16/09/2017

As histórias de um Oficial de Resgate no Serviço Florestal dos EUA - PARTE V

ATENÇÃO: ESSA SÉRIE/CREEPYPASTA É +18. CONTÉM CONTEÚDO ADULTO E/OU CHOCANTE. NÃO É RECOMENDADA PARA MENORES DE IDADE E PESSOAS SENSÍVEIS A ESSE TIPO DE LEITURA. LEIA COM RESPONSABILIDADE.


Peço desculpas pela pequena atualização, pessoal. As coisas ficaram um pouco loucas por aqui e não tenho certeza de com que frequência poderei atualizar. Eu realmente aprecio todo o apoio que vocês me deram, mas hoje só tenho poucas histórias para compartilhar com vocês; estou muito interessado em saber o que todos pensam!

  • Um bombeiro que estava nos ajudando na operação de treinamento me contou sobre uma chamada que ele havia recebido, supostamente para ajudar a resgatar uma criança de uma árvore absolutamente enorme. Ele disse que não lhe deram muitos detalhes, só que precisavam que ele viesse e ajudasse pois faltava o equipamento adequado. Ele tinha sido chamado porque a árvore era tão grande que os oficiais não se sentiam seguros tentando escalá-la. Ele tinha sido um cortador de árvores antes de se juntar aos bombeiros, então era fácil o suficiente para ele pegar seu equipamento antigo e ajudar. Ele foi conduzido por cerca de duas milhas, e a equipe parou em uma das maiores árvores da área e apontou para cima. Ele riu e fez a velha piada do gato em cima da árvore, mas o capitão apenas balançou a cabeça e disse-lhe para ir lá e pegar a criança. Ele disse que sabia que havia algo errado, mas não insistiu. Enquanto escalava a árvore começou a se perguntar se eles estavam fazendo alguma brincadeira com ele. "Não havia nenhuma maneira do garoto ter conseguido escalar essa coisa. Era enorme na base, mas na metade do caminho começava a diminuir, e quase tive que voltar várias vezes, porque realmente não achava que isso me seguraria" Mas ele continuou, e quando ele estava no topo, viu um brilho azul nos galhos. "Eu vi a camisa do menino presa em um galho, eu o chamei e disse-lhe para chegar o mais perto de mim que pudesse, mas ele não disse nada. Continuei me movendo, chamando-o e dizendo-lhe para não ter medo, que eu estava lá para ajudá-lo. Quando cheguei a ele entendi a causa dele não ter me respondido. Eu encontrei ele, ou o que restava dele, preso em um galho, e o fato de ele estar lá era pura sorte. Se ele estivesse em outra posição teria caído. Isso não importa, porque a criança estava morta muito antes de acabar naquela árvore. Eu não sei quem o colocou lá, ou como, ou porquê, mas era um doente maldito. Os intestinos do menino saíram pela boca e estavam pendurados nos galhos. Da forma que foi feito parecia com uma porra de uma árvore de Natal. Olhei melhor e vi que as tripas estava saindo do traseiro dele, saindo do fundo de suas calças. Ele estava sem os olhos, presumo que eles foram empurrados para fora por qualquer força que o apertou como uma bola anti-estresse. Você já viu um corpo que está flutuando na água por um longo tempo, com a língua inchada e para fora? Era assim. Lembro-me porque havia moscas rastejando por toda parte. Eu acho que devo ter entrado em choque, porque... Cara, eu simplesmente empurrei aquele garoto com uma vara. Eu não sei por que fiz isso... Quase perdi meu emprego por causa disso. Mas cara, eles queriam que eu transportasse aquele menino em meus ombros por todo o caminho, juntando suas tripas e enrolando-as em torno de mim como uma corda para que não fossem enganchadas... Não conseguiria fazer isso. Eu já vi muitas crianças mortas. Mais do que jamais admitirei. Eu vi um menino que se escondeu em uma banheira cheia de água durante um incêndio e foi cozido vivo, se transformou em uma sopa, literalmente. Mas isso... Eu não sei porquê, mas a ideia de tocar o corpo daquela criança me fez pensar que eu iria perder a cabeça. Eu o ouvi bater no chão e achava que todos ficariam loucos, mas todo mundo sabia que ele estava morto quando me enviaram para lá. Eles não disseram nada, não gritaram, nem enlouqueceram ou qualquer coisa. Cheguei ao solo e comecei a ir em direção ao capitão, perguntando a ele quem ele achava que era para me mandar buscar uma criança morta. Mas ele simplesmente me disse que não era da minha conta e me agradeceu por ter obtido a evidência. Eu lembro que ele disse isso, lembro-me especificamente porque era tão estranho ouvir ele se expressar daquela maneira. 'A evidência'. Como se ele não fosse uma pessoa. Como se ele nunca tivesse sido um garotinho que tivesse se perdido e algo inexplicável aconteceu com ele. O capitão mandou a equipe me levar para fora do bosque, mas ele e outros dois homens ficaram para trás; achei muito estranho. Por que eles não me ajudaram a pegar o menino? Eu tentei perguntar, mas os caras que me levaram me disseram que não podiam discutir um caso aberto.” Perguntei o que ele achava que havia acontecido com o garoto, ele ficou realmente pensativo e demorou um pouco para responder "Eu teria dito uma lesão por algum tipo de esmagamento, com base em como suas tripas ficaram, mas no caso dessas lesões você vê contusões e machucados na pele. Mas não havia nada. Era como se aquele garoto tivesse entrado em um grande aspirador e tivesse suas tripas sugadas. Mas mesmo assim, não houve nenhum trauma ou machucado. Nenhum mesmo. Isso me perturba, cara. Isso me perturba pra caralho.

