Os Rugrats: A teoria

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Os Rugrats foram uma invenção da imaginação de Angélica.

Chuckie morreu há muito tempo atrás junto com a mãe, e é por isso que Chaz é uma pilha de nervos o tempo todo.

Tommy era um natimorto, por isso Stu fica constantemente no porão, fazendo brinquedos para o filho que nunca teve uma chance de viver.

Os DeVilles fizeram um aborto, Angélica não pode saber se seria um menino ou uma menina, assim, criam-se os gêmeos.

Quanto a "Os Rugrats Crescidos", a adolescente Angelica havia se tornado viciada em vários narcóticos que ainda agravavam sua esquizofrenia, trazendo de volta à sua infância e, assim, suas criações obcecadas, por causa do lapso de tempo entre o presente e o tempo passado, ela interagia com suas criações mais uma vez, só que agora mais velhos. Angélica injetava acido em suas veias constantemente, achando que nunca conseguiria viver sem as suas criações, que eram sua única companhia. Em um mundo de julgamento, a mãe de Angélica, na verdade, morreu de overdose de heroína, e Drew, em sua depressão, se casou com uma pobre prostituta que Angélica idolatrava constantemente, porque ela fora enganada a pensar que a prostituta era sua verdadeira mãe, mas sempre teve um conceito de sua mãe de verdade, Cynthia, e com isso, pegou uma boneca Barbie e fez dela a imagem de sua mãe, usando um vestido sujo de laranja e levantando seu cabelo, daí vem o motivo dela ser tão ligada a boneca. Mais tarde em sua vida, ela seguiu os passos de sua mãe com as drogas e tudo mais, e morreu de overdose aos 13 anos de idade, quando “Os Rugrats Crescidos” fora "cancelado".

O único “Rugrat” que não era ficcional, no entanto, era Dil, o irmão do bebe natimorto Tommy. No entanto, Angélica não sabia a diferença entre Dil e suas criações, embora Dil não seguisse seus comandos. Após um choro interminável e uma recusa a desaparecer (diferente dos outros, que desapareciam quando Angélica ficava zangada com eles), ela acabou batendo nele. Devido a isto, o bebe sofreu uma hemorragia cerebral, o que resultou em uma deformação. Enquanto ele crescia, seu dano só se tornara mais evidente no tempo que ele fez 9 anos em "Os Rugrats Crescidos". Ele viveu solitariamente, sendo ridicularizado por sua estranheza e retardamento mental. A culpa imensa sobre isso foi o que levou Angélica ao seu uso de drogas, e o que a levou à “destruição” dos Rugrats brevemente, até sua experiência com alucinógenos.

Em uma viagem a Paris, para encontrar o amor de sua vida, Chaz se casou com uma mulher chamada Kira (Ele fora realmente para casar com uma mulher diferente chamada Coco, mas ela só queria seu dinheiro). Ela tinha uma filha chamada Kimi, que fora arrancada dela graças ao seu vicio em cocaína (Angélica imaginou a maior parte da história de Kira). Ele perdeu a cabeça após a morte de sua esposa, e estava em negação de que ela era uma prostituta. Ao retornar aos Estados Unidos, Chaz e Kira se casaram, fazendo com que ela conseguisse largar seu vicio. Era realmente uma história muito feliz e romântica. Kira continuamente lutava contra o vício, mas foi relativamente feliz com sua vida ao lado de Chaz

Suzie era a única amiga de Angélica, que alimentava a idéia das criações de Angélica, por causa dela. Angélica passou os últimos dias de sua vida no fundo do refeitório da escola, imaginando amigos ao seu redor e brincando com as vidas de suas criações.

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Creepypasta dos Fãs: Sarah

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Estreia da nova coluna Creepypasta dos Fãs com Sarah, esta ótima minsfuck:

—Quem é essa, mãe?
—Tom, que brincadeira sem-graça! Essa é Sarah, sua irmã...
A garotinha, que tinha um longo cabelo castanho-escuro cheio de cachos, me deu um sorriso.
—O Tom é tão engraçado mamãe!
—É... É isso! Eu só estava brincando.
Disse dando um risinho nervoso.
Muito bem, o que está acontecendo aqui?! Eu tenho certeza de que nunca tive uma irmã. Eu não me esqueceria de algo assim!
—Pois bem senhor engraçadinho — disse meu pai enquanto se dirigia para a porta — não se esqueça de que prometeu cuidar de Sarah enquanto eu e sua mãe saíamos hoje à noite — pensando bem só agora percebi que os dois estavam arrumados para sair.
—Não se preocupe, não me esqueci...
—Bom, então boa noite e quando chegarmos é bom estarem na cama viu?
Dito isto partiram.
Encarei a garotinha que devia ter pelo menos uns sete anos e disse:
—Já pode falar a verdade. Quem é você?
—Tom eu sou sua irmã! Você não pode ter se esquecido de mim!
—Quem é você?!
—Tom!
Ela estava com lágrimas nos olhos, mas eu não ia cair nessa...
—Você pode ter enganado meus pais, mas não vai me enganar! Quem...
—Tom — ela me interrompeu. Notei que suas lágrimas tinham desaparecido. Em seu rosto agora reinava um sorriso que me deu calafrios — eu já te enganei...
—Que?
-------
—Doutor o que aconteceu com este garoto, digo, o novo paciente?
—Aparentemente a mãe dele o encontrou sentado no chão encarando a parede vazia. Por mais que ela tentasse conversar com ele, ele não respondia. Preocupada com seu único filho ela o trouxe aqui.
—Pobre garoto...
—Sim... Ah, meu horário acabou estou indo para casa. Qualquer problema me ligue.
—Pode deixar. Tchau.
—Tchau.Cheguei em casa e chamei minha esposa.
—Querida?
—Aqui na sala!
Entrei na sala e dei-lhe um beijo. Só então percebi que ela tinha companhia.
—Querida quem é essa?
—Amor, que brincadeira sem-graça! Essa é Sarah, nossa filha...


