

Você pode comprovar a veracidades destas comparações observando mais atentamente os episódios da série.

Outro personagem que deve ser considerado é o velho carteiro Jaiminho, este é talvez o único capaz de viajar entre os mundos, Paraíso, material e Inferno, e como prova disso ele sempre cita que vem de uma terra muito bonita e distante, desconhecida por todos chamada Tangamandápio, uma clara referencia ao paraíso, ele cita sua cidade como sendo tranquila bonita e grande, mas que esta não se encontra no mapa. Em suas raras visitas às vezes traz cartas de parentes distantes que estão vindo visitar/morar (como no caso da dona Neves), provavelmente são pessoas na terra a beira da morte que estão destinadas ao purgatório.

Ao conceber a ideia de purgatório no Chaves, um frio na espinha veio junto do pensamento de que provavelmente eu não estaria somente vendo aquelas cenas sádicas, mas também participando delas. Há muito tempo assisto estes episódios e mesmo sendo repetidos sinto como se estivesse vendo-os pela primeira vez, não tenho vontade de mudar de canal, pois sempre me surpreendo com as mesmas piadas, isto me passa a sensação de tempo infinito, e é análogo ao seriado. Algo muito sinistro pode está acontecendo por traz de toda inocência. Como acontece muitas vezes em música, referências satânicas em letras ingênuas também podem está ocorrendo neste seriado, podemos não estar somente assistindo, mas ao mesmo tempo participando deste teatro cruel. Pode ser que a sensação de ver os episódios de Chaves seja a mesma sempre porque você é literalmente tele portado para o inferno (não seu corpo, mas sua mente). Ainda tenho muito que estudar sobre o assunto, mas a cada vez que procuro mais referências encontro mais motivos para não assistir mais o programa... 

Façam suas próprias pesquisas e comprovem por vocês mesmo a natureza desta série macabra.


ESCRITO/ENVIADO POR: Luiz Carlos Medeiros



23/03/2013

O ritual da estática


Quando eu ajudei meu amigo a se mudar da sua casa antiga, encontrei um pedaço amassado de papel. Quando abri, ele era todo cheio de desenhos estranhos e letras amassadas ilegíveis. Pareciam ser instruções. A primeira imagem que consegui ver nitidamente foi de uma velha televisão. Uma daquelas bem velhas com antenas grandes. Ao lado da TV havia uma pessoa, e de cada lado do corpo havia uma marca atrás. Também notei que havia essas mesmas marcas ao lado da TV, o que implicava que as marcas estavam designando o comprimento, para que esse processo, a pessoa deveria “caber” dentro da televisão. Antes de eu continuar olhando o papel, mostrei para meu amigo. Ele fez a mesma expressão que dúvida e confusão que eu fiz quando olhou o papel, e disse que havia retirado uma TV similar a do desenho de um dos quartos de cima da casa antiga e estava trazendo para a nova. “Deve ser algo que as crianças desenharam a um longo tempo atrás” e “longo tempo atrás”, quer dizer algo por volta de 1935. Era uma casa cara, e a família bem rica, uma das primeiras a ter uma televisão. Perguntei a ele se poderia ficar com o papel, e ele realmente não se importou com isso. Pensei em tentar fazer uma versão mais compreensível e reproduzir o procedimento.



Normalmente eu não consideraria uma atividade tão suspeita, mas o ritual parecia levar ao autoconhecimento e eu poderia me utilizar de algumas técnicas de relaxamento mental. Decidi digitar as instruções para que ficassem mais fáceis de entender. Após mais ou menos de uma hora de interpretação, concluí as seguintes instruções:


Requerimentos:

1.     Você deve ter uma televisão que seja de seu tamanho ou maior que a largura de seu corpo.
2.     Você deve ter uma banheira e vela.
3.     Sua televisão deve ser audível mesmo do banheiro.
4.     Você vai precisar de algum modo de saber as horas, deixe um celular ou um relógio no banheiro.

