Postagens Semanais

Segunda-Feira
Francis Divina

Terça-Feira
Gabriel Azevedo

Quarta-Feira
Francis Divina

Quinta-Feira
Gabriel Azevedo

Sexta-Feira
Talisson Bruce

Sábado
==========

Domingo
==========

O Veio de Prata

15 comentários
– Hoje posso dizer que já nem me lembro muito bem do que se passou naquela tarde de travessia pelo maldito lago. Aquilo foi há muito tempo e os fiapos de memória custam a se entrelaçarem em minha mente.

– O fato é que foi tudo muito estranho, sobretudo triste. Quantas vidas perdidas!

“Passavam das dez horas da noite quando o estranho homem de cabelos dourados como a palha do celeiro chegou ao mosteiro. Era o jovem ajudante do comissário de polícia, Alfredo. O homem, visivelmente alterado, trazia notícias não muito animadoras. Seu cavalo espumava de cansaço.

Ao que tudo indicava, um fazendeiro havia afogado toda a sua família na correnteza do riacho que borbulhava farfalhante ao pé da pequena colina onde no cume jazia sua casa. Aparentemente o assassino teria perdido a sanidade durante uma caçada em que havia se afastado demais de casa. Voltara maluco da viagem e como estivesse possuído por entidades maléficas, num acesso de inexplicável ira violenta, afogou sua esposa e dois casais de filhos, tratando de esquivar-se do peso da tragédia por atravessar os próprios miolos com uma bala de sua carabina momentos após o ocorrido.

A essa época a imagem dos vilões – como eram conhecidos os aldeões de hoje em dia – não era lá muito boa por essas bandas da cidade. E sempre que eles se envolviam em acontecimentos bizarros como o narrado pelo esbaforido Alfredo, nós do Prelado de Santo Tito éramos convidados para que, por livre e espontânea pressão, fôssemos até o local bendizê-lo e afastar as ‘malignidades’ restadas dos atos de vilania.

A verdade era que a agência de polícia inteira simplesmente paralisava-se de medo ante a mais ínfima menção a todo e qualquer fato que fosse de sua competência e tivesse sido levado a cabo naquelas regiões longínquas dos campos.

Acalmei o tal Alfredo e lhe disse que sairíamos na manhã seguinte para que não se protelassem os desígnios da tão opulenta justiça local.

Assim que o homem foi embora mandei acordar todos no mosteiro. Teríamos um dia cansativo amanhã e não queria membro algum do séquito atrasando os demais quando começasse a jornada.

Tratei de arrumar tudo antes que a madrugada caísse serena sobre o teto de palha do templo.

No plúmbeo amanhecer seguinte lá estávamos nós: dois Anciãos, eu e mais um, quatro Meados – como são chamados os ajudantes eclesiásticos daqueles –, seis guardas monges e treze Pedantes.

As Pedantes eram mulheres ditas puras por terem devotado, senão toda, pelo menos a grande maioria de suas vidas aos mistérios do antigo Culto de Tito. Essas verdadeiras andarilhas podiam caminhar por horas a fio simplesmente recitando versos litúrgicos sagrados. O que, segundo os Ensinamentos Altos, afastava o mal de qualquer espécie. Os homens do séquito que se dirigiam para os locais a serem abençoados fazendo sua guarda iam sempre a cavalo, por razões óbvias, contudo, essas mulheres iluminadas, segundo os costumes de seu credo, somente se deslocavam quando em serviço sacro a pé. E daí o nome de sua Ordem: as Pedantes de Tito.

Bem, o que interessa é que essa chusma de vinte e cinco pessoas estava pronta e preparada para a longa e infausta viagem a tal fazenda da morte.

Partimos às seis da manhã seguinte à visita estrepitosa de Alfredo. Fazia um frio tremendo e tiritávamos enquanto atravessávamos as longas planícies que perfaziam a região.

O ramerrão das Pedantes era monótono e cadenciado, de modo que marchávamos naquele compasso rígido e lúgubre.

