29/12/2012

Creepypasta dos Fãs: Sucking Memories!


31 de outubro, 22:00 h. Halloween.

Erick e Math, ambos com 12 anos de idade, muito travessos, que estavam se divertindo no Halloween. Até que Erick, o garoto metido a corajoso, resolve passar a noite na floresta que havia em sua cidade, só para assustar seus amigos e principalmente Math, garoto medroso e triste. Convencido por Erick, Math resolve aceitar a brincadeira, mesmo temendo muito.

Os dois param em frente à entrada da floresta, o coração de Math acelera, mas ele não queria parecer tão medroso na frente de seu amigo. Depois de um tempo, tomam coragem, e entram na medonha floresta, mal sabendo do que os aguardava.

Já dentro da floresta, a sensação de terror os tomava, arrepios, suspiros, barulhos estranhos à volta. Math não aguentou e pediu pra voltar, mas Erick começou a dizer que ele era medroso, e começou a rir e zombar dele. Então ele resolveu continuar.

Ao longo que eles vão entrando cada vez mais na floresta, o clima de terror só aumenta, até que começam a sentir que não estão sós, era como se alguém os observasse a todo instante.

De repente, avistam duas garotas, aparentemente inocentes e perdidas. Erick fala para Math para se aproximarem e verem se elas estavam bem. Math sentiu que essa não seria uma boa escolha, mas Erick já havia corrido em direção à elas
.
As garotas começam a se apresentar como Cíny e Liz, irmãs gêmeas com estilos opostos, Cíny com aparência meiga e a Liz com aparência mais triste. Elas sugeriram uma brincadeira, algo como um pega-pega, mas a brincadeira era muito mais do que simplesmente correr. Quando os garotos começaram a correr, um para cada lado, cada irmã correu atrás de um, Cíny correu atrás de Math, o garoto mais triste, e Liz correu atrás de Erick o mais corajoso e brincalhão. 

Quando de repente os garotos percebem que as garotas não eram normais, algo como uma sombra negra, saiu de cada uma, seus olhares não eram mais os mesmos, eram devoradores. Os garotos começaram a correr amedrontados, e gritando por socorro, mas era tarde, eles já haviam entrado na brincadeira das duas irmãs.

A sombra de cada uma agarrou os pés dos garotos que corriam, trazendo-os para perto delas. Colocaram-nos rosto a rosto, testa com testa, uma luz de memória viva foi sugada dos garotos e passada para elas, Cíny sugou as memórias ruins de Math, e Liz sugou as memórias boas de Erick. Após ficarem satisfeitas, os dois simplesmente desmaiaram, enquanto elas foram embora.

O dia amanheceu, as famílias dos dois deram falta deles e pediram ajuda aos bombeiros para encontrá-los. Math acordou sendo resgatado por um bombeiro, ele não se lembrava de nada do que havia acontecido, nem se sentia mais triste, suas lembranças ruins simplesmente desapareceram, o que o fez ficar inexplicavelmente feliz, feliz até demais.Passou um tempo de repouso, mas logo melhorou.
Com Erick foi diferente. Ele acordou extremamente assustado, não existia nenhuma memória boa em sua mente, tudo o que lhe restou eram memórias ruins e as imagens do que lhe havia acontecido na floresta, ele começou a chorar,contou o que havia acontecido para a família, completamente amedrontado, sua família pensou que ele estivesse louco, internando-o num hospício!

Eaí, existe algo que você deveria se lembrar?!


Escrito/Enviado por: Dvampira e DyAngel


25/12/2012

Papai Noel


O Papai Noel é um ser que todos vocês já estão familiarizados: veste um terno vermelho e branco, voa com suas renas, leva um saco cheio de presentes e os entrega a todas as crianças bem comportados. No entanto, você já parou pra pensou o que acontece com as crianças que não se comportam? Será que eles apenas recebem um pedaço de carvão sem sentido neste dia de celebração?

Ou será algo muito pior...?

As velas eram assopradas pelo vento, criando uma sensação de frio e insegurança ao redor da sala. Sombras eram lançadas em direção as mais inúteis e empoeiradas decorações que já haviam sido usadas em todos os anos anteriores. Os bonecos enfeitando a lareira eram os menos comuns; cada figura era esculpida até os mínimos detalhes, fazendo com que elas tivessem uma certa malevolência em seus olhos.

Não foram os gritos dos bêbados festeiros desfilando pelas ruas, nem as crianças gritando nas casas ao lado (exigindo a chegada do enorme, detestável homem de terno vermelho) que despertaram Elizabeth naquela noite.

Foi o barulho vindo da chaminé.

Ela se arrastou lentamente pela escada de madeira, segurando-se ao corrimão caindo aos pedaços para se apoiar. Não era incomum ela inclinar apenas um centímetro longe demais do corrimão, consequentemente escorregando e caindo escada abaixo. Ela andasse estranhamente curvada, dando-lhe a aparência física de uma senhora corcunda maior de idade. Elizabeth sofre de uma doença chamada cifose, uma deformidade da coluna vertebral que pode ocorrer em qualquer idade (embora seja raro no nascimento, que é justamente quando ela desenvolveu a doença).

Tudo estava estranhamente silencioso quando ela chegou ao fundo da escadaria; os bêbados provavelmente haviam encontrado outras vizinhanças para perturbar, as crianças provavelmente tinham perdido as esperanças e voltado a dormir. Nem mesmo o barulho da correria de ratos pode ser ouvido abaixo da casa, dentro daquele sótão abandonado. Um sentimento de pânico invadiu seu corpo. Seu coração batia cada vez mais rápido quando percebeu outro fato sobre o misterioso silêncio: O barulho na chaminé também havia parado. Ou aquilo que estava causando o barulho havia ido embora... ou havia chegado.

Parando exatamente onde estava, a garota de quatorze anos colocou uma mão pálida sobre suas costas e começou a olhar em volta, sua lanterna iluminando pateticamente a escuridão avassaladora, consequentemente, deixando um mistério na extremidade oposta da sala. Caminhando lentamente, ela procurou pelo prato de biscoitos para acalmá-la. Sentindo-se impotente no meio da escuridão, ela não desviava seus olhos azuis do canto mais escuro da sala, quando finalmente se deparou com os pedaços de porcelana rachados do prato que guardava os biscoitos açucarados. Confusa, começou a tocar no chão em volta dos pedaços, quando sentiu o que pareciam ser pequenas migalhas espalhadas por lá. Antes que ela pudesse processar o que poderia ter acontecido com os biscoitos, sua respiração começou a ficar mais pesada quando sentiu um líquido quente próximo as migalhas. Relutante, ela finalmente tirou seus olhos da área suspeita para poder analisar a substância em seus dedos.

Era vermelha.

