17/05/2017

[CREEPY BÔNUS] Creepypasta dos Fãs: O Último Trem

CREEPY BÔNUS PRA VOCÊS, EEEEBAAA!

[Quer ver sua creepypasta aqui? Envie-a para o e-mail creepypastabrasil@hotmail.com, com o título da creepy e seu nome!]

Já era tarde da noite. Estava com muita pressa para chegar na estação. O último trem partiria em dez minutos e eu não poderia perdê-lo de forma alguma. Estava exausto. Meu trabalho normalmente é extremamente monótono, porém aquele dia em especial havia sido diferente. Tive uma papelada enorme para preencher e arquivar, e por causa disso tive que ficar algumas horas a mais no escritório. E é justamente por esse motivo que eu não podia perder o último trem de forma alguma.

“Droga” – Cinco minutos para o trem partir.

Andava rápido, praticamente correndo. A essa hora da noite não é muito comum outras pessoas estarem andando nessa região, mas escutei alguns passos atrás de mim. Achando que a exaustão que sentia já estava me fazendo delirar, ignorei completamente, e continuei acelerado até a estação. Não estava calor, mas suava. Suava frio. Quando estava me aproximando da estação, para o meu azar, escutei o som do trem partindo.

Havia perdido o último trem e agora teria de esperar até o dia seguinte nas redondezas daquela maldita estação. Que dia de merda aquele. Mas que escolha eu tinha? Morava muito distante para tentar uma caminhada. Na verdade, havia me mudado recentemente e mal sabia o caminho para casa.

Bom, não tinha outra opção, e então decidi seguir para a estação. Com certeza seria melhor esperar pela manhã lá do que ficar vagando sem rumo pelas ruas desse bairro decadente. Além disso, poderia finalmente descansar um pouco. E foi o que eu fiz.

A estação já estava fechada e tive que pular o portão, o que não é nada difícil. Finalmente estava dentro, e caminhei em direção a um assento. Uso a bolsa como encosto, me deito e fecho meus olhos. Quando finalmente estou para pegar no sono, escuto um forte estrondo, como se algo tivesse caído e se partido em vários pedaços no chão. Tomo um susto indescritível. Levanto a cabeça e olho para os lados rapidamente, mas não vejo nada de anormal. Após dar mais uma olhada, desisto de procurar de onde veio o barulho e me conformo com a ideia de que foi apenas algo que caiu de um dos vagões. É uma estação velha, não me surpreenderia.

Conformado com o fato de que não iria conseguir dormir de maneira alguma naquele lugar, procuro algo com que possa passar o tempo. Deito no banco novamente e olho para o céu. “Faz muito tempo que não faço isso”, pensei. Estava estrelado como nunca havia visto antes. Maravilhado com a imensa beleza, resolvi contar as constelações que conhecia. Sinto dizer, mas não vale a pena cita-las, não foram muitas. Fiquei um bom tempo apenas contemplando as estrelas. Devia ter passado algumas horas desde que cheguei, e eu continuava sem conseguir pegar no sono. Na verdade, já havia desistido. Nunca dormi rápido, e com certeza não dormiria ali.

Totalmente entediado, resolvo conhecer um pouco mais da estação. E, é claro, que eu passava ali todos os dias desde que cheguei na cidade, porém na rotina do dia-a-dia nunca paramos para observar realmente os lugares em que nos encontramos. Estamos fisicamente em um lugar, mas mentalmente em outro. E é assim que vivemos dia após dia.

Está tudo muito escuro. Mas alguns fechos de luz orientam bem o meu caminho, então eu sei exatamente para cada lugar que vou. Após uma caminhada de trinta minutos pela estação, acredito que já havia visto tudo que ela me reservava, porém quando estou voltando para o mesmo banco em que estava, vejo um clarão de luz piscando à minha esquerda. Bastante estranho, eu confesso, mas realmente eu não dava a mínima. Era um lugar velho, como já disse, e estava tão entediado que qualquer outra coisa que pudesse fazer além de ficar deitado naquele banco sujo seria imensamente mais interessante naquele momento.