Ao nascer do segundo dia de caminhada nos encontramos com um exíguo veio de águas prateadas que corria apertado por entre suas margens escarpadas vindo de uma cadeia de montanhas a oeste. O pequeno córrego deslizava com agilidade e profusão através de seu leito. Imaginamos logo que aquele seria o início do tal riacho onde a família pretérita fora dizimada pela asfixia e nos felicitamos com a esperança de estarmos cada vez mais perto de nosso destino.

Resolvemos então seguir o curso do riacho e nos encontramos ao cair da tarde com uma densa mata de árvores revoltas e cheias de vida. A floresta estendia-se ao sul até onde nossas vistas avermelhadas de cansaço alcançavam.

Preferimos estancar a caminhada na entrada dessa mata e aproveitar a luz solene do ocaso de maneira a facilitar nosso começo de noite na orla do denso florestal.

Passamos uma noite rápida e mais quente que de costume devido à massa verde que guardava de maneira bastante eficaz o calor do astro rei para alimentar as vidas que a compunha.

Por volta das duas da tarde daquele fatídico dia o nosso guia aquoso havia se transformado num caudaloso riacho que se alargara quase instantaneamente tomando toda a extensão do terreno a frente.

Aquilo atrapalhava tudo.

Não havia sequer indício longínquo de que existisse por ali fazenda alguma. Logo, teríamos de dar a volta para alcançar a planície dourada pelas plantações de trigo do outro lado da agora gigantesca massa d’água.

Dei ordem para que prosseguissem e as Pedantes, mecanicamente, sem nem ao menos modificarem o tom de sua antífona, puseram-se a chapinhar nas terras inundadas em torno da lagoa. Aquelas mulheres eram mesmo disciplinadas.

Caminhamos sob o sol escaldante e o mormaço infestado de mosquitos daquele brejo. Nossas sandálias afundavam na lama ribeirinha e acabamos por nos cansar como se estivéssemos a caminhar nas areias do Saara e tanto mais depressa.

Instei a comitiva a parar para matar a sede nas águas cristalinas do riacho e banhar suas faces no líquido fresco de modo a reavivar as forças exauridas pela caminhada extenuante.

Os guardas, que estiveram todo o percurso a cavalo contentaram-se em apenas completarem suas botas d’água. As Pedantes por seu turno ajoelharam-se na terra fofa e alagada e levavam as mãos à água lavando os rostos vermelhos do sol e

matando sua sede. Bebemos todos e nos refizemos um pouco com a frescura da água boa do lago.

O problema é que não tardamos a nos arrepender do tal ato.

Por motivo a nós não revelado, parecia que aquelas águas tão belas e doces tinham-nos envenenado. Minutos após termos retomado a caminhada e enquanto ainda recitava suas preces infinitas uma das Pedantes simplesmente despencou por sobre suas companheiras que em sua frente seguiam.

Ao ver que uma delas havia tombado as outras preladas automaticamente interromperam sua ária sorumbática e voltaram-se todas no mesmo instante para a mulher togada que fremia e virava as vistas espojando na lama como que possuída por mil demônios.

As mulheres agiram tão rapidamente quanto os monges que nos faziam a guarda e num intervalo curtíssimo de tempo a moribunda estava sendo retirada da lama por um punhado de mãos caridosas que lhe dominavam o estertor doentio.

Colocamos a mulher, que agora desfalecera completamente, deitada sob a sombra de uma árvore a certa distância da margem do lago que acompanhávamos. Ocorre que segundos após termos aninhado a Pedante desacordada sob a umbrela do arvoredo, uma outra freira arremessou-se contra o chão coberto de palha vomitando e gemendo de forma terrível. Seus olhos viravam diabolicamente nas órbitas. A ela seguiu-se outra e mais outra, até que em instantes toda a nossa caravana rugia e embolava-se por entre as folhas como um bando de cachorros que rolassem na carniça. Só eu permanecia senhor de mim.

