04/03/16

Compilação de Lendas Urbanas - parte 3: O experimento russo da privação de sono

Terceira parte do Lendas Urbanas retirado deste link.

                                                                                                                                                                   

Pesquisadores russos, no final da década de 1940, mantiveram 5 pessoas acordadas por 15 dias inalando um gás estimulante experimental. Elas foram mantidas em um ambiente fechado para que monitorassem  cuidadosamente sua inalação de oxigênio a fim de que o gás não os matasse, pois este continha uma grande concentração de toxinas. Isso foi antes da invenção do circuito fechado de câmeras, de modo que só tinham microfones e janelas redondas de vidro de mais ou menos 13 centímetros de espessura na câmara para monitorá-los. A câmara continha com livros, camas dobráveis para dormirem, mas sem roupa de cama, continha água corrente, banheiro e comida desidratada o suficiente para viverem os cinco por um mês.
Russian Sleep Experiment
Os sujeitos testados eram prisioneiros políticos julgados inimigos do estado durante a Segunda Guerra Mundial.
Tudo estava bem durante os primeiros 5 dias, eles quase não reclamavam sobre terem prometido (falsamente) que seriam soltos caso se submetessem ao teste e não dormissem por 30 dias. Suas conversas e atividades eram monitoradas e notou-se que eles continuavam a falar sobre incidentes cada vez mais traumáticos de seus passados, e no geral o tom das conversas ganhou um aspecto sombrio após o quarto dia.
Após cinco dias, eles começaram a reclamar sobre as circunstâncias e eventos que os levaram para onde estavam e começaram a demonstrar uma paranoia grave. Pararam de falar uns com os outros e começaram a sussurrar alternadamente nos microfones e nas janelas espelhadas. Curiosamente, todos pareciam pensar que poderiam ganhar a confiança dos pesquisadores tornando-se seus camaradas, outros sujeitos em cativeiro com eles. De primeiro, os pesquisadores suspeitaram que fosse um efeito do gás...
Após nove dias, o primeiro deles começou a gritar. Ele correu pela câmara gritando repetidamente por três horas a fio, e continuou tentando gritar, mas apenas conseguiu produzir alguns grunhidos. Os pesquisadores sugeriram que ele havia rompidos suas cordas vocais. O mais surpreendente sobre esse comportamento é como os outros em cativeiro reagiram... ou como não reagiram. Eles continuaram sussurrando nos microfones até o segundo em que começaram a gritar. Os dois que não estavam gritando que pegaram livros, sujaram página por página com suas próprias vezes e as passaram calmamente pela janela arredondada de vidro. A gritaria cessou prontamente.
Assim como o sussurro nos microfones.
Mais três dias se passaram. Os pesquisadores checavam os microfones de hora em hora para ter certeza de que estavam funcionando, pois achavam impossível que nenhum som estivesse vindo dos cinco ali dentro. O consumo de oxigênio na câmara indicava que os 5 deviam ainda estar vivos. Na verdade, essa era a quantidade de oxigênio que cinco pessoas consumiriam em exercício de um nível de esforço muito alto. Na manhã do 14º dia, os pesquisadores fizeram uma coisa que disseram que não fariam para obter a reação dos sujeitos em cativeiro. Eles usaram o interfone dentro da câmara, esperando provocar alguma resposta deles, pois temiam que estivessem mortos ou em estado vegetativo.
Eles anunciaram:

 Estamos abrindo a câmara para testar os microfones, mantenham distância das portas e deitem-se no chão, ou atiraremos. Bom comportamento garantirá a um de vocês a liberdade imediata.
Para a surpresa deles, ouviram uma única frase dita em uma voz calma responder:

