02/12/2016

SETEALÉM

Olá creepers queridos do meu coração! O blog anda meio parado, eu sei, vocês já sabem que eu tô sofrendo com minha tendinite, mas estou fazendo o que posso para manter aqui atualizado. 

Então, esses dias eu estava em um grupo do Facebook quando me deparei com um relato do Luciano Milici, que é escritor e roteirista, mas desta vez ele não estava lá para escrever um conte de ficção, e sim contar uma história real que havia acontecido com ele nos anos 90. Ele contava sobre como quase foi parar em um tal lugar desconhecido chamado "Setealém". Anos depois, ele criou uma comunidade no orkut com o mesmo nome do lugar, mas sem colocar nada muito especificado, como conta em seu relato, para ver se mais pessoas haviam passado pelo mesmo que ele. E deu certo. 

Hoje eu trago o relato original de Luciano, dois relatos que ele havia salvo da comunidade do orkut e mais um de uma amiga pessoal minha. Luciano me disse que em breve ele terá acesso ao seu antigo HD para postar mais relatos que salvou no passado. Assim que tiver acesso, postarei aqui também. 

Aliás, quando você procura sobre Setealém no google, você não encontra nada a respeito, apenas alguns livros em latim com palavras similares, mas nada que fale desse lugar em especifico. Mas mesmo assim, as pessoas parecem já ter visitado ou conhecido esse lugar. Eu mesma, Divina, tenho a impressão de já ter ouvido falar desse lugar alguma vez na minha vida. 

Ok, chega de enrrolação. Se você já foi em Setealém, conhece alguém que foi ou passou por alguma situação parecida de universo paralelo, comente aqui! 

Ps: Os relatos podem ter sido levemente editados para mais fácil entendimento do leitor. 

***

RELATO DE LUCIANO MILICI.

"Estou até com medo de contar isso aqui.

Na década de 90, eu voltava da faculdade diariamente por uma avenida movimentada e sempre pegava qualquer ônibus que descesse a tal avenida. Não importava o ônibus, porque o importante era chegar perto do metrô que ficava no final da avenida.

Num certo dia, peguei um ônibus qualquer, lotado e comum, como sempre fazia na avenida e segui. O trajeto costumava levar meia hora e eu aproveitava para ler. Em dado momento, uma mulher me cutucou e disse "Você não vai para SeteAlém, vai?". Eu, confuso, não entendi nada. Ela voltou a falar "Esse ônibus vai para SeteAlém. É melhor você descer". Eu sorri para ela e olhei para os lados. Juro. Todo mundo tava me olhando.

Outra mulher falou: "É, vai desce, moço". Um cara acenou positivamente com a cabeça "Desce aí". O cobrador gritou para o motorista "Vai desceeeer!". O ônibus parou e eu, obviamente, desci sem entender nada e até meio acuado. Faltavam alguns quarteirões para o metrô e eu tive de andar. O ônibus - aparentemente idêntico aos demais - virou à direita em uma rua estreita e subiu uma ladeira de paralelepípedos. Trajeto estranho.

Nunca mais encontrei aquelas pessoas ou presenciei esse comportamento estranho num ônibus daquela avenida. Na época do Orkut, montei uma comunidadade sobre o tema, mas sem dar detalhes para não influenciar. Queria ver se meu "delírio" fazia sentido. Duas dúzias de pessoas do país todo contaram histórias muito parecidas.

Um cara disse que entrou no banheiro de um shopping e saiu - segundo ele - em um shopping diferente, localizado em SeteAlém. Disse que passeou por esse shopping e descreveu pontos muito estranhos. Depois, ele disse que retornou ao banheiro e se viu de volta ao shopping original.

Uma garota do nordeste contava que algumas pessoas da cidade dela que trabalhavam como office-boys nas ruas, se perdiam nesse "bairro chamado SeteAlém", depois voltavam e não conseguiam mais achar o local estranho.

Várias pessoas postaram testemunhos dizendo que era comum, acidentalmente, pessoas transitarem daqui para lá e de lá para cá. Diziam que isso podia explicar alguns desaparecimentos também. Não sei.

Só sei que sempre sonho com esse local, desde então. Juntei todos os relatos e apaguei a comunidade quando ela se desvirtuou em histórias genéricas de terror e ficção, porém, guardei tudo o que foi falado, bem como os contatos de quem falou."

***

RELATO DE JÚLIO, PORTO ALEGRE - RS

“Meu nome é Júlio, trabalho em uma academia em Porto Alegre. Fiquei feliz por ver essa comunidade porque esse maldito nome não me sai da cabeça.

Há seis meses, fui com a minha namorada ao cinema. Fomos comemorar dois anos de namoro. Fizemos aquele programa básico: jantamos no shopping e depois fomos assistir ao filme. Assim que saímos da sessão, caminhamos pelos corredores para olhar as vitrines. Minha namorada disse que iria comprar uma bolsa e me pediu para esperá-la próximo a uma revistaria. Desconfiei que ela queria me fazer uma surpresa de namoro, concordei e fui olhar algumas revistas da banca. Disse a ela que a aguardaria lá e ela retrucou dizendo que não demoraria.

Assim que ela se afastou, fui ao banheiro que ficava exatamente no corredor em frente à revistaria. Havia quatro ou cinco pessoas no local que é bem grande. Todos os mictórios, porém, estavam ocupados e, por isso, fui a um reservado. Jogo rápido, nem cheguei a travar a porta. Tirei meu celular do cinto e o coloquei sobre uma apara de madeira.

O mais estranho é que não fiquei nem dois minutos dentro do reservado. Ouvi risos de crianças no banheiro e conversas. Assim que terminei de urinar, saí. Não sei se consigo descrever, mas já havia algo estranho no banheiro. Não sou muito de reparar em detalhes. Minha namorada é. Ela é virginiana. Apesar disso, notei que algo havia mudado. Começando pelas luzes que estavam amareladas e não brancas. Muito amareladas, quero dizer. Uma faixa verde bem grossa cruzava a parede e os espelhos estavam menores. Não havia ninguém lá dentro. Nem as crianças que haviam gargalhado há poucos segundos.

