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Desafiei Meu Melhor Amigo a Arruinar Minha Vida (PARTE 3)

11 comentários
Parte 1

Parte 2


Vamos continuar. 

"Olá Zander," ele grunhiu. "Dando uma caminhada?"

"Vá se foder," Cuspi, minha bochecha pressionada contra a borda da mesa. 

"Porque tão hostil?" 

"Você sabe muito bem o motivo, seu idiota!"

"Não precisa gritar. Estamos tendo uma conversa calma e pacífica."

Tentei tirar minha cabeça da mesa, mas ele era muito mais forte que eu. 

"Pare de lutar e ouça. Quero esclarecer as regras do jogo, sendo que finalmente você percebeu que estamos jogando." 

"Isso não é um jogo! Você arruinou meus créditos com o banco, roubou meu dinheiro, hackeou minhas contas, roubou minhas coisas! Eu vou te matar!" 

"Mas eu não vou te matar. Essa é a regra. Não vou te matar, Zander. Isso faria com que eu parasse de arruinar sua vida, e esse não é o objetivo. Agora, você ainda não se esforçou nem um pouquinho para arruinar MINHA vida. Por quê?" 

"Porque eu não sou um psicopata doente," sibilei. 

"Obviamente," falou calmamente. "Mas está ficando entediante para mim. Estou fazendo todo o trabalho para você lutar pela sua vida, enquanto você não está fazendo nada para melhorar a minha. 

Não que eu não tenha aprendido nada, mas seria mais interessante se você reagisse. Até deixo Clark te ajudar. Mas acho que você precisa de motivação."

"Você acha que eu preciso de motivação para te machucar? Até parece." 

"Sim, você precisa. Por que, apesar de tudo que te aconteceu, sua tentativa de reação foi patética. Preciso que você melhore seu jogo e lute contra mim. Então, é aí que a motivação entra." 

Ele escorregou a mão esquerda para o bolso e puxou um celular. Digitou alguns número antes de colocar contra a orelha. 

"Sou eu," falou, enquanto outra pessoa atendia. "Coloque ela no telefone." Então colocou o telefone na minha orelha. Alguém estava chorando. 

"Diga olá," uma voz abafada falou. 

"O-olá?" Katie. Meu Deus, ele havia sequestrado Katie.

"SEU MALDITO FILHO DA PUTA!" Gritei. 

"Olha a boca, Zander," David sorriu, falando comigo como se estivesse pedindo para eu terminar as verduras do meu prato. 

"Katie, onde você está?" Falei desesperadamente no telefone. David tirou o celular da minha orelha, desligou e colocou de volta no bolso. 

"Você entendeu as regras agora, Zander? Está motivado?"

"Eu vou te matar, seu filho da puta. Você vai queimar no inferno!"

"Calma, calma, isso aqui não é uma conversa teológica," David zombou. "Você e Clark, façam o melhor para arruinar minha vida. Façam o que quiser. Mas se você me matar, eu mato Katie." 
"Não pode matá-la se estiver morto," rugi. 

"Não, mas meu amigo vai. É maravilhoso as coisas que as pessoas que você conhece na internet estão dispostas a fazer. Ele está tão animado para jogar quanto eu. Tem mais alguma pergunta antes do jogo realmente começar?" 

"O que diabos aconteceu com você?" Perguntei. "Nós éramos melhores amigos!"

"As coisas mudam," falou. "Eu venho sonhando com esse jogo faz muitos anos. Você era meu único amigo de verdade com quem eu podia jogá-lo. Um dia eu simplesmente... decidi tentar." 

"Você vai arruinar a própria vida tentando arruinar a minha," grunhi. "Assim que for condenado por roubo de identidade e sequestro, sua vida já era!" 

"Isso faz parte do jogo. Não pode me arruinar se não provar que fui eu. Estou me preparando há muitos anos," sorriu diabolicamente. Seus olhos eram escuros e ameaçadores. 

"Você não acha que isso é injusto comigo? Como você quer que eu jogue a sua altura se você já estava se preparando há tanto tempo?" 