Passos:

1.     A meia-noite coloque velas no banheiro e as acenda. Encha a banheira com água. Todas as luzes da casa devem estar apagadas antes que você prossiga para o próximo passo.
2.     Ligue a televisão. Mude o canal até encontrar um que seja só estática. O som deve provir da própria televisão, e não de caixas de som/estéreos conectadas a ela. Sente-se de frente para a televisão e diga seu nome. Nada mais.
3.     Entre na banheira e simplesmente relaxe. Ouça o som da estática vindo da TV. Fique confortável e aguarde até uma hora da manhã. Então ligue a torneira da banheira. Você precisará sair e desligar a TV. Precisará então voltar ao banheiro e desligar a água. Se a banheira transbordar, bem, você terá uma bagunça para limpar e o ritual acaba para você. Seja rápido, mas não corra. A torneira ligada é para gerar ruído mesmo quando a TV for desligada. Volte para a banheira e deixe a água ser drenada (entrar no ralo). Quando estiver vazia, saia da banheira (e então pode colocar suas roupas de volta, eu suponho).
4.     Apague todas as velas, e lentamente direcione-se até a televisão que você desligou. Tenha certeza que deixou seu celular ou relógio no banheiro. Enquanto se aproxima, chame seu próprio nome, como se estivesse tentando encontrar alguém. Ao chegar à televisão, ponha as mãos sobre a tela e posteriormente a testa.
5.       Fale sobre si mesmo (no papel havia desenhado um balão de palavras ao lado da pessoa com uma pessoa dentro do balão, então essa foi a minha interpretação).
6.     Agora, você deve confiar no seu próprio senso de tempo. Se você acredita que são três da manhã ou mais tarde, retorne ao banheiro. Ligue a luz.

No último quadrinho do papel aparece a figura de duas pessoas após a luz ser ligada, uma delas sendo normal e a outra com o corpo feito de estática.


Este ritual é de caráter meditativo e não estou ciente de possíveis riscos. Faça-o por livre e espontânea vontade.

A equipe Creepypasta Brasil não aconselha a fazer  quaisquer coisas relatadas no blog, e NÃO se responsabilizará por o que venha acontecer se você tentar.


22/03/2013

Rudolph Fentz: O viajante do tempo


A misteriosa história de Rudolph Fentz começa no início de junho de 1950. O relógio marcava aproximadamente às 23:15, quando um homem, andando de forma estranha, vestido em roupas muito antiquadas para a época, foi visto por populares em plena Times Square, na cidade de Nova Iorque – EUA.

Ele usava roupas antigas e parecia atordoado.
O homem vagou a esmo, não respeitando as faixas nem os sinais de trânsito. Seu jeito de andar pelo meio da rua movimentadíssima (era a hora de saída de muitos espetáculos e cinemas) de Nova York rapidamente atraiu a atenção das pessoas para ele.

O sujeito parecia muito assustado com a movimentação intensa dos automóveis que passavam tirando fino dele. O brilho intenso dos faróis dos carros o cegavam e as pessoas que testemunharam a cena, relataram que ele parecia estar em pânico.

Atordoado e desnorteado com as luzes, a intensa movimentação, os carros que passavam se cruzando pela Times Square,  o homem subitamente acabou atropelado por um dos carros, vindo a falecer rapidamente em meio a uma poça de sangue no asfalto.

Algum tempo depois, na ocasião em que a Polícia examinou seu corpo nas dependências do Instituto Médico Legal de Nova York, encontrou junto a ele alguns itens curiosos:


  • Uma moeda antiga. Posteriormente, um numismata informou que se tratava de uma moeda do Século XIX,  já fora de circulação.
  • Uma carta com carimbo postal datada de Junho de 1876
  • Algumas antigas cédulas de dinheiro datadas do mesmo ano, totalizando U$ 70,00
  • Havia também um vale para compra de cerveja no valor de 5 centavos, com o nome de um bar, o qual era desconhecido, mesmo para os moradores mais antigos da área;
  • Um projeto de lei para o atendimento de um cavalo e da lavagem de uma carruagem, com endereço de um estábulo situado na Avenida Lexington. A tal avenida não estava listada em qualquer livro de endereços da época;
  • Cartões de visita com o nome de Rudolph Fentz e um endereço na Quinta Avenida;
  • Uma carta para este mesmo endereço, remetida da Filadélfia, com data de Junho de 1876.

