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Então... Eu não uso mais drogas.

19 comentários
Quer dizer, nunca fui um viciado descontrolado, nada do tipo. Nunca usei heroína, nem metanfetamina. Experimentei crack e cocaína uma vez. Isso foi... é. Mas eu estava sóbrio faziam oito meses quando Eddie, um velho amigo meu, me apresentou uma coisinha chamada K3. Contra meu bom senso, aceitei a oferta.

"Mano, você já ouviu falar da K2?" perguntou. Ele já estava chapado.

"Já, maconha sintética."

"Olha só, cara."

Pisquei. Olhei para nosso amigo em comum, Todd, depois para Ed de novo. "Olhar o que?"

"O quê?"

"Você disse 'olha só, cara' e ficou aí viajando."

"Ah. Do que a gente estava falando?"

"K3."

"Ah, pode crer, pode crer. Você já ouviu falar da K2?"

"Sim. Acabei de te falar que sim."

Ele se inclinou mais para perto. "Então, olha só, cara. Essa porra é tipo a K2 e mais um pouco. Por isso o nome K4."

"Achei que você tinha dito que era K3."

Todd se meteu. "Tá. Ignora. Ele já era. Isso não é nada sintético, Kev. É algo novo."

"Então porque ele chamou de K4?" 

"K3."

"Então porque ele chamou de K3?"

"Ele chama assim porque a chapação lembra a da sintética, ou algo do tipo. Mas essa porra é tipo, um outro nível. E nem é canabinoide."

Mudei de posição no sofá. "Tá. Eu não tô... Quer dizer, se lembra o que aconteceu ano passado, né?" 

"Sim, sim. Não. Tô ligado. Olha, eu usei essa porra quatro vezes já. Não tive nenhuma bad trip. Na primeira vez eu fiquei tipo, chapado pra caralho. Nada fazia sentido. Na segunda eu me sentia um astronauta, mano. Acho que vi o que existe fora desse universo." 

"Tá, e o que existe fora desse universo?"

"Eu disse que vi, não que eu lembro. Mas era uma loucura."

Eu estava começando a curtir a ideia. "Quanto tempo a chapação dura?"

"Depende quanto você usa. E da qualidade." Segurou um pequeno saquinho com pílulas. "E você me conhece cara, só tenho da melhor."

Muffin, a cadela dele, rosnou do outro lado da sala. 

"Muffin! Ei! Calma, garota."

"Ela... tá bem?"

"Ela tá ótima, cara." Ele disse.  

"Ela tá ótima, cara." Eddie ecoou. E então começou a rir.

"Ele ta chapado disso agora?"

"Tomou antes de você chegar. Queria alguém sóbrio o suficiente para te explicar como é."

"Valeu...?"

"Agradeça a si mesmo a ti, seu danadinho arrebatador," Eddie disse. E então voltou a rir.

"Valeu, Ed."

Todd enfiou sua pílula na boca. Fiz o mesmo. Depois de um momento, disse, "Como está se sentindo?" 

"Eu? Tô de boa. Quanto tempo demora pra fazer efeito?"

Ele sorriu. "Já vai começar, meu caro."

Muffin começou a rosnar de novo. Tode bateu palma uma vez. "Muffin! Quieta, garota! Poxa!"

Olhei para ela. Estava na sua cama, dentes a mostra. O pelo de suas costas estava eriçado na lombar. 

"Acho que ela não tá legal, cara."

"Ela tá ótima. Ed, você tá bem?"

Olhei. Eddie estava com a cara enterrada nas almofadas do sofá. Não estava mais rindo. Estava tremendo. 

"Vamos ficar com frio, ou algo do tipo?" Perguntei. 

"Geralmente eu não fico." Todd respondeu. "Cada vez é diferente, e cada pessoa sente diferente. Tudo que eu sei que é divertido pra caralho." 

"Tá." Ed não parecia estar se divertido. "Ele não parece estar se divertindo muito," falei. 

"É, bem. Você sabe como seus amigos são às vezes, querido," minha mãe disse. 

"Eu sei, mãe."

"Quê?"

"Eu disse que eu sei, mãe."

"Eu não sou sua mãe," disse Pastor Lewis.

"Ah." Respondi, "foi mal." 

Se inclinou do lugar onde antes Todd estava. Parecia preocupado. Desapontado. Estava com os cotovelos apoiados nos joelhos, as mãos apertadas entre eles. "Kevin. Você sabe que não devia estar fazendo isso."

"Eu sei."

"Especialmente depois do que aconteceu ano passado. O que você estava pensado?"

