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Pequenininha

35 comentários
Bom dia/Boa tarde/Boa noite! Desculpem o atraso :/
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ATENÇÃO : ESSA SÉRIE/CREEPYPASTA É +18. CONTÉM CONTEÚDO ADULTO E/OU CHOCANTE. NÃO É RECOMENDADO PARA MENORES DE IDADE E PESSOAS SENSÍVEIS A ESSE TIPO DE LEITURA. LEIA COM RESPONSABILIDADE.  
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Meus médicos me pediram para contar minha história, assim outras garotas como eu poderiam ler e aprender com meus erros, já que eu morrerei em breve. Fico muito triste de pensar nisso. Não quero que outras garotas estejam doentes como eu estou. Acho que não seria exatamente como eu, porque isso seria loucura, mas talvez elas possam ler e evitar decisões ruins.

Quando eu era pequena, mamãe costumava me segurar e dizer coisas como "Oh Katie, você se encaixa tão perfeitamente no meu colo! Você é tão pequenininha!" Eu amava. Ela me aquecia e me abraçava e eu me sentia tão bem. Eu sempre ia para a mamãe se me sentisse triste ou assustada, e ela simplesmente me pegaria, dizendo "Algo errado, minha pequenina?" e eu diria a ela o que me deixava chateada e ela sempre sempre sempre fazia tudo ficar melhor.

A lembrança mais vívida que tenho foi do dia que fiz 10 anos. Não era da minha festa, da qual me lembro vagamente ser ótima, nem dos presentes, alguns dos quais eu ainda tenho, mas de quando mamãe me pegou no colo naquela noite, com lágrimas nos olhos, e disse ao papai "Katie está virando uma menina grande, hein?" Não lembro o que meu pai disse, mas não havia como negar: eu não era mais sua pequenina.

Aos 10 anos eu tinha cerca de 1,47 m, pesava quase 45 kg. Eu estava crescendo rápido. Meus pais são altos. Lembro de estar com medo. Não parei de crescer, e quando eu tinha 11 anos, já media 1,57 m, 54 kg, e meus seios começaram a crescer. Naquele momento, quando estava triste, mamãe me abraçava apertado e dizia as coisas certas, mas tudo parecia diferente. Ela deixou de me ninar. Não me colocava mais em seu colo. Senti frio e solidão. Só queria estar próxima dela como era quando eu era pequena. Então eu decidi ficar pequena novamente.

Mamãe começou a notar quando eu colocava minha comida de canto no prato, tentando empilhá-la de um lado para fazer parecer que eu comi mais do que realmente comi. "Você é uma menina em crescimento", disse ela, gentilmente mas com firmeza. "Você precisa comer." Eu não podia deixar a mesa até terminar.

Naquela noite, após o jantar, lembro de ter me deitado de costas na cama, olhando para o teto e sentindo a comida no estômago. As palavras da mamãe "você é uma garota em crescimento" ecoavam na minha cabeça, e eu me senti tão mal que corri para o banheiro e vomitei. Eu estava realmente feliz por ter meu próprio banheiro, assim eles não me ouviriam vomitando. Depois que eu terminei, me senti muito melhor. Mais leve e menor, até.

Mamãe estava tão feliz por me ver comendo normalmente outra vez. Ela se preocupou com a chance de eu estar com influenza, então me ver comendo tão bem tirou essas preocupações da cabeça dela. O que ela não não via era como eu iria para a cama depois e, enquanto a banheira enchia, eu vomitava tudo. Fiz isso todos os dias durante anos.

Uma das tristes verdades sobre vomitar suas refeições é que você não perde tanto peso. Eu na verdade ganhei mais. Claro, eu me livrava do que havia comido, mas umas duas vezes por semana eu estaria deitada na cama, bem acordada, tocando minha clavícula, ossos do quadril e costelas, e obcecada com comida. Algo dentro de mim estalava, e eu corria para a geladeira ou para os armários e comia até sentir como se estivesse explodindo. Então, exausta, eu voltava para o andar de cima e desmaiava na minha cama. Calorias por calorias, depois desses exageros duas vezes por semana eu estava consumindo mais do que eu comeria se estivesse saudável. Exceto que eu não estava nem um pouco saudável. E ninguém sabia.

Tudo isso se acumulou nos últimos meses depois que me formei no ensino médio. Eu tinha 1,80 m, 80 kg. 17 anos. Não havia absolutamente nada que eu odiasse mais do que meu corpo. Eu estava constantemente solitária e queria tentar esquecer tudo. Eu decidi conseguir um emprego. Quando disse à minha mãe que encontrei uma vaga em um lugar que reciclava equipamentos médicos antigos, ela ficou muito orgulhosa de mim, por ter tomado a iniciativa. Foi agridoce; eu sabia que ela estava começando a me ver como uma adulta. Não sua pequenina garota. Eu me senti como um completo e absoluto fracasso.

