26/08/2017

As histórias de um Oficial de Resgate no Serviço Florestal dos Eua - PARTE II

Acordei esta noite e fiquei impressionado com a quantidade de interesse que isso parece ter gerado. Primeiro, falarei sobre algumas coisas que vocês questionaram:
  • Houve uma quantidade esmagadora de pessoas que mencionaram a semelhança entre algumas das minhas histórias e as de David Paulides. Garanto que não estou tentando copiá-lo de forma alguma, respeito o cara. Na verdade ele me inspirou a escrever isso, porque posso verificar muitas coisas que falo. Temos muitos casos estranhos de pessoas desaparecidas que na maioria das vezes não são encontradas ou nós as encontramos em lugares que não temos a mínima ideia de como foram parar. Não tenho tido muitas chamadas assim, mas vou compartilhar algumas que presenciei e uma história que meu amigo me disse que se relaciona com isso. 
  • Houve muitos comentários sobre as escadas, então vou falar sobre isso brevemente aqui, e também incluirei uma história. Elas tem uma variedade de formas, tamanhos, estilos e condições. Algumas são bastante desgastadas, ruins, mas outras são novas. Já vi um conjunto de escadas que parecia que tinha vindo de um farol: era metálica e em espiral, quase antiquadra. As escadas não sobem infinitamente, ou mais do que posso ver, mas algumas são mais altas do que outras. Como eu disse antes, imagine as escadas de sua casa, é como se alguém as tivesse cortado e colocado no meio do nada. Eu não tenho nenhuma foto, nunca me ocorreu realmente tentar algo novamente após a primeira vez, e eu realmente não quero arriscar meu trabalho por isso. Vou tentar novamente no futuro, mas não posso prometer nada. 
  • Algumas pessoas ficaram confusas sobre o cara que encontrou o homem sem rosto. Só para esclarecer, quando o alpinista subiu e alcançou o topo deste pico viu outro homem com uma parka e calças de esqui. Este era o homem sem rosto. Desculpe pela redação confusa dessa história, vou tentar evitar isso no futuro.

Tudo bem, sobre as novas histórias:

