24/11/15

Minha estadia no Resort Hotel Bavaro Princess

Olha, sei que colocar isso aqui no nosleep faz com que pareça apenas mais uma historinha, mas esse é um dos únicos sites que estou conseguindo abrir, e como a página de enviar ainda está carregando, não sei se isso chegará a ser publicado.

Agora é meia noite aqui na República Dominicana, e enquanto escrevo isso, minha esposa está do meu lado, chorando e implorando para que sair imediatamente daqui e ir para o aeroporto para vazar desse inferno antes que alguma coisa aconteça. Estou digitando isso enquanto minha cabeça pensa em mil coisas ao mesmo tempo, então desculpe-me se houver erros de digitação, não tenho tempo para corrigir essa bosta.

Talvez eu esteja louco, não sei, me diga se eu estiver exagerando.

Minha esposa acabou de perguntar se tem alguém lendo isso que está perto de Punta Cana e está disposto a nos levar até o aeroporto. Estamos no Resort Hotel Bavaro Princess. Sei que você deve achar que eu- (NDT¹: autor parou a frase no meio do caminho)

Chegamos aqui ontem a noite. Adoramos Resorts com tudo incluindo, já fomos em vários, e tudo que queríamos era mais umas férias sem complicações. Acho que eu que ferrei tudo, na verdade.

Resumindo: no check-in, perguntei para o recepcionista se tinha como trocar nosso quarto por um melhor, um que tivesse vista para o mar. Ele disse que não, mas tínhamos visto outro casal conseguir a troca, então perguntei qual era o motivo dele não poder fazer o mesmo para nós. Posso ter sido um pouco rude, admito.

Ele respondeu apenas com um “Desculpe, sem trocas”. Não estava disposto a brigar, estava de férias no paraíso, e como não planejava perder muito tempo dentro do quarto, deixei para lá.

Mas quando ele nos alcançou a chave e começamos a nos afastar do balcão, ouvi ele sussurrar baixinho “Americanos”. Olha, não sou americano, mas esse comentário me tirou do sério.

“Com licença? ” Perguntei, andando de volta para o balcão. “Americanos? Cara, você só tem esse emprego graças aos turistas americanos. Que tal ser um pouquinho grato? ”

Me olhou com ódio nos olhos. Provavelmente ele tinha que lidar com todo o tipo de gente idiota, mas eu não estava sendo tão ruim assim, então não entendi qual era o motivo dele estar agindo daquela forma. Estava esperando ele explodir em raiva, por estar me olhando de uma forma que parecia odiar cada molécula do meu corpo.

Entretanto, apenas sorriu para mim.

“Peço desculpas, senhor. Você tem toda razão. Tive um longo dia de trabalho. Por favor, aceite minhas desculpas, e permita-me procurar um quarto melhor. ”

Eu ainda estava um pouco irritado, mas né, o cara pediu desculpas e não havia motivo para chamar o gerente ou algo do tipo.

“Ah, aqui, encontrei uma suíte VIP para você. Sem adição de custos na troca. ”

Ele me entregou as novas chaves e chamou os funcionários que levavam as bagagens.

“Não precisa, só temos uma mala. ”

“Ah, não, são regras do hotel, por favor, ” falou para mim e depois começou a conversar com outros funcionários em espanhol. Pareceram discutir por um momento, um dos caras olhava para mim enquanto falava em espanhol, mas não liguei muito. Tudo que eu queria era por as mãos em uma cerveja bem gelada e curtir o resto da noite. Depois de uns 30 segundos de discussão, um dos funcionários veio até mim.

“Por gentileza, siga-me”.

Entrando no nosso bloco de quartos, era fácil notar que era diferente dos outros blocos mais comuns. É um conjunto de 9 ou 10 quartos alinhados em forma de U, bem perto do oceano. Aqui está uma imagem que printei do GoogleMaps. Nosso bloco é o da extrema direita, perto do mar.

A primeira coisa que achei estranha foi o jeito que os funcionários que nos acompanhavam se comportaram assim que entraram no bloco, mas ignorei isso por achar ser algo cultural.

