11/08/16

Série Runners/Corredores (PARTE 11) - Durante: Moscas demais

ATENÇÃO : ESSA SÉRIE/CREEPYPASTA É +18. CONTÉM CONTEÚDO ADULTO E/OU CHOCANTE. NÃO É RECOMENDADO PARA MENORES DE IDADE E PESSOAS SENSÍVEIS A ESSE TIPO DE LEITURA. LEIA COM RESPONSABILIDADE. 
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PARTE 1

Meu chefe está me incomodando faz uma semana para eu me livrar das moscas que continuam a zumbir perto do nosso incinerador. Não faço ideia de onde vieram tão do nada, mas sei que são um grandessíssimo pé no saco. Você deve achar que eu já deveria estar acostumado com isso, sendo que lido com o lixo de toda a cidade, mas honestamente, é a primeira vez que me deparo com mais de dez moscas por vez. E acredite em mim: tinham muito mais que dez.

Estou tentando descobrir de onde que elas estão vindo. Verifiquei todos os maquinários e estão bem limpos para um lixão. Não que eu comeria dali, claro, mas ainda assim não está tão ruim. Não tem nada sujo o suficiente para juntar tantas moscas, que ficam voando por todo o lugar quando começamos incinerar os lixos.

Perdoem meu linguajar, mas são nojentas pra caralho. Elas parecem aquelas moscas varejeiras gordas que encontramos na praia e, quando são esmagadas, espalham sangue pra tudo quanto é lado. Literalmente, quando você mata uma, parece que ela era um vampiro ou algo do tipo - estão sempre cheias de sangue fresco. Elas devem estar picando todos os trabalhadores e ratos daqui. Muito, muito nojento.

Existe um motivo que poderia estar causando essa infestação, mas acho que se fosse o caso, meu chefe não estaria enchendo meu saco por causa disso. Sei que, faz algum tempinho, ele está ganhando um dinheiro extra aceitando lixo hospitalar e industrial de lugares que não tem grana para se livras dessas coisas como manda o regulamento. Ele me beneficia com algumas centenas de dólares de vez em quanto para eu continuar com minha boca fechada, e porra, eu preciso da grana então fiquei calado todo esse tempo. Mesmo assim, não posso evitar de fazer essa conexão. Deus sabe lá o que os hospitais jogam fora e, se alguma coisa está atraindo moscas, provavelmente é isso.

Bem, eu ia postar apenas o que escrevi ai em cima, mas acabei de fazer nossa última incineração do dia e surtei um pouquinho. A última incineração do dia é quando queimamos essas coisas extras que não deveríamos estar queimando. Havia lixo hospitalar de uma clínica ou algum outro tipo de laboratório médico, não sei bem, mas também havia algumas coisas da antiga fábrica de produtos químicos, que agora está sendo reformado, ou algo do tipo.

Ouvimos boatos de que os donos da fábrica deixaram coisas terríveis lá quando pararam de funcionar, mas antes que alguém pudesse descobrir o que era, compraram a propriedade e começaram a fazer as reformações. Devem ter subordinado os fiscais que vão lá, pois os mateiras que estão mandando para a gente são desagradabilíssimos. Principalmente os de hoje a noite. 

De qualquer forma, essa postagem vai custar meu trabalho se meu chefe souber como usar a internet bem suficiente para descobrir esse texto, mas o que vi me deixou bastante preocupado. Despejei o lixo químico e biológico no incinerador e algumas coisas aconteceram: primeiro, o fogo queimou tão intensamente que fiquei preocupado com a possibilidade da chaminé rachar. Em segundo lugar, depois que o fogo foi diminuindo, e apenas as chamas principais do incinerador eram a fonte de calor, a fumaça preta ficou laranja por uns 30 segundos. 

Assim que a fumaça mudou de cor, cada mosca que estavam voando por aqui foram em direção da fumaça. Enquanto a fumaça se espalhava pelos céus e as moscas se misturavam ali, seus pequenos corpos devem ter estourado pois vi gotas de sangue chovendo em cima dos entulhos de lixo e por todo o lixão. A fumaça ficou preta e afunilada novamente, mas aonde o sangue tinha gotejado no chão, brotaram cogumelos grandes e gordos quase que imediatamente. Agora tudo está coberto deles, até onde meus olhos podem enxergar. Agora todas as gaivotas que ficam rodeando aqui estão enlouquecidas, comendo-os. Acho que vi vários ratos correndo em direção deles, também.