  • No que diz respeito às pessoas desaparecidas, diria que metade das chamadas que recebo estão relacionadas a isso. As outros são chamadas de resgate; Pessoas que caem de penhascos e se machucam, feridas causadas pelo fogo (você não acreditaria a frequência que isso acontece, principalmente com jovens bêbados), mordidas ou picadas de animais ou insetos. Somos uma equipe unida, e temos veteranos que são excelentes em encontrar sinais de pessoas perdidas. Isso é o que torna esses casos em que nunca achamos nenhum vestígio tão frustrante. Um em particular foi perturbador para todos nós, porque encontramos rastros dele mas apenas nos deixou com mais perguntas do que respostas. Um homem idoso caminhava sozinho em uma trilha bem definida, mas sua esposa ligou para dizer que ele não havia chegado em casa quando deveria ter chegado. Aparentemente ele tinha um histórico de convulsões, e ela estava preocupada com o fato de ele não ter tomado sua medicação e sofrido uma convulsão na trilha. Antes de me perguntarem, não tenho ideia por que ele achou que estava tudo bem sair sozinho, ou porquê ela não o acompanhou. Eu não pergunto sobre esse tipo de coisa porque realmente não importa. Alguém estava desaparecido, e é meu trabalho encontrá-lo. Saímos em uma formação de busca padrão, e não demorou muito para que um de nossos veteranos encontrasse sinais de que o cara tinha saído da trilha. Nos espalhamos rapidamente nesse trecho para garantir que estávamos cobrindo o máximo de terreno possível. De repente uma mensagem do rádio nos diz para voltarmos para a localização dos veteranos; chegamos imediatamente, porque isso geralmente significa que a pessoa desaparecida está ferida e precisamos da equipe completa para fazer o resgate em segurança. Voltamos e encontramos o veterano de pé na base de uma árvore com as mãos ao lado da cabeça. Pergunto ao meu amigo o que está acontecendo, e ele aponta para os galhos desta árvore. Eu quase não podia acreditar no que estava vendo, mas havia uma bengala pendurada em um galho pelo menos a trinta metros do chão. A pequena alça foi enrolada em torno do galho e estava pendurada lá. Não há como o cara ter jogado-a tão longe, e não vimos nenhum outro sinal de que ele ainda estava na área. Chamamos o homem da base da árvore, mas é óbvio que ninguém estava ali. Todos ficamos meio confusos. Continuamos procurando pelo cara, mas nunca o encontramos. Nós até trazemos nossos cães, mas eles perdem seu rastro muito antes de chegar a essa árvore. Eventualmente a busca foi cancelada, pois há outras chamadas que temos que atender e após um certo ponto não podemos fazer muito. A esposa do homem nos ligou todos os dias por meses, perguntando se encontramos seu marido, e era doloroso notar que ela ficava cada vez mais desesperada. Não sei porquê essa chamada em particular foi tão perturbadora, mas acho que foi pela grande improbabilidade disso. Isso e as questões levantadas. Como diabos a bengala desse homem acabou em cima de uma árvore? Alguém o matou e jogou lá como um troféu estranho? Nós fizemos o nosso melhor para encontrá-lo. Ainda falamos sobre isso de vez em quando. 
  • Chamadas de crianças desaparecidas são as mais desoladoras. Não importa em quais circunstâncias elas desaparecem, nunca é fácil, e sempre, sempre tememos encontrá-las mortas. Não é algo comum, mas acontece. David Paulides fala muito sobre crianças que as equipes SAR encontram em locais que não deveriam estar ou não poderiam estar. Posso dizer honestamente que ouvi falar sobre esse tipo de coisa acontecer mais do que eu já presenciei, mas vou compartilhar um das chamadas que testemunhei pessoalmente. Uma mãe e seus três filhos saíram para um piquenique em uma área do parque que tem um pequeno lago. Um tinha seis, o outro cinco e o último tinha cerca de três anos. Ela observava todos eles de perto, e de acordo com ela nunca os deixou fora de sua vista em momento algum. A mulher não viu mais ninguém na área, o que é importante. Ela embalou suas coisas e eles começam a voltar para a área de estacionamento. Este lago fica cerca de duas milhas até a floresta, e está em uma trilha muito bem definida. É quase impossível se perder da área de estacionamento, a menos que você esteja deliberadamente saindo do caminho como um imbecil. Seus filhos estão caminhando em frente dela, até ela ouve o que parece ser alguém caminhando atrás dela. Ela se vira, e nos quatro segundos que ela não está olhando seu filho de cinco anos desaparece. Ela acha que ele saiu da trilha para fazer xixi ou algo assim, e pergunta para seus outros dois filhos onde ele foi. Ambos dizem a ela que "um homem grande com um rosto assustador" saiu da floresta ao lado deles, pegou a mão do garoto e o levou para as árvores. Os dois não pareciam chateados, na verdade ela disse mais tarde que parece que eles foram drogados. Então, é