“Sigam-me, por favor” disse o primeiro indo na frente, enquanto o segundo andava atrás de nós.

O da frente ia ligando as luzes do corredor enquanto íamos passando, enquanto o de trás ia apagando assim que passávamos por elas. Achei isso estranho por já ser noite, mas achei que, sei lá, era o jeito deles de conservar energia elétrica? Só era estranho andar por um corredor escuro acendendo e apagando as luzes no caminho, uma por uma.

“Este é o seu quarto, senhor”, ele falou, abrindo a porta.

Fui até minha mala e peguei uma nota de 5 dólares, mas fiquei surpreso quando vi que os dois já não estavam mais na porta. “Ei, a gorjeta de vocês! ”, gritei. Sei que esses caras não ganham muito, então uma gorjeta de 5 dólares sempre é bem-vinda.

Eles se entreolharam, trocaram algumas palavras, e relutantemente voltaram até minha porta. Isso tinha sido realmente estranho, mas cara, estou na República Dominicana, me recusava a me envolver com algo que não fosse bebidas alcoólicas.

“Obrigado, senhor, ” o garoto disse nervosamente enquanto pegava a nota. “E senhor...” ele continuou.

“Ei, temos que ir, ” o outro homem o agarrou pelo braço. “Desculpe, muito trabalho, sem tempo pra conversas, desculpe. ”

Vi os dois irem embora pelo corredor da mesma forma que chegamos, acendendo e apagando as luzes. Logo, estávamos de pé no corredor escuro. “Bem, isso foi bem estranho”, falei enquanto entrava no lindo quarto com vista para o mar.

Minha esposa e eu passamos a noite inteira provando diversos tipos de coquetéis no bar. A vida é linda, cara. Admito que ficamos um pouco no brilho.

Voltando para nosso quarto, passamos pela piscina que ficava perto do prédio, ouvimos uma risada alta.

“Será que tem gente fazendo uma festa na piscina? Vamos dar uma olha” Trish disse e me puxou.

Quando andamos até a piscina, vimos apenas uma pessoa. Era uma senhorinha que estava perto do microfone que acho que era usado para festas na piscina. Estava só rindo no microfone, não falava nada, só ria. Não tinha ninguém perto ou com ela, literalmente. Só havia uma luz apontada para ela, o resto estava tudo apagado. Tipo como se ela estivesse em um palco.

Trish e eu nos olhamos e rimos também. Acho que algumas pessoas não conseguem lidar muito bem com bebidas alcoólicas. Enquanto nos distanciávamos, a senhora continuava a rir, e a risada nos seguia pelo caminho, só rindo, sem dizer nada. Quanta diversão.

Quando chegamos em nosso prédio, estava todo escuro novamente. “Isso não pode ser sobre não gastar com energia elétrica”, sussurrei. “Olha, todos os outros blocos estão com as luzes acesas”.

Bem. Nós ligamos todas as luzes do corredor, foda-se aquela bosta de acende/apaga. Quando estávamos nos deitando, percebi que o relógio estava parado em 1:00am. Isso era meio estranho, porque era um relógio digital. Mas eu não estava ligando para isso. Demorou dez minutos para nós dois apagar, acho que a combinação de álcool e viagens fazem isso.  

Acordei por volta das 3:00am, sei disso porque olhei o horário no meu celular, o relógio do quarto ainda estava parado em 1:00am. Sempre acordo no meio da noite quando eu bebo, desidratação provavelmente. Notei que minha esposa não estava na cama. Então a ouvi chorando na frente da porta do quarto.

“Mas que porra é essa...” pensei, “Trish ficou tão bêbada assim? ”

Abri a porta, mas não havia ninguém lá fora. As luzes estavam todas desligadas. Eu as liguei, procurando por minha esposa no corredor. Até caminhei pelos corredores, mas sem sorte.

Quando voltei para o quarto, mais confuso do que nunca, encontrei Trish sentada na cama.

