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Desafiei Meu Melhor Amigo a Arruinar Minha Vida (PARTE 8.1)

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Olá pessoas,

Este capítulo da creepy eu dividirei em duas partes pois o tempo na semana foi bem curto e não conseguiria terminar a tradução completa, então pra não deixar vocês sem, postarei metade essa semana e a outra metade semana que vem.

Keep it Creepy and Praise Satan!


Parte 1

Parte 4

Parte 5

Parte 6



Bem... estou de volta. Olá a todos. Estou vivo.

Eu... bem, começarei a contar o que aconteceu. Estou tremendo enquanto penso em escrever tudo, mas tenho que terminar isso.

Depois que eu postei minha última atualização, foi a hora. Estava me preparando para esse evento há tanto tempo que foi difícil acreditar que acabara de clicar em enviar. Não pude comentar e responder para todos que a parte 7 estava pronta. Desculpe. Eu tinha que ver a reação de David.

Coloquei meu celular no bolso e observei David do outro lado da rua. Ele estava jantando como eu disse no meu post. Seu celular disparou claramente, porque ele levantou a cabeça e o pegou da mesa. Eu sempre via o celular dele tocar quando postava algo, então sabia que ele tinha definido um alerta.

Observei seus olhos varrerem o post com interesse. Então seus olhos se arregalaram lentamente. Eu soube quando ele chegou na minha parte favorita, porque seu olhar subiu e olhou ao redor do restaurante. Ele embrulhou seu sanduíche e rapidamente saiu do restaurante, seus olhos examinando a rua e olhando para o celular para continuar lendo.

Foi uma cena muito satisfatória. Me faz sorrir só de pensar nisso.

Não o segui para casa. Em vez disso, esperei pelo e-mail inevitável.

Você quer saber por que David estava com tanto medo do meu vazamento de informações? Ele estava com medo porque a Internet era seu porto seguro. Ele era poderoso lá. Quando tivemos a nossa conversa, e por muito tempo depois disso, eu era o analfabeto do computador e ele governou esse domínio. E agora eu conseguira localizá-lo em seu lugar seguro. Antes, eu tinha sido fraco e um alvo fácil para seus jogos. Agora que eu tinha lutado seriamente de volta e o ameaçava, ele estava preocupado.

O e-mail veio enquanto eu ainda podia vê-lo indo embora.

“Olá Zander. Bravo, mas eu não vou te encontrar em público”, escreveu ele.

Para ser honesto, publiquei o Welles Park online porque imaginei que ele gostaria de mudar o local se fosse um lugar público, e eu não queria divulgar o endereço real online. Eu não queria que ninguém se envolvesse e se machucasse. Desculpe por mentir. Pedirei muitas desculpas por mentir até o final deste post.

Eu disse a ele que enviaria o novo endereço por e-mail 15 minutos antes da hora de se encontrar. Ele não respondeu. Eu não queria que ele tivesse o endereço muito cedo e aparecesse para preparar qualquer armadilha. Ele realmente deveria ter sugerido um local próprio, mas não o fez.

Me levantei. Hora de ir ao armazém e esperar.

O local que eu havia escolhido costumava ser um depósito de algum tipo. Não ligava para o que era usado, só que foi abandonado e desprotegido. Se David tentasse algo estúpido, o que eu achava que ele ia fazer, eu não queria mais espectadores inocentes no caminho.

Peguei um Uber para uma área suburbana a poucos quarteirões de distância. Quando o Uber saiu, eu fui até o armazém.

Quando cheguei, já eram quase 9 da noite. Não estaca completamente escuro ainda, mas estava quase. Andei pelo perímetro do armazém, procurando por qualquer sinal de que David havia chegado. Não havia nenhum sinal que eu pudesse ver.

Me aproximei de uma porta lateral e tirei uma chave do meu bolso. Destranquei as correntes da maçaneta da porta e as guardei quando entrei. A paisagem mudou de uma noite ambiente na cidade para uma tumba.

A fábrica tinha um único andar que era um grande espaço aberto. Bem acima dela, passadiços percorriam as vigas, todas partindo do escritório do gerente do depósito, que era um cubo de metal suspenso em uma das extremidades do local.

O andaime de prateleira que havia sido abandonado acabou com o espaço vazio. Caixotes e paletes estavam espalhados por aqui e ali, fazendo esconderijos. Eu já havia chegado e os organizei estrategicamente para o caso de um tiroteio.

Foi também quando eu tive que colocar correntes em todas as portas. Havia quatro entradas no armazém, sem incluir as janelas perto do teto. Eu havia trancado todas elas, exceto a que eu entrei. Era como um local que leva ao abatedouro. Se você já foi à algum, sabe do que estou falando.

Não havia mais nada a fazer senão esperar agora. Enviei-lhe o endereço às 9:45.

Um chocalhar da porta da frente me alertou que ele estava aqui. Ele estava meia hora atrasado, o que foi uma tentativa de me irritar. A porta sacudiu repetidamente, mas as correntes a fecharam. Estava escuro agora. A única luz entrava pelas janelas vinda dos postes estilo industrial do lado de fora.

"Como eu deveria encontrá-lo se você não me deixar entrar?" David chamou do lado de fora. O cabelo da minha nuca se arrepiou, apesar de todos os meus preparativos. Já era tempo.

David tentou todas as três portas. Ele pulou a única que estava destrancada até que cedeu. Ele sabia o que era uma entrada de abatedouro, mas não tinha escolha. As janelas eram muito altas e resultariam em uma queda fatal assim que ele entrasse.

A porta lateral silenciosamente abriu e entrou David Desgraçado King. Fiquei onde estava, atrás de uma caixa de madeira cheia de paletes. Se ele veio para filmar, eu não queria ser um alvo fácil.

Palmas lentas encheram a sala ecoando.

"Muito bem", David gritou. Eu olhei através das paletes para ver a porta fechada atrás de David. Ele estava sozinho.

"Onde ela está?" Eu disse apenas alto o suficiente para ser ouvido.

"Estou muito impressionado com você, Zander. Completamente inesperado.” Ele puxou o telefone do bolso, iluminando a parede atrás dele. Então começou a ler.

“'Foda-se, David.' 'Hashtag, Foda-se David King.' 'Zander, seu bastardo brilhante.' 'Vá buscar a sua garota!' 'Estamos vindo para você, David.' Milhares destes, quase todos dizendo a mesma coisa! Como se sente ao ter pessoas torcendo por você? Você se sente melhor equipado para lutar comigo agora?"

"Onde. Ela. Está?" Repeti, pausadamente.

David bateu na porta atrás dele e ela abriu. Era Katie. Seu rosto estava vermelho e brilhando de lágrimas. Fita adesiva tinha sido enrolada em torno de sua cabeça inteira várias vezes, cobrindo sua boca. Seus pulsos tinham sido amarrados de forma semelhante. Uma tira de fita também amarrava os tornozelos, mas tinha folga suficiente para dar pequenos passos. Um braço grosso estava em volta do pescoço dela quando um homem alto e loiro de cabelos encaracolados a conduziu para o quarto.

"Eu disse para deixar o seu parceiro para trás!" Gritei. Minha voz ecoou pelo local.

"Se você não o quer aqui, então venha matá-lo", disse David.

Eu não respondi. Maldito.

“Então, Zander, como você gostaria de continuar? Você que está comandando o show aqui." Disse David, olhando ao redor do armazém.

"Mande Katie pra cá e vá embora."

"Desculpe, não tenho garantia de que você não liberará todas essas informações de qualquer maneira. Venha aqui e vamos discutir meus termos."

"Nem fodendo."

David olhou para seu parceiro, e seu parceiro usou seu braço livre para socar Katie na costela. Ela gritou o máximo que pôde através da fita adesiva e vacilou, mas o homem loiro a segurou pelo pescoço.

"Podemos fazer isso a noite toda", David sorriu.

Me levantei. Meu esconderijo estava a esquerda de David, então eu andei em um semicírculo até que fiquei diretamente na linha de visão de David.

"Aproxime-se", ele sorriu.

