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13/06/2016

NES Godzilla (Replay) - Corona


Eu deveria ter ido ao trabalho hoje, mas decidi ficar em casa, "doente". Não estou tão doente assim, mas eu não tenho dormido muito bem nos últimos poucos dias. Não pelos pesadelos (Eu não lembro dos meus sonhos faz um tempo), mas sim por quê eu não consigo parar de pensar sobre o jogo.


Eu até que estou curtindo o jogo, mas tenho a sensação de que se eu continuar jogando verei algo que eu não devia.

Todavia, não vejo muito problema em zoar com a tela de senha até eu obter algumas combinações que irão gerar resultados reais. E a única maneira de consegui-las, é passando pelo jogo, logo, pelo World 3.

O World 3 é "Corona", tem um tabuleiro roxo e 4 tipos de level. Esse mundo não levaria muito para completar desde que o Boss estava à apenas 3 passos do meu ponto de partida. O que me pareceu um pouco diferente, pois o Boss de Gelid estava a 15 passos de distância. Como o caminho é muito curto, passarei por ele em poucos minutos, mas eu tentarei ir com calma.

Os Levels estão aqui;
POWER PLANT
REFLECT
PATZER
FOREST

E um Boss, que era o King Kong. O que me surpreendeu era um personagem renomado aparecendo. Eu não sei de qualquer conexão entre Godzilla e o Kong, mas eu acho que isso não importa.


A Power Plant é um level escuro, sombrio, cheio de tijolos de granito, nuvens carregadas, e bastões de energia. A eficiência do lugar é questionável, desde que os bastões de energia não tinha cabos conectores. A música tinha uma batida eletrônica.

Seguindo em frente, encontrei inimigos peculiares, e vi que alguns dos bastões de energia tinham cadeiras elétricas conectadas à eles, nas quais algumas estavam ocupadas por criaturas mortas (ou que seriam mortas). Á cada segundo, um raio caia e iluminava a tela.

Os bastões de energia parecem funcionar como um para-raios e um gerador, que suga o poder dos raios e matava a criatura na cadeira enquanto a eletricidade fluía. Então aquilo é uma usina elétrica e um campo de execução.

Como aqueles bastões atraiam os trovões, o único perigo era ser atingido e só se eu ficasse perto deles eu seria atingido.

Não é difícil de passar por ali, mas com todas aquelas coisas tristes gritando de dor enquanto seus cérebros eram fritos, não era uma atmosfera leve. O level era uma caminhada eterna para a direita, então não havia exploração em potencial, o que fazia meu caminho mais rápido.


"REFLECT" é um level parecido com um castelo cheio de espelhos. Tinha um background estranho, e uma música igualmente estranha. Como os cristais na Zona da Isolação, os espelhos ali serviam como teleportadores.


Precisei da minha adivinhação para saber em qual espelho entrar, mas o level não parecia muito grande. Eu apenas espero que algo me mostre alguma indicação que diga que eu estou indo para o fim ao invés de andar em círculos.
Os espelhos eram diferentes dos cristais dos quais as criaturas saiam pelos espelhos aleatoriamente. Normalmente eram aquelas criaturas voadoras feitas de vidro quebrado. Eu odeio aqueles bastardos pois você toma dano se tocá-los.

Enquanto explorava eu encontrei outra criatura que falava:


"Sou a coisa mais linda que existe por aqui"


Tentei fazer ela me dizer uma senha, mas ela estava muito preocupada.

Demorou um pouco, mas eu encontrei esse mini-boss, quem eu presumi ser o guardião da saída. Ele se move rapidamente mas ele não dá muito dano. Eu tinha a vantagem de ter muito mais espaço para me mover dessa vez, então os seus raios eram facilmente desviados.





O que temos aqui?



Ah, Rodan! Um monstro que eu finalmente reconheço! É um dos bons, mal posso esperar para testá-lo. Eu me lembrei de que eu não havia lutado com King Kong ainda. Eu estava tentado a usar Rodan, mas eu irei usar o Godzilla com esse daqui. Não sei o que esperar.

Caramba, ele é mais difícil do que eu esperava. Ele desvia dos meus ataques e tirava muito da minha vida.





No meio da luta o jogo começou a bugar para caralho:



Entranho, mas eu não estou reclamando. Agora é a vez do Rodan! Em "Patzer"...
Antes do level começar me pediram para "escolher um rei"?!

