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*** ALERTA DE EMERGÊNCIA *** (SEXTA ATUALIZAÇÃO)

GEEEEENTE, Desculpa sobre a coloração errada do texto, eu realmente não faço ideia porque isso aconteceu. Bem, já tá corrigido! Foi mal, creepers. 



Liz e eu estivemos conversando.

Ela sabe - eu sei. Isso não vai funcionar para sempre. As pessoas da MEW nunca vão parar de procurá-la até que seja encontrada. Claro, eu poderia lidar com McClellan, Sloan, Jones e Kowalski se necessário. Mas tenho certeza que eles tem mais homens - e sabe-se lá, os outros experimentos podem não ser gentis como Liz.

Acabamos de tentar ouvir o rádio. Nada de mais, mas pelo menos temos uma noção de tempo da chegada deles.

- "Kowalski? Sloan aqui. Câmbio." - "Sloan, ei. Você e McClellan já saíram para [retido]? Câmbio." - "Sim, estaremos lá em... mais ou menos duas horas. Câmbio." - "Acabei de sair também. Estarei lá em uma hora e meia. Câmbio." - "Bem, nos diga então onde vasculhou e onde ainda não foi quando chegarmos. Temos que acabar com isso HOJE. Câmbio." - "E Jones? Ele já saiu? Câmbio." - "Ainda não. Provavelmente vai chegar só depois de umas três horas. De qualquer forma, se cuide. Câmbio e desligo."

Os cachorros estão seguros e trancados no porão, mas estou tentando convencer meu irmão de levá-los para sua casa até que tudo termine. Falei para ele que Liz era uma pessoa normal. Ele ficou meio desconfiado, mas acho que já acreditou. No momento ela está usando meu moletom canguru cinza por cima de um par de jeans, All Star vermelho escuro, e uma camiseta branca da Marvel com o símbolo do Venom. Acredito que não vão conseguir identificá-la sem dar antes uma segunda olhada.

Muitos de vocês tem perguntado sobre a arma que encontrei no outro lado da rua. Fiz uma pesquisa, e a mais parecida que encontrei no Google Imagens foi uma Remington 870. Vasculhei a casa do meu vizinho para procurar mais balas, como alguns de vocês sugeriram, e encontrei mais umas 4, e mais dois carregadores portáteis. Não consegui olhar por tudo intensamente, pois estamos com um prazo curto. Tá, meu irmão acabou de me responder. Ele vai ficar com os cachorros. Ainda está confuso, mas vai me ajudar se eu precisar quando os amigáveis, sorridentes e carinhosos policiais aparecerem.

Não estou preocupado de ficar sem balas - se necessário, Liz conseguiria explodir a cabeça deles ou algo do tipo, mas preferia que não tivesse que fazer isso, pois seria bem difícil de explicar para as autoridades, especialmente quando as autoridades sabem sobre 013 e são com quem terei de brigar.

Realmente acho que só terá mais um atualização depois dessa. Acho que hoje tudo acaba. Espero que Liz consiga sair bem dessa, mas será bem difícil livrá-la deles. Se for para ficar livre, tem apenas duas opções: ou todos da MEW terão de morrer, ou ela terá que fugir pra valer. Tipo para o México, ou talvez Canadá - Canadá é mais próximo, então isso antes do México. Entretanto, se Whitfield morrer, talvez os outros deixem-na em paz?

Não sei. Faz 45 minutos que ouvimos as informações pelo rádio - Kowalski deve chegar aqui daqui mais ou menos 45 minutos. Liz teve uma ótima ideia, também. E se deixarmos um recado para ele? Achamos um giz no porão, e fomos na rua e escrevemos "002" em grandes números na calçada. Quando os outros aparecerem, podemos ou apagar com uma mangueira ou com uma chuva patrocinada por Liz. Mas para mim isso é uma boa ideia. E se Kowalski quiser lutar assim como nós?

Tá, mais 15 minutos se passaram, e estou ficando ansiosíssimo. Acho que deveríamos vasculhar mais um pouco para achar suprimentos.

Tá, voltamos da casa do outro lado da rua e pegamos um facão e um revólver pequeno. Coloquei o revólver no meu bolso por enquanto - talvez eu o de para Liz, mas duvido que ela precise - e coloquei o facão nas costas. Não sei porque todos os outros vizinhos estão tão quietos. Será que devo avisá-los? Perguntei para Liz se ela havia matado todos. Disse que não.

Meu irmão apareceu e pegou os cachorros. Vou transcrever como foi mais ou menos a nossa conversa:

"Caralho, Sean!"

"Que?" Perguntei.

"Você não está alistado no exército, não precisa a porra de um arsenal!"

"Quer uma?"

"Não, porra!"

"Tô falando sério," falei. "Você talvez precise. Essas pessoas vão provavelmente vasculhar todas as casas do bairro!"

"Estou bem," disse, se virando para Liz. "Então você é a garota que ficava vagando pelas ruas."

"Sou," Liz respondeu.

"O que está acontecendo?" perguntou para ela. "Estamos envolvidos em algum experimento bizarro do governo ou uma merda desse tipo?"

