29/04/2013

Creeper da Semana: Carolina Haddad (Nick Hina)



Idade: 18 anos

Estado: São Paulo.

Como Conheceu o Blog/Por que gosta de Creepypastas: Conheci o blog através do Minilua. Eu adoro Creepypastas porque desde pequena, meu pai conta historias de terror pra mim, desde pequena eu acho interessante o mundo paranormal; espíritos, contos de terror, post-mortem. Tirando isso, sou bem normalzinha xD Faço cosplay, e AMO ler!

(Creeper de Semana - 29/04/2013 à 05/05/2013)

Quer se tornar o próximo Creeper da Semana? Clique aqui e saiba como!


Creepypasta dos Fãs: O que você deixaria?


Hoje esse pensamento pairou na minha cabeça, já deve ter passado na de muitos mas foi além de um pensamento do tipo grão de areia, que a menor brisa de um novo pensamento tende a o levar embora, não, esse me envolveu por horas.


Você já pensou no que você deixaria se morresse agora? O que seus familiares falariam? Bem eu vou deduzir que a maioria diria “Ele era uma ótima pessoa”

Ridículo, você  não é uma ótima pessoa... Então vamos lá, arrogante, burro, idiota, ingênuo, estúpido, ignorante, mimado, ganancioso... Isso são só alguns adjetivos, quantos se encaixam a você? Acredito que pelo menos uns três não te sirvam e então, você é uma ótima pessoa? Não exatamente, mas calma alguns também diriam “Tão jovem e cheio de potencial”, pois me faça rir! Jovem e cheio de potencial? Todo jovem é, nesse exato momento nas paraolimpíadas de Londres pessoas que tiveram todas as portas fechadas estão desenvolvendo seu potencial, escrevendo seus nomes na história, todo jovem tem potencial e o quão ridículo é isso afinal, você vai usar seu potencial?

Quais são seus sonhos? Posso novamente deduzir que talvez seja algo do gênero: quero ter um bom emprego e formar uma família, poder viajar duas vezes ao ano e comprar as modernidades que me convém. Parabéns campeão, você vai viver, morrer e sua existência não vai ser sentida, não vai ter impacto, você não viveu, você apenas existiu.

Isso me da um pouco de pena, mas agora abra seus olhos, olhe para o mundo ao seu redor você quer ser feliz? Lamento mas ninguém nunca foi, felicidade é um estar não um ser, você pode estar feliz, mas nunca vai SER feliz.

Viva sua vida em prol de algo maior, abra hoje sua mente, foque estudo no seu campo favorito, ou se desenvolva no seu melhor esporte e faça que os seus momentos de orgulho, e seus momentos felizes sejam relembrados todos os dias por pessoas ao redor do mundo.

Escreva seu nome na história e não apenas em uma lápide.

Porque talvez ele esteja escrito na segunda opção amanhã.


Escrito/Enviado por: Léo


Creepypasta dos Fãs: O cara da Piscina


Um limpador de piscina chamado Richie lê uma manchete, "Homicidio sem sentido na Cidade, Assassino ainda a solta". Quando ele olha para frente um homem em um terno diz a ele para "acordar" e, em seguida, atira no seu peito. Ele cai no chão e acorda na cama como se fosse tudo um sonho, diz que foi um sonho muito intenso e tira a camisa.

Seu amigo, Lenny, aponta e diz a ele que ele tem uma ferida no peito, exatamente onde ele foi baleado em seu sonho. Ele vai ao médico para saber sobre seu ferimento e fala sobre o sonho que teve, a médica pergunta se ele conhecia o cara que atirou nele, e diz que ele deve consultar um psiquiatra.
A médica vai chamar um colega dela. Enquanto ela está longe, Richie olha para o seu prontuário médico. Ele vê "Problemas de Conduta de Raiva". Quando o médico volta, ela traz o mesmo homem que atirou em Richie antes.  Mais uma vez o homem diz Richie para acordar e atira. Quando ele acorda, Richie tem outra ferida no lugar onde ele foi baleado pela última vez, mas a do sonho anterior não está mais lá, e ele fica apavorado.

Ele vai trabalhar e começa a limpar uma piscina. Uma mulher sai da casa, vestida apenas com um biquini, e vem até ele. Esta mulher é a esposa do dono da casa. Ele pega os dois se beijando. Richie reconhece-o como o cara que atira nele em seus sonhos, desta vez ele não levou um tiro somente uma surra,ele levanta-se com dificuldades. Então Richie acorda em um laboratório, não há ninguém no local, então um homem aparece e pede para retornar a mesa de diagnósticos, Richie pergunta onde ele está e que lugar é aquele.
O médico diz que ele está na VirtuaCorp e que é parte de uma terapia nova de estudo do sonho para que ele não tenha mais pesadelos. De novo o homem com a arma chega e diz "ACORDE". Richie leva mais uma tiro e acorda. Desta vez ele não tem nenhuma cicatriz.

Lenny chega e dá a ele uma carta da VirtuaCorp com uma dívida de US$12.341.62 no valor da terapia. Ele vai para VirtuaCorp e diz que ele não autorizou qualquer sessão de terapia do sonho. Richie fica esperando por duas horas para ser atendido e se irrita com a secretária.

Ela diz que é para os clientes ligarem marcando, mas Richie responde que não é um cliente. Então ela diz que vai encontrar alguém que possa ajudá-lo com seu problema.

Quando ela sai, ele  vai até uma porta, onde ele entra, que leva a escada, que leva para sala que ele tinha acordado mais cedo. Ele olha para todas as telas dos computador que tem na sala de pesquisa e vê os lugares que ele tinha ido em seus sonhos.

Ele assiste a uma reportagem onde um homem que é morto por um limpador de piscina, o mesmo homem que foi matá-lo em todos os seus sonhos. A repórter diz que o limpador de piscina discutiu com o homem e depois supostamente invadiu a casa e atirou nele, e que prendeu o suspeito.
Richie se vê no noticiário sendo colocado em um carro policial.

Um alarme de violação de segurança começa a piscar e Richie começa a fugir do prédio.  Ele deixa suas chaves caírem no caminho, então ele desesperadamente pegou rápido suas chaves e foi em direção ou seu carro. Quando foi ligar o carro ele não pegou, então Richie olha para frente e vê o homem novamente.
O homem diz "ACORDE" e atira em Richie. Ele acorda em sua cama de novo e começa a gritar "ISSO NÃO TEM FIM, ISSO NÃO TEM FIM" e Lenny mostra para ele o jornal onde diz a manchete sobre o assassinato e pergunta se ele o matou. Richie começa a se estapear no rosto com intuito de acordar mas não funciona,Lenny diz a ele que os policiais estão em sua sala de estar, porque eles suspeitam que ele matou o homem.

Os policiais invadem o apartamento, e O policial que tem uma arma apontada para ele é o mesmo homem novamente.  Richie implora e pede desculpas por ter matado ele, e diz que não sabia o que aconteceu mas o homem atira novamente, dizendo "ACORDE". Desta vez, Richie não acorda mas está de volta a VirtuaCorp, que é revelado a ser um laboratório criado como um meio para reduzir a superlotação das prisões, e fazer expêrimentos com os presos.

A cientista está dizendo para a esposa do homem Richie matou, que Richie está passando por uma paralisia do sono que dá pesadelos repetitivos  a Richie da mesma forma que ele matou o homem, ele vê o próprio assassinato a tiros uma vez atrás da outra , o que acabará por matá-lo. Em sua própria mente.


Escrito/Enviado por: Guilmour Soares Mendes 


Creepypasta dos Fãs: O diário de Chernobyl


Desde pequeno quis viajar para Chernobyl desde que eu soube do desastre que houve lá. Resolvi chamar uns amigos e ir, e enquanto visitava um hospital eu encontrei algumas folhas de papel em forma de diário escritas em caneta, que dizia:

DIA 1: Eu e meus amigos viemos para Chernobyl, cara é muito legal... Eu adoro escrever no meu diário e espero que algum dia alguém o leia, de preferência depois que eu morrer! Eu não acho seguro mas acho que vou dormir no carro enquanto meus amigos vão dar um passeio pelos mercados e apartamentos. Hoje é dia 15/04/2000

DIA 2: Meus amigos não voltaram, estou ficando cada vez mais nervoso com isso. Eles marcaram voltar as 19:00! Estou com muito medo de sair pra fora do carro... Hoje é dia 16/04/2000

DIA 3: ...

