10/01/2018

As histórias de um Oficial de Resgate no Serviço Florestal dos EUA (PARTE 7)

(VOCÊS TEM ALGUMA SUGESTÃO DE SÉRIE PARA EU TRADUZIR?)

PARTE 1 PARTE 2 - PARTE 3 - PARTE 4 - PARTE 5 - PARTE 6


Um dos tópicos que mais me perguntam sobre, aqui e na vida real, é sobre coisas como o The Rake, Wendigo e outras criaturas lendárias do tipo. Não posso falar honestamente que sei muito sobre eles, mas baseado em algumas leituras básicas que fiz, posso dizer que ouvi histórias que parecem ser levemente relacionada à eles. Você já deve ter ouvido o antigo provérbio de que lendas desse tipo surgem de algum lugar verdadeiro, mas como vocês sabem, sempre levo essa considerações com um pouco de ceticismo. Tenho que fazer isso, aqui principalmente. Acredito que é como trabalhar em um hospital; Você pode passar o dia todo pensando em quantas pessoas já morreram lá, e como provavelmente existem fantasmas, ou sei lá como queira chamá-los, por todos os cantos, mas isso não vai te fazer bem. Só tornará seu trabalho mais difícil. Creio que muitos de nós se sente dessa forma, e por isso tentamos apenas voltar a trabalhar como se tudo estivesse bem. Uma vez que fica paranoico, não tem como voltar atrás, e muitas pessoas se demitem e ficam surtando com qualquer coisinha, simplesmente parecem não conseguir superar. Você tem que aprender a internalizar as coisas e desligá-las.

Conversei com K.D sobre suas experiências, porque eu queria saber o que pensava sobre o Wendigo. Ela não tinha nada muito especifico para falar sobre, além de que não queria pensar muito sobre, mas me falou que um amigo dela que passou por algo parecido. Contatei essa pessoa, H, pelo Skype, e ele concordou falar comigo sobe. Ele está ciente do meu trabalho e não se importa que eu escreva aqui sua história, exatamente como me contou:

"Cresci na região central de Oregon, e existe uma reserva chamada Warm Springs a cerca de duas horas e pouco de onde eu morava. Só estou citando isso porque várias pessoas na minha área tem amigos por lá, e muitas das terras pertencem à essa tribo. Quando eu era criança, costumávamos ir acampar nesse lugar. Não na reserva em si, mas na área, e conheci muitas crianças que cresceram ali. Fiquei bastante próximo de uma criança em específico, se chamava Nolan, e passávamos bastante tempo juntos quando nossas famílias estavam na reserva. As famílias se conheceram e fizeram amizade, então sempre nos comunicávamos para acampar na mesma época. Ficávamos acampado cerca de duas semanas, então era um bom tempo. [Nesse momento perguntei se acampavam de motorhome.] Sim, meu pai tinha um, então acho que não era acampar de verdade mas levávamos nossas barracas e tal e montávamos no campo na maioria das noites. Eu não gostava de dormir dentro do trailer porque eu gostava de ficar na rua. [Conversamos um pouco sobre acampar.]

Então, de qualquer forma, Nolan e eu estávamos por lá, e acho que tínhamos por volta dos doze anos. Nós queríamos sair e acampar perto do rio porque queríamos tentar pescar a noite, e creio que estávamos cerca de 500 metros dos motorhomes. Longe o suficiente para não conseguirmos ver ou ouvir mais ninguém, disso eu lembro. Ficamos a maior parte do dia só de lazer, não lembro fazendo o que especificamente, mas acabamos fazendo uma fogueira e lembro de ficar bem impressionado porque ele tinha uma espécie de pedra que acendia o fogo. Eu nunca tinha visto ninguém fazer aquilo e achei muito maneiro. Fiz com que me ensinasse como fazer fogo daquele jeito e incendiando algumas coisa, o que foi algo bem estúpido, sendo que estávamos no meio do verão e sei que as placas de perigo de incêndio estavam no amarelo ou laranja, ou seja, bem alto. Mas por sorte não acabamos botando fogo no parque inteiro, e quando escureceu começamos a conversar sobre seja lá o que crianças de doze anos conversam, não lembro. O que realmente me recordo é que, em dado momento, ele olhou por cima do meu ombro em direção do rio e perguntou se eu estava vendo algo.