"Vou considerar te dar alguns conselhos no futuro," admitiu, pensativo. "No meio tempo, faça o seu melhor. E fale para Clark começar jogar, porque darei motivação à ele também."

Um som perto na cerca de trás nos alertou sobre a presença de alguém. Gritei por ajuda, e David me deu um tapa, mas de leve. Eu tentei ver quem era, ainda com meus movimentos limitados. O rosto de Clark apareceu por cima da cerca.

"Essa é a minha deixa," disse David com um sorriso. "Foi bom conversar de novo com você, Zander." 

Clark disparou pelo jardim, gritando para David vazar. David ficou parado, olhando para mim e... esperando. Foi quando Clark o alcançou e deu um soco em seu rosto. David voou para o chão, soltando minha cabeça. Me levantei e esfreguei meu rosto dolorido. David começou a se levantar, mas Clark o chutou de volta para o chão. 

"Fique no chão!" Gritou. 

Uma luz se acendeu dentro da casa. Nós dois nos viramos para olhar. Tive a ideia de segurar David até que a polícia chegasse, mas quando nos voltamos para ele, já estava correndo pela rua. Clark começou a ir atrás, mas agarrei seu braço.

"Pare, deixa ele ir," falei, derrotado. "Tenho algo para te dizer."

Tomamos a decisão de evitar a polícia naquela noite. Queríamos fazer um boletim de ocorrência nos nossos próprios termos, não tendo que explicar  o que estávamos fazendo invadindo propriedades privadas no meio da noite. Corremos de volta para o carro e fomos para casa.

Sentamos no sofá da sala e contei para Clark sobre minha conversa com David. Clark ficou me encarando, estupefato.

"Achei que você tinha dito que antes ele era seu amigo?" Falou. 

"Era."

"E nunca foi desse jeito?"

"Não, não comigo."

"Isso é uma loucura," disse, se levantando do sofá. "Sequestrou Katie só para que você tente arruinar a vida dele e continuar com um desafio ridículo? Ele é louco? Vai ser pego desse jeito!"

"Espero que sim," falei. "Mas é melhor começarmos nosso planejamento. Não vou dar sorte ao azar enquanto ele estiver com Katie." 

"Tá, cara. Eu não queria me meter nesse assunto de forma nenhuma, mas também quero te ajudar. Se fosse qualquer outra pessoa, já estaria fora."

"Então vamos começar."

Não vou detalhar tudo aqui porque pode ser que fique tudo meio lento e entediante para vocês. Ficamos a noite inteira acordados mapeando eventos, pessoas, pontos fracos, pontos fortes, tudo que conseguimos pensar. Preenchemos metade de um caderno com todas nossas anotações.

Aqui estavam algumas pontos fracos de David que possivelmente poderíamos usar contra ele:

Tédio com a vida - Poderíamos fazer o jogo se tornar tedioso demais para continuar com o mesmo.

A mãe dele - Se ela soubesse o que estava acontecendo, talvez conseguiria pará-lo. Sei que alguns de vocês sugeriram para sequestrarmos a Sra. K e usá-la, mas ainda não estamos maduros o suficiente para isso e não temos vontade de jogar tão sujo quanto ele. 

Trabalho - Fazer com que fosse demitido e que não conseguisse um novo emprego.

Contas Online - Fazer a mesma coisa que tinha feito comigo. 

Polícia - Se conseguíssemos uma evidência pesada para que fosse condenado, o problema seria solucionado. 

Katie - Sendo que ele havia sequestrado Katie, a polícia com certeza entraria em ação. Eu poderia facilmente relatar minhas suspeitas em David para que fizesse uma busca.

Então olhamos os pontos fortes, as coisas que precisávamos tomar cuidado:

Preparação - Obviamente ele tinha uma timeline que estava sendo seguida e sabia bem o que estava fazendo. 

Tempo - As correspondências e as fraudes tinham começado bem antes de eu sentir seus efeitos. Isso significava que poderiam haver mais armadilhas que David preparara muito antes, que eram como bombas relógios: poderiam explodir a qualquer minuto. 