DIA 4: O carro não funciona. Não da pra imaginar como eu sobrevivi apenas comendo chocolate e tomando refrigerante que meus amigos compraram para a viagem... Tenho comida para mais 3 dias! Hoje é dia 18/04/2000

DIA 5: Finalmente resolvi sair do carro, fui lá fora investigar e vi uma criança com muito sangue nas pernas. Vi também seus braços deformados, gordos, inchados não sei! Era assustador!

DIA 6: Acho que não vou sobreviver aqui por muito tempo! Espero que alguém leia isso. Por favor, diga a minha família que eu os amo!

DIA 7: Estou com tanto medo, daria tudo para sair daqui.

DIA 8: Meus amigos estão todos mortos. Andando por um hospital e vi eles sem cabeça! Não sei quem fez isso mas vai pagar caro!

DIA 9: Estou dentro desse hospital, me da nojo! Estou comendo minha última barra de chocolate. Pra minha sorte eu voltei no carro e achei dois pacotes de Ruffles e uma garrafa de água com gás.

DIA 10: Eu escuto gritos toda noite, hoje fui investigar e vi aquela menina novamente quando eu toquei nela ela logo disse ' Sua hora vai chegar, assim como todos nós, todos nós! '

DIA 11: Querido diário! Eu estou com muita saudade da minha família, estou com medo, com fome, com sede. Acho que é minha hora!

DIA 12: Borboletas são lindas...




Folheando o diário e encontrei essa frase:

Здравствуйте, якщо ви читаєте це, тому що ви ніколи по-справжньому пощастило, більшість ніколи не повертатися сюди! Не для утримання тут, якщо ти помреш! І я буду чекати тебе в пекло, і я буду грати з вами теж ...

Eu voltei para o Brasil e procurei um tradutor e ele impressionado traduziu para mim a seguinte frase:

Olá,se você esta lendo isso é porque tens muita sorte nunca, mais nunca mais volte aqui! Não é para exploração, se voltar aqui você morre! E eu encontrarei você no inferno e irei brincar muito com você...

Eu apenas dou uma dica! NUNCA VÃO PARA CHERNOBYL OU CIDADES QUE VOCÊ NÃO CONHECE! NÃO BRINQUE COM ESPÍRITOS OU CIDADES ABANDONADAS... Meu sobrinho foi para l
á e desde então não voltou mais!



Local onde encontrei o diário.
Escrito/Enviado por: Guilherme Bueno da Rosa

27/04/2013

Teoria sobre Alladin


 Em uma cena, o Gênio diz que as roupas de Alladin é “muito do Terceiro século.” O gênio ficou na lâmpada pó 10.000 anos, então não tem como ele saber das roupas que eram usadas quando estava preso. O que significa que a última vez que o Gênio teria sido preso na lâmpada foi no século 3. Se ele ficou 10.000 anos lá, seria agora PELO MENOS 10.300 DC quando ele saiu de lá.

Conclusão: Aladdin se passa NO FUTURO. Um mundo pós-apocalíptico onde a cultura Árabe (e um pouco da cultura Grega) sobreviveu. Passou tanto tempo que o nome “Arábia” foi corrompido para “Agrabah”. A religião muçulmana foi atrofiada a um ponto que não existe mais mesquitas, lideres religiosos ou esteiras de oração, mas as pessoas ainda agradecem a Alá em momentos de felicidade. Surpreendentes maravilhas da tecnologia foram deixadas pela civilização anterior, como sensíveis tapetes voadores, papagaios mudados geneticamente para que entendam a fala humana em vez de só imitá-la, são usados por moradores ou dados como “mágica”.

O gênio prova isso fazendo imitações de celebridades mortas a muito tempo como Groucho Marx, Jack Nicholson etc.
Gênio imitando Woody Allen
Gênio imitando Jack Nicholson.
Gênio imitando Groucho Marx.




Ambuplay - The Shadow People (As Pessoas nas Sombras)

Fala, Creepers!

Hoje trago pra vocês mais um vídeo do Ambu, onde ele fala sobre as misteriosas pessoas na sombras, sua origem, suas motivações, e relatos reais de pessoas que afirmam terem encontrado esses misteriosos seres. Confiram!



Comemoração e Novidades para o CPBr!

Meus parabéns, Creepers! Hoje, chegamos na meta de 5.000 seguidores na FanPage, e 3.000.000 visualizações no blog! É uma meta impressionante, principalmente pra gente, e ficamos realmente muito felizes e emocionados com o crescimento do CPBr e todo o apoio que temos recebido :)

Pra comemorarmos, lançaremos nosso próximo Creepy Video nesse sabádo, onde jogaremos o estranho "Luna Game (http://creepypastabrazil.blogspot.com.br/2013/01/luna-game.html)".

E como alguns já devem saber, estamos trabalhando sem parar com nosso novo designer do blog, Alex Lupoz, terminando de produzir um novo logo especial pro CPBr, e melhorando o Layout e navegação do blog.

Seguimos várias sugestões de vocês em relação ao logo, e colocamos uma pequena prévia da versão finalizada nessa imagem de comemoração, pra terem uma noção de como está ficando. Subiremos pro blog assim que terminarmos tudo!

Esperamos profundamente que gostem do "upgrade" que estamos desenvolvendo pra vocês, pois será um enorme passo pro nosso blog!

Muito obrigado a cada um de vocês, que tornaram tudo isso possível, abração & Keep Creepying!

Rumo aos 10.000 seguidores e 10.000.000 de visualizações \o/

[Link para Postagem Original na FanPage do Facebook: Clique aqui e ajude a divulgar \o/]





26/04/2013

O Incidente de Wyoming

No ano de 1987, aconteceu pela primeira vez na história uma invasão ao sinal de TV. Só isso já seria um fato marcante, mas algo muito estranho aconteceu naquele dia, pois o hacker que roubou o sinal do estado Wyoming , em pleno o horário nobre durante o noticiário, começou a rodar um vídeo estranho, que deixou todos os telespectadores chocados.

O Incidente de Wyoming foi o nome dado a essa suposta invasão. Faltando apenas 45 minutos para a meia noite, Um hacker conseguiu interromper todas as transmissões de um canal de programação local (acredita-se que transmitiam somente para algumas pequenas comunidades no condado de Niobrara), e um vídeo um tanto estranho de 6 minutos foi posto no lugar da programação.

O vídeo continha várias cenas de cabeças humanas desmembradas, mostrando diversas emoções e "poses". A posição da câmera mudava repetidamente (normalmente a cada dez ou quinze segundos), e o vídeo era muitas vezes interrompido por um anuncio de "apresentação especial". Além das imagens, há mensagens como "você pode perder tudo", "você não pode se esconder" e "existe verdade na ficção".


A invasão é muito bem conhecida no local do ocorrido, e provavelmente não seria tão popular em outros lugares se não fosse pelos efeitos que o vídeo causou em muitos dos moradores que o assistiram por um longo período de tempo.

As pessoas que assistiram relatam terem ficado perplexas e muito apavoradas com o vídeo. Muitos relataram náuseas, vômitos, alucinações, dores de cabeça, dentre outros sintomas nas semanas seguintes. A maioria das pessoas que viram o vídeo relataram a sensação de estarem sendo observadas por algo ou alguém.


Enquanto algumas pessoas acreditassem que isso era causado por algum motivo paranormal, os especialistas afirmavam que a causa desses efeitos colaterais era a frequência utilizada regularmente, durante a transmissão.

Durante a invasão, a frequência utilizada era algo entre 17 e 19hz. Esta faixa de freqüência, quando vista durante longos períodos de tempo, faz com que os olhos vibrem sutilmente, às vezes causando varios efeitos colaterais, inclusive alucinações visuais.

Tais ações eram raras, tanto na década de 80 (busca de Chicago Max Headroom Incident) até hoje em dia, que são ainda mais raros.


Veja a seguir a transmissão que ficou conhecida como The Wyoming Incident:

O hacker ainda não foi capturado, e todas as tentativas de traçar o vídeo foram inúteis.

Fontes: Creepypasta Wiki, Estranho Universo & Portugal Paranormal


25/04/2013

O Incidente Max Headroom


Em Chicago, no dia 22 de Novembro de 1987, ocorreu um incidente chamado de "O Incidente de Max Headroom", onde dois canais de televisão americanos foram hackeados e tiveram seus sinais invadidos por um grupo de homens misteriosos.

A primeira invasão ocorreu no Canal 9 (WGN-TV). Durante o jornal na transmissão do programa de esportes "The Nine O'Clock News", a imagem foi cortada por cerca de meio minuto, onde apareceu um homem usando uma máscara do Max Headroom. O vídeo era curto e sem som, apenas com chiado. Quando o sinal voltou ao normal, o apresentador, visivelmente espantado, falou: "Bem, se você está se perguntando o que aconteceu, eu também."

