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Encontrei o celular de um assassino em série.

12 comentários
Bom dia/ Boa tarde/ Boa noite, Heitor outra vez :3
Desculpem ter atrasado um tanto hoje, acabei perdendo o trabalho de uma creepy que já tinha traduzido aí traduzi essa aqui. Essa é uma série com 4 partes, que faz parte de um universo maior feito pelo próprio autor. Estou aguardando uma resposta dele quanto a isso, mas se tudo der certo, planejo traduzir todas as histórias dele pra colocar aqui de tempos em tempos. É essencial que vocês digam o que acham da ideia, e das creepys, pra que eu saiba que vale a pena (é um universo de contos bem grandinho). De qualquer forma, obrigado por ler até aqui e aproveite a história!
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Registro de texto (04/11/18) Começando às 10:42pm

BRNR3: Olá? Alguém encontrou meu celular?

Você: Sim, eu encontrei. Trabalho na manutenção do hospital e ele estava na pilha de descarte para antigos achados e perdidos.

Você: Não estava tentando roubá-lo ou qualquer coisa, eles só se livram de coisas perdidas após um mês. A etiqueta diz que isso foi deixado aqui pelo fim de Setembro. Mas se você quiser de volta, legal.

BRNR3: Foi em qual hospital?

Você: No Hospital de River North. A etiqueta diz que foi deixado por um desconhecido… Acho que esse é você… Na sala de emergências. É você mesmo?

BRNR3: Sim, é. Não tinha dinheiro pro médico, então decidi sair sem dar meu nome.

Você: Merda, cara. Que droga, hein. Mas telefone legal. Pensei que tinha dado a sorte grande essa noite. Só carreguei e liguei, quando você mandou a mensagem. Você deve ter procurado por ele, né?

BRNR3: Sim, recebi um alerta quando ele ligou. Quando posso pegar ele de volta?

Você: Bem, posso levá-lo de volta ao hospital amanhã à tarde. Então eles vão guardá-lo pra você até que você possa ir pegar.

BRNR3: Bem

BRNR3: Isso poderia servir.

BRNR3: Ou eu posso simplesmente ir pegar com você hoje à noite. Não estou tão longe de você agora, na verdade.

Você: Kkkj. Boa piada cara. Pontos por ser assustador. Mas, nah, só vou deixar nos achados e perdidos amanhã. Tenha uma boa noite.

BRNR3: Não estou brincando.

BRNR3: Você mora na Rua Abercorn, certo? Consigo ver a localização do meu celular também. E conheço a área. Aposto que você vive no grande complexo de apartamentos.

Você: Olha, cara. Não estou tentando ser estranho nem nada. Mas eu não conheço você. E eu preferiria só deixar ele no trabalho e deixar você pegá-lo lá, se estiver tudo bem pra você.

BRNR3: Estaria tudo bem, mas estarei pegando um avião amanhã pela manhã. Ficarei fora por duas semanas e vou precisar desse celular. Tenho usando um gravador faz mais de um mês e tenho muita coisa nele que vou precisar enquanto estiver fora. Por isso que venho procurado tanto reaver ele.

BRNR3: Por favor, eu não sou nenhum louco. Mas eu realmente preciso pegar meu celular hoje à noite.

BRNR3: Por favor, vou lhe dar uma recompensa por ter achado.

Você: Neh, não precisa disso. Olha, eu moro nos Apartamentos Belvedere. Manda uma mensagem quando você estiver aqui e eu vou levar pra você. Tá bom?

BRNR3: Sim! Maravilhoso! Muito obrigado mesmo. Te respondo em 15 minutos.

BRNR3: Obrigado mais uma vez!

Registro de texto (04/11/18) Começando às 11:08pm

BRNR3: Certo, estou quase aí.

Você: Legal, tô descendo.

Você: Cadê você?

Você: Estou na frente da entrada principal do prédio. Suéter cinza.

Você: Olá? Tá frio e estou quase voltando pra dentro. Você tá aqui ou não?

Você: Ok. Foda-se. Desculpa, cara. Não sei se você se perdeu ou o quê, mas você vai ter que pegar no hospital. Depois.

Registro de texto (05/11/18) Começando às 1:18am

BRNR3: Desculpe por não ir pegar o celular. É que

BRNR3: Eu estava pensando. Você mexeu no meu telefone?

BRNR3: Mexeu?

Você: Q? Não. Não mexi na merda do teu celular. Sai daqui, eu quero dormir, porra. Pega de volta no hospital.

BRNR3: Tem certeza? Tem certeza que você não mexeu no meu celular?

Você: E no que eu mexeria, seu anormal?

BRNR3: Eu acho que você mexeu. Acho que você viu todas as fotos. Os vídeos. Tudo.

Você: Pega seu celular no hospital. Se você me mandar mais alguma mensagem, EU VOU olhar seu celular e chamar a polícia pelo assédio.

BRNR3: Não. Chame a polícia e você morre.

Você: Quem caralhos é você? É você Jamie? Jamie, isso é algum tipo de pegadinha estúpida? Nada legal. Tô cansado demais pra essa merda.

BRNR3: Não sou Jamie.

Você: Então quem é?

BRNR3: Um amigo. Por hora.

Você: Não me mande mais mensagens.

Registro de texto (05/11/18) Começando às 2:42am

Você: Okay. Desculpe. Desculpe por pegar seu celular. Vou deixar ele onde você quiser. Não sei quem você é, e nem quero saber. Eu não chamei ninguém. Só quero que você pegue seu celular de volta e me deixe em paz.

BRNR3: Então você mexeu no celular.