Autora: Letícia T. Antunes (Owata)

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Action Man: Mission eXtreme

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No dia 28 de Junho de 2000, uma equipe de investigadores da polícia fora chamada para recolher evidencias no local de um aparente suicídio de um menino de sete anos de idade. O garoto havia sido encontrado com um cabo do Controle de Playstation enrolado em seu pescoço; havia morrido por estrangulamento. Ele estava sendo observado por sua mãe, que havia saído para ir ao banheiro. Quando ela retornou, encontrou-o morto em frente a televisão. A investigação inicial havia revelado poucas coisas importantes. Ninguém tinha acesso à casa exceto a mãe, e ela não era uma suspeita. Com suspeita de suicídio, a polícia tentou descobrir o motivo, mas não havia nada óbvio para que um garoto normal e feliz de sete anos de idade fizesse tal coisa.

Com nada mais a recorrer, eles decidiram tirar o jogo de dentro do Playstation e examiná-lo. O jogo se chamava Action Man: Mission eXtreme, e a classificação era para maiores de 3 anos, então a policia duvidava muito que o garoto tivesse sido traumatizado por alguma coisa que tivesse visto no jogo. Mas como era a única pista, eles decidiram investigar.

A capa do jogo mostrava Action Man, com os braços cruzados e em frente a uma explosão de fogo. Dois outros personagens, um de aparência doente e o outro cheio de bandagens, pareciam estar correndo para escapar. À esquerda de Action Man estava o rosto sorridente do Dr. X, o vilão da série. Várias anomalias eram evidentes nesta versão da embalagem comparada as outras cópias vendidas na rua. Em primeiro lugar, o título estava diferente. Normalmente era chamado de "Operation Extreme" ou "Mission Xtreme", mas nunca de "Mission eXtreme". Pequenas diferenças e alterações puderam ser vistas nos rostos dos personagens. Os policiais acharam que isso era somente um erro de impressão, e prosseguiram com a investigação.

A apresentação do jogo mostrava Action Man realizando vários movimentos de artes marciais, enquanto seu carro acelerava ao longo dos becos e ruas da cidade. O jogo começou, e Action Man tinha que salvar a cidade dos criminosos que estavam roubando componentes. As instruções do Action Man foram emitidas por uma voz feminina de computador, que terminou de explicar os comandos. Nada fora do comum aconteceu, e a próxima fase foi alcançada. Action Man tinha que se infiltrar em uma base de deserto que estava sendo usada para a fabricação de armas químicas. Os outros policiais que estavam assistindo perderam o interesse, e decidiram ir embora. No entanto, o policial que estava jogando disse que iria continuar, e informar os outros caso encontrasse algo fora do normal.

Ele começou a notar várias e pequenas coisas sobre o jogo que pareciam meio esquisitas. Os inimigos da base não tinham nenhuma arma letal, e às vezes, eles fugiam do Action Man quando ele se aproximava. No entanto, para completar suas missões, você tinha que eliminá-los, atirando ou batendo neles até a morte. O jogo, contudo, dizia no relatório nos finais das missões que os inimigos haviam sido "capturados". O policial presumiu que fora dessa maneira que o jogo obtivera uma classificação de maiores de 3 anos, e não perturbasse as crianças.

Ele destruiu a base, e passou para as próximas missões. Nada parecia muito fora do comum, exceto que os inimigos continuavam a correr de Action Man ao invés de lutar com ele. Em seguida, ele chegou a uma cena, onde Action Man foi capturado por seus inimigos e colocado em uma cela de prisão. Isto era particularmente perturbador para um jogo infantil, já que Action Man fora brutalmente espancado e torturado por seus captores. Quando o policial recuperou o controle do personagem, ele tinha que escapar das câmeras no barco em que ele estava preso, e escapar da prisão. A câmera do jogo tornou-se difusa, e a imagem começou a tremer. Os inimigos, quando encontravam com o protagonista, levantavam suas mãos, mas ele automaticamente atirava neles independentemente. Quando a tela voltou ao normal, os inimigos estavam vestidos com equipamento de combate.

Quando Action Man finalmente terminou a missão, o barco afundou e ele capturou o líder dos soldados no barco. A próxima missão começou com Action Man no Ártico destruindo barcos inimigos. Tudo estava normal, até que uma transmissão veio através do rádio de seus inimigos; toda a transmissão era um ruído, e sons de pessoas gritando. O computador de Action Man ligou, e o informou num tom muito frio para eliminar toda a resistência. A missão continuou normalmente, até o final da luta contra o chefe da fase: Action Man havia destruido um submarino inimigo. Corpos da tripulação podiam ser vistos afundando e boiando no lago. Action Man começou a rir.

O detetive começou a ficar cada vez mais preocupado com o jogo, reverificando a capa. Definitivamente dizia para maiores de 3 anos. A tela de carregamento apareceu, e o contador de inimigos "capturados" havia aumentado, apesar do fato deles terem claramente morrido na missão.