Lavei as mãos e achei que estivesse ficando louco. Para mim, a água estava meio morna e muito, muito grossa. Nojenta, para falar a verdade. Procurei por papel e não encontrei. Saí balançando as mãos para secarem no ar.

Fora do banheiro, achei que fosse desmaiar. Achei que havia saído pela porta errada ou entrando em algum corredor novo. Bom, pelo menos, foi o que tentei acreditar.

O shopping estava parecendo, na verdade, uma galeria. Ainda era um shopping, conceitualmente, mas estava bem mais velho e desgastado. A luz era fraca e as lojas pareciam amontoados de produtos. Tudo muito feio.

Andei acelerado até uma área mais aberta e tive a certeza de que não estava mais em um lugar conhecido. Nada era parecido com o que eu já havia visto em algum lugar na minha cidade ou até na televisão. Começando por pequenos detalhes que me assustaram. Havia uns aquários do tamanho de latas de lixo espalhados em todo lugar. Dentro desses aquários, eu identifiquei uma espécie de pano, sei lá, parecia um pedaço de cobertor roxo que ficava se mexendo dentro desses aquários. As pessoas iam até esses aquários e colocavam as duas mãos em cima e começavam a rir! E eram risadas feias, como se tossissem com o peito cheio de catarro. Fiquei parado, olhando para esses aquários. As pessoas vinham em grupos de dois ou três, encostavam e riam. Mexi a cabeça para os lados rapidamente procurando minha namorada. Tudo o que eu queria era entender o que estava acontecendo e ver um rosto conhecido.

As pessoas passavam por mim e me ignoravam. Eram parecidas com pessoas normais, mas ainda assim, não eram totalmente normais. Elas eram parecidas ENTRE ELAS também. Não idênticas, como gêmeos. Não sei explicar. É como quando você viaja para um país diferente onde as pessoas têm traços parecidos, mas também têm traços particulares.

Ah, e a revistaria não estava mais lá.

No local, um homem vendia peças ou algo assim. Ele tinha uma mesa grande de madeira rústica com vários objetos pretos que pareciam ser de ferro. Os objetos tinham formatos estranhos: ganchos, ferraduras e engrenagens. Cheguei perto e ele perguntou se eu ia trocar ou comprar. Eu não respondi.

Uma menina de, mais ou menos, sete anos, se aproximou e pegou uma peça de ferro que parecia uma colher negra e mostrou para a mãe dela. A mãe se aproximou e pegou uma carteira para pagar. A garota apontou a colher para mim e eu pude ver bem seu rosto. Era normal, mas também tinha algo de muito estranho. Não sei se eram as sobrancelhas ou a distância dos olhos. Senti um medo inexplicável. O olhar da menina passava uma maldade sem tamanho.

O homem respondeu para ela:

- Não, não, ele não vai comprar, pode pegar. Acho que ele nem é daqui de Setealém.

A mãe me olhou com nojo. Tomou a colher da menina, colocou de volta na mesa e puxou a filha pra longe de mim, como se eu tivesse uma doença. Comecei a ficar tonto e me sentei em um banco de madeira que era muito parecido com os bancos normais de shopping, exceto que esse era bem mais baixos e só acomodavam uma pessoa. Vi outros bancos desses naquele local.

Um som alto tocou e todo mundo parou e olhou para cima. Era um barulho alto e grave como aquelas buzinas de navio que a gente vê em filme. Depois que o som parou, todos retomaram seus caminhos.

Pensei na minha namorada e na minha mãe. Aquilo só podia ser um sonho. Levantei rápido e fiquei tão tonto que precisei me apoiar em uma vitrine que, falo de todo o meu coração, vendia pombas vivas. Pombas! Umas dez pombas andavam por lá, tentavam voar e se bicavam atrás da vitrine de vidro. Gritei.

As pessoas começaram a me olhar e a apontar para mim. Cochichavam.

Decidi ligar para minha namorada. Coloquei a mão no cinto e meu celular não estava mais preso a ele. Eu havia esquecido na apara do reservado. Voltei pelo corredor e entrei rapidamente no banheiro. Três homens estavam sentados no chão do banheiro. Um deles, debaixo da pia. Conversavam algo que eu não quis nem saber. Pulei por cima deles e entrei no reservado.

Meu celular ainda estava lá. Tranquei a porta, sentei no vaso e tentei ligar para minha namorada, mas não consegui. O aparelho estava simplesmente apagado. Apertei os botões com força, mas não adiantou. Ouvi risos de crianças novamente. Fiquei lá uns dez minutos, até que alguém bateu na porta. Era o rapaz da revistaria. Ele disse que havia me visto entrar no banheiro e que minha namorada já estava me aguardando na banca dele. Ele perguntou se eu estava passando mal ou algo do gênero.

O banheiro estava claro e o shopping estava normal. Minha namorada não acreditou em mim, mas viu que eu estava realmente muito nervoso. Foi o pior dia da minha vida. Estraguei nossa comemoração passando mal do estômago horas depois.
Não voltei ainda ao shopping e estou pensando seriamente em fazer terapia. Eu achei que tinha ficado louco até achar essa comunidade com o mesmo nome dito pelo homem daquela banca bizarra. Setealém. Deus me livre existir um lugar daquele."

***


RELATO DE ANTÔNIA, 40 ANOS, ENFERMEIRA.

“Aconteceu nessa semana, pessoal. Eu tava vendo televisão. Minha filha, Patrícia, de 7 anos, estava brincando na sala. Ela fez um risco em um papel e falou:

- Mamãe, falta isso de dias pra eu ir na festa na casa do papai!

Ela estava certa. Faltava um dia para a tal festinha. Antes que eu falasse algo, o telefone tocou. Bem na hora da novela! Atendi com raiva. Principalmente porque a extensão da sala estava quebrada e eu tive que atender no meu quarto. Era um homem com voz estranha. Muito grossa e áspera.

- Senhora Antônia? A senhora é mãe da menina Patrícia?

- Sim, sou eu. Quem quer saber?