O tempo pareceu parar quando ela percebeu que não estava sozinha na sala. Seus olhos se arregalaram e todos os pensamentos foram empurrados para o fundo de sua mente, resultando em uma simples, terrível pergunta: Quem estava no quarto com ela? Segurando a lanterna firmemente, ela deu um passo para frente; a luz lentamente queimando a escuridão, apesar de não revelar nada, enquanto o silencio macabro arrepiavam os cabelos da garota e a faziam suar. As cortinas fechadas apareceram, e ela suspirou quando percebeu a loucura de suas ações. Talvez a substância vermelha era simplesmente respingos da tinta que seu irmão havia derramado no carpete na noite anterior. “Você alcançou o ápice de paranoia, sua idiota!”, ela disse a si mesma, tentando afastar todos aqueles pensamentos perturbadores de sua cabeça. “Está à beira da loucura. Teria sorte se mamãe não te encontrasse aqui, se apavorando por causa de uma simples borra de tinta. Obviamente, foram os ratos que a espalharam por ai”. Esquecendo o ocorrido, ela baixou a lanterna e começou a se virar, esfregando a parte de trás de seu pescoço e tranquilizando sua mente.

Em seguida, a mão fria tocou seu ombro.

Ela parou no local. Não se atreveu a se mover. Não se atreveu a respirar. Seus olhos se arregalaram quando ela confirmou a presença de outra pessoa na sala, aquela pessoa que estava lhe observando o tempo todo. A respiração quente em seu ombro faria com que ela estremecesse se não estivesse paralisada ​​de medo. Apenas alguns segundos se passaram, mas para Elizabeth, parecia uma eternidade. Esperando. Esperando seu próximo movimento. Esperando o movimento da outra pessoa. Dominando toda a sua coragem, ela se virou lentamente sobre os calcanhares, ficando cara a cara com um homem viscoso em um terno vermelho e peludo.

Ele estava sorrindo de orelha a orelha. Cada um de seus dentes nojentos e amarelados revelava saliva escorrendo de sua língua para o queixo. Ele estava com barba por fazer, a barba preta formando uma máscara despenteada por cima da metade inferior do rosto. Ele era claramente muito mais jovem do que os Papais-Noéis “originais". Seus olhos eram de uma tonalidade amarelo-nojento, parecendo idêntica aos seus dentes sujos. Ele estava olhando diretamente para ela, com um olhar duro e frio que não emitia nenhuma sensação de calor. Ele não estava sorrindo por causa da expressão aterrorizada da garota, nem por causa de sua deficiência... Mas sim, pela coisa que ele segurava em suas mãos.

Ela não conseguia encontrar sua voz. Ela não conseguia encontrar o grito que procurava tão desesperadamente, o som que muitos faziam quando se encontravam em uma situação de perigo. Era a única coisa que ela conseguia pensar que pudesse salvá-la, pudesse afastá-la daquele pesadelo. Ela deixou a lanterna cair de suas mãos. Ela se sentia cada pedaço de vidro furando e cortando seu tornozelo, o sangue quente escorrendo em sua perna. Logo, notou que as chamas rugiam da lareira ao seu lado. Ela não se importava. Ela não percebeu que o fogo consumia pequenas posses de sua família; tudo o que ela via era o que estava nas mãos do homem. Ela não conseguia se mover. Não conseguia falar. O horror a dominava da cabeça aos pés; suas orelhas doíam e sua visão começou a sumir.

O homem segurava o cadáver ensanguentado de sua mãe.

Seus olhos haviam sido arrancados, deixando dois buracos rasgados em seu rosto. Ela tinha o olhar misterioso de um zumbi; seu olhar era morto e sua boca estava constantemente aberta. Seu rosto era uma sujeira sangrenta, multilados de uma maneira que até mesmo as pessoas mais perturbadas seriam afetadas. A cabeça estava sangrando, juntamente com vários ferimentos brutais no peito e no rosto, braços caídos levemente para os lados. Elizabeth fechou os olhos com força, obrigando-se a não ver aquela cena à sua frente. Ela sussurrou para si mesma que aquilo não era real, que era somente um pesadelo, embora soubesse que sua ignorância era a solução oposta. A respiração quente voltou, desta vez ainda mais próxima. Ele cheirava fortemente a álcool, enquanto as palavras finais eram sussurradas:

"Papai Noel está de volta!"


FELIZ NATAL!!!



23/12/2012

Rostos Familiares


Você com certeza já viu isso. Esse par de olhos olhando diretamente para você. E por mais que você queira se afastar, os olhos parecem te transfixarem. Ele se move como você, copiando cada espasmo, cada leve movimento - eles estão seguindo você.

Você se lembra do rosto, mas não tem certeza de onde; lembra o rosto de seus pais, o rosto parece seguro, mas não é de confiança. A partir do momento em que você olhar para ele, você estará em risco.

Mas o que torna esta criatura tão assustadora, é que quando você olha para longe, você não faz ideia se ela ainda está te observando, a menos que você olhe de volta, porque esta criatura não faz barulho, não faz som. Ela não precisa respirar. Ela não precisa descansar. E o pior de tudo, ninguém sabe de suas intenções.

Então, basta ter cuidado.

Seu reflexo pode não ser tão inofensivo, afinal.




20/12/2012

Princesa Kaoru Nakamaru sobre o fim do mundo

Bom galera, como todos sabem (eu espero), amanhã no dia 21 de Dezembro de 2012 é o suposto fim do mundo, fim dos tempos, de tudo que conhecemos etc, etc..

O vídeo abaixo eu assisti no começo desse ano no Ah, Dúvido!, e achei muito interessante porque sempre me interessei nessas coisas que envolvem o fim do mundo. Eu sei que não é uma Creepypasta, mas achei interessante postar aqui.

O vídeo mostra a Princesa Kaoru Nakamaru, do Japão, falando no que acredita a respeito de 2012 e o fim do mundo, sendo que seu terceiro olho foi aberto e ela teve uma visão melhor sobre a vida e os fatos que seguem nela.
Mas antes de julgar o que essa mulher tem a falar, você deve saber que ela não é uma charlatona ou apenas fazendo piada com o assunto. Kaoru é uma mulher muito bem estudada. Segundo o Wikipedia, se formou na Columbia University, enquanto escrevia diversos artigos e livros sobre Relações Internacionais e dava entrevistas para vários canais de televisão sendo também Jornalista e especialista em Politica Internacional.

Então sabemos que isso não é brincadeira para ela e independente do que aconteça amanhã e nos dias seguintes, esse depoimento é fiel no que ela acredita.




E aí, o que vocês acham sobre tudo que ela está falando? O que vocês esperam do fim do mundo?

18/12/2012

Creepypasta dos Fãs - O Velho Soldado.


Acendi a luz do lampião com cuidado. Já estava quase na hora do pequeno chegar. Desde o começo do mês aquele jovenzinho vinha ao anoitecer para conversar um pouco comigo. Eu adorava poder falar com ele.

