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Acordei no meio de uma cirurgia, não estavam tentando me salvar.

16 comentários
Nota da Divina: Oi gente, antes de postar esse conto, queria só me desculpar e justificar o motivo de não ter mais tanta rotina nas postagens aqui no blog. Estamos com uma equipe reduzida, porque nossas tentativas de aumentar a equipe de tradutores foram inúmeras vezes frustrantes e não deu certo. Gabriel está comandando as creepypasta dos fãs e eu continuo trazendo os contos mais bem avaliados dos fóruns de terror gringo. Como alguns sabem, tenho um filho de três meses e ele demanda muito de mim, então as vezes fico sem tempo de traduzir. Mas mesmo assim, as vezes demorando, vou continuar com as traduções no blog. Espero que entendam.


***

“Tudo bem, vamos começar. Hora da incisão, 9h45" Uma voz masculina disse em voz alta, me acordando.

Me senti grogue e meus olhos foram mantidos fechados por uma fita que cobria minhas pálpebras. Tentei pedir ajuda, mas logo percebi que não conseguia formar nenhuma palavra nem mover um único músculo.

Eu estava paralisado, e se tivesse sofrido um acidente? Minha mente estava muito perdida, incapaz de recordar até mesmo informações mais simples.

"Prepare o dispositivo, parte 108, não temos muito tempo para colocá-lo no lugar", disse outra voz.

Uma dor aguda surgiu na parte de trás da minha cabeça, imediatamente seguida por um líquido quente escorrendo pelo meu pescoço. Eu queria desesperadamente chorar de dor, mas não pude fazer nada além de ouvir o que acontecia enquanto algo cavou mais fundo em meu crânio.

“Aplique pressão aí mesmo, por favor. Não está vendo o sangramento? ”, A primeira voz disse.

"Não está funcionando." O segundo respondeu depois de um momento.

"Tudo bem, então cauterize, a abertura da pele já está feita."

O cheiro de carne queimada encheu o ar, me deixando enjoado. Por sorte, senti que meu estômago já estava completamente vazio. Eu sabia que não tinha comido há algum tempo.

Então lembrei.

Cirurgia, eu estava em cirurgia! Mas eu não adormeci com a anestesia e não conseguia me mexer.

O cirurgião continuou a cauterizar meu sangramento, e quando a dor se intensificou, lutei para lembrar. Tudo o que eu tinha era uma vaga lembrança de uma doença, algum tipo de câncer crescendo dentro do meu abdômen. Se fosse esse o caso, o que eles faziam na  minha cabeça?"

"Como ele está indo?" Um deles perguntou.

“A pressão arterial e a frequência cardíaca estão um pouco altas, mas ele está sedado. Não se preocupe ”, outro respondeu.

Enquanto ouvia e sentia tudo o que faziam, não conseguia me comunicar.

"Furadeira perfuradora".

Eles começaram a perfuração, sacudindo meu corpo enquanto eles colocavam contra o meu crânio. As vibrações não doíam, mas o som de rachaduras produzido enquanto penetravam o osso é algo que eu nunca esquecerei.

"Merda, você foi fundo demais?"

"Não, ele está bem."

Depois que o osso foi cortado, a dor desapareceu lentamente. Com o cérebro não tem receptores de dor em si, eu não podia fazer nada além de ouvir os sons úmidos e nojentos enquanto remexiam dentro da minha cabeça.

"O aparelho ainda está carregado?", Perguntou o cirurgião.

"Carregado e pronto, doutor."

Senti uma vaga sensação de pressão quando algo foi empurrado profundamente dentro da minha cabeça.

Desesperado e aterrorizado, tentei pensar nos momentos antes da cirurgia. Eu tinha entrado em cirurgia por causa de um tumor no meu pâncreas, e mesmo que eu não sou um gênio da anatomia, não fica nem perto da minha cabeça.

"Coloque os eletrodos ao redor da entrada do dispositivo, configure-o para 650 miliamperes."

Um tom estridente foi produzido quando ligaram o dispositivo, seguido por um choque violento, e depois…

… Escuridão.

Quando finalmente recuperei a consciência, estava deitado em uma cama de hospital. Uma mulher sorridente estava na minha frente. Eu a reconheci como uma das enfermeiras de preparação, mas ainda não sabia seu nome.