Imediatamente juntei as mãos crispadas tocando o nariz com a ponta dos dedos médios e submergi meu desespero em orações. No vale verdejante e vívido a luz oblíqua do sol poente esvaía-se em raios tépidos e rutilantes. Enquanto que nas sombras daquelas árvores éramos obliterados um a um por aquela força estranha.

De repente senti que me fora arrebatada a capacidade respiratória. Minhas veias incendiaram-se e meus nervos se retesaram completamente. Minha coluna hirta infeccionou-se de imediato e caí sob o arroubo da morte evidente que me convulsionava os movimentos de forma involuntária.

Sofri os rigores destes sintomas por alguns minutos e então finalmente libertei-me das garras da dor e estanquei retorcido e morto sob a sombra dos galhos que ocultavam o céu escarlate.

Até aí as coisas correram dentro de seus limites naturais. Fomos envenenados por alguma substancia oculta na água do lago maldito e em virtude disso falecemos todos. Temos uma situação triste e incomum, mas natural.

O estranho mesmo foi quando abri de repente os olhos sob o luar amarelado que se erguia refletido nas águas turvas e imóveis do lago.

Divaguei por uns momentos com a mente dormente e os pensamentos convulsionados. Um inseto que caminhava em meu rosto atravessou-me a face esquerda causando um formigamento estranho enquanto andava. A sensação me despertou imediatamente.

Joguei o animal pra longe com um gesto rápido e me levantei com dificuldade. Apoiei-me no tronco da árvore sob a qual jazi não sei por quanto tempo. Uma coruja piava.

Olhei em volta desnorteado e pensei divisar ao longe uma das Pedantes caminhando tropegamente a alguns metros de mim por entre a folhagem agreste.

Chamei-a mas minha voz não saiu. Então, como se imitasse a figura titubeante que caminhava tesa em minha frente, dirigi-me com dificuldade na direção dela. Porém, antes que alcançasse a silhueta trôpega, tropecei em algo e me projetei para frente com tal impulso que espatifei-me fragorosamente na camada seca de folhas que cobria o chão úmido.

Com o tombo percebi que estivera até então surdo, pois mina audição voltara. E com ela o alarido da estranha canção diabólica que ecoava por entre troncos sombrios e lembrava nitidamente as preces outrora entoadas pelas Pedantes durante a viagem.

Saltei de lado ao reconhecer o rosto deteriorado de uma Pedante que, caída meio apoiada numa árvore, me fitava com olhos vítreos de boneca. A pobre mulher

estava apoiada no tronco pela base do pescoço torcido em contato com a madeira escura. Sua boca, retesada num movimento obsceno, jazia escancarada e ressequida.

Reconhecendo com dificuldade a fisionomia da irmã deformada, chamei por seu nome e estendi a mão trêmula na tentativa de tocar-lhe as faces acinzentadas. Ao que o cadáver – se posso chamá-lo assim – rigidamente moveu o escalavrado maxilar que escorria a secreção dos vários ferimentos ostentados e num urro grotesco e abissal aparentemente respondeu com voz soturna ao chamado.

Recolhi imediatamente a mão estendida e me afastei daquela figura hedionda instintivamente. Foi quando senti meus dedos tocarem algo úmido e esponjoso. Recuei aterrorizado e percebi que tinha enfiado a mão na goela esfacelada de um dos Meados que seguira comigo desde aquela manhã gelada em que partimos do mosteiro. O homem estava caído de bruços com o pescoço retorcido, de modo que sua cabeça jazia virada ao contrário, tendo pela frente o que antes foram suas costas. Sua cabeça e garganta estavam dilaceradas e sangrentas, mas seus olhos moviam-se sem parar nas órbitas, como se procurassem incessantemente por algo perdido no ar.

Levantei transido de horror e disparei em direção às águas escuras do lago que refletiam serenamente o luar doentio sobre o vale infausto.