 Não queremos ser libertados.
Um debate se iniciou entre os pesquisadores e as forças militares  que estavam financiando a pesquisa. Incapazes que provocar alguma outra resposta usando o interfone, finalmente decidiram abrir a câmara à meia-noite do décimo quinto dia.
O gás estimulante foi retirado da câmara e esta foi preenchida com ar fresco, e imediatamente vozes dos microfones começaram a contestar. Três vozes diferentes começaram a implorar, como se estivessem implorando pela vida de seus amados, para que voltassem com o gás. A câmara foi aberta e os soldados entraram para recolher os sujeitos testados. Eles começaram a gritar mais alto do que nunca, assim como os soldados o fizeram quando viram o que havia lá dentro. Quatro dos cinco sujeitos estavam vivos, embora nenhum pudesse dizer com certeza o estado de nenhum deles em "vida".
As rações de comida não haviam sido muito tocadas após o quinto dia. Havia pedaços de carne da coxa e da bochecha do sujeito testado morto dentro do ralo no centro da câmara, bloqueando-o e fazendo com que mais ou menos 10 centímetros de água se acumulasse no chão. Nunca foi determinado com precisão o quanto de água era na verdade sangue. Todos os quatro "sobreviventes" testados também tinham grandes pedaços de músculo e pede arrancados de seus corpos. A destruição da carne e o osso exposto nas pontas dos dedos indicavam que os ferimentos haviam sido feitos usando a mão, e não com os dentes, como os pesquisadores inicialmente pensaram. Uma examinação mais de perto sobre a posição e dos ângulos das feridas indicaram que a maioria, se não todas, haviam sido feitas pela própria pessoa.
Os órgãos do abdômen abaixo da caixa torácica de todos os quatro sujeitos testados foram removidos. Enquanto o coração, pulmões e diafragma permaneciam em seus lugares, a pele e a maioria dos músculos ligados às costelas haviam sido arrancados, expondo os pulmões através da caixa torácica. Todas as veias e órgãos permaneceram intactos, somente tendo sido tirados e colocados no chão, espalhando-se em volta dos corpos eviscerados porém ainda vivos dos sujeitos. O trato digestivo dos quatro podia ser visto trabalhar, digerindo comido. Rapidamente se tornou aparente que o que eles digeriam era sua própria carne que haviam arrancado e comido ao longo dos dias.
A maioria dos soldados no local fazia parte das operações especais russas, mas muitos continuaram se recusando a retornar à câmara para retirar os sujeitos testados de lá. Eles continuavam a gritar para serem deixados na câmara e imploravam alternadamente e exigiam que o gás fosse novamente acionado, a fim de que não dormissem...
Para a surpresa de todos, os sujeitos iniciaram uma batalha feroz no processo de serem retirados da câmara. Um dos soldados russos morreu por ter tido sua garganta rasgada, outro foi gravemente ferido, pois teve os testículos arrancados e uma artéria em sua perna pelos dentes de um dos sujeitos. Outros cinco dos soldados perderam suas vidas, se você contar aqueles que cometeram suicídio nas semanas após o incidente.