- A senhora precisa ir até a escadaria do condomínio buscar sua filha.

- Escadaria? Que escadaria? Qual condomínio?

- Eu não sei, senhora. Ela não estava vestida com uma camiseta verde quando desapareceu? A

senhora pode ir até a escadaria do condo...

- Camiseta verde? Minha filha nem tem camiseta verde, seu maluco! Escuta aqui. Vou ligar para a polícia, tá? Minha filha tá aqui na sala comigo. A gente mora em sobrado e não em condomínio. Fica passando trote a essa hora, seu...

O homem desligou.

Corri até a sala e Patrícia estava lá, quietinha com seu caderno e um monte de giz de cera.
Ontem, mandei a Patrícia para a casa do pai dela, para a festinha. Coloquei nela uma blusinha cor de rosa e uma jaqueta por cima. Meu ex-marido me trouxe ela de volta à noite. Patrícia me agarrou muito forte quando me viu. Perguntei se tudo tinha ido bem, ele disse que antes de trazê-la, passou no prédio da nojenta da nova namorada dele e que a Patty derrubou suco na blusa e, por isso, ele precisou pegar uma camiseta emprestada da filha da namorada dele.

Isso mesmo, minha filha estava com uma camiseta verde.

Quis saber se tinha acontecido algo de estranho além disso, ele respondeu que não. Falou que Patrícia saiu da festa toda feliz, mas que na volta ficou estranha e séria. Realmente, minha filha estava muito esquisita.

Quando ele foi embora, tentei conversar com Patty, mas ela não se abriu de início. Insisti muito e ela contou que quando desceu as escadas do prédio da namorada na frente do pai, ela se perdeu e foi parar em um outro prédio chamado Setealém. Ela disse que ficou chorando alto e chamando pelo pai, até que um homem bonzinho, com olhos amarelos, pegou ela e levou pra casa dele.

- Credo, filha, que história maluca é essa? Você não se perdeu do seu pai, não. Ele te trouxe! Tá tudo bem – falei, com a nuca gelada.

- O homem bonzinho com olho amarelo telefonou pra cá, mamãe, mas você disse que pra ele que ia chamar a polícia e que eu tava aqui com você e ele desligou. Depois, ele me mandou descer a escada do prédio de novo e o papai me encontrou.

Somente agora pouco, antes de eu entrar no Orkut, é que minha filha veio me mostrar uma folha de papel com sete riscos. Perguntei o que era aquilo e ela falou:

- Foi isso de dias que eu fiquei na casa do homem, longe de você, mamãe.

Não sei o que dizer. Minha filha passou apenas algumas horas longe de mim, mas consegue contar com convicção cada um dos detalhes dos sete dias em que ficou hospedada na casa do homem bonzinho de olhos amarelos que mora em Setealém.

***
RELATO DE LAURA, 23 ANOS.

Cara, eu e minha irmã estamos surtando aqui pois temos certeza que já fomos parar nesse lugar!

No segundo semestre de 2014 eu morava em Florianópolis com ela e minha prima. Meu primo foi passar umas semanas lá e decidimos voltar de carro com ele pra São Paulo. Chegando próximo a Curitiba, o waze jogou a gente numa rota que parecia ser mais rápida, pegamos quando tava começando a anoitecer. 

De início estava tudo ok, mas conforme a gente foi seguindo, a estrada ficou MUITO sinuosa, cercada de mato, não tinha acostamento nenhum e nenhum carro próximo da gente. Depois de mais de uma hora só fazendo curvas e curvas e curvas, começaram a aparecer vários caminhões passando muito perto de nós. O GPS perdeu o sinal, não tinha área e a bateria de todo mundo acabou. Só a do celular ligada ao carro tava funcionando. Todo mundo começou a ficar apavorado dentro do carro porque, segundo o waze, seguiríamos 8 horas por essa rota até chegar em Sorocaba.

Depois que os caminhões sumiram, ficamos sozinhos de novo na estrada. Começamos a sentir muito cheiro de queimado, parecia que vinha de dentro do carro, mas nenhuma fumaça aparente. Chegamos em um trecho onde havia um pouco de mato cortado, decidimos parar. Quando saímos do carro, cara, sério, o céu tava uma coisa absurda, nunca vi um céu daqueles! A gente ficou muito tempo lá olhando porque parecia aquelas fotos de constelação. Só que me deu uma sensação MUITO ruim, e eu comecei a ter crise de ansiedade, pedi pra sairmos dali. 

Seguindo o caminho, passamos por um carro carbonizado, e todo mundo começou a achar que era o nosso carro e que tínhamos morrido num acidente e que a gente ia ficar presos naquela estrada para sempre. Depois desse carro, começaram a aparecer pessoas andando sozinhas pela estrada. A cada km uma ou duas pessoas vagando. E a gente tava no meio do nada! Ficávamos nos perguntando "o que essas pessoas estão fazendo vagando de madrugada nessa estrada?". Depois de quase 5 horas assim, chegamos no que parecia ser uma cidadezinha. Muito esquisita, muito escura, com muitas pessoas andando pela rua. Avistamos um bar onde haviam pessoas sentadas na frente e resolvemos parar pra usar o banheiro e nos acalmar.

Estacionamos o carro, atravessamos a rua e fomos pra esse bar. Chegando lá, todas as pessoas ficaram encarando a gente de uma maneira muito esquisita. minha irmã, minha prima e meu primo foram no banheiro, fiquei sozinha esperando, e as pessoas não paravam de me olhar! Decidi sair do bar e esperar na porta, onde tinha uma mesa com 4 pessoas, três caras e uma garota que parecia ter a minha idade. Eles começaram a falar sobre mim, me apontar, e fui ficando cada vez mais desconfortável. 

Os três voltaram do banheiro dizendo que era tudo muito esquisito, que tinham vãos imensos nas cabines e que dava pra conversar com quem tava no banheiro masculino do feminino e vice-versa. Minha irmã comprou água, energético e umas balas. O dono do bar atendeu a gente sem falar nada, de uma maneira muito seca. Voltando para o carro, contei da mesa da menina que ficou falando de mim, e eles continuaram lá, olhando pra gente daquela maneira esquisita. 

