24/11/16

NOVA SÉRIE: Compilação Sobrenatural (PARTE 1)

TINHA DADO ERRO NO HTML! JÁ ARRUMEI! 

Olá Creepers! Vocês se lembram das séries de compilação de falhas no Matrix que eu fiz e as compilações de lendas urbanas que a Adriana fez? Então, estarei fazendo novas compilações de relatos sobrenaturais que estou coletando e traduzindo em fóruns estrangeiros (reddit). São histórias reais que aconteceram com pessoas reais. O post original tem mais de dez mil comentário (sim, você leu certo!), mas vou trazer aqui para o blog as mais interessantes que eu encontrar. Não sei quantas partes exatamente farei, provavelmente até vocês enjoarem, hahahah! Se algo sobrenatural já aconteceu com você, comente, assim sua história poderá aparecer na próxima compilação. Espero que gostem.
***

SOBRENATURAL
(adj.)




  1. Miraculoso; só conhecido pela experiência da fé.
  2. Sobre-humano; que não se consegue alcançar, atingir naturalmente: esforço sobrenatural às questões humanitárias.
  3. Extranatural; que vai além do natural, do comum: forças sobrenaturais.
  4. Fenômeno não comprovado cientificamente.
  5. Aquilo que se expressa ou ocorre extraordinária e maravilhosamente.

***
Em 2007 meu avô finalmente perdeu sua batalha de 20 anos contra a Leucemia. Minha vó não lidou bem com isso, ainda mais ficando sozinha na casa onde eles haviam morado juntos por 60 anos.
Nós transferimos a vovó para uma casa de repouso alguns meses depois, e por razões do seguro (propriedade desocupada), meus pais perguntaram para mim se eu poderia me mudar para a casa e cuidar de lá, assim também finalmente sairia da residência de meus pais. Concordei sem pensar duas vezes. 

Lembro que coisas estranhas começaram a acontecer já logo após seu falecimento. O retrato dele que tínhamos pendurado em um quadro na parede de nossa sala caiu do gancho. Porta-retratos com a foto dele caiam para frente durante a madrugada. Eu não ligava muito pois achava que minha vó que estava fazendo isso. 

Antes de me mudar, minha família conseguiu uma caçamba para podermos limpar algumas bagunças que haviam ficado para trás. Como passamos o dia inteiro faxinando e era verão, trouxemos nossa cadela para passar o dia com a gente. Meu avô amava esse cachorro com todas as forças. Mas desde o falecimento, a cadela não ia mais lá no porão, que era onde meu avô passava a maior parte de seu tempo, no escritório. Ela se recusava descer no porão de qualquer forma, e latia algumas vezes para as escadas. 

Isso era bem estranho, sendo que ela raramente latia. Foi aí que pensei pela primeira vez "ele está aqui". Me mudei para lá pouco depois. Enquanto morei lá, coisas sumiam o tempo todo. Eu havia comprado novas fechaduras para a porta dos fundos, e deixei-as em cima da mesa de café para resolver aquilo no final de semana. Alguns dias depois quando fui fazer a instalação das fechaduras, elas haviam sumido. Depois de procurar por uma semana, finalmente encontrei na traseira da caminhonete do meu tio que estava guardada na garagem (eu estava procurando no meu carro e achei por acidente). Meu avô sempre foi de fazer piadas e brincadeirinhas desse tipo, então eu já esperava esse tipo de coisa. 

Ele costumava acordar todos os dias as 05:30 para ouvir as notícias matinais no rádio da cozinha. Eu acordava alguns dias de manhã e o rádio estava ligado. Com frequência, eu ouvia barulho de digitação na máquina escrever lá no escritório do porão. Tudo isso se tornou bastante reconfortante. Comecei a falar em voz alta com ele. Ter conversas com ele. Eu sentia muita saudade. Depois de mais ou menos 6 meses, repentinamente os barulhos pararam. Nada mais sumia. O rádio não se ligava mais as 05:30. 

Deixei isso para lá por um tempo, mas comecei a ficar preocupado. Fui até a casa dos meus pais e peguei nossa cachorra para passar um dia lá comigo. Ela estava apreensiva no começo, mas entrou na casa. Mas havia um problema. Como dito antes, todas as vezes anteriores que ela viera aqui, se recusava a descer no porão. Mas desta vez ela desceu e foi direto para o escritório. Não havia nada diferente lá, mas ela não latia. Não caminhava para lá e para cá. Não fazia nada, na verdade. 


Foi aí que percebi que finalmente ele havia partido. Isso acabou comigo. Me senti incrivelmente sozinho. Mesmo que já fizessem mais de 8 meses do seu falecimento, foi a primeira vez que senti o peso de sua partida. 

(rcamp350)
***
Os momentos mais assustadores da minha vida aconteceram enquanto eu acampava com um amigo meu no leste do Canadá. Nós decidimos dormir neste acampamento abandonado que havíamos encontrado no meio de uma enorme floresta perto da cidade em que morávamos. Existia a tanto tempo que árvores pequenas já estavam começando a crescer por ali. Tínhamos nos deparado com aquilo enquanto explorávamos a área alguns meses antes e achamos que seria legal (e corajosíssimo de nossa parte) passar uma noite ali. Então naquele final de semana nós fomos. 

Chegamos lá depois do anoitecer pois tínhamos nos perdido enquanto tentávamos encontrar o acampamento. Nossas lanternas eram bem vagabundas, o que tornou o processo mais difícil. Quando finalmente encontramos, abrimos a porta enferrujada do alojamento e entramos. Os sons lá dentro ecoavam e ficavam bastante agudos. Haviam artigos típicos de acampamento espalhados como copos, latas vazias e livros apodrecidos. 

Já cansados, fomos para um canto do alojamento onde originalmente ficavam as camas, antes dos colchões apodrecerem até virarem nada. Um corredor se alongava até o outro lado, então podíamos ver todo o resto do lugar. 

Foi uma noite desgraçada. Haviam muitos ratos morando lá. Eu via os bichinhos nos observando das partes mastigadas do teto. Quando ventava lá fora, a estrutura balançava e gemia. Até achamos que havia um urso lá fora, circulando o local. Ainda assim, mantemos a pose e fingimos que estava sendo divertidíssimo. Mas estávamos no limite. 

Em algum momento da noite acordei do meu sono desconfortável. Me sentei para me ajeitar quando percebi uma movimentação pelo canto do meu olho. No outro lado do alojamento, onde havia uma pequena janela, vi a silhueta de um homem. Ele estava claramente olhando diretamente na minha direção. 

De primeira eu achei que poderia ser uma árvore com um formato estranho ou algo do tipo. Mas quando me movimentei para olhar melhor, a pessoa claramente percebeu e congelou no lugar. Meu coração estava disparado e acordei meu amigo imediatamente, sussurrando "tem alguém aqui" várias vezes, sem tirar meus olhos da janela. Ele acordou imediatamente e concordou enquanto olhava a janela. 
Meu amigo também o viu. Ficamos discutindo entre sussurros quem poderia ser e porque estava nos olhando. E nos dez minutos seguintes, sem brincadeira, ficamos olhando-o também. Quanto mais olhávamos, mais apavorados ficávamos. Ele se mexia ocasionalmente, mas sem tirar os olhos da gente. Em um momento eu até gritei "Hey!". Sem reação. 