Enquanto isso fosse apenas estranho, há minuto atrás, comecei a ficar com medo. Uma dessas gaivotas que devia ter se empanturrado de cogumelos estava voando em minha direção. Enquanto eu a observava, perdoe meu linguajar novamente, ela cagou no chão. No momento que a merda tocou o chão, mais cogumelos brotaram. Finos e compridos desta vez. Formigas já estão rodeando-os e pegando pequenos pedaços para levá-los para seu ninho.

Não faço ideia do que esteja acontecendo aqui, e é impossível que essas coisas cresçam tão rápido, mas milhares de pássaros e insetos estão comendo esse cogumelo que apareceu por causa de sangue e fumaça tóxica. Não pode ser uma coisa boa, né?

***

PARTE 2


Eu curto coisas mortas. Pássaros. Esquilos. Coelhos. Ocasionalmente um cervo ou outro. Não sei porque, mas é isso que me satisfaz.

Ah, já que todas minhas cartas estão sobre a mesa, quando digo que "me satisfaz", quero dizer sexualmente. Poisé. 

Não irei me auto psicanalisar e tentar dar um motivo elaborado para isso. Algo me diz que quando você ler isso, o fará por mim. Não, pelo que sei, meus atrativos não são vítimas. São inconvencionais, mas não são vítimas. Não terei vergonha de ser eu mesmo. 

Há um motivo para eu estar escrevendo isso, claro. Não é para me gabar. Estou certo de que isso seria uma futilidade. Não. Estou escrevendo porque está acontecendo algo que me deixa extremamente perturbado. Isso mesmo: até eu fico perturbado, as vezes. Então se isso faz alguns alarmes soarem na sua cabeça, provavelmente é por uma boa razão. 

Acho que preciso descrever para você todo o meu processo. Eu sei, eu sei - é o tipo de coisa que você gosta de ler, não é mesmo? Não se preocupe, não entrarei nos detalhes sórdidos. Bem, talvez alguns. Só os inevitáveis. 

Vamos dizer que eu esteja dirigindo pela rodovia Turnpike, na Flórida. Estou há 50 quilômetros ao sul de Kissimmee, perto da junção de Yeehaw. Apenas uma hora de distância da Disney! Yay! Eu estaria saindo no retorno e avistaria um cervo morto na beira da estrada. Um que não esteja todo detonado por ter sido atingido por um caminhão 18 rodas. Já tentei com esses; não tentarei novamente. De qualquer forma, eu veria o cervo, encostaria minha caminhonete, e o colocaria na caçamba. Pessoas que estão passando lá de carro me veriam fazendo aquilo. Inclusive policiais, padres e ônibus escolares cheios de criancinhas. Eles não ligam. Como já disse: não são vitimas. 

Com o cervo na caminhonete, eu iria para casa. Tenho um lugarzinho perto do pântano. Mas não é muito pantanoso; não há crocodilos na varanda ou kudzus na cozinha. É apenas os pântanos rurais da Flórida. Pântano básico. 

Não tenho vizinhos por pelo menos 800 metros em quaisquer direções, a não ser que você conte tatus como vizinhos. Aliás, tatus não tem um lugar reservado na minha cama. Apenas no meu coração. São animais lindos. Magníficos em sua própria forma de ser. Peço perdão pelo meu desvio de pensamento, mas achei que era algo válido a se dizer. 

Eu arrastaria a carcaça para fora da caminhonete até uma mesa de piquenique que tenho perto do galpão. Estando na Flórida, a probabilidade do animal estar maturado é alto. Não sou fã do cheiro, mas o processo de maturamento trás o que eu chamo de "bônus" para o meu novo amiguinho. 

Quando animais morrem e ficam no sol da Flórida, muitas e muitas moscas vão lá para depositar seus ovos. E esses ovos chocam. E o que sai deles se... remexem bastante. Deixarei o resto para sua imaginação.  Mas agora estamos no ponto que eu queria chegar. 

Ontem a tarde, eu estava com um veado macho com a galhada de quatro pontas na minha mesa de piquenique. Não sei se foi atropelado por uma Smart ou uma Mini ou sei lá o que, mas estava em ótimo estado, a não ser por sua cabeça que estava decepada ao lado do corpo. Não a levei comigo. Como prometido, não entrarei em detalhes. 

