09/08/16

Série Runners/Corredores (PARTE 9) - Interlúdio: Impressão 3D

ATENÇÃO : ESSA SÉRIE/CREEPYPASTA É +18. CONTÉM CONTEÚDO ADULTO E/OU CHOCANTE. NÃO É RECOMENDADO PARA MENORES DE IDADE E PESSOAS SENSÍVEIS A ESSE TIPO DE LEITURA. LEIA COM RESPONSABILIDADE. 
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Nota da tradutora: Até agora, em todos esses anos de tradução, esse foi o conto mais difícil que já passou por mim. Entendi cerca de 3% do que estava sendo dito, então me perdoem se as vezes não fazer muito sentido. Esse é também o motivo da demora do lançamento deste capítulo. 
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Trabalho para um grande conglomerado tecnológico e industrial. O maior de todos, na verdade. Sou o engenheiro chefe e gerente de projetos de um departamento chamado "Fabricação Aditiva Avançada", o qual é apenas um nome chique para "novas tecnologias em impressões 3D". Nossos superiores estão querendo posicionar nossa empresa no ápice da Fabricação Aditiva Avançada ainda dentro desta década, então meu departamento é sortudo o suficiente para desfrutar de um orçamento basicamente ilimitado; muito mais do que realmente precisamos.

Trabalho diretamente para o Diretor-Chefe de Tecnologias da empresa e os relatórios de progresso da minha equipe são mandados prontamente para ele. Até agora nossos avanços surpreenderam a Corporação. Isso resultou em uma gestão bastante laissez-faire de mim para o CTO (CTO é a sigla para Diretor-Chefe de Tecnologias). O que estou fazendo é bom para ele, sendo assim, bom para seus chefes.

Minha pequena equipe é bastante pressionada, mas ganham recompensas. Eles sabem que estão no topo da tecnologia e que serão um dos fatores primordiais na próxima revolução industrial. Claro, a satisfaçue oem com esse conhecimento é aumentada por salários muito acima do que receberiam em qualquer outra companhias ou empresas de pesquisa. Apesar de pressioná-los para dar o seu máximo, não os deixo trabalhar mais do que dez horas por dia. Creio que precisam ter uma vida fora do trabalho; a produtividade de meus subordinados com certeza diminuiria se sentissem que seu emprego é opressivo. O único problema disso é que as vezes tenho que fazer longas jornadas de trabalho. Mesmo assim, não me sinto sobrecarregado ou prejudicado. Minha família mora no outro lado do país, então não os vejo muito e meus amigos todos trabalham comigo em outros setores da empresa. Eu amo meu trabalho e estou feliz em fazê-lo.

De qualquer forma, uma das condutas gerais de nossa empresa é a capacidade comunicativa completa de todos produtos fabricados por nós. Basicamente, até 2025 todas nossa máquinas deverão transmitir e receber todos os tipos de dados sensoriais tanto para nós, para fim de diagnósticos, quanto para a análises pessoais de nossos clientes. Na última véspera de natal, eu estava trabalhando até tarde, tentando resolver um problema técnico com um colega chamado Rakesh. Uns dias antes, eu tinha pego Rakesh emprestado do departamento de comunicação por causa de sua experiência com processamentos de sinais acústicos e espectroscopia. Nós dois estávamos tentando integrar um novo tipo de transceptor de comunicação em uma de nossas mais recentes iteração de Impressoras 3D.

Esses transceptores são protótipos altamente avançados. Funcionam com faixas de frequência de banda larga petahertz; algo que, pelo que sei, ninguém fez antes. Muito do que Rakesh  me disse estava além do meu conhecimento, mas, basicamente, o processo de transmissão usa pulsações de fibras óticas titânicas-safíricas à laser para estimular o deutério molecular super-resfriado de baixa pressão. A estimulação de partículas ressoa a uma frequência extremamente elevada. Um amplificador de fibras adulterados com itérbio, que tem um software de correção Doppler em tempo real, aumentando a intensidade da frequência do sinal e então usufruindo do software para estreitá-lo até uma escala harmônica oscilante no qual os dados são codificados.

