25/07/2017

O feio

Minha família tem uma política restrita e obrigatória de três encontros anuais. Uma na ação de graças, uma no Natal e outra no meio do verão¹ para nossa reunião anual. Sempre foram boas, divertidas e também não muito longas para que não atingíssemos o limite de começar a socar uns aos outros. 

Cada um tinha sua vez de organizar esse terceiro evento, e finalmente tinha caído no meu colo (não de boa vontade) a tarefa de encontrar um lugar para abrigar os cinquentas e poucos membros da família Coleman para o nosso encontrão de julho. Não foi uma tarefa fácil. Todos tinham suas próprias ideias de o que funcionaria melhor, as quais compartilhavam a plenos pulmões e com bastante frequência, mesmo eu os lembrando o tempo todo que essa era minha responsabilidade, mas sempre conseguiam encontrar algum problema com a escolha dos outros. 

Eventualmente, desliguei meu celular, parei de olhar meus e-mails, e me isolei de todos que estavam "apenas tentando ajudar" e fiz as coisas do meu jeito. Tinha que encontrar algo que não fosse muito caro, porém daria espaço suficiente para todos esticarem as pernas e não ficarem cutucando uns aos outros. Iria ser uma estadia de apenas duas noites, mas isso podia muito bem iniciar uma guerra nuclear se não fosse feito da maneira certa. 

A solução parecia óbvia quando a encontrei. Cabanas à beira do lago que incluíam caminhadas, nadar, pescaria, e várias outras atividades ao ar livre que manteriam a família ocupada e não arrancando tufos de cabelo do mais próximo. Por ter começado a planejar sete meses antecipados, consegui reservar seis das doze cabanas por um final de semana e, depois de mandar o pedido de conformação e estar tudo certo, pude deixar as preocupações de lado. 

Julho foi se aproximando rapidamente e, antes que eu pudesse perceber, o final de semana estava dobrando a esquina. Meu marido e eu arrumamos nossas malas e enfiamos tudo no carro, ajeitamos nosso filho de seis anos, Jack, no banco de trás e olhamos para o horizonte. 

"Quantos confirmados mesmo?" Caleb perguntou. Ele estava mantendo os olhos na estrada, tentando ser sútil, mas pude notar um tom de resignação em sua voz. 

"Cinquenta e dois, incluindo a tia Betty," falei sorrindo. 

Caleb grunhiu, "Por favor, me diz que ela está na cabana mais distante da nossa."

"Bem. Do. Ladinho."

Ele gemeu de um jeito teatral, que fez Jack rir, e olhou para mim de canto de olho. "Você sabe que ela sempre fica com uma mão boba depois de tomar um cálice de vinho." 

"É, eu sei. Mas não posso culpá-la. Quero dizer, olhe para você."

Ele não conseguiu manter os olhos de cachorrinho triste enquanto eu tentava seduzi-lo arqueando as sobrancelhas e piscando, o que fez o rir deliciosamente. 

"Vai ficar tudo bem," falei. "São só dois dias." 

Era final de tarde quando estacionamos o carro perto das cabanas. Meus pais, minha irmã, o esposo dela e filhos já estavam lá. Nos abraçamos calorosamente e logo planejamos qual seria o nosso código para "Me Tire Pelo Amor De Deus Dessa Situação Embaraçosa". É sempre bom estar preparada.

Deixamos as crianças irem brincar na beira do lago enquanto os homens tiravam as malas dos carros e esperávamos os outros familiares chegarem. 

Aquela noite foi cheia de risadas enquanto fazíamos churrasco e ficávamos nostálgicos sobre antigos acontecimentos, e as crianças ficavam arrastando os pés por aí. Tive que salvar meu marido da tia Betty mais de uma vez, mas compensei quando a coloquei perto do primo-emprestado que a gente menos gostava. Uma primeira noite típica de uma reunião dos Coleman. 

