10/04/16

Butcherface - Parte VI

Me desculpem pela longa ausência. Eu voltei devido ao grande número de redditors enviando mensagens, outros pedindo esse tópico e um grande número de outros que afirmam que tiveram contato com Butcherface ou com os arquivos dele, e também alguns que apenas queriam saber o que estava acontecendo. Poucos deles até pegaram meu e-mail e me enviaram dúvidas e notas sobre Butcherface e seus seguidores. O fato é que, eu estive tentando ficar longe dele e de sua mídia. Continuarei minha história por que vocês pediram. Coisas estranhas ainda estão acontecendo e eu espero que recontar esses eventos seja "terapêutico". Mas, dito isso, eu não vou decifrar as mensagens do Butcherface. Mas vocês são benvindos a fazer isso. Eu também não darei evidências, como em fotos ou artigos que cercam esses eventos. Desculpa. Eu não posso.

E, me desculpem pelo tamanho do texto. Essa deve ser a parte mais longa até agora.

Após os eventos ao fim da parte anterior, quase cinco meses atrás, minha vida mudou bastante, e eu fui arrastado para o fundo da "toca do coelho". Pela manhã, após Chris ter afirmado que eu estava caindo no feitiço do Butcherface, saímos de casa e encontramos "Todos eles ferem, e o último deles mata" pichado na parede da nossa casa, no quintal. Eu então fui até a floresta para recuperar meu carro. A janela de trás e o para-brisas haviam sido poupados, mas fora isso, todas as outras janelas haviam sido esmagadas. "Então é hora de contar uma história" estava riscado na porta dos passageiros. Pouco após isso, Chris parou de falar comigo. Ocasionalmente eu conversava com a ex dele, mas sempre parecia estranho. A pior parte é que Emma iria recusar a vir aqui após ser perseguida pelo Butcherface, ou um de seus seguidores, na parte anterior. Felizmente, ela ainda queria me ver e eu era benvindo em sua casa. Eu não estava dormindo muito bem. Mas, isso não parecia um caso normal de insônia. Eu me deitava na cama e não conseguia cair no sono. Mas, agora, eu me sinto como se algum pensamento roendo a minha mente. Era como se eu estivesse me esquecendo de algo. Isso me fazia sentir inquieto e eu ficava andando pela casa. Às vezes eu apelava para um sonífero, mas eu não gostava de tomar muitos deles desde a última vez que eu usei um.

Depois de alguns dias fazendo isso, eu comecei a me sentir preso em casa e comecei a fazer caminhadas noturnas. O problema é que esses passeios noturnos acabariam me deixando acordado até mais tarde. Isto, obviamente, me levou a acordar mais tarde e chegar atrasado para o trabalho em mais de uma ocasião. Chris também estava passando menos tempo na casa. Eu não tinha ideia para onde ele ia. Uma noite, logo após isso, eu estava fazendo uma das minhas caminhadas noturnas quando, de repente, percebi que tinha andado para mais longe do que eu já havia ido e me encontrei no parque da cidade. É pequeno, com a variedade genérica de equipamentos de playground (balanços, gangorra, caixa de areia, carrossel, etc.). Sentei em um dos balanços e comecei a jogar pequenas pedras em uma árvore próxima. Daí eu entrei e comecei a jogar as pedras com mais força. Na verdade, eu enfiei uma pedra afiada na árvore. Fui interrompido pelo som de uma porta de carro batendo do outro lado da rua. Fui para atrás da árvore e ví um casal fora do carro. Eles sentaram-se em um balanço da varanda perto de sua porta da frente e começaram a conversar. Eu decidi que queria ouvir a conversa, apenas para o incômodo deles e fui até uma árvore mais próxima de onde eles estavam. Eu rapidamente fiquei entediado com a conversa e fiquei mais interessado em descobrir o quão perto deles eu conseguia ficar. Então, eu fui de volta para a primeira árvore que eu estava atirando pedras e fiz meu caminho para a floresta que dava para o quintal da casa deles. Voltando à estrada, eu podia vê-los à distância e ao mesmo tempo ficar fora da visão deles no escuro. Corri para o outro lado da rua e cheguei ao seu quintal. Esgueirando, eu girei a maçaneta apenas por curiosidade e ela estava destrancada, mas a larguei logo em seguida pois eu... que não sou um seguidor do Butcherface. Então, eu continuei ao redor do lado oposto da casa e cheguei à varanda, ao lado do casal. Eles ainda não sabiam que eu estava bem ao lado deles. Foi neste momento que eu percebi que eu ainda tinha a pedra afiada que eu estava usando para furar a árvore, bem na minha mão. Eu calmamente deixei ela cair na grama e fiquei aliviado por eles não ouvirem, mas fui interrompido por um latido alto. Me virei e encontrei um grande cachorro latindo para mim em uma janela que estava ao meu lado. Ele me assustou para caralho e eu fugi para a floresta e corri por todo o caminho de casa.