Mais tarde naquela noite, por volta das 11:15, durante a transmissão do episódio "Horror of Fang Rock" da série Doctor Who, Canal 11 (PBS WTTW), o sinal foi "hackeado" usando o mesmo vídeo que foi transmitido durante o Canal 9, dessa vez com áudio distorcido. A pessoa com a máscara de Max Headroom apareceu, como antes, desta vez dizendo: "Agora chega disso. Ele é um maldito nerd", rindo e zombando. "Sim, eu acho que sou melhor que Chuck Swirsky, liberal idiota".

O homem não identificado continuou a dizer várias coisas, incluindo o slogan publicitário da Coca-Cola "Catch the Wave", segurando uma lata de Pepsi , depois atirando a lata longe e fazendo um gesto obsceno com uma extensão de borracha sobre o dedo do meio (o gesto foi cortado na parte inferior da tela, devido ao close-up da câmera). Em seguida, ele pegou a lata de Pepsi e disse: "Seu amor está desaparecendo", antes de tirar a extensão de borracha e começar a cantarolar a música tema do desenho "Clutch Cargo". Depois disso, o homem afirmava ter feito uma "enorme obra-prima para os maiores nerds leitores de jornal do mundo". Ele então levantou uma luva, dizendo: "meu irmão está usando a outra", e colocou a luva, afirmando que ela estava suja e outras coisas incompreensíveis.


A câmera de repente mostra a parte de baixo do homem. Suas nádegas estavam expostas, e ele estava segurando a máscara (agora removida) para a câmera, enquanto era espancado com um mata-moscas por um cúmplice não identificado usando um vestido. Nisso, o homem dizia: "Oh não! Eles estão vindo para me pegar! Venha me pegar, vadia!". A transmissão em seguida foi interrompida, e a invasão terminou depois de cerca de 90 segundos.


O Canal WTTW, que mantém seu transmissor em cima da então Torre Sears , descobriu que seus engenheiros não foram capazes de parar o "intruso". De acordo com o porta-voz da estação, Anders Yocom, os técnicos de monitoramento da transmissão "tentaram tomar medidas corretivas, mas não conseguiram". "No momento em que o nosso pessoal começou a olhar o que estava acontecendo, tudo já havia acabado", disse ele ao Jornal Chicago Tribune. A WTTF foi capaz de encontrar cópias da invasão com a ajuda dos fãs de Doctor Who, que estavam gravando o programa no momento do incidente.

A WTTW e WGN-TV se uniram com a HBO como vítimas da intrusão do sinal de transmissão. O Incidente Max Headroom causou manchetes nacionais e foi relatado na CBS Evening News no dia seguinte. Ambos os canais invadidos receberam inúmeros telefonemas de telespectadores que perguntavam o que havia acontecido durante a invasão das estações.

Não muito tempo após o incidente, a WMAQ-TV inseriu de forma humorosa clipes do incidente em um noticiário durante o programa de esportes de Mark Giangreco. "Muita gente pensou que era de verdade - os hackers invadindo nossa transmissão. Recebemos todo tipo de ligações sobre isso", disse Giangreco.

Curiosidade: Max Headroom é um personagem Britânico computadorizado de 1984. Ele apareceu em um clipe de musica e foi sucesso imediato, ganhando programa de TV, jogos de vídeo games, e virou garoto propaganda da Coca-Cola.

A INVASÃO:


O invasor e seus cúmplices nunca foram descobertos.


24/04/2013

Obedece a La Morsa


Obedece a La Morsa é um famoso e bizarro vídeo que circula na internet já faz um bom tempo. Existem várias histórias em torno dele.

A mais conhecida conta que o vídeo mostra somente um homem chamado Johnnie Baima, que durante a infância sofreu com algumas doenças e acabou se tornando um adulto deformado. Além disso, ele fora estuprado e sofreu diversos abusos quando criança. Isso fez com que se tornasse um transexual com anorexia, conhecido por seu nome artístico, Goddess Bunny.

Outras teorias dizem que na verdade, “La Morsa” é um vídeo de uma sociedade secreta satânica, que se utiliza de transexuais para seus fins lucrativos. Inclusive, fala-se que existem filiações dessa seita em diversos lugares do mundo, incluindo Portugal (Lisboa), Alemanha (Bremerhaven) e Brasil (Fortaleza).

O vídeo é perturbador e extremamente bizarro. Algumas pessoas afirmam ter sofrido diversos problemas após assisti-lo, que iam desde dores de cabeças, até pesadelos e avistamento de vultos.

Se você tiver coragem, assista:


Obedece a La Morsa; apenas uma pessoa bizarra ou parte de um culto satânico?
Fonte: Boa Noite a Todos


23/04/2013

As Aventuras de Mark Twain – O Estranho Misterioso

Em 30 de novembro de 1835, o Cometa Halley passou pelo nosso pequeno planeta azul. No mesmo dia, no novo mundo, nascia o mundialmente famoso escritor Mark Twain, autor de obras como "As Aventuras de Tom Sawyer" e "As Aventuras de Huckleberry Finn". Em 1909, 74 anos depois, Twain escreveu o seguinte a respeito dessa coincidência: "Eu cheguei com o Cometa Halley em 1835. Ele vai voltar ano que vem, e eu espero que leve-me junto". No dia 21 de abril de 1910, o Cometa foi visto novamente cruzando os céus do planeta. No mesmo dia, Mark Twain faleceu.

Essa assustadora coincidência é o ponto de partida do genial longa-metragem em stop-motion, "As Aventuras de Mark Twain".


O filme se desenvolve em pequenas estórias, todas narradas a partir de conceitos filosóficos expressos por Mark Twain, arrepelações contrapondo os conceitos e idéias daquilo que se julga verdade absoluta sobre certos temas um tanto nocivos, e ainda assim, muito moralista como: o céu, o inferno, o bem e mal e a importância da vida.

ALGUMAS IMAGENS DO FILME:

                                    





Este misterioso desenho em Stop Motion foi banido da TV Portuguesa por ser considerado inadequado ao público alvo. Por que? Assista e tire suas próprias conclusões:

Fontes: Boa Noite a TodosThe Creepypasta & Abrindo a Porta


22/04/2013

A camiseta de Brechó



No último verão eu viajei com minha família para a Itália por duas semanas. Na noite antes da viagem de volta para o Brasil, eu acordei com o som de alguém abrindo a minha mala. Eu achei que era minha irmã mais nova então levantei para mandar ela ir dormir e parar mexer nas minhas coisas, mas ela estava dormindo na cama do lado pacificamente.

A pessoa que estava do lado da minha mala era uma menina alta de cabelos negros. Ela estava vestindo uma camiseta que eu tinha comprado no dia anterior em um brechó no centro da cidade. Eu não me lembro como, mas depois de uma hora em choque eu voltei a dormir.

No dia seguinte eu lembrava de tudo claramente. Apesar da mala estar fechada novamente, arrumada como antes. Procurei minha camiseta e não achei, então falei pra minha mãe e ela disse que provavelmente tinha sido um sonho e a camiseta estava na mala da minha irmã ou algo do tipo. Depois de horas de viagem voltando para casa, eu fui direto para meu quarto e deixei a mala para que meu pai trouxesse depois. A primeira coisa que eu notei quando eu entrei no quarto foi que a camiseta que eu tinha comprado na Itália, que devia estar na minha mala, estava esticada em cima da minha cama. 


Creeper da Semana: Thales Phelipe


Idade: 15 anos

Estado: Salvador

Como Conheceu o Blog/Por que gosta de Creepypastas: Eu meio que estava na escola, e um amigo meu trouxe uma revista chamada “Mundo Estranho". Ele me mostrou algo com figuras bizarras que me deu vontade de ler. Eram as Creepypastas, óbviamente. Procurei uma delas no Google, e fui mandado pro blog de vocês. Quando comecei a ler os posts, as historias, ver os vídeos, comecei a me apaixonar pelo blog. Comecei a frequenta-lo, mas não demorou pra perceber que ele é simplesmente perfeito! Quando chego no PC, antes de qualquer coisa, acesso sou blog, geralmente passo horas lendo. Valeu!!!

(Creeper de Semana - 22/04/2013 à 28/04/2013)

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21/04/2013

A criatura


Já era bastante tarde quando percebemos, agora está tudo acabado...

Tudo começou como um dia normal. Deixei minha filha na escola e fui para casa terminar de escrever.  Ah sim, não falei meu nome para vocês. Chamo-me Mark.