“Com quem você estava falando? ” Ela perguntou.

“Uh? Eu estava procurando por você”

“Você está bêbado, não acredito que você é tão fraquinho para bebedeiras. ” Falou enquanto voltava a se deitar “Ouvi você conversando com alguém lá fora por tipo 5 minutos, vocês me acordaram. ”

Queria entender o que ela estava falando, mas eram três da manhã e tínhamos bebido, então achei que era só a combinação disso nos fazendo ouvir coisas.

Deitei de novo e comecei a cochilar. Então ouvi uma batida suave na porta.

“Ah, devo estar ouvindo coisas de novo”, pensei enquanto me virava para o lado.

Novamente choro na porta.

Me sentei. Não estava imaginando aqui. Podia ouvir, e já não estava mais embriagado.

“Trish, acorda, Trish” sacudi minha esposa.

“Que? Me deixa dormir...”

“Você tá ouvindo? ”

“O que? ”

“Ouça”.

Ela se sentou e ficamos em silêncio. Por alguns segundos estava tudo em silêncio. Enquanto ela me olhava com uma expressão irritada, um choro baixo pode ser ouvido perto de nossa porta. Trish arregalou os olhos.

“O que é isso? ” Perguntou, obviamente assustada.

“Não sei, vou dar uma olhada”, em silêncio, me levantei e fui até a porta. Olhei pelo olho mágico, mas as luzes estavam todas apagadas de novo.

Foda-se.

Abri a porta.

Na minha frente estava uma menininha, por volta dos 10 anos, sei lá, talvez 11, chorando e olhando para o chão.

“Oi, o que aconteceu? Hey, hey,” perguntei enquanto me abaixava para fixar na mesma altura que ela. “Trish, vem aqui, tem uma menininha na nossa porta”.

A garota só ficava parada, chorando e não olhando em minha direção. Ela usava biquíni e estava com apenas uma boia no seu braço direito, então achei que tinha se perdido na piscina fazia um certo tempo.

“Você está perdida? ” Perguntei, tentando fazer com que ela me olhasse, “Trish, por favor, ligue as luzes do corredor? ”

“Não chore, querida, vamos encontrar seus pais, está bem? Pode entrar, se quiser”

A menina começou a entrar no quarto, ainda sem olhar para mim, ainda chorando.

“Amor, ” Ouvi minha esposa me chamar. “Amor...”

“Só um pouquinho, ela está entrando, ” falei enquanto observava ela entrando.

“Amor. ”

Olhei para trás.

Trish se moveu de lugar e revelou o corredor todo iluminado.

Na porta de todos os quartos do nosso prédio haviam pessoas. Homens, mulheres, crianças, famílias, todos de pé na porta, olhando para a gente, sorrindo, não de um jeito assustador, só sorrindo normalmente.

“Mas que merda é essa...” Sussurrei e dei um passo para trás, batendo contra Trish. “O que está acontecendo? ”

“Não sei, não sei, feche a porta, pelo amor de Deus feche a porta, ” Trish implorou, apertando minha mão de um jeito doloroso.


Bati a porta da frente enquanto arrepios corriam pelo meu corpo.

“O que aconteceu? Eles estavam ali antes, no escuro? ” Perguntei enquanto me voltava para Trish.

“Eu não sei, podemos ligar para alguém? Recepção? Alguém? Isso não é normal, né? ” Trish não parava de falar, ainda apertando minha mão com força.

Então ouvimos uma tosse.

A menininha.

Nós dois nós viramos em direção ao quarto. Bem no centro, virada para gente, mas ainda olhando para baixo, estava a criança.

“Ei, você está bem? ” Perguntei dando um passo em sua direção. Ela devia estar apavorada.

Ela ainda soluçava, mas daí olhou em minha direção, fazendo com que eu parasse onde estava.

“Você... Você está bem? Seus pais estão lá fora? ” Perguntei de uma distância que achei ser segura.

Ela ainda chorava, mas começou a tossir, mais e mais. Podia ver dor em seus olhos, queria ajudar, mas algo me dizia para não fazer nada. Isso e o jeito que minha esposa apertava minha mão.