Eu cheguei em casa lá pelas 4:30 da manhã e acordei pela tarde. Eu estava extremamente atrasado para o trabalho e tentei chegar lá o mais rápido o possível. Eu estupidamente tentei entrar sem meu chefe perceber, mas ele me encontrou imediatamente, dizendo que eu havia chegado muito tarde para o trabalho e disse que eu deveria ir para casa. Uma raiva brotou em mim. Eu agora percebo que aquela raiva já estava ali e apenas ficou mais forte naquele momento. Eu estava com raiva na maior parte do tempo naquele ponto. Mas, eu apenas me segurei e saí d’ali. À propósito, eu virei a câmera para a porta quando eu saí. Passei o resto do dia assistindo TV até Chris chegar em casa e eu informar ele que eu havia sido demitido. Ele não ficou muito feliz por eu ter perdido meu emprego, dizendo que eu não seria capaz de pagar o aluguel. Tivemos uma briga e ele ficou muito puto, dizendo que precisava se acalmar. Isso era muito normal nesse ponto, ele mal passava tempo na casa. Eu não sabia para onde ele estava indo, o que atiçou minha curiosidade. Alguns dias depois, eu o segui e vi que ele estava indo para a casa da ex dele. Eu tinha o estranho sentimento de que ela não era mais sua ex., todavia, eu não fiquei muito feliz por ele ter escondido aquilo de mim.

Poucos dias após isso, depois de chegar da procura de um novo emprego e pegar as correspondências, percebi que uma das cartas havia uma escrita borrada do que parecia ser tinta vermelha ou esmalte. Tudo que ela dizia era “A linha foi cruzada às 9”. Era outra mensagem aleatória que não pareceu ser coisa do Butcherface. Mas, isso era ainda mais aleatório vindo dele.

Me sentindo sozinho e ainda fortemente interessado no Butcherface, parei de procurar por um novo emprego e virei um recluso. Eu não saí da casa por uma semana e meia, não via Chris por mais tempo ainda, e não via Emma por quase duas semanas, que foi quando eu decidi voltar para a casa que encontramos na parte anterior, que começamos a chamar de “Casa de Butcherface”. Eu queria saber o que estava na caixa que encontramos na fazenda. Eu saí quando o sol estava se pondo. Quando cheguei lá, olhei pela janela da casa. Estava escuro, e parecia quase igual, exceto pelo que pareciam ser centenas de fios de múltiplas cores dependurados no teto. Eu não tinha interesse em explorar a casa mais a fundo, então eu dei a volta pela casa e fui em direção ao celeiro.

Abrindo a porta, tudo também parecia exatamente igual, com a “árvore” de tijolos ainda ali, exceto pelas artes novas nas paredes. As luzes brilhantes não estavam lá, e a escultura de vidro que parecia fogo também estava faltando. Mas, a caixa ainda estava lá. Estava em outra posição, como se tivesse sido movida. Eu caminhei até ela e a alcancei, mas fiquei ali, congelado. Minhas mãos estavam á centímetros dela, mas eu comecei a pensar no que eu estava fazendo. Eu percebi que eu havia caído em sua armadilha. Isso era o que ele queria que eu fizesse. Eu estava agindo como Chris quando ele estava obcecado, talvez até pior. Eu saí do celeiro e caminhei pelo campo que ficava ali atrás. Estava escuro e o campo estava cheio de vagalumes. Comecei à andar em volta, como eu fiz nas noites anteriores, mas dessa vez era por que eu estava em um profundo estado de pensamento. Eu percebi que meu interesse no Butcherface estava deslocado. Eu estava fazendo exatamente o que eu havia dito que Butcherface queria que fizéssemos. Ficar obcecado com suas mensagens e segui-lo numa tentativa de descobrir o que era a resposta. Eu ainda tinha dúvidas, entretanto. A coisa óbvia que a mensagem dele era. Foi nesse momento em que percebi que eu não tinha certeza de que eu queria saber. E então pensei em outra questão. Nós havíamos ido à diversos lugares que suspeitamos que Butcherface estava vivendo ou havia vivido, mas nunca o pegamos de surpresa. Nunca entramos numa casa dilapidada e encontramos ele roncando em uma pilha de lixo. Como se ele sempre soubesse que encontraríamos ele em um desses esconderijos. Eu então lembrei das câmeras escondidas que ele havia deixado em nossa casa. Estaria ele ainda nos observando? Eu então senti um arrepio percorrer minha espinha quando percebi que ele poderia estar me observando bem agora. Eu então me senti extremamente exposto naquele momento, estava no meio do campo e tinha a estranha sensação de que eu estava sendo observado. Então eu decidi que eu não queria mais fazer aquilo. Butcherface não havia ajudado nenhum de nós. Eu estava cheio dele.

