BLACK HOLE (Parte 1 de 12)

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1. Anna Harrolds ( 28 de Março de 2016 )

-- Você não pode vir comigo Anna-- Disse o irmão mais velho. Jeffrey Harrolds, de 15 anos, não era exatamente uma pessoa apropriada para cuidar de sua irmã caçula, Anna Harrolds, de apenas 8 anos. Porém essa não foi escolha dele e sim de seus pais, como uma forma de castigo pelo que o garoto Harrolds fez na manhã de 28 de março. Jeffrey foi flagrado com Jessica Mavis ingerindo bebidas alcoólicas atras da quadra pela Professora Barbara Poompkis, de Educação fisica. A partir disso, seus planos de ir a uma festa à noite na Rua Main, que cruzava com a Farris ( que era a sua rua ) foram arruinadas pois seus pais fariam um turno a mais no BLACK HOLE HOSPITAL, aonde trabalhavam, e por isso disseram para Jeffrey cuidar de sua irmã.

-- Por quê não ? Não quero ficar sozinha aqui-- disse Anna
-- Anna, eu combinei com meus amigos que iria, e não posso recusar, além do mais, a Jessica vai ta lá.
-- A garota que você namora, não é ?

-- Essa mesma, cara de cu -- disse Jeffrey

Anna estava reciosa em ficar sozinha em casa, por dois motivos: a chuva forte que estava acontecendo naquela noite e o recente caso de assassinato que ela viu no jornal, meu deus, quem imaginaria que deixariam um garoto de 16 anos na floresta pendurado e aberto no meio ?! Ela estava com medo de que algo assim acontecesse com ela mas cedeu ao irmão pois ele disse que ela poderia assistir até tarde os programas que ela não podia ver, ate aquele desenho do dinossauro roxo que ela não lembrava o nome, mas que adorava ver ele. Se ela estivesse viva dois dias depois de 28 de março, ela se lembraria de Barney o dinossauro, pois passaria uma maratona no canal, ela era uma prodígio para alguém da idade dela.

-- Só volta rápido, ok ?
-- Pode deixar cara de cu ! Volto antes das 23 hs.
-- Vejo você em breve !

Eles deram um longo abraço, seguido de um beijo na testa de Jeffrey, o mesmo franziu um pouco a testa e saiu. Anna fechou a porta da casa, enquanto Jeffrey seguia para a festa. Ele nunca mais a viu.

Agora estava ela, aqui, sozinha em casa, correndo para ligar a Televisão e colocar o programas de culinária que sua mãe via antes de fazer algo com o seu pai que Anna não sabia exatamente, mas devia doer muito, já que mamãe sempre gritava, baixinho, mas gritava. Já perto das 22hs, Anna lembrou que tinha que arrumar seu quarto, que ficou uma bagunça por causa de uma guerra de travesseiros que Jeffrey e ela tiveram alguns minutos antes dele ir a tal festa. Ela se levantou e começou a subir as escadas e enquanto subia, ela ouviu um som que ela sempre gosta de ouvir : o som de sua porta de vidro no seu quarto, que dava na varanda, onde ano passado ela viu os fogos de artificio do Ano novo com sua Família com a bela vista do bosque, que ficava atras da casa deles. Enquanto subia os degraus um a um, Anna parou de ouvir a porta abrir, como se ela não fosse aberta totalmente. Chegando no seu quarto, não viu nada, nada alem da bagunça que ela e seu irmão fizeram algumas horas antes e... a porta de vidro da varanda entreaberta, com vento soprando na bela cortina branca que cobria toda a porta. Anna decidiu arrumar os brinquedos que estavam perto da porta da varanda, pois alguns deles poderiam emperrar a porta, fazendo mais chuva entre no piso de madeira barulhento. O que ela veria minutos depois era algo pior que seus maiores pesadelos, pior que uma prova do BLACK HOLE SCHOOL ou pior que os seus pais com raiva. Ela veria algo que acabaria com seus sonhos e esperanças, algo que a faria ter as entranhas arrancadas e devoradas lentamente.
O cheiro da "imundação" na varanda era horrível, como folhas molhas e secas, madeira velha e principalmente, um cheiro que ela não sabia de onde vinha. Tinha cheiro de chocolate, panquecas, mas cheirava também a algo podre, algo que ela não sabia descrever, e que por um momento, não tinha certeza se vinha do bosque ou da porta da varanda.

-- Você consegue.. so não respire enquanto arrume os brinquedos.

E foi isso que fez. Prendeu a respiração o máximo que pudesse, enquanto arrumava os brinquedos... um pato de borracha, uma boneca Barbie, um boné de Jeffrey... e enquanto arrumava, ela ficou percebendo que os brinquedos estavam manchados com lama, ou pelo menos, algo parecido com lama. Pensou que era por causa da forte chuva, que de tão forte, quase não conseguia ouvir sua própria voz, pensou que devia ser por que eles eram muito velhos, ela ja estava a quase 3 anos com eles. Mas se a garotinha tivesse olhado com atenção, perceberia uma marca de dedo no boné de Jeffrey, um dedo maior que o dele e com certeza maior que o dela e talvez essa tragedia pudesse ter sido evitada.

Um urso de pelúcia, o quadro de desenho e ...