Meu amigo foi mais corajoso que eu e apontou a lanterna em sua direção. Foi aí que percebemos nosso terrível equívoco. Não era uma janela que estava do outro lado do alojamento. Era um espelho. Estávamos olhando para nós mesmos desde o começo. Idiotas por completo. Ainda assim, foram os momentos mais aterrorizantes e engraçados da minha vida. Acho que foi o mais próximo que já cheguei do sobrenatural.
(hyperboledown)

***
Antes de tudo, serei o primeiro a dizer que isso tudo pode ter acontecido somente na minha cabeça... a mente humana é bizarra e pode fazer joguinhos loucos com você. Já peço desculpas por ser um relato tão longo.... Bem, quando eu ficava com medo quando era criança, meu pai costumava dizer que na vida você não devia ter medo dos mortos... são os vivos que podem te machucar de verdade. 

No final da adolescência eu ganhei uma quantia de dinheiro quando meu pai cometeu suicídio e recebi sua herança. Na época do falecimento, meu pai e minha mãe tinham uma cabana em Mount Bachelor, Oregon. A cabana foi colocada à venda, sendo que minha mãe não estava conseguindo lidar com os custos e os alugueis não eram suficientes para sustentá-la. A propriedade estava pronta para voltar ao mercado de vendas menos de um mês depois, então já estávamos fazendo os processos de papelada com advogados e com o corretor de imóvel. Então durante esse período ela não poderia ser alugada e ficaria vazia. Vi isso como uma chance de ficar sozinho por um tempo e clarear as ideias de tudo que estava acontecendo. Me demiti do meu emprego, arrumei as malas e equipamentos de snowboard, peguei meu cachorro, coloquei tudo no carro do meu pai (que agora era meu) e fui para a cabana. Esse local era da família, que meus pais alugavam durante o ano quando não estávamos usando. Eu tinha as chaves e senhas de acesso dos alarmes, então não achei que precisava passar no corretor para avisar minha estadia. Isso não tem relação alguma com a história que contarei, mas mesmo assim achei que deveria mencionar. 

Os primeiros dois dias foram normais e nada de estranho aconteceu. Passei os dias brincando com meu cachorro e surfando na neve e, durante a noite, eu ficava jogando vídeo games, ouvindo música, bebendo e fumando na varanda. Já tinha estocado comida, cigarros e licor, então eu estava bem preparado para me encostar e relaxar. Com meu cachorro como companhia e DVDs/PlayStation como entretenimento, estava bastante contente e minha cabeça começou a relaxar em relação ao drama que me preocupava.

 A cabana tinha dois andares; no debaixo ficava a sala, um quarto de hospedes e uma cozinha pequena. No de cima, haviam mais dois quartos, e uma grande varanda que ficava acoplada ao quarto suíte. Eu passava a maior parte do tempo na sala, cozinha ou na suíte. Em nenhum momento eu entrei nos outros quartos, e mantinha as portas bem fechadas (portas abertas para quartos escuros sempre foi algo amedrontador para mim). De qualquer forma, no terceiro dia comecei minha rotina normalmente brincando com meu cachorro (o nome dele era Meia-Noite, mas também já faleceu), jogando e assistindo filmes. Estava nevando fortemente naquele dia então não quis me aventurar nas montanhas. Foi aí que a bizarrice começou. Naquela área, só haviam mais duas cabanas por perto (mais ou menos uma quadra de distância cada uma). Todas cabanas além dessas ficavam a pelo menos um quilometro de distância da nossa. Em volta havia uma floresta com pinheiros muito altos (MUITO altos, lembre-se disso). Ambas cabanas estavam vazias e eu sabia que ninguém viria para ali naquela época. 

Já descrevi bastante vários detalhes, então vou pular para as coisas estranhas.... Por volta do meio dia enquanto estava do lado de fora com meu cachorro, notei algumas pegadas na neve em volta da casa. Ainda nevava, então as pegadas eram relativamente frescas como se alguém tivesse passado por ali nos últimos 20-30 minutos. Achei que talvez alguém estivesse nas cabanas adjacentes e eu não percebera... talvez estivesse lá para passar um tempo sozinho, como eu... tá bem... bem, as pegadas iam para longe da cabana e desapareciam na parte mais densa da floresta... deixando isso para lá, entrei de volta na casa.  

A noite chegou e decidi ir para a cama. Meia-Noite estava deitado na cama comigo quando notei suas orelhas levantando. Isso foi seguido por ele pulando rapidamente para fora da cama e correndo para a sala no andar debaixo. Fiquei deitado na cama e fiquei em silêncio (estava morrendo de medo) e pude ouvi-lo andando lá embaixo por todos os lados. Depois de uns cinco minutos ele subiu de novo e começou a fazer um tipo de dancinha que significava que queria fazer xixi ou ir lá na rua. Merda... tá, tudo bem. Não consigo dizer não para ele, então nós descemos. Mas ele não queria fazer xixi. 

Quando já estávamos lá na rua, ele começou a puxar a coleira me arrastando para onde queria ir. Ficava olhando constantemente para a parte mais densa da floresta, o lugar onde as pegadas de mais cedo iam. Mas ele também ficava farejando a lateral da casa e olhando em direção do telhado. Quando percebeu que eu não ia ir para lá, se sentou na neve e só ficou olhando fixamente para a escuridão... algo incomum nele, mas tudo bem, provavelmente era só algum animal que ele queria perseguir.  Mas foda-se, eu não queria mais dar chance para o asar, então arrastei Meia-Noite para dentro e subimos para o segundo andar. 

Mais ou menos uma hora e meia depois eu estava quase dormindo quando ouvi algo que pareciam cascos batendo no meu telhado. Foi apenas uma série de mais ou menos 6 passos, então coloquei na cabeça que devia ter sido apelas uma pinha que havia se desprendido dos pinheiros altos ou algum animal passeando por ali. Mas aqui está o problema, os passos pareciam ser espaçados como os de um humano. Fiquei apavorado. Meia-Noite também ouviu, então correu para a porta da varanda esperando que eu liberasse a passagem para ele. Tudo bem, quer saber? Sou um cara durão e na época eu achava que era forte o suficiente para me defender. Então peguei meu casaco e sapatos junto do maço de cigarro e uma lanterna e fui para a varanda. Foda-se, certo? Quando fui para rua, acendi o cigarro imediatamente e comecei a apontar minha lanterna para o telhado.... Não havia nada lá e a neve não parecia estar remexida. Estranho, será que era coisa da minha cabeça? Talvez eu estivesse alimentando demais minha paranoia. Comecei a me acalmar e relaxar novamente (aproposito... estou me tremendo agora e meu coração está na garganta enquanto estou prestes a escrever a próxima parte). 