Quando o relógio tocou fui busca-la na escola, porque ela iria passar o final de semana comigo. Já que ela iria passar o final de semana comigo.

Era tarde da noite, eu ainda estava escrevendo no sofá da sala com a minha filha do lado, quando ela me chama:

- Papai, papai, tem um monstro olhando para a câmera.

Nesta época eu ainda era cético a tudo, então ignorei.

- Claro que não filha, monstros não existem. Já esta tarde, vamos dormir.

Desliguei meu notebook e levei ela ate seu quarto; quando chegamos percebi que os cadeados das janelas estavam abertos. Estranhei no começo, pois havia perdido as chaves há muito tempo, mas me lembrei de que eu já tinha tentado arromba-los, então os fechei novamente, coloquei-a na cama e fui tomar banho.

Deitei-me e logo caí no sono. Eram 3hs da manhã quando acordei com os gritos abafados vindo do quarto da minha filha. Levantei, peguei minha arma e corri para o quarto dela.

Quando cheguei lá fiquei pasmo, estático com o que vi. Um par de braços pálidos e finos puxava-a para dentro do closet.  Mas o pior não era isso. Os longos braços vinham seguidos por 5 longos dedos; de dentro do closet haviam dois olhos pálidos e vazios me encarando. Quando recuperei meus sentidos corri para o closet, mas as portas s fecharam rapidamente com um baque, e se trancaram.

Entrei em desespero! O que poderia ser aquilo? E o que aquela criatura poderia querer com a minha filha?!


Não consegui esperar o outro dia, corri para a delegacia mais próxima, mas não adiantou. O delegado riu na minha cara, e depois falou que eu precisava esperar pelo menos 24hs para darem minha filha como desaparecida. Voltei para casa, desconsolado. Peguei a minha arma de volta e fiquei sentado na frente do closet até adormecer.

Eram mais ou menos 22hs quando eu ouvi um ruído vindo do closet. Levantei-me e acendi a luz. Quando me vire para o closet percebi a porta estava entreaberta, e de la de dentro vinha uma réstea de luz, vinda lá do fundo do closet.

Entrei.

O clima lá dentro estava frio, mais que o normal, e mais denso. O closet parecia não ter fim. Quando cheguei no que pareceu ser o final dele a luz se apagou e a porta se fechou atrás de mim. Estava muito escuro, e eu estava começando a ficar com medo. Quando ouvi outro ruído.
Apontei a arma para o lado de aonde vinha o barulho e me espantei!

- Papai?
- Filha?! Cadê você?
- Aqui atrás papai.

Ela saiu de trás de um casaco antigo e grande que eu tinha, e veio correndo me abraçar.

- O-O que aconteceu filha?
- O monstro papai, ele me trouxe pra cá, ele é bem legal. Ah, ele quer te ver.
- Eu?! Como assim filha? O que ele te falou?
- Ele disse que queria te ver pai, ele é bem legal. Vem, vou te levar até ele.

Ela em levou para uma parte do closet que eu nem sabia que existia, abriu uma porta e me guiou até a criatura. O ar agora estava mais denso e frio. A atmosfera estava morta, e a criatura estava lá. Com seus braços compridos e “pútridos”, olhando fixamente para mim com um olhar vazio, de morte. E um sorriso gélido.

Eu estava calmo até ele abrir a boca.

- Olá Mark.

Como a criatura sabia meu nome?!

- Quem é você? O que eu você quer com minha filha?!
- Acalme-se Mark. Quem lhe disse que eu quero alguma coisa com ela?
- Então o que você quer?!
- Você não se lembra de mim? Sinceramente... Estou muito decepcionado com você.
- Onde eu estou afinal?
- Hahaha. Você está no interior da sua mente!
- Não isso é mentira, é impossível!

Peguei minha arma e atirei três vezes contra a criatura, ela sumiu. Comecei a correr para todos os lados procurando uma saída, minha filha estava no meu colo perguntando por que eu estava correndo.
Achei a saída, coloquei-a no chão e arrastei sua cômoda contra a porta do closet.

- Papai, o que foi?
- Nada anjinho, vou te levar para a casa da vovó, vai ficar tudo bem.

No caminho liguei para um amigo de infância que ainda morava no bairro em que eu cresci; deixei minha filha na casa da minha mãe e fui para a minha antiga casa. Estava muito escuro lá dentro, o ar estava abafado devido ao tempo que esteve fechada. Subi as escadas e comecei a ter uma sensação horrível, um aperto no coração, eu estava me lembrando de onde a criatura me conhecia. Do meu próprio quarto.

Quando abri a porta do meu antigo quarto, a atmosfera mudou. De um ar abafado devido ao à casa fechada, o ar ficou mais denso, as luzes falharam. Quando coloquei meu pé dentro do quarto poderia jurar que ouvi risos. Fechei a porta e avancei.

Comecei a me recordar de todas as coisas que passei naquele quarto. Tudo começou com uma imagem de canto de olho, e meus pais me ignoravam; ate que chegou ao ponto em que a criatura me machucou. Meus pais assim como eu eram muito céticos, então continuaram falando que era tudo fruto da minha imaginação, e me colocaram para morar com a minha avó. Mas a criatura ainda morava dentro de mim.

Enfim, eu cresci e a criatura sumiu. Mas agora ela voltou, e eu tenho que enfrenta-la.

Fique parado por um tempo em frente ao meu guarda roupa, reunindo forças e coragem para enfrenta-lo. Consegui. A hora é agora. Preparei-me para o pior, com a arma em punho abri a porta do meu guarda roupa, um ar gelado veio em direção ao meu resto trazendo um sussurro, “Entre”.

O silêncio voltou a dominar o ambiente, respirei fundo e entrei. O guarda roupa em si era pequeno, mas por dentro era gigantesco. Fechei as portas atrás de mim, a escuridão dominou tudo. Acendi minha lanterna e andei; afastei algumas roupas muito velhas que ainda estavam lá dentro e segui o pequeno feixe de luz que aparecia no final do guarda roupa (que parecia não ter fim).

Depois de muito tempo andando um pouco sem direção finalmente eu chego. Uma pequena sala com uma cadeira grande ocupada pela criatura, uma cadeira um pouco menor à sua frente escrita meu nome e uma pequena lâmpada  no chão acesa sem nenhuma explicação.

Houve um silêncio mortal entre eu e a criatura que pareceu durar horas, ate que ele sorriu.

- Olá Mark, quanto tempo.
- O quê você quer de mim?!
- Que forma mais grosseira de tratar um amigo de infância. Sente-se, por favor, gostaria de comer alguma coisa?
- Não! Quero apenas saber o quê você quer comigo!
- Nada de mais, apenas relembrar os velhos tempos.
- NÃO!!!

Peguei a arma e descarreguei-a nele, mas ele desapareceu. Comecei a correr, mas não achava a saída, o pequeno guarda roupa parecia um labirinto gigante e sem fim. Tropecei. Caí de cara em algo mole. Levantei-me  e me vi em um outro lugar, um outro cenário. Um jardim. Eu conhecia aquele lugar, já havia estado ali em meus sonhos quando criança; era um lugar belo, cheio de vida. Eu o amava.

Mas agora estava destruído, cheio de ódio Porque a criatura me levou para lá novamente?

Comecei a caminhar, meus olhos se encheram de lágrimas. Um lugar que no passado só me trazia alegria, hoje está destruído. Enfiei a mão no meu bolso peguei  minha arma, coloquei-a na cabeça e apertei o gatilho. “Clack”

Acordei deitado no sofá da minha casa com a arma descarregada na minha mão. Não estava entendendo, a criatura estava brincando com meu psicológico. Peguei um caderno e comecei a escrever os ocorridos; aqui estou eu agora. Já terminei de contar tudo, esse é o fim da historia e de minha vida. Já recarreguei minha arma.

Não sei se agora estou ficando louco, não sei se estou sendo vencido pela criatura. Tudo que sei é que antes tudo isso era real! Tenho uma cicatriz no pescoço por isso! Deixo meu adeus à minha mãe e minha filha. Eu as amo muito.

Espero que no futuro possam entender minha decisão. A arma já está apontada, esse é meu último adeus...

Escrito/Enviado por: João Paulo Campos







O valor de um sonho

Dê valor aos seus sonhos, pois eles podem ter o valor da sua vida.

Um garoto chamado Rafael estava passando por uma rua qualquer, quando viu uma multidão em volta de uma pessoa que estava contando sobre sonhos. O garoto então ficou lá e escutou o que aquela pessoa tinha a dizer, depois que ele terminou de escutar, achou que tudo aquilo  que tinha escutado era uma bobagem.

