06/09/16

Série Runners/Corredores (PARTE 19) - Depois: Nunca Ossos Suficientes

ATENÇÃO : ESSA SÉRIE/CREEPYPASTA É +18. CONTÉM CONTEÚDO ADULTO E/OU CHOCANTE. NÃO É RECOMENDADO PARA MENORES DE IDADE E PESSOAS SENSÍVEIS A ESSE TIPO DE LEITURA. LEIA COM RESPONSABILIDADE. 
***

Se não leu as outras partes ainda, clique abaixo na parte desejada e será redirecionado:


A melhor parte de morrer de fome é saber que, antes de morrer, a pessoa que vou ver no espelho será a mais linda que pode existir. Nenhuma gordura alheia; nenhuma pele alheia; nenhuma eu alheia. Apenas uma destilação pura da minha alma antes de ser liberta do corpo que a aprisiona. É o que mais quero fazer nesse mundo todo. Mas ainda não posso comemorar. Ainda tenho muito a fazer. Muito trabalho a fazer.

Elaine era minha amiga de Ana (N.T: Ana é um "apelido" para Anorexia). Nós duas sabíamos que eu era melhor nisso do que ela. Falava o quanto eu a inspirava, e eu acreditei. Me sentia bem por ajudar minha amiga. E foi assim que foi rolando nos últimos anos. Quando ela começou a delirar e falar sem parar sobre essa garota maravilhosa chamada Aida que ela conheceu online, que era a pessoa mais inspiradora que já havia conhecido, e claro, senti uma pontada de traição. Quem era essa garota e o que ela estava falando para minha amiga?

Elaine disse que Aida era uma nova participante do nosso fórum pró-ana. Ela gosta de ficar lendo os tópicos na aba fitness chamada "Cada Passo Te Torna Menor". Uma corredora, aparentemente. Eu nunca tinha visitado essa parte do site, então nunca a notei. Quando Elaine começou a correr, só descobri uma semana depois quando ela apareceu na minha casa sem avisar antes. Fiquei surpresa. Moro a quase 50 km de distância dela. Ela não tem carro e, por alguma razão, se recusa a usar transporte público, então quando disse que tinha vindo correndo, acreditei. Além do mais ela estava suando e ofegando como se estivesse prestes a desmaiar.

Você tem que entender uma coisa: Sou melhor que Elaine. Sou mais leve e mais dedicada. Corro na minha esteira três vezes por dia até ter certeza que queimei todas as calorias que ingeri, e depois como mais um quilometro. Mas nunca corri 50 km. E Elaine é enorme comparada a mim. 45 quilos. Ela queimou aproximadamente 2300 calorias nesta corrida. Isso e muito mais do que eu ingiro em cinco dias. Ela nem percebeu com quanta inveja e raiva eu estava por conta da exaustão, o que é bom, e eu precisava descobrir como ela estava fazendo aquilo.

Foi aí que Elaine mencionou Aida. Disse que Aida não somente tinha dado dicas de como correr, mas também a ensinou a fazer um suplemento que lhe daria energia e que cada passo viria com uma realização imensa. Como já disse, não sei quem é Aida, mas quando ouvi isso, a odiei instantaneamente. Eu odeio atalhos. Não tomo suplementos. Todos os quilos que perdi foi por causa da minha determinação e força de vontade. Atalhos te tornam fraca. Não sou fraca. Não sou. 

Sou fraca. Vou ser honesta, admitirei um atalho. Mia. Alguns dias não consigo me controlar e como um saquinho inteiro de ursinhos de gelatina ou dois iogurtes. Ambos livres de gorduras saturadas, mas ainda assim é demais. Eu conseguia sentir os espaços das minhas costelas sendo preenchidos como rios em uma enchente. Não há sensação pior do que se tornar mais quando seu sonho é ser menos.

Meu dedo indicador e médio manipulam o ponto do tamanho de uma moeda no fundo da minha garganta. Demorou muito, muito mesmo. Tive que empurrar com força e ficar cutucando o local com minhas unhas por mais de dez minutos. Parecia que eu estava tentando encostar no meu estomago para tirar a comida com minhas próprias mãos. Elaine era a única que sabia disso. Ela já fazia isso a muito tempo que até notou meu Sinal de Russell, e mesmo que ela não falou nada nem pediu dicas para mim, tenho certeza que ela ficou reconfortada em saber que não estava sozinha com a Mia. 