claro, ela enlouquece e começa a procurar freneticamente seu filho. Ela gritou seu nome e disse que em um momento pensou que ouviu ele responder. Obviamente, ela não pode correr cegamente para a floresta, pois tem outros dois filhos, então chamou a polícia e eles nos enviam para lá imediatamente e começamos a procurá-lo. Ao longo dessa busca, que abrangeu milhas, nunca encontramos um único vestígio do menino. Os cães não conseguiram farejar nada, não encontramos nenhuma roupa, arbustos quebrados ou, literalmente, qualquer coisa que signifique que uma criança estivera lá. Claro que houve uma suspeita sobre a mãe por um tempo, porém notamos o quanto ela ficou completamente destruída. Nós procuramos o garoto por semanas, com muita ajuda voluntária. Mas, eventualmente, a busca cessou, e tivemos que seguir em frente. Os voluntários continuaram a procurar e, no entanto, um dia recebemos uma chamada informando que um corpo foi encontrado e precisava ser recuperado. Eles nos disseram a localização, e nenhum de nós acreditamos. Imaginamos que era um garoto diferente. Fomos até o local, a cerca de 15 milhas do lugar onde o menino desapareceu e encontramos o corpo do garoto que procurávamos. Eu tentei descobrir como esse garoto chegou até lá desde que o encontramos, e nunca encontrei uma resposta. Um voluntário estava na área pois teve a ideia de procurar em lugares que ninguém mais pensaria que um corpo poderia ser colocado. Ele chega à base de uma inclinação alta e rochosa, e a meio caminho, vê algo. Olha através de seus binóculos e com certeza é o corpo de um menino numa pequena abertura na rocha. Ele reconhece a cor da camisa da criança, então ele sabe imediatamente que é o menino desaparecido. Fomos até lá quando o homem nos chamou. Demorou quase uma hora para retirar o corpo, e nenhum de nós acreditamos no que estávamos vendo. Esse garoto estava a 15 milhas da área de piquenique e não havia nenhuma maneira possível dele ter ido até o lugar onde seu corpo foi encontrado por conta própria. Esta inclinação é traiçoeira, e é difícil até mesmo para nós com todo nosso equipamento de escalada. Um garoto de cinco anos não tinha como chegar lá, disso estou certo. Não só isso, mas o garoto não tinha um arranhão. Seus sapatos desapareceram, mas seus pés não estavam machucados ou sujos. Então, não era como se um animal o tivesse arrastado até lá. E pelo que podemos perceber, ele não está morto há tanto tempo. Ele estava desaparecido há mais de um mês, e parecia que ele só havia morrido há um dia ou dois. A coisa toda foi incrivelmente estranha, e foi uma das chamadas mais desconcertantes em que já estive. Descobrimos mais tarde que o médico forense determinou que o garoto morreu por exposição. Ele congelou até a morte, provavelmente tarde da noite, dois dias antes de o encontrarmos. Não havia suspeitos, nem respostas. Até o momento, é uma das coisas mais estranhas que já vi. 
  • Um dos meus primeiros trabalhos como estagiário foi uma busca por um garoto de quatro anos que se separou de sua mãe. Este era um desses casos em que sabíamos que o encontraríamos porque os cães estavam seguindo uma forte trilha de seu cheiro e vimos sinais claros de que ele estava na área. Acabamos encontrando-o em uma árvore de amoras a cerca de meia milha de onde ele tinha sido visto pela última vez. A criança nem sabia que havia ido tão longe. Um dos veteranos o trouxe de volta, o que me deixou feliz porque, na verdade, não sou bom com crianças e acho difícil falar com elas e mantê-las em companhia. Enquanto minha treinadora e eu voltávamos, ela decidiu me levar para um desvio para me mostrar um dos pontos onde tendemos a encontrar pessoas desaparecidas. É uma trilha popular, e as pessoas costumam se deslocar para baixo pois é mais fácil. Estávamos a poucos quilômetros de distância e chegamos lá em cerca de uma hora ou mais. Enquanto caminhávamos pela área e ela apontava lugares em que encontrou pessoas no passado, vi algo a distância. Esta área em que estávamos estava cerca de oito milhas da área de estacionamento principal, embora haja estradas traseiras que você possa seguir para se aproximar se você não quer caminhar até lá. Mas estávamos em terras protegidas pelo estado, o que significa que não pode haver nenhum tipo de construção comercial ou residencial aqui. O máximo que você verá é uma torre de incêndio ou um abrigo improvisado para pessoas sem-teto. Mas eu podia ver de onde estava que, o que quer que seja, tem as bordas retas e, se há uma coisa que você aprende rapidamente é que a natureza raramente faz linhas retas. Eu apontei, mas ela não disse nada. Ela se afasta e me deixa ir verificar. Estava a cerca de vinte pés do objeto e todos os pelos da parte de trás do meu pescoço se arrepiaram. Era uma escada. No meio de uma floresta. No contexto apropriado, seria algo normal. É