Voltamos para estrada e depois de mais uma/duas horas chegamos em Sorocaba. só lá o sinal do celular voltou, meu celular ligou e tinha quase metade da bateria, e era por volta das 21h. a gente perdeu noção total do tempo porque tínhamos certeza que era de madrugada.

No dia seguinte fui pesquisar sobre a estrada. É a estrada do ribeira, uma das piores do estado, rolam muitas mortes por lá, e só é usada por caminhões praticamente. O lugar todo é praticamente ribanceira. 

***

E AÍ? Já foi parar sem querer no Setealém?


99 comentários:

  1. Uma das melhores que eu já vi aqui, parabéns creepypastabrasil

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  2. Incrível! Porque será que eles não gostam dos "não-Setealeniamos"?

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    1. O homem de olhos amarelos ajudou a menina.

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    2. Sim, mas ela é uma criança. Acho que nenhum ser humano se negaria a ajudar uma criança, ou ele pode ser uma exceção, na verdade nenhum deles além da menina deu relato de olhos amarelos. Isso pode ser algum tipo de marca pra distinguir ele dos outros. Talvez pq ele não é de lá, foi parar lá ou coisa do tipo

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    3. Acho q eles ficam desconfortaveis com estrangeiros, e pelo visto em Setealèm è normal a vinda de pessoas da Terra.

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    4. Esse cara deve ser uma exceção mesmo ou eles gostam de crianças

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    5. deve ser a terra natal do donald trump

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  3. fodaaaa
    porfavor postem mais creepys de setealem
    se possivel

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  4. Dá um bom enredo para histórias de terror mesmo. Interessante a coisa toda.

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  5. Krl... Eu já vi o nome SeteAlem em algum lugar

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  6. O primeiro eu li no 55chan

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  7. Tragam mais dessas, por favor! Nossa, 10/10, eu imaginei tudo o que eles descreveram e me deu um medo...

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  8. Essa última foi bizarra... tipo, as pessoas ficarem falando e encarando... isso me dá desconforto só em imaginar ;-;

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  9. Eu vi o comentario do Luciano sobre a experiencia dele, foi em uma materia de mundos paralelos. É algo realmente mt estranho

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    1. No Buzzfeed certo? Eu li la também e pesquisando sobre acabei parando aqui

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  10. Ja que esta nessa onda de mundo paralelos vou contar o relato do meu tio:
    Ele, minhas mae e outras crianças estavam brincando em um rio em Minas Gerais. A brincadeira era aquela de ver quem fica mais tempo embaixo da agua. Pois bem, meu tio e mais um amigo mergulhou. Passou um tempo e o amigo do meu tio levantou a cabeça ne, pq nao aguentava mais ficar sem respirar. Mas o meu tio nao voltou, passou mts minutos e algumas crianças resolveu chamar os adultos. TODO mundo procurou pelo meu tio, ate que depois de algumas horas (ainda estavam procurando ele) , o meu tio surgiu do nada na agua !! ele estava bem, mas todo mundo estava preocupado com ele. Ele disse que quando ele mergulhou ele foi parar em uma casa. Nao uma casa embaixo da agua, e sim uma casa normal ! Tipo, ele nao estava mais na agua, e sim na Terra, entendem ? Ele disse que a casa era MUITO bonita e deu muitos detalhes dela, disse ate que tinha um bolo emcima da mesa. Eu queria saber mais sobre essa história, mas eu nem conheci esse tio pq ele foi assasinado, minha mae era bem pequena na época e o maximo que ela consegue me contar é isso. Eh bem estranho

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    1. Acho que essa água tava batizada auahauhaha

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  11. Olá, eu escrevo algumas creepys de vez em quando e gostaria de posta-las no site. Como faço para entrar em contato com vocês?

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  12. Divina, sei que você é de porto alegre. Saberia me dizer qual Shopping é esse do primeiro relato?

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    1. Desculpa a demora pra responder, mas eu não sei qual foi. Também fiquei querendo saber. No mais, vou evitar todos os shoppings mesmo.

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  13. Cara já ouvi isso, pq quando você fala na sua cabeça soa familiar?!!? Tipo nome de filme ou livro sei lá só sei que quero passar longe!!!!!

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  14. Me imaginando nos relatos, o segundo é o que mais me deixaria com medo, a não ser que eu já fosse pai
    Muito boa essas histórias e essa realidade delas é fascinante

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  15. Aí gente, para de bobeira. Vocês só acham que já viram esse nome por causa de nomes parecidos como "salém" ou alguma coisa parecida :P

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    1. Me lembra aquele negoço de tripofobia, todo mundo dizia qie tinha

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  16. Eu não sinto nada de familiar, mas essas histórias são ótimas, reais ou não. Me lembram um pouco de falha na matrix, tipo você vai parar em um outro universo paralelo. Ou uma outra dimensão.

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  17. Claro que vai ter gente que diz que já ouviu falar de "Setealém". Eu poderia dizer isso, se eu me lembrasse vagamente de Santarém, Belém, Salém, e um monte de palavras parecidas. :/

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    1. Exatamente, ainda tem o gato da bruxa Sabrina que a ja passou mto em sessãoda tarde, salém kkkkk fora essas outras coisas, Belém e próprio salém que tem alguma relação com bruxas.

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  18. Adoro essas historias de mundos paralelos, tragam mais pfvr. Hauah eu imagino q seria mtu louco passar por uma dessas brechas temporais, mas o maximo q já aconteceu cmg foi ver uma menina sumir na minha frente do nada :/ talvez ela tenha passado por uma brecha...

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    1. Puts... Da medo de não conseguir voltar... Mas deve ser mt loco mesmo ir para outro lugar *--*

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  19. Este é o mundo invertido do Brasil, cuidado com o "Demagogo".

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    1. Li 4 vezes isso p relacionar ahahaha boa.