A tosse só piorava.

“Não se aproxime! ” Trish implorou, atrás de mim.

“Ajuda...” a criança sussurrou em voz baixa enquanto estendia a mão em minha direção, e segundos depois, começou a vomitar. Ela segurava a barriga com uma mão, a outra esticada em minha direção, e vomitava sem parar no chão do nosso quarto. Nunca tinha visto alguém vomitar tanto, ainda mais uma criança.

Demos um passo para trás, aterrorizados. Engraçado como algo desse tipo faz você ficar sóbrio na hora.

Ela finalmente parou e olhou para mim. Agora estava sorrindo.

“Tira ela daqui, amor. Pelo amor de Deus. ” Trish me puxou.

Abri a porta.

“Vaza daqui! ” Gritei. “SAI! ”

Ela deu outro sorriso e começou a correr em minha direção.

Empurrei minha esposa para o lado segundo antes dela bater na gente.

Houve aplausos no corredor. Todas as pessoas que estavam de pé na frente das portas, aplaudiam enquanto a criança corria pelo corredor, ainda com uma mão na barriga e outra esticada para frente. Eles estavam olhando para gente, rindo e aplaudindo.

Bati a porta e espiei pelo olho mágico. Uma por uma, as pessoas voltavam para dentro dos quartos. Era estranho pra caralho, voltando para o quarto de ré, como se estivessem sendo puxados, não sei. Quando as portas se fecharam, quase que imediatamente as luzes se apagaram automaticamente.

“Mas que diabos foi isso? ” Falei, me virando para Trish. Com toda essa loucura, não tinha percebido quão aterrorizada minha esposa estava.

“Amor, por favor, vamos sair daqui, por favor. ” Ela implorou enquanto me puxava para longe da porta.

“Para onde nós iriamos? É de madrugada!”

“Vamos ligar para alguém, fazer alguma coisa, por favor, por favor, ” ela resmungou.
 
Peguei o telefone e digitei o número da recepção.

“Boa noite, em que posso ajudar? ” Responderam imediatamente.

“Sim, olha só, tem algo errado com nosso bloco... Tinha uma criança chorando e vomitando no nosso quarto, e todo mundo estava no corredor no meio da madrugada, e sei lá, tem algo de errado acontecendo aqui. ”

“Entendo, ” ele respondeu em uma voz calma, como se fosse uma ligação normal. “Você está no nosso bloco VIP perto da praia, sim? ”

“Sim, eu acho. Você pode mandar alguém aqui agora, por favor? ”

“Desculpe, senhor. Somente pela manhã. ”

“Olha só, tem alguma coisa acontecendo aqui, tô te falando. Essas pessoas não são normais. ”

Silêncio.

“Alô? Alô? ”

Sem resposta.

“Meu Deus” Bati o telefone com força.

“Eles não vão vir, né? ” Trish perguntou.


Ficamos uma hora conversando e tentando ouvir algum som vindo de fora. Obviamente não encontramos lógica nenhuma para o que tinha acontecido ali. Isso não é normal, né, ou estou louco? Tipo, eram três da manhã e todos estavam de pé em suas portas, no escuro, sorrindo, sem reagir a nada, e depois aplaudindo quando a garota que vomitou correu pelo corredor. Não sei, gente. A garota também não era normal. Foi a coisa mais bizarra que já me aconteceu.

Trish começou a adormecer por volta de 5:30am, exausta de tanto chorar. Eu não consegui. Ainda estava escuro lá fora.

Por volta das 6:00am, levantei para ir no banheiro. Quando voltei, encontrei minha esposa no canto do quarto, petrificada.

“Não me machuque, por favor! ” Ela gritou para mim.

“Amor, sou eu! Olha para mim, sou eu! ” Falei com um pouco de calma, indo em direção dela.

“Para! Para! Para! ” Ela tentou se rastejar mais para o canto.

“Amor, sou eu, seu marido, você só teve um pesadelo. ”

Ela começou a se acalmar.

