08/03/2017

Minha família vem sendo perseguida há 4 anos (PARTE 1)

Série nova? SIM! Série nova! Vão ser seis capítulos, vou postar intercalando com outras creepypastas para não ser muito maçante. Se quiserem que eu poste SOMENTE esta série nas próximas seis semanas, comente, que daí vou lançando um capítulo por quarta-feira. Fica por vocês decidirem isso. Espero que gostem! 
***

Estou postando aqui (N.T: no original, o autor postou no Reddit, na sub /nosleep) porque parece ser um lugar onde as pessoas poderiam verdadeiramente entender o que aconteceu com minha família e comigo. Começou a muito tempo atrás, mas chegou a um ponto crítico agora. Algumas postagens vão te dar uma ideia de tudo que aconteceu até o momento, e quando essas chegarem ao fim, as postagens serão sobre o que está acontecendo agora. Já peço desculpas se ficar muito longo, mas acredite, não há palavras suficientes para descrever tudo que aconteceu. Nomes foram mudados por questões de privacidade da minha família e todos envolvidos. 

Tudo começou em uma viagem de carro há mais ou menos quatro anos atrás. Nós partimos do norte da Califórnia para a costa leste, viajando através do Centro-Oeste. Éramos num todo eu, minha esposa Kimmy, minha filha de sete anos Katie e meu filho de cinco anos Alex. Tudo estava tranquilo nos primeiros dias. A viagem foi demorada porque na verdade não tínhamos nenhuma pressa; basicamente paramos em todos os pontos turísticos que possam existir por uma viagem pelo interior. Mas em uma noite, em um estado do centro oeste que não consigo recordar qual, ocorreram uma série de eventos que até hoje não pararam. 

Era por volta das nove da noite de uma quarta-feira, e tínhamos decidido coletivamente que pararíamos no próximo lugar que aparecesse para comer. Vimos uma placa de saída na rampa seguinte que dava em um lugar chamado Daisy's Diner. Fomos lá e nada parecia estranho. Estava escurecendo, e decidimos que, depois de comer, procuraríamos um hotel para passar a noite.

O Daisy's era um restaurante clássico de cidade pequena, com placas de estradas nas paredes e uma garçonete que chamava todo mundo de "meu amor". Dava uma sensação bem forte de "cidade pequena americana". A comida tinha um gosto bastante caseiro. Consigo imaginar esse local lotado com frequência, entretanto, por causa do horário que fomos, haviam apenas quatro pessoas lá. Um homem e uma mulher jantavam junto em uma mesa para dois, enquanto dois homens sentavam separadamente no balcão. Todos os outros quatro clientes saíram de lá antes de nós, depois mais dois homens entraram em momentos distintos. Foi o último homem que entrou que chamou nossa atenção para o que havia acontecido. Ele me informou que, se eu fosse o dono do Hyundai que estava estacionado lá fora, eu acabara de ser saqueado.

Corri para a rua e, com certeza, a porta do carona estava aberta e tudo lá dentro tinha sido vasculhado. CDs estavam espalhados pelos bancos, as papeladas que estavam no porta-luvas estavam jogadas no chão do carona, as mochilas dos meus filhos que estavam no banco de trás tinhas sido abertas e reviradas também. Fiquei furioso. Pedi para ver as câmeras de segurança, mas me informaram que as câmeras não funcionavam, só estavam lá para assustar possíveis assaltantes. Perguntei se sabiam quem eram os clientes que haviam saído antes de nós. A garçonete solitária disse que conhecia pessoalmente apenas um dos homens, e falou que era uma boa pessoa. Contra meu melhor julgamento, decidi não perseguir nem ele nem o outro homem, o ainda não identificado, e deixar que a polícia lidasse com a situação.