Depois de fazermos o que casais fazem, cutuquei todos os outros cantos e recantos que podiam ainda conter bebês de mosquinhas escondidas. Para o meu deleito, haviam várias. Pequenos bolsos contendo o que parecia ser pequenos grãos de arroz que se contorciam. Fiz uma nota mental para o futuro de todos os furos prazerosos que achara e fui fazer minhas tarefas domésticas. 

Algumas horas depois, quando voltei para o meu encontro amoroso, fiquei muito surpreso com o que encontrei. Aqueles pequenos bolsos tinham ficado enormes! Parecia que bolas de boliche tinham abrido crateras no pobrezinho. E aquelas crateras estão cheias, cheias de verdade, de larvas de moscas. Sei que falei antes que essas coisinhas são um "bônus" para mim. Entretanto, no ritmo que estavam indo, eu não teria nem mais um pedacinho de cervo para mim. Geralmente demora algumas semanas antes de ficarem gelatinosos o suficiente para não mais estabelecer uma fricção prazerosa. Estou dando informações de mais? 

Tenho que te contar: Nunca tinha visto algo do tipo antes. Parecia que o cervo tinha tigelas dentro dele e essas tigelas estavam cheias de larvas até a boca. Ainda bem que não foi perda total: ainda havia uma boa porção de cervo para mim. Mas eu precisava me livrar da infestação. Fui até o galpão e peguei meu maçarico. Achei que poderia cauterizar as maiores crateras para evitar que ficassem grandes demais, rápido demais.

Me senti mal por queimar os pequeninos, mas não estava afim de sair por aí para encontrar um novo parceiro. Além do mais, não queria me vestir de novo. Estava quente demais e prefiro trabalhar pela casa como vim ao mundo. É muito libertador. Então só mandei um "foda-se" e liguei o maçarico, começando a fritar tudo dentro daquelas crateras. Os vermezinhos tostaram até virar nada. Então, amigos, a coisa realmente perturbadora começou a acontecer. 

Assim que o fogo alcançou a carne do cerno, milhares de moscas adultas começaram a sair dele. Da carne mesmo, como se quando o sangue fervia, virava moscas. Fiquei com muito nojo. Sério. Extremamente desagradável. Não gosto nem um pouco de moscas. Gosto muito dos bebêzinhos delas, mas as adultas são selvagens e irritantes. É tipo quando as pessoas gostam de filhotes de gato, mas não gatos adultos. 

Continuei a a queimar as áreas que queria cauterizar, mas juro pela minha vida que pelo menos um milhão de moscas saíram do cervo. Assim que terminei, desliguei o maçarico e ouvi um som horrível. Era um zumbido alto e constante que vinha de cima. Olhei para o teto e as moscas estavam lá, apenas pairando cerca de três metros acima de mim.

Isso me assustou um pouco. Sou um cara grandalhão e não sou intimidado facilmente, mas por algum motivo, uma nuvem de moscas pareceu muito errado para mim. 

Preparados para ouvir a coisa idiota que fiz? Eu ainda segurava o maçarico enquanto observava as moscas. Estava desligado, mas ainda super quente do uso constante anteiror. Bem, eu estava prestando mais atenção ao que estava acontecendo acima de mim que nem percebi o que estava fazendo com o braço que segurava o maçarico. Me virei e, bem, a ponta do meu pau tocou o metal quente do metal. 

Leitores, aposto que você ouviu meu urro da sua residência, não importa o quão longe você more. Derrubei a ferramenta e segurei minhas partes, mas mesmo com muita dor, senti algo empurrando minha coisa e minha mão. Tirei a mão de cima e mais ou menos cinquenta moscas saíram do local onde eu havia queimado. Fiquei com tanto medo e fora de juízo que quase esqueci que eu não havia me lavado depois do meu encontro com o cervo. Devia haver algo de errado com o sangue dele. 

Corri pela casa e coloquei um pouco de gelo sobre a queimadura. Da janela da cozinha, fiquei observando as moscas que ainda pairavam sobre o cervo. As que tinham saído de mim estavam zumbido pelo meu telhado. E então, do nada, elas explodiram. Essa é a única palavra que posso usar para descrever. Explodiram e cobriram o cervo, eu e o chão da minha cozinha com o que parecia e tinha textura de sangue, mas não faço ideia de como isso seria possível. Não sei como qualquer coisa que aconteceu poderia ser possível. 