( o que é isso ? )

Ela se deparou com algo que ela nunca tinha visto. Ainda coberto de alguns brinquedos, o objeto no qual se deparou parecia um braço... enorme..

( Deve ser de um urso... mas e rígido demais....... para ser de pelúcia..... )

Ela continuou a olhar aquele braço, e percebeu que as unhas daquele braço, eram amareladas com manchas avermelhadas nelas, e a vestimenta daquele braço parecia de algum terno velho.

Anna estava querendo correr, mas seu corpo se paralisou de medo quando ela viu algo similar a um rosto na brecha ente a cortina e a porta do seu quarto.

( Mamãe.... Deus.... socor.... )

Ela nem teve tempo de concluir seu pensamento. Aquele braço horrendo agarrou o dela e enquanto o vento batia nas cortinas, ela viu de relance algo que parecia um homem com uma mascara de tigre, mas branco. Um homem magro, com terno, usando uma mascara de tigre branco que enquanto segurava o braço da garota, começava a babar e rosnar, como um animal encontrando sua presa. O que ela viu foi destruiu sua sanidade e fez a garota sentir puro terror. Ele segurou o braço de Anna em um abraço grosso e serpenteante.

-- Amiguinha-- disse o homem de mascara, com uma voz rouca e rindo

Anna virou seu rosto para longe daquela visão e começou a gritar na chuva, gritando para o céu escuro e tempestuoso de 28 de março de 2016. Seus gritos eram altos e agudos, o suficiente para que todos da rua Farris pudessem ouvir, porem ninguém saiu de casa, todos ouviram, mas ninguém saiu..

Enquanto a coisa puxava Anna para varanda pelo braço, o rosto da garota bateu na porta de vidro, fazendo o vidro quebrar no rosto de Anna.

-- VENHA AQUI AMIGUINHA !-- rosnou o homem que para Anna parecia mais um animal do que um homem.

Anna consegue se segurar na porta de vidro e consegue resistir um pouco, mas a coisa gira seu braço em um movimento forte e rápido, como um golpe forte e Anna sente uma onda de dor fumegante de dor no seu braço, agora torto, e com cacos de vidro que foram quebrados com seu rosto.

VOCÊ É MINHA AGORA !! --- gritou a coisa que deslocou seu braço e feriu seu rosto com cacos da porta da varanda e Anna sente uma onda terrível e horripilante de dor e um rasgo vindo de seu pescoço.

A coisa-homem tinha arrancado uma parte do pescoço de Anna com apenas uma mordida na garota, uma mordida que fez um pedaço de osso horrivelmente branco ficar exposto e aparecer no tecido rasgado. O chão molhado da varanda estava vermelho-vivo, sangue fluía para fora da varanda pelo buraco esfarrapado aonde ficava uma parte do pescoço.

Os olhos da garota estavam direcionadas para o céu escuro e chuvoso, enquanto a coisa-homem abria a barriga da garota com os dentes e devorava as entranhas da garota, lentamente...

Você sera minha para sempre -- sussurrou a voz podre que ria..

Anna Harolds se foi, enquanto a coisa-homem descrita por ela se alimentava.

Em algum lugar embaixo da varanda, um pouco das entranhas rasgadas da garota saiu flutuando por um córrego que se formou perto da casa. Por um tempo, ele se alinhou a um rato morto que estava apodrecendo a uma semana. O rato foi levado para a esquerda aonde daria em um esgoto a 300 metros da casa dos Harolds e o pedaço da garota pararia em um lago próximo ao bosque, aonde estaria ligado a esta historia, ainda. Quando se passa vinte minutos depois da gritaria que provocou um silencio na rua Farris, e 20 minutos apos o coisa-homem ter terminado sua refeição e indo direto para o bosque, o vizinho dos Harolds, Charles perry, resolve chamar a policia relatando os gritos. Uma hora depois, com a mãe de Anna sendo sedada no hospital aonde trabalha com o marido e aonde o mesmo estava com a esposa chorando roucamente, ouvindo ao fundo, Jeffrey estava sentado silenciosamente na sala de espera pensativo.

( Eu a matei... foi minha culpa )

A pacata rotina da pequena cidade de BLACK HOLE foi abalada por esses dois últimos incidentes, mas os cidadãos da cidadezinha não imaginavam que isso era apenas o começo de um mal que so acabaria um mês e meio desde Anna Harolds.....

CONTINUA...

Autor: João Silva

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Pacto com o Diabo: Relato de um Homem Não Identificado

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Para quem imagina que o demônio é alguma criatura assustadora ou tem uma aparência apavorante está enganado, nos trés encontros que "iludido" tive com ele pude observar e ter a falsa impressão de estar lidando com pessoas extremante educadas, elegantes e bonitas.

Nasci em uma família humilde, mas sempre tive o sonho de ter grana e me tornar milionário, quando tinha 18 anos se você não fosse um garoto bonito, dificilmente conseguiria arranjar namorada bonita, pobre seria ainda era pior, na fissura de me tornar alguém rico e importante, resolvi fazer um pacto com o diabo quando tinha 19 anos.

A meia noite criei coragem e fui até uma encruzilhada em meio a um canavial e evoquei Satanás por três vezes, esperei esperei e nada repeti novamente o ato por mais duas vezes, esperei esperei e nada, então desisti e fui embora pra casa.