Corpo físico - Pelos eventos daquela noite, pude perceber que ele vinha treinando bastante e tinha muita prática. Provavelmente um treinamento para seu emprego como segurança.

Dinheiro - Ele tinha muito dinheiro agora, por causa de tudo que tinha roubado de mim. 

Amigos - Se tinha um amigo que estava disposto a se envolver em um sequestro, então haviam dois ou mais psicopatas com quem tínhamos que nos preocupar.

Conhecimento - Ele sabia como fazer fraudes sem ser pego (por enquanto) e hackear computadores ou pelo menos quem contratar para fazer isso. Não fazíamos ideia de que outros conhecimentos perigosos poderia ter, então fizemos uma lista de coisas que poderia saber e que deveríamos também aprender sobre. Não vou listar aqui porque era bastante coisa. 

Disposto a infringir a lei - Estava óbvio que atuar dentro da lei não estava nas regras do jogo para ele. Ou ele não tinha medo de ser pego, ou estava confiante que não seria. 

Depois de avaliar David, avaliamos a nós mesmos. Primeiro, nossos pontos fracos:

Conhecimento - Não tínhamos nem sequer a metade do conhecimento que David tinha. Não só conhecimentos do tipo como consertar um cano, mas também conhecimento sobre o próprio David: quem eram seus amigos, onde trabalhava, com quem conversava, etc. Tínhamos que começar a aprender feito loucos para chegar no seu nível. 

Dinheiro - Eu não tinha mais dinheiro. Clark tinha pouco, pois havia gastado muita grana na TV de plasma recém comprada (e roubada). 

Casa e carro - David sabia onde morávamos. Planejávamos nos mudar o mais rápido possível.  Também conhecia nossos carros, mas não tinha nada que pudéssemos fazer até nos mudarmos e ter um pouco de dinheiro para comprar um carro velho que usaríamos quando necessário. Não importa para onde nos mudássemos, se encontrasse nossos carros, saberia onde seria nossa casa.

Katie - Se David decidisse mudar as regras e usar Katie como motivação, teríamos que repensar tudo. 

Medo - Clark e eu sabíamos que no fundo, David nos dava muito mais medo do que raiva. Eu preferiria me afastar dessa confusão do que armar uma vingança. Também tínhamos medo e não queríamos fazer muitas das coisas que David já tinha feito. 

E então, nossos pontos fortes:

Lei - A lei estava do nosso lado enquanto fizéssemos tudo legalmente. 

Crédito de Clark - Até agora, David não tinha colocado um alvo em Clark como tinha colocado em mim, então podíamos tomar medidas preventivas para protegê-lo. 

Empregos - Tínhamos empregos e por isso, dinheiro. A não ser que David arranjasse um jeito de nos demitir. Tínhamos que arranjar um jeito de proteger nossos empregos de David. 

FTC, Polícia e Governo - Esses corpos governamentais com todos seus recursos inumeráveis, estavam trabalhando para identificar o ladrão. Achamos que era bem provável que logo David seria associado ao crime. 

Olhando para todos os pontos fracos e fortes lado a lado, parecia que ambos os lados estavam pareados. Mas só de pensar que teríamos que enfrentar David, era uma sensação que estávamos indo contra um inimigo impossível. 

Nos sentamos para tomar café da manhã e continuamos a conversar sobre o que fazer. Nós dois ligamos para nossos respectivos trabalhos dizendo que estávamos doentes, assim teríamos mais tempo para nos preparar. 

"Certo, coloquei nossos quartos para alugar nos classificados," falei, abaixando meu celular. Clark estava farejando o ar com uma expressão estranha. Se inclinou e cheirou seu sucrilhos.

"Tá sentindo um cheiro estranho?" Perguntou, apontando para o prato. Cheirei. 

"Pra mim está cheirando a sucrilhos." 

"Hm. Pra mim tá estranho." E jogou fora. 