  • Um dos veteranos leu minhas postagens e reconheceu minhas histórias. Ele me conhece muito bem e já trocamos histórias antes. Me perguntou se ele poderia compartilhar algo que notou sobre as escadas, e alguns pensamentos que tinha. "Estou muito feliz por você ter decidido compartilhar isso. Penso que é importante que as pessoas estejam cientes do que há lá fora, especialmente porque o Serviço Florestal está fazendo um bom trabalho encobrindo tudo. Perguntei-lhe o que ele queria dizer. "O que você quer dizer com o que eu quero dizer? A falta de qualquer tipo de atenção da mídia? Nenhuma cobertura de crianças desaparecidas, ou corpos encontrados a distâncias enormes de onde desapareceram? Eles estão fazendo todo o possível para que as pessoas venham aqui, mesmo que não seja seguro. Quero dizer, para ser justo, não é como se essas coisas acontecessem todos os dias. Mas os números somam, e vale a pena procurar e pesquisar. Especialmente as escadas. Fiquei surpreso que você não mencionou as escadas invertidas.” Eu não sabia do que ele estava falando, não conseguia lembrar de ele falar sobre algo assim. Ele parecia um pouco incrédulo. "Cara, não posso acreditar que você nunca as tenha visto. Ninguém lhe falou sobre elas? Encolhi meus ombros e pedi a ele para contar o que sabia. "Bem, há as escadas normais, as que aparecem quando estamos lá fora. Eu sei que você sabe sobre elas. Mas, às vezes, eu vejo aquelas que estão virados de cabeça para baixo. Eu acho que seria como se você tivesse uma casa de bonecas e as escadas fossem uma peça separada. Pegue-a e coloque de cabeça para baixo; a parte de cima ficará presa na sujeira e será colocada na floresta. Elas são assim. Não as vejo tão frequentemente, mas são estranhas, para dizer o mínimo. Se parecem com filmagens feitas logo após um tornado, quando as casas ficam destruídas e coisas aleatórias ficam de pé. Elas me assustam mais do que as normais, não posso descrevê-las tão facilmente. Eu vou tentar descobrir mais informações sobre elas”. Ele também mencionou quantas pessoas foram incomodadas pelo cara sem rosto. Ele ficou realmente excitado e me disse que tinha visto algo parecido. "Eu estava em treinamento há alguns anos. Estava dentro da minha barraca no acampamento e ouvi alguém andando ao redor. Sempre nos avisam para não ir longe, o que você sabe, então eu achei que talvez fosse um novato que tivesse ido fazer xixi e não conseguiu encontrar o caminho de volta. Você lembra daquele cara do nosso grupo que há alguns anos quase caiu de uma maldita montanha? Bem, eu sou um pouco paranóico sobre isso acontecer novamente, então eu me levantei para ver o que estava acontecendo. Fui até o limite do acampamento e gritei, informando que era o limite do mesmo. Mas a 'pessoa’ continuou indo em direção a floresta, então eu fui atrás dele. Eu sabia que era uma atitude estúpida, mas eu estava meio sonolento e eu realmente não queria lidar com um idiota se machucando. Eu segui essa coisa por um caminho reto por cerca de uma milha, e então ele parou na beira de um pequeno rio. Eu podia ver o esboço dele porque a água estava refletindo a lua, e parecia exatamente com um cara comum. Parecia que ele estava de frente para mim. Peguei minha lanterna de bolso. Perguntei se ele estava bem, se ele precisava de ajuda, e ele inclinou a cabeça como se não me entendesse. Ele estava respirando devagar e profundamente, então eu me perguntei se ele estava sonambulando. Cheguei mais perto e perguntei novamente se ele estava bem. Movimentei a luz e algo não pareceu certo, então eu parei. Ele continuou respirando de forma lenta e profunda, e eu descobri que era isso que me incomodava. Era como se ele estivesse fingindo respirar, mas na verdade não o fazia. Suas respirações eram tão profundas e todos os seus movimentos eram exagerados, com os ombros subindo e o peito se movendo. Eu disse a ele para se identificar, e ele fez um barulho abafado. Movi a luz para cima e não acreditei. Esse cara não tinha rosto. Apenas pele lisa. Me assustei e isso fez a luz se movimentar. Então comecei a ver ele se movendo em minha direção, mas ele não moveu um só músculo. Eu realmente não sei como explicar, mas num segundo ele estava no limite do rio e no outro ele estava a cinco metros de mim. Nunca desviei o olhar ou pisquei, era como se ele se movesse tão rápido que meu cérebro não conseguia o acompanhar. Tropecei, caí de bunda, e pude ver uma linha se abrindo na garganta daquilo. Ela se esticou até as orelhas, sua cabeça se inclinou para trás e ele sorriu com a garganta. Não havia nenhum sangue, apenas um buraco escuro, e eu juro que ele sorriu para mim com esse corte na garganta. Me levantei e corri o mais rápido que pude para voltar ao acampamento. Eu não podia ouvi-lo me seguindo, mas senti que ele sempre estava bem atrás de mim, mesmo quando eu olhava para trás e não conseguia vê-lo. Me acalmei quando voltei ao acampamento. Havia uma fogueira e corri em direção a ela; parei e respirei um pouco. Esperei e escutei atento, tentando identificar se havia algo me seguindo. Não ouvi mais nada, então voltei para a minha barraca. Eu sei que isso parece estranho, mas foi tão surreal que parece que inventei tudo.