O menino havia escutado que quando uma pessoa sonha que um conhecido morreu, deve-se contar o sonho para este conhecido, assim poderá salvar a vida desta pessoa.  Quando a noite chegou, o garoto se deitou e dormiu rapidamente. Rafael começou a sonhar.

Sonhou com vários amigos, brincou e falou com muitas pessoas em seu sonho, mas logo depois as coisas ficaram estranhas... E então Rafael sonhou que seu amigo Henrique havia morrido.

No dia seguinte Rafael acordou sem se importar com o sonho, nem mesmo avisou nada ao Henrique sobre o sonho estranho que teve com ele.

Na outra semana Rafael recebeu uma noticia que Henrique havia morrido e em seguida foi ao enterro de seu amigo.

O menino mesmo assim não se importou de não ter avisado nada antes ao seu amigo, que havia morrido, ele achava que era bobagem e que uma coisa não tinha nada a ver com a outra.

Após isso o garoto foi para casa, já era noite e ele foi dormir. No dia seguinte Rafael acorda e sai para a rua, ele passa em frente a casa do seu amigo que morreu, mas surpreendentemente o garoto vê Henrique que estava vivo.

O menino foi até lá conversar com ele, perguntando como pode se um dia atrás Henrique estava morto e agora já está vivo novamente.

Rafael: Henrique?! Mas como?! Ontem mesmo você estava morto e agora está vivo!

Henrique: Rafael... Não é bem isso... Se você está me vendo não é porque estou vivo...

Rafael: Ah...? Então por que eu consigo te ver?

Henrique: Porque você também está morto.

Henrique: Um dia antes de eu morrer, sonhei que você também havia morrido, mas eu não tive tempo de avisa-lo porque no dia seguinte eu morri, e agora você também está morto.


Enviado/Escrito por: Sannyn









Coincidências


Há mais ou menos 2 anos atrás eu e minha mulher estávamos assistindo vídeos no youtube sobre mensagens subliminar.

 Alguns vídeos nos deixaram meio assustados mas continuamos assistindo. de repente o meu celular tocou. O número estava inibido, e o som era estranho, parecia aquelas estações de rádio do AM em que você só escuta estática (igual ao rádio transmissor do game Silent Hill). Alguns segundos depois ouvi vozes muito baixas ao fundo como de duas pessoas conversando uma com a outra e rindo, mas não dava para entender o que falavam. Fiquei dizendo "alô" várias vezes pra ver se respondiam, mas nada. Isso durou mais ou menos uns 15 segundos.

 De repente tive a impressão de ter escutado um "toc-toc" que parecia vir do telhado e no mesmo instante a ligação caiu (minha mulher disse que também escutou).  Eu e minha mulher ficamos um pouco assustados, mas nem tanto, afinal era o dia do aniversário da minha esposa e nós íamos à pizzaria pra comemorar. Deixamos o ocorrido pra lá e fomos a pizzaria. Essa noite não foi muito legal e chovia muito, meu pai tinha morrido fazia poucos meses e eu não estava me sentindo muito bem pra comemorar alguma coisa.

 Bom, terminamos a pizza e fomos pra casa.  Até aí tudo bem, o problema é que minha mulher tinha mania de mexer no meu celular pra ver as chamadas e então ela viu um número estranho nos números discados e perguntou pra quem eu tinha ligado. Eu não havia ligado pra ninguém àquela noite e o celular estava no meu bolso com as teclas bloqueadas. Então olhamos a hora em que foi feita a ligação e era exatamente a hora em que está-vamos comendo a pizza, comprovando que eu realmente não tinha feito a ligação.

 Mas tudo bem, pode ser que o telefone estivesse com as teclas desbloqueadas na hora e os números tenham sido digitados acidentalmente no meu bolso. mas a coisa mais estranha estava nos números que foram digitados:

20052010

 Mas o que tem de mais nesses números?

20052010
ou seja: 20-05-2010
que era a data exata daquele dia.

 De lá pra cá não aconteceu mais nada de anormal. mas até hoje me pergunto se tudo não passou de mera coincidência ou se realmente foi algo sobrenatural.  E se foi algo sobrenatural, qual foi o seu significado?

se alguém sabe ou passou por algo parecido, por favor comente.


Escrito/Enviado por: Celso Ryu


Rave


Oi, eu sou Hannah Silver, 20 anos, e curso a faculdade de Direito

Eu estou aqui para contar a minha história, de infância. Naquela época, nós morávamos em Eureka Spring, Arkansas, Estados Unidos, e éramos crianças felizes lá. Eu era muito desajeitada, ninguém queria falar comigo, Só a Rave, minha primeira e única amiga. Ela era bem ‘Dark’ por assim dizer. como naquela época tínhamos 12 anos, a mãe dela achava que era só uma fase, que ia passar, e não se preocupava muito.

Um dia, nós fomos no único lugar onde gostávamos de nos reunir para brincar, porque lá, ninguém nos incomodava, eu não sabia o porque. Lá era bem estranho, com um jardim de rosas morto, era uma construção bastante antiga, e estava caindo aos pedaços. Naquele fatídico dia, Rave olhou pra mim e disse “Hannah, eu tenho que te mostrar um lugar, que eu vi ontem” eu achei normal, afinal ela era assim mesmo, esquisita. “Ok, Rave”.


Ela pegou minha mão e me mandou fechar os olhos, porque o caminho era bem especial. Nós andamos bastante até ela, em tom autoritário dizer “Abra os olhos”. Eu Abri. Hoje, desejava nunca ter aberto os olhos, mas eu não sabia disso naquela época.

Estudei o local com os olhos; Uma casa antiga, quero dizer, uma casa não, um castelo velho, que poderia ter sido um lugar onde criaturas como vampiros, bruxas e lobisomens se reunissem de noite. Com a pintura descascando, alguns buracos , e uma névoa estranha rondava o lugar. Decidi olhar para os lados e não reconheci aquele lugar como sendo parte de Eureka Spring, ou pelo menos, nenhum local que eu já tivesse visitado. E, encarando o castelo, ainda segurando a mão de Rave, disse “Ravie, onde a gente está? Aqui eu tenho certeza que não é Eureka Spring, e nem conheço esse lugar. Você sabe onde nós estamos? Sabe voltar? Tem a mínima noção de que há coisas com que agente não deve mexer?” ela respondeu, sorrindo quase ironicamente “Ah, Hannah, deixa de ser medrosa.Eu vou entrar aí, você vem?”

“Hãm... Ravie, já esta escurecendo vamos combinar outro dia? Por favor, eu juro que entro, mas agente vem preparada , ok?” Rave ficou chateada mas disse “Tá bom, mas você vem preparada, eu não preciso de nada. Fecha os olhos, vou te levar de volta” “Tá bom” Nós andamos. Muito, até chegar em frente da minha casa, e Rave largou minha mão e saiu correndo, e eu encarei minha casinha, de um tom azul bebê, com detalhes em cor de cobre. Entrei em casa, e minha mãe estava na cozinha e gritou alguma coisa pra mim.

Fui tomar banho , coloquei uma roupa, jantei e fui para a cama. Não consegui dormir.fiquei pensando no lugar, e quando finalmente o sol nasceu, de 4:30 da manhã, eu já estava me vestindo, com uma mochila nas costas, escrevi um bilhete e deixei na minha cama, escrito “Mamãe, ontem a Rave me mostrou um lugar e nos vamos para lá agora. Eu sei que a senhora não vai gostar mas eu não sei onde é exatamente, mas não é aqui, em Eureka Spring. Não se preocupe, volto á noite, perto das 18:00 horas, a menos que algo aconteça comigo.Estou levando gaze, esparadrapo e coisas para se eu me ferir. Também estou levando comida, porque acho que não volto para o almoço. Beijos, Hannah” fui para a cozinha, peguei um pote cheio de sal grosso bento. e peguei três tupperwares. O primeiro, eu coloquei quatro sanduíches de presunto que eu fiz de madrugada, quando estava sem sono, e uma barra de chocolate pequena, fechei e coloquei na minha mochila. No segundo eu coloquei quatro fatias de bolo, que mamãe tinha feito ontem, e um garfinho descartável. E no terceiro, olhei a geladeira e peguei o que havia restado do jantar de ontem; macarrão, molho de tomate, carne moída, e alguma coisa que cheirava bem. Fui na farmacinha e joguei um monte de remédios, bandagens e essas coisas na minha bolsa. Voltei para a cozinha e pus uma garrafa d’água grande, e uma lanterna.