Dias depois, eu havia chegado em casa após procurar por outro emprego e encontrei o carro da namorada do Chris no nosso estacionamento. Eu cheguei bem enquanto ela saia do carro. Acabou que ela estava encontrando Chris após o trabalho. Entramos em casa e eu contei para ela sobre o que aconteceu na casa de Butcherface, mas admiti que estava tentando me livrar da obsessão e que não estava sendo fácil. Eu ainda me pegava pensando sobre isso. Eu tenho déficit de atenção, estou acostumado a ter minha atenção frequentemente perdida, mas estava acontecendo mais que o normal e eu automaticamente começava a tentar decifrar a mídia do Butcherface. Ela disse que talvez fosse hora de admitir que eu precisava de ajuda. Eu inicialmente fiquei maluco, mas então percebi que ela estava certa. Eu apreensivamente concordei, mas admiti que eu não tinha ideia de onde começar. Ela então me disse que ela teve um psiquiatra no ensino médio. Eu perguntei se havia funcionado e ela disse que sim e que ela não precisou ir ao doutor mais após um tempo. Ela me deu o número dele. Chris veio logo em seguida e eles saíram sem dizer uma palavra. Ela me deu o número no dia seguinte e eu marquei um encontro com ele.

Uma semana depois, eu estava sentado no escritório do doutor. Vamos chama-lo de Dr. Fidem. Tudo começou muito estranho, com ele perguntando um monte de questões reveladoras. Eu contei tudo para ele: o encontro dos arquivos do Butcherface, a perseguição, as invasões, a obsessão do Chris, a luta de Jesse contra a obsessão, a casa de Butcherface, minha crescente obsessão com Butcherface, e outros problemas. Ele apenas anotava algo numa caderneta de papel. Então tivemos uma conversa boa e longa. Eu não estou certo de que ele acreditou nisso, mas ele me prescreveu Zoloft e marcamos sessões mensais. Quando eu saí, ele me pediu uma prova do Butcherface. Eu disse que não achava uma boa ideia, mas ele me disse que era apenas para comprovar minha história. Saí para casa me sentindo bem. Eu me sentia um passo mais perto de estar livre de Butcherface. Minha vida estava ficando muito obscura. Eu estava saindo com meus amigos e minha namorada novamente ao invés de cair em uma análise da arte de um psicopata. Então, parei o carro no meu estacionamento e vi traços de um líquido vermelho vazando pela porta, pela sala de estar e pelo corredor em direção ao meu quarto. Eu segui isso lentamente pela casa e percebi que isso ia até o meu quarto onde eu guardava minha coleção de filmes e a coleção de espadas, com a porta entreaberta. Chutei a porta, sem querer que alguém pulasse em mim no outro lado, e encontrei a sala vazia. As linhas vermelhas paravam naquela sala, viravam para a direita e paravam perto da parede e terminavam num círculo no carpete. No meio do círculo, estava a caixa que estava no celeiro, na casa de Butcherface. Cruelmente escrito em vermelho na parede em cima dela estava “Conte até 8 no último portão”. Uma lata de tinta vazia estava no canto com uma poça de tinta vermelha escura. Minha coleção de espadas havia sido fincada na parede e vazavam pelo outro lado da parede, no meu quarto, na minha cama, onde minha cabeça ficaria na cama. Eu peguei a caixa e levei para a sala de estar. Colocando na mesinha de café, eu sentei no sofá e a encarei, lutando contra qualquer desejo de abri-la. Uma parte do meu cérebro dizia “Só uma olhadinha. Não vai ferir ninguém. ” Enquanto a outra trazia à tona o fato de que eu havia acabado de chegar de uma sessão com o psicólogo. Eu não sei por quanto tempo eu fiquei sentado ali, encarando. Podia ter se passado horas. Mas, eu decidi colocá-la no chão, embaixo da mesa.

Entretanto, enquanto colocava a caixa embaixo da mesa, eu percebi uma escritura em seu verso. Eu a virei e encontrei “Frates Rutilus Phasma” escrito com sulcos na madeira.