Passados três dias fui a um barzinho bem conhecido aqui da cidade que não colocarei o nome para preservar o local, la estava eu com meus amigos sentados em uma mesa que dava de frente para a rua quando der-repente chega um sedã de luxo, para bem a nossa frente e dele desce um homem aparentando ter uns 30 anos, bem vestido com traje preto parecia aqueles gangsteres de filmes do Al Capone, cabelos loiros olhos azuis e muito educado sentou se ao nosso lado e ali ficou bebendo whisky até a hora em que fomos embora.

Eu trabalhava de ajudante geral em uma fábrica de baterias e no outro dia cedo logo que cheguei no trabalho, o mesmo homem da noite anterior adentrou no setor em que eu estava trabalhando e veio em minha direção, seu olhar era tão penetrante que quase me hipnotizava, chegou bem próximo e disse; olá Marcos estamos aqui ouvimos o teu clamor, fiquei sem entender nada, então perguntei nós quem ? clamor ? para minha surpresa ele deu um sorriso e colocando as mãos em meus ombros sussurrou em meu ouvido estaremos as 18hrs esperando por você, e foi se embora

Trabalhei o dia todo meio sem saber o que estava se passando até que resolvi perguntar quem era aquele homem, no entanto ninguém o tinha visto nem sabia de quem eu estava falando então caiu a fixa, lembrei do pacto, será ? pensava eu, será mesmo o demônio ?

Eu saia do trabalho sempre as 17:45 e no caminho para o ponto de ônibus o mesmo sedã da noite anterior parou do meu lado, abriu a porta lateral traseira e pude ver ao olhar para dentro do veiculo o mesmo homem que me abordara na minha seção de trabalho, homem este que ninguém conhecia ou tinha visto, mas ele estava lá, rapidamente olhei para meu relógio e eram exatamente 18hrs como ele mesmo tinha marcado, explicar o sentimento que senti naquela hora é difícil por que nem eu mesmo acreditava que aquele sujeito pudesse ser o demônio, era uma mistura de duvida, medo e curiosidade, mas como que seduzido pelo convite resolvi adentrar no carro.

Uma vez dentro do carro o silencio tomou conta do ambiente, até que resolvi perguntar quem era ele e o que queria comigo, a resposta foi:
"Somos muitos, o que queremos ? queremos que você se junte a nós"
Eu disse; muitos ? como assim ? e como poderia me juntar a você ? e ele respondeu:
" Este corpo é apenas o intermediador entre nós e você, pois somos uma legião, eu e meus irmãos queremos que você se junte a nos na servidão de nosso querido mestre, Lúcifer, e em troca receberá todas as riquezas e gozara de todos os prazeres da terra enquanto estiver encarnado "
Fique completamente anestesiado, pois queria sim fazer um pacto em troca de dinheiro, riqueza e mulheres, mas quando vi que isso era realmente possível e que eu poderia estar negociando com uma legião de demônios minha própria alma, confesso que me deu medo, e este medo me fez perguntar a ele: e Deus ? pois se você existe obviamente que Deus também existe e se eu der minha alma a você como fico com Deus ? quando eu morrer vou realmente para o inferno queimar eternamente ? e ele me respondeu dando muitas risadas meio que achando graça da minha ignorância em relação ao que era desconhecido para mim, mais parecia que eu tinha feito uma piada, assim ele me respondeu:
"Marcos... a que Deus você se refere ? ao grande rival de nosso amado mestre LÚCIFER ? fique calmo e relaxe pois tudo não passa de um grande jogo de xadrez, Lúcifer o grande arquiteto, somente deseja o bem, a felicidade e o gozo pelo que é bom para os humanos, seu rival o outro "Deus" é quem é mal, utiliza de tragédias e miséria para conseguir seguidores, foi capaz de mutilar seu próprio filho simplesmente para angariar fieis, e quanto ao fogo eterno e o inferno não passa de mais uma tática que ele usa pra amedrontar seus rivais e inimigos"

Sem palavras apenas olhei novamente para ele e disse: o que quer que eu faça ? ele somente me olhou e me deu uma pasta preta, daquelas executivas com uns adornos amarelos brilhantes, e me disse para ir e aproveitar o resto da semana, mas pediu para que eu abrisse a pasta somente em casa, fiz como ele pediu desci do carro e fui para casa, chegando lá minha curiosidade era extrema, eu já não me continha fui correndo abrir a pasta, para minha surpresa a pasta estava completamente lotada de dinheiro e um envelope grande, dentro dele um papel grosso meio texturizado e de cor amarronzada e tinha um cheiro ruim parecia cheiro de algo estragado "carne" mas não muito forte o cheiro era sutil somente colocando próximo do nariz para sentir.

Na época se comparássemos com o dinheiro de hoje a quantidade de dinheiro que havia no interior da maleta equivalia a mais ou menos uns 500 mil reais.

Guardei o envelope com o papel estranho e fui pra balada, aquela noite eu era patrão estava cheio da grana e me sentindo o máximo, sai com meus amigos bebemos dançamos e mais tarde fomos a uma boate, fechamos a casa e a orgia rolou solta sexo bebidas e muitas mulheres, passamos a noite na gandaia.