 Saí de casa e dei de cara com Rave. “Vamos.” Fiquei surpresa “C-como você sabia que eu estava pronta?” “am... er.... vamos logo, vai ficar escuro” o.k ela desviou minha pergunta. Dessa vez fomos olhando o caminho. Prestei bastante atenção, mas de repente, começou um nevoeiro. Era de manhã ainda, isso era... impossível. Mas estava ali. Olhei para os lados e vi a construção. Rave soltou minha mão e entrou correndo me deixando plantada lá. Corri atrás. Eu não devia ter feito isso. Não mesmo. Quanto entrei na mansão senti cheiro de... de bolor, carne podre, e ... e cheiro de... de morte.

Me assustei, claro. Olhei ao espaço em volta de mim; teias de aranha eram a única coisa visível, naquela escuridão.Peguei a mochila que estava nas minhas costas e procurei a lanterna. Achei, tirei-a da bolsa e a ergui na escuridão, o feixe de luz iluminando partes da casa. Vi as coisas rapidamente, com medo demais para me aprofundar em algo; vi vários morcegos com seus olhinhos vermelhos me encarando, vi uma poltrona, ou melhor, um sofá, coberto por um lençol, e uma mão humana, apoiada no encosto. Usei a lanterna para ver quem era a pessoa, porém quando o feixe iluminou sua face, gritei. Gritei alto e não consegui me mexer.

 Os morcegos voaram ao meu lado, mas eu estava paralisada. Ali no sofá, não estava um ser vivo sentado. Mas também, não era um ser morto. O que vi, na realidade era algo, impossível. Tinha forma de humano, no rosto, um olho humano e o outro onde deveria estar outro olho na realidade, estava um... um... buraco negro. A mandíbula estava rasgada, como se um lobo o tivesse arranhado, e a boca, escancarada, com uma baba preta caindo. O corpo, nada mais era do que um esqueleto com algumas partes com carne, e pele, coberto por um tecido rasgado. Finalmente consegui me mover, procurei com a lanterna uma escada. Vi algumas outras ‘coisas’ que preferi não olhar, até que achei a escada.

Eram dois lances, subi correndo. No meio do segundo tropeço em alguma coisa. Algo meio mole. Iluminei com a lanterna. Era um braço. Gritei alto, e fui subindo o resto da escada engatinhando. Andei por um corredor sem fim, e ouvi uma risada vindo de uma das portas e corri até ela. Ouvi de novo, tinha o som da risada da Ravie. Corri um pouco mais. Estava na frente da porta e resolvi ilumina-la com a lanterna. Comecei por cima, onde vi algumas manchas de tinta vermelha seca, já descascando, e quando iluminei mais em baixo vi mais tinta, saindo das frestas da porta. Olhei de novo, e percebi que não era tinta, mas sim, sangue. Em cima também não era tinta. Gritei. Quem quer que estivesse lá dentro, usando a voz da minha amiga, eu nunca ia saber, porque eu na ia entrar. Fui correndo em direção da ultima porta. Cheguei do lado e me encostei na porta. Parecia seguro, não ouvi nenhum som.

Tirei a mochila das costas e peguei a lanterna, examinando o conteúdo. Dei uma olhadinha no meu relógio e vi que era hora do almoço. Tirei um sanduíche do tupperware e comecei a comer. Quando estava na terceira mordida, sinto algo esmurrar a porta onde estava apoiada. De novo. E de novo. Começou a arranhar. Me levantei, guardando tudo na bolsa, nas pressas e segurando o sanduíche com a minha boca. A porta começou a ranger, e nela, se abriu uma cratera. Mais daquelas criaturas horríveis. Dessa vez os malditos gritavam, ou quase, algo que se assemelhava a “comi....da” com vozes horríveis, e a baba caindo de suas bocas horrendas e desfiguradas. Peguei uma parte do meu sanduíche e joguei para eles.

Saí correndo pelo corredor, e senti os meus pés ficarem molhados, e ouvi as risadinhas de novo. Sabia que o que estava no meu pé, com certeza não era tinta. Corri até uma porta quase no fim, agarrei a maçaneta e a abri. Gritei. Naquele cômodo, tinha uma cama, suja e fedida. Mas o que me assustou, foi que um cachorro enorme, ou talvez um lobo estava deitado lá. Isso mesmo, um lobo imenso estava deitado lá. E ele abriu os olhos e me encarou. Ele tinha olhos completamente prateados. Sem pupila, sem nada. Fechei a porta e corri escada a baixo, dessa vez não tropecei no braço como da ultima vez, mas ouvi alguns barulhos atrás de mim.

 Me virei e não tinha nada, mas a porta do lobão, estava quase sendo arrombada, droga! Droga! Droga! Corri mais e acabei por tropeçar nos meus próprios pés. Ótimo, alem de encrencada, eu estava tendo um ataque de pânico. Meu coração martelava no peito, quando caí em algo macio, um lençol branco. Ótimo estava no sofá, perto do ‘coisa’. Foquei o feixe de luz da lanterna em uma porta, onde me parecia ser a cozinha, o algo do gênero. Vi um ser alado de frente a uma porta, e pensei “que ótimo ,meu anjo da guarda!” Não era um anjo. As asas, olhei mais de perto, eram negras com escarlate. Um cabelo longo, perto e sedoso caía pelas suas costas, não quis olhar mais nada. Me lembrei da porta de entrada. Corri para lá, na esperança de estar aberta. Não estava, mas a maçaneta estava enferrujada, quase se esfarelando ao toque. Chutei com força e a porta se abriu. Peguei o pote de sal grosso e circulei todo o castelo. E saí correndo no meio do nevoeiro.

 Cheguei em casa exausta, já estava de noite, e bati na porta, 5 vezes, me arrastando. Mamãe abriu a porta e gritou, ao mesmo tempo me abraçou, perguntando se estava tudo ok. Respondi que sim, e ela me mandou para o chuveiro. Me olhei no espelho. Meus cabelos cheios de sangue. Eu toda estava coberta de sangue. Meu pé não era o único lugar cortado. Estava toda arranhada,nos braços principalmente. Deixei a água lavar tudo aquilo, junto com as lembranças daquele dia. No mês seguinte, eu e mamãe fomos para outra cidade. Dês do dia daquele lugar, nunca mais vi Rave. Mas depois daquilo, só a lembrança da Rave trazia tudo aquilo á tona.

Enviado/Escrito por: Sam Salvatore




Alucard 666


A alguns anos atrás, quando possuía meu psONE (4 a 5 anos atrás mais ou menos), eu adorava jogar Castlevania Simphony of Night, era realmente um dos meus jogos favoritos.Pesquisando pela internet, encontrei uma informação que dizia que se tivesse um valor de HP máximo de 666 você poderia se transformar em um gárgula (igual aquela criatura com asas quando ele vira pedra ocasionalmente).

Então eu fui tentando e tentando, mas sempre passava desse valor de HP.Então decidi jogar sem pegar as poções que aumentam HP max que os chefes deixam cair. Fiz a história do jogo usando holy glasses contra Richter para destravar castelo inverso. Chegando no nível 52 meu HP já estava no 614. Em vez de continuar subindo nível, eu fui pegar algumas poções para HP max pra aumentar pouco meu limite. Coletando 4 desses, eu finalmente consegui atingir minha meta, porem...

Ocorreu um bug horrível no jogo, eu estava no castelo normal quando peguei essa ultima poção que havia deixado pra trás Doche Slogra e Gaibon bem lá no começo.

Aconteceu uma animação de teletransporte idêntico quando se usava "library card" porém a partir desse momento não havia som nenhum. A tela ficou preta por alguns instantes. Alucard reapareceu na sala do confessionário da "royal chapel" sentado do lado esquerdo (ainda sem som nenhum). Na porta de entrada uma porta de espinhos de fechou com eles apontados na direção de Alucard. Muito confuso resolvi me mover pela sala, mas Alucard nem se movia de sua cadeira. Uma santa apareceu do lado direito e se moveu pra o outro lado da cortina que havia na frente da cadeira onde Alucard estava sentado.
Ela mexeu o rosto como se estivesse falando algo e então a cortina de fechou nela e estranhamente ficou ali sem nada acontecer. Começou a tocar a música tema "marble gallery" com tons graves como se estivesse ao contraria. Nesse momento eu já conseguia me mover. Dei a volta pro cima da cortina e fui pra cortina em que a santa havia entrado. Fatalmente um barulho de chiado tomou conta do áudio do jogo e a imagem se distorceu brutalmente.