A última missão apareceu, que era intitulada de "Base de Gelo". A missão começou com Action Man usando um arco para eliminar os guardas, que estavam todos desarmados. A missão prosseguiu assim, até chegar a um parte em que haviam vários corredores que Action Man precisava “limpar”. Nenhum dos inimigos aqui ainda tentava atacar; todos eles gritavam e corriam para um canto, mas a missão não progrediria até que eles foram “capturados”. Enquanto o policial relutantemente atirava neles, a tela desfocava cada vez mais, até ficar praticamente impossível de se ver alguma coisa. O policial levantou-se e ejetou o disco. Ele estava um pouco riscado, mas parecia completamente normal. Depois de reinseri-lo e voltar para o ponto onde havia parado, a tela não desfocou mais. Culpando seu cansaço, o policial continuou a jogar.

Depois de Action Man terminar com o resto dos inimigos, ele finalmente chegou ao chefe final: Dr. X. A batalha contra o chefe era muito simples. Dr. X usava uma armadura de robô, e tentava bater em Action Man. O jogador tinha que simplesmente correr para trás enquanto atirava no chefe. Quando Dr. X tropeçava pra trás, o jogador tinha que correr pra perto dele e bater na armadura. Em seguida, o chefe recuperava seu equilíbrio, e teria de se repetir as etapas. Após a batalha finalmente terminar, a cena final do jogo começou.

A cena começou com a base do Ártico explodindo em chamas. A câmera então muda para uma cidade lotada. Civis corriam sem rumo e asfixiavam até a morte, e alguns até explodiam em chamas, sem motivo algum. Então a tela volta para Action Man, que puxa Dr. X pelo pescoço, dá um soco em seu rosto e o leva para uma cela de prisão. Ele tranca Dr. X lá dentro e vai embora. Dr, X começa a gritar, chorar e arranhar as paredes desesperadamente. A câmera dá um zoom no rosto Action Man, enquanto ele se afasta da cela em direção a tela, sorrindo.

Os créditos rolaram em silêncio, sobre o logotipo do Action Man. Depois que terminarem, fotos de infância dos desenvolvedores foram exibidos ao lado de seus nomes. O detetive não encontrou mais nada de estranho, e se levantou, preparado para ir para a cama. Além de algumas cenas e da sensação mórbida do jogo, não viu nada fora do comum. Porem, ele olhou de volta para a televisão, e congelou. As fotos ainda estavam rolando, no entanto, ele reconheceu algumas delas. Não eram fotos dos desenvolvedores do jogo. Eram fotos de crianças que haviam sido assassinados! Ele reconheceu algumas das crianças que foram vítimas dos assassinatos de Moors Murders (Miyra Hindley e Ian Brady), e outros que ele não recordava. Por último, apareceu uma foto de Action Man, com óculos escuros e uma enorme barba, intitulado Alex Mann. A tela ampliou na fotografia e um ruído muito alto começou a tocar nos alto-falantes.

O detetive não apareceu para trabalhar no dia seguinte, então o resto dos policiais decidiram ir pra sua casa para verificar o seu progresso com o caso. Eles tiveram que abrir a porta a força, já que ele não respondia as chamadas. Quando conseguiram entrar, eles o encontraram morto no sofá; haviam vários lápis enfiados em seus olhos. A televisão ainda estava ligada, e uma imagem do Action Man com um sorriso em seu rosto estava na tela. Havia um texto abaixo da imagem:

"Esperamos que tenha gostado de jogar Mission eXtreme, mas você acaba de ser capturado".

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Os Manequins de Skyrim

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Dizem que na cidade capital de Solitude, que fica próxima ao rio Skai, nenhum homem deve zombar de um manequim... Por que será?

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A Vida Moderna de Rocko: O episódio perdido

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Em 1995, eu era um estagiário recém-contratado nos Estúdios de Animação da Nickelodeon. Tive a chance de trabalhar especialmente ao lado de Joe Murray, que foi o criador de um dos meus desenhos favoritos, A Vida Moderna de Rocko. Quando fiquei sabendo que eu assistiria os novos episódios antes que eles fossem ao ar, é claro que eu fiquei em êxtase. Ele conversou comigo sobre os planos para os próximos episódios da série, e me mostrou alguns esboços iniciais dos personagens que as crianças daquela época (incluindo eu, e certamente alguns pais) haviam vindo a conhecer e amar.

Os primeiros episódios exibidos eram ótimos, e eu sempre me gabava para os meus amigos, que também eram fãs da série. Mas um dia, as coisas pareciam um pouco fora do comum. Joe parecia exausto e rapidamente me entregou uma fita antes de ir para casa, alegando que estava doente. Curioso para ver o episódio que me aguardava, rapidamente coloquei a fita no videocassete, imaginando as confusões que Rocko e seus amigos iriam se meter desta vez. Mas quando o cartão de título apareceu, fiquei chocado, para dizer o mínimo. O cartão dizia "O Funeral de Felizberto", e havia uma imagem de Rocko e Vacão ajoelhados sobre o casco da amável e desastrada tartaruga. Sua casca tinha vários arranhões, e estava manchada de lama.