"Escolha um rei"

Oh, entendi. É um level com o tema de xadrez.


Não envolve jogar xadrez, na verdade. É uma coisa boa, pois eu não jogo xadrez há 8 anos.



Rodan era um bom adicional, pois fazia quase tudo que o Godzilla fazia e também voava. É apenas minha primeira impressão, mas ele parecia um personagem promissor e eu estou certo de que voar irá ajudar depois. Como o level, os carinhas pretos e brancos do xadrez não prestavam muita atenção em mim desde que eles estavam lutando entre si. Então isso faz voar e olhar em volta, procurando um dos reis, bem mais simples. 

Eu não acho que importa que rei eu pegar, então vou pegar o primeiro que eu encontrar.



Ah, ali está ele!
Então eu fui e bati nele, enquanto o level termina com outra tela de info.

"A Equipe Preta ganhou"


Foi bom para a equipe preta. Estou feliz com o final do level, pois estava começando a mexer com meus olhos. Vamos ver como é o level da floresta;



Sim, parece como um level da floresta típico. A música é relaxante. Indo para a direita, como sempre...



Do nada aquelas coisas grandes que pareciam morcegos começaram a planar, partindo das árvores. Eles estavam caçando criaturas marrons. Tentando sair daqui antes que eu seja mordido.



Eu fugi dos morcegos, nem tinham muitos deles. Não há nada de importante por aqui.



...por quê tudo perdeu a cor? E a música mudou, mas-





"Você não é daqui"


"Saia"


... Eu não sei que merda é aquela.
Talvez eu devesse apenas desligar essa coisa.

.

Então novamente, tudo o que eu tinha que fazer era a luta com o boss...
.
.
.
.



Esse cara é muito mais móvel que o último boss era, e também usava seu ataque de fúria quase constantemente. Normalmente isso apenas iria drenar o poder dele até o fim-




-A menos que ele possa ir para o topo da arena, ser atingido pelo raio e se recarregar. Eu poderia o atingir facilmente enquanto ele se recarrega, mas logo ele faria um ataque com os raios que enche a barra na tela.



Ele não parecia ter outros ataques que não fosse o raio, então eu esperava pelo medidor de energia diminuir e o batia com toda força. Era só uma questão de tempo.



E com um chute na cara, ele estava derrotado!



Não sei por quê, mas por alguma razão me senti bem por ver outro símbolo naquela parede. Eu gostaria de ver aquela coisa completa, mas talvez não seja uma boa ideia. Aquela... coisa na floresta me deu uma sensação muito ruim. E ela não ficaria feliz se soubesse que eu estaria voltando.


Continua...

13/08/2015

NES Godzilla (Replay) - Senhas


Ao invés de cair imediatamente no mundo 3, decidi experimentar a tela de passwords hoje.  Eu não sei que resultados eu conquistarei (se eu conquistar algum).
Era a mesma música assustadora tocando, mas a caixa de texto foi alterada. “ESQUERDA”, “DIREITA” e “FIM” haviam desaparecido, B e A moviam o segundo seletor enquanto Start enviava o código. Havia um novo ícone no lugar deles, que estava em alguma linguagem que eu nunca havia visto.
Primeiro eu tentarei nomes do passo-a-passo do Zach:
Pathos: Não funcionou.
Trance: Também não funcionou.
Dementia: Nada
Entropy: A tela ficou branca por um segundo, mas então voltou como se nada tivesse acontecido. Eu entrei com o código novamente e ele foi rejeitado.
Extus: Nada
Zenith: Não funcionou (e eu não sabia se eu queria mesmo entrar ali)
Então eu não podia acessar qualquer mundo que o Zach acessou. Não só isso, eu não podia acessar nem mesmo os mundos que eu já havia jogado – “Gelid” também não fazia nada. Aquilo me fazia tentar senhas do jogo e adivinhar. Eu tinha que pesquisar para ver quais eram...
*5 minutos depois*
O teste de sons e os códigos do “Destroy all the monsters” funcionaram.
Os carinhas do CD players não faziam nada (de longe eu podia afirmar). O teste de sons consistia em tocar músicas que eu havia escutado no jogo. Provavelmente atualizava a biblioteca de canções enquanto o jogador progredia.
O “Destroy all the monsters” me enviava para essa área onde eu era um robô que usava um facão para matar pequenos monstros. Não havia vidas, tempo limite nem nada. A música de password tocava de fundo.
Aquilo me fez sentir desconfortável, então eu não joguei muito.
Agora que eu tinha ido em todas as minhas outras opções, eu queria ver o que o novo ícone da linguagem fazia.
Uau.
Eu não entendia nada, mas estava feliz de ter a opção de voltar para o Inglês. Mas antes eu colocaria uma senha usando aquilo só para ver o que aconteceria.

