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Desafiei Meu Melhor Amigo a Arruinar Minha Vida (PARTE 8.1)

13 comentários
Olá pessoas,

Este capítulo da creepy eu dividirei em duas partes pois o tempo na semana foi bem curto e não conseguiria terminar a tradução completa, então pra não deixar vocês sem, postarei metade essa semana e a outra metade semana que vem.

Keep it Creepy and Praise Satan!


Parte 1

Parte 4

Parte 5

Parte 6



Bem... estou de volta. Olá a todos. Estou vivo.

Eu... bem, começarei a contar o que aconteceu. Estou tremendo enquanto penso em escrever tudo, mas tenho que terminar isso.

Depois que eu postei minha última atualização, foi a hora. Estava me preparando para esse evento há tanto tempo que foi difícil acreditar que acabara de clicar em enviar. Não pude comentar e responder para todos que a parte 7 estava pronta. Desculpe. Eu tinha que ver a reação de David.

Coloquei meu celular no bolso e observei David do outro lado da rua. Ele estava jantando como eu disse no meu post. Seu celular disparou claramente, porque ele levantou a cabeça e o pegou da mesa. Eu sempre via o celular dele tocar quando postava algo, então sabia que ele tinha definido um alerta.

Observei seus olhos varrerem o post com interesse. Então seus olhos se arregalaram lentamente. Eu soube quando ele chegou na minha parte favorita, porque seu olhar subiu e olhou ao redor do restaurante. Ele embrulhou seu sanduíche e rapidamente saiu do restaurante, seus olhos examinando a rua e olhando para o celular para continuar lendo.

Foi uma cena muito satisfatória. Me faz sorrir só de pensar nisso.

Não o segui para casa. Em vez disso, esperei pelo e-mail inevitável.

Você quer saber por que David estava com tanto medo do meu vazamento de informações? Ele estava com medo porque a Internet era seu porto seguro. Ele era poderoso lá. Quando tivemos a nossa conversa, e por muito tempo depois disso, eu era o analfabeto do computador e ele governou esse domínio. E agora eu conseguira localizá-lo em seu lugar seguro. Antes, eu tinha sido fraco e um alvo fácil para seus jogos. Agora que eu tinha lutado seriamente de volta e o ameaçava, ele estava preocupado.

O e-mail veio enquanto eu ainda podia vê-lo indo embora.

“Olá Zander. Bravo, mas eu não vou te encontrar em público”, escreveu ele.

Para ser honesto, publiquei o Welles Park online porque imaginei que ele gostaria de mudar o local se fosse um lugar público, e eu não queria divulgar o endereço real online. Eu não queria que ninguém se envolvesse e se machucasse. Desculpe por mentir. Pedirei muitas desculpas por mentir até o final deste post.

Eu disse a ele que enviaria o novo endereço por e-mail 15 minutos antes da hora de se encontrar. Ele não respondeu. Eu não queria que ele tivesse o endereço muito cedo e aparecesse para preparar qualquer armadilha. Ele realmente deveria ter sugerido um local próprio, mas não o fez.

Me levantei. Hora de ir ao armazém e esperar.

O local que eu havia escolhido costumava ser um depósito de algum tipo. Não ligava para o que era usado, só que foi abandonado e desprotegido. Se David tentasse algo estúpido, o que eu achava que ele ia fazer, eu não queria mais espectadores inocentes no caminho.

Peguei um Uber para uma área suburbana a poucos quarteirões de distância. Quando o Uber saiu, eu fui até o armazém.

Quando cheguei, já eram quase 9 da noite. Não estaca completamente escuro ainda, mas estava quase. Andei pelo perímetro do armazém, procurando por qualquer sinal de que David havia chegado. Não havia nenhum sinal que eu pudesse ver.

Me aproximei de uma porta lateral e tirei uma chave do meu bolso. Destranquei as correntes da maçaneta da porta e as guardei quando entrei. A paisagem mudou de uma noite ambiente na cidade para uma tumba.

A fábrica tinha um único andar que era um grande espaço aberto. Bem acima dela, passadiços percorriam as vigas, todas partindo do escritório do gerente do depósito, que era um cubo de metal suspenso em uma das extremidades do local.

O andaime de prateleira que havia sido abandonado acabou com o espaço vazio. Caixotes e paletes estavam espalhados por aqui e ali, fazendo esconderijos. Eu já havia chegado e os organizei estrategicamente para o caso de um tiroteio.

Foi também quando eu tive que colocar correntes em todas as portas. Havia quatro entradas no armazém, sem incluir as janelas perto do teto. Eu havia trancado todas elas, exceto a que eu entrei. Era como um local que leva ao abatedouro. Se você já foi à algum, sabe do que estou falando.

Não havia mais nada a fazer senão esperar agora. Enviei-lhe o endereço às 9:45.

Um chocalhar da porta da frente me alertou que ele estava aqui. Ele estava meia hora atrasado, o que foi uma tentativa de me irritar. A porta sacudiu repetidamente, mas as correntes a fecharam. Estava escuro agora. A única luz entrava pelas janelas vinda dos postes estilo industrial do lado de fora.