Como sempre o menino chegou com um sorriso largo no rosto. Qualquer pessoa estranharia, pensaria maldade de ver um velho como eu conversando com um garotinho como aquele. Mas eu nunca tive nenhuma má intenção com ele. Na verdade ele fora meu primeiro amigo em muitos anos. Depois que você fica velho as pessoas se esquecem de você…

- Seu Bastião, boa noite! -  tilintou o pequeno.
- Boa noite, Marcelo. – respondi – Como anda meu pequeno soldado?

O garoto riu. Adorava quando eu o chamava de soldado, sentia-se importante. Sentou no batente, do lado da minha cadeira. Começou a me contar como fora o seu dia, com quem brincara e qual fora a brincadeira. Falou-me sobre os cômodos novos que explorara na casa das tias, duas velhas solteironas que moravam no fim da rua, na qual estava passando uma temporada. Além de outras coisas que  preenchem a vida das crianças de hoje em dia.

Quando terminou o garoto estava sem folêgo de tanto falar. Olhou para mim, ainda sorrindo e me pediu que contasse como o meu dia havia sido. Como sempre eu lhe contei que o havia sido entediante e que não tinha nenhuma novidede, mas se ele quisesse ouvir alguma historia da minha juventude eu adoraria entretê-lo. Ele logo se animou. Eu via muito de mim naquele garoto.

Quando mais jovem eu fora soldado. Lutei em revoluções, guerras e em toda sorte de levantes. Comecei minha carreira bem jovem, 16 anos, portanto também me aposentei cedo. Não soube levar uma aposentadoria tranquila, porém. A guerra estava em meu sangue e a calmaria que o envelhecimento trazia não me caiu bem. Aos 50 anos me suicidei, nesta mesma casa onde meu espírito tem vagado.
Boatos se espalharam e muitas pessoas tinha medo de se aproximar da minha casa. Diziam ser assombrada. Bom, de certa forma era verdade, eu estava lá. Mas então esse garoto apareceu e ele não tinha medo de mim. Ele sabia que eu já não estava mais vivo, mas isso não parecia incomodá-lo.  Todo noite ele vinha e eu contava-lhe os meus feitos. Ele parecia satisfeito com isso. Eu também estava.

***
Nossa como eu adorava aquele velho! As histórias deles eram incríveis. Ele lutara em guerras, usara armas e matara pessoas. Fora um herói. Eu queria ser um herói. Penso que seja difícil que isso aconteça, devido as circunstâncias…

Depois que ele terminou a história nós nos despedimos e fui embora. No caminho eu pensava como o velho fora solitário em vida. Esse devia ser um dos sacríficios de ser um grande soldado. O homem se isolara de tal modo que nem sabia que no fim da rua não havia um casarão, mas sim um cemitério.
Era lá que eu estava enterrado. Morri ainda muito novo. Nunca poderei ser um soldado. Mas ainda terei o velho e ele poderá me contar suas histórias… Para sempre…


Escrito por: Lucas Emanuel
Fonte: Lex Gravior


17/12/2012

Zalgo

Zalgo é um meme onde uma pessoa pega e corrompe uma tira de quadrinho popular, resultando em contextos perturbadores. As pessoas também usam referências mais sutis ao monstro, como pichações nos fundos das histórias dizendo "Zalgo wuz heer (Zalgo esteve aqui)". Zalgo pode ser reconhecido no momento que as duas palavras são ditas por pessoas, quando Zalgo está por perto:

"He Comes (Ele vem)".

Zalgo é um ser que pode ser definido como "horror", uma criatura de terror extremo. Ele é conhecido como "Aquele Que Aguarda Atrás Das Paredes" e "Hivemind Nezperdian" em alguns círculos. Ele é uma abominação, não tem olhos e tem sete bocas. Sua mão direita segura uma estrela morta e sua mão esquerda segura uma “Vela Cuja Luz é Sombra”, e está manchado com o sangue de Dhaegar Am. Seis de suas bocas falam em línguas diferentes. Quando chegar a hora, a sétima deve cantar a canção que encerra a Terra:

Para invocar a colmeia que representa o caos.

Invocando a sensação de caos.

Sem ordem.

A Consciência-Coletiva Nezperdiana do caos. Zalgo.

Aquele que aguarda atrás da parede.

ZALGO!

Zalgo é a ideia de Dave Kelly (também conhecido como "Shmorky"), um animador de Flash. Foi mencionado pela primeira vez (mas não visto) em paródias de quadrinhos de jornais sindicalizados em uma página semi-secreta em seu site oficial. Desde propagação dos memes, Shmorky fez várias animações em flash (em seu estilo inimitável, é claro) fazendo referências a ela, incluindo Zalgo. Curiosamente, de acordo com ele, Zalgo afeta apenas quadrinhos, desenhos animados e ilustrações, e não a realidade em si. Bem, isso certamente invalida 99% das histórias sobre Zalgo... A não ser, claro, que ele esteja mentindo...

Exemplos de tirinhas corrompidas do Zalgo






O Hino de Invocação de Zalgo (COMPLETO)



Perto Demais

Uma jovem garota voltando pra casa depois da escola encontrou uma pequena pilha de fotos emolduradas jogadas na sarjeta. Havia 20 no total, perfeitamente presas com um pequeno elástico. Ela as pegou, e enquanto caminhava, começou a olhar foto por foto. A primeira era de um homem branco e fantasmagórico em frente a um fundo preto, de pé, mas longe demais da câmera para que ela pudesse distinguir seu rosto. A menina pôs a foto no fundo da pilha e olhou a próxima. A foto era do mesmo homem, agora um pouco mais perto da câmera. A menina folheou as fotos seguintes, rapidamente.

A cada foto, o homem na fotografia se aproximava cada vez mais, e seus traços foram ficando mais visíveis. Quando virava a esquina de sua casa, a garota notou que o homem nas fotos parece estar olhando fixamente para ela, mesmo quando ela movia as fotos para os lados. Isso a assustou, mas mesmo assim, ela continuou passando-as, uma por uma. Ao chegar na 19a foto, o homem estava tão próximo que seu rosto havia preenchido completamente o quadro. Sua expressão era a mais horripilante que a menina já tinha visto. Quando chegou até a entrada da garagem, ela passou para a última foto. Desta vez, ao invés de uma imagem, havia somente duas palavras: "PERTO DEMAIS”.

Ouvindo um grito vindo de fora da sua casa, o irmão da garota correu para a porta e a abriu. Tudo que ele viu foi um monte de fotografias jogadas na porta. A primeira parecia uma versão extremamente pálida de sua irmã, mas ela estava muito longe da câmera para ele ter certeza.

Fonte: Creepypasta Wikia

16/12/2012

A Fotografia


Minha amiga vai para a faculdade no Norte do Estado de Nova York. Ela gosta de caminhadas e acampamentos, e adora ir acampar sozinha nas montanhas para se comunicar com a natureza ou algo assim.