  • Nós estávamos contando histórias de fantasmas uma noite antes de irmos dormir, apenas para assustar e perturbar os mais medrosos. Na maioria das vezes são os novatos, mas uma mulher contou uma história que realmente ficou na minha cabeça, e sei que o mesmo aconteceu com os outros. Ela disse que era verdade, mas, toda história de fantasmas contada em torno de uma fogueira é dita como verdadeira. De alguma forma eu não acho que ela estava inventando. Sua expressão tinha uma forma que só os eventos realmente traumatizantes produzem. Ela disse que quando era uma criança ela e sua amiga costumavam ir muito na floresta atrás de sua casa. Ela morava no norte do Maine, onde há muitas florestas nacionais densas e despovoadas. Ela disse que os bosques de lá não são como os daqui. Eles são densos, e há lugares em que as árvores bloqueiam o sol quase que completamente. Ela e sua amiga cresceram lá, então não tinham medo de estarem lá sozinhas, mas sempre mantiveram cautela em certas áreas. Elas sempre souberam para não ir mais do que uma milha ou duas além de suas casas. Os adultos nunca disseram o porquê, mas era uma regra tácita, e ninguém se aventurou a ir tão longe. Ela e sua amiga inventavam histórias sobre ursos tão grandes quanto as casas que viam do lado de fora, se assustavam, se escondiam e faziam barulhos de grunhidos enquanto uma procurava a outra. Ela disse que em um verão houve uma série de tempestades terríveis que derrubou muitas árvores e colocou uma parte da floresta que ficava algumas milhas atrás de sua casa em chamas. Os bombeiros conseguiram por tudo sob controle, mas ela disse que alguns deles voltaram e "não pareciam os mesmos". "Era como se tivessem voltado de uma guerra. Eles tinham um olhar apavorado no rosto. Minha amiga e eu dissemos que eles estavam parecendo mortos. Eles não sorriram nem disseram nada, e a maioria deles deixou a cidade assim que tudo terminou. Perguntei a meus pais sobre isso, mas eles disseram que não sabiam do que eu estava falando. Uma vez que todos disseram que os bosques estavam seguros novamente, minha amiga e eu decidimos seguir a trilha do fogo. Não dissemos aos nossos pais para onde estávamos indo e foi muito excitante pensar que estávamos desobedecendo eles. Caminhamos por cerca de duas milhas ou mais, e começamos a ver árvores queimadas e outras coisas. Lembro-me de que minha amiga ficou realmente triste quando encontramos o esqueleto de um cervo enrolado embaixo de uma árvore e praticamente tive que arrastá-la. Ela queria enterrá-lo, mas eu não queria que ela o tocasse porque seus chifres eram estranhos. Não consigo lembrar por que, mas recordo de pensar que havia algo de errado com ele e não queria que nenhuma de nós ficasse perto. Quanto mais longe íamos mais coisas queimadas víamos. Não havia árvores