Passados alguns dias eu já de carro novo, casa nova, vivendo uma vida de luxo, imaginando que já teria feito o pacto com o diabo, só aguardando o que mais ele iria me dar de bom, mas para minha surpresa o pacto ainda não tinha se consumado naquele dia por volta da meia noite, estava eu deitado vendo um filme em minha cama com as luzes apagadas, quando der-repente vi uma pessoa em pé, uma mulher, parada, bem na porta do meu quarto, só dava para ver as sua silhueta devido a luminosidade do aparelho de TV, tão grande foi o susto que quase tive uma parada cardíaca, tremulo de medo pelo fato de ser pego de surpresa por alguém que teria aparecido no ar como se fosse um fantasmas, criei coragem acendi a luz e olhei para a Mulher que por sinal era linda, sorridente e muito sex, mais calmo perguntei: Quem é você ? ela me respondeu com uma voz suave e muito atraente, sou a administradora do seu contrato, mas pode me chamar de EMPUSA, (estranhei o nome mas nem perguntei nada) ela me pediu para pegar o envelope com o papel de cheiro ruim que estava na pasta juntamente com o dinheiro, não pensei duas vezes, peguei o envelope e entreguei a ela, ela pegou o papel que estava dentro e colocou sobre meu criado mudo e foi se aproximando de mim, ela era alta de pele ber branca e cabelos lisos bem pretos, olhos pretos e uma cintura de dar água na boca, muitíssimo cheirosa, pernas bem torneadas e rígidas, vestia um vestido de gala "festa" longo vermelho com detalhes brilhantes, se aproximou de mim e começou a me beijar, eu quase que hipnotizado e seduzido por um desejo inexplicável e ao mesmo tempo ainda com medo, me entreguei e deixei me seduzir, fizemos coisas que jamais imaginei que fosse possível de se fazer na cama, experimentei sensações indescritíveis e aquela noite experimentei o mais extraordinário sexo e orgasmo de minha vida.

Passamos a noite juntos e logo de manhã bem cedo por volta das 6 hrs, escutei o interfone tocar e acordei, ela já estava de pé toda linda e pronta para sair mas o curioso e interessante é que com roupas totalmente diferentes das que ela veio, sem noção de onde ela havia conseguido as roupas mas curiosos procurei pelo vestido vermelho e não encontrei, ela me olhou e disse não vai atender a porta? ai eu fui ver quem estava a me acordar aquelas horas e o que queria.

Quando abri a porta um homem de uns 2 metros de altura aparentando uns 20 anos e bem vestido, logo foi adentrando casa a fora e se sentando em meu sofá, era tanta informação para meu cérebro que eu nem perguntava mais nada só esperava acontecer, e lá do quarto veio a jovem Empusa em minha direção pegou minha mão direita e começou a chupar meu dedo indicador, era bem exitante até que olhei para baixo e percebi que seus pés estavam diferentes, pareciam feitos de ouro e tinham formato do pé de um cavalo ou uma égua, me assustei mas não tive tempo para me afastar dela foi muito rápido, ela mordeu meu dedo fazendo um corte profundo com o dente, que naquele momento também tinha se transformado eram parecidos com dentes afiados de tubarões, logo o sangue começou a sair ela passou em meu peito do lado esquerdo, pois eu estava ainda sem camisa só de bermuda "Shorts", ela fez um sinal parecido com uma cruz de cabeça para baixo no meu peito com meu próprio sangue e neste momento o homem que estava sentado no sofá se levantou e o papel que eu citei anteriormente já estava com ele que veio em minha direção e me pediu para que eu escrevesse com meu próprio sangue o seguinte:

"Eu Marcos .......... , me entrego a Lúcifer, Deus eterno das coisas do mundo, senhor da alegria e dos prazeres, e renego a meu rival, deixo a minha alma e o meu ser em gloria honra e poder de Lúcifer renego a criação e as doutrinas de meu rival e tudo que vier dele, sou a partir de hoje filho amado e propriedade do meu senhor, Lúcifer e abomino tudo que for pertencente o grande inimigo e rival de Satanás"

Dei uma titubeada, mas não conseguiria mais viver sem o conforto do dinheiro e sedie a tentação. Feito isso senti no meu peito que aquele momento sim foi o momento derradeiro em que estaria entregando minha alma em um pacto com o diabo.

Assim que ele saiu pela porta eu olhei para o lado tentando ver onde estaria a Jovem Empusa que tinha passado a noite toda comigo, mas ela já não estava mais ali, tinha desaparecido como se tivesse evaporado no ar, foi então que comecei a sentir meu corpo novamente e voltar a si, percebi naquele momento que aquele homem era o próprio Satanás.

Passaram se os dias e minha vida caiu na rotina, até que um belo dia passados mais ou menos uns 40 dias depois do ocorrido, recebi um telefonema de uma multinacional onde fui convocado para uma entrevista, pelo telefone deixaram bem claro que era de meu interesse e que eu deveria comparecer, pois se tratava de um acordo que eu tinha feito recentemente e era imprescindível que eu fosse, claro que liguei os fatos e fui até la saber do que se tratava.