O local onde eu trabalhei desmontava grandes máquinas que os hospitais usavam e vendiam as peças. Eu era a recepcionista. Atendia ligações e ajudava a organizar as entregas. As pessoas com quem trabalhei eram muito legais, e depois de algumas semanas me deram uma chave para que eu pudesse chegar cedo, preparar o café e imprimir os pedidos. Uma noite, depois que todos foram embora, voltei lá e entrei. Ainda me sinto mal por ter quebrado a confiança deles.

Alguns dias antes, meus colegas de trabalho trouxeram uma máquina antiga. Todos usavam luvas pesadas e usavam equipamento respiratório, como mergulhadores. Quando acabaram, perguntei o que era. Aparentemente era algo que hospitais usam na radioterapia de pacientes com câncer. Eu não sabia muito sobre isso, então quando cheguei em casa fui na Wikipédia e pesquisei bastante coisa, aí surgiu minha ideia.

Quando me deixei entrar naquela noite, o lugar estava vazio. Fui direto para onde eles colocaram a máquina de radioterapia e a investiguei. A maior parte estava completamente desmantelada. O que eu procurava estava convenientemente rotulado e evidentemente marcado em um enorme contêiner de chumbo. Demorei um pouco para destampar. Chumbo é tão pesado! Mas depois disso, vi uma peça redonda de metal que parecia uma roda. A peguei e girei o mecanismo, que abriu uma pequena janela na frente. Uma fraca luz azul estava dentro. Eu a aproximei do meu olho e observei dentro. Nada além daquela luz. Pensei que provavelmente era o que eu procurava.

Trouxe o objeto para casa comigo, e tranquei a porta do meu quarto. Eu me esforcei para abrir aquilo usando uma chave de fenda como alavanca, mas parecia trancada por dentro. Eventualmente fiquei frustrada e girei a peça novamente, para abrir a janela, e enfiei minha ferramenta no material azul, tentando retirá-lo. Acabou sendo bem fácil. Um monte dele quebrou quando o cutuquei, e quando virei a peça de cabeça pra baixo, as peças caíram na minha mesa. Agora eu podia ver quão belo era. Como pedaços de argila azul brilhantes e arei. Juntei tudo o melhor que pude e guardei, exceto pelo pouco que usaria hoje à noite.

Uma das coisas que li sobre radioterapia é que isso deixava as pobres pessoas com câncer bem magras. Eles simplesmente perdiam todo o apetite. Não pude acreditar que era verdade. Sempre tive um apetite tão grande. Ficava dizendo a mim mesma que precisava ter muito cuidado quando pegasse essa coisa, porque se tomasse muita radiação eu poderia acabar com câncer. Peguei uma pitada da argila azul, coloquei na boca, e engoli com um gole de água. Foi uma sensação quente descendo, mesmo com a água gelada. Desde que cheguei em casa do trabalho, estava bem quente, na verdade. Acolhedor. Como um cachorrinho debaixo de um cobertor.

Naquela noite acordei suando mais do que suei em toda minha vida. A cama estava totalmente encharcada. Nojento. O peso da água não era o que eu queria perder realmente, mas era melhor que nada. Tomei uma ducha, troquei os lençóis e voltei para a cama. Meu estômago doeu um pouco.

Quando acordei na manhã seguinte, meu estômago doía e eu vomitei algumas vezes. Mas, eu não estava nem remotamente com fome. Só isso fez a dor na minha barriga praticamente desaparecer. Eu não precisava comer! Mamãe perguntou se eu estava levando as sobras do jantar da noite passada para o trabalho, e eu menti dizendo que compraríamos pizza. Odeio mentir pra mamãe, mas eu não queria que ela se preocupasse. Não havia necessidade de contar pra ela que eu não estava com fome. No trabalho, terminaram de desmontar a máquina e começaram a enviá-la para onde quer que enviam essas coisas. Tive muito cuidado para colocar o contêiner de volta exatamente como estava. Ninguém verificou se a pequena roda ainda estava lá.

Nada ocorreu nos próximos dias, além do meu estômago ter piorado e eu ter que vomitar uma ou duas vezes. Mal comi desde que comecei o tratamento com radiação. Sempre que ficava tonta pela falta de comida, comia uma maçã ou um iogurte sem gordura e ficava bem. Eu ainda estava suando muito. Quando chequei na balança, dizia 76.