Meus olhos começaram a se ajustar a escuridão e continuei a fumar enquanto observava as estrelas e as árvores perto da cabana. Foi aí que eu vi. Em uma árvore que era só um pouco mais alta que a nossa e que ficava a uns seis metros da cabana, eu vi um homem agachado entre os galhos. Estava agachado em um galho e se segurando em outro logo acima de sua cabeça. Puta que pariu... que porra era aquela? Eu não tinha certeza se realmente estava vendo aquilo e fiquei parado observado. Notei que Meia-Noite estava passeando atrás de mim e latindo baixinho as vezes. A coisa não se moveu. Apaguei meu cigarro e estava tendo um debate interno se devia ou não direcionar minha lanterna para a coisa, mas minha mente gritava loucamente que isso era uma má ideia. Então fui dando ré lentamente para dentro do quarto e puxei Meia-Noite pela coleira. Quando entrei e tranquei a porta de vidro, daí sim eu apontei minha lanterna naquela direção. Mas não havia nada lá. Fechei as cortinas e me enfiei na cama. Mais tarde na mesma noite, ouvi batidas na porta de da varanda, como se alguém estivesse gentilmente batendo com os nós dos dedos no vidro. Era um som consistente e não parou por horas. Meia-Noite ficava olhando fixamente para a porta, mas não ousou se aproximar. A parte mais estranha era a sensação que eu tinha, como se alguém estivesse me convidando para abrir a porta. Mas ao mesmo tempo eu continuava a ouvir a voz do meu pai em minha cabeça dizendo para eu continuar na cama e não abrir. Eu o ouvi e continuei onde estava. Peguei no sono eventualmente e quando acordei de manhã tudo estava normal. O resto da semana que passei lá foi bem normal e nada aconteceu. Admito que pode ter sido coisa da minha cabeça. Muitas coisas estavam acontecendo na época, mas o medo foi real. 

(primesrfr)
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Gostaram? Isso é só um gostinho dos relatos que tenho guardado aqui! Não esqueçam de comentar suas próprias experiencias sobrenaturais para talvez aparecer no próximo post. 
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Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você o ver em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigada! Se gostou, comente, só assim saberemos se vocês estão gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião! 

KEEP CREEPYING!

TRADUÇÃO POR: FRANCIS DIVINA


49 comentários:

  1. Por que os dois primeiros relatos parecem incompletos? Nenhum dos dois fala nada demais, um velho que deixou uma viúva com a qual viveu por 60 anos e dois caras que visitaram um acampamento abandonado.

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  2. Não entendi a primeira.
    A segunda não achei nada demais.

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    1. Sim, os posts parecem incompletos na verdade. Um homem idoso morreu e dois caras visitaram um acampamento antigo. E?

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    2. Tinha dado erro no html! já arrumei, desculpa mesmo!

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  3. Meus relatos, espero que dessa vez vocês os publiquem:

    Quando eu era garotinho, de uns 2, 3 anos, eu passava os dias na casa de um casal vizinho à minha mãe, duas pessoas adoráveis e que sempre me trataram bem. Havia na casa deles a pintura de uma bailarina, aparentemente criança, toda branca, como se ela fosse feita de luz, até aí tudo bem. O que me incomoda é a lembrança de um dia que eu estava brincando de me esconder embaixo da mesa, da mulher que tomava conta de mim. E ao meu lado, brincando comigo, estava ninguém menos que a bailarina da pintura!!!

    Essa outra aconteceu uns dois anos depois. Minha mãe tinha uma padaria com sua irmã e uma amiga como sócias. Essa amiga tinha um filho uns quatro ou cinco anos mais velho do que eu e costumávamos brincar juntos. Certo dia ele e seu amigo subiram em um muro que dava para um terreno baldio e começaram a falar do que viam:
    - Uau, tem um monte de banana aqui.
    - É, banana de verdade.
    - Tem até macaco de verdade.
    Eu não podia subir sozinho e claro que estava curioso, pedi para que me ajudassem a subir, mas eles disseram que eu iria chorar, então eu insisti. Do outro lado do terreno, no meio das bananas, havia o monstro mais bizarro que eu já tinha visto, um boneco gorila imenso, mas aparentemente vivo, de estranhas roupas tribais e dentes arreganhados, olhando em minha direção, parecia vagamente com o Donkey Kong no Super Nintendo. E sim, claro que eu abri o berreiro por isso, enquanto os dois outros garotos riam disso. Nunca entendi o que acontecera.

    Essa é bem recente e, apesar de mais simples, ainda me perturba. Tenho contato com minha penpal e ex-namorada pelo Whats App, ainda somos bons amigos apesar do passado. Certo dia ela disse que tinha feito amizade com uma garota metida a feiticeira e estava com vontade de aprender isso com ela, eu dei de ombros e disse que era cético com essas coisas, ela me desdenhou por isso e me desafiou dizendo que me daria um motivo para acreditar. Dias depois minha chave de casa sumiu, fiquei quase uma semana procurando por ela por toda parte e usando uma das chaves da minha mãe: minha casa, minha mesa no trabalho, a casa da minha avó, banheiros, cozinhas, todo lado. Até que um dia a encontrei bem à vista, sobre meu Desktop. Minha mãe disse que não sabia como ela teria parado lá e me recomendou a rezar um Pai Nosso. Quando conversei com a minha amiga sobre isso ela disse: "ué, não era você que era todo cético e tal?"

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    1. Para deixar claro, moro sozinho com minha mãe e o Desktop é o lugar em que sempre deixo as coisas que mais uso (chaves, carteira e celular), então era o lugar em que eu sempre olhava primeiro. Ninguém nos visitava há meses, então só eu e minha mãe poderíamos colocar a chave lá.

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    2. Na primeira parte poderia ser será filha dos vizinhos, que tinham um quadro da garota. Na segunda era só um doido vestido de Donkey Kong xD e na última. .. tome cuidado com sua ex, a feitiçaria que ela aprendeu pode ter sido a de arrombar fechaduras xD

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    3. Quanto a bailarina ser branca quase como luz, seu cérebro ainda criança talvez ainda não soubesse entender o que era uma pessoa albina, vai ver era isso.

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  4. Eu e meus primos somos os caras mais idiotas metidos a fortoes do planeta. A fazenda do meu avô e bem grande, e a gente vai pra lá todo domingo( tradição da familia), da frente dela tem uma estrada de terra, que depois dela da para um curral e um amplo espaço aberto e uma lagoa, e no fundo tem uma plantação enorme de limão e laranja (moro no nordeste, são as frutas que são mais plantadas aqui na Bahia), e essa plantação e enorme, e do lado dela tem uma mini floresta, com jaqueiras e várias árvores grandes, de modo que fique bem escuro lá.
    Um belo dia, resolvemos acampar nessa mini floresta. "O que pode acontecer de ruim, não é mesmo?".
    O fato é que nos de fato, acampamos. E eu nunca mais acampo ali. A gente montou as barracas, fez uma fogueira e trouxemos comida de verdade ( a fogueira era para aquecer, de noite faz um frio mto grande).
    Eis que lá pelas duas da madruga eu acordo com meu primo me balançando. "O que foi?" Eu perguntei. Ele só apontou para um ponto perto de um eucalipto enorme. Tinha a silhueta de um homem alto e curvado.
    Eu gelei. Acordei meu primo, que devia ter seus 20 anos( faz três anos que isso aconteceu), e apontei para o homem. Ele, que era e ainda é bem forte, se agachou e ficou olhando para o homem. "Ele não tem nenhuma arma" Ele falou. "Então não é um ladrão".
    A gente ficou olhando para ele por um bom tempo até que eu adormeci. Quando eu acordei, já eram umas oito da manhã. Eu tentei falar alguma coisa sobre o ocorrido, mas meu primo( de 20 anos) fez sinal para que eu ficasse calado.
    Eu nunca mais acampei lá, e não pretendo.