O Zoloft que Dr. Fidem havia me dado não foi legal. Eu fiquei muito parado por causa do fluido de serotonina, que eu não era muito fã. Eu continuava sentindo que Butcherface estava me observando. De fato, a primeira vez que eu tomei, eu estava sentado no sofá na sala de estar e lembro de ter visto a porta da frente se abrir lentamente, e é isso. A memória acaba bem aí. Entretanto, eu lentamente me acostumei a isso. Após um tempo, quando eu percebi que estava funcionando para mim, fiz planos para ir jantar com Emma num restaurante caro da cidade. Eu não havia visto ela por um tempo e queríamos celebrar, de fato, minha transição para longe do Butcherface. Enquanto eu passava pela porta, recebi uma ligação de Jesse, quem eu não vi desde que encontramos a máscara em sua mesa. Ele queria se encontrar para o jantar. Eu contei a ele meus planos com Emma e ele disse que devíamos encontrá-lo em sua cobertura, que também ficava na cidade, e adicionou que ele teria muitas atividades interessantes planejadas. Eu estava apreensivo, mas concordei. Após pegar Emma e chegar na cobertura de Jesse, ele pulou no banco do motorista e disse que o nosso destino era uma surpresa. Estávamos nervosos, mas aceitamos ir. Como nota, essa foi a primeira vez que Emma e Jesse se encontravam. Durante o caminho, ele falou o tempo todo. Sobre assuntos aleatórios, projetos artísticos, novas tattoos, pessoas que não conhecíamos, sobre mudar sua máscara do Bane para fazer uma sua, e algo sobre uma exibição de arte underground.

Após alguns minutos, ele disse “Estamos aqui” e virou a esquina, parando no estacionamento de um zoológico. Eram dez da noite. O que fazíamos num zoológico tarde assim? Ele nos tirou do carro e andamos até o portão, ele chamou alguém pelo telefone e apenas disse “Hey, nós estamos aqui” e desligou. Após esperar por um minuto, um homem nos encontrou (nem eu, nem Emma conhecíamos esse homem, mas era amigo de Jesse). Ele abriu o portão e nos guiou pelo zoológico. Ele abriu uma porta, e ficou para trás, como se esperasse que entrássemos primeiro. Era uma área apenas para funcionários. Foi nesse ponto em que comecei a ficar muito nervoso. Eu podia dizer que Emma estava nervosa também. Estava começando a parecer uma má ideia. Então fomos apresentados a uma construção larga, cinza, cúbica e cheia de pessoas. A varanda em cima de nossas cabeça também estava cheia de pessoas. Haviam portas grandes na parede oposta e acredito que este era o lugar onde eles geralmente mantinham os elefantes, mas em vez disso, no grande chão de cimento, foi feito uma pista improvisada. Ruídos de animais podiam ser ouvidos em uma sala próxima. Jesse ficou conversando com seu amigo o tempo todo e nós ainda confuso estávamos confusos com o que estava acontecendo. Nós aparentemente tínhamos chegado lá bem a tempo, porque a porta que estava fazendo ruídos de animais logo se abriu e um número de pessoas saiu com alguns macaquinhos em seus ombros e elas dirigiam um grupo de pequenos porcos em direção à pista. Todo o edifício explodiu em aplausos. Peguei Jesse pelo ombro e o virei para mim e perguntei que diabos estava acontecendo. Ele nos informou que a maioria das pessoas aqui trabalhava no zoológico e que tinha treinado os macacos a montar os porcos como pequenos cavalos. Foi momento muito "WTF?", mas devo admitir que eu queria ver. Os pilotos foram colocados em seus cavalos na pista e dinheiro começou a passar pelas mãos de um e de outro. Todo mundo começou a cantar "Três!", "Dois!", "Um!", "Vai!" E quando alguém tocou a buzina, que ecoou no grande edifício, os pilotos foram soltos. Todo o edifício explodiu em mais aplausos quando a corrida começou. Depois de fazer três voltas ao redor da pista, a corrida terminou e os animais receberam guloseimas, foram pegos e levados de volta para a sala, apenas para serem substituídos por um novo grupo de porcos e macacos. Isto continuou durante cerca de duas horas. Um dos macacos vencedores até mesmo ergueu o punho pelo triunfo, como se soubesse que ele tinha ganho, e todos aplaudiram. Perdemos Jesse na comoção depois de um tempo, mas continuamos a assistir aos jogos. Pouco depois, eu percebi a ausência de Jesse, seu amigo que nos cumprimentou no portão bateu no meu ombro e disse: "Seu amigo me pediu para te dar isso", enquanto me entregava um pedaço de papel dobrado rasgado. Esperando que ele fosse de Jesse, eu o desdobrei e encontrei "7 Portões já foram abertos, e não são para o céu" escrito em um uma letra borrada. Eu rapidamente pedi para ela ele me mostrar quem me deu a nota. Ele apontou algumas cabeças e no meio da multidão, dizendo: "Foi ele", e depois de uma pausa acrescentou: "Oh, ele se foi". Olhando em volta, ele disse: "Vou ver se posso encontrá-lo" e saiu.