Depois de uma semana comendo praticamente nada e seguindo fielmente meu tratamento noturno, minha dor de estômago ficou realmente, muito ruim. Parei de vomitar, mas dessa vez senti que precisava ir ao banheiro. Fui, e foi horrível. Havia muito - fiquei chocada. Aparentemente eu comi e acumulei mais do que pensava. Subi na balança depois, entretanto, e isso me ajudou a sentir muito melhor. 73.

Nos dois dias que se seguiram, uma ou duas pessoas me falaram como eu estava bonita. Eles me perguntaram se perdi peso, e eu disse sim, talvez alguns quilos. Eu estava radiante. Durante toda a minha adolescência eu não fiz nada além de ficar maior. Agora, finalmente, eu estava encolhendo e a caminho de ser pequenininha. Eu não me sentia tão bem, no entanto. Minha barriga estava constantemente me fazendo correr para o banheiro e ainda doía. Percebi que eu estava me livrando de toda a gordura extra. 71.

Eu estava no chuveiro, cerca de 10 dias depois que comecei a tomar o remédio, e fiquei horrorizada ao ver um pouco do meu cabelo cair. Isso era ruim. Muito, muito, muito ruim. Imediatamente parei de lavá-lo e deixei apenas a água enxaguar o resto do xampu. Saí do banho e demorei uma hora secando meu cabelo porque estava assustada demais para usar uma toalha, com medo dela arrancar mais. Quando o espelho desembaçou e meu cabelo secou, verifiquei quão perceptível era. Havia um pedaço careca considerável, couro cabeludo avermelhado chamando a atenção num buraco de quase 5 cm sobre minha orelha esquerda. Empurrei o cabelo pra cobrir a falha. Mais caiu. Devia ser uma deficiência nutricional por todas as refeições que eu estava perdendo. Coloquei meu boné dos Titans e me vesti. Quando escovei os dentes notei um pouco de sangue na pia. Fiz um lembrete para comprar alguns multivitamínicos depois do trabalho.

Não tomei banho no dia seguinte porque, quando acordei naquela manhã, havia mais cabelo no meu travesseiro. Meu couro cabeludo estava ficando bem visível. Parecia irritadiço e cru, mas não doía. Já que eu não precisava ir trabalhar, fiquei em casa e pesquisei todas as deficiências nutricionais que poderiam fazer meu cabelo cair e minha gengiva sangrar. A maioria era curada pelo multivitamínico, então tripliquei a quantidade que precisava tomar, só para garantir. Tive que ir ao banheiro cinco vezes durante as 15 horas que estive acordada. Na última vez, estava incrivelmente tonta e com muita sede. Eu me pesei antes de beber a água e meu medicamento radioativo. 68. O remédio me ajudou a perder 12 quilos em menos de duas semanas.

Mamãe me abraçou na manhã seguinte antes de eu ir trabalhar. Ela passou as mãos de cima a baixo pelas minhas costas, e comentou quão magra eu havia ficado. Então, ela disse: "Lembra quando eu costumava te chamar de minha pequenininha? Sinto falta daqueles dias, mas eu amo você crescida tanto quanto antes." Então ela me deixou ir. Dor, náusea e desespero tomaram conta de mim. Sem aviso, minha tontura voltou pra se vingar e eu tropecei, caindo no chão da cozinha. Meu boné caiu. Com a cabeça girando, lembro vagamente da mamãe ofegando "Katie, o que aconteceu com seu cabelo?!" antes de eu vomitar violentamente no chão e em mim mesma. Era só sangue. Desmaiei ao som dos gritos da mamãe.

Não sei quanto tempo passou no hospital. Eu não estava completamente inconsciente, mas até o momento que usaram drogas para me acordar, tudo o que me lembro é de imagens de médicos no mesmo equipamento de mergulho que os caras no trabalho dizendo palavras sem sentido, como "césio", "descamou" e "absorvida", e eles não estavam falando de comida.

Hoje, não consigo mais me mover ou falar, e estou escrevendo isso usando um teclado legal que insere as letras usando os movimentos do meu olho restante. Como eu disse no começo, morrerei em breve. Não sou mais muito divertida de se ver. Meu cabelo se foi. E minha mandíbula inferior. E minha pele. Os médicos legais estão me dando remédios que ajudam a controlar a dor e me manter alerta. Eles me perguntaram se poderiam fazer testes e experimentos comigo para ajudar a entender o que a ingestão de radiação médica faz no corpo humano. Aparentemente, havia um japonês há alguns anos chamado Hiroshi Ouchi, que passou por um nível de exposição similar e as mesmas coisas aconteceram com ele. Eles disseram que ajudaria outras pessoas no futuro se conseguissem comparar os dois casos. Claro que eu os deixo.