Do jeito que montamos nossa barraca, estávamos cerca de três metros do rio, e estávamos na parte mais larga, então a outra margem ficava mais ou menos 6 metros de distância. Fica bem quente ali no verão, mas a água ainda é muito gelada, o que é importante.

Olhei por cima do meu ombro e pude ver algo adentrando no rio pela outra margem. De onde estávamos parecia ser um cervo, mas não conseguímos saber ao certo por causa da iluminação da fogueira. Me levantei para olhar melhor e vi um par de galhadas, então acreditei ser um macho. Mas achei estranho que ele estivesse entrando na água, e definitivamente estava vindo na nossa direção, e perguntei para Nolan o que deveríamos fazer. Ele estava olhando para o fogo com uma expressão esquisita e falou para eu sentar e calar a boca, e foi o que eu fiz, porque nunca tinha visto-o agindo daquela forma. Ficou sussurrando para que eu ignorasse, e só continuar conversando mas eu não conseguia pensar em nada para falar. Ele estava falando sobre um episódio de algum programa, mas eu conseguia ouvir o cervo andando pela água, então não prestei atenção, e continuei tentando olhar por cima do meu ombro, mas toda vez que eu fazia isso, Nolan me dava um tapa no braço para eu olhar para ele. Eu nem estava com medo, só meio confuso. Mas então ouvi o bicho sair da água, e pude ver mais ou menos como se parecia, e percebi que não era realmente um cervo porque seja lá o que estava vindo na nossa direção, estava andando em duas pernas. Comecei a me levantar, estava bem surtado, mas Nolan me puxou de volta para baixo e falou mais alto sobre o programa de TV, e pude perceber que ele estava tão assustado quanto eu, talvez ainda mais. Se inclinou e cutucou o fogo com um galho, e sussurrou que, seja lá o que eu fizesse, eu não podia falar com a coisa. Eu podia vê-lo se aproximando, e ficou de pé atrás das costas de Nolan. Eu estava prestes a mijar nas calças, e sei que teria corrido se estivesse sozinho, mas não queria deixar Nolan para trás, então continuei sentado e imóvel e dando olhadinhas de canto de olho para a coisa. Não era muito alto, mas o jeito que se portava era errado, como se o seu centro equilíbrio estivesse ferrado. Não consigo descrever bem, mas era como se ficasse se balançando para a frente constantemente. Só ficou lá parado atrás de Nolan por um bom tempo, e eventualmente Nolan não tinha mais o que falar e ficamos lá só sentados. A fogueira fazia barulhos, mas achei que estava ouvindo a criatura falando em uma voz bem baixa. Não consegui entender o que dizia, e me inclinei um pouquinho para frente para ouvir melhor, e realmente MIJEI nas calças quando ele também se inclinou para frente. Não consegui ver seu rosto, mas vi seus olhos.

Eram nebulosos e leitosos, e se quer saber como era, encontre aquela cena de Senhor dos Anéis onde o Frodo cai no pântano onde tem todas aquelas pessoas mortas flutuando na direção dele. Era assim que os olhos eram. Então, tudo que eu via eram esses dois olhos brancos flutuando acima da cabeça de Nolan, e também a vaga silhueta das galhadas saindo de sua cabeça. Não sei como a expressão em meu rosto era, mas eu e Nolan saímos em disparada de lá ao mesmo tempo, correndo sem parar para o acampamento de trailers. Minhas calças estavam encharcadas de mijo, então as tirei enquanto corria e as joguei em um arbusto. Nós dois paramos assim que estávamos na frente do motorhome do meu pai, e não conseguimos ver nada nos seguindo, então paramos lá para recuperar o folego. Perguntei o que era aquela coisa, mas me disse que não sabia. Só falou que seu avô tinha avisado para ele que se um dia alguma coisa viesse até ele do meio do nada no deserto, não devia falar nem ouvir nada que a criatura tinha a dizer. Perguntei se ele tinha ouvido a coisa falando também, e disse que sim, mas a única coisa que entendeu fora "ajudar você". Acho que acabamos dormindo no trailer com meus pais, e quando voltamos na manhã seguinte para pegar as coisas não tinha nada demais lá. 