Corri noite adentro enlouquecido pelo terror das diabólicas cenas e perseguido pelo odioso hino mortuário que ressoava intermitente. Não sei de onde parti e nem onde havia chegado quando desmaiei de exaustão.

Sei contudo que acordei dias depois no quarto de uma ermida que ficava na encosta da montanha de onde descia o modesto córrego anteriormente citado. O abade disse que me havia encontrado dias antes meio-morto delirante e balbuciando frases desconexas caído por entre os arbusto que crescem nos arredores do poço que guarnece a abadia na encosta.

Contei a ele minha desfortuna. O homem riu-se da história e me deu um livro de orações e um rosário, além de me aconselhar repouso e reflexão. Acatei os conselhos do anacoreta e caminhava pelo pomar artificial que crescia na encosta durante o dia todo orando como uma Pedante. Fazia isso todos os dias. Mas naqueles

tempos estava completamente louco e achava que tinha mais de uma sombra quando saía à luz do sol ou mais de um reflexo quando me olhava no espelho.

Além disso, durante as noites em que a lua era cheia, ouvia a perversa ária distorcida das Pedantes ecoando nos corredores da ermida vinda das trevas externas ao meu quarto. Tinha suores noturnos e ouvia coisas. Algumas vezes cheguei mesmo a ver imagens trôpegas a caminhar no pátio da capela com seus movimentos rígidos dignos da monstruosidade que avistei naquele dia fatídico há meses passado.

Certa manhã porém, enquanto caminhava pelo pomar recitando minhas orações, divisei uma criatura furtiva que se movia por entre as árvores com movimentos mecanizados como os de um pássaro. Uma não, duas.

Meu coração disparou no peito e me escondi atrás de uma árvore próxima. O que significava aquilo? Será que uma daquelas bestas havia encontrado o baluarte da ermida e me seguira pelas veredas do pomar?

Esperei que as aberrações se aproximassem, e quando isso aconteceu, gadanhei um toco seco que estivera caído ao meu lado e avancei no momento em que passavam com seus movimentos demoníacos ao meu lado. Na fúria cega do horror desferi dezenas de golpes até que seus corpos inertes estivessem completamente destroçados. E ai, como ainda me reprovo por tal feito!

Quando dei por mim e larguei do porrete com que esmagara o crânio dos malditos demônios, percebi que eles não eram ninguém menos do que o abade da igrejinha e seu Meado que caminhavam tranquilamente por entre o arvoredo. Dominado pelo desespero e tomado de um arrependimento monstruoso pelo que havia feito, caminhei friamente em minha loucura até o poço onde outrora fui encontrado e sem cerimônias me atirei buraco abaixo.

Isto aconteceu um dia e meio antes da chegada dos agentes de polícia que vieram inspecionar os chamados recebidos em face das lamentações noturnas de que se queixavam moradores das fazendas próximas ao tal riacho onde houvera fenecido toda a minha comitiva.

Como o poço em que me jogara não continha água suficiente para que me afogasse, simplesmente dilacerei-me por completo, quebrei uma perna e um braço e

fiquei como morto naquela água gélida pela totalidade das horas que se seguiram até que a polícia chegasse.

Fui resgatado pelos homens do comissário que me trouxeram de volta para a cidade. E percebendo minha total ausência de razão, internaram-me naquele maldito hospício doentio, morbidamente perplexo e lânguido.

Demorei a me recuperar dos ferimentos que sofrera por causa da queda no poço. E minha mente jamais foi a mesma. Os demônios que se vestiram dos corpos de minha comitiva ainda me atormentam e posso ouvi-los rastejando no corredor entre as celas durante as noites soturnas que passo aninhado nesse cubículo nefasto a que me encontro preso. São criaturas infernais nascidas do pesadelo para assombrar a vivência dos homens. O cântico funesto que se repetia no interior do vale ainda molesta meus dias e noites.