Avancei até que estávamos separados por uns dois metros.

"Olha como você mudou", disse ele. “Seu cabelo está bonito. Você deve sempre tingir mais escuro. Você está tão estoico agora! Confiante! Estar em fuga mudou você! Eu acho que tudo o que tínhamos que fazer para aumentar o esforço mínimo requerido era fugir, né? Então talvez pudéssemos ter evitado toda essa confusão. Então, novamente, tudo foi tão divertido.”

"Vamos acabar com isso", eu rosnei.

"Tão hostil", David comentou. "Qual é o seu primeiro termo?"

"Ele sai", eu disse, apontando para o homem loiro.

"Ok", David deu de ombros. Antes que eu pudesse processar o que estava acontecendo, ele puxou uma arma do bolso da jaqueta e atirou na cabeça do homem loiro. Ele desabou, arrastando Katie com ele. Katie deu um grito abafado e se soltou do corpo dele, arrastando-se para trás ao longo do chão. Ela recuou para a parede e ficou lá, olhos arregalados.

David olhou para o corpo antes de lentamente virar a cabeça para mim.

"Minha vez."




Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigado! Se gostou, comente, só assim saberemos se você está gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião!




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Encontrei o celular de um assassino em série.

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Bom dia/ Boa tarde/ Boa noite, Heitor outra vez :3
Desculpem ter atrasado um tanto hoje, acabei perdendo o trabalho de uma creepy que já tinha traduzido aí traduzi essa aqui. Essa é uma série com 4 partes, que faz parte de um universo maior feito pelo próprio autor. Estou aguardando uma resposta dele quanto a isso, mas se tudo der certo, planejo traduzir todas as histórias dele pra colocar aqui de tempos em tempos. É essencial que vocês digam o que acham da ideia, e das creepys, pra que eu saiba que vale a pena (é um universo de contos bem grandinho). De qualquer forma, obrigado por ler até aqui e aproveite a história!
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Registro de texto (04/11/18) Começando às 10:42pm

BRNR3: Olá? Alguém encontrou meu celular?

Você: Sim, eu encontrei. Trabalho na manutenção do hospital e ele estava na pilha de descarte para antigos achados e perdidos.

Você: Não estava tentando roubá-lo ou qualquer coisa, eles só se livram de coisas perdidas após um mês. A etiqueta diz que isso foi deixado aqui pelo fim de Setembro. Mas se você quiser de volta, legal.

BRNR3: Foi em qual hospital?

Você: No Hospital de River North. A etiqueta diz que foi deixado por um desconhecido… Acho que esse é você… Na sala de emergências. É você mesmo?

BRNR3: Sim, é. Não tinha dinheiro pro médico, então decidi sair sem dar meu nome.

Você: Merda, cara. Que droga, hein. Mas telefone legal. Pensei que tinha dado a sorte grande essa noite. Só carreguei e liguei, quando você mandou a mensagem. Você deve ter procurado por ele, né?

BRNR3: Sim, recebi um alerta quando ele ligou. Quando posso pegar ele de volta?

Você: Bem, posso levá-lo de volta ao hospital amanhã à tarde. Então eles vão guardá-lo pra você até que você possa ir pegar.

BRNR3: Bem

BRNR3: Isso poderia servir.

BRNR3: Ou eu posso simplesmente ir pegar com você hoje à noite. Não estou tão longe de você agora, na verdade.

Você: Kkkj. Boa piada cara. Pontos por ser assustador. Mas, nah, só vou deixar nos achados e perdidos amanhã. Tenha uma boa noite.

BRNR3: Não estou brincando.

BRNR3: Você mora na Rua Abercorn, certo? Consigo ver a localização do meu celular também. E conheço a área. Aposto que você vive no grande complexo de apartamentos.

Você: Olha, cara. Não estou tentando ser estranho nem nada. Mas eu não conheço você. E eu preferiria só deixar ele no trabalho e deixar você pegá-lo lá, se estiver tudo bem pra você.

BRNR3: Estaria tudo bem, mas estarei pegando um avião amanhã pela manhã. Ficarei fora por duas semanas e vou precisar desse celular. Tenho usando um gravador faz mais de um mês e tenho muita coisa nele que vou precisar enquanto estiver fora. Por isso que venho procurado tanto reaver ele.

BRNR3: Por favor, eu não sou nenhum louco. Mas eu realmente preciso pegar meu celular hoje à noite.

BRNR3: Por favor, vou lhe dar uma recompensa por ter achado.

Você: Neh, não precisa disso. Olha, eu moro nos Apartamentos Belvedere. Manda uma mensagem quando você estiver aqui e eu vou levar pra você. Tá bom?

BRNR3: Sim! Maravilhoso! Muito obrigado mesmo. Te respondo em 15 minutos.

BRNR3: Obrigado mais uma vez!

Registro de texto (04/11/18) Começando às 11:08pm

BRNR3: Certo, estou quase aí.

Você: Legal, tô descendo.

Você: Cadê você?

Você: Estou na frente da entrada principal do prédio. Suéter cinza.

Você: Olá? Tá frio e estou quase voltando pra dentro. Você tá aqui ou não?

Você: Ok. Foda-se. Desculpa, cara. Não sei se você se perdeu ou o quê, mas você vai ter que pegar no hospital. Depois.

Registro de texto (05/11/18) Começando às 1:18am

BRNR3: Desculpe por não ir pegar o celular. É que

BRNR3: Eu estava pensando. Você mexeu no meu telefone?

BRNR3: Mexeu?

Você: Q? Não. Não mexi na merda do teu celular. Sai daqui, eu quero dormir, porra. Pega de volta no hospital.

BRNR3: Tem certeza? Tem certeza que você não mexeu no meu celular?

Você: E no que eu mexeria, seu anormal?

BRNR3: Eu acho que você mexeu. Acho que você viu todas as fotos. Os vídeos. Tudo.

Você: Pega seu celular no hospital. Se você me mandar mais alguma mensagem, EU VOU olhar seu celular e chamar a polícia pelo assédio.

BRNR3: Não. Chame a polícia e você morre.

Você: Quem caralhos é você? É você Jamie? Jamie, isso é algum tipo de pegadinha estúpida? Nada legal. Tô cansado demais pra essa merda.

BRNR3: Não sou Jamie.

Você: Então quem é?

BRNR3: Um amigo. Por hora.

Você: Não me mande mais mensagens.

Registro de texto (05/11/18) Começando às 2:42am

Você: Okay. Desculpe. Desculpe por pegar seu celular. Vou deixar ele onde você quiser. Não sei quem você é, e nem quero saber. Eu não chamei ninguém. Só quero que você pegue seu celular de volta e me deixe em paz.

BRNR3: Então você mexeu no celular.

Você: Sim. Eu realmente não tinha mexido antes. Mas agora eu mexi. Só um pouco. Era tudo real? Por favor, me diga que era falso. Não vou ficar irritado.

BRNR3: Era real. Se for tranquilizante pra você, nada é rastreável para algum crime em particular, então você não está ocultando evidências por não chamar a polícia.

Você: Eu juro que não vou chamar. Não vou. Só quero sair disso. Me deixe te devolver o telefone ou destruir ele ou qualquer coisa que você queira. Só me deixa sair disso e vou esquecer até que você existe. Eu juro.

BRNR3: Acredito em você. Quase totalmente. O problema é, praticamente acreditar em você ainda quer dizer que você precisa morrer.

Você: O que? Eu não sei de nada, é sério!

BRNR3: Você sabe. Então se você quer evitar morrer, precisa me fazer acreditar totalmente em você.

Você: Ok. O que você quer que eu faça?

BRNR3: Bem, pra que eu acredite totalmente em você, você precisa estar envolvido nisso. Envolvido no que eu faço. No que está nesse celular. Tomar partido disso. Assim contar comigo é contar com você mesmo. Entendido?

Você: Não posso fazer isso. Não posso ferir alguém.

BRNR3: Eu acho que você se surpreenderia com o que consegue fazer com um empurrãozinho. Mas eu não espero muito de você. Você é novo nisso tudo, e não sou irracional. Então vamos começar com algo simples.