Expliquei para a polícia que, pelo que pude notar, nada havia sido furtado, e não haviam nada estragado no carro também. A garçonete me passou o nome do homem que conhecia, e a polícia também sabia quem era. Não porque era fichado, mas porque era um membro muito bem conhecido da igreja local, e era uma pessoa bem vista por toda a comunidade. E havia o outro homem, tudo que eu havia visto eram suas costas. No geral, nada foi feito sobre o arrombamento, a não ser por um boletim de ocorrência e um aviso para a polícia "ficar de olho". Pressupus que o cara do restaurante deve ter visto nosso carro cheio de coisas, e como estava fora do nosso alcance de visão, agarrou a oportunidade. Carpe Diem, filho da puta. 

Nos direcionaram para um hotel na cidadezinha onde o restaurante ficava. Sendo que já era perto da meia noite e minha esposa queria deitar e descansar, decidimos que estávamos em segurança para passar a noite lá. Sendo que era um hotel, deveriam haver outras pessoas lá. Usufrui de qualquer lógica possível para ir, mas a verdade é que eu estava cansado demais para continuar dirigindo. Entretanto, quando chegamos no hotel, percebemos que a coisa parecia ter saído diretamente de um filme de terror. A placa tinha letras faltando, e só haviam outros dois carros no estacionamento sujo. Dito isso, a área era bem iluminada e providenciaria abrigo por algumas horas de sono. 

O cara que nos atendeu na recepção tinha uma aura meio esquisita, mas ir até o quarto foi tranquilo. Na verdade, até de manhã, acreditei que a noite inteira tinha passado serena. Quando nos aprontamos para ir dormir, chequei três vezes todas as trancas; as das duas portas que davam para a rua e a porta que dava para o quarto do lado. Não era uma situação ideal, mas o único quarto que tinha duas camas de casal era conectado com outro quarto. O funcionário nos informou que a única outra pessoa que estava hospedada era uma mulher em um quarto do lado oposto do hotel, e inclusive nos mostrou que o quarto adjacente ao nosso estava vazio. Todos dormimos bem, e de fato mais do que planejávamos. Acordei e abri as cortinas para conferir o carro, que havia estacionado bem de fronte ao quarto, e nada estava anormal, pelo menos do lado de fora. Havia um pequeno pedaço de papel que havia sido colocado dentro do aposento por debaixo da fresta da porta. Achando que fosse um recibo da estadia, ignorei e fui me preparar para aquele dia de viagem. 

Depois do banho me sentei na cama para assistir um pouco de TV, enquanto minha esposa demorava quatro vezes mais que eu para se arrumar. Foi aí que decidi dar uma olhada no recibo. Peguei do chão o papel que estava dobrado no meio e abri. Meu coração despencou do peito quando descobri que na verdade era um desenho que antes estava na mochila da minha filha, mas com uma pequena mudança. Um retrato de nossa família, mas o ladrão tinha desenhado uma versão grosseira dele mesmo conosco, e as palavras "bom te ver". Os desenhos adicionais tinham sido feitos com giz de cera assim como o original, mas não havia nada no homem desenhado que me lembrasse de alguém. Tudo que eu sabia era que, seja lá quem tivesse arrombado nosso carro, havia também nos seguido até o hotel e colocado o desenho por debaixo da porta. Ou pelo menos era o que eu achava. 

Meu filho, sendo um mocinho muito observador e questionador, estava brincando com seus carrinhos no chão perto da porta, perguntou o que era aquele pedaço de borracha que ficava na parte de baixo da porta para fora. Então expliquei que era para evitar que coisas como folhas e neve entrasse para dentro do quarto, e que também mantinha o ambiente gelado no verão e quente no inverno. Foi aí que percebi que a coisa de borracha impediria de um papel ser colocado por debaixo da porta. Essa revelação me atingiu como uma tijolada. Seja lá quem tivesse colocado o desenho ali, tinha entrado no quarto. Olhei as trancas na porta do quarto adjacente e uma delas estava destrancada. Tentando não apavorar minha esposa e meus filhos, fiz com que saíssemos logo dali usando a justificativa que tínhamos dormido demais e que queria percorrer bastante estrada naquele dia. Pensei em falar com o atendente, mas de manhã uma menina estava o substituindo, e eu não pretendia ficar lá mais nem um segundo esperando por ele. 