Os benefícios da nova abordagem de Rakesh são o alcance e a velocidade destes transceptores. Se amplificada suficientemente, um sinal pode ser transmitido, sem perda, por dezenas de milhares de quilômetros em uma taxa de dados enorme, limitada apenas pela velocidade de  registrar memórias do processador de sinais. O departamento dele atingiu resultados incríveis, mesmo preliminares, quando conduzindo testes de transmissão em Singapura. Quando totalmente controlados, suficiente minimalizados, e integrados na nossa linha de produção, teremos uma comunicação densa de informações e na velocidade da luz entre todos nossos produtos.

Fizemos um grande avanço quando na manhã de Natal Rakesh conseguiu transmitir o comando de "iniciar" do transceptor conectado via USB em seu notebook para o da impressora 3D. Nós comemoramos enquanto Rakesh olhava os dados do espectroscópio, o qual mostrou ondas senoidáis "apertadas-embaladas" no limite inferior do PHz, o que fez a impressora ligar, conduzindo a sequência curta de inicialização, e executar uma sequência pré-programada de produção, que rendeu uma pequena folha de grafeno.

Como já disse antes, nossas impressoras 3D são bastante avançadas; estão muito além do que nossos concorrentes podem sonhar em desenvolver por pelo menos 20 anos. Nós manipulamos átomos individuais com uma precisão que, até para mim, parece mágica. O grafeno que eu e Rakesh fizemos não foi por uma deposição epitaxial normal, mas com o esforço concentrado de milhares de dicas manipulatórios de montagem dos átomos e rajadas elétricas perfeitamente medidas. Ultimamente minha equipe está trabalhando para explorar a valência do carbono para produzir novos alótropos que serão usados para potencializar atualizações de nossas impressoras. Ou seja, estamos usando nossas impressoras para produzir impressoras melhores.

Depois de mandar Rakesh para curtir seu dia de folga, eu fiquei no laboratório e fiquei analisando os dados espectrográficos do nosso experimento bem sucedido. Mesmo não entendendo as informações tão bem quanto Rakesh, eu ainda sabia o suficiente para recolher dados utilizáveis de lá. Ampliei e reduzi o zoom no gráfico, notando as curvas perfeitas das ondas senoidáis do começo ao fim. Vi algo interessante quando acidentalmente reduzi demais o zoom e exibi na banda de 270-275 PHz. Havia lá um sinal fraco representado por ondas dente de serra nas ondas de 274 PHz. O sinal era extremamente denso. Mesmo dando o máximo de zoom possível, as ondas continuavam super densas e juntas umas das outras. Seja lá o que fosse, continha uma tonelada de informações.

Os transceptores tem um alcance de recepção de 1-970 PHz, então os dados estavam sendo recebidos sem nenhum problema. Chequei o transceptor na impressora. A impressora estava desligada, mas o receptor do computador no qual a impressora estava acoplada ainda estava online. Os dados estavam sendo enviados para o disco rígido do computador e, em seguida, sendo espelhados pela matriz de unidade do laboratório. Deixei o receptor puxando dados enquanto pegava alguns dos arquivos que estavam sendo mandados para a matriz.

O software do transceptor estava montando o sinal em uma estrutura de código de aspecto familiar. Parecia muito como os esquemas que usamos para nossos arquivos das impressoras. Fiquei me perguntando quem diabos estaria transmitindo essas coisas e até pensei que poderiam ser os colegas de Rakesh lá em Singapura experimentando por algum motivo novos métodos de transmissão em uma faixa de freqüência mais alta. Fiquei curioso a respeito do que estariam mandando, sendo que eu não estava ciente de alguma permissão que nosso CTO teria dado à eles para trabalhar com nossas tecnologias. Enchi reservatório de carbono da impressora, ajustei, e os dirigi para o fluxo de dados.

