06/03/16

Butcherface - Parte III

Certo, aqui está a parte final. Essa também será longa.

Depois que o pai do Chris queimou os arquivos sobre o Butcherface (incluindo as artes, as fotos e as fitas) acho que todos (incluindo eu) esperavam que Chris fosse esquecer isso. Eu sei que eu estava disposto a esquecer. Mas, não demorou muito até que Chris começasse a procurar por qualquer evidência de outros arquivos do Butcherface. Ele frequentemente falava (apenas para mim) sobre fitas e artes estranhas encontradas em outras partes do pais, mas a maioria delas pareciam esboçadas, mesmo que Chris estivesse completamente seguro e não quisesse admitir. A minha atitude começou a mudar, quando eu estava sentado na minha mesa e me peguei distraído desenhando o símbolo do ‘CV’, do Butcherface, num pedaço de papel em que eu deveria estar desenhando o Batman (mas aí já é outra história).

Exatas duas semanas após o cachorro do Chris desaparecer e seu pai queimar todas as evidências do Butcherface, Chris apareceu na minha porta dizendo que ele queria voltar á casa que nós encontramos nas fitas. Quando percebemos que não havia ninguém em casa (na parte 2) aparecemos lá por volta das 6 da tarde de uma quarta-feira, esperando que alguém estivesse de volta do trabalho. Fomos até a porta e batemos. A pessoa que nos atendeu era um homem que tinha uns 50 anos. Ele morava na casa desde os anos 80, a época que cremos que as fitas foram filmadas. Nós o contamos sobre as fitas e que a casa dele estava nelas e perguntamos se algo de estranho havia acontecido durante esse tempo.

Ele disse que não sabia de nada como o que estava acontecendo nas fitas, mas disse que havia percebido que alguém estava vivendo na dispensa que ficava no quintal. A dispensa foi desmontada, mas ele se lembra que havia um símbolo esculpido no marco da porta. Perguntamos ele que símbolo era e ele desenhou o símbolo do ‘CV’.

No dia seguinte, a mãe do Chris estava andando no quintal e encontrou o cachorro. Ele havia sido rasgado da garganta ao estômago e colocado no buraco ainda aberto que o pai dele havia cavado duas semanas atrás. Os policiais foram chamados e contamos tudo sobre o Butcherface. Desde que o pai do Chris havia queimado tudo, eles não tinham evidência de que o cão tinha sido mordo por uma pessoa e consideraram como maltrato aos animais.

Não se passou muito tempo até quando eu fui para casa e encontrei minha porta da frente aberta. Subi os degrais e vi que a porta estava entreaberta, balançando e rangendo. Como estava escuro, acionei o interruptor de luz, mas ele não funcionou. Dei a volta pela casa e fui até a dispensa para pegar a coisa mais ameaçadora que estivesse perto da porta, que era um ancinho. Voltando á porta da frente, peguei meu celular e liguei para o 911. Após fazer a ligação, entrei cuidadosamente na casa seguro de que o ancinho estivesse na minha frente. Subi as escadas e acionei outro interruptor, que também não funcionou. Cheguei a conclusão de que a energia havia sido cortada. Usando meu celular como lanterna, procurei pelo dano causado. O sofá de couro havia sido arranhado com muitos cortes e o estofamento havia vazado. E o vidro da porta dos armários da cozinha haviam sido esmagados. Mais que metade das garrafas do barzinho faltavam e os remédios da gavetinha de remédios haviam sido roubados. Tudo parecia muito familiar. Tipo, até as pílulas contra a artrite do meu cachorro de 13 anos foram roubadas.

Por falar em cachorro, Drake tinha um problema de ansiedade, então mantíamos ele numa caixa sempre que saíamos de casa. Pensando no que aconteceu com o cachorro do Chris, corri para o corredor, para o escritório, onde a caixa foi deixada. Apontei a lanterna do celular na caixa e vi a porta aberta e a caixa vazia. Segui em frente temendo o que eu encontraria e apontei a luz para a caixa, e vi Drake tremendo atrás dela, tremendo. Foi aí que os policiais apareceram. Minha família chegou logo após isso. Quando os policiais nos perguntaram se tínhamos algum inimigo (desde que a casa parecia estar revirada) eu contei para eles sobre Butcherface. Quando os policiais olharam em volta, perceberam que a energia não havia sido cortada. Acontece que cada lâmpada na casa inteira havia sido parcialmente desenroscada, deixando a lâmpada no bocal, mas sem ser capaz de acendê-la. Essa foi a primeira vez que minha família ouviu sobre Butcherface e eles me pediram para parar de ver o Chris.