O episódio em si começou com Rocko sentado no sofá de sua sala, que estava estranhamente bagunçada e cheia de moscas. Spunky, seu cachorro, foi caminhando lentamente pela sala, parecendo muito mais magro do que o normal, latindo fracamente para Rocko. Não havia nenhum som, e ao invés das cores habituais e alegres, havia cores escuras excessivamente vivas espalhadas pela tela, dando um olhar mórbido e caótico ao cenário. O silêncio continuou até o episódio chegar a cerca de um minuto de duração, mas foi quebrado quando o telefone tocou.

"Olá?" Rocko perguntou em sua voz irritantemente monótona.

O som suave de uma outra voz pode ser ouvida na outra linha, e por um único quadro, uma imagem apareceu, mas desapareceu antes que eu pudesse dar uma boa olhada.

"Sim, eu entendi. Terça-feira as 15:00, certo", disse ele no mesmo tom antes de desligar o telefone. A câmera deu um zoom em seu rosto, mostrando detalhes perturbadores, e em seguida silenciosamente diz "Felizberto", antes de começar a chorar.

Rocko começou a gritar o nome Felizberto, seu tom de voz ficando cada vez mais alto com cada grito. Vacão entra na casa em seguida, com sua atitude normal e feliz.

"Hey, Rocko. O que-" Sua fala terminou de forma abrupta, e ele ficou olhando em silêncio para o rosto de Rocko por cerca de 30 segundos, e em seguida, diretamente para a câmera pelos próximos 30 segundos.

Rocko então friamente diz: " Felizberto morreu".

Vacão começa a ficar histérico, mas não de sua maneira comum e cartunistica. Ele parecia genuinamente triste, e ver isso estava me machucando ver isso; ver meus amados personagens favoritos naquela situação horrível.

A tela então ficou escura, e logo cortou para o interior de uma casa funerária. Todos os personagens estavam lá dentro, soluçando, os sons de todos eles enchendo a pequena sala. A câmera se aproxima para o rosto de Felizberto, morto e deitado dentro de um caixão azul com velas espalhadas em volta, e permanece assim durante o resto do vídeo.

Depois de ver isso, sentei-me em estado de choque por um momento antes de começar a me sentir mal, mentalmente e psicologicamente. Pelo que entendi, esse era para ser o episódio final da série, algo parecido com o que deveria ter acontecido com o final de Invasor Zim. Felizmente, este episódio acabou nunca indo ao ar, mas ainda assombra os meus sonhos até hoje.

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O filme cancelado da Nickelodeon

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Já parou pra pensar que quanto mais vezes você assiste um desenho da Nickelodeon, mais sombrio ele parece ficar? Bem, o que você verá é muito parecido com isso...

Um amigo meu trabalhava no estúdio. Eu nunca me lembrei do que ele fazia lá, mas eu me lembro de que ele trabalhou no estúdio por algum tempo. Isso foi na época em que Hey Arnold: O Filme foi lançado, e ele me disse que depois do filme, a Nickelodeon planejava fazer três coisas:

- Uma nova temporada de Hey Arnold com um enredo mais atualizado e que não haveria conexão com a série original (CANCELADO).

- Uma nova série em live-action que se passava em 1990, com um estilo bastante sombrio (parecido com “Clube do Terror”) sobre crianças que viviam em um beco sem saída (CANCELADO)

- Um filme de TV baseado na série em live-action cancelada.

Bem, enquanto as duas séries foram canceladas, o filme permaneceu nos projetos. Eles queriam voltar para a década de 90 com este filme, e teriam conseguido. Meu amigo me contou sobre a contratação de escritores de seriados infantis e sombrios para escreverem o filme, intitulado "Grimland". Aparentemente, havia uma disputa entre vários escritores, levando a execução do projeto. Ele me disse que teve a chance de ver como era a produção. Gravei algumas partes de nossa conversa, porque seu estado parecia piorar desde que ele mencionara o filme pra mim pela primeira vez:

“O filme ’Grimland' se tratava sobre a década de 1990 e sobre as merdas assustadoras que haviam na TV naquela época. Eu me opus à idéia da nova temporada/reinicio de Hey Arnold, porque o plano era colocar os personagens em temas mais adultos... Os avós de Arnold teriam morrido depois do filme, fazendo com que Arnold tivesse problemas em sua vida. Helga se torna extremamente obcecada com Arnold ao ponto onde, no primeiro episódio, ela se enxerga pesadamente grávida com o filho de Arnold (ela vê um bebê com uma cabeça de futebol em forma de uma sonografia, onde no final da 1ª temporada, ela teria o bebê.). Isso se tornaria uma espécie de ‘piada recorrente', onde Helga desfrutaria cada momento de sua suposta ‘gravidez’, esfregando-a na cara de Arnold e tentando forçá-lo a se casar com ela por causa do bebê, para o que ele se recusava. Ela esfregaria constantemente sua barriga, perseguindo-o profusamente, ao contrário do medalhão com sua foto como na série original. Segundo o script, ela diria em um ponto dos episódios: ‘Devido às suas ações descuidadas, agora tenho um pedaço de você dentro de mim’. Gerald iria juntar-se a um grupo de pessoas para trabalharem intensamente na produção da série. Esta série nunca seria direcionada para crianças, devido não só às mudanças de personagens (especialmente com a gravidez de Helga), mas também ao fato de que haveriam temas mais adultos para a série, incluindo indicações do Sr. Simmons ser homossexual, Curly (o psicopata da escola) matando animais, lesbianismo, intercursos sexuais, e tantos outros. Fico muito aliviado pelos executivos nunca colocarem-na no ar..."