Quando cheguei no local "Empresa" já fui logo bem atendido pela recepcionista que me levou a uma sala de reunião onde havia uma mesa aredondada e ovalada, enorme e umas vinte cadeiras em volta dela, cada cadeira tinha um homem sentado exceto em uma que estava reservada para mim, eles se dirigiam a minha pessoa pelo meu nome e me tratavam como se me conhecessem a vários anos, no entanto eu nunca tinha visto nenhuma daquelas pessoas em toda minha vida.

O homem que estava na base da mesa se levantou e disse:
"Marcos, sente se agora você é da família e nesta família, cuidamos uns dos outros"

Me sentei e perguntei do que se tratava tudo aquilo, ai fui informado por eles através de uma longa conversa, aquela multinacional era como um hobby para eles terem motivo para se reunirem quando quisessem, esta Multinacional talvez seja uma das maiores empresas do mundo e ali estava eu leigo viajando em meio a inúmeras informações de um mundo novo mundo este que eu nem imaginava existir, todos eram muito educados e me deram um cartão de conta corrente já no meu nome e um extrato com a informação de que naquela conta tinha o equivalente a 5 milhões de reais depositados e em meu nome, meio sem entender não consegui me segurar e perguntei: isso é pagamento pelo pacto que fiz dias atras ?

Todos me olharam com ternura e responderam que sim, e que era apenas o começo, ganhei naquele dia um cargo na diretoria da mesma empresa e fui indicado a participar de uma loja Maçônica, nos dias decorrentes fui apresentado a políticos importantes e empresário famosos, participei de festas da alta sociedade e conheci vários artistas que também tinhão feito um pacto assim como eu, tinha um salário de dar inveja, comprei uma bela casa, um belo carro e tinha condições para ostentar o que eu desejasse.

O luxo fazia parte de mim e eu dele, e devido a ele conheci uma Atriz bem conhecida e famosa com quem comecei a sair e me relacionar e posteriormente namorar, mesmo escondido e não divulgando para a mídia estávamos namorando, não vou citar seu nome por motivos óbvios um dia fui levado a uma festa em Londres, lá fomos a um local ermo, bem distante da cidade em uma mansão daquelas tipo medievais, chegando lá tínhamos que colocar mascaras pretas no rosto e retirar toda a roupa para adentrar em um corredor que levava a um salão subterrâneo, eles nunca comentavam o que acontecia em suas reuniões ou festas quando estavam fora delas, e eu estava curioso aceitei e entrei no jogo, quando adentrei no salão percebi um ambiente bem luxuoso e agradável, tinha uma cama redonda no centro com uma mulher que estava de pé em cima da cama mas com um lençol negro envolvido em seu corpo da cintura para cima só dava para ver do seu umbigo para baixo, ela estava nua da cintura para baixo e envolta ao lençol negro da cintura para cima, na altura da sua cabeça um ferro prendia seus braços que estavam amarrados juntamente com o lençol, as únicas partes que podia se ver bem eram suas pernas e ginetárias, sob uma luz vermelha tipo aquelas luzes de Motel, toda a iluminação do local era avermelhada, em seu rosto a mascara escondia sua feição.

Em volta da cama tinha cinco homens fortes e malhados também nus e eretos, logo que eles perceberam minha chegada começaram a ter relação com aquela moça que estava sob a cama, fiquei olhando e fui convidado a participar mas meio que envergonhado mas ao mesmo tempo exitado vendo aquela cena entrei na brincadeira, todos penetraram ela e chegou minha vez, me aproximei e eles a soltaram e foram retirando o lençol que escondia aparte superior do seu corpo, fiquei paralisado e chocado com o que vi, aquela linda e exitante jovem era a pessoa com quem eu estava saindo a atriz que citei anteriormente, fiquei sem reação, ai ela vei e me beijou e sussurrou em meu ouvido; "não é só você que tem segredinhos", ai os caras que ali estavam começaram a ter relação com ela enquanto ela me beijava, acabou que entrei na orgia que durou a noite toda. Estou relatando este ocorrido pra vocês entenderem de como eles controlam as pessoas e o mundo.

Claro que o namoro acabou depois disso, mas não tinha motivos para eu reclamar da vida tinha tudo que queria, minha vida era regrada a sexo, luxo e poder, quando falo poder é ter condições e o PODER realmente de dar opiniões e interferir tanto em questões politicas quanto financeiras do meu pais, cujas consequências eram refletidas severamente na sociedade brasileira, eu tinha acesso a deputados, senadores e ate mesmo a presidentes da época.

Mais tarde já com meus 22 anos, cansado das orgias e da solidão causada pela futilidade das pessoas que só pensam em dinheiro, acabei conhecendo uma moça, garota de família e de princípios, diferente das pessoas que faziam parte dos meus círculos de amizade, por quem me apaixonei e me casei e tive dois filhos lindo, mas eu vivia uma vida dupla pois ela era bem religiosa e eu era um Satanista, eu escondia esta vida que eu levara, ela nem imaginava que eu pudesse ser quem eu realmente era.