Eu não havia falado com o Chris pelo telefone por mais ou menos dois meses após aquilo tudo. Muito pouco aconteceu nesse período de tempo, mas algo ainda não parecia certo. Primeiro, minha irmã, que trabalha à noite, começou a me pedir para ficar na porta da frente até ela entrar em seu carro quando ela saísse, pois ela saía pela noite. Perguntei inúmeras vezes, mas ela nunca me dava resposta.

Era como se ela sentisse que alguém estava a observando sempre que ela saía de casa. Depois, nosso cão ainda parecia estar assustado. Sempre que o deixávamos fora de casa, ele apenas fazia suas necessidades e voltava para dentro de casa, o que era muito incomum de sua parte.

Um dia, eu estava sentado na porta dos fundos, olhando para o quintal, pensando em tudo isso, quando meus olhos se guiaram até a dispensa no quintal, pensando em tudo isso quando meus olhos se focaram na dispensa do quintal e eu lembrei da história contada pelas pessoas das casas que vimos nas fitas. Eles encontraram evidências de alguém vivendo em suas dispensas. Entrei no meu quarto e peguei uma espada da minha coleção (sim, eu sou um nerd) e fui até a dispensa. Quando cheguei lá, encontrei a dispensa destrancada. Abri a porta e olhei para dentro, apenas usando a luz do sol, pois lá não havia energia. Eu imediatamente vi uma pilha de lixo num cantinho. Era um amontoado de lonas, capas de guarda-chuvas e sacos de lixo que também tinham uma compressão no meio como se alguém tivesse deitado ali.

Ao lado da pilha estavam as garrafas de licor que faltavam dentro de casa e algum lixo. Esse cara estava vivendo na dispensa e tinha uma boa chance de que ele estivesse lá desde quando a casa foi invadida dois meses atrás. De fato, pelo que eu sei, ele podia estar alí naquela noite em que fui pegar o ancinho, me observando. Eu não queria assustar minha família, então limpei tudo em segredo. No fundo da cama de lixo, encontrei um bloco de notas imundo. Abri numa página qualquer, vi alguma arte familiar e imediatamente o fechei, rasguei e joguei no lixo.

 Algumas semanas depois, recebi uma chamada do Chris. Ele disse que ainda estava procurando pistas e coisas estranhas. Antes de eu poder dizer que eu não queria ouvir isso, ele disse que ele foi até a casa das mulheres que foram as antigas donas que falamos anteriormente. Antes de eu poder responder ele disse “Elas mentiram. Venha me ver amanhã. “ No dia seguinte, sem contar para minha família, dirigi até a casa do Chris. Quando cheguei lá eu fui recepcionado por sua mãe, quem parecia estar de bom humor. Perguntei como ela estava indo (sabendo a resposta) e ela disse que nada de estranho havia acontecido por vários meses. Perguntei aonde estava o Chris e ela apontou para as escadas que levavam até ao quarto no porão. Abri a porta e imediatamente ouvi Chris falando, mas eu não podia nem mesmo ouvir o que ele estava dizendo, mas presumi que era com sua namorada. Quando cheguei em certo ponto da escada, pude ver o quarto dele e vi que ele estava sentado na frente de sua mesa, falando para uma câmera de vídeo.

Perguntei para ele que diachos ele estava fazendo, e ele sorriu e disse “nada” enquanto desligava a câmera e ficava entre o monitor e o gabinete como se não fosse estranho ele falar para uma câmera, como Butcherface fez. Dessa vez, eu desci até o último degrau e ele mudou imediatamente de assunto; Ele andou até mim e começou a falar, como alguns dias atrás ele havia ido até a casa das senhoras que eram donas da casa dele. Quando ele chegou lá e estacionou, ele resolveu esperar. Ele sabia que a antiga dona da casa, Louise, havia morrido e sua irmã, Shirley, se mudou e que alguém estava vivendo ali desde então. Ele estava esperando ver Butcerface entrar ou sair da casa. Ao invés disso, ele viu Shirley parar na entrada. Eles saíram do carro ao mesmo tempo. Shirley aparentemente não viu Chris pois ela continuou entrando na casa. Quando ele a alcançou, ela havia entrado na casa, mas então ela começou a recuar, aparentemente chocada ao ver algo ali. Quando ele a alcançou ela já estava de volta ao Porch. Ele começou a falar com ela e ela finalmente disse para ele o que ella sabia sobre Butcherface.