Quando chegou a hora de recolher, Caleb pegou um Jack semiconsciente e fomos para nossa cabana de quatro quartos, que estávamos dividindo com meus pais e a família da minha irmã. Mamãe e papai desapareceram no quartinho que ficava extremidade da cabana, escolha deles, assim minha irmã e eu poderíamos ficar com os quartos maiores, e o quarto dos meninos ficava entre esses dois. Então fomos colocar os pequenos na cama. 

Caleb tinha dado apenas dois passos no que deveria ser o quarto dos meninos quando Jack começou a ficar agitado. 

"O que foi, campeão?" Ele beliscou gentilmente a bochecha de Jack. "Você precisa ir no banheiro antes de deitar?"

Ao invés de responder, Jack escondeu o rosto no ombro de Caleb e agarrou seu pescoço com força, soltando um gemido.

"Uh-oh, mamãe," Caleb disse para mim, "parece que alguém está com medo de dormir nessa casa nova." 

Me sentei na beira da minha cama e peguei Jack dos braços do meu marido, e ele se agarrou em mim tão forte quanto. Nem mesmo as minhas vozes engraçadas que geralmente fazia na hora de dormir foram suficientes para aliviar sua angustia, então troquei olhares confusa com Caleb enquanto acariciava as costas de Jack.

"Qual o problema, querido? Você não quer ir dormir com Sam e Ben?" 

Ele sacudiu a cabeça negativamente com a testa ainda colada ao lado do meu pescoço. 

"Por que não?" Eu estava genuinamente surpresa. Jack amava muito seus primos e implorava com frequência para dormir na casa deles. Claro, lá era um terreno conhecido, mas nunca antes tínhamos tido problemas como esse em nossas outras diversas viagens. Por tanto que tivesse perto de Ben e Sam, ele estava bem. 

"Eu não quero!" Jack choramingou, e achei que estava apenas muito cansado e rabugento. 

"É hora de dormir, Jack," falei firmemente. 

"Não!"

"Jack-"

Ele começou a resmungar e se remexer com todos os sinais de uma pré-crise de manhã. 

"Você tem que falar, campeão. Conta para mim o que houve," Caleb falou.

"Eu não quero que ele fique me olhando dormir!"

"Que?" Eu o desprendi do meu pescoço e coloquei sentando em meu colo para que pudéssemos olhar seu rosto. Estava vermelho e cheio de emoções conflitantes de uma criança que não conseguia fazer com que alguns adultos entendessem o que estava sentido. "Quem vai ficar te olhando dormir?" 

Sam e Ben estavam nos observando de suas camas compartilhadas no outro lado do quarto, seus olhos arregalados espiando por uma fresta das cobertas. 

"Aquilo!" Jack apontou um dedinho tremulo para um canto vazio do quarto perto do pé da cama de seus primos. "O feio. Dá muito medo!"

"Não tem nada ali, bebê," Falei calmamente, mas meus olhos estavam procurando nas sombras quaisquer sinais de uma aranha ou outro inseto que ele podia ter visto. Entretanto, não vi nada, apenas a parede e chão de madeira com marcas escuras em espiral.

Jack começou a chorar e balançar a cabeça e não houve santa alma que o convencesse que aquele canto estava vazio. Quando Caleb tentou provar isso para ele andando até lá, Jack começou a gritar muito, fazendo com que meus pais, minha irmã e meu cunhado viessem correndo. Pedimos desculpas e contamos que ele só estava nervoso por estar em um lugar novo e, esperando que isso trouxesse a paz de volta, deixamos que ficasse no nosso quarto naquela noite. 

Ele insistiu que trancássemos a porta e se aconchegou entre nós dois, sua mãozinha apertando meu braço até que caísse no sono. 

Na manhã seguinte, acordamos e encontramos Sam e Ben enrolados em suas cobertas no sofá da sala. Quando perguntamos o motivo, eles esquivaram das perguntas e deram os ombros pois, tendo oito e onze anos, já estavam velhos demais para ter medo do escuro. 

