08/03/15

A Experiência - (Dia 9)

Dia 9
10/25/2009
10:30 AM

Nessa manhã acordamos e percebemos que o Maxwell estava pelado na cama, descansando entre a Aspen e a Tabitha. Elija também está no quarto, só que ele está dormindo com um cobertorzinho no sofá próximo à janela. Roupas estão espalhadas por todo quarto como se eles tivessem arremessado as roupas aleatoriamente. De repente os questionamentos sobre o paradeiro do Maxwell durante sua prolongada abstinência, são de menor importância para o experimento.

Como foi brevemente dito na última noite, o rumo da experiência está mudando. Todos ao longo dos últimos quatro dias estiveram lutando para segurar as pontas da tese original, mas isso se revelou quase impossível. Isto é em parte devido a um assistente traíra, parcialmente por razões que vão muito além de explicações racionais que no momento e, além disso, devido a minha resistência das mudanças inevitáveis que estavam ocorrendo no momento. Seja lá como for, uma coisa está clara: A correlação entre medo e lapsos de memória ficaram eclipsados pela emergência de circunstâncias urgentes.

-N/A- Se você está lendo isso, professor, você terá percebido que eu estive ultimamente deslizando no meu rigor profissional. Essa minha observação se solidificou para resolver que agora, redirecionarei as análises em mão numa direção mais confortável que o comportamento descomunal sendo suscitado pelos sujeitos. Eles estão, sem dúvida, fazendo um motim. Eles estão discretos e matreiros. Eles estão, no mínimo, em adaptação ao lugar e em estado de terror contínuo. Nós temos que agradecer ao Edward pela evolução dessa experiência.

Fico feliz em dizer que Eu deixei essas fraquezas pessoais para trás. –Fim da nota-

Eu contatei o Maxwell pelo telefone. Ele aceitou se encontrar na sala de entrevista, comigo, em poucas horas. Mais precisamente, ele aceitou discutir o que atiçou ele a deixar a casa, e porquê ele retornou. Mas ele me deu uma condição: Eu não poderia contar aos outros participantes o que ele me contaria. Esse foi um pedido estranho, considerando que eu não estive discutindo virtualmente nada com os outros. Eu odeio voltar atrás com esse pensamento presunçoso, mas o Garett e Eu estivemos ambos nos perguntando se o Edward não teve nada a ver com essa insinuação.
11:00 AM
Depois da minha ligação, todos os participantes acordaram e se prepararam para seu dia. Aspen, Tabitha e Maxwell entraram para o banho juntos. Elija não. Ele foi para o hall e usou um banheiro diferente para se aprontar. Além do mais, após eles se posicionarem em posições diferentes, o Maxwell sussurrou algo no ouvido do Elija. Seja lá o que for, isso pareceu perturbar muito o Elija.
Isso talvez garanta uma entrevista com o Elija em breve. Seja lá o que esteja acontecendo, é melhor acreditar que era uma pequena gota de inveja ou amargura sobre ele ou sobre sua mudança de eventos que irão trazer à frente mais que a verdade. Não somos totalmente confidentes, tanto que, iremos obter a verdade inteira com o Maxwell sozinho.
Lentamente, mas certamente, iremos descobrir tudo.
1:30 PM
“Só estou os contando isso, pois sei que vocês não irão acreditar em mim!” o Maxwell disse.
Têm algo muito diferente sobre seu comportamento. Nem de longe é um traço de incerteza de gente com 18 anos, ou aquela ânsia sexual (obviamente ele tem saciado ela, mas as mudanças haviam obviamente seguido o script). Ao mesmo tempo, há uma vivacidade em sua face. Seus olhos estão apáticos, pesados.
“Alguém está aqui, no quintal” ele disse. Felizmente ele não pôde ver nossas expressões, pois eu não pude fazer muito à não ser sorrir. “Ele tinha um cabelo preto longo e usava óculos. Vestia aquelas calças verdes de um veludo e uma camisa amarrotada. Diariamente eu o via lá.”
Maxwell havia descrito o Edward. Mas uma coisa me incomodou em particular,
O “Diariamente eu o via lá.” Eu o interroguei, sobre quantas vezes ele havia visto esse homem no quintal, e que tipo de interações eles tiveram.
“Ele foi quem me mostrou o poço coberto no terceiro dia em que estávamos aqui. Era realmente muito cedo, na manhã. Ninguém estava dividindo quartos ainda, então eu estava sozinho quando ele subiu pela janela. Ele disse que sabia sobre meu sonho. Aquilo realmente me assustou, cara. Pois ele estava focado em mim.”
“Foi difícil acreditar no que nos estava sendo dito. Eu estava muito consciente de que o Edward criou seus próprios esquemas, uma vez que eu adoeci, mas para ele ter agido de acordo com ele mesmo desde o dia três, mostra algo muito mais diferente e muito mais perturbador. Mas isso já tem sido investigado suficiente dentro do meu próprio campo de pesquisas. Seja lá qual for o caso, isso está me chamando atenção...