Mas eu estava mais preocupado com a queimadura do que com a bagunça sobre meu namorado ou no chão da minha cozinha. Cobri minha queimadura com um curativo, tomei um banho, no qual descobri como era difícil tentar não molhar suas genitálias de baixo do chuveiro, e depois fui deitar.

Acordei no meio da noite porquê a queimadura estava me incomodando. Fui para a cozinha para pegar mais gelo, mas quando liguei a luz, fiquei surpreso ao ver que o chão aonde o sangue tinha caído estava coberto de cogumelos. Eram finos e estranhos, cinza esbranquiçado. Liguei o interruptor das luzes do pátio e, adivinhem só, a mesa suja de piquenique estava coberta também daquelas coisinhas. Meu parceiro também. Naquele momento eu já sabia que ele era um caso perdido. Pobrezinho. 

Minha queimadura continuava a arder intensamente e eu precisava mijar, então fui ao banheiro. A merda da lâmpada do banheiro tinha queimado uma semana antes e eu sempre esquecia de comprar uma nova. Abaixei meus shorts, tirei o curativo e me sentei. Eu estava muito cansado para ficar de pé e não queria errar a mira na escuridão. Comecei a me aliviar. Mas o problema foi que nada saiu. E doía pra caralho. 

Fiz um pouco de força, mas não muita. Não queria acabar estourando alguma coisa dentro dele. Estava começando a me preocupar com minha próstata. Me levantei e saí cambaleando do banheiro até a cozinha onde as luzes ainda estavam acesas, e gritei de novo. Havia uma camada do mesmo cogumelo fininho saindo da ponta do meu pênis. Quando tentei puxá-los, senti um puxão de resistência na parte interna da minha virilha. Doeu demais e eu não estava afim de estragar minhas partes baixas mais do que já estava. 

Então é por isso que estou escrevendo aqui para vocês. Foi mal por ser um texto tão longo, mas achei que vocês precisavam saber de todos os detalhes para opinar e tentar me ajudar. O que eu faço? Preciso muito mijar, e os cogumelos continuam a ficar cada vez mais longos.
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EM BREVE: "Série Runners/Corredores (PARTE 12) - Durante: Cogumelos demais"

PERGUNTA IMPORTANTE: Vocês querem que eu dê um tempo com essa série e traduza outras coisas, ou continuo com a série? Por favor, comente!

Se gostou,  comente! Só assim saberemos se vocês estão gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião! Obrigada!
KEEP CREEPYING!

Todos os créditos para / All credits to: Unsettling Stories

TRADUÇÃO POR: FRANCIS DIVINA



26 comentários:

  1. Mds... Os cogumelos conseguiram utilizar o sangue como método de transmissão... mas isso ainda não explica de onde as moscas surgiram

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  2. ai que agonia. urrrgh

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  3. Melhor parte desde as duas primeiras, deu pra sentir a agonia do cara haha

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  4. Agora sim
    Saudades da agonia e das coisas nojentas

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  5. Uma das melhores partes,adorei! Por favor,continue traduzindo esta série . Estou ansiosa para ver no que isso vai dar!

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  6. Continua esses últimos 2 capítulos foram muito bons!!!!!

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  7. Divina deixa eu te sugerir algo, tem gente que ja percebi que n anda gostando da serie, anda se confundindo, tem gente achando a historia pesada e tals, vc n acharia melhor ficar traduzindo uma outra e uma dessas, sempre alternando, deixando a leitura dessa historia menos pesada pra algumas pessoas, to pensando nos outros claro, eu to lendo de boa e to gostando da serie, por mim vc terminaria logo ela, mas depende da consciência de cada um, vc nunca vai agradar todo mundo e acho que alternando agradaria a maior parte possível

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    1. anonymous, o que você quer dizer?? q ela pare de traduzir runners? ou intercale com outras coisas, tipo, um pouco de runners e um pouco de outras coisas? mas aí, pelo q eu sei, a divina tá só com essa creepy q é bem trabalhosa p ela, as outras creepys são de responsa dos outros moderadores até onde sei.. Divina, help aí!