BRNR3: Você precisa escolher.

Você: Escolher o que?

BRNR3: Escolher a próxima pessoa que eu vou… conhecer. A próxima pessoa que eu vou tratar como você viu no celular.

Você: Não posso fazer isso. Não vou fazer isso.

BRNR3: Eu acho que você pode e vai. Se eu estiver errado, vou admitir minha falha, E vou me consolar indo te ver, no lugar.

Você: Em vez disso, vou chamar a polícia.

BRNR3: Chame. Não tem nada nesse celular que possa ser usado pra me rastrear. Eles não vão ter mais sucesso me procurando do que qualquer outro já teve.

BRNR3: Mas eu vou te encontrar. Sempre encontro as coisas que preciso de verdade. E se você trair minha confiança assim… bem, vou PRECISAR encontrar você.

Você: Okay, okay. Tava blefando. Sem polícia. Mas não posso dizer pra você machucar alguém.

BRNR3: Não disse que você precisava me dizer o que fazer. Eu vou decidir o que acontece com eles. Mas realmente preciso que você me dê um nome. Compartilhe responsabilidade o bastante pra que eu saiba que você não vai nos entregar.

Você: Porra. Eu não sei.

BRNR3: Você tem até o amanhecer. Pense cuidadosamente. Espero uma resposta até as 7am. Até logo.

Registro de texto (05/11/18) Começando às 7:01am

BRNR3: Cocoricó! O tempo acabou.

Você: Jim Purvis.

BRNR3: Ahn? Quem é?

Você: Por que isso importa?

BRNR3: Quem é?

Você: Ele é um merdinha bêbado que costumava sair com minha mãe. Batia nela também.

Você: Quando tinha 15, tentei pará-lo. Ele quebrou meu braço e a própria mão, na minha cabeça. Adivinha com quem Mamãe ficou no hospital.

BRNR3: Interessante. Ele continua vivo?

Você: Da última vez que soube dele, estava trabalhando no norte do estado em uma madeireira.

BRNR3: Descrição física?

Você: Não sei. Velho, gordo e branco?

BRNR3: Sua mãe não ficaria triste com a sua escolha?

Você: Minha mãe morreu quando eu tinha 20.

BRNR3: Ele fez isso?

Você: Não. O merdinha largou ela por alguma piriguete de bar que conheceu. Acho que Mamãe morreu de coração partido.

BRNR3: :)

BRNR3: Gostei da sua escolha. Você vive por hoje. Mantenha o celular ligado e carregado. Vou manter contato.

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FONTE  AUTOR  SEUS LIVROS

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Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigado! Se gostou, comente, só assim saberemos se você está gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião!

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Você irá notar uma mulher na sua casa, mas tem que ignorá-la

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Gente, ainda temos vagas de tradutores. Interessados mandar e-mail para divinalush@gmail.com, retornarei com mais informações com brevidade. 

Era Dezembro de 1999 quando 'ela' infestou nossa tranquila casa do Centro-Oeste. Meu pai me chamou do andar de baixo - achei que era hora da janta. Ele estava parado no pé da escada e sua mão levantada na minha direção para me impedir de descer. 

No momento em que vi o pânico em seu olhar, eu soube que havia algo de errado.

"Quero que você preste muita atenção no que vou dizer," disse. Meu coração começou a acelerar enquanto continuava. "É muito importante que você continue olhando para mim. Você vai notar... alguém aqui em casa. Precisa ignorá-la o máximo que puder." 

Quase comecei a rir. Minha mente de 12 anos de idade tentava compreender aonde ele queria chegar, achando que fosse alguma piada. Antes que eu pudesse falar, continuou; "Ela irá sussurrar coisas, te seguir, e tudo mais que puder fazer para chamar sua atenção. Será muito difícil, filho, mas você nunca poderá interagir com ela. Prometo que um dia ela irá embora, mas só se você fingir que não está aqui, e tentar não pensar sobre. Me prometa."

Havia tantas coisas que eu queria perguntar, mas estava assustado demais e confuso demais. Consegui apenas cuspir um "sim, papai." 

"Certo, pode descer. É hora do jantar. Rápido, eu a tornei mais forte só por te contar sobre. Mas tinha que fazer, não podia deixar que você olhasse para 'ela' por acidente. Confie em mim. Agora, mantenha o foco!" Vociferou.

Fiz como mandado e desci vagarosamente , mantendo os olhos grudados no meu pai enquanto o acompanhava até a cozinha. Senti a temperatura cair significantemente quando cheguei no primeiro andar. Um cheiro azedo e enjoativo, porém familiar tomava conta do ar. Me lembrava da vez que um guaxinim morreu no forro e deixou a casa fedendo uma semana inteira.

Meu pai e eu sentamos à mesa na mesma hora, minha irmã de frente para mim - sua cabeça pendurada para baixo, com os olhos grudados no prato vazio de porcelana em sua frente. Minha mãe tirou uma caçarola do forno, seus olhos estavam inchados e o rosto manchado de lágrimas. 

Mantive o foco na minha família, mas na minha visão periférica eu podia ver um borrão confuso de cabelos escuros e emaranhados e uma pele cinzenta e doentia. Não havia energia na cozinha, o calor e as risadas que geralmente acompanhavam nossas refeições haviam sido drenadas.

Minha irmã agarrou meu joelho por debaixo da mesa e sussurrou, "você consegue vê-la também?" 

Eu assenti. 

"Silêncio!" Meu pai sibilou.

A mulher andou para frente com seus passos rangentes e úmidos. O cheiro era nauseante. Ela se rastejou até a mesa, parando diretamente atrás da minha irmã, apenas alguns centímetros de distância, e descansou sua mão decrépita em seu ombro. Minha irmã se encolheu de medo e olhou para mim. Imediatamente, olhei para baixo.

Minha mãe serviu nosso jantar, dando seu melhor enquanto fingia que tudo estava bem. Eu podia ver meu pai segurando a mão de minha irmã com força por debaixo da mesa de vidro, tentando fazer com que ela não pirasse de vez. Minha irmã passou o jantar todo com a mão esquelética em seu ombro, sussurros quase inaudíveis saindo dos lábios da mulher e preenchendo o cômodo com uma espécie de ruído branco.

E foi assim que vivemos por meses - dando nosso melhor para seguir com a vida normalmente, apesar da presença constante de nossa não-tão-bem convidada. Mesmo quando saíamos de casa, ela conseguia nos seguir. Quando estávamos os quatro no carro, ela estava no retrovisor ou de pé na beira de uma estrada qualquer. Meus não deixavam ninguém visitar nossa casa, e nunca deixavam que nós fossemos na casa de amigos durante aqueles meses infernais.

Nós sussurrávamos um para os outros sobre ela quando era absolutamente necessário alguma discussão sobre o assunto, se não estivesse por perto. Meu pai fez com que prometêssemos nunca contar para ninguém. Que era o único jeito de deixá-la em quarentena, aquele parasita de atenção. Concluímos que ela infectava uma casa por vez, sem poder ser vista por forasteiros da casa a não ser que sua mente tivesse sido atraída ao conhecimento de sua existência.

Descobri alguns anos mais tarde que meu pai tinha sido o motivo de sua chegada. Sua irmã, lá pelos anos setenta, tinha sido infectada por outra pessoa e ela seguiu minha tia até sua casa. Em 1999, por seja lá qual razão, meu pai não conseguia tirá-la da cabeça. E com isso, ele a trouxe de volta para sua vida... e para as nossas. Mantemos a promessa de mantê-la como um segredo, e foi a coisa mais difícil que já fizemos na vida.

Todos nós tentávamos sair de casa como um grupo, mas ela seguia. Não podíamos despedaçar nossa família.