Como já sabíamos, ela começou a falar de quando sua irmã, Louise, e seu marido compraram a casa. Eles queriam substituir a fiação e os encanamentos, mas antes disso acontecer, o marido de Louise ficou doente e consequentemente morreu. Aqui foi o último ponto da história. O que elas não nos contaram, é que, Louise ainda não podia pagar pela casa, então ela decidiu vende-la. Após a casa ficar alí por muito tempo, elas pensaram que seria relativamente fácil consertá-la, então elas, na década de 60, decidiram consertá-la sozinhas. Quando elas chegaram para ver a casa pela primeira vez, elas encontraram a casa como estava nos vídeos, com lixo em todos os lugares e desenhos nas paredes, com velas queimadas em todo lugar e um buraco no porão. Elas começaram a limpar a casa, pegar o lixo, colocar papéis de parede baratos, colocar carpetes e tampar o buraco no porão o melhor que podiam. Uma coisa que elas mencionaram e nunca percebemos é que ela disse que no buraco do porão, havia outra parede de tijolos de concreto que levava até o quintal. Elas fecharam o buraco com tijolos, mas devido às suas rendas (e ela também culpou a idade) elas nunca usaram argamassa. Elas colocaram os tijolos ali e deixaram do jeito que estava. Chris perguntou se elas colocaram as fitas no buraco e ela prontamente negou. Determinamos que se alguém soubesse do buraco na parede, esse alguém poderia simplesmente remover os tijolos e entrar no buraco, fazendo o que bem entendesse ali... como esconder algumas fitas. Fomos até o quintal para ver se era verdade e encontramos uma pilha de blocos de concreto, onde você podia tirar os blocos. Eles pareciam ter leves arranhões e esfoliamentos, como se tivessem sido tirados dali a pouco tempo, mas não tínhamos certeza.

A conversa entre Chris e Louise continuou com ela dizendo que ao limparem a cozinha, encontraram um objeto retangular enrolado em papel alumínio. Eles desenrolaram o papel e encontraram uma fita de vídeo. Elas levaram para casa, colocaram no VCR e assistiram. Aparentemente, não havia fotos, a tela estava preta como se ele tivesse deixado a tampa da lente ou algo assim, mas parecia ser intencional, pois a falta de imagens no vídeo, era compensada com sons. Ele disse que ela descreveu isso como arranhados e barulhos estranhos pela fita inteira. Ele disse que então terminou a conversa e Shirley rapidamente voltou ao carro dela, deixando a porta da velha casa aberta. Chris então abruptamente mudou de assunto e foi até a mesa, tirando uma pasta da gaveta e abrindo ela. Os papéis de dentro eram prints de vários sites mostrando fotos das fitas, desenhos e fotos, e todos pareciam familiares. Ele disse “Olha. Eles estão espalhados por todo país, incluindo parte do México e do Canadá. Algum desses apareceram em alguns lugares da Europa. É como se ele estivesse trabalhando e deixando as coisas onde ele puder. “ Chris então disse que iria continuar sua investigação sobre Butcherface.

Essa investigação continuou por quatro anos. Até semana passada.
Esse é o porquê de eu faltar por três dias após escrever a parte 1. Odeio fazer isso parecer clichê, mas Chris ficou muito obcecado em tentar achar quem Butcherface era. Sua investigação era lenta. Encontrava as fitas ou fotos. Ele então viajava para uma área perto de Denver pois ele acreditava que ele havia encontrado um ninho (um lugar onde Butcherface parecia aparecer muito, como qualquer outra área) mas não encontrava muita coisa. Nunca estivemos muito certos do que estava impulsionando o interesse de Chris em Butcherface desde que ele não possuía mais os arquivos do Butcherface, pois seu pai havia queimado tudo. Até que, semana passada, encontramos de onde tudo isso estava vindo.

Estávamos planejando ver Transformers 3, mas nunca íamos mesmo. Fui até a casa dele ao mesmo tempo que sua namorada. Ambos temos nossos próprios carros e rimos da coincidência de nós dois chegarmos ali ao mesmo tempo e entramos na casa dele. Esperamos um pouco, com Chris e sua namorada sentados na cama e eu sentado na mesa. Estávamos jogando conversa fota e eu estava girando a cadeira na qual eu estava até que notei uma fita repousando contra o alto-falante de seu computador.

