13/08/15

NES Godzilla (Replay) - Gelid

Prólogo
Terra
Gelid
Senhas
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Não estou certo sobre o que pensar desse jogo. Eu enviei minhas anotações da parte 1 para o Zach ver o que achava disso, para ver se ele podia dar uma olhada no que estava acontecendo.
“Eu te disse antes. Eu não sei como o jogo faz essas coisas. Se você está achando que eu coloquei essas coisas no jogo, você está enganado, pois é a primeira vez que eu vejo isso. Parece que o jogo se recriou desde que eu o joguei. Não é um bom sinal. ”
Não foi uma resposta útil, mas bem... eu não sei o que eu esperava dele. Enquanto no jogo, eu estava entrando no mundo 2 hoje.


Se chamava Gelid. Sem mais planetas então?
E ali estava o mapa de “Gelid”. Eu estava feliz em ver que eu tinha o Godzilla! Tinha uma grande variedade de levels. Aquele símbolo que parecia mal no final devia ser a saída. Eu espero não encontrar com o Red ali.
Apertando Select nos ícones do level, descobri que esses levels tinham seus próprios nomes que eram:
“TUNDRA”
“CAVERNA DE GELO”
“ZONA DE ISOLAÇÃO”
“CAMINHO PERDIDO”
“TEMPLO DO SILÊNCIO”
 “PECADO”
Os dois primeiros soavam razoáveis..., mas os outros, eu não tenho ideia. Eu vou começar com o nível da Tundra.
TUNDRA
A Tundra era bem o que eu esperava. Era bem bonito de se olhar. Godzilla agia normal, mas se movia levemente mais rápido. O que era bom. A música aqui era uma faixa nova com uma vibe sutíl. Tinha um som “invernal”, e parecia mais avançada que as músicas casuais do NES.
As criaturas da fase não eram mais dinossauros, ao invés disso, a Tundra era lotada de várias bestas. Eu suspeitei que seria o caso pelo resto do jogo, mas eu não sabia.
Não haviam muitos por aqui. Eu não tinha que usar tantos ataques pois a maioria das criaturas aqui eram não agressivas. Eram até muito calmas.
A geada havia virado uma nevasca. Era difícil de ver e eu estava passando entre mais e mais corpos enterrados na neve.
A neve ficou insuportável e isso quase fez chegar ao fim do level parecer impossível. Quando comecei a perceber que meu tempo de observação havia acabado, eu cheguei ao fim rapidamente.
Não tinha muita resistência inimiga. Na verdade, eu não cruzei com nada vivo perto do fim.

CAVERNA DE GELO
Após ter que lidar com a nevasca, eu estava feliz que esse level era a “céu fechado”. Eu não podia sair por razões óbvias, então eu entrei pela direita. A música era muito diferente – algo entre “relaxante” e “entorpecente mental”.
Essas criaturas azuis eram inimigos que me perseguiam. Elas não davam muito dano, mas eu preferi correr delas, tentando conservar minha saúde.
Tinha também inúmeros poços espinhosos que eu tinha que pular sobre. Era bem difícil de fazê-lo enquanto corria das bestas. Você pode me ver caindo num desses na screenshot.
Eu também tive problemas com aquelas coisas que usavam o sopro congelante. Elas pareciam ficar hostis com a minha presença e esperavam para atacar no momento mais inconveniente.


O level acabava com uma luta contra essa criatura coberta de cristais. Tinha pouco espaço para me mover sem ser espetado pelas estalactites, mas o boss não parecia ser afetado por elas. Ele se movia rapidamente e podia girar no ar, mas ele não era mais esperto que os outros inimigos.
O primeiro boss real era um siri chamado “Ganimes”. Talvez fosse um monstro do Godzilla, pois eu nunca ouvi sobre ele antes.

A luta foi bem fácil. O siri se movia para frente e para trás enquanto batia com suas garras, então pulava e cuspia. Eu tive um trabalhinho chutando ele constantemente na cara.
As coisas estavam indo bem até agora, mas eu só estava na metade do caminho.
ZONA DE ISOLAÇÃO
Esse level é algum tipo de plataforma espacial lotada de cristais flutuantes. Uma música lenta e solitária tocava ali. Alguns dos cristais tinham coisinhas parecidas com bebes dentro delas, nos quais eu podia bater socando os cristais.

Quando eu socava um cristal vazio, ele me levava a uma pequena área encubada. Eu fui para quatro delas, a primeira foi a screenshot acima, a segunda era a mesma, exceto que a sala estava vazia. A terceira me mandou para um corredor congelado, que eu tinha que correr para passar dos monstros que emergiam de buracos nas paredes.

E o quarto me mandou para esse pequeno personagem. Eu andei nele e uma tela de texto apareceu. Ele tinha algo a dizer.
“O primeiro homem a andar na lua foi Ezekiel Zanderfruit”
Um... alguma referência? Não, sinceramente, eu não entendi.
E era o fim do level aparentemente.
Outra luta contra um boss, e dessa vez o oponente era uma tartaruga gigante chamada “Kamoebas”.
Era mais lenta que Ganimes e não tinha ataques destemidos. Mas era mais resistente a dano, e não parecia se mover em padrão.