"Sinto muito se Jack assustou vocês ontem a noite," Falei durante o café-da-manhã e eles tentaram deixar isso de lado, "Mas juro que não tem anda de errado com aquele quarto."

Isso foi repetido em torno da mesa pelos adultos até que Sam, que fala muito pouco, falou para deixarmos aquilo para lá. 

"Ele estava lá," Jack sussurrou baixinho entre os dentes enquanto eu acariciava seus cabelos. 

Menininhos e suas grandes imaginações. 

Terminamos nossa refeição e Caleb, Gus e Ruby levaram os meninos para o lago enquanto mamãe, papai e eu ficamos na cabana para limpar tudo antes de irmos nos juntar com todo o resto do pessoal. 

Enquanto meus pais arrumavam a cozinha, fui para o quarto dos meninos fazer as camas e recolher algumas roupas sujas que estavam espalhadas pelo chão. Enquanto pegava uma camiseta de pijama das tartarugas ninjas, me peguei olhando para o canto do quarto, o rosto apavorado de Jack ainda vívido na minha mente, e fiquei imaginando o que exatamente ele havia visto. 

Então, notei algumas marcas escuras em espiral no chão de madeira diretamente no pé da cama de Sam e Ben. 

Estranho
, pensei, essas marcas parecem idênticas com as do canto do quarto. 

Mas fazendo um escaneamento breve do chão do quarto, vi que não haviam outras marcas como aquela. Fiquei confusa e percebi uma sensação estranha descendo pela minha nuca. Obviamente, eu devia ter visto aquelas marcas no pé da cama, mas como estava tão focada no canto do quarto, devo ter achado que era lá que as tinha visto. Bom, eu não tinha como culpar Jack de ter uma grande imaginação, pois aparentemente era de mim que havia puxado aquilo. 

As conversas quem vinham da rua iam ficando cada vez mais altas e agitadas, o que indicava que a maior parte da família já estava acordada, então terminei rapidamente o que tinha que fazer e fui para rua para desfrutar de suas companhias. 

Passei boa parte da manhã boiando em uma hidro com minhas primas enquanto Caleb conversava com outras pessoas. Jack estava um tanto mal-humorado desde que acordara e ficou pela beira do lago com seu avô, que tentava ensina-lo a pescar. 

Quando minha prima começou a abordar os perigosos tópicos políticos com sugestões de que aquela conversa iria de mal para pior, pedi licença e fui andando em direção do lago. 

"Não era muito grande," Jack falava enquanto eu me aproximava deles. Ele estava sentado no colo o avô e apontou para o peito dele. "Ele batia mais ou menos aqui em você. E era preto e gordo e tinha braços compridos e dedos compridos também, e não tinha pés, como se, como se tivesse derretido, tipo as velas da mamãe depois de acesas um tempo, e daí tinha que ficar se apoiado nas mãos e tinha uma cara feia e uma boca pequenininha, mas eu podia ver muitos e muitos dentes, e tinha tipo todos aqueles olhos. Você já viu olhos de aranha? Era bem parecido." 

"Parece muito assustador," meu pai falou quando Jack deu uma pausa para respirar. 

"Por favor, me diz que você não está encorajando isso, pai." Falei, surgindo de trás deles. 

"Só estou deixando ele me contar o que viu," me falou, sereno. 

"Mas você sabe que não era real, não é mesmo, Jack?"

Me ajoelhei perto deles e Jack me olhou de canto de olho, um olhar de uma irritação infantil dessensibilizada que ele havia aperfeiçoado com os anos.

"Eu vi sim, mamãe!" Ele insistiu amimadamente. 

Não havia nada que o fizesse mudar de ideia e sua história permaneceu inalterada, não importava quantas vezes contou para todos, o que na verdade era bastante impressionante para aquele garotinho de seis anos que sempre tivera dificuldade de manter suas histórias de mentirinha consistentes. Depois de ouvi-lo contando pela milésima vez, eu já estava começando a sentir aquela sensação estranha me descer pela nuca novamente. 