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    2. Kkk verdade... a Divina não pode arcar com todas as creepies do blog. Até porque os outros moderadores até postam uma ou outra creepy aqui. O papel da Divina agora é traduzir Runners. Ou ela faz isso, ou ela faz outra coisa. Não tem como os dois ao mesmo tempo

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    3. Eu n disse pra ela fazer duas ao meamo tempo, tipo, até pra ela mesma seria melhor, tirar um pouco da cabeça essa serie, parar, mandar uma creepypasta diferente, dps volta pra essa, intercalando

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    4. Eu n disse pra ela fazer duas ao meamo tempo, tipo, até pra ela mesma seria melhor, tirar um pouco da cabeça essa serie, parar, mandar uma creepypasta diferente, dps volta pra essa, intercalando

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  8. Galera eu pensei numa teoria bizarra pra essa creepy. Então, se você é uma pessoa culta e quer ler esse comentário, eu sugiro que desligue o cérebro um pouco para melhor compreensão.
    Vamo viajar um pouco: lembra que nos dois primeiros episódios, O fungo contaminou as pessoas, que quando morriam por ele, cresciam cogumelos no corpo? Então, eu acho que o fungo agora está nesse sangue contaminado, e talvez ele tenha aprendido (?) a se transformar em outros animais, como por exemplo, as moscas. Basicamente tudo orgânico contaminado pelo fungo, passará a crescer cogumelos quando entra em contato com lugares férteis e cheio de nutrientes, como por exemplo o coco do pássaro que, quando tocou o chão, cresceu cogumelos.
    Basicamente o fungo contamina tudo o que é orgânico por meio do sangue. Ele consegue mudar de forma (cogumelo, moscas e sangue), de forma a contaminar todo o tipo de ser vivo existente no planeta.
    O pênis do personagem dessa parte só foi contaminado pois entrou em contato com o sangue da mão dele quando ele tentou parar a dor da queimadura. O sangue logo mudou de forma para moscas e saiu voando.
    Quando a fumaça, eu não faço idéia do motivo pela qual mudou de cor. Mas talvez seja por que o material que estava sendo queimado estava contaminado, tanto que as moscas foram em direção a ela e mudaram de forma para sangue.
    Agora você já pode ligar seu cérebro novamente. Mas pense na probabilidade de uma porra dessas existir. Não parece algo que a natureza crie normalmente.

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    1. Eu complemento essa teoria com o fungo controlando a Aida em algum momento no segundo episódio e pela fala do Dr. Yao, antes de morrer ele disse que a Aida atacaria e então atacaria kg um lugar, mas não sabia onde, além além de que a empresa dele trabalhava com tecnologia de controle mental e usava fungos para complementar o processo, tecnologia fundida fundida a esse organismo para controlar pessoas, de alguma forma a Aida enviou sinais pra empresa de impressoras 3D a alguns episódios atrás e espalhou essas moscas por aí, as moscas são então metade organismo vivo (o fungo) e metade tecnologia.

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  9. QUE NOJO BRO, POSTA MAIS!! Saudade dos cogumelos! 8)
    Quanto à sua pergunta, acho que deve continuar só com essa série; ela é bem trabalhosa e seria injusto jogar mais traduções ainda pra ti.
    Falando nisso, cadê o resto do povo do CPBR?

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  10. Finalmente uma parte legal! Você podia pular todas essas partes chatas pra caralho cheias de termos técnicos e continuar postando só essas nojentas e sanguinárias, serio ahah

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  11. Poderia procurar novos tradutores pra postar além de você
    Deve dar um trabalhão fazer tudo sozinha
    Continua só com a Runners até acabar

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  12. posta outras coisas, quem não lê essa creepy e visita o site simplesmente não volta mais, pois não tem nenhum outro conteúdo recente fora runners

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  13. Essa foi intensa! Continue com a série Runners, é trabalhosa mas vale a pena. E eu concordo com os outros comentários, é só você que mantem o site ou tem outros colaboradores?

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  14. Viiiu. Quem manda não usar camisinha u.u
    Heueheueh puta merda, adorei essa parte.

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  15. Nossa,essa série ta muito loka :0 tem q ter uma mente e tanto pra entender.Ate que to achando legal continua com ela :D!

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  16. Moral da história: Nunca use animais mortos pra satisfazer suas necessidades sexuais. Mds essa creepy ta bizarra...

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  17. Este comentário foi removido pelo autor.

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  18. O CARA
    É UM NECROZOÓFILO
    E ISSO NEM FOI A PIOR PARTE DO CONTO

    ...E TINHA UM COGUMELO NA CABEÇA E... ARGH

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