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    2. Mas deu um certo medo falando de um Shopping de Porto Alegre. Fez eu lembrar de uma vez que tive que sair de um cinema de um shopping de Porto alegre pela saída de emergência, aquela para casos de incêndio etc. Mas só eu sai, pois passei mal e queria um pouco de ar fresco da rua, foi uma decisão ruim. Os corredores eram completamente vazios não tinha uma viva alma e não chegava nunca na rua, passava porta através de porta e não chegava nunca na rua.E era tudo muito pouco iluminado... depois de passar umas dez portas e descer vários lances curtos de escadas de poucos degraus,quase me perder finalmente cheguei na rua mas não vi uma viva alma no trajeto. Nunca pensei que os shoppings teriam uma área sinistra dessas parecendo corredor de hospital nas partes onde o público não acessa.

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    3. Aqui na minha cidade tbm é assim, sempre saí com todo o pessoal da sessão, mas os corredores são bizarros e não tem ngm msm

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  20. Boa creepy, aliás, excelente, daria um bom filme sem dúvidas.
    Mas obviamente nãoé real né gente, o cara que conta é roteirista, deve ter muita imaginação para criar coisas fantásticas assim. Outras características também deixam óbvio que não é nem minimamente real, todos os relatos parecem partir de pessoas bem letradas, escrevem e contam os detalhes muito bem, todas parecem entrar em uma modalidade de escrita muito parecida com a do autor. Outro fato é que a comunidade começou a atrair pessoas contando histórias aleatórias de terror, já nos dá uma ideia do que isso atraiu. Não vou entrar nos méritos de sugerir como surgiu essa história porque a imaginação é uma coisa maravilhosa mesmo, as vezes acontece algo comigo e eu ja imaginouma história muito boa sobre essa situação hahaha (não escrevo nnca porque sempre no meio de tudo perco as idéias ahsuwghw). Ótima creepy anyway.

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  21. Outra coisa gente, vi que o blog tem muitos adm mas apenas uns 3 postam, seria legal vcs renovarem/colocarem mais adm né? Tem muita gente aqui interessada em contribuir, e é muito chato chegar aqui e ficar mais de uma semana sem muito conteúdo, acho que o blog eh o mais acessado do Br junto com medob sobre assuntos assim.

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  22. Cara do céu... To bitolado!!

    Preciso saber mais sobre isso. Tenho quase certeza que isso é um tipo de informação que o google não permite "falar muito sobre", por isso não encontramos a surface...
    Chegando em casa a primeira coisa que vou fazer é baixar o Tor novamente pra procurar à respeito da Deep.

    Vou sempre comentar conteúdos assim!

    Muito bom! Não nos deixem abandonados, publiquem mais e mais!

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    1. Ná, acho que Setealem é uma subdimensão tupiniquim, então não vai aparecer no google msm, ja busquei prabaralho um esporte caracteristico dos indigenas daqui onde vivo, nunca encontrei bulhufa nenhuma

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  23. Que medo. Eu que não quero encontrar esse lugar.
    Ótima creepy

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  24. Ficou bom pra Caramba
    CPBR sempre nos impressionando e assustando tbm kkkk

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  25. Muito bom. Por favor traz mais contos de Setealém #Nuncatepedinada

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  26. Bom... Acho que cada um tem sua opinião... Não precisamos comentar se é verdade ou não, criticando a imaginação de quem acredita...

    Agora, diga-se de passagem... Só eu quem ficou com vontade de conhecer SeteAlém de perto?

    =X

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    1. Tu não gostaria de ir pra lá...sério.

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    2. Também queria conhecer :P

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    3. Eu ia gostar de dar uma passada mas sem esse pessoal bizarro me encarando kkkkjj

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  27. Já fui pra setealém...pensei que era um sonho
    Tô realmente assustado

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    1. Conte-nos sua experiência, por favor.

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    2. KKKKKKKKKKKKKKK vai nem pro Acre imagina pra Setealem.

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    3. Não desacredito amigão... Mas conte aí. Ou mande um e-mail pros Adm's para publicarem.

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    4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  28. Este comentário foi removido pelo autor.

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  29. Aconteceu faz muito tempo eu (com dez anos) e meu tio (que na epoca tinha 18 anos) iamos para Aparecida do Norte numa excursão de busão, como saímos de madrugada dormimos e acordamos em uma parada costumeira, todo mundo ja havia decido até mesmo o motorista, meu tio me acordou e perguntou se eu queria ir no banheiro, eu disse que não, mas como era a primeira vez que ele saía para um lugar tão longe sozinho comigo ele achou melhor que eu fosse com ele.
    Ao descermos não vimos ninguem (o que era estranho) ...no lugar onde paramos era tipo uma rodoviária (ou era uma rodoviária, não sei dizer)
    Meu tio viu um balcão de informações e foi se situar ja que eu não parava de perguntar onde estávamos e se faltava mt pra chegarmos em Aparecida (coisa de criança )
    Percebi que ele começou a ficar tenso quando perguntou pra uma mulher que tava atrás d um balcão onde estávamos, lembro dela dizer cm uma cara de irritada
    "Vcs não são de *nome do lugar q n me recordo* ne?! O que fazem por aqui?"
    Enquanto meu tio explicava eu fui me sentar num banco kkk na época eu tava tentando aprender aquele lance de "ocarina de mão" sabe? (Nunca aprendi) nesse meio tempo passou um menino, ele parou na minha frente e fez uma ocarina com as mãos.
    Ele n disse nada, so fez o som com a ocarina de mão e eu ri, nisso a mãe dele puxou ele pra longe como se eu fosse um bicho..ela me encarou e eu comecei a chorar.
    Fiquei com medo entao corri pro meu tio e vi q ele tava assustado cm a conversa q teve com a mulher kk entao fiquei mais assustado ainda, fomos num lugar tipo lanchonete e ele pegou uma coxinha, um refri e um doce que nunca mais vi..Ele era muito louco, acho que se chamava "chuvisco", eu acho (Tu botava na boca e parecia que chovia dentro da boca, não sei explicar..) enquanto eu comia ouvi ele perguntar como fazia pra sair desse lugar, o cara respondeu de forma bem seca..meu tio me puxou pelo braço e fomos indo kkk ele tava mesmo assustado! Sabe àqueles puxões que te desorientam?! Então!
    Pra terminar, ele saiu me puxando e viramos em um lugar dentro dessa rodoviária...tava todo mundo la nos esperando
    ficamos fora por pouco mais de dez minutos mas pareceu sei la..muitas horas..parecia que ficávamos vagando num lugar extenso sabe?
    Entramos no busão, nos sentamos e eu dormi, acordando só em Aparecida.
    Engraçado que ele diz que não lembra, que eu sonhei tudo isso
    mas não vai pra Aparecida de busão nem ferrando, diz q de carro eh mais cômodo
    Eu concordo, mas acho q o motivo n eh comodidade..eu sei que ele vivenciou tudo aquilo junto comigo kkk mas pensando bem, no lugar dele eu faria o mesmo já que ninguém acreditaria nessa loucura.