Conheci ela aos 22 anos, namoramos 7 anos, quando tinha 29 nos casamos, ela sempre quis ser mãe mas não conseguia, somente 11 anos depois do meu casamento ela conseguiu engravidar do nosso primeiro filho e dois anos depois do segundo, quando meu segundo filho completou um ano, recebi uma visita de um dos líderes da organização da qual eu fazia parte, ele me trazia uma noticia derradeira e macabra, me informou que eu teria de sacrificar meu próprio filho em honra e adoração ao Demônio, pois eu deveria provar meu amor ao grande Mestre "Lúcifer", ou sofreria GRAVES CONSEQÜÊNCIAS, neste momento percebi quem eu era e quão terrível e maléfica eram as pessoas com quem eu tinha me envolvido, eu havia participado de rituais satânico mas nunca envolvendo uma criança e pior ainda meu filho que tanto eu amava.

Sob pressão psicológica, mas resistindo, pois aquelas duas crianças "meus Filhos tinham mudado algo dentro de mim assim que nasceram, eu não podia fazer mal a nenhum deles, então tomei a decisão de contar tudo a minha esposa que reagiu da pior forma possível, mas muito religiosa e caridosa não me deixou e pelo contrário, disse que se eu me arrependesse de coração estaria livre daquele acordo "Pacto".

Não pensei duas vezes quebrei meu compromisso com o demônio, deixei toda a minha vida de pecado no passado e fui buscar ajuda na igreja a qual ela frequentava, com 3 semanas que eu estava indo na igreja comecei a fazer caridades com o dinheiro que tinha ganhado de forma diabólica e imaginei estar seguro ali, pelo menos foi o que senti ate receber a noticia que minha esposa tinha sido sequestrada, passaram se os dias e nenhuma noticia sobre ela, até que duas semanas depois chegou a terrível noticia de que tinham encontrado o corpo dela e segundo as informações da pericia eles haviam esquartejado o corpo e utilizado ela para fazer um ritual satânico, rituais dos quais eu já havia participado anteriormente.

Senti na pele a mesma dor que eu causara em outras famílias anteriormente, com muito medo que algo acontecesse com meu filhos, busquei ajuda em várias igrejas e nada, comecei então a receber visitas diárias de demônios com formas de sombras negras que gelavam até a alma quando passavam perto de mim, mal tinha me recuperado da perca da minha esposa meu dois filhos adoeceram e precisei leva los ao medico, no caminho um acidente de carro acabou por ceifar a vida dos dois e me deixar paralisado da cintura para baixo quebrei a coluna e perdi os movimentos da perna ficando preso em uma cadeira de rodas.

Hoje vivo em uma cadeira de rodas, sofro pela perca da minha amada, me culpo pela morte de meus filhos e sou atormentado diariamente por demônios que me fazem desejar a morte como alivio de tanta dor, perdi todo o dinheiro que tinha e sou cobrado por sussurros demoníacos que assopram em meus ouvidos:

" Você teve tudo que prometemos, dinheiro, Luxuria e poder, agora estamos cobrando nossa parte e aguardando o dia em que iremos buscar Você!"

Fonte: https://www.sobrenatural.org/cgi-sys/suspendedpage.cgi

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GTA San Andreas

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Eu sempre fui um grande fã dos videogames eu não sou como aquelas pessoas que se criaram jogando Atari, Nintendo64, Game Cube ou qualquer outro famoso daquela época. Meu primeiro console foi um DynaVision4 (sei que não era um dos melhores, mas era o que minha família tinha condição de me dar) passei muito tempo da minha infância com aquele videogame, até que de tanto eu pedir (e meus pais economizarem) ganhei um PlayStation2.

Bom minha alegria foi muito grande quando ganhei aquela caixa grande embrulhada, não demorou muito para que eu já conectasse na televisão de tubo da sala, junto meu pai havia me dado 3 jogos, Crash TwinSanity, Need For Speed Carbon e GTA SanAndreas, os três eram jogos piratas e meu console era desbloqueado, mas como todo mundo que já teve um PS2 desbloqueado sabe que o GTA SA vendido nos camelôs sempre teve uma certa dificuldade de funcionar no console, porém esse era o jogo que eu mais gostava pois via meus tios jogarem fazendo tudo o que queriam no game, eu também queria jogar esse jogo (conhecido hoje em dia como jogo de mundo aberto) acredito que a maioria das pessoas conheçam este jogo, se não conhece, EM QUE MUNDO VOCÊ VIVE? Enfim como era de se esperar o jogo não funcionou então fui até a lojinha destrocar por outro (a lojinha permitia você destrocar o jogo se ele não tivesse funcionado desde que fosse o mesmo jogo) achei um GTA SA com a capa diferente e perguntei o porque aquele era com a capa daquela forma o vendedor da lojinha afirmou que o jogo era o mesmo porém só mudaram um pouco a capa então levei aquele mesmo pois queria mostrar aos meus amigos que o meu GTA tinha uma capa mais bonita.

Chegue em casa e imediatamente inseri o jogo no meu videogame, passou a tela com as torres azuis, e para minha alegria (ou não) a tela de PlayStation2 apareceu, fiquei imediatamente feliz, confirmei aos meus pais que o jogo havia funcionado, então eles saíram para ir ao mercado, eu recusei o convite de ir junto pois queria aproveitar ao máximo o game. A tela de carregamento estava normal, nada havia mudado, estava começando a acreditar que o vendedor estava falando a verdade, porém segundos depois após o carregamento do jogo não houve a cena de introdução do CJ no aeroporto, em vez disso ele apareceu em um lugar completamente diferente do que eu conhecia, não havia como olhar o mapa, e a cidade estava totalmente estranha, não era Los Santos disso eu tinha certeza, CJ estava com um terno preto e uma gravata vermelha, o personagem estava fortemente armado, com todas as armas do jogo, e todos sabemos que não é possível o CJ carregar todas, ele troca a arma se ela for da mesma classe, porém ele estava com tudo, até a minigun.