Normalmente, ela vai passar o final de semana inteiro lá, dirigindo-se depois de suas aulas na sexta-feira, e não voltando pra casa até domingo à tarde. Ela raramente leva pessoas com ela, preferindo experimentar as belezas florestais na solidão.

Isto é, ela costumava fazer tudo isso...

Mas decidiu parar depois da última vez que ela foi. A vez em que aquilo aconteceu.

Era final de outono do ano passado. Ela foi viajar para as florestas montanhosas, como de costume. Levou um par de câmeras que usou para tirar fotos da vida selvagem, árvores, paisagens e todas as outras coisas maravilhosas que você pode ver no Norte do Estado de Nova York. Durante todo o tempo que ficava fora, ela não encontrava nenhum outro ser humano, nem mesmo evidências de acampamentos. Em outras  palavras, ela passou o fim de semana isolada sem precedentes.

No domingo, ela voltou para a civilização, sentindo-se revigorada. Deixou as fotos em um lugar para serem reveladas - ela havia usado todo o filme nessa viagem - e continuou com sua vida cotidiana. Na terça-feira, ela pegou suas fotografias reveladas.

Levou-as de volta ao seu dormitório para folhea-las. Havia fotos de veados, árvores, nascer do sol, tudo que ela tinha fotografado. Porém, no meio da pilha de fotos, ela se deparou com algo que a deixou perplexa.

Ela segurava uma foto de uma jovem dormindo em barraca, tirada de cima, como se o fotógrafo estivesse inclinado sobre a figura adormecida. O flash iluminava o rosto da jovem, deixando muito claro quem estava na foto...

Ela mesma.

Quando sua confusão inicial passou, ela sentiu o terror preenchendo as lacunas que deixaram para trás. Ela folheou as fotos restantes rapidamente, mas todas eram fotos que ela mesma havia tirado; paisagens, beleza e vida selvagem.

Ela passou uma eternidade olhando para aquela foto, tentando encontrar alguma explicação que não a aterrorizasse, mas não conseguia. Pior ainda, quando ela olhou a foto de perto, ela pôde ver algo atrás de suas costas, escondido pela sombra e fora de foco. Algo estranho. Algo perturbador. Algo como uma mão estendida.

Fonte: http://creepypasta.wikia.com/

14/12/2012

Minhas bonecas

Quando criança eu estava sempre quieta, e minhas conversas com os outros sempre terminavam constrangedoramente. Por causa disso, eu sempre preferi ficar sozinha enquanto estava crescendo. O que provavelmente explica minha estranha obsessão com brinquedos, sendo que já estou mais velha. Eles nunca falam. Eles apenas encaram. Mas tenho que admitir, estar sozinha em um apartamento cheio de estatuetas pode ser assustador algumas vezes.

Entretanto, estando com minha namorada a quase dois anos, ela entendia bem minha obsessão,  mas com tantos que eu tenho, ela provavelmente ficou chocada quando ela viu todos eles juntos.

Naquela noite, ela estava mais do que animada para ver minha casa. Enquanto nos aproximávamos da porta, ela mal conseguia conter sua excitação, então sem mais delongas, eu abri a porta da frente.  "Sinta-se em casa." Eu disse a ela, "está meio bagunçado, mas é mais confortável do que era. Eu-" o rosto dela estava em choque, e então em absoluto terror ela começou a gritar.

Eu tentei acalma-la, mas só a fez ficar pior. Eu estava confusa. "Ela está como medo dos meus brinquedos?" Eu entendia que era um pouco estranho, mas era tão assustador assim? Eu dei uma rápida olhada na minha casa e não havia nada assustador. Eu tinha que acalma-la, pois os vizinhos estavam começando a sair de suas casas para ver o que estava acontecendo. Com um rápido impulso, eu a empurrei para dentro de casa enquanto tentava relaxar a mente dela. Os gritos dela só se tornavam mais altos. Nesse ponto, eu não tive escolha se não tapar a boca dela com a minha mão. Ela me olhou com medo e lágrimas escorrendo de seus olhos. Eu me virei e todos eles estavam me olhando também.
...

Estou sozinha de novo. Eu coloquei ela na prateleira de cima  do lado das minhas outras bonecas que eu já tinha namorado antes. O olhar dela me fazia me sentir depressiva, então eu a virei com o rosto pra parede até eu me sentir confortável de novo. 


13/12/2012

Creepypasta dos Fãs - Barney


Passou-se uma semana desde um ocorrido em nossa casa, mas mesmo assim, quando tento falar a respeito disso com meu pai ele me parece cada vez mais puto. Moro em uma casa com 4 pessoas: Eu, minha mãe, meu pai e meu irmão mais novo Lucas.
Meu irmão tem apenas 5 anos, o que justifica um pouco a raiva do meu pai em relação aos eventos inusitados e ainda recentes. Em pleno 2012, meus pais foram às lojas americanas e compraram um box de dvd's do Barney (Sim, aquele dinossauro roxo debiloide).

Quando eu questionei eles por quê eles comprariam dvd's de show velho como aquele, quando se tem tantos programas infantis atuais,eles me disseram alguma besteira sobre desenvolvimento psicológico infantil e coisas que eu realmente não dei atenção. Afinal, o Lucas adora e é isso que importa.

Bom, os dvd's vieram cheios de dicas para os pais (algumas do próprio David Joyner), bastidores, etc...
As coisas começaram a ficar um pouco estranhas há duas semanas atrás. Lucas passou a desenvolver um certa curiosidade por assuntos que não dizem respeito a uma criança de sua idade. Certo dia, ele simplesmente entrou na sala com um sorriso infantil e inocente e perguntou à nossa mãe, na frente de todos na sala, o que significava "abortar". Naturalmente, eu caí na risada, enquanto meu pai sorriu deliberadamente e minha mãe ficou horrorizada, enquanto tentava explicar algo bobo como: "é quando os pilotos saltam em segurança de seus aviões". O motivo pelo qual eu e meu pai achamos graça foi que minha mãe ficou horrorizada por achar (mesmo que por alguns segundos) que se tratava, de fato, da palavra "aborto", enquanto eu e meu pai logo percebemos que não poderia ser isso,embora, hoje não tenhamos mais tanta certeza assim.

Bom, passada uma semana desde esses incidente relativamente engraçado. Minha mãe havia viajado, eu e meu pai estávamos assistindo algo na TV, e Lucas estava no quarto assistindo seus Dvd's que meu pai havia colocado. Quando ouvimos um som um tanto quanto alto sair da TV do quarto de Lucas e logo em seguida, ele veio correndo em nossa direção, chorando e falando coisas impossíveis de se entender, até que após muitas tentativas, nós o acalmamos ele ficou dizendo repetidamente: "Barney é um monstro horrível! Barney é um monstro horrível!".
Ficamos completamente sem reação ao ver o garoto que há 10 minutos idolatrava Barney, estar com um olhar tão horrorizado e ferido após ter assistido o show dele. Sem entender direito e sem nenhuma explicação de meu irmão, fomos assistir o Dvd para nos certificarmos que não havia nada de errado...
O show teve sua abertura normalmente, suas músicas e brincadeiras também... Então, o áudio alterou de volume drasticamente, e pudemos ouvir o mesmo ruído que ouvimos da sala, porém mais alto. Era um ruído estrondoso e soava como o som de um quadro sendo arranhado.

