18/05/16

As redes sociais tem um poder bastante assustador, mas é bem pior do que você imagina

Eu sou aquele que o mundo abandonou - pelo menos até você terminar de ler isso.

Não era que eu era insignificante. Todos temos algo em nós que é único do nosso jeito. O problema era que o meu algo era passar de família adotiva para outra, escolas, e situações sociais sem deixar rastros. Eu era tímido demais para fazer amigos que durassem e extrovertido demais para me encaixar com os solitários. Consequentemente, eu acabei vivendo muito mais solitário do que qualquer um deles.

Mas tudo bem. Durante o colégio e a faculdade, estava tudo bem. Falei para mim mesmo que tudo estava tranquilo. Tudo tem seu tempo, e eu era apenas membro da massa silenciada que os programas de TV e filmes gostam de ignorar. Quando os jogadores do time, as animadoras de torcida e os representantes estudantis se formassem junto comigo para o mundo real, onde todos estaríamos no mesmo barco, então eu me ergueria e  —

Não sei o que eu esperava, mas não aconteceu. Em vez disso, as redes sociais aconteceram.

Começou inocente, no ensino médio com o MySpace. Durante a faculdade foi o Facebook, e depois até o Google+. Enquanto os anos iam passando, iam me assombrando com um mar de vergonha. Todo mundo estava feliz, sorridente, festejando, bebendo, dançando, saindo de férias e tento os melhores momentos de sua vida. O que estava acontecendo? Nada valia de nada. Eu tinha uma conta no Facebook, e tinha os chamados "amigos" que consegui com o passar dos anos em desespero, mas não conseguia postar nada real ou considerável. Minhas poucas tentativas geraram nenhuma visualização nem curtidas.

Na noite da festa da minha formatura — a qual ninguém foi, mesmo com as centenas de convites que enviei e as duzias de pessoas que confirmaram presença — senti algo negro borbulhando dentro do meu coração. Era uma amargura que fervia em fogo brando lá dentro por toda minha vida, e era muito doloroso para eu deixar como estava, então quebrei um de meus princípios sagrados. 

Eu menti. 

Andando pelas ruas, encontrei uma festa de formatura aleatória, entrei no meio da multidão e gritei "Vai time!" antes de tirar uma foto de mim cercado por várias pessoas embriagadas que automaticamente sorriram e gritaram "uhuuul!" para a câmera.

Corri para casa e, com as mãos tremendo, postei a foto no meu Facebook com as palavras "Festa de formatura muito louca!"

Descobrir. Iam me descobrir.  Eu sabia. Alguém reconheceria aquela festa, ou a casa, ou — ou eles nem acreditariam que eu poderia ter amigos de verdade. Eu bebi a garrafa de uísque inteira, aquela que eu havia comprado para a minha festa de dar pena. O mundo tinha me ignorado todo esse tempo, mas se descobrissem eu seria humilhado, o que seria muito pior. Eu faria qualquer coisa para não ter postado aquilo. 

Tirando meu rosto de uma piscina do meu próprio vômito, acordei grogue de ressaca, com o brilho horroroso do sol no rosto e mais de mil curtidas.

Quem diria que você era tão festeiro?!

Parabéns pela formatura!

Wow, somos adultos agora!

Quando vai ser a próxima? Não pude ir nessa, mas irei na próxima! 

Meu Deus. Não foi que não me pegaram, mas também levou a oportunidade de — que? O que é isso? Eles não queriam algo real. Não queriam algo substancial. Queriam consumir positividade e se sentirem felizes por isso. Claro, não posso julgar, porque era um contraste. Eles queriam postagens com momentos excitantes, e eu queria uma reação deles. Sempre quis ser notado, e agora eu podia. 

Sozinho, viajei seis horas para a praia e tirei várias fotos minhas em supostas férias na America do Sul. Até pedi para uma garota aleatória tirar uma foto comigo e, surpreendentemente, ela tirou sem pensar com aquele sorriso falso de sempre que todos fazemos no momento em que uma câmera é apontada em direção dos nossos rostos.