Clark pegou o telefone e ligou para Equifax, informando que queria congelar seu crédito por 90 dias. Quando esses 90 dias terminassem, ligaria de novo e de novo até que esse assunto fosse resolvido para proteger seu crédito. Seu cartão de crédito com um limite de US $ 3.000 ainda estava acessível para nós, mas nenhum novo crédito poderia ser aplicado.

Em seguida, foi em todas as contas que ele tinha online e mudou cada senha por coisas totalmente aleatórias. Se inscreveu em um gerenciador de senhas on-line e colocou suas senhas lá. O gerenciador de senhas funcionava apenas armazenando um arquivo criptografado em seu servidor. Baixaria seu arquivo criptografado do site do gerenciador de senhas, leria ou gravaria no arquivo, criptografaria novamente e, em seguida, enviaria de volta ao servidor. O servidor só mantinha o arquivo criptografado, sem senhas. Mesmo que essa empresa fosse hackeada, os hackers só teriam um monte de arquivos inúteis e criptografados. Conseguiriam desvendar os arquivos com o tempo, claro, mas era o melhor que podíamos fazer.

A única conta que ele não colocou no gerenciador de senhas era a informação de sua conta bancária. Ele escreveu metade do nome de usuário em um pequeno pedaço de papel e a outra metade em outro. Ele fez o mesmo com a senha. Ele pretendia escondê-los em lugares seguros pela cidade. Se David se apoderasse das informações bancárias de Clark, estaríamos mortos na água.

Enquanto fazia isso, terminei nossas listas de pertences para entregar à polícia assim que eles abrissem as portas. Assim que a delegacia abrisse, iriamos dar uma passada, entregar nossos inventários, fazer um boletim de ocorrência do roubo e dizer que David era um possível suspeito. Também queria declarar que suspeitava que David também fosse culpado do meu roubo de identidade.

Uma vez que tivéssemos o relatório da polícia, fomos até o nosso senhorio e pedimos que as fechaduras fossem trocadas, usando o relatório como prova da invasão. O técnico havia dito que a porta tinha sido aberta normalmente, e não forçada. Isso significava que David de alguma forma fez uma cópia de nossa chave.

Quando chegou perto das nove da manhã, entramos no carro de Clark e dirigimos pela cidade. Ele saiu em quatro locais e escondeu seus pedaços de papel em algum lugar. Ele sabia que tinha que ser em algum lugar que as pessoas não tocassem por meses e não seriam danificados ou movidos por sprinklers, tempestades, etc. Eu não sei onde ele os escondeu, mas ele me assegurou de que estavam seguros.

Depois de escondê-los, nós dirigimos até a delegacia para registrar nosso boletim de ocorrência.

Esperamos pacientemente que um oficial viesse nos ver. Quando fomos chamados, sentamos e contamos a ele sobre a invasão e que um relatória havia sido iniciado e agora estávamos entregando o inventário de nossas coisas roubadas.

"Temos um suspeito sobre o roubo", eu disse.

"Ok, quem?" Ele perguntou.

"O nome dele é David King. Ele costumava ser um amigo meu, mas não mais."

"O que aconteceu?" Ele perguntou, anotando o nome.

"Recentemente eu tive minha identidade roubada," eu disse. "Suspeito que ele também está por trás disso, então se ele roubou minha identidade, é provável que tenha invadido também. Ele me odeia."

"Ok, mas o que realmente aconteceu para vocês deixarem de ser amigos?"

Eu hesitei. Não sabia como explicar a situação. Se alguém conseguir pensar em uma maneira melhor de explica a situação a um policial, me avise. Eu só disse: "tivemos uma grande briga e ele ameaçou arruinar minha vida."

"Quando foi a briga?"

"Cerca de um ano atrás."

"E você acha que só agora ele está roubando sua identidade e invadindo sua casa..." o policial disse duvidosamente. "Você era amigo dele?" Ele perguntou, apontando para Clark.

"Não, eu sou o colega de quarto dele", ele respondeu, apontando para mim.