Fomos até a rodovia sem interrupções e continuamos nossa viagem. Minha esposa perguntou o que havia de errado, mas só dei de ombros e disse que continuava um pouco cansado. Continuamos o resto de nossa jornada sem nada estranho interferir. Tirando os incidentes no Daisy's Diner e no Hotel Galleria, nossa viagem foi bem divertida. Nossos passatempos foram uma ótima distração para aquela sensação pesada no fundo do meu estômago. 

Fiz questão de fazer uma rota diferente enquanto voltávamos para casa, para não precisar passar por aquela cidadezinha onde tudo aconteceu. Três semanas depois, finalmente voltamos para casa. Todas nossas correspondências estavam amontadas no chão do hall, então peguei todas enquanto entrava em casa pela primeira vez em um mês. Enquanto entrava, dei uma olhada nas cartas que havia recebido e foi aí que tudo recomeçou. 

Mais ou menos na metade da pilha, havia um envelope sem remetente. Abri e encontrei um bilhete escrito a mão e um papel dobrado no meio. 

"A menina dezenha muinto ben." 

Desdobrei o papel e era outro desenho da minha filha. Esse era de um cachorro preto e marrom. Suspeito que seja lá quem estivesse fazendo isso, tinha conseguido nosso endereço pelo registro do veículo ou algum outro documento quando vasculhou o carro. Informei isso para a polícia, a qual fez um trabalho porco no sentido de me deixar seguro em relação a segurança de minha família. Eu ainda não contara para minha esposa sobre tudo, pois sei que ela só iria se preocupar mais ainda. Fiquei me perguntando quantos desenhos minha filha tinha em sua mochila, mas na verdade, sabia que eram vários. Depois comentarei mais sobre isso. 

Tudo estava dentro dos conformes por pelo menos uma semana, até que um dia voltamos para casa depois de um dia de família no parque. Entramos e as crianças correram para a sala para assistir TV. Minha esposa foi para cozinha preparar um lanche para os dois. Eu fui ao banheiro. Quando saí, minha esposa estava na porta de correr que dava para o quintal. Foi aí que eu ouvi: latidos. Meus pensamentos corriam, mas recusava a acreditar, não podia ser verdade. Mas lá estava um pastor alemão, preto e marrom. Devia ter mais ou menos um ano, e estava amarrado na cerca de nosso quintal. As crianças já tinham ouvido os latidos e correram para conferir o que estava acontecendo. Todos nos aventuramos a sair de casa e pedi para eles se afastarem enquanto eu inspecionava melhor o cão. A coleira estava de uma forma que fazia parecer que o cachorro tinha pulado a cerca e sua coleira ficara presa ou algo do tipo, não sei explicar. Não fazia sentido algum. Mas não estava óbvio que o cachorro tinha sido colocado lá de propósito. Quando cheguei perto, o cachorro lambeu minha mão e deitou de barriga para cima esperando um carinho. Quando viram isso, meus filhos correram e começaram a abraçar e acariciá-lo, e claro que deixei. Ele parecia gostar das crianças e demonstrava seu amor balançado freneticamente o rabo. 

Minha esposa, de coração mole, pediu que ficássemos com o cachorro. Contra meus instintos, pois sabia de onde o cachorro viera, mas ainda me esforçando para proteger minha família, relutantemente concordei. Colocamos nele o nome de Roscoe, um nome que minha filha escolheu. De uma forma estranha, sentia que eu estava proporcionando a seja lá quem estivesse fazendo aquilo, exatamente o que queria. Era óbvio que não era uma coincidência. Eu só não fazia ideia porque estava acontecendo. Esse "incidente" com o cão não parecia ser uma ameaça. Nada fazia sentido.

O cachorro virou um membro da família rapidamente. Criou uma afinidade forte principalmente com Katie, o que me deixava desconfortável. Enquanto eu curtia o cachorro e providenciava tudo para que tivesse uma boa vida, uma parte de mim o menosprezava. A parte que odiava o que ele representava, o fato que um homem estranho tinha arranjado um cão parecido com o de um desenho de minha filha e o colocado em nosso quintal. Eu sentia que ele sabia que tínhamos ficado com o cachorro, e que o animal estava feliz aqui. Sentia que ele já havia feito aquilo uma vez e tinha se safado.