O curioso é que nenhum desses objetos mostrava quaisquer sinais de envelhecimento. Inicialmente, as suspeitas eram de que o homem estava vestido com a roupa de alguma peça de época, mas os ítens pareciam tão integrados ao conjunto, que os homens da polícia ficaram sem entender. Especularam que talvez fosse um colecionador de antiguidades ou curador de museu. Mas isso não explicava as roupas usadas por ele. Onde até a roupa de baixo era antiga.

Ao verificarem o nome do cartão de visitas (que indicava Rudolph Fentz), não encontraram nos arquivos oficiais nenhum registro com aquele nome, nem quaisquer informações que citassem o nome de Rudolph Fentz. A polícia colheu as digitais do corpo, que não foram localizadas na base de dados da corporação.

O homem parecia ter surgido do nada. Nenhuma informação sobre aquele misterioso homem foi encontrada.

Como as autoridades não conseguiam obter uma identificação e nem tão pouco foi possível localizar algum parente do falecido, inciaram outro tipo de investigação, partindo do endereço da carta, a única pista factível presente no corpo. Após incursões diversas, e entrevistas com antigos moradores de Nova York, as autoridades chegaram até uma mulher, que supostamente seria a viúva do Rudolph Fentz.

Os policiais rapidamente se dirigiram para a residência da Senhora Fentz para informar a morte do marido dela.

Mas a viúva quando interrogada sobre o misterioso homem que fora atropelado, disse que não poderia ser ela, já que ela era viúva de outro Rudolph Fentz. Um homem chamado Rudolph Fentz Júnior.

Ela declarou que o pai do seu marido, um homem chamado Rudolph Fentz, desaparecera sem deixar qualquer traço exatamente no ano de 1876! Atônitos os detetives contemplaram com surpresa que poderiam estar diante do pai desaparecido de Rudolph Fentz Júnior.

Vasculhando ainda mais profundamente o caso , comprovou-se que o endereço encontrado em no cartão comercial junto ao corpo do misterioso homem atropelado era o mesmo onde residia o desaparecido Rudolph Fentz no longínquo ano de 1876!

O homem que  desapareceu em 1876 surgiu misteriosamente 74 anos depois, na Time Square, no ano de 1950.

O caso deixou uma série de perguntas no ar e vem intrigando cientistas, físicos e filósofos. O que teria ocorrido com Rudolph Fentz? Teria ele entrado em um Portal Interdimensional, o que o fez ser transportado no tempo e no espaço até Time Square no ano de 1950? Qual outra explicação fantástica haveria para esse bizarro desaparecimento e surpreendentemente trágico reencontro?




21/03/2013

Estrelas

Oi gente, Divina aqui.
Vocês sabem que logo vão voltar as creepypastas dos fãs né?
Bem, essa creepy não é bem dos fãs, mas... fui eu que escrevi. Hahaha, Creepypasta dos Admins :P
Espero que gostem.

-
Sou cinco anos mais velho que meu irmão Bill, que tem 13. Infelizmente, nós ainda temos que dividir um quarto, pois só temos três quartos em casa: um para meus pais, uma para nossa irmã do meio (16 anos), e esse outro que nosso. Como todos irmãos, temos nossas desavenças, mas na maior parte do tempo Bill é bem maduro e nos damos bem.

Há alguns meses Bill se tornou fascinado pelo céu, especialmente em relação astronômica. Então de natal ele pediu para meu pai uma luneta profissional, onde poderia ficar observando e estudando (palavras dele) durante o dia e a noite. Infelizmente meu pai não teve dinheiro para comprar a luneta no natal, mas economizando até março (quando foi o aniversário de 13 anos de Bill), ele finalmente deu o tão esperado presente para meu irmão.