Para minha surpresa, aqueles dígitos aleatórios deram um resultado. Outro jogo estranho, no qual o único objetivo era coletar amostras sanguíneas de cada um dos monstros e colocar nos frascos. Eu não sabia o que o 120 significava, aquilo estava ali o tempo todo.
Após fazer isso, o jogo voltou para a tela de senhas.
Tentei outra combinação, e obtive outro joguinho. Quantos jogos essa coisa tinha?

Dessa vez tinha um ratinho amarelo num barco a remo no oceano. Apenas remando. Remando, remando, remando seu barqu-

Por quê tudo escureceu?

Droga!
Como era para eu me desviar daquilo?
Coloquei o mesmo código, tentando recomeçar, mas não funcionou dessa vez. Eu vou tentar mais um;

Não faço ideia do que está acontecendo aqui. Talvez seja uma corrida, mas não pareço estar chegando à lugar algum. Quando eu pedalo para trás, a coisa voadora me acompanha. Pedalei por mais alguns minutos, mas nada mais apareceu.
Esses jogos do Password eram interessantes, porém improdutivos. Tinha ainda uma palavra para testar, mas eu tinha que ir para a tela em Inglês:

E resultou em algo!

Agora eu estava intrigado. Parecia que isso me daria mais perguntas como sobre o que esse jogo era. O que realmente chamou minha atenção era o texto vermelho sangue dizendo “NÃO REDISTRIBUA ESSE CARTUCHO”. Claramente alguém não queria que esse jogo fosse passado a diante.
Era um pouco tarde para isso, mas como o atual dono, eu realmente queria saber o motivo no qual o cartucho não deveria ser redistribuído.

Porcaria! Bem quando eu achava que chegaria em algum lugar, ele pediu OUTRA senha. Por que essa coisa precisava de autorização? Que diacho era o “Projeto Transcendência? ”

Eu acho que eu não encontraria agora, pelo menos não agora. Talvez outra criatura iria me dar o código de autorização.

NES Godzilla (Replay) - Gelid

Prólogo
Terra
Gelid
Senhas
_____________________

Não estou certo sobre o que pensar desse jogo. Eu enviei minhas anotações da parte 1 para o Zach ver o que achava disso, para ver se ele podia dar uma olhada no que estava acontecendo.
“Eu te disse antes. Eu não sei como o jogo faz essas coisas. Se você está achando que eu coloquei essas coisas no jogo, você está enganado, pois é a primeira vez que eu vejo isso. Parece que o jogo se recriou desde que eu o joguei. Não é um bom sinal. ”
Não foi uma resposta útil, mas bem... eu não sei o que eu esperava dele. Enquanto no jogo, eu estava entrando no mundo 2 hoje.


Se chamava Gelid. Sem mais planetas então?
E ali estava o mapa de “Gelid”. Eu estava feliz em ver que eu tinha o Godzilla! Tinha uma grande variedade de levels. Aquele símbolo que parecia mal no final devia ser a saída. Eu espero não encontrar com o Red ali.
Apertando Select nos ícones do level, descobri que esses levels tinham seus próprios nomes que eram:
“TUNDRA”
“CAVERNA DE GELO”
“ZONA DE ISOLAÇÃO”
“CAMINHO PERDIDO”
“TEMPLO DO SILÊNCIO”
 “PECADO”
Os dois primeiros soavam razoáveis..., mas os outros, eu não tenho ideia. Eu vou começar com o nível da Tundra.
TUNDRA
A Tundra era bem o que eu esperava. Era bem bonito de se olhar. Godzilla agia normal, mas se movia levemente mais rápido. O que era bom. A música aqui era uma faixa nova com uma vibe sutíl. Tinha um som “invernal”, e parecia mais avançada que as músicas casuais do NES.
As criaturas da fase não eram mais dinossauros, ao invés disso, a Tundra era lotada de várias bestas. Eu suspeitei que seria o caso pelo resto do jogo, mas eu não sabia.
Não haviam muitos por aqui. Eu não tinha que usar tantos ataques pois a maioria das criaturas aqui eram não agressivas. Eram até muito calmas.
A geada havia virado uma nevasca. Era difícil de ver e eu estava passando entre mais e mais corpos enterrados na neve.
A neve ficou insuportável e isso quase fez chegar ao fim do level parecer impossível. Quando comecei a perceber que meu tempo de observação havia acabado, eu cheguei ao fim rapidamente.
Não tinha muita resistência inimiga. Na verdade, eu não cruzei com nada vivo perto do fim.