Começou a fazer uma impressão imediatamente.  Os braços de montagem moviam-se a partir da cuba para a mesa de refrigeração. Atrás do vidro, uma pequena estrutura começou a ser montada diante dos meus olhos. Não havia uma forma discernível, mesmo quando finalizada. Fiquei observando por uma hora, até reabasteci o reservatório de carbono duas vezes. Quando a mesa de impressões estava preenchida, foi levantada em direção do topo e outra mesa vazia tomou seu lugar. Também foi preenchida. Eu continuava a reabastecê-la com carbono e ela continuava a a imprimir. Notei que as peças iam ficando cada vez menores. Os braços de montagem começaram a mudar seus próprios manipuladores para entender o processo de encolhimento das peças para depois serem colocadas no compartimento de resfriamento. Por volta da oitava mesa, todos os 72 braços de montagem estavam em uso, cada um usando seus menores manipuladores. Os últimas duas meses pareciam estar cheios de um pó preto. A impressora parou de imprimir.

Mandei um comando para um dos braços manipuladores. O braço foi até o última mesa e pegou uma só partícula do pó preto. Levei essa partícula até o microscópio e o abri na tela do computador. Com um aumento de 1000 x, eu vi estruturas intensamente complexas. Vales de carbono organizadas perfeitamente, que cruzavam entre si com diferentes profundidades. A direções dos vales pareciam depender das infinitesimais engrenagens. Tirei diversos print screens das amplificações, notando que a complexidade só aumentava quando eu ia amplificando as imagens.

Então a partícula desapareceu, e por minha visão periférica, onde ficavam as mesas de resfriamento, vi um flash de luz. Virei minha cabeça naquela direção e percebi que a orientação das pequenas estruturas tinham mudado. Na grande tela que mostrava o foco da câmera nos tampos das mesas, vi o que parecia ser um Conjunto de Julia, um em cada mesa. Fiquei completamente abismado. No passado tínhamos trabalhado um pouco em cima de projetos de auto-montagem, mas era sempre em uma escala microscópica envolvendo não mais do que alguns milhares de moléculas simples. Esse era um território completamente desconhecido para mim. Peguei o telefone e mandei Rakesh voltar imediatamente para o laboratório. Acho que ele notou pelo tom da minha voz que eu estava animado e um pouco assustado.

Enquanto esperava por Rakesh, liguei para o CTO e expliquei o que estava acontecendo. Ele ficou claramente interessado. Falou que nem na Singapura ou em qualquer outro lugar estavam trabalhando em novos esquemas de impressoras e, mesmo que tivessem, não havia a possibilidade de estarem transmitindo isso via bandas PHz. Me pediu atualizações a cada três horas.

Rakesh chegou quinze minutos depois e espiou pelo vidro grosso da sala onde ficava a impressora, os braços robóticos de montagem e as mesas de refrigeração. A cada dez minutos ou um pouco mais, os conjuntos de Julia mudavam ligeiramente, quase como se estivessem em zoom sobre o próximo nível fractal. Rakesh estava tão perplexo quanto eu. Se debruçou sobre as imagens que eu tinha tirado dos detalhes do microscópio, tentando entender alguma coisa do que estava vendo.

Nós dois vimos mais um flash de luz nas mesas de refrigeração acompanhado por um enorme estouro enquanto as mesas caiam no chão. Entretanto, os Conjuntos de Julia continuavam. Estavam flutuando no ar um pouco acima dos destroços das mesas, pequenos arcos de carga elétrica piscando entre cada uma das oito camadas de estruturas de carbono. As duas camadas inferiores de estruturas que pareciam poeira se levantaram, e se intercalaram entre as peças maiores. Todas as peças começaram a se mover e preguiçosamente começaram a formar uma forma ovóide. Tinha cerca de um metro e meio de comprimento e noventa centímetros de altura. A forma rodava no ar enquanto flutuava.

Nós dois ficamos checando constantemente as câmeras para ter certeza que estavam capturando tudo aquilo. Estavam. Enquanto olhávamos pelo vidro, a forma ovóide começou a se condensar enquanto o material ia se juntando. Todas as peças parecia que estavam se conectando perfeitamente e, uma vez que isso terminou, tudo que restou foi uma pequena peça oval tridimensional, escura como o breu, flutuando e girando lentamente a um metro do chão. Então caiu no chão com um baque suave. Rolou vagarosamente e parou encostada na base da impressora.