Quando não estava na aula, almoçando ou fazendo qualquer outra atividade diária, ele estava pendurada naquela luneta, mexendo-a de um lado pro outro para examinar o céu. Eu achava meio idiota, porque eu nunca tive realmente um interesse muito grande sobre aquilo. Enquanto eu ficava no computador jogando, ou fazendo algum trabalho da faculdade, Bill ficava olhando pela luneta na janela do nosso quarto, falando sobre as constelações, galáxias, e pesquisando em um livro de astronomia que eu tinha trazido da faculdade a pedido dele.

Mas em um sábado, a coisa ficou meio estranha. Ele tinha almoçado, jogando um pouco no vídeo game da sala, e feitos suas tarefas escolares; tudo isso com a desculpa de se distrair até que o céu escurecesse o suficiente para analisar as estrelas. Lá pelas sete da noite, eu entrei no quarto, indo em direção ao computador, e o vi sentado no banquinho habitual que ficava perto da luneta. Mas havia algo estranho: Bill não mexia nem um centímetro de seu corpo ou da luneta, como fazia de costume. Eu resolvi não perturba-lo, e fui mexer no meu computador. Lá pelas onze da noite, eu desliguei o PC e deitei na minha cama. Olhei para Bill e ele ainda estava na mesma posição.

- Bill, já é tarde pra caramba, você não vai dormir?

- Uhum, já vou.

Me virei pro lado e dormi. No dia seguinte, fomos tomar café da manhã lá pelas dez da manhã, e como estava curioso a respeito do que ele tinha achado de tão interessante no céu que não movia nem um centímetro de seu corpo por horas seguidas. A resposta que ele me deu, definitivamente não era o que eu estava esperando.

- Ahn... - ele deu uma pausa, e cerrou os olhos por um momento. Achei graça, porque ele não é do tipo de criança que fica embaraçada ou é tímido a respeito do que fala. - Você vai me achar meio idiota, ou talvez até louco pelo o que vou falar, mas juro que é verdade.

- Me teste - Falei, incentivando. Eu estava esperando algo sobre Ovnis, Ets, ou algum planeta novo, mas não era na disso. Ele se aproximou de mim, e falou bem baixinho.

- Eu achei estrelas que gritam.
Dei uma gargalhada alta, não pude conter.

-Não fode! - eu disse, num impulso. Eu geralmente não falo palavrão dentro de casa.

-Eu juro, mano. Juro de pé junto que é verdade. Eu posso te provar, eu não movi a luneta desde ontem a noite, então quando ficar mais escuro eu vou te mostrar.

- Tô pagando pra ver.

Esperamos o dia de domingo passar, e eu não posso negar que eu estava um tanto curioso e ansioso a respeito do que eu veria, e estava duvidando muito que ouviria alguma coisa. Mas tudo bem, eu esperei o anoitecer. Lá pelas seis e meia Bill gritou meu nome no andar de cima, e eu fui até ele. Ele me esperava com um sorriso na cara, e com certas olheiras no rosto. "Ele deve ter ficado a madrugada toda vendo isso" pensei.

- Senta aí - Ele falou, apontando para o banco - mas não move a luneta, se não já era.

Me sentei no banquinho e lentamente coloquei meu olho no lugar certo. Fiz tudo lentamente, porque mesmo que fosse uma viagem do meu irmão, eu gostava dele o suficiente para não estragar isso. Comecei a 
observar o céu. Na luneta eu via um grupo de estrelas, exatamente sete, espalhadas sem uma ordem correta e as mesmas brilhavam lindamente. Mas nada mais que isso.

- Não tô ouvindo nada, Bill.

- Shhh! - Ele fez - Espera mais alguns segundos.