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    1. Caramba que eu concordo com o seu tio, porém eu não negaria se me perguntassem pq sou dessas. Depois disso nunca mais aconteceu? Por alguma razão (pode me chamar de louca) eu estou querendo conhecer esse lugar se possível, quando eu fico curiosa prefiro ver eu mesma :v

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    2. #TambemNaoNegaria
      Acho que se algo aconteceu, as vezes tem que ser dito... OBVIO, não sair gritando na rua "EU FUI PEA SETEALÉM", mas no caso dele, por exemplo, não negaria o que houve kkkk

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  30. virou uma das minhas creepy favoritas setealém mt bom

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  31. Eu fui confirmar com o meu tio umas coisas,comecei a encher ele com a história de Aparecida de novo e perguntei se ele sabe sobre Setealem '-' ele só fez não com a cabeça e ficou calado..

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  32. Não sei se eu fui na onda ou realmente esse lugar me parece extremamente familiar...
    quero muito saber mais sobre esse lugar!

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  33. Deveriam instituir uma espécie de lei do No Sleep aqui. Tudo deve ser levado a sério, nada é ficção. É mais legal quando entram na brincadeira junto.

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  35. obvio que não e verdade
    mas que to com medo do caralho tó kk sempre fica a duvida, por isso que curto ler só os terror estrangeiro e de cidade que não sei com nome de gente estranha mas ai coloca as terras brasileiras e ai meu coração.
    que isso vá pra lange mas traga mais histórias ;)

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  36. Só consigo comparar Setealem com Subrosia do The Legend of Zelda: Oracle of Seasons/Ages, mais enfim fiquei muito curioso e com vontade de ir lá, parece existir alguma regra por lá de não permitirem contato com "humanos".

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    1. Ou Lorule, do The Legend of Zelda: A Link Between Worlds.

      E olha só que coincidência o nome kkkkk

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  37. por que será que as cores predominantes e descritas por eles são verde e amarelo (luzes no banheiro e a camiseta da menina e os olhos do senhor bonzinho)

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  38. Seteálem é tipo uma Silent Hill brasileira haha

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  39. alguém pode me explicar isso?
    eu já escutei esse nome a um ano atrás... Ano passado, eu fazia curso no período de manhã às 08:00. Todo dia eu acordava, tomava banho, e ia direto ao ponto de ônibus (que por sinal, era bem perto de casa)... Mas depois da 3 semana de curso, eu tomei um caminho totalmente diferente do qual eu tomava... eu sabia que nunca tinha visto aquela rua, e muito menos aquela placa ali antes... O meu caminho era bem simples, ele se baseava assim: eu pegava o ônibus, dessia dois pontos a frente, caminhava um pouco (foi aí, que percebi a rua..) e chegava em meu curso. Depois da terceira semana de curso, eu percebi aquela rua, que por algum motivo, me atraiu com o nome escrito 7além ou setealém(eu ñ me lembro ao certo). Eu resolvi então seguir aquele caminho já que ele parecia dar no mesmo local aonde o curso ficava. Eu entrei por ela, e percebi que era tão quieto e calmo que parecia ser uma rua abandona, mas continuei em frente... Após um 15~20min de caminhada, eu percebi que algo estava errado - eu não chegava em lugar nenhum por aquela rua! Eu olhei para trás e não vi o final dela e isso me assustou muito... Continuei em frente, e finalmente ''cheguei'' ao meu destino... Após o ultimo dia de aula do curso (o curso durava/dura em média 6 meses), eu recebi o meu boletim e por surpresa, eu não tinha nota alguma!! Eu perguntei ao professor porque eu não tinha nota, ele me disse: - já faz mais de quase 5~4 meses que eu não ia ao curso... Chegando em casa, decepcionado, e com o meu boletim, mostrei ao meu pai, e ele me disse: - o que aconteceu com as suas notas? Eu já não sabia oque responder, afinal, eu ia pro curso todos os dias. Depois desse 1 semestre de curso, o meu pai começou a me levar de carro, e misteriosamente, a rua havia sumido. Eu procurei pelo google maps, mapas da cidade, perguntei a todas as pessoas que passavam por lá, e todos me diziam a mesma coisa: - garoto, esse rua não existe.. É como se todas as vezes que eu tinha ido pro curso, eu havia me perdido durante horas naquela rua... A famosa rua ''7além''

    obs1; parecia que todas as vezes que eu chegava no curso(após andar durante 15~20 minutos durante linha reta, eu estivesse terminado a minha aula. Ou seja, sempre quando eu chegava ai final da rua, eu havia terminado de sair do curso.)

    obs2; por algum motivo, eu ainda tenho sonhos com essa rua, e não sei o porque...

    obs3; acho que irei tentar acha-lá dnv. Afinal, eu sempre ia sozinho.. e depois que comecei a ir com meu pai, eu já não via mais a rua.

    ps: será que alguém pode me explicar o que aconteceu?