apenas uma escada normal, com tapete bege e cerca de dez pés de altura. Mas em vez de estar em uma casa, onde obviamente deveria estar, estava no meio da floresta. Os lados não são acarpetados, obviamente, e eu posso ver a madeira de que é feita. É quase como uma falha de videogame, onde a casa não conseguiu carregar completamente e as escadas são a única coisa visível. Meu cérebro trabalhava para tentar entender o que via. Minha treinadora veio até meu lado e ficou parada, olhando como se fosse a coisa menos interessante do mundo. Perguntei-lhe "o que essa coisa esta fazendo aqui?" e ela apenas riu. "Acostume-se, novato. Você vai ver muitas dessas.” Comecei a me aproximar, mas ela agarrou meu braço. "Eu não faria isso". Ela disse. Sua voz era casual, mas ela me segurou firmemente. Fiquei de pé olhando para ela. "Você vai vê-las o tempo todo, mas não se aproxime. Não as toque, não suba. Apenas ignore-as.” Comecei a perguntar sobre as escadas, mas algo na forma que ela me olhou me disse que era melhor eu parar. Avançamos e o assunto não foi mencionado novamente pelo resto do meu treinamento. Ela estava certa, no entanto. Eu diria que a cada cinco chamadas que recebo, acabo passando por um conjunto de escadas. Às vezes elas estão relativamente perto do caminho, talvez dentro de duas ou três milhas. Às vezes estão a uma distância de vinte ou trinta milhas, literalmente no meio do nada, e eu só as encontro durante as investigações maiores ou nos fins de semana de treinamento. Elas geralmente estão em boas condições, mas às vezes parece que elas estão lá por anos. Todos os tipos diferentes, todos os tamanhos diferentes. A maior que eu já vi parecia que tinha saído de uma mansão do meio do século, e tinha pelo menos dez pés de largura, com degraus que tinham pelo menos quinze ou vinte pés. Eu tentei falar sobre isso com as pessoas, mas eles apenas me dão a mesma resposta que minha treinadora: “É normal. Não se preocupe com isso, elas não são grande coisa, mas não se aproxime ou suba nelas.” Quando os formandos me perguntam sobre isso agora, dou-lhes a mesma resposta. Eu realmente não sei o que mais contar para eles. Estou realmente esperando algum dia receber uma resposta melhor, mas isso ainda não aconteceu. 
  • Essa outra é menos assustadora e mais triste. Um jovem faleceu no final do inverno, quando, sinceramente, ninguém deveria ir tão longe nas trilhas. Nós fechamos muitos trilhas, mas algumas permaneceram abertas durante todo o ano, a menos que a neve as bloqueie. Fizemos uma busca por ele, mas a neve estava muito alta(estávamos em um ano que nevou muito) e sabíamos que não era provável que o encontraríamos até a primavera, quando o degelo começaria. Quando o primeiro grande descongelamento começou um homem viu um corpo um pouco além da trilha principal. Nós o encontramos na base de uma árvore, em uma pilha de neve derretida. Eu soube imediatamente o que aconteceu, e isso me assustou demais. A maioria de vocês que praticam ski ou snowboard, ou passam tempo em uma montanha, provavelmente também adivinhou. Quando a neve cai, ela não fica muito grossa nas áreas debaixo das árvores. Isso ocorre mais com abetos, porque eles têm uma espécie de forma de guarda-chuva fechado. Então, ocorre que há um espaço em torno da base de uma árvore que é preenchida com uma mistura de neve, ar, e ramos soltos. Não é algo imediatamente óbvio se você não sabe o que está procurando. Nós colocamos placas no centro de boas-vindas, grandes, informando as pessoas dos perigos, mas todos os anos que caí uma quantidade incomum de neve pelo menos uma pessoa não as lê ou não leva o aviso a sério, e nós descobrimos isso na primavera. O meu melhor palpite é que este jovem estava caminhando e se cansou, ou talvez ele teve uma cãibra ao andar na neve densa. Ele foi se sentar na base da árvore, sem saber o perigo que corria. Ficou preso com os pés para cima e a neve caiu ao redor dele. Incapaz de se libertar, ele sufocou. É chamado de sufocamento por imersão na neve, e não é algo que geralmente acontece, exceto na neve realmente profunda. Mas se você ficar preso em uma posição estranha, como este cara, mesmo seis pés de neve podem ser letais. O que mais me assustou foi imaginar como ele deve ter lutado. De cabeça para baixo, no inverno congelante, ele não morreu rapidamente. A neve formou uma pilha densa e pesada sobre ele, e seria literalmente impossível sair. Quando se esforçou demais para respirar, ele entendeu o que estava acontecendo. Não consigo imaginar o que ele estava pensando em seus últimos momentos. 
