02/06/2017

Creepypasta dos Fãs: Isso não é uma creepypasta

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Minha vida sempre foi repleta de "acontecimentos estranhos", eles foram se tornando tão naturais para mim que estranho mesmo é esse padrão de "normalidade" no qual as pessoas vivem. 

O outro lado, outro mundo, além, como minha família chama, o lado Sob o Véu, está aqui. A maioria das pessoas é cega ou surda demais para prestar atenção aos seus sinais. De vez em quando, até os mais cegos tangem o véu, mas convencem a si mesmos de que eram pequenos demais, que fora coisa de sua imaginação, ou que estavam bêbados demais. Vocês podem até achar que sou louca, psicótica ou coisa do gênero, acreditem, eu também pensei assim, mas quando o Litio, o Haloperidol e a Risperidona juntos não inibiram as "alucinações" e mais pessoas compartilharam da mesma experiência, tive certeza. 
Minha família e eu não somos loucos, nossa visão só é melhor que a da maioria.

Há alguns anos, eu trabalhava num hospital como recepcionista no período da noite, ficava a madrugada toda lá. Em um dia comum de trabalho, lá pelas três da manhã, já não tinha uma viv'alma para ser atendida ali, uma vez que era  sábado e os casos de coma alcoólico só começavam a chegar próximo do amanhecer. 

Os enfermeiros estavam na cozinha dos funcionários e uma única enfermeira estava no posto de enfermagem. Eu estava jogando paciência no meu computador para matar tempo quando a vi, uma garotinha de pijama no meio do corredor, próxima às salas de medicação. Ela estava ali descalça, parada, me olhando. Me preocupei, pois era madrugada, estava frio e aquela menininha deveria estar na observação tomando soro ou fazendo inalação. Levantei para chamar sua atenção mas ela saiu correndo em direção ao fim do corredor e virou em direção à sala onde ficavam as crianças.

Fui atrás dela para avisar a mãe que não a deixasse perambular pelos corredores sozinha de madrugada, ainda mais descalça. A enfermeira no posto de enfermagem viu a garotinha correndo e me viu passar em seguida e perguntou o que estava havendo, eu expliquei que vi a menina no corredor e continuei em direção à sala pediátrica. Não havia ninguém lá, assim como na observação feminina. Na sala de observação masculina, havia apenas um senhor idoso tomando soro. Procuramos a garotinha em cada sala que ela poderia ter entrado, mas não havia sinal dela. Chequei as fichas de atendimento e as únicas crianças atendidas naquela noite já tinham sido liberadas horas antes do ocorrido. Não havia portas por onde ela poderia ter fugido e nem teria como ela ter voltado pelo corredor sem ter passado por mim e pela enfermeira.

Tentamos nos convencer de que o cansaço da madrugada nos pregou uma peça, mas no dia seguinte, quando contamos do ocorrido ao segurança do hospital, ele olhou nas câmeras de segurança e lá estava ela: mesmo pijama, descalça... exceto que nada, além de um borrão, apareceu no lugar de ser rosto.

Autor: Stephany Soares
Revisão: Gabriela Prado



16 comentários:

  1. Aaaaaaa postem In wonderland, por favor tem quase um mês que mandei isso

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  2. Uou!!!
    Eu li primeiro normal, depois na voz do cara que contava as...


    HISTOOOÓRIAS QUE O POVO CONTA!!

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  3. AAAAAHH POSTA A CREEPY DEMON OF DARKNESS!!! FAZ MAIS DE UM MÊS QUE MANDEI!!! POR FAVOOOR

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  4. Muito bom, adoro contos como os ultimos postados.

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  5. 8/10
    é sempre uma menina descalça... falta falar que ela estava de branco... :/

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  6. Kkk não é mesmo um conto, só uma das coisas esquisitas q já vi. Se quiserem ler mais, mando outras.

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  7. Kkk não é mesmo um conto, só uma das coisas esquisitas q já vi. Se quiserem ler mais, mando outras.

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  8. Creepypasta dos fans: isso n uma Creepypasta

    Pizza de calabresa : isso nao eh uma pizza de calabresa

    - que?

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