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  42. eu já escutei esse nome a um ano atrás... Ano passado, eu fazia curso no período de manhã às 08:00. Todo dia eu acordava, tomava banho, e ia direto ao ponto de ônibus (que por sinal, era bem perto de casa). Mas depois da 3 semana de curso, eu tomei um caminho totalmente diferente do qual eu tomava... eu sabia que nunca tinha visto aquela rua, e muito menos aquela placa(tipo aqueles negócios azul que indicam o nome de uma rua) ali antes... O meu caminho era bem simples, ele se baseava assim: eu pegava o ônibus, descia dois pontos a frente, caminhava um pouco (foi aí, que percebi a rua) e chegava em meu curso. Depois da terceira semana de curso, eu percebi aquela rua... Que por algum motivo, me atraiu com o nome escrito 7além ou setealém (eu ñ me lembro ao certo). Eu resolvi então, seguir aquele caminho. Já que ele parecia dar no mesmo local onde o curso ficava. Eu entrei nela, e percebi que era tão quieto e calmo, que parecia ser uma rua abandona, mas continuei em frente... Após uns 15~20min de caminhada, eu percebi que algo estava errado - eu não chegava em lugar nenhum por aquela rua! Eu olhei para trás e não vi o final dela e isso me assustou muito... Continuei em frente, e finalmente ''cheguei'' ao meu destino. Após o ultimo dia de aula do curso (o curso durava/dura em média 6 meses), eu recebi o meu boletim, e por surpresa, eu não tinha nota alguma!! Eu perguntei ao professor porque eu não tinha nota, ele me disse: - já faz mais de quase 5~4 meses que eu não ia ao curso... Chegando em casa, decepcionado, e com o meu boletim, mostrei ao meu pai, e ele me disse: - o que aconteceu com as suas notas? Eu já não sabia oque responder, afinal, eu ia pro curso todos os dias. Depois desse 1 semestre de curso, o meu pai começou a me levar de carro, e misteriosamente, a rua havia sumido. Eu procurei pelo google maps, mapas da cidade, perguntei a todas as pessoas que passavam por lá, e todos me diziam a mesma coisa: - garoto, esse rua não existe... É como se todas as vezes que eu tinha ido pro curso, eu havia me perdido durante horas naquela rua... A famosa rua ''7além''

    obs1; parecia que todas as vezes que eu chegava no curso (após andar durante 15~20 minutos durante linha reta, eu estivesse terminado a minha aula. Ou seja, sempre quando eu chegava no final da rua, eu havia terminado de sair do curso.)

    obs2; por algum motivo, eu ainda tenho sonhos com essa rua, e não sei o porque...

    obs3; acho que irei tentar acha-lá dnv. Afinal, eu sempre ia sozinho, e depois que comecei a ir com meu pai, eu já não via mais a rua.

    obs4; desculpem-me pelos erros ortográficos :3

    ps: será que alguém pode me explicar o que aconteceu?

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  43. Só eu que imaginei esse lugar com um visual meio steampunk?

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    1. Somos 2. (E se for Steampunk vou procurar esse lugar kkkkk)

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  44. Setealem soa de um jeito tão familiar que chega a dar arrepios

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  45. O nome me parece familiar, mas acredito eu, que seja de tanto ler ele hoje.
    Todos esses relatos são muito parecidos com os pesadelos que tenho. Inclusive a parte em que uma menina falou sobre o céu, e sobre entrar em um lugar e sair em outro completamente diferente. Em pesadelos já é uma sensação extremamente desconfortável, não quero nem imaginar como é passar por isso acordada.

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  47. Esse último relato sobre o a estrada do Ribeira me pareceu muito mais coisa da cabeça desse pessoal, Sou natural de Guapiara-SP e Moro em Curitiba-PR, ou seja, viajo MUITO por essa estrada para visitar minha família, realmente a estrada é a mais sinuosa que conheço, não possui acostamento, e existem muitas carretas, as pessoas vagando são comuns, mas também é muito comum MUITAS casinhas no meio do nada, casas antigas com pessoas antigas que ainda moram ali, e ainda levam a vida antiga, fogão a lenha, sem energia elétrica etc, sinal de celular? pff, isso não existe nessa região, nunca existiu, e a vista? uma das mais belas que já tive o prazer de vislumbrar, seja do céu ou do horizonte, um local sem poluição, em que o único traço da destruição humana é a própria rodovia, e quanto as pessoas, kkk são pessoas do interior, falam o que pensam, quando pensam, e são de ficar prestando atenção em quem é de fora, sei disso porque EU era assim, enfim, achei os outros dois relatos muito intrigantes, mas este ultimo, puro medo amplificando a ocasião.

    Caso queiram entrar em contato meu email é brunoeduardo.teixeirabarbosa@gmail.com

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  48. Me chamo Leonardo Quoos, quando aconteceu isso morava no interior do RS, Uruguaiana.
    Caramba! Aconteceu comigo uma coisa parecida eu tipo não sabia disso até agora, mas eu me identifiquei com as luzes amareladas e fracas. Foi o seguinte eu era mais guri e estava em casa mesmo, sempre tive sonhos e problemas para dormir desde criança me via em outros locais e com pessoas e seres saindo das paredes pra me pegaram, me arranharem e eu chorava e gritava tenho flashes de lembranças disso e minha mãe confirma que era verdade por que já perguntei sobre. Mas voltando ao que aconteceu comigo era uma noite normal abafada, eu apenas levantei para ir no banheiro, levantei tudo mormal abri a porta do meu quarto, e liguei a luz notei na hora a luz amarelada e fraca, pensei a luz está em um fase só. Bom na cozinha tbm liguei a luz e a mesma coisa, fui ao banheiro estava esse clima pesado o ar estranho é úmido. Tá, mijei normalmente, apoiando a mão na parede que estava com um aspecto melequento, pensei estou entre sono. Era tudo muito silencioso e quieto mas aquela sensação se estar sendo observado era gritante. Bom voltei pro quarto e quando olhei pra minha cama tinha alguém deitado, pensa no frio na barriga na hora fiquei apavorado, e fiquei observando pasmo aquela pessoa tapado com meu lençol. Olhando da porta só deu o tempo de eu ter noção que a pessoa me viu e foi só ela sentar na cama e me olhar nos olhos, com o susto eu apenas senti meu corpo pesado e quando eu me dei por conta estava eu sentado na cama olhando pra porta. Gente pensa no cagaço, até hj eu não sei o que foi aquilo. Na hr liguei a luz e estava tudo normal, mas a sensação daquela pessoa me observando durou alguns dias. As vezes tento lembraé de mais coisas mas a lembrança fica apagada, como se fosse um sonho. Até hoje me pergunto se foi real.