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  5. A três anos enquanto dormia ao lado do meu ex acordei por volta das 3 da manhã, (sempre evito me levantar essas horas) estávamos no meu quarto onde a janela tem dois tipos de fechamento o de dentro é vidro e o de fora é como veneziana, eu ouvi um barulho como galho batendo nela, mas não existem árvores ou planta na sacada aqui de casa, eu tinha 18 anos na época e posso jurar que não foi algo da minha mente, eu olhei pra janela e me deparei com uma silhueta, aquilo nunca havua acontecido antes. Acordei meu ex e ele disse que tava vendo também, mas não sei se ele tava meio dorminhoco ainda. Eu só sei que é real porque fiquei até as 5 e pouca da manhã com o olhar fixo na janela e quanto mais ia amanhecendo a sombra sumiu. Foram duas horas morrendo de medo de sair do quarto e de algo entrar aqui. Sempre acreditei em coisas sobrenaturais e cheguei a ver uma moça na janela do meu antigo quarto me observando quando menor.
    Outra coisa que aconteceu quando namorávamos foi um tanto quanto assustador, estávamos discutindo no meu quarto e eu fui pegar uma roupa para ir pro banho ele então me seguiu e a gente conversando, quando me virei de frente pra ele e de costas pro guarda roupa ainda discutindo senti um calor atrás de mim enquanto ouvia um respirar, sabe quando você solta o ar com a boca aberta fica aquele som (aaaaaah) bem calmo. Nós nos olhamos e pela cara que ele fez eu só perguntei "você ouviu isso?" Ele disse sim e corremos como loucos dali. E depois de alguns meses eu ouvi a mesma coisa na sala da minha casa, nunca entendi o que era aquilo e nem de onde era, mas é assustador na hora.
    Outra que me aconteceu também foi quando eu tinha em torno de 14 anos 16 no máximo eu estava no meu antigo quarto dobrando umas peças na parte de baixo da casa na frente que é de madeira, eu tinha um gato que não lembro bem o nome agora era a mãe da minha Mary, do nada eu senti algo tocar minha perna e quando olhei pra baixo vi uma calda entrando embaixo da cama fui logo tirar ela de lá, eu não tirei os olhos do chão nesse momento fui me abaixando na hora e olhei e não tinha nada, senti meu corpo todo quente e saí correndo de medo chamando pelo meu pai que estava na cozinha na hora, e a mãe da Mary estava na porta de casa, nunca esteve no meu quarto.
    Lembrar essas coisas me arrepia até hoje.

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    1. Esse comentário ficou tão bom quantos os relatos. Talvez até melhor que alguns. Eu gostei

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    2. Nossa! não ia comentar, mas depois desse último relato do gato. Isso tbm já aconteceu comigo.
      Moro em república,por fazer faculdade em outra cidade,meus colegas e eu resolvemos mudar de casa e alugamos outra. Até aí nada de anormal, porém dias depois de nós mudarmos descobrimos que o antigo morador era um " pai de Santo" macumbeiro mesmo, confirmado por nós, pelo fato do dia de fazer a limpeza do quarto que seria o meu encontrarmos vários restos de velas pretas nos cantos do cômodo.
      Algo bastante estranho é que em uma das paredes desse quarto tinha o nome "Larissa" escrito a lápis de cor azul,normal até de acontecer, porém por mais que realizasse a pintura desta parede o nome sempre voltava a aparecer. Comecei até a brincar com isso, que eu dormia sempre com a Larissa.
      Quanto a história do gato, no meu caso era a cadelinha de nome abigaiu, eu estava na cama vendo umas apostilas, quando escuto diversos barulhos embaixo da cama, na hora falei: sai debaixo da cama abigaiu! Eu repetir isso algumas vezes, até que um dos colegas perguntou o por quê de está mandando abigaiu sair se ela estava com ele o tempo inteiro. Aí eu só pensei...Larissa, Larissa, para de brincadeira!
      Mas não ficou por isso, a noite levantei na madrugada com o barulho de um tic tac de relógio, sendo que não tínhamos nenhum na casa inteira. Olhei o quarto inteiro, observei um saco plástico que havia caído no chão a fim de verificar se algum inseto que estava produzindo tal barulho,mas por fim nada encontrei, voltei para cama, porém o tic tac continuava. Acabei me cobrindo até a cabeça,e voltei a pensar....Larissa, paraa!

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  6. Uma prima minha de 5 anos, passou umas semanas na casa da minha avó. No dia da sua chegada, a família toda se reuniu e fizemos um jantar tradocional. Na hora de todos irem embora, minha avó insistiu para que eu passasse uma noite lá, já que minha prima estava lá também. Ela e eu, dormimos na mesma cama, digamos que foi a noite mais desconfortável da minha vida, ela se revirava constantemente na cama e isso já tava me irritando bastante, até que eu mandei ela se aquietar pois eu tava muito cansada e queria dormir, e finalmente, ela parou de se remexer tanto. No quarto da minha avó, tem vários quadros e eu sinceramente nunca havia me incomodado com isso, sempre fui cética e achava tudo aquilo uma besteira. Ela sussurrou meu nome, e eu a ignorei, ela sussurrou novamente, eu dei um leve gemido e disse em um tom de voz irritado: "porra, o que é?", até que olhei para ela e seus olhos estavam incrivelmente arragalados e fixos no quadro da minha falecida avó, ela apontou o dedo para ele e disse uma voz trêmula: "ela está ali, e está nos observando", a puxei rapidamente pelo braço e fomos domir com nossa avó, não disse nada a ninguém e nunca mais se quer tocamos no assunto.