Naquela noite, não havia chance nenhuma de fazê-lo pisar no bendito quarto. Nem mesmo seus primos conseguiram convencê-lo que estava tudo bem (embora fosse difícil de acreditar, sendo que ambos optaram por dormir no sofá novamente).

Peguei sua mochila de rodinhas e quando entramos no nosso quarto expliquei que, quando voltássemos para casa, tudo voltaria como era antes. Ele não dormiria mais na cama do papai e da mamãe. Concordou prontamente, embora eu ache que ele concordaria com qualquer coisa naquele momento, desde que isso significasse que poderia dormir conosco. Durante toda a noite, até a hora de dormir, ficou colado a mim ou a seu pai e se recusou a fazer qualquer coisa sozinho, incluindo ir fazer cocô. 

Eu ficava basicamente aliviada quando as luzes se apagava e finalmente podíamos dormir. No dia seguinte nós arrumaríamos as coisas e voltaríamos para casa e tudo estaria certo de novo.

O grito de Sam nos acordou um pouco depois da meia noite.

Nós pretendíamos apenas ignorar, sendo que Ruby acudiria seu filho, que provavelmente tinha apenas tido um pesadelo por causa dos contos de Jack, então apenas rolamos para o outro lado e voltamos a dormir. 

O grito de Ruby logo a seguir nos tirou da cama em um pulo. 

Um cheiro parecido com o de cobre quente nos atingiu assim que abrimos a porta. Minha irmã estava encolhida ao lado do sofá, fazendo sons estranhos e profundos com a garganta, a mão junto do peito. Era difícil ver alguma coisa apenas com a luz fraca do abajur de mesa que alguém ligara. 

"O que aconteceu? Cadê ele? "Gus segurava Sam pelos ombros na outra extremidade do sofá e estava balançando o menino bruscamente. A cada palavra ouvíamos sua voz falhada, bruta e dolorosa.

Sam estava apenas o encarando, seu rosto branco como uma folha de papel, sem entender seu próprio estado de choque.

"O que está acontecendo?" Meus pais vieram do quarto e mamãe pressionou o interruptor para acender as luzes de teto.

Ruby estava ajoelhada em uma poça vermelha. Sua camisola tinha sido mergulhada e manchada até a altura das pernas, mas ela não parecia notar. Toda sua atenção estava voltada na camisa ensanguentada e rasgada em suas mãos. Eu podia ver o rosto sorridente de uma tartaruga de bandana que espreitava através de seus dedos.

"Ben?" Foi o que consegui perguntar. 

Ruby gritou de novo. 

"Ketie, pegue Jack," Caleb foi o primeiro a conseguir a sair do transe de horror que tinha parado todos nós no tempo. "Gus, solte o Sam." 

O mundo parecia se inclinar e girar loucamente ao meu redor enquanto eu pegava Jack nos braços. As pessoas estavam andando e gritando e tentando descobrir o que tinha acontecido, mas não conseguia entender aquilo, tudo era apenas barulho, confusão e um terror doentio. 

Eu nem havia reparado que Jack se contorcia nos meus braços e tentava chamar minha atenção. 

"Mamãe!" Finalmente gritou, puxando bruscamente a gola da minha camisola.

Eu olhei para ele com uma expressão tonta, quase incapaz de responder. 

"Hã?"

"Ele está aqui!"

"Que?"

"O feio!"

"Agora não, Jack," falei mais ríspida do que pretendia, mas isso não o intimidou. 

"Está lá no canto, mamãe," falou gesticulando para a sala, logo atrás de Gus e Sam. 

"Jack-"

"A cara dele está toda vermelha, mãe," Jack sussurrou temerosamente no meu ouvido, "ele está mastigando alguma coisa."

Segui o olhar do meu filho, passando meus pais, que estavam tentando segurar Ruby, além do meu marido, que estava tirando as mãos de Gus que apertavam o filho. 

Não havia nada ali, como achei que não teria.