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  49. Pelo q li e conheço, acho q teve uma experiência de viajem astral !!!!

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  50. Sinceramente eu ri alto no texto do cara do banheiro, na parte q ele fala "pombas vivas"... Muito bom, o melhor relato com certeza é o do banheiro no shopping

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  51. Esse relato do cara do shopping,o cu até trancou. Se eu tinha um pouco de medo de ir sozinha nos banheiros dos shoppings, imagina agora kkkkk. Mas até que gostaria de visitar esse lugar pra ver como é realmente, o medo mesmo seria de não conseguir voltar.

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  52. minha historia eh muito grande, vou ter que comentar duas vezes, essa eh a primeira parte

    cara, tava lendo essa creepypasta aleatoriamente mas acho que ja fui nesse lugar, nao sei se eh realmente pq quando eu "fui" ninguem la falou merda nenhuma mas o que aconteceu eh meio parecido. foi em julho do ano passado logo depois de eu fazer 14 anos, meus avos mora numa cidade do interior de minas e eu moro na capital, normalmente a gente vai pra la nas ferias de julho, eu minha mae e minha irma, so que esse ano minha irma tinha viajado pra frança, ai minha mae convidou minha melhor amiga (eu falei com ela e ela nao me deixou falar nem o primeiro nome dela aqui pq ela tem muito medo disso e nao quer ninguem lembrando ela) ai ela aceitou ir. foram 8 horas de viagem de onibus ate chegar la, como sempre chegamos tarde e so jantamos e fomos dormir. eu adorava aquele lugar, tipo, a casa era bem pequena mas o legal mesmo eh que tem um terreno enorme atras tipo uma mini floresta, era com mata bem fechada. ai logo no dia seguinte eu e minha amiga descemos pra florestinha e fomos explorar. la tem um riachinho com uns bambus em cima, ai eu sempre passava por dentro do bambuzal pra ir pro outro lado do riacho. ai eu passei primeiro e minha amiga foi logo atras, mas assim que chegamos do outro lado eu vi na hora que nao era o lugar onde deveriamos sair. sempre que eu ia pra casa dos meus avos eu passava os dias la e eu sabia de cor todos os detalhes. o que eu lembrava era uma mata meio fechada ai uma serra sem arvores logo na frente, so que a gente saiu num lugar cheio de uma arvore tipo pinheiro. so que minha amiga nunca tinha ido la, entao pra ela tava normal e eu nao contei pra ela que tava tudo errado, pq eu sempre fui do tipo aventureiro e eu queria explorar aquele lugar. a gente foi seguindo uma trilha

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  53. essa aqui eh a segunda parte

    retinha ate chegar numa cidade tipo a cidade dos meus avos so que com menos gente e era tudo mais feio, nao sei explicar, era tipo a cidade normal so que imcompleta, isolada, como se tivesse sido esquecida pelo mundo. a minha amiga estranhou como o clima mudou e o ceu fechou (logo que a gente saiu do outro lado do bambuzal ficou frio pra caçamba e na cidadezinha o ceu tava todo nublado, enquanto na cidade normal tava ensolarado) ai ela começou a falar dessas coisas e eu expliquei pra ela que aquilo tava errado, nao era pra ser assim depois do bambuzal, ai eu queria explorar mais o lugar, so que ela ficou com muito medo e quis voltar, ai f*****. a gente nao achava a desgraça do bambuzal de novo. e foi piorando, pq anoiteceu e tudo que a gente tinha com a gente era meu canivete que tava meio quebrado atras e uma lanterna daquelas de chaveiro que eu comprei por 50 centavos numa loja de balas. e piorou ainda mais quando a gente comecou a ouvir barulhos tipo de indio cantando, cara, eu nunca senti tanto medo. eu acho essas coisas de cidade do interior, indios, tribos e essas coisas muito assustadoras ai a gente finalmente achou o bambuzal AI OBRIGADO DEUS NUNCA FIQUEI TAO ALIVIADO NA MINHA VIDA a minha amiga foi primeiro e quando eu fui eu olhei pra tras e vi um indio, na verdade a silhueta e um, eu soube que era indio por causa do cocal ou seja la o nome daquele treco cheio de penas que eles usam na cabeça. eu fui na hora pro bambuzal e atravessei correndo desesperado que minha camisa rasgou presa nu bambu. pra nossa alegria a gente voltou por onde tinhamos entrado e tava tudo normal exeto pelo fato de estar de dia ainda e a gente ter certeza que ja tinha anoitecido por causa do ceu escuro "do outro lado". a gente voltou e foi tudo normal o resto da semana, ate que na vespera de ir embora eu decidi que queria voltar la, foi muito, muito, muito, muito, muito, muito dificil convencer minha amiga a ir comigo pq ela tava traumatizada a coitada. mas a gente foi e nao encotramos nada, tava normal do jeito que sempre foi, com as arvores e a serra. ah, so pra avisar, minha mae vive me contando relatos de coisas sobrenaturais que aconteceram na casa dos meus avos, tipo uma colher sair voando e um lobo-porco de olhos vermelhos.

    so tive vontade de contar isso aqui mesmo e pouco me importa se acharem que eu inventei, eu amo contar essa historia. e como eu disse, nao sei se eh esse tal de setealem, mas achei bem parecido com o que aconteceu nos relatos entao acho que pode ter ligaçao

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  54. É difícil acreditar em relato verídico de escritor, esses caras são muito criativos. Além do mais, tem cara de jogada de marketing pra vender livro, tipo o menino do Acre, só que bem menos audacioso. Mas eu com certeza leria um livro com essa temática do SeteAlém. É bem interessante.

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