 E então, as coisas ficaram realmente bizarras. Eu não acredito em Papai Noel, no Elvis vivo, ou em mensagens homossexuais no Bob Esponja, mas mesmo assim, fiquei horrorizado com a cena que vi.
Nada de telas pretas, cortes de frames ou qualquer coisa do tipo: O dvd simplesmente travava por cerca de 5 segundos e você podia ouvir o áudio original (em inglês) do dvd e uma voz grave, grotesca e gritando distorcidamente "Suck me, little kid, suck me!" (Chupe-me criancinha, chupe-me) pelo que parecia ser menos de 1 segundo de vídeo. E então, reaparecia a imagem de Barney, o herói das criancinhas, em uma cena não-explícita de sexo oral, enquanto a música infantil ainda tocava, porém muito lentamente. A cena mais parecia uma foto e ficava na tela por cerca de 3 segundos, então cortava-se para o encerramento do show. Era o último dvd dessa temporada. Meu pai e eu tivemos tempo de assistir inúmeras vezes o dvd, e em todas as vezes, o mesmo acontecia. Lucas ainda está um pouco afetado com o incidente e agora fica facilmente assustado.

Meu pai ainda ligou para as Lojas Americanas e todos os fornecedores possíveis exigindo uma explicação. Porém, é inexistente. Acho que pode ser alguma falha de edição ou brincadeira de péssimo gosto. Meu pai não está tão cético á respeito. 

Uma coisa é certa, eu nunca havia visto nada parecido. 
Anexarei uma foto e vocês podem tirar suas próprias conclusões.



Escrito/Enviado por: João Gabriel Stroppa


Mochila cor-de-rosa


Texto transcrito e traduzido de algumas folhas que foram encontrados dentro da mochila cor-de-rosa da imagem acima. A seguir, as imagens com as folhas originais seguidas de suas traduções.


Esta é a Lisa. Ela é minha amiga. Minha mãe e meu pai não podem vê-la, então eles disseram que ela é uma amiga imaginária. Lisa é uma boa amiga.


Hoje tentei plantar uma flor no jardim. Tentei plantá-la na caixa de areia, mas Lisa disse que é onde o pai dela esta dormindo, então eu plantei em um copinho com terra.


Lisa vai à escola comigo. Eu a trouxe para mostrá-la, mas Sra. Monroe ficou brava porque ela não consegue ver Lisa. Lisa ficou triste e escondeu o apagador da lousa.


Ontem foi minha festa de aniversário. Mamãe comprou pizza, mas ninguém veio. Lisa disse que as pessoas vieram até a varanda e depois foram embora. Mas elas deixaram presentes. Ganhei três Barbies, uns sapatos e 5 dólares. Eu e Lisa brincamos de Barbie.


Sra. Monroe está ausente hoje. Nossa substituta se chama Sra. Digman. Ela é bonita e legal e deixa a gente lanchar depois da hora do diário. Queria que Sra. Digman fosse nossa professora.


Hoje Jonathan Parker roubou meu estojo. Sra. Digman não conseguiu achá-lo, então ela o fez me dar seus lápis. Lisa também veio pra escola, a Sra. Digman não conseguiu vê-la mas disse que acredita que Lisa é real.



Ontem, eu e Lisa demos uma volta até a lua aparecer. Papai ficou bem bravo e disse que Lisa é estúpida e falsa. Lisa ficou chateada e desapareceu. Ela não veio hoje pra escola, mas Sra. Digman disse que a Sra. Monroe não voltará.


Papai esteve ontem no trabalho o dia todo. Ele não voltou nem para jantar. Ele ainda está no trabalho hoje. Mamãe preparou pudim pra mim no almoço. Pudim é meu favorito.


Sinto falta de Lisa. Papai esta muito ocupado no trabalho. Ele não veio pra casa nem no fim de semana. Mamãe tá brava com ele. Vou escrever uma carta para Lisa.


"Sinto saudades. Por favor, volte. Sinto muito pelo meu pai ter sido mau. Você é minha melhor amiga."


Lisa voltou ontem. Ela pediu desculpas por  ter sumido e eu contei que meu pai não voltou pra casa. Lisa disse que Sra. Monroe e ele estão dormindo, como o pai dela. Espero que eles acordem logo.


Texto original em: Creepypasta Wikia
Traduzido e enviado por: Carol M (Poena) 


12/12/2012

A bela garçonete


Você acabou de se mudar para seu apartamento novo numa cidade grande. Após um ano nessa nova vida, você praticamente desistiu de fazer novos amigos; seja no trabalho ou de qualquer outro modo. Você se sente muito solitário. Após procurar por um lugar pacífico para passar seu tempo, você encontra um restaurante nos limites da cidade. A garçonete é bem bonita. Você nota que ela parece ser a única pessoa trabalhando. Você nunca vê outra pessoa por lá. Acha aquele lugar perfeito.

Fazer amor com a garçonete após a janta, quando o restaurante fechava, havia se tornado uma rotina.

Você eventualmente faz amigos, e vai ao restaurante menos e menos. Depois de um tempo você para de ir lá completamente.

Em um bar com seu melhor amigo, você fala da diversão que tinha com a garçonete.  Ele diz que precisa conhecê-la.  Você o leva lá uma noite. O prédio está em absoluto estado de ruína. A porta da frente mal abre. O interior do restaurante está nojento e apodrecido, e, atrás do balcão, um corpo em estado de decomposição, soltando pus e um fedor terrível.

Quando a polícia chega ao local entrevistam você e seu amigo. Você fica chocado ao descobrir que o corpo é de uma garota que fugiu de um município próximo. A polícia lhe conta que foi homicídio, e que ela foi estuprada dúzias de vezes após o assassinato. A polícia lhe convida a fazer um teste de DNA, só para eliminá-lo como um dos suspeitos. De repente você fica muito preocupado.


"Satisfações" entre aspas

Eu realmente não ia fazer um post para dar "satisfações", mas não dá pra ficar calada.

Li muitos comentários como "falta de respeito", "imitando o MedoB", "decadência fodida", "tirando dos favoritos", "devendo Creepypastas", e o pior ainda foi alguém que teve a cara de pau de falar que somos inúteis e que mesmo que temos obrigações a culpa é nossa de que vocês estão perdendo o precioso tempo de entretenimento de vocês que vem aqui no blog por estar desatualizado.