Vazio, com exceto pelas familiares marcas escuras em espiral no chão de madeira que tenho certeza que estava no quarto dos meninos na noite anterior. Marcas que tenho certeza que agora não estão mais lá. 
-
 ¹ Vale lembrar que o verão nos EUA é no inverno aqui no Brasil



Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigada! Se gostou, comente, só assim saberemos se você está gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião! 


26 comentários:

  1. Creepy muito boa, mas o final meio estranho, mas gostei bastante dela

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  2. apesar do final confuso, é muito boa. deu pra perceber que "o feio" comeu o garoto

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  3. A frase final é uma observação lá do começo da história seus bando de animal...

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  4. Acabou de uma forma muito abrupta. Acho que deveria ter um pouco mais de detalhes.

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  5. Mano, o que vocês conseguiram achar de confuso nessa história????

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  6. Divina adora a expressão "em plenos pulmões" haha

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  7. Sempre muito boas as creepys não vivo sem

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  8. O final não foi lá grande coisa, já era esperado e foi colocado de maneira beeeeem confusa, 7/10 (Tô me sentindo uma jurada agora skksks)

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  9. O final não foi lá grande coisa, já era esperado e foi colocado de maneira beeeeem confusa, 7/10 (Tô me sentindo uma jurada agora skksks)

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  10. Pra quem n entendeu o final, a marca no chão era o lugar em que o feio estava parado, como os adultos n conseguem ver ele mas ela viu a marca, é como se fosse a sombra indicando onde ele estava no momento. Essa ultima frase é apenas uma observação de algo no começo do texto.

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  11. Quem não estendeu o final, vamos colocar em partes para que fique tudo claro

    1. O filho da narradora possui 2 primos : Sam e Ben

    2. Sam e Ben são irmãos e estão dormindo sempre juntos

    3. Sam e Ben foram dormir na sala, todos foram acordados com o grito de Sam, logo após com o grito de de sua mãe

    4. A Mãe (Ruby) esta com sangue nas roupas na Altura da abaixo do joelho e nada mais, o que diz que ela se ajoelhou em uma poça de sangue, e não que o sangue veio dela

    5. O pai pergunta a Sam “onde ele esta?” e quando a narradora pergunta por Ben a mãe dos garotos, Ruby, da mais um grito

    6. Sam esta branco e paralisado, mas ileso

    7. Ruby esta segurando uma pedaço de uma camisa Rasgada

    8. Ninguém mais interage ou menciona Ben na narrativa

    9. Jack informa que o “Feio” esta mastigando alguma coisa

    Conclusão: Ben foi pego, morto e engolido, o monstro esta mastigando os restos da carne de Ben enquanto todos andam pela casa.

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  12. Quem não estendeu o final, vamos colocar em partes para que fique tudo claro

    1. O filho da narradora possui 2 primos : Sam e Ben

    2. Sam e Ben são irmãos e estão dormindo sempre juntos

    3. Sam e Ben foram dormir na sala, todos foram acordados com o grito de Sam, logo após com o grito de de sua mãe

    4. A Mãe (Ruby) esta com sangue nas roupas na Altura da abaixo do joelho e nada mais, o que diz que ela se ajoelhou em uma poça de sangue, e não que o sangue veio dela

    5. O pai pergunta a Sam “onde ele esta?” e quando a narradora pergunta por Ben a mãe dos garotos, Ruby, da mais um grito

    6. Sam esta branco e paralisado, mas ileso

    7. Ruby esta segurando uma pedaço de uma camisa Rasgada

    8. Ninguém mais interage ou menciona Ben na narrativa

    9. Jack informa que o “Feio” esta mastigando alguma coisa

    Conclusão: Ben foi pego, morto e engolido, o monstro esta mastigando os restos da carne de Ben enquanto todos andam pela casa.

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  13. Nao entendi muito bem, porem, gostei bastante ...

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  14. Que adianta, o começo e meio ser bom e o final ser confuso de propósito. Respeito quem gostou de verdade, mas quem só tá fingindo, por favor sejam sinceros e lembre-se, a crítica anda de mãos dadas com a perfeição

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