Isso era algo que eu odiava nela. Aposto que soa como se eu fosse uma péssima amiga, né? Mas não posso evitar. Elaine achou que era como eu quando não era. Sou pura. Meu sucesso veio pela restrição. Pela abnegação do prazer. Sou uma asceta. Forte. Pura. Sagrada. 

Elaine... Elaine era um desastre. Era corpórea e fraca; não conseguia controlar seus impulsos. Depois que se empanturrava, se seus dedos não estavam na garganta tentando tirar tudo de seu estomago,  ou estava tomando doses altas de laxante para se livrar daquilo cagando. Seus dentes eram marrons e suas bochechas inchadas por retenção de liquido. Ela acho que éramos iguais. Mas sou melhor.

E então ela correu até minha casa. 50 quilômetros. Quando a campainha tocou, eu estava lavando o vômito multicolorido de balas de goma que estava nas minhas mãos, pulso e antebraço. 50 quilômetros. Eu tinha arranhado a superfície de uma antiga cicatriz, então minha garganta estava sangrando e o corte coberto de ácido estomacal. 50 quilômetros e 2300 calorias. Eu não cagava faziam 13 dias e minha barriga gorda nojenta estava distendida como se estivesse grávida, mesmo que fizessem dois anos que eu não menstruava. 50 quilômetros, 2300 calorias e  estava mais animada do que exausta.

Elaine estava ganhando. Tive que deixá-la me contar sobre Aida e seus suplementos. 

Aida não gostava muito de aparecer por isso não postava fotos de seu progresso de emagrecimento. Para mim, isso significava que era gorda. Só isso já me fez ficar cética em relação aos seus conselhos. Mas, 50 quilômetros. Elaine e eu ficamos navegando pelos históricos de postagem de Aida e aprendemos algumas coisas tipo como correr minimizando o impacto, assim podendo correr mais se machucando menos. Mais corrida significava mais calorias queimadas. Fiz uma nota mental para incorporar aquilo ao meu estilo de corrida. Também aprendi sobre açucares. Eu estava vomitando todos os açucares extras que comia, mas Aida sugeria que livrássemos deles correndo. Se eu modificasse meu estilo de corrida e queimasse aquele açúcar ao invés de vomitá-lo, eu queimaria toda a gordura ao invés de só vomitá-la e ficar com o estomago inchado.

Havia outras dicas. Mas era sobre o suplemento que me interessava. O atalho. E me odiei por isso. 50 quilômetros. O suplemento era muito simples. Era um certo tipo de cogumelo misturado com pó de cafeína e efedrina. Aida disponibilizou um link onde encontraríamos as partes químicas para vender online. O cogumelo nós mesmas tínhamos que achar. Entretanto, Elaine já tinha tudo.

Elaine estava irradiando de orgulho e satisfação. Eu sabia que ela estava felicíssima de finalmente ser a que inspira os outros. Já tinha estado nos meus calcanhares por muito tempo. Mas agora era ela que liderava. Mesmo que pesasse 45 quilos ao invés dos meus 38, estava vencendo. Mesmo que suas bochechas estivesse rechonchudas e saltitantes contrastando com as minhas magras e ossudas, estava ganhando. Perguntei se podíamos voltar para sua casa para eu experimentar o suplemento. Ela sorriu e disse que sim. Entramos no meu carro e fomos até lá.

O apartamento de Elaine era um desastre; embalagens de comidas por todos os lugares, fotos de modelos e cantoras famosas grudadas por todas as paredes, pilhas e mais pilhas de pratos sujos perto da pia já lotada, e o cheiro óbvio de vômito velho que pairava pelo ar. Eu não ligava. Meu foco era o suplemento. Sentei no sofá e esperei enquanto ela ia até a cozinha. 

Ela surgiu com duas colheres em cima de um prato. Dentro de cada colher estava uma pasta, que era a mistura que Aida havia ensinado-a a fazer. Cogumelos, cafeina e efedrina. Perguntei se ela iria correr comigo. Assentiu. Não sei como me sentia em relação a isso. Elaine queria correr mais 50 quilômetros e eu não tinha certeza o quanto conseguiria. Rezei para conseguir superá-la. 

Engolimos aquela poção de gosto horrível e Elaine me emprestou algumas roupas de corrida. Eram extremamente largas. Não demorou muito para eu sentir o efeito do suplemento. Não era totalmente desagradável, mas dava uma acelerada no coração. Como quando ingerimos cafeína demais.