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  7. Tenho uma história REAL que aconteceu na minha infância e simplesmente aterrorizou todo o bairro onde eu morava e acho digno de ser contada aqui.
    Eu tinha por volta de 8 anos, o que me leva a crer que isso ocorreu em 2002. Morava em um prédio de 9 andares, em uma rua bastante tranquila, num bairro considerado nobre na cidade. Meu apartamento ficava no sexto andar.
    Desde sempre o prédio colecionava lendas urbanas que foram criadas pelas crianças da rua (nem todas, algumas até hoje eu me pergunto se eram reais) - haviam muitas crianças nos prédios ao redor do meu e, a grande maioria, se conhecia e brincavam juntas todos os dias, eu inclusa. Como a rua era realmente bem tranquila, com poucos carros passando, não era raro vê-la sempre tomada por crianças correndo de um lado pro outro. Com tantas histórias que assombravam o prédio, ele já tinha um ar assustador para a gente, mas nada se comparou ao que aconteceu no apartamento 84.
    Aquilo não foi inventado.
    Não era uma lenda urbana.
    Nós vimos acontecer.
    O apartamento 84 era onde vivia uma jovem médica que todos os dias saia para fazer plantão, passando boa parte do dia fora. Ela usava um perfume muito forte (guardem esse detalhe). A mulher, cujo nome não lembro, tinha contratado uma faxineira que vinha todos os dias limpar o apartamento dela e, como saia logo cedo de manhã, a médica deixava a chave na portaria para quando a funcionária chegasse.
    Um belo dia a faxineira chegou e não havia chave na portaria.
    Ela subiu até o apartamento 84 e bateu, imaginando que, naquele dia, a médica estaria de folga.
    Ninguém atendeu e a mulher foi embora, achando que sua patroa havia esquecido de deixar a chave para ela naquele dia.
    Porém isso voltou a acontecer de novo e de novo. No terceiro dia, muito preocupada, a faxineira conversou com o zelador do prédio, que acabou por arrombar a porta do apartamento, encontrando a médica morta (e nua) sob a cama de seu quarto, ninguém nunca soube o que aconteceu com ela.
    A moça foi enterrada, o apartamento foi trancado e a chave permaneceu na portaria do prédio.
    Foi quando começou.
    O apartamento 84 era de frente para a rua, então qualquer pessoa que estivesse caminhando em frente ao prédio conseguia ver a enorme janela da sacada da sala e foi justamente por tal janela que percebemos o primeiro fenômeno: as luzes do apartamento 84 começaram a acender e apagar sozinhas. Não era raro estarmos brincando na rua e, de repente, alguém perceber um apartamento com as luzes piscando. No oitavo andar.
    O apartamento 84.
    Era comum juntar um monte de crianças, adultos e adolescentes na frente do prédio quando isso começava a acontecer. Alguns curiosos, outros assustados, mas todos fascinados com aquilo, ficávamos observando as luzes descontroladas por vários minutos, até que se apagassem por completo, como deveria ser.
    Não demorou até as pessoas que moravam no oitavo andar relatassem um outro acontecimento estranho: o cheiro de perfume. De repente, todo o andar era tomado por um aroma adocicado, que muitos juravam ser a fragrância usada pela médica diariamente - era quase como sua marca registrada. Eles relataram que era como se alguém muito perfumado estivesse perambulando pelo andar. Não preciso dizer que isso assustou ainda mais as pessoas que moravam ali, ao ponto de famílias deixarem seus apartamentos para irem morar com familiares, temendo o suposto fantasma.(continua)

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    1. Mas, com certeza, um dos acontecimentos que mais me assustou, foi o interfone. Aconteceu com meu irmão, na época com 18 anos. Ele já era grande o bastante para não ter medo de fantasmas e sempre debochava do meu terror em relação ao apartamento 84 (não era incomum ele apertar o botão do oitavo andar enquanto estávamos no elevador, me deixando morta de medo). Porém, naquela noite, ele mudou de idéia.
      Era madrugada, ele chegava de uma balada qualquer. Ao entrar no prédio, o porteiro lhe pediu um favor: ficar na guarita por alguns minutos, enquanto ele ia ao banheiro. Meu irmão topou.
      Passado um curto período de tempo, o porteiro já voltava para seu posto e, conversando com meu irmão de longe, perguntou se alguém havia interfonado ou chegado ao prédio e, no momento em que meu irmão iria responder, o interfone da guarita começou a tocar.
      Os dois riram com a coincidência, porém quando meu irmão viu de que apartamento vinha o chamado, ele fechou a cara no ato.
      Era o apartamento 84 que interfonava.
      Aterrorizados, os dois tiraram o interfone da tomada e meu irmão, no auge de seus 18 anos, dormiu no sofá do prédio, sob os cuidados do porteiro, com medo de subir sozinho para casa.
      Nesse ponto, a rua inteira já sabia sobre o apartamento assombrado e, um dia, as crianças e adolescentes da rua resolveram ver pessoalmente. Sim, eu, meu irmão e nossos amigos, das mais diversas idades, resolvemos fazer uma tour até o oitavo andar. Três viagens com o elevador lotado, todos nos encontramos no sétimo andar, iamos de escadas até o oitavo. Mas não sei dizer o que aconteceu, algum tipo de histeria coletiva, mas todos se desesperaram assim que chegamos ao andar. Saímos correndo. Uma manada de crianças e adolescentes em frênesi, desesperados. Uma menina caiu na escada, rolando. Nunca vi oito lances de escadas serem percorridos com tanta velocidade, sequer paramos pra pegar outro elevador - descemos os oito andares correndo, em desespero.
      Até hoje não me lembro o que desencadeou o estopim.
      Só sei que tudo parou depois que a família da médica vendeu o apartamento. E quem foi a corretora? Sim, minha mãe. Ela nunca teve medo de fantasmas. No dia em que ela entrou no apartamento para avaliar, um multirão de pessoas se juntou em frente ao prédio, havíamos combinado que ela deveria acenar da janela do apartamento para que todos soubessem que ela estava bem. E, aparentemente, nada de anormal ocorreu felizmente, embora ela tenha afirmado que sentiu algo muito ruim durante todo o tempo em que permaneceu ali. (posteriormente minha mãe desenvolveu problemas psicológicos como depressão e bipolaridade, teve algo a ver com a ida ao apartamento? não faço idéia)
      Bom, essa foi minha história. Tudo o que eu escrevi aqui é verídico, até hoje quando encontro antigos amigos do bairro, sempre comentamos sobre o apartamento assombrado. Na época, era muito intrigante, assustador e muito foda ao mesmo tempo, eu sempre adorei filmes de terror e coisas do tipo, então foi muito legal ter presenciado uma coisa do tipo.

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    2. Nossa, melhor do que as duas primeiras! Isso PRECISA ser publicado!

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    3. Com certeza precisa ser publicado, muito bom!

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    4. Me lembrou Stranger Things
      Mas sério, seu relato ta melhor que os publicados ai em cima

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  8. Caraca esse relato do apartamento ta melhor que muita creepy que eu li ultimamente. Arrepiei.

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  9. Aff esse do espelho eu ri pra k7 pq ja aconteceu algo parecido comigo kkkkkk mas esse último deu um calafrio aq e.e vish, muito bom!

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  10. Maria Luíza, só faltava ser o décimo terceiro andar, ai era pra matar. Se isto aconteceu mesmo com certeza foi algo muito sinistro,(e Phoda tbm.) de verdade e várias pessoas envolvidas. Quando eu era criança vi algumas vezes uma mulher de branco. Talvez uma hora passe aqui pra contar.