de pé, era como estar em outro planeta. Quase nada verde, apenas marrom e preto por todos lados. Estávamos de pé lá, olhando tudo, e nós duas ouvimos alguém gritando a distância. Entrei em pânico, pensei que era meu pai me dizendo que eu estava encrencada. Minha amiga se escondeu atrás de uma grande rocha, dizendo que não queria ser pega naquele lugar. Seus pais lhe proibiram de ir até a floresta, e ela mentiu e disse-lhes que íamos assistir um filme. A segui e continuamos ouvindo. Eu podia ouvir a voz se aproximando, até que percebi que estavam pedindo ajuda. Pensei que talvez fosse um caminhante que tivesse se perdido e precisasse de ajuda para voltar a cidade. Isso costumava acontecer o tempo todo e eu costumava ajudar as pessoas. Eu o ouvi seguindo minha voz, então continuei gritando até o ver correndo na direção. Ele se aproximou e pude ver que seu rosto estava vermelho. Disse a minha amiga que me desse sua bolsa, ela tinha um kit de primeiros socorros. Ela fez um barulho como se estivesse espantada, e perguntou se eu vi o rosto do homem. Eu disse a ela para calar a boca e fui até ele. Parei na metade do caminho e, quando ele parou na minha frente, pude ver que ele não tinha o nariz, os lábios e parte de sua testa. Era como se tivessem sido cortados. Ele estava sangrando muito, e vi que a parte dos joelhos de suas calças estavam vermelhos também. Dei um passo para trás, mas eu estava com medo de me mover demais, e ele agarrou meus ombros. Senti como se eu tivesse levado um choque e ele me empurrou para trás. Ele começou a balbuciar, e eu não conseguia entender o que ele estava dizendo, exceto as perguntas de por quanto tempo ele havia sumido. Ele me perguntou onde estava "sua unidade", mas simplesmente balancei a cabeça. Ele me olhou, viu meu Walkman e gritou. Ele continuou tagarelando e tocando seu rosto, e percebi que ele não estava vestindo roupas 'compatíveis’. Ele usava algum tipo de jaqueta de pano cinza e estranha e calça formal; a jaqueta tinha botões estranhos e bordas vermelhas. Continuei balançando a cabeça e dizendo que não conseguia entender o que ele estava dizendo. Abri o kit de primeiros socorros, mas ele apenas gritou novamente e disse uma única coisa que consegui entender perfeitamente: "Não me toque! Você vai me fazer voltar lá!” Depois disso ele fugiu, e pude ouvi-lo gritando o tempo todo. Quando não consegui mais ouvi-lo, me virei e minha amiga estava chorando. Eu simplesmente me virei e comecei a caminhar de volta para a cidade. Ela me perguntou repetidamente o que aconteceu e quem era, mas eu não disse nada. Quando chegamos em casa, eu disse que não queria mais brincar na floresta com ela. Ainda somos amigas, mas não falamos sobre esse cara. Nunca.
Vou atualizar assim que possível, pessoal. Agradeço o apoio constante!