Pensei que fosse algo bom tipo, meu personagem tem todas as armas, vou ter maior liberdade, mas logo que dei os primeiros passos apareceu uma legenda dizendo o que eu tinha que fazer, como aparece nas missões, porém achei estranho porque eu não havia entrado em nenhuma missão, mas resolvi obedecer, o jogo era traduzido e o que dizia na legenda era:

DESTRUA O CARRO!

Estava bem desta forma, tudo maiúsculo como se fosse uma ordem imediata, no canto da tela havia um temporizador que havia começado a contar quando a legenda apareceu então me apressei para não fracassar na “primeira missão” desse jogo, o minimapa era a única coisa que me guiava, quando achei o carro ele estava andando como um NPC qualquer, eu estava com uma moto, que foi o primeiro veículo que apareceu para mim ir logo acabar com essa missão, desci da moto e me aproximei do carro, peguei o RPG que basta um tiro e os veículos explodem, mirei com todo cuidado para dar um tiro certeiro.

Quando atirei fiquei surpreso pelo que aconteceu, o carro simplesmente continuou intacto, talvez com algum dano, mas muito pequeno, pensei que poderiam ter ativado o cheat de Carro Tanque naquele carro, então não seria fácil completar essa missão, mas o que me supreendeu mais ainda foi que o carro não se apavorou, como todos sabem, basta um único tiro e todos os NPCs aos arredores saem correndo desesperadamente, mas aquele carro não, como se ele soubesse que era invulnerável.

Daí pra frente o jogo começou a ficar mais estranho do que já estava, os gritos dos NPCs eram muito altos, eu sempre jogava com o volume baixo para não atrapalhar ninguém, mas aqueles gritos eram perturbadores, mas continuei jogando mesmo assim após muitos tiros de RPG o carro explodiu e em vez de aparecer como de costume “MISSÃO CONCLUÍDA” apenas apareceu uma cutscene de um casal que estava dentro do carro, agonizando e chorando. Por uma coincidência (ou não) eles estavam com a mesma roupa que meus pais. Horas depois que meus pais haviam saído, meus avós vieram me buscar para morar com eles, dizendo para mim que meus pais haviam viajado para outro país e não voltariam tão cedo. Anos depois eu soube que o carro deles havia explodido.

Autor: Carlos

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Sonhos?

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Bom, já gostaria de deixar claro que não sei porque diabos fazer isso me ajudaria... mas enfim, eu já não tenho muita escolha.

Não acredito que seja necessário me apresentar, afinal vocês tem acesso a praticamente tudo sobre mim não é mesmo? Mas vou aproveitar a liberdade que eu tenho ao escrever e vou me apresentar como Jack , eu sei, se você for um pouco esperto vai achar esse nome bem clichê, mas isso não interessa agora.

Eu sempre achei que era um adolescente normal (e ainda acho), mas a julgar pelo que vem acontecendo nos últimos meses acho que as pessoas ao meu redor não me enxergam da mesma forma. Minha mãe me trouxe para cá na esperança de que eu me libertasse dessa “maldição”, ela sempre foi muito religiosa sabe? Aquele tipo de pessoa que se amaldiçoa por faltar no culto de domingo ou por não conseguir contribuir com o seu dízimo no início do mês.

Tudo corria bem como todos os dias até que na madrugada do dia 16 de Setembro de 2016 eu tive meu primeiro sonho. No sonho, eu estava deitado em um solo úmido e arenoso, o lugar era muito frio e o ar era seco e pesado, ao meu redor eu não enxergava nada apenas o meu próprio corpo. Depois de alguns segundos naquela posição, na qual eu não conseguia me mover, eu consegui enxergar algo novo, um ser que eu não consigo descrever a sua forma sem parecer um maluco, ele simplesmente não parecia com nada, eu enxergava e sentia apenas sua presença ali, uma presença azulada e meio opaca, eu senti ela se mover ao meu redor e repousar logo acima dos meu olhos, onde ela ficou por alguns instantes até que eu conseguisse acordar. O mais estranho era que eu não sentia medo algum, mesmo se tratando de um daqueles sonhos lúcidos que dizem por ai, onde a pessoa tem a sensação de fazer parte do sonho, como se aquela fosse a realidade.

Já acordado, tentei entender o que era aquilo, qual o seu significado (se é que havia algum), levei a mão ao criado mudo e peguei meu celular, 02:18 mostrava na tela. Levantei, bebi um copo de água e voltei pra cama.

Na madrugada do dia 19 de setembro de 2016, uma segunda-feira, eu estava lá deitado no mesmo lugar, e a mesma presença me observava, porem dessa vez foi diferente, eu senti como se estivesse sendo observado não por uma só, mas por milhares delas ao meu redor, aquilo me causou um certo incômodo (Eu nunca gostei de estar sendo observado, principalmente se eu não soubesse o que estava me observando), e então eu acordei novamente, ainda era madrugada, 04:27, um pouco mais tarde, dessa vez eu não resolvi voltar pra cama, eu decidi ir tomar um banho e sair para correr, pra dar uma respirada.