Rakesh e eu tivemos uma breve briga sobre quem iria vestir o traje especial e pegar a coisa. Ele é maior, então ganhou. Fiquei olhando carrancudamente pelo vidro enquanto ele terminava de se vestir, então saiu do laboratório e foi para a sala do lado onde ficava a impressora. Entrou e pegou o ovóide preto.

"É bem leve!" Exclamou, sua voz abafada por causa da mascara. Falei para colocá-lo debaixo do microscópio, assim poderíamos analisar melhor a composição de sua estrutura. Rakesh começou a mudá-lo de lugar, mas o ovóide se dissolveu em um pó preto. Mas o pó não caiu no chão. Ficou circulando Rakesh como se estivesse em sua órbita, se espalhando lentamente e subindo como uma nuvem negra. Rakesh balançou os braços para afastar aquilo, mas não saia do lugar.

O pó começou a a se locomover em direção de Rakesh. Ele tentava freneticamente tirar as partículas de seu traje, mas estavam grudadas. "Puta merda," Rakesh sussurrou, e observei seu traje começar a ruir, como se estivesse sendo queimado por ácido. Mas não parou só com o traje. Em dez segundos, o pó já tinha tomado conta das roupas dele. Rakesh gritava. O pó negro começou a queimar através de suas roupas e cabelo. Apenas seus olhos e boca se moviam; era como se estivesse paralisado do pescoço para baixo, só que estava perfeitamente de pé. O pó tinha o deixado nu, sem cabelos ou pelos e cobria toda sua pele.

Comecei a soluçar enquanto via uma fumaça sair de Rakesh enquanto as partículas dissolviam sua pele. Ele gritou em um tom castrato que fazia um contraste horripilante com sua voz normalmente grossa - até mesmo seus inalações eram mais agudas que o normal. Sua carne se dissolveu e eu pude ver o osso de sua testa brilhante e polido enquanto o pó o consumia. Logo depois seus gritos pararam. Um vapor subia de sua pele enquanto continuava a ser consumido. A janela da sala de impressão estava quase completamente embaçada, mas ainda consegui ver os últimos pedaços de sua carne sendo dissolvidos e, em seguida, até os ossos sumiram.

O pó se remontou em um ovóide um pouco maior do que o de antes. Flutuou por um minuto e depois caiu no chão novamente, fazendo um som mais alto do que o de antes. Enquanto o vapor ia se dissipando, eu olhava a forma entre lágrimas e ligava para a polícia. Quando desliguei o telefone, vi o ovóide irromper pelo teto e desaparecer. O objeto nunca mais foi visto.

As câmeras na sala da impressora confirmaram minha história, que foi prontamente encoberta pela empresa. A influência e dinheiro infinito da empresa conseguiu subornar todos que estavam associados a investigação policial e, um ano depois, a história oficial era que Rakesh tinha morrido acidentalmente e tragicamente quando um de nossos semicondutores explodiu por causa de um defeito de fabricação. Sua família recebeu por volta de 100 milhões de dólares. 

Ainda trabalho para a empresa para um cargo semelhante. Não posso julgá-los por quererem esconder o que aconteceu. Ninguém entenderia os eventos daquele dia, mesmo se vissem os vídeos. A morte de Rakesh não foi culpa da empresa. Além do mais, agora temos medidas de segurança bem mais rígidas onde são executados computadores dentro de um novo esquema, independente da fonte. Esses modelos geram arquivos desse esquema, assim como as rotinas de impressão, mas as ferramentes onde esses arquivos rodam são totalmente virtuais e criados para esse ambiente artificial.

Um das minhas novas funções é interceptar mais dados da banda 274 PHz e executá-lo nesse ambiente virtual. Até agora, depois de mais de 10.000 de impressão virtuais, o resultado tem sido sempre que mesmo ovóide. Só na última quarta-feira pela manhã que a transmissão foi marcadamente diferente. Executei o esquema no ambiente virtual e assisti com horror enquanto um esqueleto foi gradualmente sendo impresso na tela, seguido de ossos, órgãos e músculos. A imagem final foi de um Rakesh semi-dissolvido, olhos arregalados, não só de dor, mas porque suas pálpebras tinha sido consumidas. Sua boca aberta expunha uma protuberância crua, do tamanho de um mindinho, que antes costumava ser sua a língua.