Foi mais difícil para minha mãe, que estava presa em casa com ela enquanto estávamos na escola e meu pai no trabalho. Tudo mudou no dia que minha mãe surtou. Era uma noite nevosa de Fevereiro, tínhamos acabado de jantar e minha mãe decidiu ir para cama mais cedo. 'Ela' estava sentada na cama deles - fazendo-se quase impossível de se ignorar. Minha mãe não conseguia mais aguentar. Eu ouvi seu grito vindo do quarto, mandando que 'ela' fosse embora e nos deixasse em paz. Meu pai correu para o segundo andar para tentar impedi-la. 

Essa foi a última vez que vi minha mãe. Uma poça de sangue vermelha em seu carpete branco foi tudo que restou dela. A mulher ainda estava lá, mas minha mãe havia sumido. Nas semanas seguintes, ela sussurrava para mim. Me disse que eu poderia ver minha mãe de novo, tudo que eu precisava fazer era olhar em seus olhos e perguntar como. Eu nunca perguntei. 

O motivo de eu estar contado isso é porque... EU QUERO QUE VOCÊ PENSE NELA.

Eu a vi de novo hoje de manhã, pela primeira vez em dezoito anos. Eu não quero enlouquecer minha esposa e meus filhos por causa desse parasita. Preciso que você pense nela, em seus cabelos negros e em sua pele acinzentada. Pense nela em sua casa, para que assim saia da minha. Você já está infectado, e eventualmente irá notar a mulher em seu lar, mas precisa ignorá-la. É pelo seu próprio bem. 

Sinto muito.



Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigado! Se gostou, comente, só assim saberemos se você está gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião

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Depois da Cervejada

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Histórias de Cascahell – A Cidade Infernal é um compilado de histórias sobrenaturais que ocorreram com as pessoas que nessa cidade vivem, desde os tempos passados até os tempos atuais. Neste compilado, você encontrará as mais inusitadas e aterrorizantes situações e acompanhará o desenrolar e o desfecho da história a qual está sendo narrada, sempre com aquele pensamento: "o que será que vai acontecer".



Mas espere, Cascahell não é apenas a cidade dos acontecimentos misteriosos, bizarros e assustadores, é também a cidade do prazer, então prepare-se para encarar diversas cenas picantes que envolvem os moradores desta metrópole caótica em construção.

Antes de ler este episódio, tenha a certeza de ter lido o anterior: “Cuidado com o que Deseja


Olha, não sei se minha história é realmente assustadora, nem se vocês irão publicar isso, mas sem dúvidas foi a coisa mais estranha que me aconteceu em vida.

Como sabem, a juventude é uma coisa realmente boa, ser jovem é ter tempo livre, estar livre de compromissos e poder festar, festar muito. Eu era esse tipo de jovem, tinha 19 anos na época (hoje estou com 23), estava numa cervejada numa chácara, alguns poucos quilômetros da saída da cidade onde vivo.

Fui com uma galera para lá, eu e mais um camarada no meu carro (um saveiro cross 2010), e mais quatro amigos noutro carro. Chegamos lá tarde da noite, quase meia-noite, e por lá ficamos curtindo. Já era 3 da manhã, e eu já tinha de ir para a casa, me despedi dos amigos e aquele que veio comigo disse que voltaria com os demais, portanto, teria eu de voltar para casa sozinho.

Na saída, indo para o estacionamento, notei que havia uma garota próxima aos carros estacionados. Ela parecia estar chorando e não parava de me fitar enquanto me aproximava do meu carro. Eu destravei o carro e notei que a garota se aproximava, mesmo assim abri a porta, pronto para entrar.

- Com licença... – falou a garota.

- Ah, oi... – eu disse.

- Você está voltando para a cidade? – disse meio que em prantos.

- Sim, estou. O que houve? – não pude deixar de perguntar.

- Nada... só estou meio chateada... pode me dar uma carona?

Fiquei meio receoso, mas ela era uma linda garota, não poderia simplesmente deixá-la aqui.

- Sim, é claro. Entra aí. – e ela entrou, assim como eu.

Estava um pouco frio, logo que entramos liguei o carro e o aquecedor. Poucos instantes e já estávamos na rodovia. Era meio difícil não olhar para suas coxas grossas e morenas, e quem dirá para seu par de peitos enormes. Eu precisava quebrar o gelo estabelecido desde aqueles minutos em que entramos no carro até agora.

- Mas então... – fiz uma pausa, ela me fitou – você parece um pouco melhor. Poderia saber o porque de uma garota tão bonita estar em prantos sozinha no estacionamento de uma puta festa?

- Isso não é algo normal? – ela riu, logo que me respondeu.

- Bom... você não seria a primeira a chorar em festas, mas certamente é a primeira a quem eu dou carona. – ela me olhou e respirou profundamente.

- Pois é... – disse com a voz meio xoxa – a festa estava ótima. Mas o rapaz que eu estava afim ficou com uma outra garota.

- Vixi... aí é foda.

- Pois é...

E o assunto continuou, estávamos a 20 minutos da cidade, e algo muito surpreendente estava acontecendo. Eu e esta garota estávamos num entrosamento incrível, o triste rosto da garota se foi e agora ela ria comigo, até que, não me pergunte como, a conversa ficou apimentada. Era notável a timidez em seu rosto e, provavelmente no meu também, até que essa timidez foi quebrada quando a garota colocou sua mão esquerda em minha coxa.

- Nossa... vai nem me beijar antes – eu falei.

- Talvez seja melhor encostar – ela falou – e foi exatamente o que fiz. Parei no acostamento e mal parei o carro e já estávamos nos beijando. Mas, qualquer um sabe, uma saveiro não é o melhor automóvel para dar uma “tchu-tchada”, e eu não cogitaria transar ao céu aberto, ainda mais próximo dessa plantação de milho, que parecia entoar o ar sombrio daquele local.

Eu apalpava como podia suas coxas, seu bumbum e também seus peitos. Estávamos os dois loucos de vontade.

- Espera – eu falei – tem um motel aqui perto, topa?

- Só se for agora, seu cachorro – ela disse.

Não pensei duas vezes, liguei o carro novamente e já estava a caminho. O motel era próximo dali, dez minutos no máximo, ainda antes de chegar na cidade. Enquanto dirigia, Amanda abriu meu zíper e colocou a mão por dentro da minha cueca, pegando no meu membro.

- Nossa, você tá mesmo pegando fogo, não é?

- Você nem imagina – ela o tirou para fora, se abaixou e começou a chupá-lo.

Eu estava em êxtase. Nem mesmo minha namorada (isso quando eu namorava) fazia isso, e essa garota que eu mal conheci estava me surpreendendo e me dando uma experiência que eu jamais havia experimentado. Toda aquela adrenalina e libido aumentavam minha ansiedade para chegar no motel e poder desfrutar da gostosa que estava a me chupar, melando-me e quase se engasgando.

E finalmente chegamos. A garota ajeitou-se em seu lugar e limpou a boca com os dedos. Seu batom estava um pouco borrado, mas ela não estava a se preocupar com isso. Fechei o meu zíper e cheguei a recepção. Pedi um quarto e entramos, estacionando no interior do local logo em seguida.

Descemos do carro e fomos ao quarto. Abri a porta com a chave que a moça da recepção havia me entregado e entramos, já nos agarrando loucamente, batendo a porta atrás de nós. Eu tirei minha camisa no mesmo instante, mas Amanda se afastou e me disse que precisaria ir ao banheiro primeiro.

- Tudo bem - eu falei.

Ela entrou no banheiro e ali ficou, cinco, dez minutos, até eu começar a estranhar. Enquanto isso, eu estava na cama, esperando a porta do banheiro abrir e louco para ter aquela gostosa, mas quase 15 minutos haviam se passado.

- Amanda? – chamei por ela.

O silêncio corria o quarto.

- Amanda?... Tá tudo bem? – chamei outra vez por ela, e novamente nada. Me levantei e cheguei na porta do banheiro. Bati levemente e chamei outra vez por ela.

- Amanda? Você tá bem?

Não houve resposta. Eu peguei a maçaneta – vou entrar, ok? – e abri a porta lentamente.

Não havia ninguém lá dentro. O banheiro estava completamente vazio.

Fiquei estranhado com a situação, mas a janela do banheiro era grande o suficiente para que ela pudesse passar por ela. Mas por que diabos essa garota faria isso? Será que ela era doida?