"Tudo correu bem, Sr. Jones, conseguimos tirar tudo!", Ela disse extasiada.

"O que?" Respondi.

"Está tudo bem, as drogas podem deixá-lo um pouco tonto por um tempo, mas você se sentirá melhor em algumas horas."

Um médico que eu não tinha visto antes entrou na sala, segurando uma prancheta e uma seringa contendo um líquido vermelho transparente.

"Boa tarde, Sr. Jones, meu nome é Ethan, estou aqui apenas para te acompanhar durante a recuperação até terminar o tratamento."

Olhei meu abdômen, doía, e estava coberto de um grande curativo.

"Dói?", Perguntou.

"Sim, um pouco, na verdade."

"Vamos aumentar a dose de sua medicação para a dor. Mas primeiro, deixe-me te dar a parte final do seu tratamento. Olha, essa coisa pode queimar um pouco”, disse, sacudindo cautelosamente a seringa.

"Mesmo com a maior parte do tumor retirado, nós ainda temos que matar os retardatários, não queremos que eles apodreçam."

Enquanto se preparava para me injetar o conteúdo da seringa, minha mente começou a clarear. A lembrança da minha cirurgia voltou com uma explosão, e eu recuei violentamente na cama, arrancando o acesso venoso de mim. 

"Você perfurou na minha cabeça!" Gritei.

"Do que você está falando?" Ethan disse, visivelmente confuso.

"Acordei durante a cirurgia, ouvi tudo o que os cirurgiões disseram, colocaram algo dentro da minha cabeça."

Ethan acenou com a cabeça em compreensão. "Sr. Jones, é bastante normal ter sonhos vívidos enquanto está sob anestesia geral, alguns até sentem que estão flutuando pela sala assistindo a cirurgia, alguns têm sonhos estranhos. É perfeitamente compreensível misturar fantasia e realidade. ”

"Não, não foi um sonho, eu até senti...", argumentei colocando a mão na parte de trás da minha cabeça.

Não havia ferida, o cabelo ainda estava intacto e nenhum sinal de suturas.

"Como eu disse, perfeitamente normal."

Me acalmei um pouco devido à sua explicação, e deixei refazer o aceso e aplicar a injeção. Queimou quando o líquido entrou em minhas veias, ardendo meu braço e pescoço. Me senti tonto.

"Tudo certo!" Ethan disse, sorrindo, "você precisa descansar agora, você ficará aqui em observação por alguns dias. Amanhã já pode receber visitas. ”

Parecia tudo muito real, mas meu câncer supostamente incurável havia sido erradicado, apenas algumas semanas depois de ter sido categoricamente informado de que morreria em seis meses.

Até mesmo os conformes antes da cirurgia eram suspeitos. Começando com nada mais que uma ligação de um Sr. Burke, representante uma empresa recém-fundada, Artifex Pharmaceuticals. Eles estavam trabalhando em um novo tratamento para pacientes com câncer terminal, havia dito.

Me disse que eu me encaixava nos critérios para o tratamento, de forma gratuita, visto que ainda não era aprovado pela FDA. Fizemos um encontro rápido e me explicou o procedimento, que combinaria a cirurgia e seu novo medicamento quimioterápico.

Na época, minhas escolhas eram morrer devagar e dolorosamente ou morrer rapidamente na mesa de operações. Naturalmente, estando nos últimos estágios da vida, eu aceitei o tiro no escuro, e foi assim que acabei milagrosamente curado, contra todas as probabilidades.

A semana seguinte veio e foi. Fui dispensado com um frasco de remédio para dor enquanto o corte da cirurgia curava. No entanto, eu simplesmente não conseguia me livrar daquele pesadelo horrível desde o dia da cirurgia.

Por curiosidade, examinei os papéis que recebi da empresa, surpreso ao descobrir que em nenhum lugar do documento de cinquenta páginas eles mencionavam o nome "Artifex Pharmaceuticals" nem o nome de nenhum funcionário.

Tentei ligar para o número que me deram, mas constava sempre como ocupado. Confuso e assombrado pelo pesadelo, não pude fazer nada além de descansar e esperar que me ligassem de volta para um check-up.

Eu precisava de respostas...

O tempo foi passando e, depois de um mês de recuperação, que passei quase sempre acompanhando meus programas de TV favoritos, estava pronto para voltar ao trabalho.