Quem é essa? Seu cachorrão! 

A America do Sul fica tão linda nessa época do ano!

Essa é sua namorada? Que inveja!! Bjo

Maravilhoso. A facilidade daquilo chegava a ser ridículo. Ninguém queria ver além da fachada. Ninguém queria me descobrir. Era um espaço de positividade desesperada. Aquela postagem se resultou no meu primeiro encontro em anos, e junto com isso as pessoas começaram a me reconhecer e elogiar meu suposto bronzeado das férias. 

Comecei a ficar viciado. Não vou mentir; não aqui em minha confissão. Eram festas glamourosas, melhores noites na minha vida, e depois disso encontros maravilhosos, cada um com uma ousadia crescente. A coisa mais louca foi que minha fantástica vida online começou a puxar a minha vida real da escuridão. Pessoas me cumprimentavam na rua, garotas me convidavam para sair, e até um antigo professor me ofereceu um emprego com um salário muito bom por ter visto no Facebook que eu estava me dando tão bem. 

Ele falou na minha cara que achava que eu me tornaria um ninguém na vida, e que eu havia o surpreendido. Isso foi um soco na boca do meu estomago, mas sorri, apertei sua mão, aceitei o emprego e o usei para confeitar ainda mais minha vida online.

Claro, nada disso fazia diferença quando eu estava sozinho. Quando voltava para casa, para o meu pequeno apartamento, e me sentava para ver Netflix, não havia nada a se fazer a não ser aceitar que minha vida era falsa. Isso só tornava tudo mais dolorido. Eu queria que esses momentos da minha vida simplesmente desaparecessem; esses momentos onde eu era invisível, por não poder compartilhar na internet. Fico aqui pensando se todas as outras pessoas também se sentem tão isoladas e solitárias assim.

Desde aquela primeira noite onde descobri toda essa mágica, não diminuí nem um pouco a bebida, nem em quantidade ou frequência. Sentado sozinho e bebendo, eu analisava uma mensagem que havia recebido de uma garota que de fato eu realente gostava: 

"Olha, desculpa, me diverti muito no nosso encontro, mas acho que não consigo te acompanhar! Você é tão popular e extrovertido e eu sou mais do tipo caseira que prefere ficar em casa assistindo filmes. Espero que entenda." 

A gargalhada não parava. Cresceu em meu peito até eu não conseguir mais respirar, até não aguentar mais, até virar algo parecido com um grito potencializado pela ironia mais sombria possível. Não havia jeito de conciliar minha extravagante vida online com a básica vida offline que eu tinha. Também não podia admitir para ninguém o que tinha feito, e certamente não podia parar.

Então bebi.

E depois bebi mais.

E depois tomei umas pílulas para minha dor de cabeça.

E depois tomei um café, bebi mais um pouco, e tomei umas pílulas para me ajudar a dormir.

Me sentido pior do que em qualquer outro momento da minha vida, tomei alguns analgésicos.

E depois tomei mais alguns, caso a dor de cabeça voltasse. 

É assim que acontece as vezes. Nem sempre é sobre suicídio. As vezes as pessoas estão perdias e atordoadas, apenas afundando no inevitável, sufocando-se na própria dor. 

Tirando meu rosto de uma piscina do meu próprio vômito, acordei grogue de ressaca, com o brilho horroroso do sol no rosto e mais de mil curtidas.

Em algum momento entre a nébula do liquor e pílulas, postei algo sobre festejar como se não houvesse amanhã, e os bisbilhoteiros acreditaram. Tinha até tirado fotos dos comprimidos dizendo que eram ecstasy — e ninguém retrucou mesmo sendo óbvio que eram apenas analgésicos normais! Eles não queria ver a verdade! O poder da negação é maravilhoso.

De fato tão maravilhoso que nenhum deles queriam acreditar que eu tinha me matado na noite anterior. Apesar das histórias em minhas postagens cheias de mentiras, eles queriam acreditar que eu tinha festejado e tido uma das melhores noites da minha vida novamente. Novamente, as consequências que aconteceriam nos meus momentos de solidão eram apenas meus. 