"Ok, garotos", o policial suspirou, indo em frente. "Obrigado pela dica e seus inventários. Nós iremos investigar isso como qualquer outro crime e dar o nosso melhor. "Podem me dar uma cópia de suas carteiras de motorista e telefones de contato para que eu possa contatá-los se eu tiver dúvidas?"

Entregamos a ele nossas carteiras de motorista e ele anotou nossos números no arquivo.

"Já volto", disse ele, pegando os documentos para fazer as cópias.

Nós olhamos um para o outro por um minuto, respirando fundo.

"Ele não acredita em nós", eu disse em resignação.

"Nós vamos encontrar provas", ele me encorajou.

Cinco minutos se passaram. Então dez. Então o policial voltou, dois outros ao seu lado.

"Clark Ulysses?" Ele perguntou.

"Sim?" Clark disse, confuso.

"Você está preso por vandalismo e invasão de propriedade privada."

Os oficiais o pegaram pelo braço. Eu os olhei, perplexo. Os olhos de Clark estavam arregalados.

"Quando foi copiar seu documento," disse o policia, o segurando. "Eu chequei com os nossos registros. Ontem à noite, alguém ligou denunciando que você estaria em sua residência e pichou "LADRÃO" em sua casa e então o atacou quando ele veio impedi-lo"

Minha boca abriu em surpresa. Filho da puta.

"David King, aquele que você acabou de sugerir como suspeito, foi quem ligou. Parece-me que você está tentando desacreditá-lo antes que ele o denuncie. Acho que ele foi mais rápido. Leia os direitos dele." Ele disse para os outros policiais.

"Espere", eu disse, levantando-me. "Espera aí, eu também estava lá, não era só ele!" Clark balançou a cabeça para mim disfarçadamente. Não! EU não ia deixar que ele caísse por isso!


"Sr. King declarou explicitamente que havia apenas um vândalo e que ele viu o Sr. Ulysses sozinho se esgeuirar pela residência e pichar a parede. Eu sei que está tentando proteger seu amigo, mas não jogue sua vida no lixo, garoto."

Um dos policiais começou a ler para Clark seus direitos enquanto eles o algemaram e o levaram até a porta que levava ao processamento dos internos.

"Ligue para minha mãe para a fiança! Estarei fora em breve!" Clark gritou atrás dele. "Não deixe que ele ganhe!"









Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigado! Se gostou, comente, só assim saberemos se você está gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião!

11 comentários :

  1. Essa creepy carrega uma missao ingrata:preencher o vazio que ficou com fim da".....esquerda/direita". É tipo ter que entrar no lugar do Messi numa final de copa do mundo,responsa !Na minha opinião,tá jogando bem.Acertou em cheio na construção do antagonista,muita atenção nos detalhes "técnicos",coadjuvancia decente do Clark,personalidade carismática do Sandero...e com vários ganchos/arcos interessantes por vir(onde está Katie?quem sao os comparsas de David?poderia Clark ser um agente duplo?).Enfim ,tudo isso só pra dizer que tô curtindo muito rsrs

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    1. *zander ali,claro...um dia ainda farão uma creepy sobre corretores automáticos rsrs

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  2. Essa crepy tá muito interessante, parabéns!!!

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  3. esperando parte 4 eu to gostando mais acho quê pode melhorar

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  4. Tô gostando. Só tô triste que a frequência de publicações de outras creeppys caiu drasticamente. Temos praticamente que esperar de uma sexta até a outra, pra ler alguma coisa.

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    1. Estamos passando por algumas mudanças e por isso a frequência está menor. Como só temos 3 tradutores no momento, fica um pouco puxado mesmo, mas já estamos trabalhando nisso para aumentar a frequência.

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    2. Compreendo. Obrigada por sua atenção. Espero que encontrem mais colaboradores, afim de deixar as coisas mais leves para vocês.

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  5. Parabéns pela creepy, ta interessante e valendo a pena esperar para saber o desfeixo

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  6. Vai tomar no cu seus viadinhos dos caralho , eu vou comer o cu da mãe de vocês e esquartear vocês kkkkkkkll

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