O que você estava fazendo no armário? ” Trish perguntou, limpando as lágrimas do rosto.

“Que? Eu estava no banheiro...”

“Não, você estava no armário, eu juro! ” Ela falou, passando por mim. Ela abriu a porta do armário. “Olha...” Sussurrou se afastando do armário.

Fui para a frente do armário. No chão do armário tinha uma corda grossa. Que estava em formato de forca.

“Jesus Cristo, alguém só pode estar zoando com a gente” Peguei o telefone e liguei para recepção novamente.

Sem resposta.

“Foda-se essa merda. Foda-se! Vamos embora.” Puxei Trish para a porta.

Assim que abri, ela gritou. De pé na frente da porta estava a mesma menina de antes, vomito ainda em seu biquíni, barriga e em volta da boca. Ela ainda estava segurando a barriga enquanto apontava para nós, e sorria também.

As luzes do corredor se acenderam uma por uma, revelando todos em suas portas, olhando para nós.

“O que vocês querem, porra? ” Gritei, com raiva, medo, mas principalmente frustração. “O que tem de errado com vocês? ”

A garota levantou a mão direita acima de sua cabeça. Apertou o punho e virou a cabeça para o lado, como se estivesse imitando um enforcamento. Risadas ecoaram pelo corredor, então todos, um por um, começaram a fazer a mesma coisa, colocando a língua para fora, depois rindo novamente.

Quase tropecei na minha esposa enquanto recuava para dentro do quarto, e bati a porta.

“Não podemos sair, não agora. ” Abracei Trish, meu coração batendo forte com a adrenalina. “Temos que esperar até o sol raiar”.

Sentamos na cala, ela chorando e eu tendo um monólogo interno sobre seja lá a merda que estivesse acontecendo.

E aqui estamos. Isso tudo aconteceu algumas horas atrás. Agora são 13:03pm. Bosta, acabei de perceber que o relógio digital voltou a funcionar, se é que isso importa mesmo. Olhando pelo olho mágico, não vejo ninguém lá fora.

Estamos nos preparando para nos mandar daqui. Sem um plano fixo ainda. Sei que vamos passar na recepção e perguntar que porra foi essa que aconteceu. Provavelmente vamos embora, não sei ainda. Gastei mais de três mil dólares para um filho da puta zoar com a nossa cara?

Uma coisa eu sei, não vamos passar mais nenhuma noite nessa bosta de quarto.

Edit: Um cara que leu a história no reddit e mora a duas horas do resort entrou em contato comigo e nos tirou de lá. Estamos na casa dele e vamos pegar um avião amanhã de manhã.
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  ¹ NDT = Nota do tradutor.

Conto publicado no nosleep pelo usuário inaaace


19 comentários:

  1. Ao menos eles saíram sem problemas.Q loucura cara...

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  2. uma das melhores creepys cara Oo eu realmente fiquei tenso com a história

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  3. e vocês podem traduzir a história da laranja? que termina com a frase "I took the orange", do mesmo autor no reddit se nao me engano

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    1. Elias, já comecei a traduzir. Em breve postarei a primeira parte! :D

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  4. Que foda!!! Podia ter continuação :(

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  5. Muito boa!
    O tipo de história que se fizerem continuação acaba com o encanto..

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  6. Olá, eu gosto muito desse blog e sempre faça a leitura dos artigos aqui postados, principalmente Mindfuck.
    Eu vou estar postando essa Creepy em meu blog; pode deixar que eu vou creditar vocês no post.

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  7. Olá, eu gosto muito desse blog e sempre faça a leitura dos artigos aqui postados, principalmente Mindfuck.
    Eu vou estar postando essa Creepy em meu blog; pode deixar que eu vou creditar vocês no post.

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  8. Só uma coisa a dizer... WELCOME TO THE HOTEEEEEEL CALIFORRNIAAAAAAA ♪

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  9. Este comentário foi removido pelo autor.

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  10. Uma das melhores Creepypastas que já li ❤

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