Peguei a fita e perguntei ele o que era. Ele imediatamente mudou sua expressão para “Ih, fodeu”. Quando sua namorada entrou no interrogatório, ele finalmente nos contou a verdade, admitindo que era a fita que as velhas senhoras encontraram na casa, nos anos 80. Ele disse que quando ele falou com Shirley na casa dela, onde ela disse onde havia encontrado a fita, ela também deu a fita para ele e ele escolheu deixar aquela parte da história há quatro anos atrás. Foi aí que percebemos o problema. Havíamos pedindo ele para não ouvir mais à fita. Pedimos ele para não procurar mais pelo Butcherface. Isso nunca levaria a algo bom.

Então, na semana seguinte (para dizer, essa semana) decidimos ir para uma cabana que a família da namorada do Chris possui em um lago, algumas cidades depois da nossa. Chegamos na cabana na tarde de segunda. Estavam eu, Chris, seu pai, sua namorada e nosso amigo Jesse (que é nosso amigo em comum mencionado na parte 1). Introduzimos Jesse na história do Butcherface, com tudo que sabíamos e ele imediatamente se arrependeu de ter ido conosco. Chris levou tudo que tinha sobre Butcherface e após chegarmos lá ele pediu para assistirmos a fita mais uma vez. Jesse queria ver o que tinha de tão interessante nisso tudo e eu devo admitir que eu também estava curioso para ver essa fita por mim mesmo. A cabana não tinha sinal telefone, telefone fixo ou acesso à internet. Então eles ainda tinham um VCR ali com uma coleção decente. Colocamos a última fita no VCR e o ligamos.

Como mencionado antes, essa fita não tinha nada visual, apenas áudio. Começou com sons de pressão como um inseto que começava devagar e então mais rápido, depois mais lento novamente e então mais rápido novamente. Então mudou para uma conversa calma, como um sussurro. A voz falava de como ele tem um mal infeccioso e queria espalhar isso para seus discípulos e então sumia, como se ele tivesse andado para longe da câmera. Não haviam mais barulhos do que animais andando em volta de uma construção e um grande arranhado que durava por uns cinco minutos. Havia mais conversa. Ele chamava as pessoas de zumbis e vacas e como alguns poucos eram válidos para “o poço” seguido por um som ensurdecedor como se ele estivesse sussurrando enquanto retorcia a língua.

Naquela noite, acendemos uma fogueira e Chris queimou cada nota, foto, filtro e a última fita que tínhamos sobre Butcherface. No dia seguinte, passamos a manhã toda assistindo filmes (filmes comuns) e então saímos de canoa e exploramos o lago por algumas horas. Voltamos para a cabana e saímos para a costa com alguns drinks. Devo admitir, isso me lembrou da vez que eu entrei na casa do Chris e vi a mãe dele. Ela estava tão bem humorada por não ter problemas com o Butcherface. Então, a namorada do Chris saiu e nos perguntou se sabíamos onde o Ipod dela estava. Ela afirmou que ela deixou na baía do embarcadouro (um daqueles com os alto-falantes) e que também não estava lá.

Nesse ponto, estava começando a escurecer e voltamos para a cabana, um por um. Eu era o último, e devo admitir que não fechei a porta. Eu, Chris e a namorada dele estávamos no quarto deles procurando pelo Ipod quando Jesse, quem ainda estava na sala de estar gritou “Puta merda! “ Corremos até a sala de estar e ele disse que viu uma pessoa correr pela porta aberta, para fora, de quatro. A namorada do Chris correu para a porta e a bateu, fechando-a. Ficamos ouvindo para ver para onde essa pessoa podia ter ido, quando de repente começamos a ouvir sons altos do deck. Algo como uma buzina alta e soluços, tudo em sucessões rápidas. Corremos para a porta e espiamos pela janela, quando vimos o Ipod da namorada do Chris na baía do embarcadouro, com um cabo de energia indo dele até um plug fora da parede, no cabeamento do deck. Esses sons vinham do Ipod.

Chris abriu a porta, correu e pegou o Ipod, correndo de volta para a cabine. Ele entregou para ela e disse para apagar o arquivo que estava sendo tocado. Apagamos cada pedaço de mídia que sabíamos sobre o Butcherface. Eu e Chris então corremos até a porta, abrimos ela e gritamos que não tínhamos nada com ele e que não havia mais motivos para nos seguir. Tudo continuou calmo pelo resto da noite e saímos de lá pela manhã.