Depois de um tempo, fiquei curioso. Perguntei a ele sobre a segunda série, e ele me disse: "Não deu em nada. Bem... Isso é uma mentira. Eles a transformaram em um filme". Isso me intrigou bastante. Perguntei se o filme chegou a ir ao ar: "Nem pensar! Quero dizer, o filme havia sido gravado, editado e tudo mais, mas há uma GRANDE RAZÃO dessa porra nunca ter ido ao ar!". Seu argumento deixou bem claro para mim que alguma merda muito estranha havia acontecido. Notei que seu rosto estava muito pálido, então lhe aconselhei para ir pra casa dormir um pouco. Recebi um email dele recentemente, e decidi incluí-lo aqui, já que o email é bem relevante.

"Ei cara, eu não tive um pingo de sono ontem. Todas essas memórias começaram a se infiltrar em meus sonhos. Eu quero deixar bem claro que sim, eu vou te dizer tudo o que posso te dizer, mas há um ponto onde toda essa merda termina, cara! Falo com você mais tarde. Preciso tentar dormir um pouco..."

"O que posso te dizer sobre 'Grimland’? Bem, primeiro havia a equipe de roteiristas. Todos eram anfitriões de seriados obscuros e desconhecidos, o que era estranho para uma rede como a Nickelodeon contratar cerca de 10 ou 11 deles para um filme. Outra coisa eram as idéias que eles tinham. Quais foram as idéias? Bem, vamos ver, em primeiro lugar a abertura era completamente maluca. Tudo começou com duas crianças em uma noite de Outono de luar (nevoeiro pesado e tudo mais, e algumas coisas irreconhecíveis no meio do nevoeiro) correndo pelas ruas de uma cidade. Um tropeça e cai, e pede para seu amigo ajudá-lo. Há uma cena do filho da puta sendo arrastado por alguma coisa, gritando, já que seu amigo imbecil ficara um bom tempo contemplando-o sem fazer absolutamente nada para ajudar. Em seguida, um barulho de carne sendo rasgada e amassada pode ser ouvido, e os gritos pararam, como se alguém estivesse comendo o garoto vivo. Em seguida, o outro garoto sai andando, e o título do filme aparece. O que diabos eles estavam pensando quando fizeram aquilo?! Bem, eles acabaram usando ESSA abertura, mas o script fora um pouco alterado. Uma dessas alterações era que o personagem principal era um adolescente de 13 anos com um pai abusivo, e o outro, um adolescente de 16 anos solitário, sem família nenhuma. Agora havia conflito, mas alguns dos roteiristas tinham algumas idéias e indicações muito boas. E então as coisas ficaram esquisitas, como a explicação da importância do nevoeiro pesado da abertura, mas isso nunca chegou muito longe a ponto de passar. Bem, havia algumas lutas, alguns chingamentos do tipo 'Foda-se’, e mais algumas coisas tão mínimas e bizarras que não me recordo mais. O resto, em ‘memória dos escritores falecidos’, usava alguns personagens como referencia. O script explicava que o pai do garoto de 13 anos havia abusado sexualmente de uma garota, fazendo com que ela se convertesse para a bruxaria. O garoto solitário teria uma relação com uma das personagens (a menina bruxa, pra ser mais exato), engravidando-a por estupro em uma cena mais ou menos na metade do filme, resultando no garoto acabar com os miolos espalhados no chão, por meio de um suicídio forçado. Havia contagens elevadas de sangue, mutilação, sadismo, essas merdas em todo o lugar! E o maldito executivo PERMITIU que essa merda passasse!"

Depois de um tempo, eu lhe disse que deveriamos parar e mudar de assunto. Ele disse, e eu tenho quase certeza que gravei isso na fita; ele disse que: "Eles queriam MATAR todas as crianças! As coisas que não podiam ser vistas no meio do nevoeiro na abertura, eram canibais hipnotizados por aquela filha da puta. Todos eles foram descritos em detalhes gráficos, cada cena, cada personagem, TUDO! E o dia em que as filmagens começaram ainda me assombram..."

"Bem, no início das filmagens, eles escolheram os papéis PERFEITAMENTE! A cena de abertura foi gravada em meados do final de Novembro. A produção era um show de horror. Quero dizer, merdas bastante gráficas. Mas você quer saber o que era mais assustador? Eles gravaram uma cena onde a garota bruxa, de seis anos de idade, é obrigada a ver seu próprio pai tirar suas roupas e molestá-la. Eles basicamente gravaram uma cena de pornografia infantil, de pedofilia, para um filme da Nickelodeon! O executivo ficou sabendo disso e imediatamente exigiu que a cena não fosse usada. O diretor ficou puto, e ele queria vingança… Ele fez com que o pessoal gravasse umas cenas violentas pra caralho, cara. As mortes descritas no script já eram horriveis, mas quando elas puderam ser VISTAS, fiquei tão enojado com as cenas que eu praticamente vomitei. No dia seguinte, dei o fora daquele lugar do caralho. "

Isso aconteceu a alguns meses atrás. Quando eu perguntei a ele sobre o filme, ele disse: "Provavelmente está em algum lugar no meio dos arquivos. Que Deus tenha piedade da alma daquelas pessoas..." Mas uma coisa que ele se lembra perfeitamente é a cena do suicídio forçado, a cena que não foi “encenada”. Perguntei aos estudios da Nick sobre este filme, e eles basicaente me expulsaram de lá.