De inicio eu não ouvi nada, mas com o tempo a coisa foi ficando mais sinistra. Um som baixo preencheu meus ouvidos, como um sussurro, em tom de lamurias atordoadas. Engoli a seco e não tirei meus olhos da luneta, eu não entendi (e ainda não entendo) porra nenhuma do que estava acontecendo. Depois de alguns minutos o que antes eram vozes baixas se transformaram em gritos agudos e realmente perturbadores. Eu não sei quanto tempo eu fiquei olhando aquilo, mas ao mesmo tempo que pareciam décadas, também parecia que eu não tinha ficado por mais de dez segundos na luneta. Eu estava meio que relutando contra meu próprio corpo, meu consciente, mas consegui parar de olhar. No momento que tirei o olho da luneta, os gritos se calaram.

- Acredita em mim agora?

Ouvi essa frase do meu irmão, enquanto ele se sentava no banquinho agora. Eu não faço ideia o que diabos 
aconteceu naquele momento, naquele tempo-espaço que não parece (e talvez nem seja) real. Coisa da minha cabeça? Imaginação? Não sei... só sei que nunca mais olhei para as estrelas da mesma forma.




20/03/2013

Nunca Vire as Costas Para Mim

Eu vivo em um apartamento em uma cidade moderadamente grande. Moro no último andar de um prédio de 5 andares, e meu apartamento é um dormitório com uma enorme sala de estar com grandes janelas em direção a rua e ao prédio do outro lado. Aquele prédio tem um pequeno estacionamento na frente, por isso ele não muito próximo a minha janela (o que é bom, já que eu gosto de ter minha privacidade).

Sendo uma coruja da noite, gosto muito de ficar acordado até tarde da madrugada com meu notebook. Às vezes, eu espreito pela janela do prédio em frente, à procura de janelas iluminadas, perguntando se alguém por lá também era tão coruja quanto eu. No entanto, ontem à noite, eu queria não ter feito isso.

Tenho o costume de me sentar com meu notebook em frente as janelas. Ao longo das ultimas noites que passaram, eu conseguia enxergar pelo canto de meu olho uma janela escassamente iluminada no prédio do outro lado, e dentro dela, algum tipo de movimentação constante. Ontem à noite, minha curiosidade ultrapassou meu bom-senso, então desliguei meu notebook e fui direto a janela para conferir o que se passava lá. Certamente, eu pude ver alguém acenando para mim, mas apenas isso. A janela estava mal iluminado, mas eu podia definitivamente ver algum movimento. Pensei sobre isso por um segundo, e então fui buscar um par de binóculos. Depois de uma pequena procura, encontrei um par e voltei para a janela para dar uma olhada melhor na misteriosa janela.

Ao localizar a janela, pude dar uma melhor olhada no que se passava por lá. Parecia ser uma pessoa, iluminada por uma vela. Eu não consegui ver o rosto da pessoa, mas vi que ele estava acenando. Para mim, aparentemente, porque depois que eu consegui olhar pra ele com meus binóculos, ele parou de acenar por um segundo e, em seguida, apontou para mim. Eu senti um calafrio descer a minha espinha.

Isso foi muito assustador.

Ele apontou para mim, e então, fez um movimento circular com o dedo. Ele continuou fazendo durante um tempo, até que eu percebi que ele estava sinalizando porque queria que eu me virasse. Reagindo por instinto, eu rapidamente me virei como se estivesse esperando por instinto que algo pulasse pra cima de mim. Não havia nada além da escuridão, obviamente, então eu apenas ri para mim mesmo e voltei para a janela com meus binóculos em mãos, apenas para encontra-la vazia, exceto pela vela se apagando lentamente.

Nisso, eu pulei pra trás e deixei cair os binóculos no chão, o barulho do impacto fazendo com que eu me assustasse ainda mais. "Mas... que... porra...?", pensei, mas logo em seguida, voltei aos meus sentidos e fui de volta para o notebook. Coloquei uma música para me acalmar e naveguei um pouco mais na internet, até que olhei para a hora e vi que já eram quase 4:30 da manhã, e então meu sono começou a vir. Então coloquei meu notebook em cima da cama, e caminhei através de um pequeno corredor que levava direto para o meu banheiro. Eu não havia deixado nenhuma luz ligada, mas quando me aproximei do banheiro, notei uma luz piscando do vão debaixo da porta. Meu corpo congelou. Mesmo que eu tivesse deixado a luz do banheiro ligada, uma lâmpada não produzia aquele tipo de iluminação.