Peguei Emma pela mão e ela me levou pela multidão para a parede perto da porta que entramos, para que pudéssemos ter algo atrás de nós e chamamos Jesse. Ele chegou e a primeira coisa que eu lhe perguntei foi se ele tinha pedido a seu amigo para me dar um papel. Era difícil ouvi-lo por causa do barulho no quarto, mas ele disse que não. Eu então disse a ele que estávamos indo embora. Ele então nos pediu para ficar, mas eu recusei, e como ele foi quem convidou, ele concordou em sair também. Eu e Emma, em seguida, seguimos em frente com nossos planos originais, de ter um jantar em um restaurante agradável.

O problema era que a maioria deles estava fechado à meia noite e terminamos num McDonalds, onde o clima deu uma esfriada. Estávamos rindo e contando histórias. Ema gostou de Jesse, e eles pareciam se dar bem. A noite acabou de um jeito melhor do que começou e nós concordamos em sair novamente.

Uma semana depois ou até mesmo mais tempo que isso, eu voltei para o escritório do Dr. Fidem. Ele disse que realmente queria encontrar a origem da minha obsessão. Encontrando a origem, ele poderia me ajudar em curar meu vício. Ele disse que uma obsessão, ou fixação, pode ter uma conotação sexual, o que me fez sentir muito desconfortável. Ele percebeu que as imagens do Butcherface sempre tinham algo violento. Violência tem profundas conexões sexuais, como sadomasoquismo, que é receber gratificação sexual por causar dor a si mesmo ou aos outros, tanto como estupro, que é mais uma forma de controle do que sexo. Após um tempo meu olhar se virou para o chão. Eu estava no fim da conversa e tudo estava muito obscuro. Eu ouvi ele abrir e fechar a gaveta de sua mesa e vi ele pegar a máscara de pano que parecia me encarar. Eu soltei um berro e instintivamente comecei a subir no sofá, tentando fugir. Ele rapidamente tirou a máscara e começou a me acalmar, explicando que ele fez aquela máscara pela descrição que eu dei para ela na primeira sessão de terapia, e que ele estava tentando usar isso como parte da terapia. Tipo “curar aracnofobia com aranhas”.

Ele terminou a sessão perguntando se eu tinha alguma evidência do Butcherface, como ele havia perguntado durante nossa primeira sessão. Eu mostrei para ele o envelope e o papel rasgado que eu peguei nas semanas anteriores, as fotos das escritas no meu carro, em minha casa, e saí. Após aquele dia, o irmão do Chris, Evan, passou na casa, procurando pelo Chris, que ainda gastava sua maior parte do tempo longe da casa. Eu disse para ele que ele estaria por ali logo em breve e disse que ele devia esperar pelo Chris. Sentamos na sala de estar e eu contei para ele sobre minhas sessões no terapeuta e sobre Emma, quem ele ainda não havia conhecido ainda. Acabou que ele estava finalmente se mudando da casa dos pais. Ele ainda não sabia para onde. Eu perguntei se ele queria um drink e fui para a cozinha. Eu estava enchendo um copo de refri quando ele perguntou “Hey, o que tem aqui dentro? “ Eu perguntei sobre o que ele falava e ele respondeu “Essa caixa em baixo da mesinha de café”. Eu percebi que ele falava sobre a caixa do Butcherface que eu havia escondido sob a mesinha de café. Eu larguei o copo que eu estava segurando, que acabou se espatifando no chão, e corri para a sala de estar, onde vi Evan olhando para a caixa aberta. Do meu ângulo, eu não podia ver dentro da caixa. Ele olhou para mim e perguntou “Que merda é essa? “

Tentei encontrar uma resposta, mas eu não tinha uma. Ele então disse “Essa é a caixa que Chris me contou, não é? Aquela que vocês encontraram naquela casa? “ Eu tentei dizer para ele que eu havia a encontrado, mas que eu não vi o conteúdo. Ele fechou a caixa, ficou com um olhar enojado, se levantou e foi até a porta. Tentei explicar, mas ele já estava pegando o carro. Me virei e andei lentamente até a caixa. Algo dentro fez Evan sair. Eu a peguei e congelei. Em um segundo eu pensei “Não”, pegando a caixa e jogando no lixo.