Quando ela sentiu o efeito, saímos. Corremos ao ar livre, uma do lado da outra mas sem trocar uma palavra. O efeito da mistura ficava cada vez mais forte. A sensação de aceleramento continuava, mas outro começou pouco depois: satisfação. Cada passo parecia que fazia uma diferença enorme e positiva em minha vida. Reforçava minha vontade de cada vez correr mais. Não existe outra sensação como aquela.

Meu joelho, que estava me incomodando faziam alguns meses, parecia perfeitamente normal depois que ajustei minha corrida ao estilo de Aida. Elaine bufava ao meu lado, olhando para um ponto fixo a sua frente, com um resquício de sorriso em seus lábios. 

Planejamos correr de volta até minha casa. Eu tinha um plano que, se não conseguíssemos, eu poderia pegar o trem ou um ônibus até a casa dela, pegar meu carro e depois buscá-la. Mas depois do quinto ou sexto quilometro eu percebi que o carro não seria necessário. 

Nossos pés batiam contra o asfalto e ganhávamos velocidade a cada passo. Era maravilhoso, me lembrava dos velhos tempos quando eu corria na escola. Antes de eu perceber que precisava ficar mais leve. Antes de perceber o quanto era espaçosa. Mas agora, enquanto o vento assobiava em meus ouvidos, eu sabia que era assim que eu terminaria. Essa era a chave do sucesso para eu sair da estagnação entre os 38 e 37 quilos.

Eu era pura energia. Podia sentir minha carne colando em minhas costelas, ossos da clavícula e tudo mais; cada osso protuberante indicava meu trabalho duro e minha dedicação. Fiquei perdida em pensamentos por vários quilômetros. Ficava me imaginando correndo para sempre até que minha pele se dissolvesse deixando apenas um rastro de carne atrás de mim. Eu seria a garota perfeita se corresse para longe o suficiente - uma criatura feita de ossos e ímpeto. Perfeita, eu perfeita. E assim que não conseguisse mais correr - quando meu corpo tiver dado tudo de si e eu passar para o outro plano ,mostrando para todos os outros seres humanos o poder da minha vontade - os últimos fragmentos de ossos virariam pó e minha alma entraria em ascensão. Eu finalmente estaria livre. 

Uma mão em meu braço que me fez voltar a realidade. Elaine tinha me agarrado. Nós estávamos na frente do meu apartamento. Olhei para meu corpo. Eu ainda estava ali. Ódio e frustração dançaram em ondas pela carna suada onde eu estava aprisionada. Subi os degraus, peguei a chave que estava em volta do meu pescoço e entrei. 

Elaine ficou comigo naquela noite. Nos dias seguintes, corríamos quase sempre juntas. Quando nossos pés doíam e nossos calcanhares pareciam estar cedendo por causa de toda nossa movimentação, nós consultávamos Aida, que sempre estava lá. Sempre online, como se estivesse nos esperando.

Depois de um certo tempo, a palavra foi espalhada para outras garotas amiga da Ana que moravam em nossa cidade e também participavam do fórum. As vezes ficávamos em um grupo de seis ou sete meninas, todas puro osso e com sorrisos de satisfação na face. Todas rumo a perfeição. 

Quando Elaine e eu não estávamos pegando nosso dinheiro por invalidez, estávamos correndo. Todos os dias nos encontrávamos para correr. Meu desdenho começou a evaporar enquanto observava que ela estava batalhando tanto quando eu. Inspiravamos uma a outra para ir cada vez mais longe, cada vez mais. Eu estava com 33 quilos. Elaine ainda continuava com 45. As juntas de suas mãos estavam sempre com feridas frescas.

Hoje, minha balança marcou os 30 quilos pela primeira vez desde que eu tinha uns 11 anos. Dirigi até a casa de Elaine. Ela não atendeu a porta quando bati. Quando liguei para seu celular, não me atendeu. Entrei no apartamento com a chave que ela escondia dentro de um vaso de plantas. Encontrei justamente o que esperava.

O rosto acinzentado de Elaine estava preso ao vaso sanitário pelo queixo. O resto de seu corpo estava amontoado logo em baixo. Vômito e sangue escuro cobriam o vaso e chão ao seu redor. Uma ruptura gástrica. 

Não tive muitos sentimentos enquanto observava seu cadáver. Ela estava nua, e me encontrei analisando a curvatura de suas costelas e quadris, comparando-a a mim. Os meus eram mais angulares e protuberantes. Ela era a perdedora. 