Isso me lembra, em vários sentidos, a lenda do Wendigo. Tem uma frase que é usada para descrevê-lo que se encaixa perfeitamente, que é que o Wendigo é 'o espírito dos lugares solitários'. Eu sei que quando eu estou na natureza selvagem, quando que não tem mais ninguém por quilômetros e quilômetros, começo a ter essa vontade que não sei explicar. Não sei se acontece com mais alguém, mas é um desejo de consumir. Não que eu esteja desejando algo em particular, mas é essa fome estranha e distrativa que consome cada pedacinho do meu interior.

Também queria saber mais sobre o homem sem rosto, se conseguisse, e descobri algumas semelhanças. Perguntei entre meus amigos, e um me disse que estava fazendo alguns consertos em um parque de sua área, quando viu algo do tipo.

Estávamos jantando na cidade, cinco pessoas incluindo eu. Esse cara estava repintando uma cabine de informações e ouviu um homem pedir informações de onde ficava o acampamento mais próximo. Não se virou para responder porque estava pendurado na escada, mas informou para o homem que não tinha nenhum local de acampamento por perto, mas se seguisse pela estrada por mais ou menos seis quilômetros e meio, encontraria outro parque. Perguntou se poderia ajudar com mais alguma coisa, o homem disse que não, e o agradeceu. Meu amigo continuou a pintar, mas estava ouvindo, e não ouviu o homem ir embora. 

"No segundo em que veio falar comigo, os pelos da minha nuca se arrepiaram, mas eu não entendia o porquê. Só fiquei com essa sensação ruim sobre tudo aquilo, e queria terminar a pintura e vazar de lá. Achei que era por não conseguir me virar para falar com o homem, mas algo parecia estranho. Também tinha esse cheiro pelo ar antes mesmo de falar comigo, parecia sangue de menstruação velho. Tinha olhado em volta para procurar o que estava causando-o, mas não vi nada. Então esperei o cara ir embora, mas não o ouvi ir, o que me fez pensar que ele estava apenas ali de pé, me observando, então perguntei de novo se podia ajudá-lo com mais alguma coisa, mas não obtive resposta. Mas eu sabia que continuava ali, pois não ouvira o som de seus passos indo embora, então olhei para trás me virando desconfortavelmente na escada para olhar para baixo e ver o que ele estava fazendo. Bem, admito que pode ter sido apenas meu cérebro zoando comigo, Russ, mas por meio segundo eu posso jurar que o filho da mãe não tinha rosto. Tipo, sem rosto mesmo. Era quase concavo, e totalmente liso, e eu estava prestes a ter um ataque cardíaco porque não conseguia fazer com que meu cérebro entendesse o que estava vendo. Acho que comecei a falar alguma coisa mas meio que um "pop!" dentro da minha cabeça, o cara virou uma pessoa normal. Devo ter ficado com uma cara bizarra, pois me perguntou se eu estava me sentindo bem, e eu só fiquei tipo 'ahan, tudo certo'. Ele me perguntou de novo sobre o lugar de acampamento e eu novamente aponto para a direção que tem que ir, e ele fala 'eu não sou daqui, você pode me ajudar a ir até lá?' Foi aí que eu percebi que tinha algo realmente acontecendo porque, não tem como o cara ter chegado até onde estávamos e não saber onde estava. E além do mais, não tinha nenhum carro à vista, então como tinha chegado até aqui pra começo de conversa? Falei que sentia muito, mas não podia levá-lo em lugar nenhum com o carro da empresa, e ele ficou tipo 'por favor? Eu realmente não faço ideia de onde estou, pode vir comigo e me ajudar a chegar lá?' Então nesse momento eu já estava estranhando demais esse assunto, comecei a me perguntar se isso era um tipo de emboscada ou algo do tipo. Falei que podia chamar um táxi para ele, comecei a puxar meu celular do bolso e ele falou 'não' e saiu andando rapidamente. Mas ele não foi embora do parque, andou em direção da floresta e eu fui direto para o carro e sai de lá, foda-se a pintura. Olhei pelo retrovisor para ver onde ele tinha ido e estava bem na entrada da floresta perto das árvores, parado. Não sei como chegou lá tão rápido, mas dessa vez vi certamente que esse fodido não tinha rosto. Estava me observando ir embora, e logo antes de eu virar o carro ele deu um passo para dentro do bosque e meio que se dissolveu, sei lá. Talvez estivesse só escuro e ele se misturou ao breu, mas parecia mais que tinha derretido." 