É final de ano, e como vocês sabem eu e o Gabriel estudamos. Eu tenho certeza que a maioria de vocês estudam e sabem que é época de provas finais, trabalhos, TCC e coisas do tipo. Nós amamos esse blog de um jeito que não dá nem pra explicar, mas não podemos deixar nossos estudos pra lá simplesmente porque temos que atualizar aqui. Não somos um blog industrial que tem posts automatizados, copiados e colados e coisas do tipo. Traduções tomam tempo pra caramba e somos apenas três tradutores (que também ficam ocupados com suas vidas pessoais).

O blog não está morto, muito menos na sua decadência. Nós vamos sim traduzir e postar no final desse ano e ano que vem como sempre fizemos, procurando trazer a qualidade que sempre tivemos por aqui. Nunca fomos de fazer toneladas de posts, e passamos sim tempos sem postar, mas é assim que um blog funciona, nem sempre vamos ter 100% do nosso tempo voltado para cá. E repito o que já disse diversas e diversas vezes, não ganhamos NADA, nenhum centavo com o blog.



01/12/2012

A piscina


Contados pelos mais velhos, havia por aí a história de que por meados dos anos cinquenta um grupo de meninos tinha desaparecido. A história que se passava de geração em geração era que esse grupo tinha entrado em uma casa abandonada em uma floresta para ver o que encontravam.

Trinta anos depois, em 1982 um homem estava acampando e encontrou uma câmera. Ele levou para a polícia para tentar encontrar o dono. Os policias revelaram as fotos para encontrar que a maioria do filme estava danificado, apenas restando poucas fotos com uma qualidade muito pobre. Essa foi a última foto tirada. Nenhum dos garotos foi identificado.



Depois de muitas especulações sobre o que seriam as fotos, e de muito especialistas investigando sobre,  as duas histórias se cruzaram. Foram feitas expedições pela floresta onde foi encontrada a câmera para encontrar a ruína de uma casa onde havia uma enorme e funda piscina com a água suja e parada. Então foi especulado que três dos garotos resolveram pular na piscina que supostamente estava cheia e limpa na época.

Nunca foi encontrado nenhum vestígio dos corpos dos meninos, e também não foi descoberta porque os rostos nas fotos estão tão distorcidos. O que está acontecendo no momento da foto continua sendo um mistério.


O ritual do Espelho


Há rumores de que a cada Halloween, entre as 02:00 e 05:00 da manhã, existe um vazio.

Você deve ficar de pé em frente a um espelho em um quarto totalmente escuro. Você deve ficar com o olhar fixo no espelho. Se você ficar lá até o momento certo chegar, você sentira um arrepio tomando conta de seu corpo. Coloque sua mão direita no espelho e sussurre "Eu aceito". Se feito corretamente, aparecerá no espelho uma fraca imagem de um bebê sem pele, e olhos completamente negros. Ele vai olhar diretamente na sua alma e você ouvirá o som de moscas e sussurros nervosos.

Você não será capaz de distinguir a imagem no espelho, mas será preenchido de um terror inexplicável. O bebê irá perguntar para você cinco perguntas sobre eventos que ocorreram em sua vida. A voz dele será como uma lixa, ou qualquer outro tipo de fricção, e você estará desprovido de qualquer emoção humana.  Para cada pergunta que você responder errado, você perderá  um dos seus 5 sentidos para sempre. Para cara pergunta que você responder certo, você poderá dizer o nome de alguma pessoa que você conhece.
Essa pessoa será encontrada morta na manhã seguinte com sua pele removida e sem olhos. 

A equipe Creepypasta Brasil não aconselha a fazer quaisquer coisas relatadas no blog, e NÃO se responsabilizará por o que venha acontecer se você tentar.



Dakhma


19 de Janeiro de 2003 - Autoridades Indianas se aventuraram em uma selva profunda para investigar diversos relatórios de pessoas desaparecidas de cidades próximas. O que eles encontraram foi uma "Torre do Silêncio" (N.T: Tradução literal de Tower of Silence) ou dakhma. Zoroastrianos usam esses locais para depositar corpos a céu aberto. Enquanto locais como esses não são incomuns em certos locais da Índia, peculiaridades sugeriram algo mais incomum:

1. Nenhum dos corpos retratados na foto foram identificados. Moradores das proximidades que inicialmente ficaram surpresos com o enorme número de cadáveres no dakhma, mostraram-se  incapazes de reconhecer os corpos. Os corpos também não correspondiam com as descrições dadas sobre as pessoas desaparecidas.

2. Não haviam nenhum animal exceto por larvas e moscas. Zoroastrianos invocavam aves como urubus para eliminar os corpos, na crença que estavam contribuindo de volta à Terra. Autoridades acharam os corpos intocados por qualquer outro tipo de animal.

3. Não há uma contagem oficial dos cadáveres. Na verdade, pouco foi feito no local, e essa foi a provável causa de que apenas uma foto foi divulgada. Autoridades evitaram o lugar não apenas porque se sentiam apreensivos ao olhar, mas também pelas seguintes questões a seguir :

4. O poço profundo no centro da fotografia estava preenchido por litros e litros de sangue purulento. Muito mais do que os corpos no lado de fora podiam conter. O fedor fétido era tão insuportável que muitos dos oficiais começaram a sentir náuseas quando ainda estavam apenas se aproximando do dakhma.  A expedição foi terminada quando, acidentalmente, um morador chutou um pequeno osso dentro do poço, penetrando a coagulada superfície da piscina. Uma grande explosão de gás do sangue em decomposição eclodiu do poço, respingando nos que estavam olhando para lá, juntamente com o fotografo.

Esses pegos pela explosão foram imediatamente mandados para o hospital mais próximo onde ficaram em quarentena por possíveis infecções.  Nas horas seguintes eles ficam delirantes e com febre, gritando sobre "terem sidos pintados com o Sangue de Ahriman ( a personificação do mal no Zoroastrianismo)", mesmo que nunca tivessem tido nenhum contato com esta religião.  Em fato, muitos deles não tinham ideia o que era o dakhma quando o viram pela primeira vez. Os delírios se tornaram em loucura quando muitos deles começaram a atacar os funcionários do hospital até que serem sedados. A febre eventualmente matou todos eles.

Quando as autoridades voltaram ao local no dia seguinte, o local estava vazio. Todos os corpos tinham sido removidos e espantosamente, a piscina de sangue tinha sido drenada. Tudo que sobrou sobre o incidente foi esta fotografia. 




26/11/2012

Caso 497 - o P.D.G (Prisioneiro de Guerra)



Um desenho do P.D.G feito pelo Soldado F******, um dos encarregados de lidar com a entidade antes dele se tornar um perigo para o esquadrão. A ilustração foi requirida por agentes investigativos durante as pesquisas entre os sobreviventes do esquadrão. Soldado F****** disse que o P.D.G tinha a mesma expressão absurda de agressividade e loucura durante os três dias em que esteve vivo com o grupo.