Vesti minha camisa e saí do quarto onde estava e me dirigi à recepção, e foi aí que a cena ficou tensa. Ao chegar, perguntei a mesma recepcionista que me atendeu na entrada se ela havia visto onde a garota que chegou comigo havia ido, e sua resposta simplesmente me deixou boquiaberto.

- Mas senhor... – a recepcionista me olhou com estranheza – você não estava acompanhado quando chegou a nosso estabelecimento.

- O que? Mas é claro que estava! A garota ao meu lado é uma morena, dos cabelos lisos e pretos, com um vestidinho preto e branco, com uns brilhantes...

- Senhor... vai ter que me desculpar... mas eu não vi ninguém contigo.

Eu comecei a ficar estressado, afinal, teria de pagar pela hora no motel e nem sequer aproveitaria. Fora isso, ainda tinha de descobrir onde Amanda havia ido.

- Moça, eu cheguei neste local acompanhado. A garota provavelmente saiu pela janela do banheiro, os muros são altos e só há uma saída. Se ela não saiu, provavelmente ainda esteja aqui. Poderia verificar para mim?

Ela demorou alguns instantes enquanto checava com o pessoal da segurança.

- Senhor, ninguém chegou a ver uma garota com as características que nos passou. – Isso não fazia sentido, não fazia sentido algum, essa recepcionista só podia estar tirando uma com minha cara e – foi quando notei uma câmera, logo a frente, onde pegava os carros que chegava na recepção.

- Espera. Eu poderia verificar a gravação da câmera de segurança?

- Olha senhor, eu não tenho autorização para lhe exibir as filmagens – eu a interrompi, pedindo que fizesse uma exceção, que eu não sabia o que estava havendo e que precisava resolver isto, e, com um pouco de insistência, ela falou com o superior que autorizou e me encaminhou até o vigia que cuidava dos monitores.

Lá, expliquei toda a situação e ele localizou as filmagens, confirmando para mim que quem estava errado era eu.

Na filmagem aparece meu carro chegando, quando se aproximou da recepção era possível me ver claramente através do para brisas, e o banco acompanhante vazio ao meu lado.

Eu voltei para casa baqueado depois daquilo. Estava pasmo e até com medo. Mas nunca mais (até agora), algo assim me aconteceu. E somente hoje foi que eu descobri:

Uma jovem garota chamada Amanda foi encontrada morta naquele motel, dois anos antes do meu ocorrido. Eu procurei na internet e encontrei uma matéria do jornal de nossa cidade, onde explicava o trágico fim da vida de Amanda.

Após uma decepção amorosa, ela pegou carona para voltar para casa. Quem a apanhou era um homem de maus escrúpulos que aproveitou de sua fragilidade emocional e a seduziu, levando-a para o motel onde foi encontrada morta, estrangulada, no banheiro.

Em fotos na matéria, era possível ver que ela vestia exatamente a mesma roupa do dia em que a encontrei.

Autor: Alan Cruz (Não Entre Aqui)

Essa postagem compartilhada foi feita pelo site Não Entre Aqui. Cliquem aqui e visitem o site, para não ficarem de fora de nenhuma novidade.

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Encontrei um fórum para pessoas mortas

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Essa é uma história tão velha quanto a internet em si. Você está lá no seu quarto, tentando espantar o tédio navegando na internet, passando por diversos fóruns e vendo várias imagens de maneira automática, sem prestar muita atenção. Um clique o leva a outro e antes que você repare, você está nos confins da internet, vendo as coisas mais esquisitas que ela pode proporcionar. 

Eu não sou um sabe tudo sobre tecnologia e o mundo virtual, mas creio que sou inteligente o suficiente para saber o conceito de sites não listados. Coisas que tu não consegue encontrar nas pesquisas do Google, mas existem e você consegue entrar se tiver o link. Acho que essa é a essência de Deep Web, não?

Eu costumo navegar no modo anônimo. Não vou entrar em detalhes, mas todos sabemos o motivo. 

Noite passada, ou essa manhã, dependendo de como você classifica o horário de 3 horas da manhã, eu estava lendo um fórum sobre as experiências mais estranhas das pessoas na internet. Eu sou um cara bem cético, então quando algum comentário mais completo possui um link, eu clico logo para atestar a veracidade da história.

Em determinado momento, me deparei com um site que não passava de uma série de números aleatórios que terminava em ".org", e que me levava para um fórum de aparência limpa.

"Como foi seu dia?" era o título do fórum. 

Era uma mudança bem vinda das histórias horríveis e deprimentes que eu tinha lido naquela noite até então, então decidi dar uma olhada e ver como as pessoas estavam ao redor do mundo. Talvez me focando na vida de outras pessoas eu conseguiria ignorar um pouco da minha própria existência deprimente.

Cliquei no primeiro link listado.

Quando me aposentei eu fiquei estupefato com a quantidade de tempo que eu teria que passar até morrer

Hoje, talvez tenha sido a primeira vez em 10 anos que eu apreciei uma manhã calma. Minha esposa fez para mim meu café da manhã favorito e até fiquei contente por ter tirado uma soneca no meio do dia.

Acho que meu corpo estava simplesmente cansado demais, porque eu nunca mais acordei daquela soneca. Como eu conseguiria avisar pra minha mulher que eu não morri sofrendo e que eu a amo muito?

Meio confuso sobre a última frase, dei uma olhada nos comentários:

Todos morremos um dia, bem vindo!

E outro dizia:

Se você tratou ela bem, ela já sabe que você a ama.

"Algum tipo de interpretação de papéis?" foi a primeira coisa que conseguir pensar. Os comentários eram uma coleção de boas vindas e comentários maldosos e rancorosos. Cliquei o próximo post.

Honestamente, eu sempre esperei mais da minha vida. Meu pai era uma pessoa horrível, pra começo de conversa. Discutir com adolescentes é um esforço inútil que me faz ansiar por um tempo que eles ficavam contentes apenas por ter panquecas de café da manhã.

Raiva é tão inútil quanto, como descobri já no final da minha vida. A distração foi a única coisa necessária para me fazer perder o sinal vermelho e... bem, não tenho muita certeza do que aconteceu depois, mas aqui estou eu, no meu último dia nesse planeta de merda.

Ele assinou a postagem, aparentemente, com seu nome e data de aniversário verdadeiros. Era um nome bem incomum, para falar a verdade. Abri outra aba no navegador para checar seu nome e relaciona-lo com informações sobre acidentes de carro. Tudo que encontrei foram algumas notícias de 2004, mas que coincidiam perfeitamente com a história do post.

Que tipo de doente usa a identidade de alguém que teve uma morte tão trágica? Irritado, mas intrigado, continuei a leitura. Posso culpar apenas minha curiosidade mórbida.

Não sei quanto tempo, exatamente, passei lendo inúmeros posts sobre pessoas que fingiam ter morrido de várias formas diferentes, em diferentes períodos da história. Todo mundo assinou as postagens com seus nomes reais e ninguém chamou atenção para os delírios.

O que me tirou do automático foi quando vi um post com um nome familiar. Minha própria mãe, que já estava morta já há mais de dez anos. Tive então certeza que alguém estava pregando uma peça doente ou uma interpretação de papel bizarra. Talvez eles estivessem olhando obituários e usando a identidade dos mortos por puro prazer. Eu fiquei ainda mais perturbado quando eles descreveram perfeitamente detalhes sobre a morte dela que ninguém nunca ficou sabendo.

Eu me sentia cansada como se fosse sempre tarde da noite. Não foi uma surpresa quando acordei essa manhã e senti como se não dormisse há dias. Eu só queria ficar o dia todo na cama, mas precisava realizar minhas funções com a minha família. Meu marido já tinha saído para o trabalho e eu tinha tirado a semana de folga para me recuperar, mas alguém precisava alimentar as crianças.

Ocorreu tudo bem no café da manhã. Dei para eles o café favorito deles: panquecas. Fácil de preparar e eu não tinha nada de melhor pra fazer.