Mas eu não tinha como ter certeza. Já havia chamado a polícia e eles já tinha falado que não havia nada a se fazer. Do jeito que eu via, e tenho certeza que concordariam, é que minha família não estava necessariamente lidando com um "perseguidor". Claro, estávamos sendo perseguidos de certa forma, mas desde que chegamos em casa não tínhamos sidos seguidos (acho), nem recebemos ligações; A única correspondência era a carta que escondi da minha esposa. Não havia exatamente nada proativo que eu pudesse fazer para me proteger minha família, então eu imaginei que teria que ir dançando conforme a música. 

O verão chegou ao fim, e tínhamos essa tradição. Passávamos uma semana em uma cabana do meu falecido pai. A ideia de cancelar esse ano passou pela minha mente, mas escolhi não, pois nada acontecera desde que recebemos Roscoe de "presente". Então colocamos nossas malas no carro, fizemos a viagem de quatro horas para a cabana que ficava em uma cidadezinha chamada Long Lake.

(Continua...)


EM BREVE: Minha família vem sendo perseguida há 4 anos (PARTE 2)

FONTE: NC

Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigada! Se gostou, comente, só assim saberemos se vocês estão gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião!


42 comentários:

  1. Me parece ótima :3 seria legal postar apenas essa, todas as quartas.

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  2. Muito bom... Só peço que não demorem para postar as outras partes... Estou muito ansiosa...

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  3. Muito bom... Só peço que não demorem para postar as outras partes... Estou muito ansiosa...

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  4. Adorei, to ansiosa pela continuação

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  5. Adorei, to ansiosa pela continuação

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  6. gostei muito. Acho que postar somente essa seria interessante

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  7. Essa primeira parte foi meio crime ocorre nada acontece feijoada, mas me despertou a curiosidade hahahahaha
    Vou aguardar as cenas dos próximos capitulos, poste semanalmente por favor Divina <3

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  8. Gostei bastante, parece ser uma ótima série. Não aconteceu mta coisa nessa primeira parte, mas já foi o suficiente pra me deixar curiosa. Posta toda semana, Divina

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  9. MT bom
    eu acho que um capítulo por semana eh mt demorado, mas blz

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  10. Essa primeira parte foi bem legal. Espero que depois ela não se torne um Runners... Postar todas as quartas está bom

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  11. bom começo,a não ser que tenha uma nova parte de runners vindo acho legal sim todas as quartas.

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  12. Mdss, tenho que admitir, depois do seu trabalho com o palhaço e suas rimas você virou munha autora favorita!
    Amei essa creepy também, mas opto por variar as creepys e não postar só essa
    10/10

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    1. Não querendo desvalorizar o trabalho dá divina (que é realmente excelente), mas ela "apenas" traduz os textos.

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    2. Lê a creepy do palhaço que ela "só traduziu" e repete isso, amigo.

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    3. Em momento algum falei das creepys dela, eu disse sobre o trabalho dela, que é traduzir... vocês me entenderam errado :P

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    4. Ahh, deve ser por quê eu disse autora em vez de tradutora/colaboradora, foi falha de comunicação, me desculpem

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    5. De boas cara. Como ultimamente tem gente nova, algumas podem pensar que é a divina que cria as creepys.

      Você é dá época do 1000Vultures ?
      Se não, eu aconselho a você ler. para mim foi (ainda é :p) a melhor série que teve aqui no site, achei tão foda que tudo que aparecia depois achava ruim.

      Lucas Henrique, eu sei que o trabalho dá divina é do caralho, foi por isso que coloquei as aspas, eu tenho noção do quão trabalhoso é traduzir textos (principalmente rimas), não foi minha intenção nenhuma desvalorizar o trabalho da divina, como disse acima faz mais ou menos 5 anos que acesso esse site, então eu já considero a divina e todos os restos dos tradutores um grande grupo de amigos, pois o tempo que já passei acessando aqui foi grande, Não teria cabimento falar mal do trabalho dela agora.