Tela preta apareceu e permaneceu por alguns segundos. Reapareci no mesmo lugar mas só que estava no castelo inverso agora e as cadeiras e cortinas que deviam estar no cenário não estavam.
Foi substituída pela imagem de Maria enforcada com a gravidade ao contrario.SIM, ela estava enforcada no que devia ser o chão em direção do teto. Sua carne estava muito machucada, havia muito sangue no cenário. Sua perna esquerda havia sido arrancada e seu braço direito estava enfiada no próprio estômago. O som da sala principal do relógio começou a tocar lentamente como se cada segundo do relógio do jogo fossem 3 segundos de verdade.

Já estava enrouquecendo com tudo isso que estava ocorrendo. Lembrei que na sala do relógio era necessário ter Silver Ring e Gold Ring para abrir passagem secreta. Resolvei tentar isso nesta sala, já que estava com som da sala do relógio. Quando equipei estes 2 itens, a porta de espinhos se abriu do lado esquerdo da tela. Saí rapidamente pelo caminho. Alucard reapareceu na sala secreta do relógio (ainda no castelo inverso) exatamente na sala onde enfrenta Shaft. A santa do confessionário apareceu e então surgir uma tela de dialogo:
"A escuridão brilhante precisa achar seu caminho de volta". Nesse momento apareceu espinhos no teto e rapidamente avançou sobre Alucard e sobre ela mesma com som do grito de agonia que é feito em sua animação de morte. Nesse momento surgiu a tela de "game over" porém não havia aquele esqueleto. Havia uma cruz muito pontuda na parte de cima com Alucard empalado nela.

Quando voltei ao menu principal não havia mais nenhum arquivo salvo.Depois de tudo isso revolvi desligar o console.Eu realmente gostei muito do que aconteceu, pessoas normais devem me achar louco... Talvez eu seja...Talvez tenha sido só um pesadelo...


Escrito/Enviado por: Iago da Silva Santos


O Homem da Meia-noite


              Os eventos aqui relatados se passam nas férias de verão de 1996, em uma pequena cidade do interior do país.

            Durante as férias, os jovens passavam dias e noites nas ruas, em grupos de amigos, procurando diversão. Entre esses vários grupos, existia um que simples brincadeiras e festinhas de amigos já não os deixava saciados, havia uma necessidade de mais adrenalina, algo que pudesse aterrorizá-los.
            Invadir casas abandonadas atrás de fantasmas ou jogo do copo não os trazia nenhum resultado, até o dia em que o grupo se recordaria sempre, o dia que foram jogar o “Midnight Man”.
           
            Estavam todos reunidos em frente a casa de Léo e Katie, irmãos e tinham o mesmo círculo de amigos. Léo era o mais velho, naquela época tinha dezessete anos, era de uma estatura elevada e ligeiramente malhado, o que fazia ser além de mais velho, o mais forte e pesado da turma. Katie era a caçula, de quinze anos, de certa forma magra, e diferente de seu irmão cético, acreditava em eventos paranormais. A ideia dada no dia anterior, o Jogo, a aterrorizava, mas não demonstraria isso nunca, era orgulhosa e metida a valente, afinal, era a única garota do grupo e tinha que se impor igualmente firme como os demais do grupo. Seus pais tinham viajado, fazendo aquela casa agora vazia perfeita para o evento.
           
 -Então, vamos tirar no palitinho quem vai participar e quem vai ficar de fora? Afinal só temos duas velas...

            Todos pegaram um palitinho, os dois que pagassem os menores entrariam no jogo, e os demais ficariam de fora, esperando tudo acabar. Léo e Katie foram os “sortudos” da vez. Parecia muita coincidência, talvez um truque dos demais do grupo para por os irmãos lá, invés deles...

            -Parece que será uma noite em família irmãzinha – Disse Léo
            -Idiota! Espero fiquemos bem nisso tudo. - retrucou Katie
            -Aposto que vai se mijar de medo na primeira hora – Após dito, soltou uma gargalhada sarcástica para a irmã, e ambos começaram o ritual.

            Escreveram os nomes no papel, fizeram um corte no dedo e pingaram uma gota de sangue no mesmo. Acenderam as velas, botando com cuidado em cima do papel, e bateram 22 vezes na porta da casa, exatamente a meia-noite, apagaram as velas e entraram na casa. O jogo tinha começado, tinham que sobreviver até às 3:33.

            -Acenda logo sua vela Léo, ou quer que ele te capture imbecil? - A recomendação da irmã foi atendida, e ambos começaram a andar pela casa com apenas a luz da vela.

            Aquela casa nunca esteve tão escura como naquela noite, não se via além de alguns palmos a frente do nariz, mesmo com a vela, e ela estava ligeiramente fria, mesmo após um dia quente do verão.

            Katie foi para a cozinha e seu irmão ficou pela sala. Katie tentava manter a calma, e sempre pondo em mente de nunca ficar parada, como dizia as regras. Andava com cuidado, olhando para os lados, com temor de que no próximo passo encontrasse a sombra do Homem da Meia-Noite. Ela achava estranho o silêncio da casa, nem latidos de cachorro da rua podiam ser ouvidos, nem o vento, nada... Isso a deixava irritada, somente escutava o som da chama da vela queimando...

            Após alguns minutos na cozinha, começa a ser possível ouvir um sussurro invadindo a cozinha, era algo que ela não entendia o que dizia, mas com certeza não era humano. A temperatura caía depressa, deixando o ar gélido. Ela sabia que ele estava próximo, e sai pela outra porta, levando-a a uma escada que liga os quartos do segundo andar a cozinha, e tenta se esconder no escritório da casa.

             Ela se sentia confiante por fazer tudo isso com calma, sem perder a cabeça, e segura. Começa a examinar o local, afinal nunca entrara lá a noite, e aquele cômodo estava enormemente sinistro naquela situação. Tinha uma mesa de madeira antiga, uma cadeira, e do outro lado uma estante lotada de livros, e retratos de família pendurados na parede. Em um dia normal era reconfortante aquele ambiente, mas a noite era outra sensação.

            Katie olhava tudo com o maior silêncio possível, não queria que ele a achasse. Um velho relógio denuncia que a primeira hora tinha passado. Sua atenção é chamada a uma foto na parede, que se recordava de ser uma foto em família, mas estava diferente. Seus pais, tios, avós... todos sumiram do retrato, ficando apenas ela e o seu irmão. Ambos com uma pele cadavérica na foto, e uma aparente agonia no semblante. Isso estava errado, afinal ela se recordava daquele dia, estavam todos felizes, era as Bodas de Ouro de seus avós, e nem na foto eles estavam!

            Seu olhar muda de foco para os outros retratos, todos da mesma forma, além dela e Léo, nenhuma pessoa aparecia neles. Um livro aberto na mesa se mostrava com as páginas em branco, Katie deduziu que o mesmo ocorria com os outros na estante. Um pânico envolveu seu coração,  ela não aguenta mais ficar naquele local e sai de volta ao corredor.

            Ela escuta passos, e desce pela sacada principal de volta a sala, fugindo.

            Estava igualmente escuro, sombrio, amaldiçoado aquela casa, e a sala não era exceção. Tentando 
memorizar aonde esta cada um dos móveis, ela evita ir em direção a eles, mesmo tendo a luz da vela, mas 
essa não iluminava o suficiente para ver muito além. Na penumbra ela vê uma sombra, e seu coração gela. Temia que o Homem da Meia-Noite tivesse a achado de novo, tão rápido! Mas não estava tão frio como na cozinha, e não escutavam nenhum sussurro. Reunindo suas forças ela vira seus olhos para a sombra, e usa a vela para iluminá-la, tendo a visão mais aterrorizante da sua vida.

            Seu irmão, Léo, estava parado, em pé, sem reação. Seu olhar era perdido e negro. Em suas mãos estava o sal, e em volta dele um quase círculo de sal, mas não estava completamente fechado, e alguns centímetros a vela apagada e caída no chão. Ele havia perdido o jogo! O medo a apavora, ele devia estar tendo o pior pesadelo de sua vida naquele momento! Vendo o relógio no pulso do irmão, estava marcando “1:34”. Ele teria quase mais duas horas de sofrimento, e ela, de agonia.

            Sussurros e passos são novamente ouvidos, vindo do segundo andar. Katie tinha que fugir, mas não queria deixar o irmão naquele estado. Puxá-lo não adiantaria, ela muito mais pesado que ela, e o tempo era curto. Ela pega o seu saco de sal, que já rasgara a ponta antes mesmo de entrar na casa, e completa o círculo do irmão, esperando que isso o salvasse do sofrimento, e rapidamente vai se esconder atrás das escadas, num vão com a parede.