Após a luz piscar mais algumas vezes conforme me aproximava, ela finalmente se estabilizou acesa. Confesso que aquele barulho de lâmpada velha me incomodou bastante, mas não havia nada que eu pudesse fazer, então eu segui em frente. A luz amarelada que emergia da lâmpada mostrava muito bem o caminho e para a minha surpresa havia uma escada logo a minha frente, uma escada que, sem dúvida, eu jamais havia visto por lá. Não estranhei, aliás, como já disse, boa parte das coisas que estão presentes na nossa rotina nos passam completamente despercebidas. Segui adiante por mera curiosidade. A escada rangia bastante conforme eu a descia.

Estranhamente essa parte era consideravelmente iluminada, ao contrário do resto da estação, onde apenas as luzes vindas do céu mostravam o caminho. Segui adiante, mas o céu já não era mais tão brilhante. Já não estranhava praticamente mais nada aquela noite. Era o que achava, quando de repente, ao me virar para a direita, vejo alguém do outro lado dos trilhos. Senti um frio na espinha e confesso que fiquei imóvel por alguns segundos. Disse, há pouco, que nada mais me parecia estranho, porém aquilo, de fato, era muito estranho. Quem mais poderia estar na estação àquela altura? Já era madrugada.

Finalmente tento olhar fixamente para o que está a minha frente, mas a luz novamente começa a piscar. Maldita estação. Logo percebo que tamanho terror que senti era extremamente exagerado. Deveria ser apenas alguém que como eu, que perdeu o último trem e agora deveria esperar algumas horas até o que o próximo chegasse. Esperar. Esperar. É tudo que se pode fazer aqui. Os minutos nesse lugar se tornam horas. E o tempo não passa. Mas que angustia horrível! Ingênuo e egoísta, fico feliz que não seja o único a estar passando por isso e que mais alguém está lá nessa mesma situação desagradável. A luz acende novamente, mas já não há mais ninguém lá.

A curiosidade é mais forte e procuro uma forma de passar para o outro lado além dos trilhos. Depois de alguns minutos, finalmente consigo encontrar uma maneira de atravessar. Porém nada é como antes. Tudo está mais escuro e mal consigo enxergar o caminho a minha frente, exceto por uma luz velha e barulhenta que pisca freneticamente. Logo me dou conta que era a mesma luz que vi anteriormente quando estava no outro lado do trilho, aquela que iluminava a pessoa que a pouco vi, mas agora ela estava piscando com muito mais frequência, o que realmente estava me causando um certo incômodo. Sem hesitar, sigo adiante, mal conseguindo enxergar o caminho em minha frente, e acabo me debatendo contra obstáculos duas ou três vezes. De repente, escuto um barulho e vejo que pisei em algo. Cacos de vidro. Sinto eles perfurarem meu sapato e consequentemente meu pé. Que dor horrível. Me pergunto se está sangrando muito, quando de repente escuto passos em minha direção percorrendo os mesmos cacos de vidro. E, pela primeira vez naquela noite, me senti amedrontado de verdade.

Não consigo enxergar nada e começo a suar frio. Apesar da dor que sinto, tento me afastar. Erro terrível. O vidro se adentra mais em meu pé e agora mal consigo andar. Quando me dou conta, o barulho dos passos já se foram e agora está tudo em um silêncio absoluto. O que não é menos perturbador. Me encosto em uma parede que encontro em meio a escuridão e descanso por alguns segundos. Logo percebo que não tenho outra opção a não ser procurar seguir o feixe de luz e tentar eu mesmo retirar o vidro do meu pé. Com muito esforço, consigo me aproximar finalmente da luz. Vejo um banco e me sento. A ferida era maior do que havia imaginado e para piorar, não estava com minha bolsa para procurar um curativo. Como fui estúpido. Havia deixado minha bolsa no outro lado da estação e agora não poderia busca-la tão cedo. Não sem antes conseguir descansar um pouco e esperar até essa dor passar.