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  11. Bom gente, aí vai me relato:

    A uns 2 anos atrás, dormíamos eu, minha irmã e minha sobrinha de 4 anos no mesmo quarto e teve uma época que minha sobrinha acordava quase todas as noites perguntando porque tinha uma velhinha nos olhando da porta do quarto que ficava aberta quando íamos dormir. Eu e minha irmã nunca demos muito bola, só mandanva ela ficar quieta e ir dormir. Bom, teve uma madrugada(umas 5:30) que eu acordei para ir no banheiro, e quando sai do quarto vi uma senhora no final do corredor, na minha cabeça era minha vó que as vezes chegava sábado de manhã e passava o dia com a gente, lembro que pensei "nossa, minha vó chegou bem cedo hoje" e falei:
    - Bom dia vó
    E ela respondeu:
    - Bom dia filha.
    E entrei do banheiro.
    Sai do banheiro e voltei pro quarto para dormir mais um pouco, não tinha mais ninguém no corredor.
    Depois, quando levantei para tomar café da manhã percebi que minha vó não estava em casa e perguntei para minha mãe se ela tinha saído, minha mãe respondeu que aquele final de semana minha vó não iria nos visitar.
    Como não se eu tinha dado bom dia pra ela de manhã? E minha mãe confirmou mais uma vez que ela não tinha ido em casa. Na mesma hora lembrei da velhinha que minha sobrinha insistia em falar que nos olhava dormir todas as noites. Depois disso começamos a dormir com a porta do quarto fechada. Mas depois de uns 2 meses nada mais aconteceu. Acredito no sobrenatural e já vi muitas coisas estranhas mas na minha casa essa foi a única vez que aconteceu.

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  12. Quando era pequena eu e a minha irma morávamos numa casa construída pelo meu pai e meu avô. Minha irmã mais velha sofria bastante pois nossos pais estavam se separando. Eles brigavam muito, eu não entendia muito bem pq meu pai se irritava tanto então teve um noite que eles brigaram e depois disso todo mundo foi dormi cedo. Na nossa casa haviam tres quartos um era dos meus pais e o outro meu e da minha irmã, o terceiro nos chamavamos de quarto escuro pq não tinha luz nele era fechado e de noite era um breo. Nessa noite acordei com vontade de ir no banheiro ele ficava bem em frete do quarto escuro e não quis acender a luz do corredor. Foi aí que olhei pro escuro e vi um homem de pé bem em frente da porta e tenho certeza que não era meu pai! Pois ele estava dormindo na cama junto da minha mãe! Umas semanas depois minha irma se acidentou no nosso banheiro e quase morreu. Por sorte ela ficou muito bem mas até hoje não gosto de ir naquela casa e muito menos naquele banheiro de frente pro quarto escuro!!

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  13. Uma vez meu vô encontrou um celular no ônibus em que ele trabalha(ele é cobrador). Eu tinha uns 5/6 anos, e os celulares na época eram aqueles de abrir e fechar. Como o dono não apareceu, ele deu o tal celular para minha mãe. Um dia o celular tocou e apareceu o nome de quem estava ligando: "mãe". Até ai tudo bem. Só tinha um problema: Minha avó(mãe da minha mãe) tinha uns 15/16 anos de morta naquela época. Minha mãe atendeu mesmo assim e ficou mudo do outro lado da linha e em seguida desligou. Tentamos ligar para o tal número(que ficou no registro de ligações) e falava que o número de telefone não existia, e na agenda não tinha nenhum contato com esse nome. Ela tentou ligar do telefone fixo e ate pediu pra vinha ligar, mas sempre falava que o número não existia. Umas horas depois a tal mãe ligou de novo e deu na mesma: Linha muda. Resolvemos ligar mais umas vezes mas sem sucesso. De noite, quando meu vô estava em casa, eu e meu primo fomos correndo contar pra ele, que não acreditou muito, então minha mãe e a vizinha confirmaram tudo e foram mostrar no registro de chamada, mas o numero simplesmente não estava mais lá. Até hoje quando falamos sobre essa história ficamos sem entender o que aconteceu.

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  14. Olá. Eu gosto muito desse site e percebi q ultimamente estão postando poucas creepys, eu estou começando a escrever algumas creepys e gostaria de sabe se vcs postariam ela no site.

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  15. Eu tenho alguns relatos:
    Quando eu tinha cerca de uns 7 ou 8 anos eu morava em um sitio grande com um campinho de futebol, eu nunca gostei muito de futebol mas meu amigo adorava, então peguei a bola q eu tinha e fomos nesse campinho jogar (esse campo ficava no sitio em q eu morava mas ficava um pouco loge da minha casa), então fomos la jogar, o jogo estava legal ate q sem querer eu chuto a bola em direção do mato (tinha algumas arvores e uma vefetação meio alta,na altura da cintura) mas pela minha surpresa a bola voltou com a mesma força q eu chutei, pensei q tunha batido em uma arvore ou algo do tipo, então continuamos jogando ate q isso se repitiu (como eu disse n gosto muuto de futebol e um dos motivos é q não jogo mt bem) mas dessa vez a bola voltou mais forte, eu e meu amigo acham meio estranho mas mesmo assim continuamos jogando até q dessa vez meu amigo chutou errado e a bola foi para o mesmo lugar das ultimas duas vezes mas dessa vez ela demorou pra voltar então fui la procurar, quando eu estava quase chegando na beirra desse mato a bola voltou rolando fraquinho como se alguem tivese empurado ela eu abaixei pra pega-la e quando levantei a cabeça pude ver um homem de pé vestido um capuz preto q ia da cabeça aos pes e tampava seu rosto, na hora meu amigo tbm viu e saimos correndo e não paramos de correr. Não sei pq mas quando chegamos em casa resolvemos voltar para o campinho para ver oq era aquilo mas quando voltamos n tinha mais nd

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  16. Digite seu comentário.....

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  17. Bom esse relato que eu vou contar aconteceu a mais ou menos um mês .
    Meu amigo me chamou pra sair com alguns colegas dele ele falou q talvez entraríamos em uma escola abandonada até ai tudo bem mais uma garota q estava com a gente estava com o tabuleiro ouija então resolvemos jogar (a gente não entrou na escola pois tinha um cara dw caro dando varias voltas no quarteirão acho q ele era algum tipo de autoridade ali) começamos a jogar só q o espírito se recusava a dar seu nome "correto"(ela se apresentou como zozo, ana e outro q eu não lembro) não deu tempo de dizer Tchau (essa foi a segunda regra quebrada , a primeira foi q todos nós sem exceção zoamos com ela) indo andado para uma praça vimos umas pessoas cultuano algum tipo de imagem e o outros 4 começaram a correr eu não queria ser deixado para trás e logo alcancei eles(continua)

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  18. Vou ser breve: o espírito colocou algo como 5p3b e no dia seguinte três de nós tivemos pesadelos e duas pessoas se machucaram com cortes eu ia fazer uma explicação mais detalhada mais minha net bugou nas duas vezes q eu tentei

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  19. o que aconteceu com a série Runners?