            Ali embaixo ela estava num ponto estratégico, se o Homem da Meia-Noite viesse por um lado, ela poderia sair pelo vão do outro, e dar a volta e fugir para a cozinha ou os quartos do segundo andar. Observava com atenção e medo o fim da escada, esperando ver para qual direção o ser iria ir.

            Os passos ficavam mais altos, e os sussurros, se tornavam mais claros. Pareciam gritos, vozes agonizadas, em dialetos desconhecidos. Aquele som invadia seus ouvidos, tirando sua sanidade. Agora um som de impacto no som mudara, ele tinha terminado de descer as escadas, e um frio enorme invade o local, sugando toda energia do calor existente.

            Katie põe o rosto para fora de seu esconderijo, tentando ver algo, e ela vê. A visão a deixava com 
uma sensação nunca sentida antes, muito pior da qual teve vendo seu irmão, sentia ânsia de vômito, e um desespero enorme invadira não só seu coração, mas sua alma. Ela vira uma sombra, hora parecia com uma pessoa, mas tinha algo a mais. Parecia não pertencer ao mundo normal, sentia que dela saía uma energia muito negativa. Não sabia dizer aonde ele começava ou terminava, era como se tivesse um vácuo de extrema escuridão aonde ele estava, uma escuridão tão forte que fazia contraste a da sala.

            Ele a olhava, ela não podia ver, mas sabia, sentia isso, um olhar de um predador vendo sua presa, indefesa e frágil. De nada ela podia fazer naqueles segundos que pareciam eternidades. A chama da vela se apagara naquele momento, como se o Homem da Meia-Noite consumira a energia dela. O desespero aumenta, Katie tinha que acender a vela em menos de dez segundos e fugir daquela entidade ao mesmo tempo, e não tinha tido tempo de ver por onde ele viria.

            Ela arrisca a correr pelo lado que levava a cozinha, mas desvio seu rumo e subiu a escada com pulos estrondosos, não se importava com o silêncio agora, a escada denunciaria sua rota de qualquer modo, pois era muito barulhenta, mas lá em cima ela tinha mais opções de esconderijo.

            Entrou na primeira porta a direita e fechou, mas tomando cuidado pra não fazer barulho. E acende a vela. Ela sentia que tinha passado de dez segundos, mas quem se importaria? O importante  era ter escapado daquele ser. Após essa descarga de adrenalina, ela sente vontade de chorar, de ter um ataque, mas nem isso ela consegue, o pavor era muito grande. E a ânsia de vômito aumentara. Ela levanta a tampa do vaso e vomita, era melhor por aquilo para fora do que prender, e abaixa a tampa de volta.

            No banheiro tinha outras velas, decoração de sua mãe. E ela pensara em usar aquilo a seu favor, e tentara acender as outras velas. Foi inútil, simplesmente não queimava, como se o pavio delas não existisse. Seu medo aumenta ainda mais, e num desespero resolve quebrar as regras e acender a luz da casa. Inútil de novo, era como se ela não existisse, como se a sociedade voltasse a era das trevas, sem energia. Só tinha sua vela como fonte de calor e luz. Outra denuncia de hora do velho relógio, agora eram duas da madrugada.

            Ao olhar para o espelho, ficara petrificada com sua aparência, pálida, quase sem vida, com uma pele fina e frágil. Parecia que naquele momento, o Homem da Meia Noite era o mestre do jogo, sua presença naquela casa tirava qualquer possibilidade de trapaça, por isso as regras de não acender a luz, não era pra estragar o jogo, e sim para não estragar a sanidade do jogador!

            Continuava a olhar sua imagem, mas aos poucos vê algo se movendo atrás dela, vindo da janela do banheiro. Parecia ser um de seus amigos do lado de fora da casa, mas como? Ela estava no segundo andar, não tinha como ele flutuar no ar. Ele parecia assustado, mas após alguns momentos mudara seu semblante, dava um leve sorriso maquiavélico.

            A ficha caíra, não era seu amigo, não era uma pessoa, era a entidade, ele achou seu esconderijo! Uma escuridão ainda maior invadira o ambiente pelas frestas da janela, e se juntavam numa mão tentando alcançar Katie. Sua vela começava a perder forças, e vendo o que ia acontecer, ela abre a porta e corre, corre muito mais aterrorizada e agonizada que antes.

            Corre para o quarto do irmão. Sem saída. Não tinha nenhuma porta lá além da qual entrara, e por onde aquela “Coisa” entraria logo. Sua solução foi entrar no armário e se esconder ali. Sentia passos vindo, e temendo que a luz da vela denunciasse sua localização, ela a apaga.

            Tinha dez segundos para acender de novo, como mandava as regras, mas quais seriam as consequências? Ela continua a ouvir passos e sussurros indo do corredor, ficando cada vez mais altos. Ele devia ter chegado na porta do quarto. Seu sangue congelara de medo, mentalmente rezava para ele ir embora. E sua prece é atendida, em parte. Os passos são escutados de novo, mas em outra direção, ele não descobriu seu novo recinto! Estaria a salvo por enquanto. Os passos sumiram, e ela acende sua vela novamente. Passaram mais de dez segundos? O tempo é relativo, ela não sabia dizer, mas estava feliz por escapar dele naquele momento.

            Um som ecoa a casa toda, o velho relógio da casa soa 3 horas da madrugada. Só restavam mais 33 minutos para o terror acabar. As regras mandavam nunca ficar parada, mas seria prudente sair do armário e ficar a mercê daquela entidade de novo? Racionalmente não, mas a razão não importava mais, afinal se ela fosse soberana, nada daquilo poderia acontecer. Ela sai do armário e do quarto.

            Ela tinha medo de voltar ao banheiro ou o escritório, então ela poderia voltar a sala, aonde seu irmão estava petrificado, ir para seu quarto, ou a suíte de seus pais. O último foi sua decisão.

            Era um quarto grande, com um banheiro espaçoso e um closet. Katie sentou na cama, e começou a chorar, finamente e de modo inaudível para não denunciar sua localização, mas chorava.
Sua pele fina daquela paranormalidade toda parecia ser cortada com as lágrimas, estava se sentindo frágil, e quase morta. Aquele jogo era demais para suportar. “Como meu irmão está, será que ele vai  sobreviver após o fim disso tudo?”, pensava.

            O som de seu choro é cortado de repente, ela ouve novos passos. Apesar de parecer seguro, aquele local era um beco sem saída, dessa vez os armários do closet eram abertos, e não tinha saída, se a entidade a achasse lá, fim de jogo. Os passos ficam mais forte, e sussurros são novamente ouvidos, sua alma congela. Ele sabia aonde a encontrar!

            Não tinha saída, então ela só tinha uma possibilidade, o círculo de sal. Ela resolve fazê-lo antes dele entrar no quarto, para não ter o mesmo fim do irmão. Ela pega o saco e começa a despejar seu interior no chão, numa circunferência. Ao terminar de fazê-la, a maçaneta da porta gira, e ela abre com força, batendo na parede.

            Ele estava ali, com uma energia mais negativa que tudo, sua vela apagara na hora, e a escuridão eterna invadiu o local. Ela ouvia não mais sussurros, mais gritos, gritos de sofrimento, como se fossem almas sofrendo! Daquela escuridão veio algo mais escuro ainda, a sinueta de um homem, ou o que parecia ser. Ele parou em frente a ela, fora do círculo, parecia fitar ela, e saiu. A escuridão diminuiu, e a temperatura subiu. 
Um minuto depois, uma luz era vista no corredor, não de uma vela, mas de uma lâmpada, era do banheiro. A energia elétrica voltara. O relógio do quarto marcava “3:33”. Era o fim do jogo. O Homem da Meia-noite podia não ter a botado nas alucinações de seu pior pesadelo, mas aquela noite com certeza teria sido a pior experiência de sua vida!
        
    Reunindo suas forças, ela saiu do círculo de sal, e apertou o interruptor do quarto, e uma luz invadiu o ambiente. Ela olhou sua pele, e ela estava normal de novo, realmente tudo acabou. Ela chora, chora como nunca chorou na vida, e agradece a Deus pelo fim de tudo. Sons de cachorro latindo na rua são ouvidos, o silencio normal tinha acabado. Ela reuniu suas forças e foi até a sala ver seu irmão, acendendo todas as luzes no caminho. Ela o encontra encolhido no círculo de sal que ela completou mais cedo, e chorando. Ela pergunta se ele está bem, ele diz que sim, e que nunca mais vai desafiar o paranormal de novo.
             

Enviado/Escrito por: Erick Barreto