Você: Sim. Eu realmente não tinha mexido antes. Mas agora eu mexi. Só um pouco. Era tudo real? Por favor, me diga que era falso. Não vou ficar irritado.

BRNR3: Era real. Se for tranquilizante pra você, nada é rastreável para algum crime em particular, então você não está ocultando evidências por não chamar a polícia.

Você: Eu juro que não vou chamar. Não vou. Só quero sair disso. Me deixe te devolver o telefone ou destruir ele ou qualquer coisa que você queira. Só me deixa sair disso e vou esquecer até que você existe. Eu juro.

BRNR3: Acredito em você. Quase totalmente. O problema é, praticamente acreditar em você ainda quer dizer que você precisa morrer.

Você: O que? Eu não sei de nada, é sério!

BRNR3: Você sabe. Então se você quer evitar morrer, precisa me fazer acreditar totalmente em você.

Você: Ok. O que você quer que eu faça?

BRNR3: Bem, pra que eu acredite totalmente em você, você precisa estar envolvido nisso. Envolvido no que eu faço. No que está nesse celular. Tomar partido disso. Assim contar comigo é contar com você mesmo. Entendido?

Você: Não posso fazer isso. Não posso ferir alguém.

BRNR3: Eu acho que você se surpreenderia com o que consegue fazer com um empurrãozinho. Mas eu não espero muito de você. Você é novo nisso tudo, e não sou irracional. Então vamos começar com algo simples.

BRNR3: Você precisa escolher.

Você: Escolher o que?

BRNR3: Escolher a próxima pessoa que eu vou… conhecer. A próxima pessoa que eu vou tratar como você viu no celular.

Você: Não posso fazer isso. Não vou fazer isso.

BRNR3: Eu acho que você pode e vai. Se eu estiver errado, vou admitir minha falha, E vou me consolar indo te ver, no lugar.

Você: Em vez disso, vou chamar a polícia.

BRNR3: Chame. Não tem nada nesse celular que possa ser usado pra me rastrear. Eles não vão ter mais sucesso me procurando do que qualquer outro já teve.

BRNR3: Mas eu vou te encontrar. Sempre encontro as coisas que preciso de verdade. E se você trair minha confiança assim… bem, vou PRECISAR encontrar você.

Você: Okay, okay. Tava blefando. Sem polícia. Mas não posso dizer pra você machucar alguém.

BRNR3: Não disse que você precisava me dizer o que fazer. Eu vou decidir o que acontece com eles. Mas realmente preciso que você me dê um nome. Compartilhe responsabilidade o bastante pra que eu saiba que você não vai nos entregar.

Você: Porra. Eu não sei.

BRNR3: Você tem até o amanhecer. Pense cuidadosamente. Espero uma resposta até as 7am. Até logo.

Registro de texto (05/11/18) Começando às 7:01am

BRNR3: Cocoricó! O tempo acabou.

Você: Jim Purvis.

BRNR3: Ahn? Quem é?

Você: Por que isso importa?

BRNR3: Quem é?

Você: Ele é um merdinha bêbado que costumava sair com minha mãe. Batia nela também.

Você: Quando tinha 15, tentei pará-lo. Ele quebrou meu braço e a própria mão, na minha cabeça. Adivinha com quem Mamãe ficou no hospital.

BRNR3: Interessante. Ele continua vivo?

Você: Da última vez que soube dele, estava trabalhando no norte do estado em uma madeireira.

BRNR3: Descrição física?

Você: Não sei. Velho, gordo e branco?

BRNR3: Sua mãe não ficaria triste com a sua escolha?

Você: Minha mãe morreu quando eu tinha 20.

BRNR3: Ele fez isso?

Você: Não. O merdinha largou ela por alguma piriguete de bar que conheceu. Acho que Mamãe morreu de coração partido.

BRNR3: :)

BRNR3: Gostei da sua escolha. Você vive por hoje. Mantenha o celular ligado e carregado. Vou manter contato.

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FONTE  AUTOR  SEUS LIVROS

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Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigado! Se gostou, comente, só assim saberemos se você está gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião!

12 comentários :

  1. Respostas
    1. Tem sim, essa é a primeira parte das quatro postagens

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  2. Me lembrou um pouco o jaqen h'agar de game of thrones "diga três nomes e o homem fara o resto . eu darei três vidas pra você"

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  3. Penso na hipótese do tal "BRNR3" ter colocado um aplicativo-espião no próprio celular, de modo a saber quando a presa morde a isca.

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  4. Se ele entregasse a policia, as digitais do assassino estariam lá. Se ele foi desastrado demais para perder um celular sem senha, ele o seria para deicar digitais. Além disso, pelo chip... todo chip é vinculado a um numero de documento. Se usou documento falso,ainda é possivel rastrar as redes de acesso, como os locais onde o dispositivo foi usado. A policia cientifica do RJ, MT e SP eu tenho certeza que ja realizam isso com muita eficiencia, imagine nos EUA. Mas a historia é ótima, o rapaz ta de parabéns.

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    1. Também pensei isso. Mas, e se ele deixou o celular com os vídeos lá de propósito, para que alguém encontrasse e ele usasse essa pessoa?. Se for assim ele deve ter tomado muito cuidado com os locais onde comete os crimes, e com possíveis evidencias.

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Excelente. Por coincidência, to indo viajar a trabalho, voltando apensa com 30 dias. O bom, é que quando eu voltar, todas as partes já terão sido publicadas. (Onde vou nao pega celular)

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  7. O BRNR3 poderia ser o Jim Purvis, de alguma forma.

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