“Droga”.

A luz começa a piscar novamente. Pego uma pequena pedra que encontro no chão e tento acerta-la para, quem sabe, parar de piscar. Outra ideia estúpida. Acertei e ela parou de funcionar de vez. Me encontro de novo na escuridão. Dessa vez já não me importo mais. A dor que sinto já me distrai muito para que eu possa sentir medo. É o que eu penso.

Após cerca de 20 minutos, a dor finalmente diminui um pouco e começo a ficar ansioso para me levantar, ir buscar minha bolsa e esperar o nascer do sol próximo da linha do meu trem, de onde nem sequer deveria ter saído. Resolvo esperar mais um pouco para a dor diminuir. Grande Erro. Fecho meus olhos na esperança de que o tempo passe mais rápido enquanto tento me entreter com pensamentos e lembranças idiotas. Nada adianta. Parece uma eternidade. E nessa eternidade, escuto a respiração de alguém ao meu lado. Era uma respiração suave. Não escutaria normalmente, se não fosse o silêncio absoluto do lugar. Era amena e arrisco dizer até reconfortante. Porém a situação não era menos aterrorizante por isso. Resolvo dizer alguma coisa.

“Olá?”, falo, desengonçado.

Não obtenho resposta. Estranhando a situação, procuro outra pedra, e a atiro na lâmpada. Nada. Não desisto e procuro novamente. A respiração continua lá. Finalmente encontro. Me concentro e a arremesso contra a maldita lâmpada. Ela faz aquele odioso barulho de lâmpada velha, pisca uma vez e apaga. Já estou conformado na realidade. Tento achar uma resposta e me convenço fielmente que a pessoa está dormindo e por isso não me respondeu. Quando finalmente me convenço disso e fico mais tranquilo, a maldita lâmpada começa a piscar freneticamente e a fazer um barulho infernal. Me assusto e tento me levantar, mas apoio no chão primeiro o meu pé cortado e acabo sentindo muita dor novamente. Sinto que ele volta a sangrar.

“Que burrice”, eu penso.

Aquela luz maldita piscando sem parar já estava me dando tonturas. Quando finalmente me viro para o lado, vejo alguém sentado no outro banco. No entanto, a lâmpada pisca tão rapidamente que não consigo ver praticamente nada. Começo a olhar fixamente para a pessoa. Vejo que é uma mulher, não está dormindo como pensei, está sentada, de perfil, e possui longos cabelos negros. Ignora completamente o fato incomodo da lâmpada piscar sem parar e está totalmente imóvel como se estivesse em outro lugar. Eu tento chama-la uma, duas, três vezes. Mas ela me ignora completamente. Aumento um pouco o tom de voz na tentativa frustrada de obter uma resposta, mas nada. Resolvo deixar pra lá.  “Não aguento mais ficar nesse lugar”. Tento apoiar meu pé machucado para ver seu estado. O mínimo de força que faço já me causa uma dor horrível, então vejo que não tenho outra opção a não ser ficar mais um tempo ali. Dez minutos. Dez minutos serão suficientes e se não fossem, eu não ficaria ali nem mais um minuto que seja. A essa altura já estava com muito ódio de tudo. Maldito o meu chefe que me pediu para ficar até mais tarde. Maldito trem. Maldita estação. Maldita lâmpada. Maldita mulher. E enquanto praguejava meu ódio contra tudo e todos, a lâmpada se apaga mais uma vez. Para ser honesto, eu já não me importava mais se era uma mulher ou não. Eu estava, sem dúvida, me cagando de medo.