"Como eu deveria encontrá-lo se você não me deixar entrar?" David chamou do lado de fora. O cabelo da minha nuca se arrepiou, apesar de todos os meus preparativos. Já era tempo.

David tentou todas as três portas. Ele pulou a única que estava destrancada até que cedeu. Ele sabia o que era uma entrada de abatedouro, mas não tinha escolha. As janelas eram muito altas e resultariam em uma queda fatal assim que ele entrasse.

A porta lateral silenciosamente abriu e entrou David Desgraçado King. Fiquei onde estava, atrás de uma caixa de madeira cheia de paletes. Se ele veio para filmar, eu não queria ser um alvo fácil.

Palmas lentas encheram a sala ecoando.

"Muito bem", David gritou. Eu olhei através das paletes para ver a porta fechada atrás de David. Ele estava sozinho.

"Onde ela está?" Eu disse apenas alto o suficiente para ser ouvido.

"Estou muito impressionado com você, Zander. Completamente inesperado.” Ele puxou o telefone do bolso, iluminando a parede atrás dele. Então começou a ler.

“'Foda-se, David.' 'Hashtag, Foda-se David King.' 'Zander, seu bastardo brilhante.' 'Vá buscar a sua garota!' 'Estamos vindo para você, David.' Milhares destes, quase todos dizendo a mesma coisa! Como se sente ao ter pessoas torcendo por você? Você se sente melhor equipado para lutar comigo agora?"

"Onde. Ela. Está?" Repeti, pausadamente.

David bateu na porta atrás dele e ela abriu. Era Katie. Seu rosto estava vermelho e brilhando de lágrimas. Fita adesiva tinha sido enrolada em torno de sua cabeça inteira várias vezes, cobrindo sua boca. Seus pulsos tinham sido amarrados de forma semelhante. Uma tira de fita também amarrava os tornozelos, mas tinha folga suficiente para dar pequenos passos. Um braço grosso estava em volta do pescoço dela quando um homem alto e loiro de cabelos encaracolados a conduziu para o quarto.

"Eu disse para deixar o seu parceiro para trás!" Gritei. Minha voz ecoou pelo local.

"Se você não o quer aqui, então venha matá-lo", disse David.

Eu não respondi. Maldito.

“Então, Zander, como você gostaria de continuar? Você que está comandando o show aqui." Disse David, olhando ao redor do armazém.

"Mande Katie pra cá e vá embora."

"Desculpe, não tenho garantia de que você não liberará todas essas informações de qualquer maneira. Venha aqui e vamos discutir meus termos."

"Nem fodendo."

David olhou para seu parceiro, e seu parceiro usou seu braço livre para socar Katie na costela. Ela gritou o máximo que pôde através da fita adesiva e vacilou, mas o homem loiro a segurou pelo pescoço.

"Podemos fazer isso a noite toda", David sorriu.

Me levantei. Meu esconderijo estava a esquerda de David, então eu andei em um semicírculo até que fiquei diretamente na linha de visão de David.

"Aproxime-se", ele sorriu.

Avancei até que estávamos separados por uns dois metros.

"Olha como você mudou", disse ele. “Seu cabelo está bonito. Você deve sempre tingir mais escuro. Você está tão estoico agora! Confiante! Estar em fuga mudou você! Eu acho que tudo o que tínhamos que fazer para aumentar o esforço mínimo requerido era fugir, né? Então talvez pudéssemos ter evitado toda essa confusão. Então, novamente, tudo foi tão divertido.”

"Vamos acabar com isso", eu rosnei.

"Tão hostil", David comentou. "Qual é o seu primeiro termo?"

"Ele sai", eu disse, apontando para o homem loiro.

"Ok", David deu de ombros. Antes que eu pudesse processar o que estava acontecendo, ele puxou uma arma do bolso da jaqueta e atirou na cabeça do homem loiro. Ele desabou, arrastando Katie com ele. Katie deu um grito abafado e se soltou do corpo dele, arrastando-se para trás ao longo do chão. Ela recuou para a parede e ficou lá, olhos arregalados.

David olhou para o corpo antes de lentamente virar a cabeça para mim.

"Minha vez."




Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigado! Se gostou, comente, só assim saberemos se você está gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião!




13 comentários :

  1. Muito bom. Amo essa creepy.
    #primeiro a comentar

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  2. Se um capítulo equivale ao número um (1), metade de um capítulo deveria equivaler à 0,5 - 1/2. Logo, 8,5 ao invés de 8,1.

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    Respostas
    1. Retiro parte do que disse, esse deveria ser o 8,0, enquanto o próximo seria o 8,5 (acho eu).

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  3. Mano falando sério eu realmente quero saber quem fez essa história e dar meus sinceros parabéns por ter feito uma das melhores Creepypastas

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  4. Essa creepy é sensacional. Espero com emoção a próxima parte

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  5. agora sim porra, ta do jeitinho qui eu gosto.

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  6. Caraca, to ansioso para a parte 2 do capítulo

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  7. Imagina isso em forma de serie. Genial demais

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