Nada além desses esquemas vêm através daquela banda. Todos os dias, eu tenho que executar a simulação e verificar se há mudanças. Todo dia vejo Rakesh em total e completa agonia. Mesmo no quadro imóvel que mostra a fase final do modelo, posso ouvi-lo gritar.
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EM BREVE: "Série Runners/Corredores (PARTE 10) - Durante: Sangue demais"

Se gostou,  comente! Só assim saberemos se vocês estão gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião! Obrigada!
KEEP CREEPYING!

Todos os créditos para / All credits to: Unsettling Stories

TRADUÇÃO POR: FRANCIS DIVINA


15 comentários:

  1. Entao nao eram moscos, eram robos da perdição, desconfio que o fungo titanico fez essa coisa ai, trasmitiu as ondase fez o que fez.

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  2. Divina. Eu tenho uma dúvida! O fungo foi descoberto na Amazônia, certo? Então faria sentido se tivesse se espalhado no Brasil,não acha? Sera que essas partes são no nosso país?

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    1. Claro que as partes do laboratório não são brasileiros, mas por exemplo a parte da cidade que se ouve um barulho e todos aparecem mortos, será que é no Amazonas?

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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    3. Mas eu acho que quando o Dr voltou do Brasil, ele levou consigo as amostras do fungo, certo? pode ter sido por causa disso que espalhou lá! E não espalhou no Brasil porque só acontecia em uma parte da Amazônia, então seria mais dificil de se espalhar pelo Brasil inteiro...
      Bom, não sei tambem se vai falar sobre isso mais pra frente, estou lendo a série agora kkkjkjkjkk

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  3. Num entendi nada
    Esse conto começou bem, mas esta ficando cada vez mais maçante, confuso e mecânico
    Anyway, bom trabalho de tradução

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  4. Perdi totalmente o interesse nessa série, broxante. O primeiro capítulo é uma propaganda enganosa absurda

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  5. éh...o povo num ta conseguindo acompanhar ai vem fala merda...
    realmente a serie é muito complexa e por issso msm é foda pra caralho!!
    ainda to meio perdido mas tenho umas teoria... Axo q os cogumelo aproveito as manipulações d laboratório e evoluiu, deixou d ser um fungo, ele ja possuía um tipo d consciência coletiva e rolava comunicação subconsciente entre os infectados (msm os sintéticos) e ah colonia e por acaso essse canal foi captado pelo cidadão aki desssa parte. A colonia percebeu a conexão e aproveito para atingir novos niveis...
    o pessoal la do dr. Yau conseguia ate manipular alguns infectados mas não tinham o controle total taligado...

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    1. Não é questão de "não conseguir acompanhar" ou "ser muito complexa", é que tá chata pra caralho mesmo. Até agora não vi a série "super pesada +18 Tamo com medo de postar" que falaram logo no início.

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    2. É sempre a mesma coisa: "mimimi vocês não gostam porque não entendem" E quem entende? A série tá chata pra caralho SIM, e de forma alguma culpo o blog, já que a Divina vem se virando nos 30 pra traduzir. O uso de termos técnicos e blablabla pode até tornar a coisa mais real, mas também chata e maçante. No aguardo pela parte que faça valer esse +18. Divina, parabéns pela tradução e obrigada pelo empenho de sempre <3

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    3. Muitos inclusive eu estamos entendendo a historia. Se voce nao entende obviamente vai achar a serie chata, isso nao eh nenhum mimimi, eh a realidade. Pelomenos pra mim e muitos leitores a historia esta fenomenal.

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  6. Divina, vc estudou a língua inglesa sozinha?

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  7. Os termos técnicos são um mero detalhe chato, não diminuem a qualidade da série.
    Tô achando muito mais interessante agora depois desse capítulo.

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  8. Os termos técnicos são um mero detalhe chato, não diminuem a qualidade da série.
    Tô achando muito mais interessante agora depois desse capítulo.

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