Então caminhei lentamente até a porta, respirei fundo e levemente empurrei a porta. Quando entrei, para meu horror, eu encontrei uma vela deixada em cima da pia, revelando uma mensagem rabiscada no espelho: "NUNCA VIRE AS COSTAS PARA MIM".



Ambuplay - Jogos Amaldiçoados: The Theater (Bizarro)

Fala ai, amantes do terror! Venho aqui com mais um vídeo do Titio Ambu pra vocês, e desta vez, ele se aventura no jogo "The Theater", um jogo baseado em uma Creepypasta (que, inclusive, traduziremos e tratemos aqui no canal em breve). Esse jogo é bizarro ao extremo, já que eles ativa funções e reações em seu computador que eu, sinceramente, não fazia idéia de que era possível, como abrir a bandeja de disco e reiniciar o próprio computador, por exemplo (TENSO!). Confiram:



19/03/2013

Super Mario Galaxy 2: Beyond Hell Valley

Super Mario Galaxy 2, jogo divertido, não acha? É claro que ele é um dos jogos mais conhecidos do Nintendo Wii, e contem o famoso selo da Nintendo: "Disponível para Todas as Idades." Caso você já tenha zerado alguma vez, se lembra da fase "Shiverburn Galaxy ', uma fase aparentemente normal? Você já tentou olhar para cima e para a esquerda? Claro que não, esse não é o tipo de coisa que alguém costuma fazer quando está se esforçando para terminar a fase e obter uma estrela. Mas confie em mim, apenas experimente fazer isso... Você verá algo... estranho.

Um trio de criaturas misteriosas, olhando diretamente pra você...




Independentemente, onde quer que você esteja na fase, não importa qual local que você escolher, toda vez que você olhar para cima e para a esquerda, eles sempre estarão lá... Observando. Examinando os arquivos do jogo, descobri que o nome das texturas dos personagens dentro do jogo é “HellValleySkyTrees (ArvoresdoValedoInferno) ", embora eles claramente não possam ser encontrados em nenhum outro local do jogo (também não conseguimos nos aproximas deles, nem mesmo por meio de hack do jogo).

Após procurar um pouco mais fundo, também descobri que toda a textura do céu e da montanha (o lugar onde eles habitam) se chama “BeyondHellValley (AtravésdoValedoInferno)”. Analisando um pouco mais a fundo, o nome dos arquivos, a aparência das criaturas, aqueles sinistros olhares diretamente pra você... Será que Mario está preso em uma espécie de inferno? Constantemente resgatando a mesma princesa capturada repetidamente? Será que estas criaturas são alguma espécie de demônio, só observando enquanto Mario repete a mesma tarefa purgatorial eternamente? Será que eles sempre estiveram lá desde o começo de sua jornada para salvar o “Reino dos Cogumelos”? Talvez aguardando algo acontecer?

Algumas pessoas acreditam que eles sejam criaturas da cultura japonesa chamados de “Kodama”, que são espiritos que residem em "árvores" (HellValleySkyTREES, ÁRVORESVoadorasdoValedoInferno), e que tem aparência muito similar aos Kodama's. Por outro lado, outras pessoas acreditam que essa seja apenas uma textura deletada inserida no jogo pelos programadores por acidente.


Porém, algo muito parecido acontece no jogo Super Mario 3D, para o portátil 3DS. Se você esperar 30 segundos no final da Fase 4 do Mundo 4 (a primeira fase de fantasmas do jogo), uma figura fantasmagórica irá aparecer em um canto, e rapidamente desaparecer logo em seguida. Está é a única vez que este espírito aparece no jogo inteiro.


A Nintendo nunca se pronunciou sobre o caso, e o verdadeiro motivo por trás disso tudo permanece um mistério.