Durante a luta, um dos quatro sobreviventes do teste teve seu baço rompido e começou a sangrar quase que instantaneamente. Os médicos pesquisadores tentaram sedá-lo, mas perceberam que seria impossível.  Injetaram doses morfina nele mais de dez vezes, e ele continuava a lutar como um animal encurralado, quebrando as costelas e o braço de um dos médicos. Quando seu coração bateu durante dois minutos, ele sangrou tanto que havia mais ar do que sangue em seu sistema. Mesmo após ter parado de sangrar, ele continuou a gritar e a se debater por mais 3 minutos, lutando contra qualquer um que chegasse e apenas repetindo a palavra "MAIS" repetidamente e cada vez mais fraco, até que finalmente ficou em silêncio.
Os outros três sobreviventes foram contidos e movidos para uma unidade de saúde. Os dois com as cordas vocais intactas imploravam sem parar pelo gás, exigindo serem mantidos acordados...
O mais ferido dos três foi levado para a única sala de cirurgia que a unidade tinha. No processo de preparar o sujeito para ter os seus órgãos novamente dentro de seu corpo, descobriram que ele era imune ao sedativo que o deram para prepará-lo para a cirurgia. Ele lutou furiosamente contra a imobilização quando o gás anestésico foi colocado para apagá-lo.Conseguiu rasgar quase que completamente uma tira de couro de mais ou menos 10 centímetros de largura presa em seu pulso, mesmo que um soldado de 90 kg também estivesse segurando o seu pulso. Foi necessário apenas mais um pouco de anestésico para apagá-lo, e no instante em que seus olho se fecharam, seu coração parou. Na autópsia, que aconteceu na mesa de operações, foi descoberto que seu sangue continha três vezes mais oxigênio do que o normal. Seus músculos que ainda estavam grudados ao esqueleto estavam bastante desgastados, e ele quebrou 9 ossos em sua luta para não ser sedado. A maior parte desses machucados foram feitos pelos próprios esforços do paciente.
O segundos sobrevivente tinha sido o primeiro do grupo de cinco a começar a gritar. Suas cordas vocais foram destruídas e ele não conseguia implorar ou exigir uma cirurgia, e sua única reação era chacoalhar a cabeça violentamente em sinal de desaprovação quando a o gás anestésico foi colocar perto dele. Ele chacoalhou a cabeça durante as 6 horas do procedimento de recolocar seus órgãos abdominais e tentativa de recobri-lo com o resto de pele que tinha. O cirurgião que coordenou a operação afirmou repetidamente que seria possível que o paciente sobrevivesse. Uma enfermeira horrorizada que assistia à cirurgia afirmou ter visto a boca dos pacientes curvar-se em um sorriso inúmeras vezes, sempre que seus olhos encontravam os dela.
Quando a cirurgia acabou, o sujeito olhou para o cirurgião e começou a ofegar muito alto, tentando falar enquanto lutava contra sua respiração. Entendendo que isso deveria ser algo extremamente importante, o cirurgião pegou uma caneta e um bloco de notas para que o paciente pudesse escrever sua mensagem. Era simplesmente: "Continue a cortar".
Os dois dois sujeitos foram submetidos à mesma cirurgia, ambos com anestesia. Entretanto, tiveram de injetar neles paralisantes para que a operação prosseguisse. O cirurgião disse que era impossível prosseguir enquanto os pacientes riam sem parar. Uma vez paralisados, eles apenas podiam seguir os pesquisadores presentes com os olhos. O paralisador saiu de seus sistemas em um perioco curto de tempo fora do normal, e logo eles já estavam tentando se soltar. No momento em que conseguiram falar, perguntaram novamente pelo gás estimulante. Os pesquisadores tentaram perguntar o motivo que eles haviam se machucado, porque haviam arrancado suas próprias vísceras e o porquê de quererem tanto o gás de novo.
Apenas uma resposta foi dada: 
 Eu devo permanecer acordado.
 A imobilização dos três sujeitos foi reforçada e eles foram colocados de volta na câmara, à espera de uma determinação sobre o que deveria ser feito com eles. Os pesquisadores enfrentavam a ira de seus "benfeitores" militares por terem falhado com os objetivos de seu projeto, que considerava a eutanásia para os sobreviventes da pesquisa. O comandante, um ex-KGB, em vez disso, viu potencial, e quis ver o que aconteceria se eles fossem colocados de novo sob o gás. Os pesquisadores refutaram veementemente, mas rejeitaram suas opiniões.
Durante a preparação para serem colocados na câmara novamente, os sujeitos foram conectados a um monitor de eletroencefalograma, e suas amarras foram acolchoadas para que aguentassem o longo tempo de confinamento. Para a surpresa de todos, os três pararam de lutar no momento em que os avisaram de que voltariam para o gás. Era óbvio que à essa altura os três estavam se esforçando muito para permanecerem acordados. Um dos que podia falar cantarolava alto e sem parar; o que era mudo, torcia suas pernas contra a tira de couro com toda a sua força, primeiro a esquerda, depois a direita, e a esquerda de novo para ter algo em que se focar. O último sujeito afastava sua cabeça do travesseiro e piscava rapidamente. Tendo sido o primeiro a ser conectado ao aparelho de eletroencefalograma, a maioria dos investigadores estavam monitorando suas ondas cerebrais surpresos. Elas eram normais na maioria do tempo, mas às vezes sumiam inexplicavelmente. Parecia que ele estava sofrendo repetidamente de morte cerebral antes de voltar ao normal. Conforme eles focaram no papel que saía do monitor de ondas cerebrais, apenas uma enfermeira viu seus olhos se fecharem no mesmo instante em que sua cabeça deitou-se sobre o travesseiro. Suas ondas cerebrais imediatamente mudaram para as de sono profundo, e então caíram pela última vez conforme seu coração parou simultaneamente. 
O último sujeito que sobreviveu que podia falar começou a gritar para ser  selado naquele instante. Suas ondas cerebrais estavam retas como as do homem que acabara de morrer após adormecer. O comandante deu ordens para selar a câmara com os dois sujeitos lá dentro, assim como os 3 pesquisadores. Imediatamente um dos pesquisadores sacou sua arma e atirou entre os olhos do comandante, e então virou sua arma para o sujeito mudo e atirou em sua cabeça também.
Ele apontou sua arma para o sujeito que restava, ainda preso à cama enquanto os outro membros da equipe de médicos e pesquisa saía da sala. 