Alguns dias depois, enquanto eu estava fora, ainda à procura de um emprego, eu recebi um telefonema do Dr. Fidem perguntando se eu tinha ido atrás de mais pistas do Butcherface. Eu desajeitadamente disse que não e ele disse "Ok" e desligou. Indo para minha garagem, eu encontrei a minha lata de lixo aberta com os sacos de lixo rasgados e lixo espalhado por toda a rua. Eu coloquei o lixo e percebi que a caixa do Butcherface não estava mais lá. Passei os próximos quinze minutos ignorando os olhares das pessoas, e removendo o lixo da rua. Eu finalmente entrei na casa, fiz um almoço, sem pensar em tomar meus remédios. Eu tentei não pensar sobre a caixa desaparecida e o que estava nela. Era apenas mais uma tentativa de um empurrão do Butcherface para segui-lo. A coisa boa sobre isso é que ele mostra que ele sabe que está perdendo. Eu logo comecei a sentir tonturas. Ficou pior e eu não conseguia manter o equilíbrio mais. Minha cabeça parecia pesada demais para segurar e meus dedos ficaram dormentes. Felizmente, eu estava sentado no meu sofá e eu caí para o lado, me deitando no sofá. Eu tinha coerência o suficiente para olhar para a mesa de café e observar a minha medicação, percebendo que ela havia sido misturada com algum tipo de sedativo. Tudo depois ficou escuro. Eu não sei quanto tempo eu fiquei fora, mas eu momentaneamente ganhei consciência e encontrei-me deitado no chão de terra de um quarto escuro. Eu podia ouvir algumas pessoas gritando ao longe, como se estivessem em uma luta. Abri os olhos e encontrei a menina que vimos na câmera da Ex do Chris, a que chamamos de “Cara Falsa”, cerca de dez passos de mim. Seu cabelo era agora curto e vermelho, e ela estava usando uma máscara de papel-machê que se assemelhava a mistura de Coringa e de Heath Ledger em Cavaleiro das Trevas. A máscara era branca com círculos pretos ao redor dos olhos com um grande, grande sorriso, vermelho.

 Um brilho de metal chamou minha atenção e eu olhei para as mãos dela. Vi que elas estavam cobertas de uma variedade estranha de barras pequenas de metal que se uniam para formar luvas metálicas com quatro ou cinco garras de metal que saíam pelos dedos. Ela estava vestida com um tutu cor de rosa, o que era apropriado porque ela dançava balé lentamente, como se os gritos fossem música para dançar. É desnecessário dizer que ela estava ocupada demais para perceber que eu estava acordado, mas isso não importa, porque eu perdi a consciência novamente. Eu me lembro de falar abafado, um som estridente animalesco, sendo movido novamente, e o som de uma porta batendo. Ganhei consciência novamente e encontrei-me em uma sala ainda mais escura. Um brilho fraco e mal iluminado da sala estava em torno de mim, e parecia familiar. Eu tentei me sentar e encontrei algo pesado no meu rosto. Estendi a mão e senti algo metálico sobre a minha cabeça. Haviam buracos para os olhos e várias formas salientes a partir dele. Eu percebi que era uma máscara. Sentei-me, ajustei a máscara pesada na minha cabeça, e encontrei-me de volta ao celeiro do Butcherface. Eu estava deitado sobre uma mesa de madeira grossa, contra a árvore de tijolo que estava no meio da sala.

Olhei para minha frente e vi que o brilho fraco vinha de um laptop no caixote alto que originalmente estava atrás da caixa misteriosa. Eu olhei para a máscara sob a luz fraca e vi que eram pedaços de metal enferrujado soldados juntos na forma de uma cabeça de porco, com pontas afiadas como uma lança nas orelhas e um cilindro de metal curvado para o nariz. Jogando a máscara no chão, apoiei as minhas mãos na mesa, pronto para levantar-me e ir para fora d’ali, e senti algo na minha mão. Peguei e notei que era a câmara da namorada de Chris. Eu coloquei a câmera no bolso e me empurrei para longe da mesa e fiz meu caminho até o laptop. O site do Butcherface estava aberto para mim, Chris, e sua ex o viram no capítulo anterior. Era uma página que tinha fotos de pessoas usando máscaras com desenhos diferentes. Comecei a rolagem para baixo da página e as imagens apenas continuaram. Imagem após imagem passaram, mas eu parei em uma específica. Parecia uma máscara do Bane, mas diferente o suficiente para que a maioria das pessoas não reconhecesse como uma máscara de Bane.

 A única razão pela qual eu sabia que era porque era máscara de Bane de Jesse.

Eu empurrei o laptop para fora da caixa, fazendo ele cair no chão. A tela ficou preta. Eu só queria dar o fora de lá. Ainda sentindo tonturas, me deparei com as portas do celeiro, e tentei abri-las, mas elas estavam trancadas. Fiquei ali, tentando pensar em uma maneira de fazer as portas abrirem. Talvez com uma ferramenta, ou chutando eu resolveria o problema. Então me lembrei da escotilha no chão que eu observei no capítulo anterior. Eu a encontrei na escuridão e a abriu e desci o lance de escadas. Estava um breu naquele porão. Eu não podia ver minha mão direita na frente do meu rosto. Dei um passo para a frente e esbarrei em algo de madeira. Eu não ia sair d’ali sem luz. Lembrei-me então a câmera no bolso. A liguei. Lembrando o que tinha acontecido anteriormente com esta câmera, eu verifiquei para ver se todas as imagens tinham sido deixadas nela. O primeiro foi uma mão segurando um pedaço de papel. No papel, haviam sido coladas palavras recortadas de revistas. Tudo o que dizia era: "A 6ª irá corrigir". Eu a apaguei e vi que o resto das fotos eram fotos normais de namorada de Chris. Então, usei o flash para iluminar o meu caminho pelo porão, que parecia um labirinto.