Este conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigada! Se gostou, comente, só assim saberemos se vocês estão gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião!


11 comentários:

  1. @_@ e la vem o cara sem rosto de novo, nunca mais eu vou dormir...

    Cara, chega de falar dessas escadas, to ficando perturbada já auheuaheua nunca mais vou ver uma escada com os mesmos olhos XD

    já te disse obrigado pq to apaixonada por essa creepy? então, mt obrigado again <3

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  2. EU ESTOU APAIXONADA POR ESSA SÉRIE. De fato é uma das minhas favoritas, eu sinto tanta realidade em cada palavra escrita que dá um medinho real. O que garante que não aconteceu ou não vai acontecer? Ainda bem q o mais próximo de parques que tem aqui são praças kkkkjjbjnnk.

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  3. Aliás, nunca gostei de escadas, mas morro de medo de elevador (plot twist). Apesar de não ter medo de altura, eu n consigo subir em escadas, tenho mt medo de cair. Qnd criança eu desafiava as escadas passando por baixo pra ganhar 7 anos de azar sjdknakdnakd, hj em dia eu passo o mais longe possível. prioridades
    //obrigada por trazer essa creepy, seu trabalho eh impecável.

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  4. Toda vez que eu leio as histórias dessa série eu sinto aquele sentimentozinho de vontade daquela história realmente ser real,mas depois de ler essa do homem sem rosto,minhas esperanças por mínimas que fossem foram pelos ares kkkk. Mas quem disse que creepy tem que ser real né? Na verdade nenhuma é,por isso que são CREEPYPASTAS,aff. Excelente série,by the way,pra mim uma das melhores que estão sendo postadas,hehe.

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  5. Tá faltando a explicação dessas escadas e porque o Slenderman tá recrutando(ou substituindo) seuse hospedeiros

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  6. AAAAA MAS EU AMOOOO!!! Melhor série, socorro. Muito boa!!! Desde a primeira história das escadas, eu tive aquela sensação de "já li algo parecido, já ouvi falar", mas pesquisei no Google e não vi nenhuma história sobre isso. Bateu aquele leve medo uahauhhah não parem nunca com essa série

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  7. Cada história mais interessante que a outra, sempre passa as minhas espectativas...

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  8. A propósito Sarah sua série está maravilhosa parabéns pelo trabalho!

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  9. Não sei se alguém já associou, mas essa série lembra muito aquela "Histórias de um entregador de pizza", publicada há um bom tempo no site, mas bem mais curta do que essa. Uma pena que ela durou apenas três partes, se não me engano.

    Que essa não termine tão cedo. Cada parte mais intrigante do que a outra, uma das melhores séries de histórias que vocês já nos trouxeram.

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