 Não serei selado aqui com essas coisas! Não com você!  ele gritava ao homem amarrado à cama.  O QUE VOCÊ É?  ele ordenava.  EU EXIJO SABER!
O sujeito sorriu.
 Como você esqueceu assim tão fácil?  o sujeito perguntou  Nós somos vocês. Somos a loucura que se esconde em todos vocês, implorando para ser libertada a qualquer momento no fundo de sua mente animalesca. Nós somos o que você esconde em suas camas toda noite. Nós somos o que vocês sedam em silêncio e paralisam quando atingem o paraíso noturno onde não podemos nos levantar.
O pesquisador parou, e então mirou no coração do sujeito e atirou.
O aparelho de eletroencefalograma zerou enquanto o sujeito gaguejava sem força:

 Qua... se... livre..."




25 comentários:

  1. Essa creepy já tá perdendo a graça. 🌝

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  2. Ele atirou na propria cabeça e depois atirou no ultimo sobrevivente. CERTO. Mas e ai... Ja vi essa creepy umas três vezes aqui na pagina...

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    1. "O pesquisador parou, e então mirou no coração do sujeito e atirou."
      Ele não atirou em si mesmo.

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    2. opa, foi mal, falta de atenção kkk e foi na cabeça e.e

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  3. essa creepy já não foi postada sozinha (sem ser em um compilado) um tempo atras?

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    1. Antes de traduzir, fiz uma pesquisa sobre essa creepy aqui e ela não havia sido postada ainda. Ela já foi traduzida por outro site, mas é uma tradução cuja qual não tem nada a ver com a nossa.

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    2. Haam? Talvez tenha sido postada com outro nome, não sei. Médicos nazistas? Tanto faz, mas sei que já vi aqui.

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  4. Eu gosto dessa creepy, mas toda vez que leio ela tem um final diferente.

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  5. A creepy eh batida msm kkk mas boa, não esqueçam de nao deixar o site morrer pfvr;

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  6. Já vi essa creepy umas 900 vezes e inclusive já havia sido postada aqui. Boa tradução, de qualquer formaa.

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  7. Já vi essa creepy umas 900 vezes e inclusive já havia sido postada aqui. Boa tradução, de qualquer formaa.

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  8. Desculpa gente, mas já li essa creepy aqui. To fazendo uma maratona de creepyspastas daqui e estou no mês de março de 2015, e das creepys atuais até lá, já li essa creepy. A única diferença é que não tinha essa imagem (que me deu medo).
    Só comentando pra confirmar que já foi postada essa creepy aqui :)

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  9. Essa Criatura da foto lá em cima,nada mais é que um Boneco.Acho que foi no Canal Assombrado,que fizeram um vídeo contando essa creepy e tals.Mais no Final do vídeo ele explicou que essa foto era falsa,por ser um boneco e blá blá blá.
    Mais a Creepy é realmente foda ! Pena que já li ela um monte de vezes,e sempre com um final diferente kkk (:

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  10. Se for trazer repetiçõe(repostagens) traz de mindfucks, pq n fica batido

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  11. A espera de algum ser humano,postar uma creepy no estilo "abandonado pela Disney"..
    Se não der pro ser humano,pode ser capiroto mesmo.
    E também deveriam investigar para ver se é verdade.

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  12. ��������

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