A primeira ordem de negócios foi uma reunião com meu chefe, Daniel Harrison. Ele sempre foi legal comigo e me deu todo o tempo de folga que eu precisei enquanto fazia o tratamento. Embora não fosse um trabalho surpreendentemente bem pago, fiquei feliz por estar lá.

"Benjamin, ótimo ter você de volta!" Ele basicamente gritou quando eu entrei no escritório, me abraçando forte.

Em seguida, retornamos a meios mais profissionais de cumprimentar uns aos outros e apertamos as mãos enquanto conversávamos sobre meu futuro na empresa. Me sentei na frente da mesa, quando comecei a ouvir um som bizarro, parecia estática. No entanto, eu não conseguia descobrir a sua origem.

No começo era vago, quase interceptável. Tentei ignorar, mas Harrison notou imediatamente que algo estava errado.

"Você está bem? Você está um pouco pálido," disse.

"Sim eu estou bem. Você ouviu isso?” Respondi perguntando, enquanto o som continuava aumentando de volume.

"Ouvi o que?"

"Hm, não importa, só estou com um pouco de dor de cabeça", falei, deixando minha ansiedade crescente de lado.

Ele deu um olhar estranho enquanto ponderava o que dizer em seguida, então suspirou.

“Olha, Benjamin, eu sei que não é fácil se recuperar de tal provação. É um fardo, tanto mental quanto fisicamente. Na verdade, uma vez passei por uma situação parecida, muitos anos atrás, e isso deixou uma cicatriz na minha auto-estima, como se eu não fosse forte o suficiente para sobreviver sem ajuda. ”

"Eu sinto muito, eu não sabia", falei, o som atingindo níveis insuportáveis.

"Tudo bem, eu nunca falo sobre isso, foi quase quinze anos atrás de qualquer maneira."

Ele parou por um momento, seu largo sorriso se transformando em um olhar confuso.

“Foi estranho, pensando agora. Eu era um caso terminal, me disse que eu  estaria morto dentro de um ano. Então, do nada, um cara apareceu na minha porta, propondo uma cura milagrosa ”.

Aquela história era familiar demais para me deixar confortável.

"Eu nem consigo lembrar o nome deles, tudo o que se referente à cirurgia parece um tanto vago, distante. Como era mesmo o nome da empresa? ”, Perguntou a si mesmo.

Meu chefe riu: "Hm, acho que era algo começando com 'A', hmm 'art' alguma coisa."

"Artifex Pharmaceuticals?"

"Sim, esse mesmo!" Gritou, quase inaudível para mim sobre o som estático que enchia minha cabeça. "Como você sabe?"

"É o mesmo que me consertou, disseram que eram novos."

"Isso é estranho", respondeu simplesmente.

Pedi licença e saí do escritório, alegando que a dor de cabeça era pior do que eu pensava, e Harrison disse que eu deveria tirar o tempo que fosse necessário. Na verdade, ordenou que eu tirasse uma folga.

Mal saí do escritório, e o som parou. Soltei um suspiro de alívio e voltei correndo para casa para rever os documentos.

Depois de pesquisas infrutíferas, tentei a internet, algumas ligações e olhei procurei no meu e-mail dentre tantas mensagens de spam.

Nada…

Se realmente tinham curado Harrison quinze anos atrás, a droga deles tinha que estar bem além do estágio experimental, e eu exigia respostas.Queria saber sobre o som perfurantes em meus tímpanos que vinha de dentro da minha cabeça, sobre meu despertar durante a cirurgia e o fato de que ninguém que eu conhecia nunca tinha ouvido falar sobre a Artifex Pharmaceuticals fora do meu tratamento, era tudo demais para ser algo normal.

Decidi que, de manhã, voltaria ao hospital e procuraria por um dos médicos que trabalhara no meu caso, mas minha cabeça estava destroçada. Precisava descansar.

Naquela noite, passei deitado acordado, incapaz de encontrar qualquer consolo no fato de estar livre do câncer. Por volta da meia noite, meu telefone tocou; Um dos meus antigos colegas de trabalho, com quem eu não falava desde o meu tratamento.

"Benjamin?" Ele disse em um tom sombrio.

"Alex, eu realmente não esperava uma ligação sua agora, por que você está ligando tão tarde? Está tudo bem?"

"É o Harrison, e-ele está morto."

"Morto? quando, como?"

Aparentemente, Harrison sofrera uma hemorragia cerebral decorrente de um aneurisma cerebral não diagnosticado, não muito depois de eu ter saído no dia anterior. Simples assim. 

A manhã chegou e, sem ter dormido um minuto sequer, fui para o hospital.

Pedi à recepcionista para falar com qualquer representante da Artifex Pharmaceuticals. Ela alegou que nunca ouviu falar de tal empresa. Quando perguntei por um dos médicos, percebi que não conseguia lembrar exatamente o nome completo deles. Então, perguntei se alguém no departamento de cirurgia se chamava Ethan. Depois de fazer uma busca rápida no computador, ela simplesmente balançou a cabeça.

Derrotado, saí sem respostas. Continuei a busca infrutífera pela internet por algumas semanas, mas o trabalho rapidamente ocupou a maior parte do meu tempo. Era horrível lá sem a presença de Harrison. A nova gerência assumiu o controle e tive que começar a seguir em frente com a vida.

Depois de meio ano, comecei a me estabelecer na vida. Livre da doença, mas com uns quilos a mais por causa da recuperação. Em uma tentativa fútil de combater o ganho de peso, voltei para a academia, passando a maior parte do tempo correndo sem rumo na esteira.

Eu estava chegando na marca de 1km corridos, uma grande conquista para alguém como eu, quando o som agudo da minha cabeça voltou, quase me fazendo cair do aparelho.

Olhei para o meu lado, percebendo um homem de quarenta e poucos anos que tinha acabado de começar a correr ao meu lado. Ao contrário de mim, estava em uma forma bem conservada. Ele revelou uma enorme cicatriz cirúrgica no lado do peito, bem decorado com uma tatuagem de uma árvore, lendo "Arborvitae", abaixo dela.


Ele notou minha expressão de dor e me encarou.

"Você está bem, cara?" Perguntou enquanto caminhava em minha direção. O som se intensificou quando ele se aproximou, fazendo com que eu apertasse meus ouvidos em agonia.

Tão de repente quanto começou, o som simplesmente parou. O homem na minha frente caiu no chão, segurando a cabeça brevemente antes de se deitar no chão, sem vida.

Ele sofrera uma hemorragia cerebral. Pelo menos, isso era o máximo de informações que eu consegui obter da equipe da academia, mas eu sabia que era mais do que isso. O homem morrera exatamente como Harrison, aquele som horrível e depois a morte.

Após o evento da academia, visitei três médicos diferentes, implorando que procurassem algo na minha cabeça, uma tomografia computadorizada, ressonância magnética, o que eles pudessem fazer, eu aceitaria. Até contei sobre o meu tratamento contra o câncer, mas nenhum registro da minha hospitalização sequer existia.

O primeiro médico recomendou um psiquiatra, o segundo foi ignorante comigo, e apenas o terceiro concordou em me dar um exame para verificar qualquer anormalidade. 

“Bem, senhor Jones. Por sorte, decidimos pela tomografia, porque a ressonância magnética teria rasgado seu cérebro em pedaços. Você realmente deveria ter me dito que você tinha um implante. Fora isso, o metal basicamente tornou seu exame ilegível. ”

"Como é?" Perguntei, confuso, mas não totalmente surpreso de terem achado algo que não devia estar ali. 

"Sinto muito, mas quando um metal entra em contato com o tomografo, faz com que a leitura seja impossível, mas isso é muito melhor do que colocar você dentro de um imã gigante, você-"

"Não, eu quero dizer, que implante?" Interrompi.

O médico me mostrou uma imagem do TC, e parecia que um artefato cobria a maior parte da imagem, no centro havia um objeto de metal em forma de diamante.

“Eu tenho que perguntar, você já fez alguma cirurgia no cérebro? Não consigo de jeito nenhum descobrir o que é essa coisa, mas claramente não é uma formação fisiológica.” O médico disse, apontando para a coisa dentro da minha cabeça.


"Eu-eu não sei."

“Bem, você esteve em algum acidente, talvez um acidente de carro ou algo do tipo? Às vezes, detritos presos dentro de você podem viajar através de seus vasos sanguíneos, independentemente de onde a lesão original foi.

“Eu tive câncer pancreático, estágio três, eles fizeram cirurgia e deram algum tratamento experimental, mas…”

“O que exatamente eles te deram?” Perguntou, parecendo mais curioso do que preocupado.

"Foi apenas uma injeção, eu acho, e foi apenas uma vez após a cirurgia."

“Olha, Sr. Jones, eu não sou oncologista, mas até onde sei, não há injeções únicas no mercado que possam curar o câncer. O que você precisaria seria de meses de quimioterapia abrangendo várias sessões. O que quer que eles tenham te dado, não foi para o câncer. ”

Ele olhou pela minha cabeça, e para minha surpresa, realmente encontrou uma cicatriz que eu mesmo não tinha notado, era minúscula.

"Bem, você tem uma cicatriz, com certeza, mas é incrivelmente bem escondida, nunca viu nada tão pequeno de uma cirurgia cerebral."

Tentei explicar minha experiência durante a cirurgia como melhor me lembrava, mas ele não pôde me ajudar. Me disse que examinaria alguns testes farmacológicos diferentes para ver se alguma coisa se encaixava no meu caso, mas não parecia muito esperançoso. Ele nem conseguiu remover a maldita coisa, alegando que estava muito perto do meu tronco cerebral, ou algo assim.

Então, aqui estou eu, vivendo a vida da melhor maneira possível, ainda à espera de respostas. De vez em quando o som retorna, e quando isso acontece eu simplesmente paro em meus passos e corro para longe de todos. Não posso deixar  que ninguém mais morra por chegar perto de mim.

O que quer que tenham feito comigo, não estou sozinho, há outros com os mesmos implantes, e temo que tenhamos que esperar para ver qual é o propósito deles.

Se alguém for contactado pela Artifex Pharmaceuticals, não aceite nenhuma das suas curas milagrosas.


Eles não estão tentando nos ajudar.



16 comentários :

  1. Mt boa :0
    Podia ter uma continuação

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  2. Divina, tem gente nos comentários das creepys que se oferece para ajudar com as traduções caso vc e o Gabriel estejam precisando. É só chamar que a gente tá aqui ♡
    A propósito, a creepy tá bem traduzida. Parabéns e obrigado <3

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  3. PRGDL02022

    Muito boa, um tanto quanto agoniante a situação desse cara. Será que esse dispositivo na cabeça dele serve para eliminar as outras pessoas que também passaram pela mesma cirurgia?

    OBS: Fica em paz DIVINA, quem acompanha o site e curte de verdade mesmo, com certeza entende a situação de vocês e não vai ficar de cobranças, mas sim agradecer, pois apesar das dificuldades, quem tem bebê em casa sabe que não é nada fácil, ainda tem um tempinho para atualizar para nós, ok? Obrigado, como já disseram em muitos outros posts, por serem o melhor site brasileiro de Creepypasta!!!

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  4. como assims??? o gabriel e a divina sao casados?

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    1. Nããããoooo hahahahahah! Somos amigos, eu sou casada com meu marido. Inclusive, Gabriel é de SP e eu do RS.

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  5. Boa.
    Tenho uma cicatriz dessas, mas é bem pequena. Medo kkk

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  6. Que gracinha, Divina! Não sabia que você tinha um bebê. ♥ Tô soft.

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  7. Fazem anos que eu não entrava nesse site, acabei migrando para o nosleep lá no reddit.
    Foi uma surpresa hoje descobrir que a Divina tem um filho.
    Aliás, lembro que parei de acompanhar quando esse Gabriel tinha acabado de entrar.
    Enfim, nem sei porque comentei isso.

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  8. bati tanta punheta lendo isso, mto tesao, obrigado Divina !!!

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  9. sempre pensei que a divina era sapatão :( decepcionada

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  10. Que sensacional, adorei! Eu acessava o blog quando era mais nova; uns 10-12 de idade, por aí. Na época eu era perdidamente apaixonada por todos os textos que publicavam aqui, sem exceção nenhuma! Com o tempo acabei me interessando por outras coisas e deixei de acompanhar.
    Na madrugada de ontem me lembrei aleatoriamente daqui e resolvi entrar pra ver se ainda haviam postagens. Fiquei muito feliz em saber que o site continua ativo e também contente com o fato de que a qualidade do conteúdo continua alta (se não for melhor).
    Quero ler tudo o que perdi nesses 3 anos e me atualizar o mais rápido possível hehehe. Parabéns pelo trabalho<333333

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