18/03/2013

Campanha de Incentivo à Leitura

Olá, meus queridos Creepers!

Fomos indicados recentemente pelos blogs Creepy World e Doce Psicose para participarmos de uma campanha muito legal, chamada: "Campanha de Incentivo a Leitura". Como todos nós somos apaixonados por leitura, tradução e interpretação de textos, não podíamos deixar de aderir a ela!

Bom, as regras da campanha são as seguintes:

- A campanha consiste em indicar alguns livros para a leitura. Não tem minimo nem máximo, indicando já está valendo!

- Os participantes devem indicar 10 blogs para aderir a campanha, e esse indicados, devem ser avisados de que foram indicados!

- Um blog só pode (na verdade deve) por o selo "Campanha de Incentivo a Leitura" em seu blog, se for indicado por outro à participar da campanha!

Como nos dividimos em três colaboradores no total, decidimos fazer o seguinte: Cada colaborador indica três livros, e dá uma breve motivo do porque da indicação de cada livro. Serão 12 livros no total para que você possa ter varias escolhas de ótimas leituras para relaxar e curtir histórias maravilhosas. Bom, dito isso, vamos agora aos livros:

Gabriel Azevedo dos Santos

HUNGER GAMES (JOGOS VORAZES)
SUZANNE COLLINS
Recentemente adaptado para os cinemas, esse livro conta a história de Katniss Everdeen, uma jovem garota de 16 anos que é obrigada a participar dos Jogos Vorazes, uma espécie de espetáculo apresentado pela Capital , cuja atração principal são as maneiras de sobrevivência, o desespero e a morte dos participantes. Além de ter uma história que te prende do começo ao fim e faz com que você se apegue a cada um dos personagens, ele consegue atingir um nível emocional do leitor desde as 10 primeiras páginas. Esse é o primeiro de uma saga de três livros (que, inclusive, estou super ansioso para ler também).


MACAPACARANA
GISELDA LAPORTA NICOLELIS
Clássico da literatura brasileira, este livro conta a história de um garoto de cidade que é obrigado a se mudar para o interior de Macapá junto com sua mãe, para cuidar de seu pai doente. Lá, ele aprende a conviver em um ambiente muito diferente do que está acostumado, e eventualmente, aprende a ser um homem de coragem e responsabilidade. História impecável e impossível de não se identificar!


MISERY (LOUCA OBSESSÃO)
STEPHEN KING
É obvio que o mestre não poderia ficar de fora dessa lista. Lançado em 1987 e adaptado aos cinemas em 1990, este livro de terror-psicológico conta a história de um escritor famoso que, após um acidente, é acolhido por uma mulher que diz ser "sua maior fã". Porém, aos poucos, ele descobre a verdadeira natureza psicopata da mulher , que o tortura para que ele faça tudo que ela quiser. Apesar do livro ser muito mais pesado e "hardcore" do que o filme (o que pra mim, é uma enorme qualidade), ambos são espetaculares, que irão mexer com seu psicológico do começo ao fim!


Alexsandro Gonçalves Silva

HARRY POTTER (A SAGA COMPLETA)
J. K. ROWLING
Acredito que esse livro nem precisa de introdução! Todas as pessoas sabem quem é Harry Potter, o menino-que-sobreviveu, o garoto que aos 11 anos de idade, descobre ser um bruxo famoso, e então sai da casa de seus tios abusivos para estudar na maior escola de magia e bruxaria do mundo: Hogwarts! São 7 livros (juntamente com 8 filmes, considerando que o ultimo livro fora dividido em 2 filmes) de pura aventura, magia, mistério e fortes emoções. Vale a pena ler e reler toda a saga, você irá se apaixonar desde o primeiro livro!