Engradados e lixo foram empilhados, criando paredes improvisadas que se torciam e se viravam, nunca em uma única direção por muito tempo. Lixo e outros objetos espalhados pelo chão, como manequins, roupas velhas, móveis e também coisas penduradas no teto por cordas. Toras ainda com casca eram usadas como pilares, para sustentar o celeiro acima dela. O porão parecia ter sido escavado, ampliando o que era essencialmente uma caverna, agora.

Eu realmente não sei o quão grande ele realmente era, já que eu só poderia ver através das frações de segundo dos flashes da câmera. Todos os cantos se inclinavam contra as paredes o que era muito confuso. Eu fui para becos sem saída muitas vezes e tive que voltar. Essas coisas também criaram sombras à luz que piscava como se eu tivesse pego algo se movendo. Eu tinha a sensação de estar sendo observado ainda mais. É como aquele sentimento que você tem quando você tem que manter os olhos fechados enquanto lava o cabelo no chuveiro. Essa sensação de que algo está em pé bem atrás de você. Eu estava ficando nervoso, ficando mais perdido. Tentei empurrar uma parede de caixas, mas era surpreendentemente resistente. Lembro-me de virar em um canto e encontrar uma estante bloqueando o meu caminho. Havia apenas um livro na prateleira. Parecia extremamente antigo e estava caindo aos pedaços. O peguei e olhei para a capa gasta e o título era "Ad vertere Rutilus Phasma". Eu coloquei o livro de volta na prateleira e continuei do jeito que eu estava indo. Eu encontrei um caminho em linha reta ao longo da parede de terra que levava à uma porta cavada na terra que descia mais profundamente no solo e em torno de um canto para outro maior e mais escura. Eu recuei e seguiu a parede de terra até que cheguei em uma outra parede de caixas que eu segui. Chegando a seu fim, eu virei a esquina e finalmente vi um raio de luar brilhando. Corri ao virar da esquina e encontrei a porta. Corri até um pequeno lance de escadas e abri a porta, me encontrando, finalmente, do lado de fora, na floresta perto do celeiro.

Finalmente estava livre de qualquer labirinto. Quando saí, eu evitei a Casa de Butcherface, que parecia ter algum tipo de fogueira fraca vindo para fora das janelas. Corri para a estrada e comecei a caminhar em direção da casa. Esse passeio teria levado dias sem um carro, então liguei para a única pessoa que estava falando comigo. A namorada de Chris foi realmente rápida o suficiente para me pegar. Eu continuei andando até que ela parou e me pegou. Na volta para casa, eu disse a ela o que aconteceu, e como acabei de volta para a Casa de Butcherface, admitindo que o que eu fiz parecia suspeito. Mas eu realmente estava tentando ficar longe dele. Butcherface não estava ajudando. Eu não acho que ele estava tentando me sequestrar. Ele sabia exatamente o que eu faria e o que iria encontrar.

Era óbvio que ele não queria me machucar também. Ela perguntou como eu estava indo com o Dr. Fidem e eu contei sobre a estranha ligação que eu tive com ele no dia anterior. Notei um olhar nervoso em seu rosto. Eu entreguei a câmera de volta, que ela nem sabia que estava desaparecida e a agradeci por me pegar. Ela sorriu e disse que não era problema, e acrescentou que ela queria que eu e Chris nos falássemos novamente.

No dia seguinte, ela, eu e ele nos encontramos em um quarto, juntos, onde eu lhe disse tudo o que tinha acontecido e mostrei que eu realmente estava tentando lutar contra isso. Eu também disse a ele sobre a visita de seu irmão e ele disse que iria tomar providências sobre ele. Em um ponto, eu notei que a namorada de Chris estava agindo distante novamente e quando ela saiu para ir à casa de banho, perguntei à Chris qual era o problema dela, uma vez que tinha começado tão bem na noite anterior. Ele me disse que depois que ela me deixou em casa e dirigiu-se para casa, ela ficou curiosa e olhou as fotos que eu tinha tirado ao usar o flash da câmera para encontrar o meu caminho para fora do porão do celeiro e encontrou algo em algumas delas que ela achava que era perturbador. Perguntei o que era e ele me disse que não sabia. Eu não acreditei no que ele disse e pedi para me dizer o que ela encontrou. Ele disse que estava dizendo a verdade e realmente não sabia. Quando ela voltou, eu perguntei o que ela encontrou nas fotos. Ela olhou para Chris desapontada e disse que não era importante.