 A primeira coisa que notei, mais ou menos uma hora depois de acordar, é que eu conseguia sentir meus batimentos cardíacos. 

Fiquei de pé e sem camisa na frente do espelho e me examinei. Não haviam ferimentos, nem sangramento, nem machucados. Eu tinha tido uma overdose, e isso me deixou parecendo uma pessoa normal. Certamente, aquilo era tudo parte de uma alucinação. Eu ainda devia estar chapado com os analgésicos — mesmo que todo o resto parecesse normal, embora estivesse um pouco gelado, escolhi acreditar que estava vivo. Minha respiração não embaçava o espelho, não sentia meu pulso e o termômetro apontava que minha temperatura corporal estava absurdamente baixa, mas me recusava a acreditar no óbvio.

Na verdade, até fui ao mercadinho e comprei algumas coisas. O balconista pegou meu dinheiro, embalou minhas compras e me desejou um bom dia. Sorri para uma pessoa na rua, e ela me sorriu de volta e acenou com a cabeça.

Eu estava vivo. Tinha de estar. 

Começou ficando mais difícil para se mexer, então voltei para meu apartamento e puxei minha camiseta para cima na frente do espelho do banheiro para ver minha pele ficando entre tons de roxo e cinza. Googleando freneticamente, descobri que minhas células estavam se partindo e minhas veias se rompendo. O que eu podia fazer?

Eu só tinha uma ideia — voltar ao meu vício. Tirando fotos rapidamente, antes que a descoloração chegasse ao meu rosto, capturei diversos ângulos e sorrisos. Eu não sabia se conseguiria tirar outras depois daquilo. Totalmente louco, espalhei minhas coisas por todo apartamento e posei na frente da bagunça, postando festa muito louca ontem a noite, pelo menos estou me sentindo ótimo hoje!

Quando as visualizações e as curtidas começaram a rolar, comecei a me sentir um pouco melhor, minha mobilidade também. Eu estava certo: a mesma força de negação humana coletiva que me mantinha vivo em meu corpo morto, também podia me dar energia.

Eu não podia sair de casa por muito tempo. Eu só tinha tempo suficiente de ir para o trabalho todos os dias antes de fazer uma nova postagem; de repente, virei a estrela do meu mundo falso. Quanto mais grandioso a postagem, mais curtidas recebia; quanto mais curtidas recebia, meus órgãos pareciam apodrecer menos — mas nunca, nunca revertia. Toda vez que ficava preso no transito ou que ficava até mais tarde no trabalho, uma nova partezinha de mim enegrecia com podridão. Mas eu sempre dava um jeito de voltar para casa e ainda bem que, naquela época, eu estava usando blusas de gola olímpica para tampar as feridas apodrecidas do meu pescoço. 

Trabalhando em casa — e o fato que não precisava comer nem dormir  — me dava tempo extra para elaborar melhor minha vida online, o que me manteve estável por vários meses. Meu rosto estava ficando arroxeado com o tempo, mas eu cobria com maquiagem. Acho que foi isso que me entregou, e uma que tinha a mesma condição que eu entrou em contato comigo.

Idiota, ela escreveu. Você vai entregar todos nós de bandeja se continuar postando assim.

Ela me deu um endereço e eu fui parar em uma pequena casa no meio de uma das florestas mais afastadas sem saber o que esperar. Só me desloquei até lá porquê percebi que estava lutando uma guerra perdida para ter minha existência intacta. Bati na porta, mas ninguém atendeu. Eventualmente percebi que estava destrancada, e então entrei naquele lugar fétido e pútrido. Pela primeira vez, fique feliz que meus sentidos entorpecidos me fizeram perceber levemente o cheiro. Lá dentro, na escuridão, a encontrei cercada pela luz da tela de dez computadores.

Eu não achei que era realmente estivesse viva — ou melhor, animada. A maior parte do seu esqueleto estava exposto junto de pedaços de carne apodrecidos que pingavam um "caldo" preto. Uma mão manejava o teclado e a outra o mouse. Um cadáver de uma década que havia se fundido a sua cadeira. 