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    6. Melhor série 1000vultures, o final ainda me coisa

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  13. Só eu to achando que o cara e tranmorfo e ta se passando por cachorro?

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    1. Puts, agora que li teu comentario essa ideia nao sai da minha cabeça kkk oloco, transmorfo eh foda, tbm ja li algo parecido com isso XD

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    2. Luiz, Skinwalkers são bruxos Anazi,e não sabia que eles tambam são transmorfos! Seria muito louco!!!

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  14. Odeio series aqui, cade o final da banheira de pregos? Cade o resto do o monstro em meus ombros, vcs não postam a serie completa. (Mas agradeço o trabalho de vcs) pfv não postem só essa, continuem com as creepys normais

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    1. A série dos monstros em meus ombros desde o princípio não ia ser postada toda, só alguns capítulos porque é um livro, não sei se já foi publicado. E quanto a banheira de pregos o Andrey que estava escrevendo respondeu num comentário que vai finalizar um dia, mas que ta dando prioridade a outras creepys. Espero ter ajudado o/

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    2. Mas monstros em meus ombros deveria ter saido mais uma parte aqui, se saiu o livro qro comprar...

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  15. Muito boa.Ansiosa pela próxima parte.

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  16. Que ansiedade para saber das próximas partes!

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  17. Parece ótima! Acho que a ansiedade leva a melhor de nós e postar só essa pelas próximas semanas seria legal :b a tradução é sempre maravilhosa <3
    Uma perguntinha, o nome original é Daughter's Drawings?

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  18. O nome original é: my family has been stalked for the last 4 years.
    Escrita por nickbotic no Reddit.

    Não aguentei a curiosidade e li todos os capítulos por lá mesmo lol creepypastaBrasil trás sempre as melhores creepys pra cá! Ótimo trabalho pessoal da equipe! :D
    B.

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  19. Este comentário foi removido pelo autor.

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  20. Aguardando ansiosamente pelo próximo capítulo 🙌🙏

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  21. Eu também sinto falta das séries mais antigas que ficaram por terminar (e isso eu não posso dizer que é por falta de tradução pois sabemos que algumas creepys simplesmente param por um tempo...), queria terminar essa logo pois estou muito ansiosa, acho que toda quarta seria perfeito. Parabéns pelo trabalho Divina!

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  22. Olá divina Divina, eu de novo. Ótima creepy espero que continue com esse nível. só achei o pai meio fraco ao decidir as coisas, parece se preocupar menos com a segurança da família e mais com sua(e de sua família) tranquilidade. Nota, uma pequena correção: Quando o protagonista encontra o segundo desenho fala apenas um preto e marrom, e não fala que é cão, só depois de aparecer Roscoe é que me dei de conta que o segundo desenho encontrado da menina era de um cão. No texto está: "Desdobrei o papel e era outro desenho de minha filha. Esse era de um *(cão?)* preto e marrom." Bjs divina continue o trabalho Top

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  23. O nome do cachorro devia ser cujo

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  24. Não aguentei e li direto do nosleep, GENTE QUE CREEPY É ESSA!! Divina, aposte e muito na tradução dessa creepy as quartas pois é muito boa e vale a pena ser finalizada. Abraços!

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  25. Eu quero a continuacao lalalalalalalala

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  26. Dos mesmos produtores de "Ópera porra" vem aí: "Carpe Diem, filho da puta"

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    1. Ahahahajsjs griitoo, nem lembro qual era o do ópera poha, mas eu li e vi o povo zoar HSUDFHJDJEIKEF

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    2. Agora vai virar meme, me parece uma boa resposta para os haters!!
      Huehuehuehuehuehuehue!

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  27. Algum cão do inferno estava me impedindo de ler essa creepy, pois sempre aparecia algo para fazer quamdo eo passava do "redit na sub nosleep".
    Essa creepy é toda suspense. Aquele frio maligno paira em volta da história o tempo todo.vou já ler a parte 2!!!

    Divina, seu trabalho é digno!!!
    Seu nome faz todo sentido!

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