Logo depois que esse cara terminou de contar essa história, outra pessoa veio conversar comigo, com outra história com um final um pouco diferente. 

"Sabe, na verdade algo estranho aconteceu comigo uma vez. Eu estava patrulhando algumas trilhas, e estava no meio do nada, tentando decidir por onde essa trilha passaria. Não tinha visto ninguém fazia umas boas duas horas, então não estava prestando muita atenção por onde ia, estava olhando para o chão boa parte do tempo. Então, do nada, subi essa pequena colina e quase bati de frente com um cara. Ele era mais velho, por volta dos sessenta anos, e comecei a me desculpar por ter colidido com ele. Daí notei seu rosto, e devo ter ficado com uma cara de panaca porque parei de falar e só fiquei olhando para ele. Demorei uns segundos para entender o que tinha de errado, mas a cara desse homem era enorme. Sei que isso soa estranho, mas é o único jeito que consigo descrever. Sua cabeça não era grande ou algo do tipo, era de tamanho normal, mas o espaço em que seu rosto era distribuído era demais. Como se você pegasse o rosto de alguém e aumentasse duas vezes. Ele não falou nada, só ficou me olhando e eu recuei, gaguejando que sentia muito, então o contornei e segui meu caminho rapidamente. O tempo todo eu ficava olhando para trás porque tava todo cagado, achando que a qualquer momento ele apareceria atrás de mim. Sei que parece ridículo, mas juro por Deus que foi a coisa mais assustadora que me aconteceu." 

Mudei de assunto para as escadas, e isso mudou o entusiasmo da conversa drasticamente. Ninguém falou a princípio; havia uma estigma sobre conversar disso, mesmo quando estávamos longe do trabalho. Mas quebrei o gelo com minha própria história e o cara que contou a história do home sem rosto contou essa outra, bem baixinho.

"Alguns anos atrás, eu estava acampando com minha namorada, e estávamos cerca de 5 quilômetros da estrada desse campo que conheço. Fomos dormir de noite, mas não conseguíamos dormir porque-" 

Alguém fez uma piadinha de mal gosto, e quase que o assunto foi mudado rapidamente, mas eu coloquei o assunto de volta nos trilhos. 

"- haha é, muito engraçado, seu fodido. Não, era porque continuávamos a ouvir esse rangido. Meu irmão costumava ranger os dentes enquanto dormia, e me lembrava aquele barulho. Minha namorada estava surtando mas eu falei para que ela apenas ignorasse porque eu já tinha ouvido aquilo antes e uma hora ia parar, vocês sabem do que estou falando."

Todos sabíamos exatamente do que estava falando. 

"Então, eventualmente consegui fazer com que ela dormisse, mas acordei cerca de duas horas depois porque algo estava estranho. Me virei e ela não estava lá, e comecei a ficar com muito medo, porque..."

Ele pensou por um segundo e então tomou um longo gole de sua bebida. 