Eu não posso mais comer comida. Meu esôfago cozinhou. O mesmo com meu estômago. Os médicos me mantêm hidratada por um tubo na minha bunda. Eu realmente não gosto de pensar sobre isso. O máximo de emoção que eu tenho esperando aqui é que eles me pesam de seis em seis horas para ver se consigo reter os fluidos que me dão ou se vai tudo para os lençóis. Eles me colocam em uma plataforma e uma pequena voz robótica diz um número. Esta manhã, disse 32. Na vez seguinte, 31.

Mamãe e papai precisam usar esses trajes de mergulho quando vêm visitar. Mamãe sempre está chorando, porque não tem permissão para me tocar. Papai apenas olha. Logo antes de começar a escrever isso, minha mãe se abaixou e começou a sussurrar para mim algumas das coisas que eu lembro ela dizendo quando eu era pequena. Fechei meu olho e imaginei estar acalentada e segura em seu colo. "Eu te amo, minha pequenina", ela soluçou. Eu teria sorrido se tivesse uma boca.
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Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigado! Se gostou, comente, só assim saberemos se você está gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião!

35 comentários :

  1. Com 11 anos ela tinha a altura que eu tenho com 26, quer trocar não? .___. Qqq

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  2. Heitor, rola colocar um aviso de +18/TW? Eu como pessoa em tratamento de bulimia e tcap tive um gatilho fudido lendo essa creepy :///

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    1. Sorry ;-;
      Jurei que tinha colocado o aviso, mas agora está lá, obrigado pelo aviso <3

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  3. Só eu que tive a impressão de já ter lido essa mesma creepy?
    Mesmo assim, muito boa. Bem escrita, faz a gente experimentar todas as sensações conforme elas vão sendo descritas.
    Parabéns Heitor <3

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    1. Talvez você tenha lido alguma do mesmo autor, e a forma de escrita trouxe essa memória
      E obrigado <3

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  4. PRGDL02022

    Cara, que triste. Deu uma pena do relato da menina, ela só estava com medo de crescer e perder o amor de sua mãe.

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  5. Essa creepy me arrepiou, isso pode até ser um aviso para aquelas pessoas que querem ficar magras usando coisas ilícitas.

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  6. gostei, to com do do heitor que tem que postar tudo sozinho

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    1. Kkkkkkkkkkkk, obrigado pela preocupação, mas não precisa <3
      Eu adoro postar aqui, então 0 problemas! Infelizmente fiquei uma semana sem postar por alguns problemas na faculdade, mas que já resolvi :3

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  7. puta merda
    ela literalmente COMEU radiação
    eh foda bixo, fiquei triste

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  8. procurem mais adms, senao o site vai morre, o heitor so tras creepys fodas,mas ele tem vida e nao consegue segurar a barra semana interia

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    1. Obrigado pela preocupação anon <3
      Vamos continuar aqui nesse site maravilhoso, que marcou não só a mim mas várias outras pessoas, pra que ele não vire só parte da história!

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  9. Essa creepy causou em mim o mesmo que "Vísceras" causou um tempo atrás.

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    1. Ai ai, Vísceras...
      O que dizer daquela creepy linda? Ter traduzido uma creepy que foi comparada à ela é uma honra por si só :3

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  10. pô uma semana sem creepy e eu nao falo ingles, esse é o melhor site pq os outros so postam creepys infantis, infelizmente ficam sem postar

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    1. Sorry :/ eu pessoalmente tive alguns problemas na faculdade que me impediram de postar na semana que faltei, mas já solucionei, então acredito que as creepys de quinta voltem ao normal <3

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  11. 7 dias sem UMA creepypasta nova
    que bela bosta..

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    1. Rapaz... Boa parte dos seguidores daqui são um pé no saco viu. Puta merda.

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  12. Q triste, deu até dor de cabeça, as imagens passaram na minha cabeça

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  13. Minha mãe era exatamente igual a mãe dela, querendo q eu fosse pequena e tal, sofri o mesmo que ela e hoje toco o foda se, sem césio pra mim ;)

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  14. Que burra ela comendo radiação

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  15. Coisas que eu facilmente faria no auge da minha anorexia, vulgo agora

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  16. Caraca, já tive anorexia e bulimia, e sabia do caso do césio aqui no Brasil, essa creepy foi um mix disso tudo

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  17. Estranho. A previsibilidade da história geralmente me faria desgostar da mesma. Mas a forma com que a narrativa foi feita me fez sentir como se eu estivesse observado todo o processo de decadência do indivíduo. Me deu uma agonia ler essa creepypasta. Penso que com isso posso dar uma nota alta. 9/10.

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