  • Muitos dos meus amigos querem saber se eu já vi o homem-bode enquanto estava atendendo chamadas. Infelizmente, ou acho que, felizmente, nunca vi nada assim. Eu acho que o mais próximo disso era o "homem de olhos negros", mas não vi nada. No entanto, houve um chamado onde algo parecido aconteceu, mas não tenho certeza de que foi relacionado ao homem-bode. Tínhamos recebido um relatório de que uma mulher mais velha havia desmaiado ao longo de uma das trilhas e precisava de ajuda para voltar à área principal. Caminhamos até onde ela estava, e seu marido estava fora de si. Ele correu até nós e nos diz que ele estava um pouco fora da trilha olhando algo quando sua esposa começa a gritar atrás dele. Ele correu até ela e a encontrou desmaiada na trilha. Nós a levamos para o centro de boas vindas, mas ela começou a gritar de novo. Eu a acalmei e perguntei o que aconteceu. Não consigo lembrar o que ela disse, mas, essencialmente, o que aconteceu foi: ela estava esperando seu marido quando ela começou a ouvir um som realmente estranho. Ela disse que parecia com um de gato, mas não exatamente. Foi um pouco adiante para tentar ouvir melhor e parecia que estava se aproximando. Ela disse que quanto mais perto estava, mais desconfortável ficava, até que finalmente descobriu o que estava errado. Eu lembro dessa próxima parte, porque é algo tão estranho que eu não acho que eu poderia esquecer nem se eu tentasse. "Não era um gato. Era um homem, dizendo ‘miau’ repetidamente. Apenas ‘miau, miau, miau’. Mas não era um homem, não pode ser, porque eu nunca ouvi um homem fazer sua voz zumbir daquela forma.Eu pensei que meu aparelho auditivo estava saindo, mas não, eu o ajustei e ainda continuava ouvindo o zumbido. Foi terrível. Ele estava se aproximando, mas não eu não conseguia vê-lo. E quanto mais perto mais assustada eu ficava, e a última coisa da qual me lembro é de algo saindo das árvores. Acho que é quando desmaiei." Obviamente fiquei um pouco perplexo pensando no motivo pelo qual um cara estaria na floresta dizendo "miau, miau" para as pessoas. Então, quando descemos a montanha digo ao meu superior que irei fazer uma busca na área para ver se consigo encontrar qualquer coisa. Ele me disse para ir em frente, peguei o rádio e caminhei de volta para onde ela desmaiou. Não vi ninguém, então caminhei por mais uma milha e na volta saí da trilha, para ver se conseguiria descobrir algo. O sol já estava quase se pondo e não tinha vontade de sair à noite sozinho, então apenas fiz uma nota mental para verificar o local novamente amanhã. Mas enquanto eu voltava ouvi algo a distância. Parei, e disse para quem quer que estivesse na área se identificasse. O som não se aproximou ou ficou mais alto, mas parecia exatamente com um homem dizendo "miau, miau". Saí da trilha na direção que eu achava que a voz estava vindo, mas nunca parecia me aproximar. É quase como se estivesse vindo de todas as direções. Eventualmente acabei voltando para o centro de boas-vindas. Não houve mais nenhuma chamada desse tipo, e quando voltei nessa área nunca mais ouvi esse som novamente. Suponho que poderia ter sido uma criança estúpida perturbando as pessoas, mas tenho que admitir que foi estranho. 
Então, isso se transformou num texto enorme e peço desculpas por isso. Eu quero escrever sobre as histórias que meu amigo me contou -ele tem algumas muito boas- então vou publicá-las em breve. Eu também tenho mais algumas histórias próprias, acho que vocês vão gostar de lê-las. Desculpe por manter o suspense novamente, espero que as histórias aqui compensem e o ajude a esperar até eu poder postar novamente!


Leia a Parte I




Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigada! Se gostou, comente, só assim saberemos se vocês estão gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso bog depende muito da sua opinião!








13 comentários:

  1. Pelo jeito a floresta esconde segredos

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    1. SPOILER ALERT
      Se você está lendo isso, sinal de que alguém quis te ferrar e acabou colocando spoilers nesta página. Por favor, vá para outro site/blog urgentemente ou o que você verá não poderá ser desvisto.

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  3. Pensei numa teoria para as escadas, mas sla... mt viagem minha aushaujea to mt curiosa sobre essas escadas.

    A que eu mais gostei nessa foi a do miau, lembrei daquele meme kkk mas deu uma certa agonia tbm... e.e"

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    1. Lembrei da menina emo falando "Miau, gatinho" e do cara gritando miau pra um ovo

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  4. Acho que as pessoas que não são encontradas devem ter entrado em contato com as escadas

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  5. Eu quero muito ver mais sobre essas escadas!

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  6. credo essa do homem imitando um gato me deu medo

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  7. Essas porra dessas escadas tão me dando nervoso kkkkkk

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