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  20. Espero que leiam. Eu sou hippie e recentemente fiz um rolê de bike pelo nordeste com meu marido.numa vibe loka, resolvi le a biblia completa.Numa noite, tive mais uma das milhares paralisias do sono. Confesso q no inicio tinha medo, mas aprendi a sonhar lucido e conseguia ficar tranquila quando rolava uma. Nessa paralisia, havia uma mulher negra(não era eu), ela estava RM trabalho de parto. Eu lembro q o lugar parecia uma igreja abandonada.ela com muita dor, dava a luz. Quando o bebe saia,havia uma coisa aos pés dela que engolia o bebe inteiro. Ele era preto e parecia um lobo. Eu só observava. Era tao feio q acordei. Passado uns dias, tive outro sonho. Não era paralisia. A gente tava numa praia do RN do Norte.era muito real. Porque tudo no sonho era igual a realidade. Aconteceu exatamente como foibja realidade. Pedimos pra dormir numa barraca da praia(pro dono), era lua cheia e tava cheio de bodes na praia. E nossa cachorra latia. Numa parte do sonho, acordei com alguem me chamando. Era o dono da barraca, ele me olhou nos olhos e me perguntou se eu tava gravida. Falei q não(eu não sabia q estava). Ele disse, sim, vc ta. Esse filho não e da luz. Sua puta!!
    Me agarrou pelo pescoço. Fiquei sem ar. Acordei com meu marido desesperado tentando me acordar. Ai fui lá fora e tava tudo tao igual. Eu falei pro meu marido do sonho, não sei oq ele pensou.
    Passado alguns dias eu já estava na divisa do rio grande do norte com o ceara. Eu tava sentido enjôos e fiz teste. Positivo.
    Exatamente com 13 dias q eu tava lendo a bíblia. No décimo terceiro dia,numa sexta, umas 18:00h , começou a pingar sangue. Eu nunca fiquei grávida. Me chamem de burra, eu achei q o teste tava errado. Eu iria menstruar.
    Sábado, 9 de abril, 4 da manhã, acordei toda suja de sangue. Eu estava abortando....
    Eu estava com 3 meses de gravidez. Isso ate hoje me deixa pertubada. Eu nunca acreditei em nada. Ate em Deus tenho minhas dúvidas. Mas isso que aconteceu, me destruiu por completo.
    Karla sousa

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  21. Eu me lembrei de um outro caso que aconteceu comigo. Deve fazer uns 2 anos. Eu estava em Vitória da Conquista-BA, fazendo o vestibular para uma faculdade. A história é bem simples, na verdade, mas me deixou assustado o suficiente para eu pensar em me mudar de apartamento. Na época eu sofria de um problema de garganta, então eu deixava um copo de água no meu criado-mudo, caso eu tivesse um ataque noturno e precisasse beber água. Enfim, os meus ataques eram bem raros, o que fazia com que eu nunca bebesse o copo d'água, só de manhã quando eu acordava.
    Só que um dia, quando eu acordei, o copo estava vazio. Eu não tinha tido um ataque de tosse, nem bebi água na madrugada. A água do copo simplesmente sumiu. Isso me assustou bastante porque se repetiu a semana toda, até que eu me mudei para outro prédio. Me dêem explicações plausíveis, eu preciso disso.

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    1. Ou você é sonâmbulo...ou fez muito bem em se mudar.

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    2. A idéia de que alguém... ou algo pudesse estar me observando enquanto eu dormia, e BEBENDO a água do copo me aterrorizou bastante, o suficiente para eu me mudar. Não acho que seja sonambulismo pois no outro prédio isso não mais se repetiu.

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  22. Eu tenho um relato, que pode até ser fraquinho mas me assustou o suficiente. Antigamente, passava um programa em um canal, o nome era Ghost Hunters (não sei se ainda passa). E bom, é aqueles programas nos quais os caras vão em locais assombrados, como eu sempre me interessei por coisas sobrenaturais, eu via isso todo final de semana e, consequentemente, meus pais eram obrigados a ver comigo. Minha mãe nunca foi fã de coisas de terror, reclamou o tempo todo. Quando percebi que ela estava ficando com medo, resolvi pertubar ela. Os homens do programa, sempre diziam algo do tipo: "Se tem alguém aí, faça um barulho" E eu repeti essas palavras e sim, fez um barulho na cozinha. Eu fiquei assustada mas achei que fosse coincidência, até que meu pai pergunta e não fez barulho algum. Eu perguntei de novo e fez, perguntei três vezes e nas três vezes fez o barulho. Somos só nos três e não tem como ser vizinhos, pois nossa casa tem muros e para entrar tem que passar pelo portão. Meu pai ficou a noite toda vendo se tinha algo e até hoje não sabemos uma explicação para isso, ah e se for importante, era 03:00 da manhã.

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  23. Eu gostaria de mandar alguna relatos, mas não por aqui pelos comentários...

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  24. Os dois relatos que eu vou contar aconteceu quando eu era pequena. Eles podem ser bem fracos, mas me assustou bastante na época. Não lembro exatamente a minha idade, devia ter entre 6 e 9 anos. Era uma quarta feira a noite, minha mãe, minha irmã tinham ido a igreja (somos evangélicas), meu irmão provavelmente estava voltando do trabalho eu havia ficado em casa com meu pai. Meu pai estava no quarto e eu peguei um livro de inglês, esses de escola (meu pai é professor) e fui para sala. Deitei no sofá e fiquei virando as paginas, porque eu não entendia nada. Minha cabeça estava apoiada o braço do sofá e por alguma razão e coloquei minhas mãos para trás. Quando eu fiz isso senti minhas mãos tocarem em uma mão bem ossuda, parecia a mão da minha irmã (ela era bem magra na época). Eu até pensei que pudesse está tocando na minha, mas não era. Fiquei cagando de medo. Tirei a mãos e comecei a orar ali mesmo. Me virei minutos depois e não tinha nada. Até hoje me arrependo de não ter ido para igreja naquele dia.
    Teve outra vez que aconteceu no mesmo ano, eu acho. Temos duas casas, uma e cima da outra, e uma lage em cima da segunda casa. Morávamos na casa de baixo e meu pai estava reformando a outra casa para a gente morar lá e ele alugar a de baixo. Toda a noite, ele ia subia para ficar sozinho. Minha irmã e eu subíamos as vezes. Nesse dia, era quarta feira também, minha mãe tinha ido para a igreja, só que minha irmã tinha ficado. Então eu e ela subimos para ficar com meu pai. Depois de algum tempo (mais de uma hora), resolvemos descer. Eu vi, pela janela que a televisão estava ligada e falei para meu pai. Minha irmã veio ver também e falou: Mainha chegou, eu vi o pé dela.
    Eu estranhei, pois ainda tava cedo. Meu pai abriu a porta e minha irmã entrou chamando por minha mãe. Só que não tinha ninguém. A casa estava escura e a televisão estava ligada. E para piorar estava passando a cena de um enterro de uma novela. Minha mãe chegou algum tempo depois e contamos essa história e minha irmã jurou que viu um pé. Meu paia também via luzes piscado, toalhas caindo e viu o espirito de uma vizinha que havia morrido semanas antes, pouco depois dele se mudar. Acho que essa casa pode ser assombrada, apesar de eu não ter visto mais nada.