"Bem, sai da barraca e chamei seu nome, mas não precisei ir longe. Estava na ponta do acampamento olhando para algo nas árvores e pude perceber que estava muito pálida. A fogueira estava quase apagando, mas tinha fogo suficiente para eu vê-la. Corri até lá para ver o que estava acontecendo e ela estava completamente adormecida, mas de olhos abertos. Sua expressão era como se estivesse fora de si, sabe? Então coloquei meu braço em volta de sua cintura para guiá-la de volta, mas ela não se mexia. Só falava algo bem baixinho tipo 'Tenho que ir agora, Eddie. Tenho que ir, chegou.' E eu falava tipo 'você está sonambula, vamos voltar para a cama' mas ela não vinha. Só continuava parada ali falando que tinha que ir. Então olhei para onde estava olhando, e havia a porra de uma estada certa de vinte metros de nós. Cinza, de concreto. E ela começou a andar em direção da escada e eu dei um puxão em seu braço e isso a acordou. Me olhou como se eu estivesse louco, e perguntou que porra estávamos fazendo fora da barraca. Não falei nada, só disse que ela estava sonambula. O ranger tinha parado, então voltamos para a barraca e dormimos de novo. Sei lá... não gosto de pensar muito sobre, sabe?"

Todos sabíamos. 

"Vocês se lembrar daquela criança com... não me lembro o que era, algum problema na cabeça, não Síndrome de Down, mas algo assim." Alguém falou. "Bem, eu consegui ler os depoimentos que ele deu quando o encontraram uma semana depois de seu desaparecimento e é fodido além do imaginável. Tem que levar ceticamente porque sabe-se lá o que as crianças acham ser reais ou não, mas algumas partes do que falou, não sei se podem ser inventadas."

"Tipo o que?"

"Bem, primeiro de tudo, ele falou das escadas. Disse que estava vendo seu pai fazer uma fogueira e as escadas 'apareciam para ele', e que tinha que subir nelas ou algo de ruim ia acontecer. Os policiais não conseguiam entender muito além disso porque só continuava a repetir 'tipo a fogueira' de novo e de novo. E continuava a mencionar sons, mas não sabia dizer o que eram esses sons, só que era muito alto e que tapou os ouvidos para não ouvir mais. Mas o que mais lembro é que perguntaram para onde tinha ido e ele dizia que estava bem ali. Ficava apontando para si mesmo, e disseram que achavam que isso significava que o menino achava que nunca tinha sumido. Disse que não sentiu medo porque as escadas estavam lá e conversavam com ele, mas não como as pessoas conversam. Como eu disse, era bem viajado e difícil de entender, e acredito que os policiais não anotaram tudo que ele falou.  Acabaram dizendo que a criança tinha alguma espécie de amnésia ou em estado de fuga, e que não achavam que tinha feito isso como uma espécie de brincadeira. Mas isso não explica como voltou uma semana depois perfeitamente bem sem estar nem um pouquinho sujo e estando bem alimentado, mas né, o que a polícia fala está falado."

Existem muitas perguntas que ainda quero responder. Vou continuar a perguntar por aqui e descobrir o que puder. A próxima atualização virá em breve, obrigado por serem pacientes. 


EM BREVE PARTE FINAL


Este conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigada! Se gostou, comente, só assim saberemos se vocês estão gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião!


22 comentários:

  1. Pronto, após mais de ano acompanhando o site as vezes, resolvi ler tudo que ficou do ano passado pra cá e terminei. hahaha

    Primeiro parabéns aos que comandam o site, sei que não lucram, sei que é trabalhoso traduzir, revisar, procurar conteúdo e também criar contos e creepys tendo que cuidar da vida fora do site, parabéns mesmo.

    Acho que a única vez que comentei aqui foi quando publicaram minha creepy, aliás, aproveitando o gancho, fiz mais umas duas ou três e vou mandar, vai que é publicada nas creepys dos fãs :).

    Enfim, sobre essa creepypasta, vi que tem gente que acha confuso e sem explicações, acredito que isso seja intencional, o autor não quer dar respostas, assim como os leitores, ele também não sabe o que de fato são as coisas que ele vê e ouve de colegas, isso passa uma tom até real demais para essas histórias, porque nunca se sabe o que se escondem nas florestas.

    Aliás Divina, sabe onde posso entrar aquela creepy bem antiga da Ted's Caving? Nunca a achei traduzida, e lê-la em inglês é cansativo, bem antigamente ela já foi postada aqui, mas era citando o link das postagens originais.

    Agradeço e parabéns mais uma vez pelo trabalho que fazem.