CAVERNA DE GELO
Após ter que lidar com a nevasca, eu estava feliz que esse level era a “céu fechado”. Eu não podia sair por razões óbvias, então eu entrei pela direita. A música era muito diferente – algo entre “relaxante” e “entorpecente mental”.
Essas criaturas azuis eram inimigos que me perseguiam. Elas não davam muito dano, mas eu preferi correr delas, tentando conservar minha saúde.
Tinha também inúmeros poços espinhosos que eu tinha que pular sobre. Era bem difícil de fazê-lo enquanto corria das bestas. Você pode me ver caindo num desses na screenshot.
Eu também tive problemas com aquelas coisas que usavam o sopro congelante. Elas pareciam ficar hostis com a minha presença e esperavam para atacar no momento mais inconveniente.


O level acabava com uma luta contra essa criatura coberta de cristais. Tinha pouco espaço para me mover sem ser espetado pelas estalactites, mas o boss não parecia ser afetado por elas. Ele se movia rapidamente e podia girar no ar, mas ele não era mais esperto que os outros inimigos.
O primeiro boss real era um siri chamado “Ganimes”. Talvez fosse um monstro do Godzilla, pois eu nunca ouvi sobre ele antes.

A luta foi bem fácil. O siri se movia para frente e para trás enquanto batia com suas garras, então pulava e cuspia. Eu tive um trabalhinho chutando ele constantemente na cara.
As coisas estavam indo bem até agora, mas eu só estava na metade do caminho.
ZONA DE ISOLAÇÃO
Esse level é algum tipo de plataforma espacial lotada de cristais flutuantes. Uma música lenta e solitária tocava ali. Alguns dos cristais tinham coisinhas parecidas com bebes dentro delas, nos quais eu podia bater socando os cristais.

Quando eu socava um cristal vazio, ele me levava a uma pequena área encubada. Eu fui para quatro delas, a primeira foi a screenshot acima, a segunda era a mesma, exceto que a sala estava vazia. A terceira me mandou para um corredor congelado, que eu tinha que correr para passar dos monstros que emergiam de buracos nas paredes.

E o quarto me mandou para esse pequeno personagem. Eu andei nele e uma tela de texto apareceu. Ele tinha algo a dizer.
“O primeiro homem a andar na lua foi Ezekiel Zanderfruit”
Um... alguma referência? Não, sinceramente, eu não entendi.
E era o fim do level aparentemente.
Outra luta contra um boss, e dessa vez o oponente era uma tartaruga gigante chamada “Kamoebas”.
Era mais lenta que Ganimes e não tinha ataques destemidos. Mas era mais resistente a dano, e não parecia se mover em padrão.

Às vezes estendia seu pescoço para me morder, mas era facilmente desviada. Eu estou ficando um pouco incomodado com o quão baixa minha vida é. Posso só esperar que o jogo incremente minha barra de vida em breve.
CAMINHO PERDIDO
Era também um level flutuante como a Zona de Isolação, com exceção do fundo cheio de nuvens e numerosas plataformas. A música era gentil e calma, soava como uma canção de ninar. Procedi na direção das setas (mesmo que eu houvesse que ir para a direita, sempre).
Esse level me deixava na borda pois eu nunca podia dizer se eu iria pousar numa plataforma quando eu pulasse ou se eu iria fazer o Godzilla cair para sua morte.
Parece que as plataformas são densamente empacotadas nas screenshots, mas são como se fossem conchas de plataformas pelo nível, onde têm espaços vazios entre elas. Eu tive que fazer vários “saltos de fé”.