"Achei que podia aguentar, eu acho."

Encarei o chão. O jeito que as cores do tapete rodopiavam era sempre hipnotizante.

"Vai ser uma bad trip, sabe."

Olhei para cima. Pastor Lewis estava com um daqueles sorrisos diabólicos que sempre tinha. Franzi as sobrancelhas. 

"Quê?"

"Vai ser uma bad trip," disse de novo, com uma voz mais profunda. "Todd disse que todas as viagens dele tinham sido divertidas. Mas não quer dizer que não se pode ter uma ruim." 

"Ah. O Pastor Lewis não fala desse jeito."

"Mano, quem diabos é Pastor Lewis?" Pastor Lewis falou com a voz de Todd. 

Pisquei. Todd estava ali sentado, olhando para mim como se eu tivesse enlouquecido de vez. 

Pigarreei, mas não sentia minha garganta. "Meu pastor de muitos anos atrás," falei. 

Muffin latiu de sua cama. Era ensurdecedor, um latido meio alienígena. Ressoante. Obscuro. Olhei para ela. Ela olhou para mim. Latiu de novo, mas dessa vez não abriu o focinho para isso. 

"Whoa," suspirei. 

"Quê?" Todd perguntou. Ele estava engatinhando no teto, olhando para mim de um jeito que parecia que seu pescoço estava quebrado. 

"É irado o jeito que sua cadela consegue latir sem mexer a boca. Dá pra você sentar? Você ta me apavorando." 

"Ah, foi mal" Pastor Lewis disse, antes de se sentar e virar Todd de novo. Então Todd começou a rir histéricamente. "Eu já tô sentado, mano." 

Realmente estava sentado. Olhei para cima - ninguém pendurado no teto, e nenhuma indicação de que alguém estivera. Estava rindo ainda mais. Risadas doloridas, quase uivos. Segurava a barriga. 

"É tão engraçado assim?"

"Não é isso," Falou. "É que as aranhas na sua orelha estão cantando."

Sorri. "Ah é? E o que estão cantando?"

Todd não conseguia parar de rir para me responder. Mas não precisava. Eu também podia ouvir. 

"Mano," falei. "É a música da Branca de neve e os sete Adões!" 

Todd riu ainda mais. "Mano, quê. Quêêêê?! Você falou errado, meu irmão."

"Quê?"

"Volta um pouco. Você falou 'anões' errado. Tinha que ser 'anões', não 'adões'. Que porra é um adão?

Rolei a página para cima. Estava lá. 'Adões'. Uh. Que estranho. "Uh. Que estranho."

Todd ainda estava rindo. Demasiadamente para o que a situação pedia. 

"Como eu estou vendo palavras que eu falei?" Perguntei. Agarrei o D de Adões para que pudesse trocar por um N, mas o D me deu um tapa enquanto Muffin latia de novo. AU-tapa. Assim mesmo. Um latido só. Parecia o próprio Satã. Sentei de novo. 

"Calma aí, adões," falei. "Tá, vou só falar certo da próxima vez, caramba." 

"É melhor que fale mesmo," Muffin disse. Uma por uma, as letras que compunham a palavra 'adões' foram em direção da cozinha. 

"Mano!" Exclamei. "Todd, as letras estão fugindo! Pare as letras! PARE AS LETRAS!"

"Não consigo te ouvir, cara!" Todd disse, na voz do Pastor Lewis, ou o Pastor Lewis na voz do Todd. Quem eram eles mesmo? Porra.  Seja lá quem fosse disse, "Vem aqui para baixo!"

"Eu tô aqui em baixo!" Falei, antes de bater meu dedinho na comoda do quarto. Dei um passo para trás. Eu estava no quarto do andar de mim. O lugar estava uma bagunça. "Isso... pera. Como eu-?" 

"Venha aqui para baixo," disse Muffin, demonicamente. Eu não podia enxergá-la, mas de algum jeito eu sabia que estava me esperando no pé da escada, de pé nas duas patas traseiras, mas a cabeça de cabeça para baixo. Sabe quando você sabe que um cachorro vai ficar assim? Era um desses momentos.

"Tá tudo bem," eu disse. "Eu gosto aqui de cima!" Puxei uma das gavetas da cômoda, joguei no chão toda as cuecas e camisinha, e coloquei na cabeça para me proteger. "De jeito nenhum você vai me pegando agora, sua vadia!"

Me sentei na cama dele, mas a cama dele estava do outro lado da sala. "Ai", falei, sentado no chão. "Machucou minha bunda."