Voltamos para casa e Chris decidiu contar para sua família sobre tudo que havia acontecido, incluindo a fita que ele havia escondido de todos e nossa hipótese sobre quem Butcherface era e o que ele estava fazendo. O Irmão do Chris, Evan, ficou pálido e disse “Vocês se lembram que eu disse que eu nunca converti as fitas para DVD? Bem... Eu menti”. Aparentemente ele havia convertido as fitas no colégio, e após aquele dia a casa foi invadida. A coisa é que elas desapareceram e que ele soube depois que alguns estudantes pegaram eles, achando que era um projeto legal, e fizeram cópias. Pelo que soubemos, eles passaram de mão em mão, de pessoa por pessoa. Essas pessoas fizeram cópias, criando incontáveis duplicatas.

                                                                 <Parte II | Parte IV>

Continua...



19 comentários:

  1. First *-* Espero que essa série nunca acabe , e espero que o autor original dê continuidade a esse trabalho porque pelo visto há muitas incógnitas e com certeza fica melhor a cada parte :3 Belíssimo trabalho de tradução , Thiago

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  2. Muito booom. Mas fiquei meio bugada, no começo diz q é a parte final e no fim tem "continua". Espero q continue mesmo heueheuhe E só queria sugerir para darem uma revisada melhor antes de postar, n é criticando mas ficou parecendo q foi as pressas e algumas coisinhas ficaram meio confusas de entender. Vlw cpbr, tragam mais creepys assim *-*

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    1. Obrigado pelo Feedback, Vitória. O fato, é que quando o autor foi postar, essa parte era a final. Dois anos depois ele voltou com a parte IV.

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    1. O irmão dele converteu os VHS's para DVD, mas outros estudantes fizeram cópias achando que era um projeto escolar.

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  4. Aaaa, té que enfim postaram, ja tava me sentindo como uma dependente química e.e obg cpbr♡

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  5. Saudações pessoal do CPBR, eu queria obter a informação, há uma previsão de quando será enviada a resposta de um e-mail?

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    1. Olá, poderia reenviar sua dúvida/mensagem para o nosso inbox da página? Estamos acessando pouco o e-mail, e utilizamos mais a página para dar informações.

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    2. Obrigado pela resposta, acabei de reenviar o e-mail.
      :)

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  6. Eu amo essa creepy. Fiquei super empolgada quando ele ligou pra polícia, foi tipo FINALMENTE EM UMA CREEPY LIGARAM PARA A POLICIA. Embora a história seja bem louca parece super sensata. Mal posso esperar pela próxima parte, obrigada pela tradução dessa creepy maravilhosa. ♡

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  7. Essa série ta perfeita tem que continuar logo

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  8. Háááá, tava todo ansioso pensando que essa seria a última parte...Aff

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    1. Seria. Mas aí Butcherface se tornou viral...

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  9. A imaginação das pessoas é maravilhosa mesmo! Queria saber criar uma historia dessas, pois o tema é realmente muito bom! Que continue a serie e parabéns aos envolvidos.

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  10. E eu lendo isso enquanto estou sozinha em casa...

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    1. Sei bem como é isso...ai vc olha pro pé da cama e tem um demonio albino desgramado tentando te puxar para as profundezas da escuridão, q é em baixo da sua cama...

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  11. Otima creepy, perfeita. Cada detalhe, cada gesto e ação dos personagens contribui para q a historia pareça mais real. Ai o personage liga pra policia, eu paro e penso: Não mano, mds, essa creepy tem q ser veridica, não é possivel...
    Muito bom trabalho por parte dos envolvidos. E Thiago, vc ta fazendo um otimo trabalho, a tradução esta muito boa, só acho q tem que ser revisada com um pouquinho mais de atenção, pq os poucos erros q tiveram foram bestas. Mas enfim, bom trabalho e q continuem assim, #VALEUCPBR !!!!

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    1. Obrigado, Crow. Vou explicar o que aconteceu que a tradução saiu zoada XD
      Seguinte: Tava eu traduzindo, na casa da minha vó, e minha mãe me chamou pra ir embora. Desliguei o PC. 22:00 - Chego em casa e vejo que a última versão salva era a do início da página 2/5. Chorei um pouco e traduzi tudo correndo para postar antes da meia noite, pois já seria segunda e eu já estava com essa postagem atrasada. (É ainda não deixa de ser minha culpa lol)

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