O lado de seu crânio que estava voltado para mim ainda tinha cabelo, ms quando se virou para me olhar, consegui ver o osso branco que tinha estado escondido pela minha perspectiva visual. Seu rosto estava surpreendentemente intacto, mantido inteiro por causa de uma manutenção cuidadosa, e seus olhos eram as únicas coisas sobre ela que pareciam estar totalmente vivos. "Idiota," falou rispidamente, "Você tem que ser mais esperto sobre isso".

"Há quanto tempo você está fazendo isso?" Perguntei, mortificado.

"Há muito mais tempo que você." Ela me deu as costas e clicou em uma das telas. "Você tem que ter mais de um perfil se quer fazer progresso".

Dei um passo à frente. "Como assim?"

"Dois anos atrás eu era apenas um esqueleto com um pouquinho de tecido muscular," falou, sua voz era apenas um sussurro fraco que era empurrado para fora pela força de um pulmão mofado que e podia ver-se contraindo em seu peito. "Até alguém hackear minha conta e fingir que era eu. Eu tinha morrido aqui, sozinha—"

"— e ninguém nem sequer notou" pensei em voz alta.

"Exato."

Se meu coração fosse capaz de bater, provavelmente eu teria sentido uma dúzia de coisas diferentes naquele momento. Entretanto, perguntei primeiro, "Quantos de nós existem?"

Ela sorriu com seus lábios pela metade. "Mais do que você desconfia, aposto, mas só podemos sobreviver se ninguém souber sobre nós, então eles são muito, muito, muito bons em mentir." Ela deixou seu único pulmão descansar um pouco antes de continuar. "Trabalhar em casa ou com golpes na internet para conseguir grana. Não tem mais nenhuma conta a não ser eletricidade, sendo que não precisamos comida, água ou aquecimento."

"É meio maravilhoso, né?" Falei rapidamente, animado por finalmente encontrar alguém com que pudesse genuinamente conversar. Já havia desejado que minha vida real pudesse apodrecer e se despedaçar, e realmente aconteceu, apenas para me deixar com remorso do idiota que tinha sido. 

Ela sorriu novamente.

Eu mudei meu computador para lá três dias depois, e logo comprei mais para incrementar nossas operações. Pela primeira vez na minha vida, estava gastando minhas horas livres junto de outra pessoa, e senti as partes negras do meu coração se regenerando.  Ela começou a parecer e soar mais como uma humana a cada semana que passava, enquanto sua carne se regenerava pouco a pouco com cada postagem.

Mas claro, ainda continuo sendo aquele que o mundo abandonou. Não era exatamente um conto de fadas, mas era o meu felizes para "sempre" — enfase no sempre com aspas — e perdi vontade de continuar depois do que aconteceu.

Uma brisa levantou uma cortina de nossas janelas e um homem que havia se perdido depois que sua caminhonete emperrara na estrada a viu pela janela. Ela ainda estava apodrecida e ele percebeu instantaneamente. E foi isso: ela caiu no chão, fim. Apenas seu cadáver putrificado ficou. 

Limpei tudo depois que o cara saiu correndo apavorado e encontrou outro lugar para pedir ajuda, mas não é a mesma coisa que antes. Não tenho certeza se pessoas como eu podem de fato voltar a vida, ou se o melhor que podemos fazer é nos agarrar a falsa existência na esfera mental da humanidade. Mas não posso voltar a ser sozinho. Creio que é sobre isso que essa confissão se trata — posso estar morto, mas ainda consigo entender quando passei do limite para uma insanidade nojenta. Eu não ligo mais. Nem se quer direi a vocês que eu realmente sou, então assim poderei continuar vivendo minha vida falsa. Ainda estarei por aí postando, junto com tantos outros da minha espécie, e você continuará a dar curtidas, compartilhamentos e comentários no que supostamente foi a melhor noite de nossas vidas.