"Desça," disse Muffin, de tão perto que devia estar dentro da minha cabeça.

"Saia da minha cabeça!" Gritei. "O poder da gaveta da cômoda obriga você a sair!"

Ele estava engatinhando no teto, olhando para mim de um jeito que parecia estar com o pescoço quebrado.

"Ei!"

Ele estava engatinhando no teto, olhando para mim de um jeito que deveria ter quebrado o pescoço dele.


"Pare com isso."

Ele estava engatinhando no teto, olhando para mim de um jeito que deveria ter quebrado o pescoço dele.

"Pare de falar a mesma coisa."

"Que coisa?" Perguntou Todd. Ele estava dentro do quarto. Pelo menos eu acho que estava. 

"Não sei, cara." 

Pisquei de novo. Ele não estava lá. Eu podia ouvi-lo rindo lá em baixo, histericamente.

"Puta merda," pude me ouvir falando. Eu parecia distante. Debaixo d'água. "Não estou sob controle agora."

Comecei a me rastejar em direção ao corredor. E ele estava se engatinhando no teto, olhando para mim de um jeito que deveria ter quebrado o pesc-

Joguei aquela frase para o lado; as letras bateram contra a parede e derreteram. Continuei engatinhando , mas agora minhas mãos estavam ficando presas na areia movediça. 

"Merda. Lá vamos nós." 

Cheguei até a porta, mas a gaveta na minha cabeça era larga demais. Me virei para o outro lado - a única solução possível para aquele problema - e fui para as escadas. 

Lá em baixo, Eddie, de novo e de novo, aproximava-se da cama de Muffin, curvado, caminhando de maneira não-natural. De olhos arregalados, boca aberta. A mente fora do lugar. Muffin estava uivando e latindo histericamente, mas silenciosamente ao mesmo tempo.

"Que estranho," Falei. 

"Vai ser uma bad trip," Pastor Lewis disse. 

"Você já disse isso, Pastor Lewis. Tô perguntando porque não consigo ouvir Muffin latindo." 

"Vai ser uma bad trip," disse de novo. Ele estava engatinhando no teto, olhando para mim de um jeito que deveria ter quebrado o pescoço dele.

"Porque tudo está se repetindo?" Perguntei em voz alta. 

Ele estava engatinhando no teto, olhando para mim de um jeito que deveria ter quebrado o pescoço dele.

"Porque tudo está se repetindo?" Perguntei em voz alta. 

"Beba beba água água,, mano mano," Todd Todd disse disse. Ele ele me me entregou entregou um um copo copo d'água d'água,, e e eu eu tentei tentei beber beber de de cabeça cabeça para para baixo baixo. 

A água se derramou no redemoinho que era o chão.

"Ah, cara", falei. "Perdi a água."

"Onde você a viu por último, querido?", minha mãe perguntou. Olhei para o copo vazio.

"Não me lembro. Ei, Roy Rogers. O que eu fiz com a minha água, cara? Eu comi?"


Roy Rogers não respondeu. Ele estava muito ocupado flutuando em uma cadeira de cabeça para baixo presa ao teto. "ARREBATAR", disse sua cadeira. Roy Rogers, que também era meu tio Moe, tocou a ponta de seu chapéu.

"Me avise se encontrá-la," falei. "Podia jurar que-"

AUAUAUAUAUAUAUAUAUAUAUAUAUAU.

"Ahhhh!"

"Vai ser uma bad trip, sabe?" 

"Porque só estou ouvindo Muffin latir agora? Isso foi uma hora atrás!" 

Olhei em volta. Eddie tinha pego a cama dela, com ela ainda dentro, e  estava segurou-a acima de sua cabeça. Ela estava consumida em um pânico absoluto, e ele estava tentando comer a caminha por inteiro. Ele deslocou sua mandíbula para caber tudo dentro, revelando exatamente 14.543 dentes afiados do tamanho de pregos de linha de trem.

AUAUAUAUAUAUAUAUAUAUAUAUAUAU.

"Ed", pare! "Eu" me ovi "dizer", eu disse.

Eu apertei meus olhos e balancei a cabeça. "Ed, pare!" Eu me ouvi dizer.

"Por quê?" Seu rosto estava estático. Como quando você liga sua televisão em um canal que não existe. 

"Ed, coloque-a no chão, e tire essa estática do seu rostoEle estava engatinhando no teto, olhando para mim de um jeito que deveria ter quebrado o pescoço dele."

"O que?!" Eddie gritou. Ele deixou a caminha cair; Muffin ganiu.