A respiração voltou mais intensa. Começo a achar que ela está propositalmente querendo me assustar fazendo isso. Ignoro o quanto posso, mas de saco cheio, a mando grosseiramente fazer silêncio. E para minha surpresa, ela o faz. Fico tranquilo por um tempo até que escuto uma voz. Fico realmente surpreso. Ainda mais surpreso com o que ela diz.

 - Me desculpe – Disse ela.

- Tudo... Tudo bem – Respondo desorientado - Por que me ignorou agora pouco?

- Eu... Eu estava muito assustada – Diz ela.

- Assustada? Com o que? – Pergunto.

- Eu não estou me sentindo muito bem – Responde ela.

- O que você está sentindo? Você está machucada? – Pergunto curioso.

- Estavam atrás de mim – Diz ela, com uma voz fraca

- Quem estava? – Pergunto, realmente curioso.

- Eles tentaram me machucar – Sua voz praticamente desaparecia no ar.

- O que eles fizeram? – Pergunto preocupado.

- Eu não me lembro – Diz ela - Estou com muito medo.

- Tudo bem. Não precisa mais sentir medo agora – Tento reconforta-la.
 - Você não entende – Ela diz, de forma misteriosa.
- Então me explique – Mas arrependido, digo - Não precisa falar sobre isso se não quiser. Está tudo bem agora.

A lâmpada faz um barulho e pisca novamente, acendendo por um estante, me fazendo ver seu rosto. Está machucado, com um pouco de sangue e com lágrimas, mas sem dúvida, ela é uma linda mulher. A luz se apaga novamente.

- Você quer que eu chame alguém? Deixei meu celular na minha bolsa. Está no outro lado da estação. Mas eu posso buscar – Digo, querendo ajuda-la
 - Não. Tudo bem. Só... Só não saia daqui – Diz, com a voz trêmula.
- Não sairei – Digo.
- Obrigada – Ela agradece.

Começo a pensar o quão estranho era aquilo, mas não me importava mais. Só queria saber o que tinha acontecido e se ela ficaria bem. Já não faltava muito tempo para amanhecer e logo tudo estaria resolvido. Então apenas descansei um pouco.

- Não durma, por favor – Ela me pediu.

Eu fiquei sem saber o que falar. Ela estava tão aflita.

- Tudo bem – Eu disse.

Logo ela ficou em silêncio novamente. Procurei conversar sobre algumas coisas. Mas ela realmente não estava interessada em ter uma conversa. Deveria ter imaginado pelo estado em que ela se encontrava. Quem iria querer conversas banais naquela situação? Tudo que ela queria era silêncio.

- Você tem certeza que não quer que eu busque minha bolsa? Tenho curativos - Insisti.

- Curativos? Você está machucado? – Ela disse, preocupada.

Será que ela não sabe que está machucada de verdade? E que não só apenas tentaram a machucar?

- É.. Sim. Eu pisei em um caco de vidro – Respondi confuso.

- Deve estar doendo – Disse ela, preocupada.

- Um pouco – Respondi.

- Não quero que vá buscar curativos – disse, com voz de manha.

- Tudo bem. Não é nada tão grave – Respondi tranquilamente.

- Obrigada –  disse.

Ficamos um tempo em silêncio. Tinha quase certeza agora que, em menos de duas horas, o sol nasceria. E estava bastante ansioso para isso. Enquanto pensava, ela me cortou.

- Acho que vou dormir um pouco. Tudo bem? – Disse.

- Sim, claro – Respondi com ternura.

- Você deve estar cansado – Disse, preocupada.

- Sim. De fato. Não foi um dia nada [...]” – Ela me corta novamente.

- Então descanse também – Respondeu agora sem hesitar.
Achei estranho por de repente ela não se importar mais.

- Mas você tem cer... – Fui cortado novamente

- Só uma coisa – Disse ela rapidamente.

- O que? – Respondo curioso.

- Tudo bem se eu for aí com você? – Diz, afetuosamente.

Fico sem jeito, mas tento responder.