Fui até seu computador. O fórum estava na tela. Cliquei na aba do "Cada Passo Te Torna Menor" e encontrei Aida mandando mensagens para adolescentes sobre como correr bastante sem que seus pais ficassem preocupados. Quando entrei no chat e dei as notícias sobre a morte de Elaine, logo ela era o assunto. As mais novas fizeram um escarcéu, mas nós, veteranas, só pedimos rezas e boas vibrações. As coisas óbvias. 

Entretanto, Aida me mandou uma mensagem privada. Tudo que disse foi, "não chame a polícia ainda - observe o que vai acontecer." E foi o que fiz. 

Fiz uma corrida de 70 quilômetros. Quando voltei algumas horas depois, Elaine estava diferente. Sua pele estava muito porosa e fina, estruturas final saiam do centro de cada buraco. Umas coisinhas finas e brancas estavam crescendo de dentro da sua boca e bunda em crostas grandes; um estava mergulhado dentro da água do vaso, o outro se espalhando pelo chão. 

Mandei uma mensagem para Ainda. Me respondeu quase que instantaneamente. "Corte os talos e coma-os. Não se preocupe, é seguro. Depois vá correr. Te prometo, quando você terminar, será quem sempre sonhou em ser."

A última frase foi a coisa mais linda que já havia lido na vida. Cortei as crostas, os quais descobri que eram cogumelos, de Elaine. Os lavei, picotei, e comi. Dei meu máximo para acreditar que não continham calorias, como Aida havia me falado. 

Agora farei a próxima etapa. Escrevi para as meninas do fórum contando o que iria fazer. Me deram boa sorte e pediram para eu me cuidar. Outras simplesmente me ignoraram por pura inveja, por que provavelmente nunca chegarão aos meus pés. Mas agora eu sei que um dia elas vão chegar lá, assim como vou em muito breve. 

Senti mais energia do que em qualquer outro momento da minha vida. Minha pele estava diferente; levemente grudenta e delicada. Quase como se quisesse desgrudar. E foi para isso mesmo que me esforcei tanto. Uma garota que é puro osso que foge da pele que a aprisiona. Quando você ler isso, já terei corrido centenas, senão milhares de quilômetros. E assim serei o que sempre quis ser: ser ninguém. Não existir. Perfeita. zero quilos. 

Obrigada, Aida. 
-

EM BREVE: "Série Runners/Corredores (PARTE BÔNUS) - Evidências Relacionadas"


Nota da Divina: Essa foi a última parte que a autora lançou (a mais ou menos dois meses atrás). No site consta que serão 6 partes "depois", então faltam 2 para serem lançadas. Ficarei de olho para traduzir assim que ela publicar. Ainda traduzirei um capítulo bônus de Runners, que será postado aqui em breve. Obrigado pela paciência e por acompanhar tão fielmente esta série comigo. Vocês são demais! 

***
Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigada! Se gostou, comente, só assim saberemos se vocês estão gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião! 

KEEP CREEPYING!

Todos os créditos para / All credits to: Unsettling Stories

TRADUÇÃO POR: FRANCIS DIVINA


24 comentários:

  1. A história se encaixa cada vez menos. Cogumelos que deixam as pessoas viciadas em sexo e as faz se auto-mutilarem, sangue excedente que vira moscas que explodem, ovnis que nascem de sinais de rádio impressos e devoram pessoas, gente correndo até um lugar arbitrário, qual a conexão de toda essa sopa caótica?

    ResponderExcluir
  2. PS: E uma tal inteligência artificial chamada Aida que eu não entendo nem o que diabos ela faz. Alguém pode me explicar essa merda?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. AIDA primeiramente foi criada pela AppDyn pra pesquisar o fungo, depois passou a gerenciar tudo o que veio a seguir: divulgação, disseminação para toda a população, observação dos efeitos causados no corpo, etc...

      Excluir
  3. Dr Yau, gente pirando e respirando embaixo d'água, gente com tripas expostas, sério, parece que misturaram o enredo de uns sete filmes de terror/ficção científica. Logo vão aparecer também zumbis, aliens ou demônios extra-dimensionais

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Uma palavra define toda a historia: experimento. A história inteira nada mais foi do que um experimento feito pela AppDyn, mais precisamente pela inteligência artificial chamada AIDA. O que estamos vendo é o resultado desse experimento. Aparentemente está tendo resultados positivos, a julgar pela reação de Aida a morte de Elaine. O objetivo disso tudo? Não é claro, mas há bastantes teorias a respeito. A melhor na minha opinião é a de que Aida está conseguindo viajar entre dimensões, e quer levar seres humanos para lá, mas só os mais resistentes, então todos esses experimentos, como fazer as pessoas respirarem debaixo d'água, correrem 50km, etc.
      A respeito das moscas: não é muito claro isso, mas parece que a AIDA criou essas moscas como forma para aumentar a contaminação.