Estou feliz assim, não importa o quão nojento seja, porque não estou mais sozinho. Ela pode ser apenas um cadáver apodrecido, mas pelo menos é minha namorada. Ela é aquela que você vê sorrindo e festejando em todas as minhas fotos. O poder do Photoshop hoje em dia é absurdo.
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Se gostou desse conto,  comente, só assim saberemos se vocês estão gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da opinião de vocês! Obrigada!


24 comentários:

  1. Bem diferente essa creepypasta, não tem nada de especial e ainda assim me prendeu até o fim. <3333

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  2. Divina! Posta a pasta "A Casa sem Fim" e "O Vidente de Possibilidades"(porem na Creepypasta.com ta em inglês). São as melhores pastas! Eu estou sem pc,por isso n mandei por e-mail, pfv posta, espero que veja!

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    1. A casa Sem Fim já foi postada! http://creepypastabrazil.blogspot.com.br/2012/06/casa-sem-fim.html

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    2. Imaginei que tivesse sido kk, vlw. Dá uma olhada nessa pasta do Vidente, acho que é "Thr Staff of Possibility" em inglês, ou algo assim... mt boa!

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    3. Vou por na minha lista de traduções, estou com pelo menos 40 arquivadas para traduzir.

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    4. Eu posso traduzir a creepy, se vcs quiserem.

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  3. Meu, não sei se essa foi a intensão de quem criou, mas essa Creepy foi um belo tapa na cara da nossa geração, muito conteúdo de fácil acesso, muita facilidade de comunicação, mas muita gente vazia usando as redes sociais, fingindo ser (até para si mesmo) o que não é. Adorei a Creepy...

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    1. simm, meu deus! Foi exatamente o que eu pensei,adorei <3

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  4. Creepy simplesmente sensacional, mostra como somos fúteis e superficiais ainda que pareçamos ter a vida de nossos sonhos; porque de fato nas redes sociais só encontramos fotos sorrindo ou zoando. Sabemos que não é assim, que todos têm problemas, mas continuamos acreditando que a vida é fácil. Não é uma pessoa que faz isso, é quase todo mundo.
    A creepy pegou de jeito nesse quesito, além de muito bem escrita (e traduzida!) me fez refletir sobre o quão vazias as pessoas estão.
    ♡/♡

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  5. Verdade, o foda é que mesmo sabendo o quão pode ser mentira algo que foi postado, a gente se força para acreditar que a vida dos outros é fácil e feliz o tempo todo, e isso só pra nos sentirmos mais mal ainda... Caramba, somos mais masoquistas do que eu imaginei kkkkkkkkkkkk porque a gente sabe que não é aquilo de verdade, mas parece que acreditamos só pra depois ficarmos na bed... kkkkkkkkkkkkk

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  6. Q creepy foda Gostei da historia do inicio ao fim

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  7. Aaah, finalmente entendi aquelas páginas que pedem pra deixar o like pra salvar o Fulano. Não sabia que realmente funcionava.

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  8. Este comentário foi removido pelo autor.

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  9. Muito boa, mais que uma creepypasta, é uma crítica brilhante sobre como nos portamos nas redes sociais.
    10/10

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  10. Sensacional! Meu comentáriozinho aqui pra manter a equipe viva!

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  11. Creepy foda, mas diferente tambem. sendo minha opinião está longe de ser uma Creepy que ''mexe com a minha alma''. ainda assim, continua sendo foda! :D AMO esse Blog.

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  12. Todo mundo deveria ler essa creepy *-*

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  13. Ainda bem que eu não sou assim. Vou ali bater foto com um pessoal estranho pra postar no Face.

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  14. Aquela hora que também sou meio Alone , moro no meio do nada , tô sem internet no computador, não vou a festas , minha família não tem 1℅ de harmonia , e ainda sou estranho , então começo a ler o blog como sempre , e sou surpreendido com essa creep que fala de um personagem como eu ( iniciei o hábito de beber também ) vive uma vida vazia , e acreditava que as aparências na internet eram reais, mas pelo contrário as aparências na internet , enganam o dobro . 10/10

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