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  25. Bem meu relato é recente, morei em um alojamento no IF e dividia o quarto com 9 pessoas, tenho a mania de estudar paras as provas de madrugada então em um dos dias que acordei as 2 da madruga fui para área de estudos e so voltei para o quarto umas 4(eu era o único do quarto com esse costume dr estudos) e quando abri a porta do quarto escutei um assobio 3 vezes em forma de canção então fechei a porta rapidamente, quando a abri de novo havia parado. Atravessei o quarto escuro rapidamente e liguei a luz do banheiro foi quando entrei no box do chuveiro que comecei escutar um sussurro de mulher vindo do nada, mas quando sai do box simplesmente parou e pra completar quando eu desliguei a lux do banheiro e corri pra minha cama senti uma mão sobre a minha quando toquei o interruptor.(o alojamento que residia era o antigo alojamento desativado para as meninas)

    Outro fato que ocorreu comigo no alojamento foi em uma noite quando me deitei e coloquei a cabeça no travesseiro ouvi o barulho de ducha ligada mas quando me levantei pra ter certeza parou, quando tentei dormir denovo continuei escutando o barulho do chuveiro então fui conferir se estava ligado mas havia me enganado. O engraçado que no outro dia o chuveiro quebrou uma peça e ficou ligado sem controle que tivemos q desligar o registro do encanamento mas quando eu me deitei esperando meu colega resolver o problema do chuveiro percebi que de fato era o mesmo barulho de água caindo da noite anterior.

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  26. Bem meu relato é recente, morei em um alojamento no IF e dividia o quarto com 9 pessoas, tenho a mania de estudar paras as provas de madrugada então em um dos dias que acordei as 2 da madruga fui para área de estudos e so voltei para o quarto umas 4(eu era o único do quarto com esse costume dr estudos) e quando abri a porta do quarto escutei um assobio 3 vezes em forma de canção então fechei a porta rapidamente, quando a abri de novo havia parado. Atravessei o quarto escuro rapidamente e liguei a luz do banheiro foi quando entrei no box do chuveiro que comecei escutar um sussurro de mulher vindo do nada, mas quando sai do box simplesmente parou e pra completar quando eu desliguei a lux do banheiro e corri pra minha cama senti uma mão sobre a minha quando toquei o interruptor.(o alojamento que residia era o antigo alojamento desativado para as meninas)

    Outro fato que ocorreu comigo no alojamento foi em uma noite quando me deitei e coloquei a cabeça no travesseiro ouvi o barulho de ducha ligada mas quando me levantei pra ter certeza parou, quando tentei dormir denovo continuei escutando o barulho do chuveiro então fui conferir se estava ligado mas havia me enganado. O engraçado que no outro dia o chuveiro quebrou uma peça e ficou ligado sem controle que tivemos q desligar o registro do encanamento mas quando eu me deitei esperando meu colega resolver o problema do chuveiro percebi que de fato era o mesmo barulho de água caindo da noite anterior.

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  27. Uhu aí caralho série nova no Blog Creepy Brasil vocês são Fodas

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  28. Certo dia, eu estava, como sempre, digitando m**** no facebook, até que minha avó me mandou dormir. Eu não dei atenção e continuei digitando b****. Perto das 23:00, eu vi uma coisa marrom se debatendo na janela (Pareciam dedos/garras). Fiquei cagado de medo, mas logo vi que era um pássaro.

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  29. Mais uma série MARAVILHOSA! Obrigado por sempre manterem este site no ar. É minha fonte de diversão nas madrugadas (como essa) em que passo trabalhando. Continuem com esse maravilhoso conteúdo.

    BTW: colocar a barra de comentários ANTES dos comentários ajuda pra não precisar descer a página até o final. Só uma singela dica :D


    lindos <3

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  30. Bem meu relato aconteceu faz aluns dias realmente fiquei com medo:

    Era terça feira,minha mãe foi para o mercado com o meu pai.E desde 5 anos fico em casa sozinho so para não ter trabalho de carregar compras e coisa do tipo,eu estava lendo esse mesmo blog na minha sala quando o meu gato subiu na mesa e começou a olhar para a janela acima de mim.Eu axei comum aquilo ja que ele fazia isso algumas vezes,no lado de fora tem um poste que joga luz para dentro de casa, então quando olhei para a sombra da janela da parede, tinha uma mão, era bem grande, pegava quase a janela toda, me assustei e quando me virei para olhar, não tinha nada, me vieri aliviado, olhei para meu gato denovo dessa vez ele estava olhando para o corredor de luz apagada, estava muito escuro ali, então ele começou a miar para o nada, tinha vezes que ele se abaixava mas não deviava o olhar, então ouvi um pequeno barulho, desliguei meu celular e puxei minhas cobertas, durmi ali mesmo no sofá, eu não ligava so queria pegar bo sono logo e ir para o outro dia.Quando acordei era 13:43 e minha mãe estava me chamando ja que eu tinha acordado tarde, não toquei no assunto ate agora e estou escrevendo isso para vocês por que espero que vocês da CreepypastaBrasil publiquem meu relato.

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  31. Certo dia em que eu fui dormir na casa de uma amiga minha,e na epoca as creppypastas estilo slender man e afins eram as mais faladas só que eu e ela nunca acreditamos na possibilidade de alguma coisa ali ser real.Estavamos muito enganadas.
    Já era de noite,mas nem tão tarde assim,por volta de meia noite e uma da manhã.Como a mãe dela tinha visita nós ficamos no quarto sozinhas e trancamos a porta pra não ouvir as visitas.Conversa vai conversa vem,e eu comentei sobre um suposto video sobre uma música do slender que fazia as pessoas dormirem e depois não acordavam e ela sendo medrosa falou que não acreditava e que não queria saber mais eu ignorei,e inocentemente toquei a musica no fone só pra ela ouvir,até a metade do video tudo normal.Mas ai bem no finalzinho ela dormiu.Eu entrei em choque e tentei de tudo pra acordar ela até cheguei a morder o braço dela pra ver se havia alguma reação e nada,a esse ponto toda a culpa de que eu possivelmente tinha matado a minha melhor amiga por uma brincadeira idiota veio a tona e eu entrei em panico,chacoalhei,gritei e bati na menina até que finalmente ela deu sinais de vida.
    Depois que ela acordou e me contou sobre ter um dos piores pesadelos da vida dela e só ouvir o eco da minha voz a chamando,tudo ficou estranho.Os amigos dela diziam que viam vultos a rodeando e sentiam uma energia pesada quando eles se falavam e começaram a deixar ela de lado,e os meus começaram a ter pesadelos e ver "criaturas" estranhas na janela principalemnte naquela hora da manhã,por volta da meia noite e uma hora.Foi como se tudo em nossa volta tentasse provar esse lado "supernatural" que a gente tanto zoava e desacreditava,e até hoje em dia as vezes eu sinto um ar frio quando eu acordo de manhã pra fazer um lanche na cozinha,e quando vou dormir por lá sinto alguma coisa estranha me observando dormir.Nunca mais caçoei de creppypastas nem acessei aquele video.

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  32. Tem o link da musica? Fiquei curioso agora

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