Lembro de ir para o chuveiro, mas estava ficando muito difícil de respirar, e o vapor da água quente estava deixando tudo pior. Até que desmaiei. Eu realmente não sei o que aconteceu depois disso.

Oh, Deus, espero que meus filhos não me vejam caída nua no chão do banheiro.

Ali eu decidi que eu seria aquele que faria eles pararem de roubar a identidade dos outros. Pelo menos use um nome falso, caso isso não seja nada além de uma brincadeira patética. Procurei pela página um lugar para eu me registrar, até que descobri que eu já estava logado; com meu nome real, para falar a verdade.

Com certo medo, cliquei para expandir o meu perfil. Nele, alguém tinha escrito meu nome, endereço de email, data de nascimento e... data da morte: hoje.

Mais uma vez, meus olhos voltaram para o título do fórum:

"Como foi seu dia?"

Me reclinei na cadeira e refleti sobre o que tinha acabado de acontecer. Minha vida não era a mais interessante do mundo e eu nunca tinha parado direito pra pensar como meu dia tinha sido.

Não havia acontecido nada de extraordinário no meu dia. As provas de fim de período estavam chegando, então eu estava acordando mais cedo do que eu estava acostumado.

Eu bebi café, fiquei na internet ao invés de estudar, procrastinando mais do que gostaria de admitir, mesmo que tenha chegado um momento que me senti culpado, peguei um livro e estudei a tarde toda.

Uma leve dor de cabeça me atingiu, ainda que forte o suficiente para me fazer parar de estudar e fazer algo mais relaxante.

Na verdade, talvez tenha sido mais do que leve. Foi mais como uma dor penetrante que aumentou rapidamente a intensidade. Levantei da cadeira e caí no chão. Isso era tudo que eu me lembrava antes de apagar.

É um sentimento peculiar quando seu coração para de bater, mas, aparentemente, é o que é necessário para se conseguir acesso ao fórum de pessoas mortas.

Eles me trouxeram de volta. Eu tenho uma vaga memória dos paramédicos me levando para o hospital, agulhas sendo injetadas em minhas veias. Acho que meu pai subiu para o quarto para me ver. Sorte minha.

Para falar a verdade, me peguei agora navegando por esse fórum, sem saber bem como cheguei aqui.

Como foi seu dia?

Fonte

Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigada! Se gostou, comente, só assim saberemos se vocês estão gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião!


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Desafiei Meu Melhor Amigo a Arruinar Minha Vida (PARTE 7)

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Parte 4

Parte 5

Parte 6


Olá!

Vamos continuar de onde paramos.

Honestamente não me lembro de quase nada após a batida do carro. Tenho apenas alguns flashes de memória, não tentarei expressá-los coerentemente aqui.

Voltei a me acostumar após o choque. Minhas funções superiores voltaram a funcionar depois que fui a um supermercado e comprei algo pra comer. A intensidade da fome que o choque pode provocar é extrema.

Vasculhei a mochila e encontrei exatamente o que David havia dito: sapatos, algumas roupas, US $ 2.000 em notas de US $ 100 e US $ 20 e um livreto de atlas de estrada. Eu ainda tenho esse atlas e o uso quando estou seguindo em frente.

Uma vez que eu tinha comida, água e um inventário de meus pertences, eu poderia começar a planejar e trabalhar.

Joguei minhas roupas da prisão em uma lixeira e paguei um corte de cabelo para tentar alterar minha aparência. Sim, lavei o sangue do meu rosto e cabelo antes de entrar.

Quando me olhei no espelho depois, ainda me reconheci, então paguei ao cabeleireiro para tingir meu cabelo também. Eu sei que existem tintas que custam muito menos, mas eu não tinha onde tingir.

Eu sabia que não poderia ficar nesta cidade porque David saberia exatamente onde me encontrar. Eu não tinha ideia de quanto tempo essa trégua duraria, então não tinha intenção de ficar aqui mais uma noite. Comprei uma passagem de ônibus para um estado adjacente e cheguei apenas algumas horas depois.

A cidade que eu escolhi era maior do que a que eu tinha vindo. Isso foi intencional para que eu pudesse ter anonimato e uma melhor seleção de serviços para os sem-teto. Esta cidade tinha uma sopão onde eu poderia ir para reduzir os custos, bem como um abrigo para sem-teto.

Eu sabia que não conseguiria viver muito com os US $ 2 mil já reduzidos, então comecei a ir à biblioteca e pesquisar on-line por vagas. Eu tinha que encontrar algo que não pedisse uma verificação de antecedentes, se possível, por causa da perseguição que provavelmente estava ocorrendo comigo. Não vi nada sobre isso nas notícias ainda, mas só fazia um dia.

Depois de uma semana de busca, encontrei um emprego em um lugar de telemarketing que pagava sem registro. Você ficaria surpreso com quantos deles existem. Eu odiava o trabalho, mas estava fora do sol e ganhando algum dinheiro.

Antes de encontrar um complexo de apartamentos para residir e pagar semanalmente, dormi no abrigo dos sem-teto. Eu poderia ter ficado lá e economizado muito dinheiro, claro, mas eu odiava ir lá e evitava o maior tempo possível quando a noite chegava. O dinheiro que gastei no apartamento valeu a pena.

Eu tinha alguma aparência de vida e agora eu poderia começar a trabalhar de verdade.

Eu tinha ido ao shopping e comprei um celular Android mais barato que eles tinham e assinei um plano mensal que me dava dados ilimitados, além de SMS e ligações. Eu precisaria encontrar uma loja para pagar em dinheiro e recarregar todos os meses, mas não era um plano caro. E eu precisaria de Internet quando a biblioteca estivesse fechada.

Durante o dia, eu passava meu tempo na biblioteca com um notebook barato que tinha comprado, fazendo mais pesquisas parecidas com as que tinha feito no estacionamento do Walmart. Também passei muito tempo trabalhando e tentando ficar mais forte. Antes de eu ter o apartamento, eu pagava por uma academia e tomava banho lá em vez de no abrigo dos sem-teto. Decidi continuar e treinar de verdade.

O plano na época era ficar vivo e longe de David e dos policiais. Fiquei dentro de casa no dia em que a notícia vazou da minha fuga no outro estado. A polícia finalmente admitiu precisar de ajuda para me encontrar e foi a público por um pedido de informação. Eles listaram os crimes de que fui acusado, bem como um pedido para me questionar em relação aos dois policiais mortos. Anotei todos os detalhes da investigação, embora nada disso tenha se mostrado útil além do conhecimento prévio. Me mantive atento aos noticiários esporádicos para que eu pudesse ficar o mais longe possível dos policiais.

Nos seis meses seguintes, fiquei nesta cidade.

Durante esse tempo, aprendi muito. Vivendo com um orçamento pequeno, consertos em casa quando o locador não conserta alguma coisa, se escondendo quando você suspeita que está sendo seguido e andando pelas ruas à noite, tudo se tornou uma segunda natureza para mim.

Eu também continuei estudando computadores e redes. Não sou de modo algum profissional licenciado. Aprendi decidindo o que eu queria saber e depois praticando repetidamente.

Um dia, eu estava na biblioteca quando a notícia foi publicada online. David King era suspeito de assassinar os dois policiais. Eu estava em êxtase e não conseguia acreditar na minha sorte. David King finalmente cometera um erro. A notícia não especificou por que a polícia suspeitou dele, mas eu não me importei. David ia ter o que merecia.

Um mês se passou sem notícias sobre se David havia sido capturado ou não. Eu me vi tentado a ligar para o detetive Hernandez e perguntar o que ele sabia. Mas não fiz. Aprendi muito auto-controle e avaliação de risco durante esses sete meses. Análise de risco foi construída em minhas decisões diárias.

Depois de procurar notícias sobre David pela terceira vez em uma semana, decidi que não seria mais um espectador esperando que ele fosse pego.

Eu decidi começar a o caçar ativamente.