Contudo, em que pese o grande intervalo de tempo, voltei a concatenar frases de modo lógico novamente e hoje consigo exprimir meus pensamentos de maneira compreensível. Por isso na semana passada esteve aqui um homem de cabelos cor-de-palha que dizia ser comissário de polícia querendo me fazer algumas perguntas. Seu nome era Alfredo. E por um breve momento pensei que também o conhecesse, mas me enganei.”

– Por isso estou aqui lhe dando este depoimento, senhor magistrado. E por tudo o que acabo de lhe contar, hoje chamam aquela passagem na floresta de cancela das lamentações.

Autor: Rodrigo Bispo

15 comentários :

  1. Boa noite, como eu faço para mandar creepypastas?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Se eu n me engano tem um email que vc manda e se for boa eles postam

      Excluir
  2. Pô gabriel, só posta uma creepCreepy descente

    ResponderExcluir
  3. Linguagem maçante e cansativa, história meia boca, e final desanimador. A descrição do lugar e das situações com essa "rebuscação" toda, só faz atrapalhar o leitor a imaginar a situação que o texto quer passar o que torna a leitura bem desprazerosa. 2/10

    ResponderExcluir
  4. Desculpa ai ate pq sempre detestei esse tipo de comentario, Mas puta merda que crep ruim vey muito ruim mesmo.

    ResponderExcluir
  5. Nem li até o final.... pior credo que tentei ler ;(

    ResponderExcluir
  6. Detesto parecer uma critica literária profissional, mas dá pra perceber claramente que eu autor teve uma ideia comum e sem um plot twist avassalador mas, para fazer a creepy parecer especial, a encheu de belos sinônimos e a deixou "rebuscada", como disse o colega ali. Dá para perceber quando o autor não utiliza esse vocabulário com naturalidade.

    ResponderExcluir
  7. PRGDL02022

    Top como sempre... Bom trabalho...

    ResponderExcluir
  8. Acho que sou o único que gosto dessa linguagem nesse tipo de creepy. Acho legal como utiliza uma linguagem rebuscada para uma creepy que seria bem mais ou menos, para mim muda muito. Parabéns Rodrigo, espero que não desanime com esses comentários. Continua assim!!

    ResponderExcluir
  9. Não imagino o texto como uma Creepypasta, vejo mais como um conto de pessoas que moram no interior do Brasil e não tem muito conhecimento do "mundo moderno". No geral o texto é bom, a linguagem é rebuscada, mas é o tipo de escrita que se imaginaria desse pessoal do interior. Acredito que as críticas advém do costume de ler Creepypastas com um ritmo extremamente rápido, sempre com aquele plotwist no final.

    ResponderExcluir
  10. Orra, eu gostei da creepy. Criativa e inesperada, os que reclamaram, visaram a escrita como "problema" pois se acostumaram a leitura de facil-digestão. Se ler com calma, vai ver que justamente a forma como foi escrita que embelezou a historia. Mt boa, curti mesmo. Pelo que entendi do final, o tal alfredo que aparece desesperado no começo era algum tipo de "maniaco do rio" que tinha noçao da maldiçao do rio, e ainda assim instruia as pessoas a aquele lugar para se foderem mesmo hauhaueh, talvez por trauma por conta do rio, ou talvez pq o rio o modificou e o deixou assim "do mal", seila, vai do autor. 7,5/10

    ResponderExcluir
  11. Uma das piores que já li aqui. Sinceramente, creepys dos fãs devem ser discutidas e votadas entre os adms do blog antes de serem postadas. Foi muito ruim. Foi forçada, tentou dar um final apoteótico que foi simplesmente ridículo. A linguagem em estilo parnasiano tornou a leitura maçante e cansativa.

    ResponderExcluir
  12. Essa creepy tem ligação com "A Charneca"? Pelo que entendi essa história parece se passar um pouco antes da "A Charneca", seria parte de uma série ou apenas do mesmo universo?

    ResponderExcluir