Quando voltei, resolvi falar com minha mãe a respeito disso, ela claro, já veio com o seu papo de que isso era sinal de fraqueza espiritual e que eu deveria procurar ajuda com um dos líderes religiosos dela, eu ignorei e pensei “que bobagem”, já arrependido de tê-la contado. Esse que provavelmente foi o maior erro da minha vida.

No dia 22 de setembro de 2016 porém, eu sonhei com algo um pouco mais bizarro, eu estava sentado dentro de uma sala escura um tanto quanto bizarra, eu sabia que era uma sala pois eu podia sentir a parede fria na qual minhas costas estavam apoiadas, conseguia ouvir algumas vozes de pessoas no ambiente algo que começou a me deixar com uma certa dúvida se esse sonho era como aqueles anteriores. Infelizmente a dúvida desapareceu quando uma luz fraca se acendeu no topo da sala, eu estava em uma jaula, preso junto a mais oito pessoas, quatro homens, duas mulheres, uma criança e um bebê. Naquele momento uma sensação atravessou o meu corpo, dada as circunstâncias do ambiente, um lugar sujo com insetos por toda parte uma escuridão vinda do outro lado da grade, uma sensação de medo começou a tomar conta do meu corpo, medo esse que se confirmou válido quando um homem de cerca de um metro e oitenta de altura entrou dentro da sala, com duas algemas meio medievais nas mãos, ele agarrou a criança e uma mulher que parecia ser sua mãe, os dois saíram da jaula em prantos, e eu finalmente acordei daquele sonho.

Assustado, eu me levantei depressa, olhei as horas, eram 05:32, eu já estava atrasado para me arrumar para a escola, eu sei que parece cedo demais mas a minha escola ficava a sete quilômetros da minha casa, e a caminhada até lá levava cerca de uma hora e quinze minutos.

Passei a manhã inteira pensado no que havia sonhado, eu não esperava por aquele tipo de sonho, nunca tinha acontecido, por qual motivo eu sonharia com aquilo?

Mal sabia eu que aquele sonho era só uma amostra grátis do banquete que viria a seguir.

Na noite seguinte, eu tive outro sonho, se é que posso chamar assim. Eu estava na mesma jaula preso com as mesmas pessoas, com exceção apenas da mulher e seu filho, não demorou muito e o mesmo homem que havia levado os dois mais cedo retornar para buscar mais dois, dessa vez foram dois homens, eu estava ficando enjoado e minha mente me perturbava enquanto pensava o que estaria acontecendo com as pessoas que era levadas, e infelizmente minhas especulações foram respondidas quando a mulher e seu filho voltaram, os dois estavam em cacos, a mulher estava coberta de sangue e feridas, uma parte de seu couro cabeludo estava faltando provavelmente havia sido arrancado a força. E o garoto, eu comecei a chorar quando vi, ele estava com as duas pernas quebradas e um corte profundo nas costas, além de também estar com o seu corpo frágil coberto por sangue, ele estava desmaiado e sua mãe gastava o resto de suas forças chorando enquanto acaricia a cabeça do garoto encharcada em sangue.

Eu não aguentei toda aquela cena, já estava com o rosto coberto por lágrimas, até que o homem novamente retornou, dessa vez ele pegou o bebe no colo e começou a olhar em volta como se estivesse escolhendo quem iria levar consigo, acho que vocês já devem estar imaginando que ele me escolheu.

Eu levantei, implorando para que não me machucassem e principalmente não machucassem o bebê, meus pedidos foram ignorados e eu fui levado junto ao bebê para uma outra sessão daquele lugar que parecia uma prisão. Eu vou poupar vocês do que aconteceu quando chegamos lá, mas eu devo que dizer que o bebê não sobreviveu, e eu..., eu não fiquei nada bem. Eu retornei para a cela paralisado, não sabia por que aquilo estava acontecendo comigo, eu sempre fui um garoto bom, por que eu tinha sido escolhido para aquela atrocidade, eu não merecia passar por aquilo.

Eu finalmente acordei, minha cama estava completamente molhada de suor, e minha mãe parada de pé me observando. Eu comecei a chorar desesperadamente ao lembrar do que eu tinha acabado de sonhar, chorei tanto que acabei dormindo de novo.

Quando acordei... Bem, eu estava aqui em um quarto de um hospital religioso qualquer, esperando para ser transferido para a ala de tratamento psiquiátrico.

A partir daquele dia, durante todas as noites que eu me deixo pegar no sono, eu retorno para aquela realidade maldita, na qual eu nunca consigo sair, nem sequer consigo morrer. Eu já experimentei de tudo, todas as formas de causar sofrimento a uma pessoa, já foram usadas contra mim.

EU NÃO AGUENTO MAIS!!!

Eu nem sei mais o que é real!!

Já tentei de tudo, todos os métodos espirituais e científicos. Eu não sei mais o que fazer.

Eu só quero... Só quero MORRER!!

Autor: Gabriel Tupã

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