Levantei-me e exigi que ela me mostrasse as imagens. Ela me disse que eu estava ficando obcecado novamente e seria bom se eu parasse de tentar vê-las, e acrescentou que ela havia excluído as fotos. Eu sabia que ela estava certa e me acalmei. Eu e Chris começamos a falar sobre Butcherface de novo, não como discípulos obcecados, mas como duas pessoas que tinham adquirido uma compreensão profunda sobre como estranho e interessante, ele pode ser conforme o mais fundo você vai. Nós ainda nos perguntamos como ele atrai as pessoas, decidindo que quanto melhor entendermos a obsessão, melhor podemos lutar contra isso. Nossa hipótese inicial era de que os meios de comunicação e ataques foram uma espécie de lavagem cerebral. Mas, lavagem cerebral exige uma privação de sono constante, privação parcial do sensorial, assédio moral e pressão social do grupo. As ações de Butcherface tinham tudo isso, mas poderiam ser distribuídas ao longo de semanas, até meses. Para lavagem cerebral funcionar, essas ações teriam que ser feitas constantemente, quase sem parar, e por trás de portas fechadas. Suas mídias pareciam ser mais um incentivo que persuasão sutil de mudar a psicologia humana, com alguns empurrões por Butcherface e seus amigos. Ele quer que todos QUEIRAM saber o que sua mensagem é e sua mídia é a maneira de fazer isso. Ele gostava de usar repetidamente o símbolo CV para trazer algo familiar em nossas mentes, como uma espécie de símbolo de marca ou logotipo. Foi quando eu percebi isso. Butcherface não está usando seus meios de comunicação para lavagem cerebral nas pessoas, ele é a publicidade. Mas, o que ele está promovendo?

Pessoalmente, eu não quero saber.

                                               <Parte V | Parte VII>
Continua...


23 comentários:

  1. Aiiiii, que foda esse cap! Tava ansiosa esperando e valeu muito a pena.

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  2. Sem palavras velho, to muito curioso para saber o fim dessa historia. Aliás,Divina, vai até que parte? E quando sairá a próxima?

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    1. Obrigado pelo elogio. A próxima sai domingo.

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  3. Thiago essa Creepy está cada vez mais Foda !!! E eu estou cada vez mais curiosaa !!
    E eu quero saber logo oq ele está promovendo,pq ele ñ estaria fazendo isso tudo pra nada néh ?!
    Vai até que cáp Thiago ?

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    1. VII, mas o autor descontinuou :/

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    2. Eu tô usando meus poderes de Br pra criar uma rebelião e convencer ele a continuar. O do Godzilla Replay tbm.

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    3. Nem comecei Godzilla Replay, mas ce tem todo meu apoio.

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  4. Thiago essa Creepy está cada vez mais Foda !!! E eu estou cada vez mais curiosaa !!
    E eu quero saber logo oq ele está promovendo,pq ele ñ estaria fazendo isso tudo pra nada néh ?!
    Vai até que cáp Thiago ?

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    1. O autor não quer continuar a Creepy, ai o Thiago ta usando os poderes BR dele pra fazer o cara continuar a escrever

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  5. Nao confio nesse Jesse . Thiago, o autor vai continuar ?

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    1. Até agora sem resposta. Mas vou continuar spammando de todos os jeitos possíveis. O nome dele é Dash32. Escritor não, um demônio. (E eu também não confio no Jesse e nem no pai do Chris)

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  6. Thiago, o godzilla replay é desse escritor? Se sim, ele ainda n falou sobre o quarto ep?

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    1. Não. O Godzilla Replay é de outro. O do Butcherface falou que ninguém mais está interessado. Estou tentando mostrar o contrário ;)

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    2. Como nao ta interessado em nome de jesuis, quero sugar ate os ultimos pensamentos desse autor sobre essa creepy, pq eh mt boa eu n consigo lidar com tanta bizarrice foda

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    3. Melhor série do CPBr,na minha opinião, foi NES Godzilla. Impecável, te prende do começo ao fim. Gostaria muito de ver o restante do Replay, me pareceu muito interessante.
      Se souber de algo sobre o Replay, deixa uma resposta aqui, Thiago. ;)

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  7. Tradução impecável, parabéns Thiago! Tô sem palavras em relação a creepy, parece que ela vai sendo moldada e montada com o passar dos capítulos. Insano.

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  8. Mano eu li esse cap como se tivesse vendo um episódio de série do começo ao fim. <3

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  9. Achei a parte VII no reddit,você chegou a achar lá, Thiago? Não estou muito certa que é real ou se foi feito por algum fandom, mas o autor disse estar bem desanimado *pelo que eu estava fuçando*, aparentemente ele achava que as pessoas não queriam mais saber da historia (o comentário que li foi a 11 meses atrás).

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    1. Sim. Já estou na metade da parte VII. Ainda há umas outras mas não há como saber se faz parte da história original ou não. Estou investigando.

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