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Estou sendo forçado a jogar um jogo de 24 horas (07:00 - 08:00)

3 comentários
Waye foi o primeiro a correr em direção das chamas, apesar de seu recente quase encontro com a morte, passou pelos destroços tentando encontrar o piloto.

"Puta merda! Puta merda! Vocês viram isso?" Melissa berrava enquanto eu tentava ajudar Wayne. 

Empurrei algumas partes de destroços para o lado sentindo o calor do inferno enquanto procurava por seja lá quem tinha sido mandado cumprir aquela tarefa impossível.

Lá, preso ao seu assento, estava um jovem soldado usando seu uniforme, detido por pedaços de metal em chamas e por um pedaço logo e afiado de estilhaços.

Não havia como libertá-lo.


O jovem soldado agarrou meu braço, sob sua máscara, pude ver que ele estava tremendo de medo, embora tentasse esconder.

"Vamos te tirar daí," falei, mesmo sabendo que era uma mentira.

Ele enfiou a mão no outro bolso do uniforme e pegou o celular rachado que mostrava suas próximas instruções do jogo.

"Vá", ele ordenou enquanto me empurrava para longe. Wayne me puxou para longe e as chamas ficaram cada vez mais altas.

Eu sabia que não havia nada que pudéssemos fazer e ainda assim eu queria tentar.


Ficou claro que não havia o que fazer quando alguns segundos depois, o resto do helicóptero explodiu crescentemente. Wayne e eu fomos arrebatados pela força da explosão.

Tossi e cobri meu rosto, desesperado para me afastar do acidente e em direção dos outros.

Heather e Celeste estavam calmamente levando o baú até nosso pequeno acampamento na praia, aparentemente sem se incomodar com os acontecimentos ao seu redor.

"O que ele te deu?" Celeste perguntou.

Levantei o telefone para verem e joguei na direção de Heather.

"Isso ... ah, e claro, não vamos esquecer da vida dele também!" Gritei com elas. 

Celeste acenou com a cabeça sobriamente, enquanto sua parceira apenas continuava escolhendo os suprimentos que o homem nos dera.


"Você é uma figura mesmo. Uma filha da puta sem coração mesmo", falei, balançando a cabeça em descrença.

"Olha só. Todos nós fizemos sacrifícios para chegar até aqui. Alguns mais do que outros. Confie em mim, quando isso acabar, podemos lamentar por cada um deles. Mas agora precisamos continuar andando", respondeu Heather enquanto ela mostrou o que estava no telefone do soldado.

Era difícil determinar exatamente o que era, exceto que era uma foto e parecia uma árvore.

Melissa olhou por cima do meu ombro para conseguir enxergar. "Isso é um 8?" Ela adivinhou.

"Nossa próxima jornada. Não há como dizer a que distância ou em que direção, exceto, é claro, a direção de onde veio o helicóptero. Você consegue andar? Não quero atrasos." Disse, olhando para a minha perna e depois para Wayne.

"Estamos bem. Vamos", ele insistiu.

Heather não se incomodou em perguntar duas vezes e marchou em linha reta em direção a uma trilha rústica que levava à vasta floresta.


Celeste se afastou de sua parceira e começou a caminhar ao meu lado e aparentemente queria ter uma conversa de um para um. 

"Deixa eu adivinhar, Heather tem um bom coração lá no fundo," resmunguei. 

"Ela costumava ter," Celeste disse, o que na verdade me surpreendeu. 

"O que aconteceu?" Perguntei.

"O Jogo aconteceu. Lá atrás ela achou que era só um desafio qualquer, tarefas que iam ficando cada vez mais difíceis. Pelo menos era isso que os fóruns na internet diziam," explicou. 

"Sim, eu cheguei a ler também. Não faz sentido. Porque as pessoas mentiriam enquanto arriscavam suas vidas e partes do corpo?" Perguntei.

"Não estavam mentindo. Aquelas postagens... eram tudo geradas automaticamente por bots. Todas. Feitas para que as pessoas se inscrevam cegamente. Para jogar essa merda." 

Eu estava fazendo algumas ligações no meu cérebro. Mas isso só fez meu estômago revirar mais e mais.

"Então suponho que você não estava com ela nas outras vezes?" Perguntei.

"Não, não estava. E ela não fala sobre o que aconteceu. Mas sei que seja lá o que aconteceu, mudou nela muito mais que seu corpo físico. Levou seis semanas e meia para poder andar de novo depois da fisioterapia no ano passado." ", Celeste comentou.

"Se ela perdeu tanto, porque está aqui agora? Essa é a terceira vez que ela tenta terminar", percebi.

"Não sei. Mas falei que dessa vez não iria sem mim", respondeu Celeste.

No fundo, sei que é outra mentira. Uma pessoa como Heather não teria parado simplesmente por causa de algo tão pequeno.

Ela é como o Capitão Ahab e este jogo é sua Moby Dick, creio eu.

Não consigo nem imaginar o que isso significa para nós, seus humildes marujos.

"Ei, acho que encontrei alguma coisa!" Melissa gritou atrás de nós.

Nossa pequena comitiva parou sua marcha e Heather foi até onde a ruiva estava parada.

E lá estava, uma árvore com entalhada com o número romano. 


"Bom trabalho", disse Heather, mas antes mesmo de termos a chance de comemorar, Wayne chamou na direção oposta.

"Ei, eu acho que é aqui!"

Franzi a testa e corri até ele para dar uma boa olhada.

"Qual é o certo?" Celeste perguntou nervosamente.

Heather pegou seu celular e tirou uma foto do entalho. Uma mensagem nos disse qual é realmente a nossa tarefa.

INCORRETO.

"Temos que encontrar o certo", falei.

Nós cinco nos movemos para a outra árvore e tiramos outra foto, recebendo a mesma mensagem.

"Merda", Melissa disse preocupada.

"Espalhem-se. Temos dezenove minutos para encontrar o caminho certo!" Heather gritou.

Desta vez, nenhum de nós questionou suas instruções. Mas a cada minuto que passava, comecei a sentir uma bola gelada crescer no meu estômago.

Havia pelo menos trinta árvores espalhadas por uma extensão de três campos de futebol. Nenhuma delas era a certa. 

Então, quando faltavam só dois minutos, ouvi Melissa gritar.

Larguei tudo e corri para ajudá-la. 

Mas não era ela que precisava ser salva.

Lá, em uma árvore marcada com o mesmo numeral romano que procurávamos, havia três homens, pendurados nus de cabeça para baixo em galhos mais baixos.

Prendi a respiração quando o celular que eu estava segurando apitou novamente e vi nosso novo desafio.


IX. DEIXEM-OS PARA MORRER.

FONTE

PRÓXIMA PARTE: 24/03/19

Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigado! Se gostou, comente, só assim saberemos se você está gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião!

3 comentários :

  1. Eu QUERO a continuacao da creepypasta da verdadeira historia do eden

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  2. Aquele do planeta rahu eu to esperando um tempao eu curti essa creepy

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  3. PRGDL02022

    Oloko! Tá ficando melhor a cada capítulo...

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