Meu amigo se matou alguns dias depois; sua carta de suicidio afirmava que os sonhos estavam ficando cada vez piores, e isso estavam acabando com seu sono cada vez mais. Ele não conseguia mais lidar com aquilo, e só disse no final da carta que amava sua mãe acima de tudo. Ele se enforcou em uma árvore de seu quintal. Em sua memória, eu quero encontrar esse filme, qualquer que seja a maldição e os pesadelos que o filme pregou nele, parecem ter chegado a mim. Estou determinado a encontrar este filme, nem que ele me leve para o túmulo...

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The Rake

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Durante o verão de 2003, eventos no nordeste dos EUA envolvendo uma estranha criatura humanoide apareceu na mídia local antes de um grande apagão. Pouca ou nenhuma informação foi deixada intacta, e a maioria das informações na Internet sobre a criatura foi destruída misteriosamente.

Ela aconteceu primeiramente na parte rural do estado de nova York, auto proclamadas testemunhas contaram suas historias sobre seus encontros com a criatura de origem desconhecida. Alguns estavam TERRIVELMENTE AMEDRONTADOS enquanto outros tinham uma curiosidade que somente era encontrada em crianças. Seus depoimentos não estão mais disponíveis, porem muitas pessoas envolvidas ainda procuram respostas sobre o Rake e sobre os acontecimentos daquele ano.


No inicio de 2006, ao final da investigação encontraram quase 2 dúzias de documentos entre os séculos 12 e hoje em dia, em 4 continentes. Em quase todos os casos as historia era praticamente idêntica. Eu estive em contato com um membro do grupo de investigação e fui capaz de obter algumas partes de seu livro que será lançado brevemente

Nota de suicídio: 1964

"Enquanto me preparo para tirar minha própria vida, sinto que é necessário escrever para amenizar a dor e a culpa que sinto. Não é culpa de ninguém alem dele. Assim que acordei eu senti sua presença. E assim que acordei eu vi sua forma. Uma vez que acordei novamente eu escutei sua voz, e olhei em seus olhos. Eu não posso dormir sem medo da próxima experiência que terei quando acordar. Eu nunca mais posso acordar. Adeus."

Foi encontrado uma caixa de madeira onde haviam 2 envelopes vazios adereçados a William e Rose, e uma carta pessoal sem envelope:

"Querida Linnie,

Eu tenho rezado por você. Ele falou seu Nome."

Trecho de um jornal (traduzido do espanhol): 1880

"Eu experimentei o maior TERROR. Eu experimentei o maior TERROR. Eu experimentei o maior TERROR. Eu vejo seus olhos quando fecho os meus. Eles são vazios. Negros. Eles me viram. Sua mão molhada. Eu não vou dormir. Sua voz...(parte ilegível)"

Diário do capitão: 1691

"Ele veio a mim durante meu sono. Do pé da minha cama eu tive uma sensação. Nos devemos voltar para a Inglaterra. Nos não devemos voltar aqui a pedido do RAKE."

Depoimento de uma testemunha: 2006

"Três anos atrás, eu havia retornado de uma viagem até as cataratas do Niágara com minha família no 4 de julho. Nos estávamos todos exaustos apos um longo dia dirigindo, então meu marido e eu pusemos as crianças direto para a cama.

Por volta das 4 da manha, eu acordei achando que meu marido acordara para usar o banheiro. Nesse momento me levantei e o acordei no processo. Me desculpei e disse a ele que eu pensava que ele havia saído da cama. Quando ele se virou para mim, ele ofegou e puxou seus pés do fim da cama tão rápido que quase me derrubou da cama. Ele me agarrou e nada disse.

Quando meus olhos se acostumaram ao escuro, eu fui capaz de ver o que causou essa reação nele. No pé da cama, sentado e nos olhando, estava o que parecia um homem pelado, ou um grande cachorro sem pelo. Seu corpo estava contorcido de um jeito perturbador e desnatural, como se ele tivesse sido atropelado ou coisa parecida. Por alguma razão eu nao estava instantaneamente com medo dele, mas com pena de sua condição. A essa altura eu estava achando que nós deveríamos ajudá-lo

Meu marido estava em posição fetal, ocasionalmente olhando para mim e depois para a criatura

Em um movimento agitado a criatura cambaleou em volta da cama, chegando a ficar a uma distancia de 1 pé de meu marido. A criatura estava completamente silenciosa por uns 30 segundos (ou talvez uns 5 segundos, mas pareceu 30) olhando para meu marido. A criatura pôs sua mão em seu joelho e correu em direção ao corredor, indo em direção ao quarto das crianças. Eu gritei e corri para o interruptor, planejando pará-lo antes que ele machucasse as crianças. Quando cheguei no corredor a luz do quarto era o bastante para vê-lo a uns 20 pés de distancia. Ele se virou para mim e me olhou diretamente, coberto de sangue. Eu liguei a luz do corredor e vi minha filha Clara em suas presas.

A criatura descia as escadas enquanto eu e meu marido corríamos desesperadamente para salvar nossa filha. Vendo que não escaparia carregando o peso de nossa filha, ele a deixou e fugiu. Ela estava gravemente ferida e disse somente uma frase em sua pequena vida. Ela disse: "Ele é o RAKE".

Meu marido caiu no lago enquanto levava nossa filha ao hospital. Ele não sobreviveu.