A seguir lê-se um resumo dos relatos dos oito sobreviventes do esquadrão:

Esquadrão **** relata ter encontrado e posteriormente capturado um soldado inimigo que se encontrava desorientado vagando sozinho nos arredores de ************. O aparentemente perdido e desorientado soldado foi avistado pro volta as 2300 horas. O esquadrão tinha um interprete, mas segundo esse, ou o capturado falava uma língua muito estranha ou não estava falando nada coerente.

O P.D.G, apesar de estar obviamente morrendo de fome e sede, negava efusivamente comida ou água. Por três dias a entidade foi tendo seu aspecto físico deteriorado, ainda assim demonstrava incrível força em não se alimentar. Na noite do segundo dia, por volta das 0100 horas a entidade atacou e matou o Soldado B********, o vigia noturno.

Sargento Encarregado J***** ordenou a execução do P.D.G, este tendo recebido tiros a queima roupa dos fuzileiros. Com balas presas no peito e pescoço, o P.D.G caiu e foi dado como morto. Sob inspeção mais próxima do Sargento, entretanto, a entidade ainda se encontrava viva. O P.D.G, apesar de sangrar fortemente (e notavelmente paralisado em certas partes devido aos tiros) continuava a babar, se contorcer e cuspir do seu lugar no chão.

Neste ponto o pânico tomou conta do esquadrão. Três dos homens se convenceram ( e dois desses ainda se mantém certos disso mesmo após dispensados do serviço) de que a entidade foi vítima de uma experiência de "zombificação" do inimigo.
Tenente C****** removeu o rosário de sua roupa e começou a rezar pelo óbvio sofrimento do soldado inimigo. Também foi registrado o relato de outros homens que notaram que o P.D.G xingava e gritava na direção do Tenente C****** enquanto se arrastava para longe dele e de seu rosário.

O Sargento Encarregado J***** relatou que nesse ponto seus homens começaram a agir com insubordinação e medo a partir do momento que julgaram estar presenciando uma possessão demoníaca ou algo assim. A entidade foi queimada no mesmo lugar que se encontrava no chão pelos membros do esquadrão usando querosene de seus suprimentos. O esquadrão fez o corpo queimar até as cinzas, e então descartaram os restos. Como resultado dessas ações, o corpo, ou o "possuído" soldado inimigo não pode ser investigado. Talvez seja notável ressaltar que todos os membros do esquadrão receberam dispensa com reprimendas de desonra e comportamento desencorajado, juntamente com o Tenente C****** e o Sargento Encarregado J***** por suas lideranças falhas durante este episódio.

Investigação pós-incidente revelaram o local onde o P.D.G foi queimado. Mapeou-se o percurso feito pelas tropas durante a estadia com a entidade até se triangular a área total. Após análise mais profunda do local conseguiram-se dados da inteligência inimiga reportando que esse não foi o único caso de "possessão" entre suas tropas próximas à localidade de ************. Detalhes de outros casos, entretanto, foram dados como muito difíceis de serem obtidos.



FINALMENTE!


NOVO VENCEDOR DA CANECA CPBR É...

GABRIEL!
gabe.sic@hotmail.com


COM A FRASE:

Eu quero a caneca pra poder oferecer um xamegão 3lt pro Homem da Meia Noite.


Enviaremos um email e aguardaremos resposta em uma semana. Manifeste-se até dia 3/12/2012 ou perderá a Caneca.

Boa tarde e fiquem todos com o homem da meia noite.



24/11/2012

Boa Noite



Ela vivia em um pequeno apartamento com seus marido e dois cães. Sendo que o prédio era antigo e as paredes eram finas, todos os barulhos na entrada da casa e na sala de estar era ouvidas do quarto.

Tarde em uma noite, ela decidiu ir para cama enquanto seu marido levava os cachorros na rua para a última caminhada do dia. Antes de entrar no quarto ela ouviu o barulho das coleiras dos cachorros e o abrir e fechar da porta da frente.

Assim que ela começou a cochilar, ouviu a porta da frente abrir e fechar enquanto seu marido reentrava no apartamento. Ela viu uma pequena tira de luz enquanto ele abria a porta do quarto e depois fechava lentamente atrás de si. Ele silenciosamente subiu na cama e entrou para de baixo das cobertas. Ela murmurou "Eu te amo", e dormiu antes de ouvir a resposta.

Poucos minutos depois ela se acordou quando ouviu a porta da frente abrir e fechar de novo. Então ouviu o barulho das coleiras dos cachorros e a voz de seu marido.  Quando ela percebeu que seu marido não estava ainda na cama, ela sentiu uma mão fria acariciando sua bochecha. 

Fonte: Creepypasta.com


17/11/2012

Pé-de-elefante - A Medusa Nuclear




Essa foto é o mais próximo que a humanidade chegou de criar uma Medusa.

Se você olhar diretamente para isso, você morre. Simples assim.

A imagem provém de uma formação de "lava" do centro de um reator no porão da usina nuclear de Chernobyl. Ela se chama pé-de-elefante e pesa centenas de toneladas, mas só tem dois metros de extensão e algo como meio metro de altura.

Pé-de-elefante





A foto foi tirada com a ajuda de um espelho no canto do corredor, pois a câmera-robô enviada até lá para tirar fotos foi destruída pela radiação. Fotos em cor ou leituras sobre a temperatura da coisa ainda não foram divulgadas ao público, mas a idéia de algo que pode matar só de olhar para, apesar de saber a explicação racional acerca da radiação, é assustador.



                                                  Vídeo com imagens do pé-de-elefante






A densidade do pé-de-elefante ultrapassa níveis e recordes para uma massa nuclear de suas proporções.

Artigos da Wikipédia resumidos informam que o peso passa das 1200 toneladas, e que só perde cerca de 10 quilos de urânio por ano. Possui características de um monstro de ficção científica. A massa resiste ao ambiente e é protegida pelo abrigo nuclear da usina, a perda de 10 quilos anuais está estimada para se reduzir com o passar do tempo. Sim, com o passar dos anos o pé-de-elefante vai parar de perder massa.








Este material é o "Corium". O "Corium" só é produzido durante desastres nucleares. O combustível sólido derrete se tornando um líquido extremamente quente que desfaz e destrói tudo em seu caminho. Aço, concreto, areia e qualquer coisa que encontrar, fundindo tudo em uma massa só.



O pé-de-elefante é uma mistura de combustíveis, material radioativo e materiais do prédio, tendo se solidificado do mesmo modo que algo como o vidro.















A radiação de Chernobyl durará mais de cem mil anos.