Tinha muitas criaturas ali, e alguns inimigos dos levels anteriores. Entre elas o sopra gelo (chato para caralho). É mais fácil dar cabo nelas ali do que quando estavam em cavernas, pois eu podia fazer elas caírem dos blocos. Eu matava todos os sopra gelo para evitar ser congelado por um deles em meio à um salto.
Após rodear por ali por alguns minutos, encontrei essa plataforma de blocos de ouro que se movia para cima e para baixo. Isso me levou para uma área com um dinossauro azul (por quê tudo era azul em Gelid?), que eu pensei ser um inimigo, mas ao invés de me atacar ele começou a me seguir de volta.
Como o dinossauro e eu continuamos, nós vimos muitas criaturas vagando em volta, olhando confusas para nós. Então eu percebi que as setas não levavam a lugar algum, e sim, guiavam os ocupantes daquele lugar à becos sem saída.


Então agora eu estava ignorando as setas, e ao invés delas, eu estava procurando blocos de ouro. Eu não tinha ideia de qual direção seria a saída, mas eu tinha muita ideia de quais me levariam a isso.
Tinha também algo flutuando que parecia uma bolha de neve. Eu não sabia para que aquilo servia.
Após usar mais dois blocos elevadores, de ouro, encontramos esse carinha quem disse:


“Eu sou Usol. Eu não sei como eu cheguei aqui. Por favor, me ajude.
Me senti mal por aquela pobre criaturinha, então eu mesmo sem pensar nisso, eu soltei um “Certo”.
“Obrigado”
Ele respondeu ao que eu disse e aquilo me fez pirar. Eu não havia pressionado botão algum ou qualquer outra coisa, mas o “Usol” ouviu minha voz, de algum modo.
Isso me fez pular, mas Usol parecia bem inofensivo. Então eu fiquei de olho na saída.

.Eeeee nós encontramos a saída. Levou uns seis minutos de procura, mas a saída ficava bem atrás do lugar de onde comecei.

TEMPLO DO SILÊNCIO

Bem no começo, um inimigo veio rastejando até mim. Parecia uma lesma com braços amarrados e uma boca serrada. Ele não tinha outros ataques além de correr até mim. Não tinha música ou qualquer outro som aqui.

Haviam muitos inimigos nesse level. Eu tentava pular sobre eles/passar eles. O templo parecia ser nada mais que um corredor de inimigos.
Cheguei na ponta do corredor. Tinha uma saída que me colocou em outro corredor entre o primeiro, voltando à esquerda.
Eu não tinha muito para dizer sobre esse level, exceto que ele tinha uns inimigos estranhos para caralho, e que a falta de sons me dava um sentimento inconfortável. Sem mencionar as estátuas.

Aqui estou eu, no fim do level. Muitas daquelas coisas multifacetadas em forma de cabeça estavam flutuando em volta.
E era o último dos levels de Gelid. Bem, quase. Ainda tinha que passar por “Pecado”.

Antes de adentrar ali, eu estava tentando figurar o que aquilo podia ser. O nome é muito vago, mas sugeria algo desconfortável. O ícone do level não me dava muitas pistas.

É, eu não sei. Não posso dizer nada.


É uma luta com um boss! Eu devia ter adivinhado. Só de ouvir a música, eu podia dizer que era um boss.

Eu cheguei perto de ser atingido por um raio de calor. Não deu muito dano, mas eu só tinha quatro barrinhas de vida, então eu não podia tomar muitos hits.

Tentei correr e bater e fui empurrado para longe. Se eu estivesse longe dele, ele usaria um raio congelante que saia pelo seu olho. O único jeito de derrota-lo era continuar me movendo constantemente.

 O método de batalha do “esquilo hiperativo” provou ser um sucesso. Lethar agarrava o Godzilla, e era quando ele tomava um raio de calor na fuça.
Após Lethar morrer, uma imagem de um portão apareceu. Tinha sete buracos, um tinha o ícone de Lethar e os outros 6 estavam vazios.

Após apertar Start, fui enviado para a tela inicial. Desliguei o jogo por enquanto.
Bem, isso foi... insano.  Enquanto eu jogava eu fiquei tão envolvido que eu meio que esqueci que nada disso deveria estar acontecendo. 
O jogo não parecia seguir temas específicos, como tudo em Gélido sendo frio e azul. Mas sobre resto, eu sinto como se um engarrafamento estivesse no meu cérebro. Eu preciso de um descanso.