- É, sim. Tudo... Tudo bem. Pode vir – Falo mais parecendo um gago.

Ela se levanta e se dirige em minha direção. Isso é tão estranho, eu penso. Mas já não me importo mais. Eu realmente estou bastante curioso sobre essa garota. Ela se senta no meu lado.

- Obrigado por estar aqui – Diz ela em um tom meio triste.

Eu não sei o que responder, então não digo nada. Ela deita em meu ombro. As luzes das estrelas iluminam levemente seu rosto e consigo ver seu sorriso. Está com os olhos fechados e confia em mim como se me conhecesse há anos. Me sinto bem como não me sentia há muito tempo. A abraço e fecho meus olhos. Ela diz uma última coisa.

- Logo o meu trem vai chegar, e pela primeira vez, eu desejo que o tempo pare.

- É, eu também – Digo confuso, mas fiel às minhas palavras.

Eu consigo dormir finalmente.

Quando desperto pela manhã, ela já não está mais lá. Faço o caminho de volta até onde deixei minha bolsa, mas antes a procuro desesperado. Mas nada. Ela desapareceu. Estranhamente não vejo nenhum trem, o que não é normal naquele horário. Já deveriam estar aqui, juntos as multidões desesperadas lutando pelos assentos do trem.

Finalmente chego até minha bolsa, mas nada de trem ou pessoas. Não dei muita importância, apesar de estranho, tudo que tinha em minha mente era aquela mulher. E o quão estranho e fascinante fora isso. E se a veria novamente. De repente escuto um barulho do portão se abrindo. Me viro com esperança de ser a mulher misteriosa, porém me frustro. Era apenas um guarda. Mas com certeza éramos os únicos na estação naquele momento. Ele se aproxima e me chama.

E o que ele diz me faz passar mal. Me sinto zonzo e se ele não me segurasse eu com certeza cairia no chão.

- Você está bem, rapaz? – Ele pergunta preocupado.

- Sim, sim. Eu estou... Eu acho – Digo atordoado.

- Se cuida – Diz ele educadamente.
- Obrigado – Eu respondo abalado e me dirijo até a saída.

A estação estava fechada desde ontem. Sem trens. Sem pessoas. Sem ninguém. Foi o que ele me disse. Mas eu queria saber o motivo. E tive que perguntar. A resposta me perturba até hoje.

Uma mulher foi estuprada e assassinada em um dos vagões por um grupo. Tivemos que fechar a estação por alguns dias. A bagunça foi tanta que ainda terão que fazer uma boa limpeza por aqui. Há sangue, sinais de luta, vidros quebrados e até uma velha escada de madeira que quase foi para o chão. Pobre coitada”.

Autor: Dan Navarro
Revisão: Gabriela Prado


19 comentários:

  1. mds essa creepy me deixo arrepiado

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  2. Amei essa, tão de parabéns ^^

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  3. Sem palavras!!!! Muito fantásticaaa.. Parabéns.

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  4. Sem palavras!!!! Muito fantásticaaa.. Parabéns.

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  5. Lembrei de Silent Hill quase a historia toda, pelas cenas no metrô

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  6. 2 creepys perfeitas para terminar bem o meu dia :)
    10/10

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  7. Hoje vocês tão demais, hein. Outra excelente! Apesar de ter ficado tristinha pela moça :(

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  8. Nunca uma creepy me deixou tão triste
    Excelente! Continue o bom trabalho, Dan

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  9. Lindo demais
    Faz tanto tempo q não choro com uma creepy

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  10. doce bem triste adorei
    Divina nem te conheço, mas vc trás as melhores mesmo

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  11. Poxa, legal, bem interessante. E eu achando que a mulher fosse um demônio ou coisa parecida.

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  12. Sabe eu amei mas li com um tom romantico...
    amei

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  13. aquele momento que acho que a moca e um espirito/vampiro etc e quer matar o rapaz. fui trollado :v

    10/10

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