“Que poço ele te mostrou?” Eu perguntei. “Não vemos nenhum poço pelas câmeras. Isso foi quando vocês se agruparam na tarde do terceiro dia?”
“Não, foi ali onde o homem me disse para trazer os outros. Ele começou a nos contar coisas sobre a história da Mansão Rosewood. Ele disse que é mais que historinhas sobre assassinatos. Aparentemente ele sabia sobre os microfones, pois ele cobriu um que estava preso na árvore que ele estava. Eu não acho que ele queira que você saiba que ele está na propriedade.”
“Estamos aqui sentados em silêncio. Há muito do qual eu preciso saber; Há tanto, que não pode ser descoberto em apenas uma entrevista de vídeo. Acho que a hora de eu ir checar isso pessoalmente. Me sinto culpada, muito culpada. Eles devem estar horrorizados. Esse era o propósito sim, mas não desse jeito. Era suposto estar em incrementos medidos, mas isso é só um terror caótico e doentio.
“Mas onde você esteve por todos aqueles dias?” Interroguei-o.
“O carinha com óculos trouxe o amigo dele para me ver. Não sei por quê mas eu só segui ele para dentro da floresta... e Eu não posso contar o resto para você, Patrícia, me desculpe.”
“Por que não?” 
"Porque Eu não confio em você. Onde está você? Quem é você..."
“Certo. Acho que não tenho mais escolhas. Estarei indo ver vocês em breve.”
Não preciso do Garett para dar desculpas em voz alta; Eu já estava imaginando elas. Mas essa é a direção que estamos indo; E eu irei seguir esse experimento ATÉ O FIM!

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Continua...


14 comentários:

  1. Ficando legal... Sinto que vem coisa estranha por aí

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  2. Agora tá dando pra entender melhor a creepy, tava tudo embolado. Agora tá ficando mais claro.

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  3. Mais uma mensagem escondida....

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  4. Não entendi a mensagem escondida q ta no texto hm

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  5. Se alguém entender a mensagem escondida, favor revelar para os meros mortais que não a identificaram

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  6. e l e v a i v o l t a r e l e s e m p r e v o l t a s em p r e v o l t a v o l t a r a t r á s

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  7. "Ele vai voltar. Ele sempre volta, sempre volta a voltar atrás."
    Que raios isso significa?

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  8. descobri! voltem na penúltima parte de a experiência, o tradutor passou lá *-*

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  9. 29 03 vinte e nove abril (Na última postagem da experiência)

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  10. Vcs são lerdos pra entender :v huehuehue zoa, ela é complicada mesmo. Mas é mais ou menos assim:
    Foram achados arquivos de um estudo de uma universitária. Ela alugou uma mansão e colocou dois casais para passarem um mês lá: Um de 18 anos, outro de 25. Ela disse que o experimento era pra testar sexualidade, mas o que ela queria mesmo era os assustar e ver quais seriam as suas reações psicológicas- se os mais velhos agiriam por razão, e os mais novos por instinto- mas o que ela não contava era que um de seus ajudantes saiu de suas rédeas e começou a impor muito medo a eles, consequentemente, tá todo mundo fodido. Foi o que eu entendi. :v

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  11. xá ve se eu entendi, uma pesquisadora ponhe 2 casais de adolescentes para transar em uma mansão que ouve assassinatos em quanto ela ver e ouve tudo, ai os capangas dela começam a zuar os carinhas da mansão e eles ficam estranhos? creepy ruim :/ :/ :/ :/

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