Desde que eu sabia que ele era bom com computadores, a Internet era o melhor lugar para começar a procurar vestígios dele. Pesquisei centenas de fóruns, vasculhando uma lista de palavras-chave que achei que David postaria ou procuraria. Não incluirei essa lista aqui.

Em apenas algumas semanas, encontrei uma de suas contas online no StackExchange. Tomei notas sobre tudo o que ele comentou, bem como sua atividade de conta. Felizmente, ele manteve a mesma conta por vários anos. Claro, sob um pseudônimo, mas ele manteve. Ele ainda o usa hoje, na verdade. Eu acabei de verificar. Ele estava logado 7 horas atrás, quando escrevi isso.

Depois que encontrei uma conta, ela continha pistas para muitas outras. Ele retirou informações acidentalmente que eu poderia usar para localizar suas outras contas. Postagens como "Eu fiz essa pergunta neste outro fórum e não obtive resposta, então agora estou perguntando aqui", ligaria duas contas e revelaria outra mina de dados para o meu estudo.

Passei semanas reunindo pseudônimos, registros de postagem e endereços de IP que ele usava: qualquer coisa que eu encontrasse com as ferramentas que eu tinha disponível. Alguns pseudônimos ele usou mais de uma vez, e outros ele criou como nomes descartáveis.

A pesquisa me deu uma visão valiosa sobre a maneira como David pensa, fala e age. Eu consegui conhecê-lo em um nível que eu nunca poderia ter esperado entender apenas por ser seu amigo no ensino médio. Isso fez com que meu ódio por ele crescesse, não diminuísse.

Eu  não verifiquei apenas a web normal. Algumas pessoas afirmam que a deep web é um lugar aterrorizante onde você pode ser morto a cada clique, mas não é assim se você não agir de maneira estúpida. Eu instalei o Tor e comecei a fazer a mesma mineração de dados na deep web. Os resultados foram fantásticos. Encontrei catálogos de informações. Pude identificar muitas de suas identidades falsas online e, em seguida, mapeá-las para as páginas falsas de mídia social que ele criou para elas, quando ele poderia precisar de um encobrimento.

E tudo isso aconteceu porque ele insistiu em usar os mesmos nomes de usuário várias vezes. Por que ele fez isso? Porque ele queria que as pessoas soubessem quem ele era quando interagiam e o respeitavam.

Fraqueza.

Um dia, o enviei uma mensagem como eu mesmo a uma de suas contas. Deixei meu endereço de e-mail visível de propósito. Ele precisaria disso.

O e-mail de spam começou instantaneamente depois disso. A resposta foi tão infantil e ousada que eu estava sorrindo aquele dia inteiro. Eu sabia que poderia chegar até ele.

Também tentei ligar para o instituto psicológico onde os registros de David deveriam estar. Se eu tivesse sorte, poderia colocar minhas mãos em outra cópia de sua avaliação e estudá-la com novos olhos. Não tive essa sorte, no entanto. David ligou para eles e disse para não enviarem cópias para ninguém porque ele era a atual vítima de fraude. Que irônico.

Consegui usar as contas dele que foram mais usadas para rastrear sua localização. Às vezes ele usava uma VPN e às vezes não. Recentemente, na semana passada, na verdade, ele se mudou para uma cidade próxima. Ele parecia estar seguindo suas próprias instruções para o parceiro para seguir em frente depois de apenas alguns dias. Estava pulando de cidade em cidade, mas não cruzando o país inteiro toda vez que se movia. Ele estava fazendo uma trilha de cobra por todo o país.

Fui até a cidade em que ele se mudou e andei pelas ruas por horas, esperando por um vislumbre dele. Foi apenas a minha sorte que ele saiu de uma mercearia assim que eu estava entrando. Ele não me notou, mas eu o segui de volta para onde ele estava hospedado. Por alguns dias, pelo menos, eu sabia onde ele estava.

Os próximos dias foram gastos em vigilância. Eu o observei dia e noite, seguindo-o por toda parte. Não vi nenhum sinal de Katie estar com ele, no entanto, o que fazia sentido. Seu parceiro só veio visitá-lo uma vez. Ele ficou por apenas dez minutos antes de sair em um carro que eu não tinha visto chegar. Estraguei minha única oportunidade de segui-lo, já que eu não tinha carro próprio.

Quando David seguiu em frente, eu o segui. Dormi nas ruas novamente, sem vontade de deixá-lo sair da minha vista. Eu o segui e aprendi muito sobre ele por suas rotinas e hábitos. Aprendi muito sobre o meu inimigo e meu nêmesis que eu estava finalmente pronto para enfrentá-lo pela última vez.

E agora, todos, chegamos ao ponto crucial da história. Este é o ponto focal para onde toda esta série estava levando.

Olá, David King.

Eu sei que você está lendo isso. Eu vejo você entrando durante a sua rotina de café da manhã no Starbucks. Demorou alguns dias para encontrá-lo, mas eu sabia que se eu contasse a história até o fim e ganhasse popularidade suficiente, você a encontraria. Quanto mais pessoas se interessassem, maior a probabilidade de você ver.

E agora aqui está você.

Estou sentado aqui, atento para ver seu rosto quando você ler esta parte. Esta foi a construção de toda a série. Eu escrevi tudo isso para este momento.

Você leu todos os comentários. Eu o vi percorrendo-os e abrindo sub-comentários para ver o que eles dizem. Você está muito interessado no que todos têm a dizer. E a única coisa que você pode concluir dos comentários é: TODOS AQUI O ODEIAM.

Cada. Um.

Centenas de pessoas agora te odeiam. Muitos deles ofereceram tempo, talento e astúcia para a sua completa destruição. Eu recusei a ajuda deles até agora.

Eu quero Katie de volta.

Toda a minha perseguição não me disse o que realmente importa: onde ela está. Então, estou usando esse segmento para chegar até você. Ou você devolve Katie, ou eu libero tudo sobre você para todas essas pessoas que te odeiam. Eu conheço nomes de usuário, endereços, números de telefone, comentários de atividades ilegais, números de seguro social, carteiras de motorista, passaportes, nomes de contas online, tudo. A polícia também terá tudo isso.

Eu tenho te rastreado por tanto tempo, David.

As primeiras linhas de cada post? Onde eu disse, por exemplo, que você quase me achou? Eram mentira. Eu tenho assistido de longe durante toda a publicação desses posts.

Agora, enquanto estou prestes a pressionar "enviar", você acabou de comprar um sanduíche no Jimmy John's. Um sanduíche de almôndega. É atualmente sábado, 2 de julho, 19:32. Aqui está a prova de que estou por perto.

Convencido?

Traga Katie para o Welles Park às 10 da noite e deixe seu parceiro para trás.

Se você não aparecer, vou liberar todas as informações que tenho, dedicar o resto da minha vida para atualizar essas informações e liberá-las para qualquer um que queira fazer algo a respeito.

Eu configurei posts cronometrados das informações. Será automaticamente postado via mensagem privada para todos que já comentaram neste tópico. E eles vão se espalhar ainda mais.

A liberação cronometrada ocorrerá às 3 da manhã de hoje, a menos que eu esteja lá para cancelá-la. Você precisa de duas pessoas para pará-la, cada um com sua própria senha. Não, eu não vou te dizer quem é a outra pessoa.

Para todos os outros aqui no tópico, terei outro post em pelo menos 48 horas. Estou me dando uma pausa para responder no caso de David tentar algo estúpido. Se eu não escrever uma atualização e as informações forem divulgadas, você saberá o que aconteceu.

Todos vocês perguntaram o que poderiam fazer para me ajudar. Se você receber as informações, faça o que precisa fazer.

Te vejo em breve, David.






Esse conto foi traduzido exclusivamente para o site Creepypasta Brasil. Se você vê-lo em outro site do gênero e sem créditos ou fonte, nos avise! Obrigado! Se gostou, comente, só assim saberemos se você está gostando dos contos e/ou séries que estamos postando. A qualidade do nosso blog depende muito da sua opinião!