Como era uma cidade pequena, a noticia se espalhou rapidamente. A policia foi de grande ajuda no começo, e o jornal local ficou bastante interessado também. Entretanto, a historia nunca foi publicada, e a TV local nunca mostrou a notícia.

Por vários meses, eu e meu filho Justin ficamos em um hotel perto da casa dos meus pais. Depois de decidir voltar para casa, comecei a procurar respostas sozinha. Eventualmente encontrei um homem na cidade seguinte que tinha uma historia parecida com a minha. Nos nos contatamos e começamos a falar sobre nossas experiências. Ele conhecia mais 2 outras pessoas em nova York que haviam visto a criatura chamada de RAKE.

Todos nós precisamos de 2 anos de procura de material na Internet e cartas para conseguir juntar uma pequena porção do que acreditávamos ser aparições do RAKE. Nenhuma das informações nos deu nenhum detalhe, história ou pista. Um jornal tinha um artigo falando sobre ele nas 3 primeiras paginas, mas depois disso, nunca mais o mencionaram de novo. Um diário de capitão não explicou nada sobre o encontro, apenas falando que o RAKE mandou eles irem embora. Aquela era a ultima parte do diário.

Nós descobrimos, entretanto que a criatura visita a pessoa VARIAS vezes. Ele também se comunicava com varias pessoas, incluindo minha filha. Isso nos levou a pensar se o RAKE havia nos visitado alguma vez desde nosso ultimo encontro.

Eu pus um gravador do lado da minha cama e o deixei gravando enquanto dormia, todas as noites, por 2 semanas. Checava todos os sons do meu quarto, de mim rolando na cama, todo dia que eu acordava. No final da ultima semana, eu já estava meio que acostumada com o som que eu fazia enquanto dormia, até que escutei o mesmo som, só que 8 vezes mais rápido que o normal (Ainda era quase 1:00).

No primeiro dia da 3º semana, pensei ter escutado algo diferente. O que eu ouvi era uma voz estridente... Era o RAKE. Não consigo escutar aquilo tempo o bastante para descrevê-la, e ainda não deixei ninguém escutar a gravação. Tudo que eu sei é que já escutei isso antes, e acredito que era exatamente o que falava enquanto estava ao lado de meu marido. Eu não me lembro de escutar nada na hora, mas por alguma razão, a voz no gravador automaticamente me lembra aquele momento.

Os pensamentos que devem ter passado pela mente de minha filha naquela noite me deixam muito frustrada.

Eu não vi mais o RAKE desde que ele arruinou a minha vida, mas sei que ele está no meu quarto enquanto eu durmo. E temo que uma noite eu acordarei e verei ele me observando."

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A foto mais assustadora da Internet

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Recentemente encontrei este vídeo no Youtube, e depois de muita pesquisa, juntei algumas informações sobre a origem e a história da fotografia. Achei difícil a coleta de informações, já que esta história em particular não é tão discutida ou tão bem conhecida como algumas das outras.

Acredita-se que o desenho é um auto-retrato de uma jovem garota japonesa que, supostamente, fez um desenho de seu próprio rosto, antes de digitaliza-lo e publicá-lo na internet. A origem da imagem é desconhecida, mas entrei em contato com o criador do vídeo do Youtube e pedi as informações necessárias para poder analisar adequada e eficientemente o desenho.

Dizem que se você olhar a imagem por uma certa quantidade de tempo, o desenho se mexe. Algumas pessoas relataram ter visto seus olhos se movendo, até mesmo mudarem de cor. Outros relataram que viram seu tórax subindo e descendo, como se ela estivesse inspirando e expirando. Tudo isso acontece porque dizem que o desenho é amaldiçoado, já que a garota cometeu suicídio pouco tempo depois de desenha-lo e posta-lo na Internet.

Alguns alegaram que a imagem não passa de uma animação. No entanto, dizem que se você pausar o vídeo do YouTube e focar na imagem , você ainda pode ver a foto se mover.

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Jail Game

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Fico feliz de ser a primeira pessoa a mencionar o infame “Jail Game”, que é algo que eu sempre verifico novamente a cada ano, pra ver se alguém conseguiu resolve-lo.

Pra quem ainda não ouviu falar dele, o mistério do “Jail Game” começou à alguns anos atrás em um fórum de jogos da Internet. Era um fórum de discussão semelhante aqueles com o tema "Jogos que você não consegue lembrar o nome”. Algum usuário fez uma postagem sobre um jogo que havia jogado quando criança, por volta de 1985. Não consigo mais encontrar a tal postagem, mas era algo do tipo:

Eu me lembro que jogo tinha gráficos muito bons, tipo os melhores que eu havia visto em um jogo naquele tempo. Tudo começou em uma cela muito escura, com um texto que não parava de piscar ​, mandando-lhe para sair de lá. Eu me lembro perfeitamente; as palavras "SAIA" escritas na parte inferior da tela.

Praticamente toda a minha experiência com o jogo era de mover minha personagem inutilmente ao redor da cela, porque eu nunca consegui descobrir como "sair". Era uma visão de cima para baixo, e seu personagem era uma espécie de homem sujo de lama.

As pessoas começaram a responder que também haviam jogado este mesmo jogo, mas não sabiam o nome. As pessoas entravam em conflito até mesmo sobre o console que o jogo tinha saído, pois a maioria alegava que era o NES, mas outros alegavam que era pra um console Atari, ou até mesmo pro C64. Entretanto, todos concordavam com algumas coisas: o jogo tinha gráficos surpreendentes para a época, começava dentro de uma cela, e havia um texto em algum lugar da tela dizendo somente para você "SAIR”.