      Excluir
    2. Colocar dimensoes ja forçar demais,
      Ainda acho que o cogumelao è senciente

      Excluir
    3. Gustavo, eu também acreditava que as moscas, o sangue e o cogumelo eram meios do fungo se espalharem, mas aí eu li o último capítulo, que fala que Aida conseguiu fazer uma ligação entre um ponto A e o ponto B por meio de túneis. Eu acredito que esses pontos sejam dimensoes

      Excluir
    4. È plausivel, e acho que seria um bom plot twist SE tbm n fosse um deux ex machina, acho que se ainda vem mais dois capitulos(Deus saeb quando) um deles teria que explicar a viagem.

      Excluir
  4. Divina obrigado por traduzir essa creepy, ficou muito boa, parabéns. Tomara que a autora não demore pra lançar o resto...

    ResponderExcluir
  5. Pirando aqui, que série louca... Quero só ver quando tudo isso se encaixar... Quer dizer eu ESPERO que tudo se encaixe!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O final deve ser tipo o "eu pequei a laranja" ou seja, acredito que não vai explicar nada.

      Excluir
  6. So falta a autora não saber como encaixar tudo e acabar com a história

    ResponderExcluir
  7. Gente, só passei aqui para mostrar algo que eu acho que vão gostar. Vai sair uma série estilo AHS no SyFy e cada ano vai mostrar uma creepypasta nova.

    O primeiro ano vai mostrar "Candle Cove" e o segundo vai mostrar "A casa sem fim"

    Taí o link

    en.m.wikipedia.org/wiki/Channel_Zero_(TV_series)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Nossa mano que felicidade de vwr essa notícia, um novo espaço para fãs de creepypasta está se abrindo e ainda por cima mostrando candle cove q é uma creepys que mais queria adoro e queria mais informações

      Excluir
    2. Já tô me tremendo toda com essa série que nem lançou e já considero pacas.

      Excluir
    3. Candle Clive e uma das minhas favoritas : D

      Excluir
  8. So falta a autora não saber como encaixar tudo e acabar com a história

    ResponderExcluir
  9. No geral gostei da série, apesar de acha-la um tanto confusa. Vou reler.

    Divina, vc eh divina! Obg pelo ótimo trabalho!

    Saudades do Butcherface :(

    ResponderExcluir
  10. Minha teoria é a seguinte : como dito em um capítulo anterior a inteligência artificial estava fazendo experimentos com o fungo ,dps de ver que mesmo geneticamente alterado ele ainda causava problemas ela criou as moscas para conter os sintomas mais graves (também foi dito em um capítulo anterior), de algum jeito o fungo conseguiu corromper a AIDA(provavelmente pelos nano robôs que eram unidos ao fungo em experimento), agora a AIDA corrompida parou a fabricação de sangue/moscas que conseguiam conter os efeitos mais graves do fungo e criou umas frequência para matar as moscas existentes que na verdade não são moscas e sim robôs. Agora a parte que eu não entendi foi a forma ovóide criada pela impressora, talvez um fungo modificado criado pela AIDA

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Exatamente a mesma teoria minha, quanto a forma ovóide e na verdade a forma primária das moscas, eu acho, mas geralmente usados pra finalidades mais diretas, enquanto os nano robôs que entram em pessoas, fazem surgir cogumelos e vir moscas, etc. São a finalidade verdadeira do ovóide, situações em que o ovóide aparecem são excepcionais, tipo o cara que resolveu construir eles sem que ninguém soubesse e acabou dando em um ovóide desses que coletou informações do Rakesh (aliás, acho que existe em bem uns três Rakeshs nessa história xD) devorado por eles, já no último capítulo agiu simplesmente como um tipo de arma contra a própria AppDyn, pra que não obtivessem mais informações. Em resumo: as formas ovóides são as moscas sem ainda terem se fundido com os fungos para atuarem secretamente dentro de pessoas, são os robôs puros.

      Excluir