Às vezes estendia seu pescoço para me morder, mas era facilmente desviada. Eu estou ficando um pouco incomodado com o quão baixa minha vida é. Posso só esperar que o jogo incremente minha barra de vida em breve.
CAMINHO PERDIDO
Era também um level flutuante como a Zona de Isolação, com exceção do fundo cheio de nuvens e numerosas plataformas. A música era gentil e calma, soava como uma canção de ninar. Procedi na direção das setas (mesmo que eu houvesse que ir para a direita, sempre).
Esse level me deixava na borda pois eu nunca podia dizer se eu iria pousar numa plataforma quando eu pulasse ou se eu iria fazer o Godzilla cair para sua morte.
Parece que as plataformas são densamente empacotadas nas screenshots, mas são como se fossem conchas de plataformas pelo nível, onde têm espaços vazios entre elas. Eu tive que fazer vários “saltos de fé”.

Tinha muitas criaturas ali, e alguns inimigos dos levels anteriores. Entre elas o sopra gelo (chato para caralho). É mais fácil dar cabo nelas ali do que quando estavam em cavernas, pois eu podia fazer elas caírem dos blocos. Eu matava todos os sopra gelo para evitar ser congelado por um deles em meio à um salto.
Após rodear por ali por alguns minutos, encontrei essa plataforma de blocos de ouro que se movia para cima e para baixo. Isso me levou para uma área com um dinossauro azul (por quê tudo era azul em Gelid?), que eu pensei ser um inimigo, mas ao invés de me atacar ele começou a me seguir de volta.
Como o dinossauro e eu continuamos, nós vimos muitas criaturas vagando em volta, olhando confusas para nós. Então eu percebi que as setas não levavam a lugar algum, e sim, guiavam os ocupantes daquele lugar à becos sem saída.


Então agora eu estava ignorando as setas, e ao invés delas, eu estava procurando blocos de ouro. Eu não tinha ideia de qual direção seria a saída, mas eu tinha muita ideia de quais me levariam a isso.
Tinha também algo flutuando que parecia uma bolha de neve. Eu não sabia para que aquilo servia.
Após usar mais dois blocos elevadores, de ouro, encontramos esse carinha quem disse:


“Eu sou Usol. Eu não sei como eu cheguei aqui. Por favor, me ajude.
Me senti mal por aquela pobre criaturinha, então eu mesmo sem pensar nisso, eu soltei um “Certo”.
“Obrigado”
Ele respondeu ao que eu disse e aquilo me fez pirar. Eu não havia pressionado botão algum ou qualquer outra coisa, mas o “Usol” ouviu minha voz, de algum modo.
Isso me fez pular, mas Usol parecia bem inofensivo. Então eu fiquei de olho na saída.

.Eeeee nós encontramos a saída. Levou uns seis minutos de procura, mas a saída ficava bem atrás do lugar de onde comecei.

TEMPLO DO SILÊNCIO

Bem no começo, um inimigo veio rastejando até mim. Parecia uma lesma com braços amarrados e uma boca serrada. Ele não tinha outros ataques além de correr até mim. Não tinha música ou qualquer outro som aqui.

Haviam muitos inimigos nesse level. Eu tentava pular sobre eles/passar eles. O templo parecia ser nada mais que um corredor de inimigos.
Cheguei na ponta do corredor. Tinha uma saída que me colocou em outro corredor entre o primeiro, voltando à esquerda.
Eu não tinha muito para dizer sobre esse level, exceto que ele tinha uns inimigos estranhos para caralho, e que a falta de sons me dava um sentimento inconfortável. Sem mencionar as estátuas.

Aqui estou eu, no fim do level. Muitas daquelas coisas multifacetadas em forma de cabeça estavam flutuando em volta.
E era o último dos levels de Gelid. Bem, quase. Ainda tinha que passar por “Pecado”.

Antes de adentrar ali, eu estava tentando figurar o que aquilo podia ser. O nome é muito vago, mas sugeria algo desconfortável. O ícone do level não me dava muitas pistas.

É, eu não sei. Não posso dizer nada.


É uma luta com um boss! Eu devia ter adivinhado. Só de ouvir a música, eu podia dizer que era um boss.

Eu cheguei perto de ser atingido por um raio de calor. Não deu muito dano, mas eu só tinha quatro barrinhas de vida, então eu não podia tomar muitos hits.

Tentei correr e bater e fui empurrado para longe. Se eu estivesse longe dele, ele usaria um raio congelante que saia pelo seu olho. O único jeito de derrota-lo era continuar me movendo constantemente.

 O método de batalha do “esquilo hiperativo” provou ser um sucesso. Lethar agarrava o Godzilla, e era quando ele tomava um raio de calor na fuça.
Após Lethar morrer, uma imagem de um portão apareceu. Tinha sete buracos, um tinha o ícone de Lethar e os outros 6 estavam vazios.

Após apertar Start, fui enviado para a tela inicial. Desliguei o jogo por enquanto.
Bem, isso foi... insano.  Enquanto eu jogava eu fiquei tão envolvido que eu meio que esqueci que nada disso deveria estar acontecendo. 
O jogo não parecia seguir temas específicos, como tudo em Gélido sendo frio e azul. Mas sobre resto, eu sinto como se um engarrafamento estivesse no meu cérebro. Eu preciso de um descanso.




4 comentários:

  1. que bom que você ajudou o dinossauro e o monstrinho estranho a acharem a saída

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  2. Essa série é muito show.mesmo q seja um replay , ainda da aquela sensação de esperar qualquer coisa acontecer.

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  3. Também fiquei com pena da criaturinha aamarela e do Dino azul, que bom que eles acharam a saída ;;
    Mano, série tal foda que surto toda vez que vejo um post novo dela hahahaha
    continuem, por favor! Tá muito boa e parabéns a vocês ♡

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  4. Aiinda bem q a criatura amarela achou a saida, imagina, ele se vingar pq vc não conseguiu ajudar ele '0'

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