Enquanto mais e mais informação chegavam, as pessoas ficavam perplexas que ninguém conseguiria encontrar este jogo. Ainda mais estranho, é que quase ninguém jamais afirmava ser capaz de fazer alguma coisa no jogo, além de explorar a cela. Eventualmente, alguém afirmou ter conseguido sair da cela, matando um guarda prisional que entrou na cela em um momento do jogo, mas ninguém se lembrava de qualquer coisa semelhante a isso. As poucas pessoas que haviam jogado não conseguiam se lembrar exatamente de como eles conheceram o jogo, somente que tinham pouquíssimas memórias vívidas. Uma pessoa afirmou que ele definitivamente tinha este jogo, e que estava em algum lugar de seu sótão, mas ele nunca conseguiu encontrá-lo.

Neste ponto, muito tempo já havia passado, fazendo com que o mistério ganhasse um pouco de atenção. Varias pessoas começaram a afirmar terem jogado o jogo, incluindo algumas fraudes óbvias de pessoas que compunham detalhes extravagantes, como o objetivo do jogo ser escapar da prisão e assassinar pessoas e crianças, por exemplo. Dizer a diferença entre as pessoas mentirosas e as pessoas que realmente acreditavam que o jogo existia tornou-se impossível, e o jogo original nunca foi encontrado.

Eu sempre verifico de vez em quando pra ver se alguém descobriu isso, mas agora não consigo encontrar qualquer informação sobre ele, incluindo o segmento original. Alguém sabe se ele está arquivado em algum lugar, ou se qualquer informação sobre ele foi lançado? O mistério sempre me fascinou, porque você poderia dizer que era definitivamente um jogo de verdade em algum lugar, mas havia tantos casos de contradição/falsas memórias e puras mentiras que os detalhes se tornaram impossíveis de serem descobertos.

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Herobrine

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Recentemente, criei um novo mapa no Modo Single-Player do jogo Minecraft. No começo, tudo estava normal, enquanto eu cortava as árvores e criava uma pequena bancada. Mas notei algo se mover entre a densa neblina (tenho um computador muito lento, por isso tenho que jogar com uma renderização minúscula). A principio achei que era uma vaca, por isso fui atrás dela, na esperança de conseguir algumas peles para minha armadura.

Entretanto, não era uma vaca. Olhando em minha direção estava um outro personagem, com a cor de pele padrão, mas seus olhos estavam vazios. Não vi nenhum nome aparecer, e eu verifiquei umas duas vezes para me certificar de que não estava no modo Multiplayer. Ele não ficou muito tempo; simplesmente olhou para mim e rapidamente correu pra dentro da neblina.  Corri atrás dele por curiosidade, mas ele foi embora.

Eu continuei com o jogo, não sabendo o que pensar. Enquanto expandia o mundo, via coisas que pareciam fora do lugar para o gerador de mapas aleatórios; Tuneis 2x2 no meio de rochas, pequenas e perfeitas pirâmides de areia no oceano, e os bosques de árvores com todas as suas folhas cortadas. Constantemente, sempre achava que havia visto o outro "player" outro no meio do nevoeiro profundo, mas eu nunca consegui ter uma visão melhor dele. Tentei aproximar ainda mais minha câmera sempre que pensava ter o visto, mas não adiantava.

Salvei o mapa e fui pros fóruns da Internet, pra ver se alguém havia encontrado o pseudo-jogador. Não havia ninguém que tivesse o visto. Eu criei meu próprio tópico falando sobre o homem e perguntando se alguém teve alguma experiência semelhante. O tópico foi deletado dentro de cinco minutos. Tentei mais uma vez, e o tópico foi eliminado ainda mais rápido. Em seguida, recebi uma mensagem pessoal de um usuário chamado 'Herobrine', dizendo apenas uma palavra: “Pare”. Quando fui olhar o perfil de Herobrine, deu erro na página.

Recebi um email de outro usuário do fórum. Ele afirmou que os ‘mods’ podiam ler as mensagens dos usuários do fórum, e que era mais seguro se comunicar por e-mail. A pessoa que me mandou o email alegou que ele também tinha visto o jogador mistério, e tinha um pequeno 'fórum' de outros usuários que também tinham o visto. Seus mundos estavam obviamente recobertos de características estranhas também, e eles diziam que o jogador misterioso não tinha pupilas.

Cerca de um mês se passou até que eu recebi noticias de meu informante novamente. Algumas das pessoas que haviam encontrado o homem misterioso procuraram o nome Herobrine, e descobriram que aquele nome era freqüentemente utilizado por um jogador da Suécia. Depois de recolher mais algumas informações adicionais, foi revelado que o jogardor era o irmão de Notch, o desenvolvedor do jogo. Eu, pessoalmente, enviei uma mensagem à Notch, e perguntei se ele tinha um irmão. Demorou um tempo, mas ele me mandou de volta uma mensagem muito curta:

“Eu tinha, mas ele não está mais entre nós.

-Notch."

Eu não vi o homem mistério desde nosso primeiro encontro, e eu não notei qualquer outra alteração em meus outros mapas. Felizmente, consegui tirar um 'print screen' quando o vi pela primeira vez. Aqui está a única evidência de sua existência:


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