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Meu incomum hobby

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Bom dia/ Boa tarde/ Boa noite, eu aqui mais uma vez :3
Primeiramente queria me desculpar por não ter postado semana passada, ocorreu um problema familiar e acabei não postando. Maaaas, agora já está tudo bem e vou retomar as postagens. Estou pensando em traduzir alguma série e alternar as postagens entre série e histórias individuais, mas pra isso quero a sugestão de vocês! O que acham da ideia? Qual série você quer ver traduzida aqui? Coloquem suas sugestões nos comentários e, finalmente, apreciem a creepy!
••
ATENÇÃO : ESSA SÉRIE/CREEPYPASTA É +18. CONTÉM CONTEÚDO ADULTO E/OU CHOCANTE. NÃO É RECOMENDADO PARA MENORES DE IDADE E PESSOAS SENSÍVEIS A ESSE TIPO DE LEITURA. LEIA COM RESPONSABILIDADE.
•••
Meu hobby não é como os da maioria. Se você gosta de futebol, você provavelmente costuma assisti-lo ou jogá-lo, geralmente com alguma frequência. O mesmo vale pra jogos online, ou cozinhar, ou praticamente qualquer coisa que você goste de fazer.

Pra mim é um pouquinho mais complicado. Preciso de planejamento meticuloso e muito tempo até que possa tirar algum prazer do meu hobby.

Pra sua sorte, vou pular toda essa merda chata e ir direto ao ponto.

Estou no meu carro, olhando pela janela consigo ver um complexo de casas, uma vizinhança quieta, que é perfeita pra ocasião. Uma das casas é mais importante que todas as outras.

Há duas pessoas lá dentro: um homem de meia-idade, e uma garotinha que eu diria ter uns 6 anos.

Observo a vizinhança por umas boas duas horas, até que a última luz desligue, deixando apenas as luzes da rua disponíveis. Significa que estou prestes a começar.

Pego minha mochila e ando através da vizinhança, sempre tendo certeza de estar atrás das luzes e não sob elas.

Finalmente alcanço uma cerca alta que pertence à casa importante (vamos chamá-la assim, casa importante).

Pulo a cerca e logo as coisas começam a ficar interessantes. Tem uma casinha de cachorro a 50 metros de mim, uma grande. Lentamente busco na minha mochila e pego 2 itens muito cruciais que uso toda vez que estou fazendo o que estou fazendo: uma arma de dardos e alguns dardos carregados com tranquilizante pra cavalos.

Jogo uma pedra na casinha e espero. Pelos primeiros segundos nada aconteceu, e está escuro o bastante para que eu não consiga ver o interior da estrutura.

De repente um pastor alemão sai farejando e olhando em todas as direções. Eu atiro.

Ele está dormindo.

Imediatamente depois, eu rapidamente (mas silenciosamente) vou pra porta dos fundos que leva à cozinha e começo a arrombar a fechadura, o que me toma mais ou menos um minuto.

Estou dentro.

A casa importante tem dois andares e meu objetivo está no primeiro quarto do segundo andar. Eu lentamente ando pelo chão de madeira, tentando evitar suas rachaduras o máximo possível.

Subi um andar, e o primeiro quarto estava com a porta aberta.

Sento no chão por um instante e retiro um pequeno estojo da mochila.

Dentro dele tenho todo tipo de lâminas, tesouras e outros instrumentos cirúrgicos.

Espio o primeiro quarto e me surpreendo um pouco. Sem homem de meia idade na cama. Deveria estar ali. Mantenho a calma, normalmente prefiro fazer as coisas furtivamente, mas não ligo pra um desafio.

Eu fico parado e olho em volta, ele provavelmente sabe da minha presença e está esperando em algum lugar pra pular em mim como um gato selvagem.

Depois de quase um minuto ouço um espirro baixinho vindo do outro quarto, e decidi ir espiar.

Porra.

Acabou que o homem estava dormindo com sua própria filha.

Odeio colocar crianças nisso, mas eu rapidamente corro pra dentro do quarto, pego a arma de dardos e não dou chances de reação ao homem. Ele perde a consciência e eu rapidamente pego a garota, que até agora não reagiu. Ela está pelada, o que me deixa extremamente desconfortável.

Eu a carrego pro primeiro quarto, a tranco lá dentro, e começo os preparativos.

O homem acorda algumas horas depois. Ele está amarrado à uma cadeira na primeira sala, pelado.

“mhmm..” - Eu interrompi

“Senhor Miles, eu me pouparia de tentar falar agora. Não importa quem sou eu, o fim dessa noite será um, um só.

“Qui voxê fex cumig?” - ele não conseguia falar direito.

A face do Sr. Miles tornou-se completamente branca e ele começou a gritar.

Eu o soco e enfio uma camiseta inteira em sua boca.

Eu havia cortado metade da língua do Sr. Miles previamente. Os efeitos do tranquilizante estavam passando e ele está sofrendo.

“Por favor, não grite novamente Sr. Miles.” - Assim que digo isso pego uma garrafa.

“É água, abra a boca. É fresca e vai amenizar sua dor.” - Digo enquanto tiro a blusa de sua boca.

Felizmente mal consigo ouvir qualquer coisa porque coloquei a camiseta de volta em sua boca. A garrafa tinha vinagre, não água. Sr. Miles tremia de dor.

É uma vergonha, eu gosto de ouvi-los gritar, mas essa não era a vizinhança pra isso.

Então pego um saco que contém a metade remanescente da língua do Sr. Miles, que ficou roxa por não ter sangue fluindo nela.

“Está com fome, Sr. Miles?”

“Nwoh!!”

“Vou te dar duas opções. Você vai comer essa metade, ou eu vou cortar o resto e fazer você comer ambas. Opção A parece uma vitória fácil…”

Tiro a camiseta da boca do Sr. Miles e imediatamente cubro seu nariz. Implacável, porque sei que ele implorará e eu não tenho nenhuma paciência pra isso.

“Por favor, mastigue Sr. Miles.” - Seguro a garrafa de vinagre e a mostro pra ele.

O rosto do Sr. Miles ficou totalmente suado e avermelhado agora. O terror em seus olhos me enche de alegria.

Eu assisto Sr. Miles mastigando aquilo por cerca de 35 minutos. Ele vomitou algumas vezes nesse meio tempo, e eventualmente desmaiou.

Fiz um pequeno passeio pela casa enquanto ele estava desacordado.

Encontrei tudo que procurava e deixei tudo da forma como queria que a polícia encontrasse.

Voltei pro primeiro andar pra checar a garota. Ela ainda estava deitada na cama.

Peguei algumas roupas pra ela e a vesti. Sr. Miles era o próximo na minha lista de afazeres.

Ele ainda estava inconsciente, e eu infelizmente estava ficando sem tempo. Fui até ele e cortei sua garganta.

Liguei para a polícia e esperei um pouco antes de sair.

Na manhã seguinte, acordei e tomei meu café da manhã com minha esposa.

Perguntei a ela se queria ver as notícias, torcendo pra ouvir sobre o senhor Miles.

Após 10 minutos de notícias irrelevantes, finalmente apareceu.

“Homem de 38 anos, Donald Miles foi encontrado morto em sua casa. Sua filha, de 7 anos, foi encontrada em choque em um quarto diferente. A polícia encontrou evidências que conectam Miles à diversas redes de pornografia infantil. A criança está sendo examinada atualmente para averiguar se ela foi vítima de algum dos vídeos ilegais. Este é o 10° caso da caça à pedófilos que começou à um ano.”

Minha esposa abriu bem os olhos me olhou:

“Queria que nosso bebê houvesse tido a mesma justiça” - Ela disse.

Assim que ela diz isso, eu a abraço, e sinto a mesma euforia que sinto toda vez que estou prestes a matar um desses monstros. Minha excitação pela caçada.

“Não se preocupe, querida. Mais cedo ou mais tarde ele vai chegar à ele.”

Então sim, para quem quer que esteja lendo, eu mato pedófilos. Não me traz nenhuma emoção negativa, durmo muito bem a noite e não tenho planos de parar agora.

Ah… e se VOCÊ estiver lendo isso.

Eu vou te achar, e te causar uma dor inimaginável.
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FONTE
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