"Bem, na verdade, sim." Respondi. "Você me dá...nos dá... cobertura?"

"Claro. Mas espero não ir para a prisão por causa disso, mano."

"Jim, fica calmo. Só leve os cachorros para a sua casa, talvez volte aqui. E esteja pronto para lutar."

"Tá," falou se acalmando um pouco. "Tá bom."

"Tá, vá logo."

Falei isso e ele logo saiu correndo com os dois cães na coleira. Alguns minutos depois ele estava arrancando o carro da calçada.

"Seu irmão parece ser legal," Liz falou.

"Ele é um cuzão, mas dá pra se acostumar."

Quinze minutos depois, ele voltou. Dei o facão para ele quando se recusou a ficar com o revólver. Ofereci a arma para Liz, mas ela falou que não precisaria. Concordei.

Estou com a faca de cozinha também, no outro bolso. Todos nós estamos com uma dessa, na real. Também esqueci de comentar que o revólver estava com o cilindro cheio.

Tá, em cinco minutos, Kowalski deve estar passando. Estou muto nervoso agora, mas deve dar tudo certo. Acho que ele não será um problema.

Tá, Kowalski apareceu. Estou o vendo pela janela. Ele está olhando para os números em giz, e parece estar ficando preocupado - nervoso, confuso, sei lá.

Acabou de me ver.

Tá, voltei. Fui para rua com a espingarda nas mãos e ele deu vários passos para trás com as mãos para cima. Questionei-o um pouco e ele admitiu ter matado o verdadeiro Kowalski. Depois Liz saiu. Revistamos ele, pegamos sua arma curta (depois vou pesquisar qual é o modelo) e o levamos para o porão para amarrá-lo. No momento ele está sentado do outro lado do cômodo, amarrado e amordaçado, e meu irmão pálido que nem um fantasma.

"Acabamos de sequestrar um cara," murmurou.

"E provavelmente vamos matar alguns em poucos minutos," falei. "Então prepare-se."

Notei a insignia em sua lapela. "MEW" estava escrito em letras brancas contrastando com o tecido cinza escuro de sua camisa.

Decidi ir esperar por McClellan e Sloan atrás da casa do meu falecido vizinho. Liz e meu irmão, Jim, (não sei se já falei seu nome) esperaram na casa.

Tá, eles estão aqui. Acabaram de sair do carro, mas são quatro. McClellan é um cara de altura normal, cabelos castanhos, físico médio. Sloan é uma mulher de cabelo preto e rabo de cavalo. Os outros dois são altos e de físico médio, um de cabelo loiro e outro preto, dois homens.

Um dos grandões acabou de vir na minha direção. Sloan e McClellan estão circulando a minha propriedade. O outro cara está andado pela rua. Vou guardar meu celular.

Tá, gente. Acabei de atirar no cara.

Ele deu a volta na casa e me viu e antes que pudesse apontar sua arma para mim, atirei com a espingarda. McClellan e o outro grandão estavam ambos dentro da casa, mas Sloan estava na rua, então viu ele cair, embora provavelmente todos tenham ouvido o tiro. Meus ouvidos zumbiam, me levantei e me preparei para correr, tremendo pelo fato de que agora eu tinha, metaforicamente, o sangue de alguém nas minhas mãos. Atirei em Sloan mas errei, e ela começou a correr atrás de mim. Atirei em sua coxa, ela caiu, mas se sentou e começou a atirar na minha direção.

McClellan deve ter decidido ficar onde estava, e o grandão não estava em lugar nenhum, então me agachei atrás da casa mais próxima, Sloan gritando de dor. "Por que....?" me perguntou, olhando na minha direção com raiva. "Seu filho da puta..."

"Vocês não vão pegar 013," falei. "Eu sei o que estão fazendo naquele lugar."

"Eu sou uma policial!"

"Então porque está escrito MEW na sua camiseta? E por que você fica dizendo 'câmbio' pela rádio?"

"Todos policiais dizem 'câmbio'," falou.

"Eu também achava isso."

"Olha, eu não ligo se 013 for ou não capturada. Mas preciso fazer meu trabalho."

"Eu estou te dando uma chance," falei. "Fiquei quieta, deitada, e deixe eu lidar com essa situação."

Ela estava olhando para trás de mim. Me virei e o grandão número dois veio pelo canto da casa com sua arma em punho. Peguei minha faca e enfiei em seu ombro - ele caiu e eu montei nele, enfiando-a em suas costelas. "Eu não queria fazer isso!" falei. Ele caiu parado, e olhei para Sloan. "Se você não pode mandá-los parar, então nada pode ser feito. Se você pode fazer algo para pará-los, então faça agora."

Pelo rádio dela, ouvi uma voz. "Aqui é o professor Whitfield para Oficial Sloan. Estarei aí em breve com Jones. No tempo devido... câmbio."

Peguei a espingarda e dei uma coronhada na cabeça dela, deixando-a inconsciente. Minha cabeça girava.



DIA 20/12/17 : *** ALERTA DE EMERGÊNCIA *** (ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO)

Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigada! Se gostou, comente, só assim saberemos se você está gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião!