17/03/2012

A Criatura Parte 2: A Experiência

E então, como dizia a creepypasta, deitei-me às 01h28min, em uma madrugada de lua nova e em Dezembro. Eu trajava roupas apenas brancas, sem estampas, e os lençóis de minha cama eram assim também. Deitei-me de barriga para baixo. Eu estava sozinha em casa, meus pais estavam viajando há alguns dias.

Não demorou muito para que eu começasse a ouvir os sussurros. Sussurros, vozes, gemidos... Ouvi vários tipos de sons vindos de trás de minha porta. A princípio, eu não acreditei que aquilo estava mesmo acontecendo, mas quando me dei conta de que REALMENTE estava acontecendo me assustei. Fiquei com medo de prosseguir, mas já que cheguei até aquele ponto, falei:

— Venha até mim, eu quero conversar.

Ouvi a porta de meu quarto ranger ao abrir. Fechei meus olhos fortemente. O medo aumentava cada vez mais. Estava apavorada.

Senti um peso nas costas, algo me tocava da nuca à cintura. Como se estivesse me acariciando. Quando subitamente senti uma dor imensa. Uma pancada. Como se cortasse minhas costas com lâminas e esmurrassem ao mesmo tempo. A dor era como se minha carne fosse rasgada, estilhaçada, espancada. A dor aumentava, meu corpo esquentava. Eu não tinha mais forças para gritar. De repente dormi!

Só lembro-me de estar no tal quarto com duas janelas em paredes opostas. Uma mesa, duas cadeiras, uma porta e sangue. Sangue por toda parte. Sem falar do mau cheiro. Um cheiro de não sei o quê, mas sei que era forte e repulsivo. Fora o cheiro, era tudo exatamente como dizia a creepypasta. Sentei-me e disse confiantemente:

— Estou aqui!

A porta se abriu vagarosamente. Deparei-me com a criatura que fazia de meus sonhos um inferno. Um ser de aparência indescritível. Ele sentou-se à minha frente. Fiquei inquieta. Eu queria correr. Meu subconsciente mandava-me correr. Mas mantive-me calma. Perguntei o que eu queria saber. Porém, quando ele começou a falar, quase entro em pânico. Mesmo estando em um sonho suei frio, estremeci. Sua voz realmente me arrepiava até a alma, me destruía por dentro de tanto medo. Sua voz era múltipla.  Agudos, graves, gritos, rugidos, berros, choro... Estava tudo junto e sincronizado à voz dele. Foi difícil, mas me mantive calma até o fim. Ele parou de falar, apoiou a cabeça sobre o punho direito e eu disse:

— Eu entendo. Eu sou merecedora de saber?

Ele pediu para ver minha mão. Quando dei minha mão a ele, ele percebeu que eu estava trêmula, porém, não hesitei. Ele colocou algo em minha mão e eu não quis nem ver o que era. Após isso, acordei. Olhei o relógio, era exatamente 07h00min. Ao verificar minha mão, vi que não tinha nada lá. De imediato liguei o computador e reli o texto. E como eu temia, eu morreria na próxima vez em que dormisse. Meus pais ainda não tinham voltado de viagem.

Eu estava apavorada, horrorizada, trêmula, desesperada. Não levantei da cama pra nada. Eu não tirava o olho do relógio, contando as horas para que meus pais chegassem. Entardeceu, anoiteceu e eu não saí da cama desde que acordei. Às 22h00min comecei a ouvir barulhos pela casa, estrondos. À meia-noite os barulhos se juntaram a gritos de mulheres, como se estivessem sendo torturadas, e choros de crianças. Eu já não tinha mais lagrimas para derramar. Exatamente à 01h00min os barulhos foram embora. O silêncio era tudo o que se ouvia naquela casa, exceto os soluços de meu choro. Quando o relógio marcou 1h28min os sussurros começavam, vozes... Ouvi a voz, que tanto me dava medo, chamar meu nome.

Eu senti a presença daquela criatura por trás da porta. Eu sabia que ele não faria nada se eu não hesitasse, se eu não me manifestasse. Ele dizia coisas que me aterrorizavam:

— Não adianta. Você vai ter que cair no sono.

Até que eu gritei:

— NÃO TENHO MEDO DE VOCÊ!

Ouvi um rugido macabro de trás da porta. Não dá pra descrever o medo que eu senti. A porta abriu bruscamente, ele entrou e violentamente avançou contra mim. Senti um cheiro forte. Era diferente do cheiro que eu senti no sonho. Era um cheiro repugnante, um cheiro forte, cheiro de carne podre, morta, cheiro de morte. A criatura berrava insanamente em minha frente. Eu fiquei apavorada. A criatura me infernizava assim como em meus sonhos, mas não era sonho, era real. Apesar do pavor que estava em mim permaneci firme, sem entrar em pânico. Fechei os olhos, abaixei a cabeça e falei pra mim mesma, baixinho:

— Não tenho medo. Não tenho medo. Não tenho medo.

O barulho sumiu e quando abri os olhos, já era dia e havia tudo desaparecido. Senti um calor na minha nuca, um calafrio, um arrepio. E logo após uma voz ecoava pelo local dizendo:

— Voltarei.

Um dia depois meus pais voltaram de viagem e eu ainda permanecia na cama. Sem dormir. Quando me viram naquele estado ficaram horrorizados. Cuidaram de mim. Só dormi depois de quatro dias depois do que aconteceu e na cama de meus pais. Eu não disse para eles nada do que ocorreu. Recuperei minha sanidade pouco a pouco. Eu não quis tocar no assunto e eles perceberam que eu não queria falar do que ocorreu. Acho que eles pensaram que eu tive um pesadelo muito forte, ou algo do tipo, porém, resolveram me levar a um psicólogo. Faz três meses que isso aconteceu e a criatura ainda não voltou desde aquele dia, mas durante as noites de lua nova, ainda posso sentir sua presença e ouvi-lo chamar me nome.

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Para quem não leu a primeira parte desta Creepypasta, "A Criatura", Clique aqui!

Eviado por Mateus

16/03/2012

Fallout 3 - Rádio Fantasma: "Estação de Número"




Fallout 3 (Jogo) contém várias estações de rádio dentro do jogo. A estação mais importante é a Galaxy News Radio (N/T:Radio de Notícas Galaxy - GNR). Muitos jogadores “maldosos” sabem que você pode matar o Three-Dog (N/T: O locutor) e ele será substituído pela técnica Margaret. Ela não tem uma personalidade carismática e tem muito pouco a dizer, parecendo que ela não gosta de seu novo trabalho.

Ela também nunca aparece pessoalmente, e portanto não pode ser morta. Assim que Three-Dog estiver morto, você estará preso à Margaret.
O que a maioria dos jogadores não sabe, entretanto, é que sob certas circunstâncias, a GNR pode se transformar em uma “estação de números”. Uma estação de números é uma estação que transmite uma mensagem desconhecida em código. Muitas dessas existem na vida real e há hipóteses de que elas fazem parte de uma rede de controle nuclear. Cheque no Wikipedia para mais informações sobre estas redes, já que elas são relacionadas com o mundo real. De volta a Fallout 3...

Ninguém tem certeza absoluta das instruções que devem ser seguidas para poder ouvir a estação de números em Fallout 3. Parece que você precisa matar o Three-Dog, porque ninguém conseguiu até agora ouvir a estação de números com ele ainda vivo. Também parece que você precisa pular a missão “Galaxy News Radio”, onde você ajuda a aumentar o sinal para que a estação possa ser ouvida além da área de DC. Isso é fácil de fazer usando um verificador de palavras ou simplesmente usando o FalloutWiki para olhar aonde você deve ir para avançar na história. Finalmente, você definitivamente precisa escolher destruir Raven Rock (N/T: Pedra do Corvo). Este é o gatilho para transformar a GNR em uma estação de números e ela permanecerá assim pelo resto do jogo.
Entretanto, é grande número de jogadores que fez esses três passos e continuou a ouvir a GNR normal, então provavelmente devem ter outros requerimentos que os leitores precisam descobrir.





15/03/2012

Siga em frente

Eu fui depositado nesse mundo com uma brusquidão normalmente reservado para os recém-nascidos, e assim como eles, minha primeira visão do mundo foi o suficiente para me causar choros profundos. Tentei recuar, na esperança de voltar para o nada de que eu tinha vindo, mas encontrei-me congelado, meu corpo não era mais meu; eu só era capaz de olhar com horror para o mundo em que agora me encontrava.

Tijolos e blocos rachados formavam uma estrada sem fim diante de mim, enquanto uma massa muito escura e vazia se encontrava as minhas costas, o lugar de onde eu tinha vindo. Pedras e blocos de madeira flutuavam aqui e ali, como se estivessem congelados após serem arrancados do chão por algum tipo de explosão. Tubos enormes complementavam esta estreita e vazia estrada, e havia vários buracos ao longo do caminho, revelando algumas quedas obscuras aparentemente sem fim.

Porém, não foi esta paisagem sobrenatural que me encheu de horror. Enquanto ela rangia e cansava as forças de minha consciência... Os objetos sutis e observadores faziam com que meu corpo sem controle congelasse de medo. Em todos os lugares, rostos semi-percebidos riam-se de mim; os tijolos, o chão, as nuvens. Vários olhos, sem vida, mas brilhando com uma maliciosa e predatória cautela, pareciam me observar, aparentemente se camuflando quando aproximados por mim.

Conformado com a escuridão constante atrás de mim, eu forçava meus membros a irem pra frente, cada tentativa com um mínimo resultado. Mantive meus olhos fixos à minha frente, vendo apenas o próximo passo, a próxima pedra, nunca olhando para as ilhas de tijolo, flutuando acima de mim, nem para os rostos zombeteiros rindo de minha situação.

Apenas alguns passos a frente de minha jornada, eu congelei, quase recuando pra trás e batendo na parede invisível, ao invés de dar outro passo. Onde antes não havia nada, exceto pela estrada em ruínas, havia agora um outro viajante... Ele cambaleava em minha direção, arrastando-se sob seu próprio peso podre, e minúsculas botas pretas arrastavam-no lentamente ao longo da estrada. Dois olhos vazios e nervosos boiavam em sua massa inchada corporal, fixados em mim com o foco cego de uma mente estranha demais para minha compreensão.

Eu fiquei lá, congelado e sem entender enquanto ele lentamente caminhava em minha direção, seu corpo chiado pouco maior do que o de uma criança. Seus olhos brilhantes estavam fixos em mim, e suas pequenas botas se aproximavam lentamente. Eu não podia me mover. Recuar resultaria apenas na minha eventual captura pelo monstro, mas avançar significaria atravessá-lo, e só o pensamento de tocar naquela... coisa...

A decisão foi tomada por mim, por que a coisa já estava muito próxima, e eu estava preparado para esta ação. Ao horror ou raiva, eu pulei pra frente, gritando sem sentido, e atingi aquele corpo inchado. Eu chutei e pisei nele, esmagando a carne flácida e muito macia debaixo de meus pés, soluçando em horror enquanto sentia sua carne me tocar, e em seguida derreter, apodrecendo ao nada em questão de segundos, mas deixando uma memória tão imunda em minha mente que eu sabia que sentiria todo o peso mais tarde, encharcado contra mim muito tempo depois do doce frio do além.

Depois disso, eu corri. Eu corri e amaldiçoei qualquer destino que havia me trazido até aqui e apagado minha memória, minha vida, e deixado apenas uma estrada: a estrada eterna. Eu teria chorado, teria me amarrado e me jogado em um desses buracos sem fim que havia espalhados por partes da estrada, mas fui obrigado a continuar... Minhas pernas continuavam em um ritmo espasmódico que me impulsionou sobre os tijolos em ruínas e saltando sobre os buracos, apesar de eu querer secretamente cair em suas profundezas e acabar com a estrada, com os rostos, comigo.

Enquanto eu corria e pulava, cheguei a um desses grossos e retorcidos tubos que pontilhavam a paisagem claustrofóbica. Pensei em dar uma olhada por um momento, a curiosidade lutando para superar meu desejo quase maníaco de me livrar deste lugar, mas ao ouvir alguns barulhos estranhos e borbulhantes, juntamente com um profundo pulso baixo vindo do interior desses tubos gigantes, decidi deixar minha curiosidade de lado, e então passei reto do tubo. Assim que sai de lá, senti uma corrente repentina de ar atrás de mim, seguido de um estalo estranhamente abafado, como se barras de ferro envolvidas em algodão tivessem sido colocadas atrás de mim. Eu não me virei, apenas usando isso para galvanizar ainda mais minha caminhada sem fim, ignorando tudo enquanto desaparecia atrás de mim.

Muito à frente, avistei uma escada longa e brilhante, levando a um caminho acima de mim, e além dela o que parecia ser uma pequena casa feita dos próprios tijolos em ruínas, assim como a estrada. Enquanto temia o que poderia estar lá dentro, a idéia de outra pessoa, outra pessoa com a qual eu poderia compartilhar este lugar horrível, me encheu com um grande raio de esperança. Então corri desesperadamente, os olhos fixos na tal escada, e disparei a toda velocidade por cima do buraco. Foi na metade do caminho entre o abismo e a escada que eu vi a coisa me esperando do outro lado.

Era uma paródia retorcida de algum tipo de réptil. Sua face alongada enchia-se com um tom de ameaça, e sua boca bocejava em antecipação do meu chegar ao outro lado, suas bordas irregulares afiadas brilhando como quem estivesse pronto pra atacar. Seu corpo estava equilibrado sobre duas minúsculas e disformes pernas, e ele tinha uma concha de carne dura e quebradiça, que envolvia todo seu tronco bulboso. Dois membros atrofiados se esticaram através de sua concha, revestido em crescimentos fibrosos, e ele lentamente se aproximava de mim.

Eu gritei desesperado, tentando em vão voltar para a borda mais distante, mas já era tarde demais, e meus esforços foram suficientes para fazer com que eu perdesse meu equilíbrio, batendo na parede ao lado do buraco, a coisa acima de mim gritando em frustração enquanto eu caia. Caindo, e caindo, girando em direção a escuridão sem fim, senti a escuridão consumir todo meu corpo. No entanto, segundos antes do vazio poder me fornecer seu consolo final, de repente eu me lembrei...

Estradas intermináveis​​, lagos de fogo, túmulos em ruínas cheias de ossos podres de animais, formas nebulosas de luzes brilhantes seguindo em direção a escuridão, redes flutuantes de madeira antiga que vagueavam em um céu quente, tudo voltou para mim em um rápido momento: a lembrança de onde eu estava, o que eu havia feito, e sabendo que aquilo iria continuar.

Eu não sei por quanto tempo já fiz isso, nem o que fiz para merecer isso.

Só que devo caminhar nesta estrada.

Para sempre.


14/03/2012

Polybius


Polybius é um arcade que teve seu lançamento limitado a uns poucos fliperamas num subúrbio de Portland em 1981. Há várias estranhas histórias a respeito desse jogo, como crianças sofrendo vários sintomas preocupantes após jogá-lo. O jogo foi revolucionário para a época, sendo muito colorido e colocando o jogador na mão contrária dos jogos convencionais da época. Em vez de você ser uma nave que atirava nas pedras, você jogava as pedras na nave, ou mais menos isso.


A década de 80 é marcada por lendas urbanas e esse jogo ao sumir do mapa em menos de um mês de circulação, ganhou várias histórias, lendas, e especulações sobre o mesmo. Os fatos são contados pelos que jogaram o Polybius e pelos donos das lojas que tiveram a maquina. Segundo os donos, frequentemente apareciam sempre os mesmos "homens de preto" que vinham e recolhiam dados das máquinas periódicamente. Mas em pouco tempo, o Polybius foi recolhido,no tempo que ficou fez sucesso, mas não teve nem tempo de sair dos Estados Unidos.
O jogo do Polybius era muito colorido,todo estilizado em uma tela pscicodélica e ficar piscando muitas vezes seguidas. Além disso, jogadores diziam que mostrava várias mensagens subliminares entre as "piscadas". Esses efeitos fizeram com que muitas pessoas tivessem ataques de epilepsia (há histórias sobre um garoto ter morrido por um ataque), aminésia, insônia, pesadelos, ataque de pânico, depressão e em alguns casos extremos, suícidio. E ainda sobre os efeitos que o jogo causava, eram opcionais de acordo com o que os homens de preto queriam e "programavam" a máquina.

Os rumores sobre este videogame dão conta de que ele foi supostamente desenvolvido por militares que usaram um algoritmo da CIA que afetava o comportamento das pessoas, mas o que foi divulgado era que uma empresa alemã chamada Sinneslöschen (Em alemão que dizer algo como “inibidor de sensorial”), que pela história só veio a criar propriamente esse jogo.

A Teoria conspiratória diz que a máquina foi feita pelo governo americano na época da guerra fria para controlar as pessoas, com hipnose, controle da mente entre outros métodos. Infelizmente (ou felizmente) ele não chegou por aqui, então até o jogo mesmo não passa de lenda.


Alguns curiosos recriaram o jogo de acordo com os relatos de quem jogou, e há diversos vídeos do youtube sobre o tema.





Dica enviada por e-mail pelo xará do meu parceiro de tradução, Gabriel Azevedo.

Estática na Televisão

Se você estiver assistindo televisão e ela perder o sinal, desligue a TV imediatamente. Se você assistir a estática da TV por tempo suficiente, a estática, de repente,vai parar. Todo o som na sala em que se encontra cessara; até mesmo o ruído da TV desaparecerá. Se isso acontecer, você não deve desviar o olhar da tela. Provavelmente não notará isso no momento, mas antes de fixar seu olhar na TV, seu corpo também vai congelar. O tempo a sua volta irá parar completamente. As partículas dos pontos pretos e brancos da TV lentamente ganham vida, arrastando-se lentamente em direções aparentemente aleatórios. Não da maneira normal das estáticas, mas sim organizando-se e formando uma imagem em movimento em sua frente. No momento que a estática e o ruído branco da TV voltarem ao normal, você voltará a ter controle de seu corpo.

Você nunca mais poderá assistir aquela televisão novamente. Ela sempre transmitirá estática, mesmo quando desligado. Se você assistir a estática por mais tempo, estes mesmos eventos voltaram a acontecer, mas com resultados desastrosos. O que acontece exatamente é desconhecido, pois é óbvio que qualquer um que tenha tido a infelicidade de experimentar isso acabou desaparecido. Há rumores que dizem que se você continuar a assistir a estática novamente, ou durante sua primeira experiência, e olhar para longe, as manchas brancas e pretas começarão a se mover novamente, mas você não conseguirá se mover. Seus olhos, então, estarão permanentemente fixados na tela enquanto você vê uma imagem se formar, e também o que parece ser o retorno de sua estação de sinal. Você logo descobre que este não é o caso, já que o som permanece ausente, e a imagem na TV mostra uma ambientação muito familiar: o quarto onde você se encontrava.

A única coisa que você vê a seguir é o movimento na TV, enquanto você assiste a si mesmo por dentro da mesma, e posteriormente, a causa do seu desaparecimento.

O Dragão Chinês: A Cena da "Serra na Cabeça"


Em 1971, o filme chinês de artes marciais, "The BigBoss (O Dragão Chinês, no Brasil)", foi lançado e fez com que o famosolutador de artes marciais, Bruce Lee, se tornasse uma estrela internacional.Ele atuaria em mais filmes clássicos, como: "Fist of Fury", "Wayof the Dragon", "Enter the Dragon", e seu projeto inacabado,"Game of Death". Todos estes filmes foram clássicos sucessosinfluentes. No entanto, "O Dragão Chinês" é mais notável por suascenas deletadas. Desde seu lançamento, o filme foi muito cortado e alterado.Havia cerca de 14 ou mais cenas que foram cortadas da versão final. Algumasdessas cenas foram cortadas devido à produção, limite de tempo ou qualquer outromotivo, e outras cenas foram cortadas devido à violência e à censura. Até osdias de hoje, a versão original sem cortes de "O Dragão Chinês" aindanão foi lançado, e varias pessoas ainda estão à procura da versão sem cortes,especialmente por causa de uma cena infame em particular que foi cortada: acena da “Serra na Cabeça”.

Esta cena ocorre durante uma cena de luta no meio do filme, onde o personagem de Bruce Lee pega uma serra gigante do chão, balança-apor cima de sua cabeça, e crava-a na cabeça de um bandido. As pessoas têm procuradoesta cena em particular, e a única evidência visível são fotos tiradas duranteas filmagens dessa cena e o corte óbvio da cena no filme. Há rumores confirmandoque um jornalista que escreveu um livro sobre Bruce Lee possui a versãooriginal sem cortes do filme. No entanto, ele afirmou que não iria mostrar aopúblico, a menos que receba uma grande recompensa em troca. Mas a verdadeirarazão pela qual ele não quer mostrá-lo a qualquer outra pessoa é por causa doque viu enquanto assistia ao filme e a essa cena em particular.

Em uma entrevista particular, o jornalista afirmou que elepresenciou algo tão assustador e inesperado que quase o assustou até a morte.Isto é o que ele viu: O filme desenrola-se em sua forma original, com a trilhasonora mandarim original e as cenas deletadas deixadas intactas. A qualidade éruim devido à sua idade e as poeiras e partículas que ficaram presas no rolo dafita, mas o filme ainda é visível. Após a cena onde os amigos de Bruce Lee sãoatacados em sua casa, as coisas começam a ficar realmente estranhas... Brucevai para a fábrica de gelo onde trabalha para ver o que está armazenado dentrodos blocos de gelo. Ele entra no quarto escuro com uma lanterna e encontra umpicador de gelo. Depois de esculpir pequenos pedaços de gelo, ele encontrasaquinhos de cocaína e heroína que foram escondidas pelos bandidos. Em seguida,ele caminha lentamente e aponta a lanterna em direção aos outros pedaços de gelo.Ele então encontra os corpos de seus amigos que foram mortos pouco tempo atrás.O último corpo que ele encontra foi cortado do filme na versão final, mas podeser visto nesta versão.

Assim que a tela mostra o último cadáver, a música começa acair em um tom baixo por alguns segundos e a imagem torna-se um poucodistorcida. Em seguida, a cena corta para o grupo de bandidos que confrontamBruce. A imagem e o som voltam ao normal. Depois da conversa entre Bruce e ofilho do chefe, a cena da luta começa. Depois de alguns minutos de luta, osbandidos andam lentamente em direção a Bruce enquanto ele recua em direção aparede. De repente, Bruce pisa em uma serra e quando tudo para de uma vez, ele apega. Depois de chutar dois caras pra longe, podemos vê-lo balançar a serra porcima de sua cabeça na próxima cena. Mas alguma coisa não está certa... A imagemfica em preto e branco, mas o som continua intacto. E então vemos a imagem semcortes onde Bruce crava a serra na cabeça do cara. A partir deste momento aimagem não é mais em preto e branco, mas em cores negativas. O som aindapermanece intacto. As imagens mostradas parecem que foram grosseiramente juntadas.Então a tela corta para outra cena onde Bruce solta sua serra e o bandido ficatremendo e gritando, enquanto cai no chão com a serra ainda em sua cabeça. Aimagem volta ao preto e branco novamente, e quando o bandido grita, o som é maisalto do que o normal. Então a cena volta pro Bruce, agora dando um Chute Roundhouseno bastão de outro bandido, quebrando o bastão no meio. A imagem e o som voltamao normal, e vemos Bruce chutar a cara em direção a parede. Então o filme párapor aí e nós somos deixados com uma tela branca. Depois de alguns minutos, atela branca ainda está lá, mas podemos ouvir duas vozes estranhas. Parece queeles estão tendo uma conversa em chinês. O mais estranho é que suas conversas estavamlegendadas em pequenas letras brancas na parte inferior da tela (o que eramuito suspeito, já que não havia legendadas em nenhuma outra parte do filme).

As legendas mostradas são essas:

Diretor - "Será que devemos deixar isso no filme?"

Editor - "Não sei, eu não acho que cabe a nós."

Diretor - "O que você quer dizer? Eu não me importo seeles censurarem isto!"

Editor - "Tudo bem, vamos ver o que podemos fazerdaqui."

Diretor - "Espere, o que você está fazendo?"

Editor - "Estou tentando colocar essa cena no filme"

(O som e legendas cortam, e uma música começa a tocar por cercade 5 segundos. A música então para de repente e ouvimos as vozes de novo. Destavez, ouvimos uma terceira voz).

Desconhecido - "O que está acontecendo?!"

Diretor - "Eu não sei, ele está ferrando com tudo!"

Editor - "Não, não estou! Alguma coisa está errada comessa máquina!"

Diretor - "Pare, seu idiota!"

Desconhecido - "Calma!"

(Nós ouvimos alguns barulhos de batidas. O barulho começa ase tornar irreconhecível. Em seguida, o som para de novo e ficamos sem som poralguns minutos).

Então a terceira voz desconhecida diz: "Esta parte serácortada da versão final ou não?". Em seguida, o som volta, mas destavez é um barulho de estática muito alta. O filme volta ao normal, mas desta vezsão somente clipes aleatórios do filme sendo tocados um atrás do outro. O somvolta ao normal por alguns segundos, mas depois ele começa a tocar rápido e aocontrario aleatoriamente. A música tocada no titulo principal pode ser ouvidoem seguida, mas é muito mais alto do que o áudio confuso que fica tocando aofundo. Então de repente, varias imagens distorcidas de cadáveres, ossos eserras enferrujadas começam a piscar rapidamente na tela. A música para e mudapara o grito de um bandido, que soa exatamente com o cara que levou a serra nacabeça. Este som continua a repetir até que o grito vai ficando cada vez maisagudo. Este prolonga-se por mais alguns segundos até que tudo pára de repente,e ficamos com uma tela preta. Depois de dez segundos, o filme volta ao normal.A cena volta na parte onde Bruce pisa na serra no chão e prossegue normalmente,mas as imagens sem cortes da serra na cabeça do cara não estão mais lá. Então ofilme continua normalmente, até finalmente terminar.

Então aparentemente é por isso que o jornalista que afirmater a versão sem cortes do filme não quer exibi-lo ao público. Ou isso ou elequer ficar com o filme por causa de seu grande valor financeiro, mas obviamenteeste não é o caso aqui.

11/03/2012

Mickey Mouse e o Espelho Magico


O ano era 1998. Eu estava revirando o sótão num sábado de manhã, enquanto meus pais iam fazer as compras do mês, quando me deparei com uma caixa de "fitas antigas". Curiosamente, eu abri a caixa para encontrar um monte de velhas fitas de VHS gravadas com diferentes programas e filmes. Porem, somente a fita do da pilha chamou minha atenção por causa do rosto familiar: Ela se chamava "Mickey e o Espelho Mágico". Na capa estava Mickey Mouse com Donald, Pateta e Bafo. Havia algo de diferente sobre suas expressões faciais da capa. Donald tinha um olhar muito deprimido e estava sentado no chão segurando as próprias pernas, Pateta estava no topo do barco de Pete e tinha um olhar muito irritado, com o punho no ar e um de seus sapatos faltando, e Pete estava pendurado do lado de fora do barco com suas duas mãos nos trilhos tentando se levantar, e seu rosto estava com um olhar muito deprimido.

Mas apesar de tudo isso, Mickey foi quem realmente chamou minha atenção. Ele estava sentado sobre uma pilha de feno com um sorriso maligno no rosto. Um pé estava do lado de fora na parte de trás do feno, e Mickey estava segurando um grande garfo com algo pingando dele (Lembre-se que eu era mais jovem quando isso aconteceu e que tudo era em preto e branco, tanto a capa quanto o filme, então não fazia idéia do que poderia ser). Eu realmente queria assisti-lo, então fechei a caixa, corri para o porão, coloque a fita no videocassete e esperei ela começar.

Por cerca de dois minutos o episódio fica com uma tela preta com sons de ondas ressurgindo, então uma imagem de Mickey aparece na tela, e eu nunca havia visto aquela imagem antes: ele estava de braços cruzados no meio de uma caveira e ossos cruzados com um sorriso no rosto. Em seguida, ela desapareceu e a tela de título finalmente surgira. Começou como um bom dia, com o barco do Bafo sendo puxado por ele para o porto, e Bafo estava muito nervoso. Pateta vem correndo do celeiro e começa a gritar com Bafo sem nenhuma razão, e Bafo simplesmente empurra-o para fora do caminho, fazendo com que o Pateta caísse na água. O vídeo distorce por uns 2 segundos e mostra Pateta saindo correndo do celeiro novamente. Só que desta vez, quando ele corre para o Bafo, ele o agarra e chicoteia-o para a parede do celeiro, fazendo com que uma pilha de feno caísse do telhado, prendendo Bafo. Pateta caminha até ele e a câmera dá um close-up no rosto de Pateta, que demonstra uma expressão perturbadora de ódio (Eu nunca havia visto ele daquele jeito antes). Quando ele chega até o monte de feno, a tela fica preta por alguns segundos.

Em seguida, aparece um texto dizendo "10 minutos atrás" e a tela muda para o Mickey em uma colina com o Pateta e Donald olhando para um espelho. Todos os três estão com uma expressão de medo em seus rostos. Mickey chega perto do espelho, e um raio atinge o vidro estilhaçando-o em direção a todos os três. Mickey e Pateta ficam bem, mas Donald começa a cambalear para trás até cair da colina. O vídeo distorce novamente e você ouve uma risada. A tela mostra o espelho quebrado novamente, e você vê os cacos de vidro que se quebraram do espelho brilharem fortemente em um preto muito escuro, e em seguida, voltarem ao normal.

Mickey olha em volta e vê o Pateta descendo a montanha correndo. Em seguida Mickey olha de volta para o espelho, mas quando o faz, uma mão muito grande o agarra e puxa-o para dentro, e alguns segundos depois, sai de lá uma versão mais macabra e destruída do Mickey. Sua roupa é mais rasgada e ele é quase uma fera, com olhos esbugalhados e dentes afiados. A tela muda para mostrar Pateta, que ainda está correndo morro abaixo, e acaba tropeçando em uma pedra caindo em direção a cidade. Agora você o vê todo cortado e sangrando. Em seguida ele é arrastado por alguém, mas você não consegue ver quem é. A cena muda para mostrar o interior do celeiro, onde se encontram o Mickey Macabro e o espelho. Quando ele pula em frente ao espelho, uma luz brilhante revela uma figura encapuzada: Era uma versão mais macabra de Donald, e logo em seguida, a versão macabra do Pateta sai do espelho. Todos os três começam a caminhar em círculo e a tela começa a ficar em estático aos poucos, e pouco depois, tudo que você pode ouvir são sussurros baixos e passos por cerca de cinco minutos.

Em seguida, a tela mostra as palavras "15 minutos depois", e mostra o Pateta coberto por um liquido escuro pingando, espalhado por todo o lugar. Mickey e Donald queimam o barco com uma tocha, e todos os três caminham até o meio da área. Todos olham intensamente para a tela como se estivessem me observando e começam a caminhar em direção à mim. Enquanto caminhavam, seus olhos ficavam cada vez maiores e mais penetrantes, até que sem explicações as garras e o bico de Donald caem, mostrando apenas seus dentes e muita espuma. O zumbido volta, mas desta vez era muito mais alto, e você podia ver a cidade queimando no fundo da tela. Um túmulo também estava atrás deles, e havia um nome cravado nele: “JOÃO BAFO-DE-ONÇA”. A tela tremeu um pouco até que de repente o tumulo explode em chamas, e uma mão negra sai de dentro.

Eu pulei de minha cadeira e empurrei a TV pra fora do armário, fazendo com que ela quebrasse e parasse o vídeo pouco antes dos personagens chegarem à tela, mas o zumbido estava tocando em minha mente pelo resto daquele dia. Peguei a fita e todas as outras na caixa e queimei tudo que para que não fosse obrigado a terminar assistir aquela ou as demais fitas. A ultima coisa que lembro ter visto antes de queimar as fitas era a capa do vídeo de Mickey Mouse. Ela estava diferente desta vez: Mostrava uma foto dos personagens macabros caminhando em minha direção.

Nunca mais conseguirei esquecer seus sorrisos e expressões macabras olhando fixadamente para mim... Aquela visão invade meus sonhos até hoje, e meus pais e amigos nunca acreditaram sempre que falava sobre minha experiência pra eles. Infelizmente, não há mais jeito de provar o contrario, mas de certa forma, estou feliz que aquela coisa esteja destruída agora.

Uma Atualização de Suicide Mouse

Abaixo estão as anotações do diário de minha melhor amiga, Ashley. A mãe dela me chamou e pediu para que eu verificasse como ela estava, dizendo que eu era provavelmente a única pessoa que poderia ajudar minha amiga. Eu só queria ter chegado mais cedo... Pensava que sua mãe estava só um pouco histérica demais, mas havia algo terrivelmente errado acontecendo com ela. O que eu estou a ponto de dizer pode perturbá-lo, mas deve ser dito. Temo pela vida de alguém que, como minha amiga, está obcecada com o fenômenos assustadores da internet e que trabalha incansavelmente para descobrir a verdade.

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Dia 1

Sinto que estou perto de desvendar o caso do suicidemouse.avi. Minha fonte concordou em me mandar o vídeo genuíno por e-mail. Quando perguntado se ele havia visto o vídeo, ele disse que não e que nunca faria.

Dia 2

Eu não posso acreditar que toda a minha pesquisa para encontrar o vídeo original realmente valeu a pena! Porem, não sei se deveria compartilhar isso com mais alguém; a natureza deste vídeo tem me perturbado a um nível psicológico e emocional muito alto. Eu não sei como alguém poderia reagir a isso. Eu nem tenho certeza se quero voltar a vê-lo. Minha gata, Mollie, estava lá comigo... Ela acordou e ficou ameaçada enquanto eu assistia ao vídeo. Os gritos provavelmente machucaram seus ouvidos.

Nunca mais vou conseguir esquecer aqueles últimos 30 segundos do vídeo... Aquele monstro cortando sua própria cabeça com aquele sorriso no rosto... e em seguida, seu corpo caindo, pedaço por pedaço. A cabeça rolando no chão em direção a tela, ainda sorrindo.

Dia 3

Outro dia chato e solitário em casa. Sem dinheiro para ir a qualquer lugar ou fazer qualquer coisa, estou presa aqui. Terei que encontrar algo pra fazer para tirar a minha mente daquele vídeo. Mollie tem agido muito estranha hoje. Ela passa mais tempo dormindo do que o normal e chora quando eu me afasto dela. Esquisito... Ela é tão cheia de energia, o que será que se passava com ela?

Dia 4

Não consegui dormir nada na noite passada e estou completamente exausta. Eu não conseguia tirar aquele sorriso psicótico de minha cabeça. O mero pensamento dele andando daquela maneira animada com aquele sorriso assassino já seria suficiente, mas ver o que eu vi é uma história completamente diferente... Os gritos... Estou tentando desvendar qual a relação entre o som e as imagens do vídeo. Eles simplesmente não parecem combinar... Mas por que a mulher grita?

Não sei por que me sinto assim tão de repente. Eu me sentia tão bem na noite anterior...

Dia 5

Consegui dormir um pouco na noite passada, mas ainda estou cansada. Tentar descansar um pouco hoje, mas tenho medo de que possa estar atrás de mim a qualquer momento. Eu sinto que estou sendo vigiada. Tenho medo de adormecer, embora seja a coisa que eu mais desejo. Eu gostaria de poder conversar com um amigo, minha mãe ou meu pai, mas eles não acreditam em mim. Eles só riam da minha cara. Os efeitos das imagens e sons sobre a mente humana sempre me interessaram, mas para todas as outras pessoas, elas só diziam: "É apenas um vídeo" ou "É só uma foto". Decidi seguir em frente e excluir o vídeo do meu laptop. Não posso correr o risco de alguém encontrá-lo. Eu só quero esquecer tudo aquilo...

O que é pior é que não consigo encontrar Mollie em lugar nenhum.

Dia 6

Mãmae me ligou hoje. Acho que ela sentiu o medo e exaustão em minha voz. Ela tentou me fazer dizer o que tinha de errado, mas é claro que eu não pude. Ontem à noite eu continuei acordando, mas toda vez eu via "ele" em pé do meu lado com aquele sorriso enlouquecido. Às vezes com uma faca na mão, apontando para mim e balançando sua cabeça como se estivesse me dizendo que eu era o próximo. Eu não posso mais dizer o que é real ou não. Eu preciso fazer algo para relaxar. Eu preciso me forçar a fazer alguma coisa, qualquer coisa.
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Peguei a chave reserva do apartamento dela e fui até lá. A porta estava trancada e não havia sinal de arrombamento ou roubo. Eu ouvia o som de água correndo e imaginei que minha amiga estava no chuveiro. Gritei o nome dela, mas não houve resposta. Achei que ela não podia me ouvir por causa da água a correndo. Bati na porta e repeti o nome dela algumas vezes, mas ainda sem sorte. Eu fiz isso várias e várias vezes, mas não havia resposta. Temendo o pior, eu abri a porta e puxei a cortina do chuveiro.

A polícia chegou muito rapidamente depois de que eu fiz aquela chamada 190. Minha amiga havia morrido devido a um sangramento massivo, causado por graves e profundos cortes em todo seu corpo, provavelmente causadas por uma faca ou navalha. A polícia considera isso como um caso de suicídio, mas sei que minha amiga nunca se mataria. Ela não era uma menina feliz da vida; era uma garota muito deprimida, muito excêntrica, mas sei com certeza do mundo que ela NUNCA se mataria. Eu li seu diário acima e fiz minha própria pesquisa sobre toda essa coisa do suicidemouse.avi. Recomendo fortemente que quem estiver lendo isso nunca, NUNCA, em hipótese alguma, procure por este vídeo que minha amiga assistiu. Sinto que ela está em um lugar melhor agora, e que finalmente está livre de tudo o que ela tinha medo.

Os Rugrats: A Origem de Dil


Quando era criança, eu adorava assistir desenhos animados ao sábado de manhã. Eu vivia para eles. Quando os Nicktoons originais começaram a aparecer aos poucos, eu rapidamente me apaixonei por todos eles, e decidi que um dia queria trabalhar pra Nickelodeon. No início de 2002, tive meu desejo realizado. Candidatei-me e consegui um emprego lá no estúdio... Como zelador.

OK, isso não era bem o que eu queria, mas planejava conseguir um emprego mais envolvido na área dos desenhos mais tarde, e nesse meio tempo eu considerava um grande prazer somente estar lá dentro. Um dia, me disseram para trocar uma lâmpada quebrada na biblioteca de animação. Isso me deixou muito animado, pois eu finalmente poderia dar uma olhadinha em todos os desenhos que não foram ao ar!

Para minha surpresa, a "biblioteca" era mais do que apenas uma sala cheia de estantes. Era mais como um closet gigante. As prateleiras estavam lotadas de rolos de filme, rotuladas com nomes de vários desenhos e filmes que, por alguma razão, nunca foram ao ar. A maioria estava incompleta, e alguns não foram considerados engraçados ou divertidos o suficiente para serem mostrados ao publico.

No final da sala, havia uma pequena caixa de papelão encostada num canto contendo cerca de 50 dispositivos de memória (pen drives). Quando terminei de trocar a lâmpada, decidi dar uma olhada neles. Todos eles eram brancos, e rotulados com um canetão preto. Dei uma rápida olhada neles, mas de todos, somente 2 prenderam minha atenção.

O primeiro era alguma espécie de filme chamado "Crybaby Lane". O outro era intitulado "Rugrats - Dil". Eu nunca havia ouvido falar do primeiro, mas eu amava Os Rugrats, então coloquei o pen drive no bolso e decidi levá-lo para casa comigo naquela noite. Eu devolvê-lo-ia na parte da manhã, e ninguém ficaria sabendo.

Assim que cheguei em casa, pluguei o pen drive a uma porta USB e o abri. Como eu esperava, ele continha um arquivo em format AVI. Cliquei nele duas vezes, e o video começou.

Ao contrário de outros episódios, era uma abertura bem fria. Surpreendentemente, a animação era no mesmo estilo da do primeiro filme, com uma qualidade muito alta para o desenho. Estranhamente, a casa parecia mais escura do que deveria ser. As janelas estavam fechadas com tábuas, e parecia haver uma camada de pó por cima de tudo.

Tommy estava sentado em sua cadeirinha, e sua cabeça estava descansando na bandeja. Ele olhou para cima um pouco, e seus olhos estavam horrivelmente afundados. Seu estômago estava inchado, e ele estava perigosamente magro. O pobre Tommy não havia comido durante dias!

Porem, quando pensei que as coisas não poderiam piorar, a cena mudou para a sala de estar. Havia um vulto estranho pouco depois do interruptor de luz, e ele estava preso de cabeça pra baixo no teto. Didi estava sentada em uma cadeira de balanço, segurando um pacote. Ela parecia estar cantando uma canção de ninar entre choros e soluços.

A câmera voltou-se para revelar o que ela estava segurando: Um pequeno feto de madeira, com uma crosta branca em volta da sua boca. Didi estava segurando uma garrafa vazia na boca do feto, e continuava a cantar aquela canção de ninar. A cena mudou para os créditos finais naquele ponto, porém o texto estava em cirílico, e eu não consegui lê-lo. A canção também fora abrandada um pouco.

No dia seguinte, levei o pen drive de volta e nem sequer puxei esse assunto com o pessoal. No entanto, depois do trabalho, um deles se aproximou. Ele nunca me explicou como sabia que eu havia pegado aquele pen drive, mas era óbvio que sabia. Ele me disse que em meados dos anos 90, a Nickelodeon havia contratado uma escritora conhecida por eles apenas como "Susan".

Ela havia escrito alguns scripts decentes, embora que a maioria havia sido guardado pra depois, em favor de outros scripts. Ela tinha um filho muito jovem, e havia tirado uma licença para uma segunda gravidez... No entanto, o segundo filho era natimorto. O trauma resultante destruiu seu relacionamento com seu marido, que acabou deixando-a.

Semanas depois, as pessoas haviam ficado preocupadas, e chamaram a polícia pra verem como ela estava. O policial que chegou em sua casa descobriu que ela tinha pendurado toalhas por cima das janelas. Investigando a casa com uma lanterna, ele descobriu que Susan estava morta em uma cadeira de balanço, segurando o que restara do feto. Na cozinha, a cadeirinha estava coberta por uma massa de moscas e baratas. Não precisou de um especialista para saber o que estava debaixo delas...

De acordo com meu novo amigo, o episódio que vi foi o último que ela havia escrito antes de sua licença e morte. Aparentemente ela havia ficado acordada a noite inteira fazendo toda a animação sozinha.

Continuei a trabalhar lá por vários anos até algumas novas oportunidades aparecerem. Mas até meu último dia de trabalho, eu nunca mais voltei para aquela biblioteca novamente.

Hey Arnold


Provavelmente todos os garotos familiarizados com os anos 90 conhecem o desenho da Nickelodeon chamado Hey Arnold, o desenho sobre um pequeno garoto com uma cabeça em forma de bigorna. Essa é a primeira coisa que você percebe: as variadas e estranhas formas de cabeças que os personagens têm. Nós voltaremos a isso mais tarde.

Eu quero te dizer uma coisa primeira: O desenho não é ficção. Tudo aquilo aconteceu de verdade. É por isso que há um monte de lições de vida ao longo dos episódios (Isto será explicado mais tarde).

Arnold é um garoto que vive em uma cidade fictícia. A cidade é, na verdade, Nova York... A área mais pobre de Nova York, pois é claramente visível que Arnold vive em um gueto. Ele é apenas um pobre órfão vivendo com seus avós Gertie e Phil. Bom, ele ACREDITA ser um órfão, mas na verdade, é o filho das pessoas que ele acredita serem seus avós. Os avós são mentalmente instáveis (isso por causa da idade) , e por isso disseram à Arnold que seus “pais verdadeiros” morreram em um acidente de avião. Isso não é verdade.

Já que Gertie e Phil eram muito velhos quando tiveram Arnold, ele nasceu com algumas condições. Uma delas é a hidrocefalia, que é a razão de sua cabeça ter uma forma tão estranha. Há um tipo de hidrocefalia (a mesma que o Arnold sofre) que é chamada de síndrome de Arnold Chiari. Essa é a razão pela qual os criadores decidiram chamar o garoto de Arnold.

Arnold sofre de bullying por causa de sua cabeça de forma estranha. Esta é a hora onde uma outra condição de Arnold vem a tona: Devido a velhice de Gertie e Phil, Arnold sofre de vários problemas psicológicos. Isso faz com que ele veja coisas que não estão lá. Já que ele sofre constantemente de bullying, ele foge para um mundo imaginário, com seus amigos imaginários. Essa é a razão dos outros personagens também terem cabeças de formas estranhas... Isso faz com que ele se sinta normal, e ninguém pode implicar constantemente com ele por causa de sua cabeça. Esta também é a razão pro Arnold acreditar que seus pais são seus avós, e que seus “verdadeiros pais” morreram em um acidente de avião. Sua condição faz com que ele acredite que esta é a realidade.

Mas a realidade por trás da série é muito pior: É uma realidade. Ele conta a história de vida de um menino pobre de Nova York. É tudo baseado em fatos. Quando o criador Craig Bartlett se perdeu em Nova York, ele acidentalmente foi parar na área mais pobre de lá. Era muito tarde, então ele decidiu ficar em um hotel. Em seguida, ele se deparou com um menino de 9 anos de idade, o filho de duas pessoas que estavam claramente velhas demais para terem filhos. Ele viu que o garoto era mentalmente instável, e que acreditava somente nas coisas que ele mesmo criava. Craig decidiu então conversar com o garoto. Ele se sentiu muito triste por ele quando descobriu ele só tinha amigos imaginários, e que morreria se não conseguisse atendimento médico rapidamente... Ele sentiu que precisava fazer alguma coisa, então perguntou ao menino se poderia contar sua história ao publico, e garantiu que a partir daquele momento a vida do garoto melhoraria.

Mas não melhorou... Ele só usou aquela triste história para um programa de TV. Ele só se aproveitou disso. Toda a miséria foi tão bem-sucedida quanto um desenho animado para crianças. Ele se tornou rico e nem sequer se preocupou com o sofrimento do pobre garoto.

Ele não contou a ninguém sobre a verdadeira inspiração para o desenho. Ele sabia que se alguém soubesse a verdade, tudo estaria acabado pra ele. Ninguém iria apoiar um programa criado por alguém que se tornou rico com a miséria de outra pessoa. O segredo foi bem guardado durante muitos anos, mas quando ele fora descoberto por algumas pessoas importantes que trabalhavam na Nickelodeon, o desenho fora cancelado imediatamente.

Então agora você sabe tudo. Donde surgiu a idéia, o que realmente há por trás de tudo aquilo e por que ela acabara sendo cancelada. O garoto provavelmente está morto agora, não podemos mais ajudá-lo. Mas por favor, certifique-se que ninguém se aproveite da miséria de outra pessoa novamente. Nós podemos ajudar sim todas aquelas pobres crianças dos guetos, mas não fazendo um programa sobre elas.

10/03/2012

Turma da Mônica: "O pesadelo".

Oi queridos, mais uma vez, Divina aqui.

Eu só queria especificar, que recebi essa Creepypasta de um leitor (obrigada à Paulo Roberto) , maaaaas, eu achei muito fraca e um tanto apelativa em certos pontos.
Então eu reescrevi-a, com mais detalhes, um bom português, e dando mais sentido para a mesma.
Espero que gostem tanto quanto eu me diverti reescrevendo-a.


~


Essa semana que passou foi muito estranha, Gente. Muita coisa aconteceu, e é por isso que vou descrever, com maior número de detalhes que eu conseguir pra vocês. Quero ver se vocês podem me ajudar, porque tenho certeza que todos vocês conhecem A Turma da Mônica.

Sempre fui muito fã da Turma da Monica; Desde pequeno eu costumava ler todos os gibis que eu ganhava da minha família (que sabiam do meu vicio nos quadrinhos), ou com o pouco dinheiro que eu conseguia por fazer alguns bicos nos vizinhos, como varrer o jardim, ou cuidar de seus cachorros.

Quando comecei a faculdade de Design Gráfico, conheci um colega, que dentro de uma conversa me contou que era primo de um dos desenhistas de animação na MSP Estúdios, e por eu ter contado da minha fissura quando criança, ele me convidou a ir para a festa de aniversário do Desenhista. Em muito tempo, aquilo era uma das coisas mais excitantes que eu iria fazer na minha vida.


A festa foi animada, consegui conversar com vários desenhistas e envolvidos, e ouvi dizer que novas animações da Turma estavam sendo planejadas e feitas. Ouvi também algo sobre os esboços serem, talvez, passados durante a festa, mas pelo meu conhecimento nada foi exibido aos convidados.

Tive a oportunidade de conhecer o primo de meu colega, o Desenhista. Apesar de parecer extremamente cansado, andando se arrastando como um sonâmbulo, tive a oportunidade de ter quase uma hora de conversa, dentre algumas cervejas. Então ele comentou sobre um tal episódio, e me perguntou se eu desejaria ver. Eu pensei "Obvio, porque não?", e aceitei na hora. Fomos ao seu escritório no segundo andar de sua casa. Ele se sentou na cadeira do escritório, e começou a procurar algo dentro de uma gaveta que eu o vi usar uma chave pra abrir. Sua expressão havia mudado, ele parecia mais sério, e sua visão era totalmente vaga. Ele me entregou um envelope com apenas um DVD dentro, e fez um gesto para que eu saísse dali, sem me olhar. Agradeci em tom baixo, sai do escritório, desci as escadas, dei tchau ao meu colega dando a desculpa de trabalhar cedo no outro dia e fui pra casa.

Quando cheguei em casa, totalmente animado por ter uma coisa realmente que provavelmente só pessoas envolvidas teriam visto, e eu seria privilegiado com aquilo! Coloquei o DVD no leitor, e me sentei na poltrona a frente da TV. Mal sabia eu onde eu estaria me metendo.
A tela estava bem escura( dava-me a impressão de ser de madrugada) mas com os olhos semicerrados eu podia enxergar o semblante de Mônica andando por sua casa, como se uma lanterna falhada seguia seus movimentos. Como a Mônica normal que conhecemos, ela arrastava sansão até a cozinha, onde pegava um copo d'água , e voltava para seu quarto.

Apesar dos traços simples desenvolvidos por Mauricio de Souza, dava pra ver o cansaço estampado nos ombros caídos e olhos vagos. Ela deixa o copo em uma mesinha do lado da cama, e então adormece novamente, abraçada ao Sansão.


Então, balões de pensamentos, surgem sobre a sua cabeça sugerindo um sonho, creio eu. Mas não era realmente um sonho, e sim um pesadelo muito estranho para ser transmitido em um desenho infantil. No sonho (tratado naqueles tons azuis e cinzas, assim como balões de pensamento e imaginação que estamos acostumados nos gibis) , ela via os personagens futuramente. Havia Cascão e Magali de costas, e na mesma hora fiquei incomodado por não ver Cebolinha de imediato. Então a imagem borrava um pouco e focava em um circulo de pessoas trajadas de preto, e só agora o DVD começara a fazer som. Um som de lamúria total, tristeza, choros vagos, suspiros e fungadas. Conforme a imagem chegava mais perto, dava para se ver um tumulo (assim como aqueles que apareciam nos Gibis do Penadinho) com a inscrição "Cebola Jr". Era ele, Cebolinha. E ele estava morto. A cena congelava no tumulo por quase 5 minutos. Achei que havia travado, mas conferindo, o DVD ainda rodava.

No momento eu me senti anojado, dentre meus 23 anos de idade, minha infância havia sido estragada com menos de 5 minutos de vídeo. Eu não estava com medo, até o momento, só estava realmente puto com aquela brincadeira de mau gosto. Provavelmente feita como tramoia de meu colega com seu primo. Mas, não havia acabado. Devagar, o tumulo foi-se afastando da tela, mostrando o balão de sonho "explodindo". Monica acordava em um grito.

Então ela encarava a tela com uma expressão de desespero evidente, com os lábios tremendo, com a boca entreaberta, com o preto do olho bem maior do que o costume no desenho. A câmera dava zoom em seu rosto, e quando voltava lentamente ela não estava mais deitada na cama, nem trajando pijamas, nem com sansão. Apenas com a mesma expressão, vestido vermelhinho e pés descalços como o de costume. Atrás de Mônica então, dentro dessa sala escura, aparecia Cascão (reconheci-o pelas roupas, pois seu rosto não era evidente), carregando Magali nos braços. Algo idiota de se pensar, porque no desenho eles não passam de 7 anos. Mas nesse caso, eles pareciam ter mudado, crescido um pouco mais. Não como no Mangá da Turma da Mônica que circula atualmente, e sim quase como eles era tratados futuramente quando retratados nos Gibis antigos.

Magali estava banhada de algo vermelho, que obviamente assumi como sangue. O pescoço, olhos e barriga eram onde eram mais concentradas as manchas. Mônica da alguns passos pra trás, gritando visualmente, pois o som havia sido cortado novamente. Mas não havia aonde correr , pois ali era apenas um quarto fechado. Cascão, que ainda sem seu rosto sem estar amostra ( a luz só mostrava-o do pescoço pra baixo), joga o corpo de Magali no chão, que cai com a boca aberta, e com o corpo torto totalmente. Aquilo era demais pra mim, mas a curiosidade era maior.

Cascão tirou as roupas, o que parecia um tanto idiota de se ver no traçado de Mauricio, mas era o que eu estava vendo. Então o som do DVD era aberto, e mesmo sem o personagem abrir a boca, mas com expressão e gestos de fúria contra Mônica, uma voz mórbida, pausada, robótica soava "TIRE...ROUPAS...AS...ROUPAS...AS...TIRE". Aquilo... eu já não conseguia acreditar que aquilo podia ser mais uma piada. Como Mônica não o fez tirar a roupa, Cascão a empurra ao chão, e tira ele mesmo o vestido vermelho ( que no caso da personagem ser tratada ali como mais velha, quando ele arrancou-o do corpo dela, era como se fosse ainda da personagem de 6 anos). Ele a virou de costas no chão, e com o som ainda ativo, dava para se ouvir em alto e bom som uma criança chorando, e implorando para que algo não fosse feito, algo como "não, por favor, não!" E um choro de menina pequena. Cascão estuprará Mônica, sem dó. O choro aumentava de volume, mesmo que eu baixasse no controle, ele aumentava gradativamente. Depois de um tempo (que calculo sendo um, ou dois minutos de cena de estupro) ele a virava de frente e pressionava seus dedos contra o pescoço dela. Mônica se debatia e contorcia por mais dois minutos, e então ela parava de se mexer. Ao mesmo tempo o choro da criança era calado. Cascão se afastava do corpo, punha as roupas, e ia ao fundo da sala. Onde um banco havia, junto a uma forca. Então ele subia no mesmo, colocava seu pescoço dentro da forca, e pulava, sufocando, assim como Mônica, até a morte.

O DVD ficava na imagem de Cascão balançando na forca por muito tempo, então suspeitei que havia acabado. Então tentei tirar o DVD de dentro do Player, mas estava tão quente que a ponta dos meus dedos queimou. Tirei-o da tomada junto com a TV. Depois de esfriar o suficiente pra eu por minhas mãos nele, abri o compartimento (meu player é daquele estilo de tampa que abre em cima) e boa parte interna do player estava derretida, assim como o DVD.



Eu realmente não sei o que eu acabei de ver, galera, na verdade. Vocês podem me dar uma ajuda? Não consigo contatar meu amigo, muito menos seu primo.
Seria isso algum tipo de piada, ou algo do tipo? Se vocês souberem de algo, por favor, me mandem um e-mail.

________

Isso foi encontrado há mais de um mês em um blog de um rapaz paulistano, que o link, nem nome foram divulgado por privacidade familiar. O mesmo rapaz foi encontrado nu e morto 4 dias depois da postagem no blog, perto da escola que cursava quando criança, morto. Autopsia revelou que ele fora estuprado, e então sufocado até a morte. Nenhuma evidencia do caso veio a ser divulgado na mídia. A única coisa que encontraram junto com o corpo, era que dentro de sua mochila, estavam mais de 35 Gibis antigos da Turma da Mônica.

Inspetor Bugiganga



Ok, bom. Obviamente, Inspetor Bugiganga não pode ser o nome verdadeiro do homem. Quem quer que ele fosse, era um ser humano normal que trabalhava para a polícia ou qualquer outra coisa. Bem, eu acho que durante o trabalho, algo aconteceu com ele... Algum acidente terrível. Algum tipo de explosão ou colapso que o deixou completamente destruído. Uma vez que os policiais encontraram-no, o chefe (o cara que aparece toda hora no desenho) decidiu fazer algo nunca feito antes: Eles usaram a tecnologia mais recente e mais secreta para recriar este homem com super poderes (meio que parecido com o homem biônico ou qualquer outro). Eles reprogramaram esta versão robô do Inspetor para parecer e soar como ele, até mesmo para pensar como ele. Resumindo, ele foi reprogramado e drasticamente melhorado.

Ele continuou trabalhando para a empresa, até mesmo vigiando sua sobrinha e seu cachorro, assim como a versão humana fazia. O único problema com tudo isso foi que a versão humana não morreu no acidente... Não, a versão real humana sobreviveu, só que ele foi alterado. O acidente deformou-o completamente; seu rosto, seu corpo, seu cérebro... Isso fez com que ele visse as coisas de forma diferente. Uma vez que ele descobriu que tinha sido substituído por um sósia robô, ele jurou vingança, não importa o que aconteceria. Eles tiraram sua vida e a substituíram por um robô, que hoje chamamos de Inspetor Bugiganga. A versão humana decidiu usar tudo que sabia para lutar contra esta versão do robô, e para fazer o mal para a empresa que havia arruinado sua vida. Ele também mudou o seu nome... Agora ele é conhecido como Dr. Garra. Você nunca vê seu rosto porque é a rosto do Inspetor Bugiganga, apenas deformado pelo acidente.

06/03/2012

Pra te curar

Está frio. Eu não sei onde estou. Porque estou com tanto frio? Eu deveria abrir meus olhos. Eu preciso abrir meus olhos. Seriam esses meus olhos? Eu trago uma mão ao rosto, e toco-o. A pele é suave. Eu tenho um nariz. E olhos. Abro meus olhos. Olho em volta. Eu moro aqui? Onde, exatamente, é "aqui"? As paredes são velhas, e eu não devo ser um bom dono-de-casa, pois eu consigo reparar que as paredes estão praticamente apodrecendo.

Porque eu deixei minha casa decair a tal ponto? Essa é a minha casa? Sento-me. Meu corpo está estranho, como se eu não pertencesse a ele. Olho em volta. Eu preciso ver como eu me pareço. Tem algo que eu devia me lembrar. Algo realmente importante. Porque não há espelhos aqui? Porque eu estou usando uma camisola? Eu sou velho?

Enquanto me levanto, minha visão embaça um pouco, e eu pisco até que eu consiga ver a porta novamente. Onde estão meus sapatos? Porque eu não tenho um armário em meu quarto? Há uns chinelos perto da parede, talvezz eu devesse coloca-los. Eu os ponho. Eles são muito pequenos, e machucam meus pés. Eu abro a porta, ou melhor, tento o fazer. Não está abrindo. Eu tenho que abrir a porta. Eu bato nela. Porque eu a tranquei? Onde estão minhas chaves? Finalmente, ela se abre. Ah, parece que eu tenho uma amiga.

"Não consigo lembrar de você" eu digo. Parece familiar. Ela suspira, mas abre a porta, e me deixa sair.

"Isso é normal, Sr. Jones." ela fala e eu dou alguns passos no corredor.

"Porque eu não tenho um armário no meu quarto? Onde estão minha roupas?" Eu pergunto.
"Fale com o médico, Sr. Jones." Ela fala pra mim, e fecha minha porta. Então, a tranca.

"Deveria eu ter a chave do meu próprio quarto?" Eu pergunto para ela. Ela suspira, e anda na minha frente pelo corredor. Que grosseiro. Pelo menos, agora eu sei que meu nome é Sr. Jones. Eu ando atrás dela. Tem de haver mais alguém nesse lugar. Há muitas portas por aqui. Talvez eles possam me dizer como eu me pareço. "Desculpa, você pode me conseguir um espelho?" Eu pergunto para a senhorita.

"Não, Sr. Jones. Não posso." Ela destranca uma porta, e eu ouço gritos. Porque há pessoas gritando dentro de minha casa? "Sr. Jones, o médico virá logo." Ela diz. Ah, estou doente. Tudo bem, o médico me curará.

"Estou doente?" Eu pergunto. Minha amiga funga e entra no quarto que acabou de abrir, o quarto com gritos. É minha imaginação ou esse lugar está ficando mais escuro? Ah, uma pessoa. Talvez eu me pareça com ele. "Olá? Eu sou Sr. Jones. Quem seria você?"

"Vai! Corra!" O homem susurra enquanto passa por mim. "Corra, droga!" Então eu o faço. Mas logo, uns passos a frente, há um médico. Pelo menos ele se parece com um.

"Sr. Jones, venha comigo, por favor." Ele fala. "Ah, ótimo! Você vai me curar?" Eu pergunto. Ele acena com a cabeça e eu o sigo. As luzes parecem piscar. Deve ser algum problema elétrico. "Porque eu conservo minha cara em condições tão decadentes?" Pergunto ao médico. Ele suspira, e me direciona a uma porta.

"Sente-se" Ele fala. Eu sento. Um homem sai de uma porta em uma maca. Ele está dormindo. Ele deve ter sido curado. Eu vou ser. "Sr. Jones, nós estamos prontos pra você." O médico aparece novamente,e eu fico de pé, e o sigo. "Deite-se" Ele fala. Eu deito. Eles rápidamente amarram meus pulsos e tornozelos. "Morda isso" O médico fala, e me oferece algo para eu morder.

"Porque?" Eu pergunto.

"Para te curar" Ele responde, e eu aceno com a cabeça, mordendo aquilo. Há uma agitação nas luzes, e um zumbido. E então dor. Muita, muita dor. E então a escuridão.

Está frio. Eu não sei onde estou. Porque estou com tanto frio? Eu deveria abrir meus olhos. Eu preciso abrir meus olhos. Seriam esses meus olhos?

03/03/2012

OS SUPER-CAMPEÕES: O capítulo final.


Oi gente, Divina aqui.
Não fiquei bravos, mas eu realmente ando sem tempo. Por enquanto, o que eu poderei fazer é manter o blog atualizado nos finais de semana. Estou enrrolada no meu curso de tradução e espero de coração a compreensão de vocês.
Não esqueçam que a contribuição de vocês mandando CreepyPastas para o nosso e-mail é muito importante!


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Dizem que foi exibido no Japão, apenas uma vez, o capítulo final do
famoso anime Captain Tsubasa, conhecido aqui no brasil como OS
SUPER-CAMPEÕES. Por aqui o Anime foi exibido pela Tv manchete e pela
Rede-tv.

O final desta história foi tão dramático que causou histeria coletiva
em milhares de crianças nipônicas, levando muitos a praticar
auto-mutilação ou, na pior das hipóteses, suicídio.

O tema central deste episódio tem como base os eventos que acontecem
no primeiro capítulo desta série - intitulado "O grande sonho" - onde
vemos Oliver, o protagonista da série, ser salvo por pouco de ser
atropelado por um caminhão, devido a estar segurando uma bola de
futebol que serve como "escudo". Assim, a bola torna-se "sua grande
amiga", motivando-o a se tornar o melhor jogador de sua geração.

Oficialmente, o anime termina com Oliver disputando o jogo final da
Copa do Mundo: Brasil x Japão, defendendo o time de seu país. Algo
perfeitamente possível dentro da história. No último episódio
transmitido apenas na tv japonesa, depois de Oliver fazer o gol
decisivo, que dá a vitória ao seu país, ele acorda em um hospital
dizendo a sua mãe que ele tinha ganhado a Copa do Mundo (Como em
alguns episódios da série em que Oliver Tsubasa sonha estar ganhando
jogos, enquanto fica desacordado na sala de emergência). Depois disso,
uma imagem mostra Oliver pulando de felicidade, mas o detalhe é que
ele não tem as pernas e ainda é uma criança no primeiro episódio. Ele
havia ficado em coma após o acidente, e acordado seis meses depois.
Tudo o que aconteceu após o acidente do primeiro episódio foi apenas
uma realidade imaginada por Oliver, motivado por histórias contadas
por seus país durante o coma. Foi tudo um "grande sonho".


É uma situação que dá muito o que pensar.

Também existe uma teoria que diz que este capítulo, apesar de exibido
apenas uma vez, era a ideia original do roteiro. A hipótese é
reforçada pelo título de outros episódios da série: ‘Soccer is My
Dream’ (futebol é o meu sonho), 'Gol Dream' (O gol sonhado),  ‘The
Dream of Tsubasa’ (Sonho de Oliver). Além disso, um fã da série criou
um blog que reforça a teoria:

"Para entender o final, são necessárias algumas explicações: Oliver
foi atropelado pelo caminhão de mudanças do primeiro episódio. Nos
esboços do mangá, o acidente causa um dano irreparável para a parte
inferior da sua coluna. Acontece que quando Yoichi Takahashi (criador
da série) apresentou o projeto para a revista Shonen Jump Captain
Tsubasa (editora japonesa, que publica mangás), os editores não
gostaram dessa situação, e todos os detalhes que remetessem a situação
do atropelamento foram censurados. Depois do acidente, com apenas 5
anos, Oliver é levado para o hospital onde ele passa 6 meses em coma
ao lado se sua mãe. O médico responsável pela reabilitação pediu para
a mãe do Oliver falar com seu filho sobre gostasse mais dele, para que
ele pudesse responder melhor ao tratamento. Então a mãe de Oliver,
sabendo que seu filho estava começando a gostar muito de futebol,
contou uma história onde ele é um grande jogador, com muitos amigos, e
formando uma equipe para conseguir vencer a Copa do mundo com o seu
país.

Assim, a mãe do protagonista criou uma grande história sobre futebol,
com valores e amizade, fazendo com que os sonhos dele durante o coma
fossem extremamente agradáveis. Oliver conseguiu, em sua mente,
realizar o seu maior sonho: ser o melhor jogador de futebol do futebol
no planeta ".


Enviado por Joaquim Filho

27/02/2012

Hypnotize.avi

Oi gente, Divina aqui :3

Só pra avisar que eu estou traduzindo por agora uma Creepypasta bem grande pra vocês envolvendo um certo show perdido da Nickleodeon, então pode ser que eu dê um certa sumida aqui por alguns dias pra dar prioridade a mesma, e por alguns outros motivos pessoais.
Não esqueçam que se vocês tiverem alguma boa Creepypasta em mão, podem mandar para o nosso e-mail que está nos contatos.

Obrigada, e agora vamos ao que interessa.

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Três adolescentes encontraram, em uma noite, uma fita VHS em uma lata de lixo. Eles estavam curiosos para o que estava gravado, então eles levaram a fita para casa, pegaram um velho videocassete no armário do quarto dos pais, conectaram em uma TV e assistiram.

O vídeo começa com um padrão de teste (aquelas faixas coloridas), que rapidamente corta para o preto por cerca de seis segundos. Depois disso, ocasionais flashes de cor e estática aparecem.

Aproximadamente nos 12 segundos, aparece um olho, que é descrito como o "vazio de alma".
O olho se aproxima, ocasionalmente, e vídeo continua, juntamente com telas pretas e flashes aleatórios de cores. Nos 43 segundos, o olho aparece com cores inversas e começa a se mover sempre para mais perto.
Uma mão acenando aparece nos 65 segundos, que inverte para o olho de novo, se afastando.
Uma tela preta aparece mais uma vez. A estática, que cobria todo o vídeo misteriosamente se dissipa, como a mão acenando se estende mais uma vez, apenas dando sequencia por um pedaço de texto em russo, que traduzido seria algo próximo de "hipnotizar". A fita termina.

Dos três adolescentes, dois cometeram suicídio, e outro deu a fita para investigadores paranormais dizendo "Hypnotize" seis vezes antes de desmaiar. Os investigadores fizeram o upload do vídeo no Rapidshare.
O vídeo vazou para o público em geral, e desde então, sumiu do Rapidshare, não sendo possível mais seu donwload.
O nome do vídeo era Hypnotize.avi

Suposto Vídeo do Hypnotize.avi




Vídeo alternativo também encontrado com o mesmo título.




Enviada por Leonardo Alves.