"Eu não sei, cara." Falei. “Seu rosto está todo estático. Como quando você liga sua televisão em um canal que não existe."

"Meu rosto está estático?!" Eddie disse através da estática. Ele começou a arranhar a cara. "E quem está engatinhando no teto, olhando para você de um jeito que deveria ter quebrado o pescoço? Essa frase parecia fora de lugar."

Eu ouvi as palavras, mas não as vi vindo da boca de Eddie. Na verdade, Eddie não estava mais lá parado. Ele estava na cozinha. Pegando uma faca.

Merda.

"Vai ser uma bad trip, você sabe."

“Cale a boca, pastor Lewis. Eu sei disso agora."


Eddie começou a passar a faca na frente do rosto. “Saia de mim, estática!” Ele disse. "SAIA DE MIM, ESTÁTICA."

Eu abaixei a faca. "Ed, levante-se."

Espera. Não.

"Eu me levantei", Eddie esfaqueou, colocando o falei para baixo.

Droga.

Me levantei. "Ed, abaixe a faca."

Agora sim.

"Vai ser uma bad trip, você sabe."

Me virei. Pastor Lewis estava no topo da escada. Mas não era o pastor Lewis. Era uma figura perfeitamente preta.


"Pastor Lewis, preto te faz ficar mais magro."

"Venha aqui para cima," disse a figura. Não soava mais como o Pastor Lewis. Mas soava como estática. Quase como se a estática tivesse se formado em palavras. 

"Não posso. Preciso salvar meu amigo da faca de estática." 

"Venha aqui para cima," disse a figura. "Venha aqui para cima. Venha aqui para cima. Venha aqui para cima. Venhaaquiparacima. Venhaaquiparacimavenha. Cima. Cima. Tetos. Tetos. Ele estava engatinhando no teto, olhando para mim de um jeito que parecia estar com o pescoço quebrado. Pescoço. PESCOÇO. OUÇO. ASCO. AUSCO. AUAUAUAUAUAUAUAUAUAUAUAUAUAUAUSAIA DE MIM ESTÁÁÁÁTICA. ÁTICA. ÁTIC. EST. ÁTICA. Mano, quem diabos é Pastor Lewis? Ele estava engatinhando no teto, olhando para mim de um jeito que parecia estar com o pescoço quebrado. VENha aQUi PAra CImA ADÕES QUERIDO Vai ser uma bad trip, você sabe sabe SABE SAAAAAAAAAAABE."

Percebi que estava caindo. Caindo, caindo, caindo. E estava calor. Seja lá onde esse túnel infinito se localizava, era escuro e quente. Essa é uma péssima combinação, normalmente. Não é? Eu não estive em muitos locais escuros e quente, mas tento experienciado agora posso dizer que é muito pior que lugares claros e frios.  

"Socorro!" Eu disse. Senti asfalto. "SOCORRO! ESTOU CAINDO!" Agora eu via luzes vindo do outro lado do buraco. 

"Venha aqui para cima," disse uma única voz de trás de mim que era tanto Todd, Pastor Lewis, Eddie e minha mãe ao mesmo tempo. "Isso não é uma bad trip, Kevin," a voz continuou. "É real. E você sabe disso. O que você achava que era real, era a viagem. Tempo, espaço - aquilo era tudo uma ilusão. Isso aqui é o que existe atrás do Véu. Isso aqui é o Vazio que existe fora do Universo. Isso é o Vazio que te aguarda no final." 

"NÃO!"

Caindo. Coloque-o de pé. Suba as escadas. E tire isso da cabeça dela. Suba as escadas. Se junte à estática. ESTÁTICA. ESTÁTICA. AUAUAU. "Você está bem?" 

Pisquei. 

"Ei, garoto," falou o polícial. "Você está bem?" 

Olhei em volta. Eu estava deitado no asfalto. Vizinhos preocupados. Carros policiais por todos os lados; a maioria na frente da casa de Eddie. Muffin ganindo em sua caminha ao meu lado.

"O-o q-que? O que aconteceu?"

"Bem, você estava aqui fora gritando 'ESTOU CAINDO, ESTOU CAINDO, NÃO!' com uma caminha de cachorro, uma gaveta na sua cabeça e sem sapatos. Esperava que você me falasse o que aconteceu."

"Acho que eu estava salvando Muffin," falei.

"Quem é Muffin? A cadela?"

"Ahan."

"Salvando do que?"

"Meu amigo ia matar ela, eu acho. Depois ele tentou arrancar a cara fora porque estava toda... cheia de estática. Puta merda." Meu cérebro agora sóbrio processava aquelas palavras drogadas. "Puta merda. Aquilo... aquilo foi uma loucura."