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    1. O autor escreve tão bem, descreve tudo e todos de um jeito tão instigante que nem precisa achar explicação para as paradas que acontecem. O "tesão" de ler creepies como está é exatamente imaginar cada evento, ficar se pondo no lugar do narrador enquanto vai lendo o que é contado. É tão bom que nem precisa de explicação, além de a falta dessa aumentar ainda mais o mistério (e às vezes até o terror).

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  2. Meu Deus, bicho... Essa é a melhor Creepypasta que já acompanhei desde Penpal - 1000 Vultures. Os elementos descritivos dela são perfeitos, o(a) autor(a) tem o dom de conseguir fazer o leitor mergulhar dentro do texto, imaginar cada cena, paisagem, pessoa, coisa e criatura descritas como se tivesse no lugar do próprio narrador. É muito difícil achar contos, principalmente creepies, com um texto descritivo tão cativante.

    Essa parte do Wendigo foi uma das melhores histórias que o autor da creepy trouxe. Não tem como não se colocar no lugar de um dos dois garotos enquanto a criatura e a sensação de pavor e impotência deles diante desta vão sendo tecidas em cada detalhe pelo narrador.

    Parabéns ao pessoal do site pela ótima tradução, também. Só peço que corrijam alguns vícios de linguagem chatos que já vi várias vezes nas traduções, como "tinha chego". Não existe "chego", mas sim "chegado". No mais, valeu por trazerem histórias tão boas quanto esta pra gente!

    PS: essa creepypasta me lembra bastante a Histórias de um Entregador de Pizza, outra série de contos tão maneiros quanto essa. Parecem até serem da mesma pessoa. Ela vai voltar a ser traduzida ou não tem mais nada por enquanto?

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  3. Essa parte me pareceu confusa, mas tudo bem.

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  4. Deem uma olhada no e-mail! Eu e um amigo temos parte de uma creepy longa traduzida e também mandamos uma de capítulo único já traduzidinha lá. :3

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  5. depois de alguns dias eu entro no site e me deparo com essa creepy, quase desmaiei de emoção ♡ essa creepy nunca me decepciona! sempre fico meio cagada kkkkjjk

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  6. Ei, por favor traduza as creepypastas em alta do nosleep por favor!

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  7. Eu tinha terminado ela em inglês mas vou reler agora pra entender tudo melhor. Valeu!
    Sobre sugestões tem duas Fod#s do nosleep. Borrasca e The New Fish ( a primeira é grandona, várias partes a segunda já é menor. Uma que estou lendo agora e parece digna de traduzir e Ruth account of The whistlers

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  8. É só mais um comentário. Acho que esse ano ainda sai a série sobre essa Creepypasta no Channel Zero. Estou ansioso pra ver como vão passar pra tv. Pelo menos essa tem histórias para vários episódios ao contrário das duas últimas temporadas deles.

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  9. Corrija "estada" (obviamente é escada) no relatório sobre a escada cinza. Aliás, amo essa série!

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  10. essa creepie é boa pq é muito real mano, eu me sinto em lugares em que o personagem descreve e caramba... me cago de medo kkkkkk

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  11. Eu gostaria muito de saber se Dan Auerbach (autor de Penpal, mais conhecido como 1000vultures) escreveu algo novo e se sim, por favor tragam pra nós!!!! Obrigada

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  12. De longe, essa parte da creepypasta foi a que mais mexeu comigo. Sou sonâmbula desde os seis anos de idade e já aconteceu/acontecem tantas coisas estranhas que senti um mal estar verdadeiro lendo essa creepy. Parabéns!

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  13. Alguem pode me mandar o link pra eu ler a creepypasta em ingles msm?

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    1. https://www.reddit.com/r/StairsintheWoods/comments/5sy7ce/stories_masterlist/?utm_source=reddit-android

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  14. Gelei com o Wendingo kk mt boa 10/10

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  15. Essa e a segunda melhor serie que eu vi só fica atrás de godzilla nes

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  16. Essa e a segunda melhor serie que eu vi só fica atrás de godzilla nes

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  17. Sim o Wendigo foi legal, quase me caguei lendo de madrugada...

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