13/11/2012

Creepypasta dos Fãs - Mason


Era um dia escuro e chuvoso de fevereiro quando fui atingido por uma pequena picape vermelha. 15 de fevereiro. Me disseram que voei 4 metros antes de bater com a cabeça no chão. Aparentemente o motorista não me viu atravessando.
Eu não me lembro de nada desse dia.
Por 4 semanas eu dormi, em um coma que muitos temiam que eu não saísse. Fui colocado em uma ala para crianças e adolescentes com ferimentos graves ou doenças.
Meu colega de quarto era um garoto chamado Mason. Eu nunca descobri seu sobrenome. Nesse tempo no qual eu dormi, ele foi descobrindo pequenas coisas sobre mim pelos meus vários visitantes. Minha cor favorita, que tipo de música eu gostava e outras coisas aleatórias.
No dia em que acordei, fui regado de amor e atenção da minha família e levei quase 1 hora para notar a presença daquele garoto deitado na cama ao lado da minha. Ele me deu um sorriso torto e silenciosamente voltou ao livro que estava lendo.
Uma hora ou outra fui deixado em paz e depois de 20 minutos sozinho com Mason, pensando, eu falei e perguntei seu nome. Sua voz era suave e baixa e nunca deixou de me arrepiar. Passamos o resto da noite brincando de perguntas e nos conhecendo.
Eventualmente meu médico iria quebrar nossa diversão e falar sobre os meus ferimentos e sobre como o processo de recuperação seria. Ele me disse que quando fui atingido, não só tive uma feia concussão, mas minhas pernas também haviam quebrado na minha não tão graciosa aterrissagem.
Disseram que eu tinha 60% de chance de andar de novo.
Nós ficamos próximos instantaneamente. As enfermeiras riam e diziam que parecíamos um casal de idosos empacotados na cama assistindo qualquer novela que estivesse passando na tv. Mason dava seu sorriso de sempre enquanto eu ficava vermelho e colocava meu rosto no seu peito.
Nós dois tínhamos nossos dias bons e ruins. Num dia particularmente difícil de tratamento para ele, nós deitamos com ele tremendo em meus braços. Nunca vou esquecer seus soluços suaves ou o nó na boca do meu estômago. Eu finalmente tomei coragem e perguntei a pergunta de um milhão de dólares.
Ele tinha a doença de Hodgkin. Acho que nenhum de nós dormiu naquela noite.
Conforme minhas pernas iam passando do gesso para muletas, a quimioterapia de Mason começou. No entanto, sem hesitar, quando eu voltava frustrado ou em lágrimas depois de uma sessão de terapia difícil, ele estava lá para me confortar com suas palavras calmantes e reprises de I Love Lucy.
Nas próximas semanas, a quimioterapia começou a cobrar o seu preço. Seus cachos castanhos afinaram a quase nada, círculos escuros tomaram lugar permanente embaixo de seus olhos e sua pele se tornou branca como a neve. Conforme minhas pernas ficavam mais fortes, o dia em que seria liberado não parecia mais um dia a se esperar.
O dia em que decidimos raspar sua cabeça foi o dia em que quebrei. Eu disse a ele que faria qualquer coisa; doaria sangue, medula óssea, qualquer coisa para ele ficar melhor mais rápido mas ele apenas me deu o seu sorriso que me fez derreter e enxugar minhas lágrimas.
60%. Mason tinha 60% de chance de vencer seus demônios. O mesmo que eu.
Em 12 de maio, eu estava oficialmente liberado do quarto 104. Eu andaria mancando pelo resto da vida. Todo dia eu visitava Mason. Todas as vezes que ia embora tirava uma foto nossa juntos. Nos próximos meses podia comparar a primeira foto com a última e ver como ele estava se deteriorando. Era de partir o coração.
Em 17 de agosto foi a primeira vez que o perdi. Pela noite uma febre forte parou seu coração por quatro minutos e meio. Foram os piores momentos da minha vida. Sentei do lado de fora do seu quarto em uma desconfortável cadeira de plástico vendo as enfermeiras que eu conhecia muito bem correndo para cima e para baixo tentando salvar sua frágil vida.
Eu não saí do seu lado até que ele apertou minha mão, piscou e me disse para ir para casa tomar um banho.
Depois disso, eu jurei nunca deixá-lo me deixar sozinho de novo.
Eu acho que as chances não estavam a favor de Mason porque na época de Ação de Graças ele era quase um esqueleto. Mas eu não ligava.
Ele me disse aquela noite que aceitava o fato de seu tempo estar quase acabando e que ele iria esperar por mim do outro lado. Eu implorei para ele não ir, mas ele apenas balançou a cabeça levemente e fez pequenos círculos nas minhas costas com sua mão. Ele não iria sobreviver para ver o Natal.
Isso foi há dois meses.
Não mais aguentando vê-lo ligado a todo tipo de máquinas, nós decidimos fugir durante a noite. Eu o arrumei e fomos embora no carro da minha mãe até chegarmos em uma velha cabana onde minha família passava os feriados. Mason e eu não poderiamos estar mais felizes. Eu não ligo de estar no noticiário todas as noites ou que todos os policias do estado estejam me procurando.
Tudo que quero é ficar com Mason para sempre.
Mesmo que sua carne esteja cheia de larvas e sua pele esteja começando a cair de seus ossos. Nem que o cheiro do seu cadáver apodrecendo nunca saia da minha pele. Seus lábios ainda estão quentes de noite e ele sussurra doces segredos no meu ouvido antes de dormirmos. Ninguém, nem a polícia, nem os médicos vão nos separar. Eu estarei pronto para eles quando eles vierem.
Eu fiz questão de pegar o bisturi mais afiado que pude achar quando saímos do hospital.
Mas até lá, vou me deitar nos braços de Mason ou pelo menos no que eu acho que antes foram seus fortes braços e vamos conversar a noite toda até que ele me leve.
Vamos ficar juntos para sempre.


Escrito/Enviado por : Felipe Thomé


12/11/2012

Promoção de Halloween: Creepypasta Brasil!

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ANUNCIAMENTO DO VENCEDOR!
Muitas pessoas quebraram as regras da promoção postando frases de mais de 140 caracteres ou até mesmo textos enormes, o que dificultou um pouco a avaliação. Poucas frases de fato foram coesas e dentro das regras. Nesta belíssima tarde será divulgado o vencedor , logo mais, Fiquem atentos. Boa sorte a todos!



PROMOÇÃO ENCERRADA!!



Fala ai, gurizada! Tudo tranquilo?

Bom, como prometido, pra comemorar este dia maravilhoso que é o Halloween (Ou dia das bruxas, como preferir), divulgaremos agora os detalhes da promoção, e como você pode ser o ganhador desta maravilinda caneca Oficial do Creepypasta Brasil! \o/


É o seguinte: Este pequeno concurso começa hoje (31) no dia do Halloween, e se estende até o dia 10 de Novembro. Como você conseguirá ser o ganhador da caneca?

Simples: Mande uma frase criativa dizendo porque merece a caneca. No máximo 140 caracteres, postar a frase no mural do nosso perfil ou nos comentários dessa postagem. See, it's that simple!

Bom, então por hoje é isso... Vejamos quem será o ganhador deste primeiro concurso. Esperamos que gostem também das Creepypastas postadas aí em baixo em comemoração do Halloween!

Grande abraço, ótimo Halloween e boa sorte a todos!

Keep Creepying \o/