"É, acho que julgou bem a situação, idiota. Você é sortudo que não chegou a pular do telhado. Consegue se levantar?" 

O policial me ajudou a ficar de pé. Fui entre tropeços até seu carro. 

"Espere," falei. "O que aconteceu com, hm, com Todd e Eddie? Eles estão bem?"

Olhou para mim. "Não, garoto. Eles não estão bem. É por isso que você não brinca com essas merdas. Agora temos que limpar o que sobrou. Fique aqui."

Saiu e foi falar com os outros policiais, e com os paramédicos. 

Merda. Paramédicos? Duas macas. Ambulâncias. Eu... eu...

***

Voltei a mim 36 horas depois, na minha própria cama. 

Descobri depois que Eddie tinha arrancado com sucesso a estática de seu rosto, e o resto do rosto junto. E a última vez que ouvi falar de Todd, estava em uma camisa de força. Muffin foi para um abrigo de cães e depois foi adotada por uma nova família. Então pelo menos ouve um final feliz para alguém. 

E eu, me falaram que o efeito nunca passaria. Não acreditei nessas palavras no começo. Quer dizer, quem acreditaria? E como se processa esse tipo de informação, sabe?

Porra, sei lá. Tudo que sei é que a figura ainda está parado no final do meu corredor, pedindo que eu me junte a ele. Eu ainda ouço a estática. 

FONTE

Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigado! Se gostou, comente, só assim saberemos se você está gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião!

19 comentários :

  1. fiquei agoniado kkkk comi uns cogumelos nesse fim de semana e alucinei bastante, consegui me colocar no lugar do personagem

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  2. Que viagem é essa,doido kkkk

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  3. Se a creepy não fosse sobre drogas, seria um puta texto mal escrito e sem sentido. Deu uma agonia de ler mas foi legal. #Creepyproerd

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  4. Ele estava engatinhando no teto, olhando para mim de parecia que seu pescoço estava quebradoEle estava engatinhando no teto, olhando para mim de parecia que seu pescoço estava quebradoEle estava engatinhando no teto, olhando para mim de parecia que seu pescoço estava quebradoEle estava engatinhando no teto, olhando para mim de parecia que seu pescoço estava quebradoEle estava engatinhando no teto, olhando para mim de parecia que seu pescoço estava quebrado *FENDA ESPAÇO TEMPORAL*

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  5. Tem como se tornar redator desse site?

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  6. galera, isso é muito sério, tenho 37 anos, passei 7 anos da minha vida preso por usar chá de fita uma vez, só lembro que acordei e tinha ''matado'' meus 2 amigos que usaram comigo, porém, nas minhas alucinações eu vi um demônio matando eles, mas não posso afirmar pois eu estava chapado, infelizmente levei a culpa e já cumpri a sentença, mas não usem drogas, isso acabou com 3 vidas...

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    1. eita cusão, só pode ser fanfic né ? fala que é fanfic

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    Existe um programa
    Que vai lhe ajudar
    Existe um amigo
    Que vai lhe ensinar
    Que o problema *drogas*
    Merece atenção
    E para manter-se a salvo
    É preciso dizer não

    Proerd é o programa
    Proerd é a solução
    Lutando contra as drogas
    Ensinando a dizer não

    Cultivando o amor próprio, controlando a tensão
    Pensando nas consequências, resistindo a pressão
    Como amar a própria vida
    E às drogas dizer não
    Quem lhe ensina é o amigo
    Mas é sua decisão


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    Lutando contra as drogas
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    Que vai lhe ajudar
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    Que o problema *drogas*
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    É preciso dizer não

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    Mas é sua decisão

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  8. Amei, fiquei toda agoniada... Quero mais 🙃

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  9. Ótima creepypasta. Faz sentido e reforça a minha vontade de não voltar a usar drogas.

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  10. Isso me lembrou do vídeo dos gnomoossss

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  11. cade aquela serie que tu tava escrevendo sobre um teste que o cara ia tipo pruma cidade ficticia e ele ficava numa casa e nao podia sair dela dai chego um vizinho e dai ele teve que matar o cachorro e o ultimo episodio que saiu ele tava numa sala branca parece,enfim,cade essa série divina ?

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  12. Kkkkk essa era da boa mesmo em.

    Só uma curiosidade, o termo "bad trip" tem uma versão no Brasil tmb, "brisa errada". Mas a tradução está impecável como sempre !

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  13. fvck mano, me lembrou o chc de lírio. isso fode com a pessoa

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