AS AVENTURAS DE SHERLOCK HOLMES
ARTHUR CONAN DOYLE
Pra quem ainda não sabe, Sherlock Holmes é um personagem fictício. Ele é o melhor detetive do mundo, que consegue observar detalhes e ligações que passam imperceptíveis por todas as outras pessoas . Este livro é um conjunto de varias de suas histórias, contando de seu ponto de vista suas estratégias para conseguir desvendar crimes aparentemente impossíveis de serem desvendados. É muito divertido ver como o personagem principal chega as suas conclusões bizarras, e eventualmente, acaba surpreendendo até mesmo o leitor ao descobrir que suas teorias acabavam dando certo no final. Ótima leitura!


ADEUS, CHINA
LI CUNXIN
Baseado em uma história real, este livro conta a história de Li Cunxin (o próprio escritor do livro), que por um reviravolta do destino, sai de sua pequena cidade de Qingdao (China), para conquistar o mundo com sua dança, e acaba por se tornar um dos nomes mais conhecidos da dança mundial. Acompanhar o crescimento do garoto e como ele se tornou este famoso dançarino é uma experiencia unica. Você também aprende muito sobre a cultura chinesa, incluindo folclores e tradições. Leitura imperdível pra quem é apaixonado por histórias envolventes e culturas ocidentais!


Francis "Divina" Lopes

ABZURDAH
CIELO LATINI
Uma auto-biografia de Cielo Latini, onde ela conta a transição da infância para a adolescência onde se apaixonou por um homem mais velho que conheceu pela internet. Ainda, trata sobre seus problemas psicológico e distúrbios alimentares que sofre por todo o processo.


ANJOS DO SAGRADO CORAÇÃO
COLLEN CURRAN
Astrid, Juli e Thisbe têm 15 anos e estudam no último colégio só de garotas de Milwaukee. Em meio às freiras, colegas nerds, festas e garotos mais ou menos interessantes, elas vivem em uma montanha-russa, 24 horas por dia, 7 dias por semana. A emoção é a única recompensa que essas garotas procuram, com suas botas militares e suas saias curtas sobre as meias arrastão. Sexo, para elas, é como dançar. Elas são jovens e estão em busca de glória.


LUCAS
KEVIN BROOKS
Num dia de verão, Caitlin vê Lucas, um jovem como outro qualquer, mas que a intriga e transforma algo dentro dela – curiosidade e medo se misturam e sentimentos, até então desconhecidos, despertam numa avalanche. Lucas tem uma personalidade forte e, ao mesmo tempo, serena, que incomoda e provoca o povo da ilha de Hale, que faz de tudo para livrar-se dele. Caitlin quer entender o porquê dessa repulsa e, embora não possa interrompê-la, decide não fazer parte daquilo e seguir seu coração.


Pedro Vitor Oliveira

MOBY DICK
HERMAN MELVILLE
Do mestre Melville, a obra mostra a luta do homem contra a natureza mas, longe de ser uma analogia com o naturalismo, fala, na verdade, sobre a lutra do ser humano com seus remorsos e agonias, suas certezas e incertezas, uma obra que, se lida de alma entregue, muda sua vida para sempre, um mergulho profundo na alma e de volta para revelar muitas coisas que talvez e provavelmente você não soubesse sobre si mesmo.


VIDAS SECAS
GRACILIANO RAMOS
Obra nacional de cunho nordestino lidando das mais duras dificuldades enfrentadas pelos retirantes, tratados de uma forma antropologicamente incorreta, falando das pessoas como coisas e as vezes como animais, culminando em pontos onde se questiona até onde vai a dignidade e até onde se pode resistir, o limite entre viver e sobreviver. Puro ouro nacional.


THE TOMMYKNOCKERS (OS ESTRANHOS)
STEPHEN KING
Stephen King em sua melhor forma: Ficção Científica.
Uma novela, sem muitos aprofundamentos psicológicos, mas que tem muitíssima, mas muitíssima coisa mesmo a acrescentar ao seu potencial como escritor.

E como combinado, indicamos os seguintes blogs a aderirem a campanha:


Por ultimo, gostaríamos de agradecer profundamente as pessoas que tiveram a ideia dessa maravilhosa campanha. Ótima iniciativa, amigo! :)

Abração & Keep Creepying!
\\Equipe CPBr//