Muitos ícones clássicos do terror, como Alien (do alien vs predador), Pyramid Head do Silent Hill, e outras criaturas horrendas, carregam características em comum. Pele pálida, olhos profundos negros, rosto alongado, dentes afiados, e coisas assim. Essa imagem inspiram muitos terrores e suspenses por um bom motivo. Essas características em comum com esses rostos são impressos na mente humana.
Muitas coisas assustam os humanos instintivamente. O medo é natural, e não precisa ser reforçado afim de aterrorizar. O medo está em todas as espécies , vinda dos tempos escuros do passado, quando um raio poderia significar a queima de sua casa de árvore, trovões poderiam ser associados a aproximação de uma debandada ,os predadores podiam se esconder na escuridão, e altura era letal para pobres bípedes.
A pergunta que você deve fazer a si mesmo é essa:
O que aconteceu, a fundo, escondido nas eras antes da história começar, que pode afetar toda a raça humana tão amargamente para dar a espécie inteira uma funda, instintiva, e profundo medo de criaturas pálidas, com olhos escuros, dentes afiados e rostos alongados?
...Seja cauteloso por aí.
24/03/2012
Sim.
Já parou pra perceber como ficamos quietos e calados quando estamos sozinhos? Aposto que não percebeu, ao menos até agora. Até porque, não tem com quem falar, certo?
Certo?
Você escuta música, tenta rir pra disfarçar a ansiedade, mas se ficar pensando muito nisso, ah, não é bom, você vai começar a olhar pra os cantos em ansiedade, vai pensar então em falar consigo mesmo, tentar fazer alguma coisa soar a seus ouvidos, algo são, porque esses barulhos que você fica ouvindo não são muito confiáveis. De onde vem, hein? hã?
O que?
Falar consigo mesmo não foi uma ideia legal, e se alguém quiser entrar na conversa? Se alguém quiser falar algo?Você vai ouvir? Você vai saber de onde veio a voz? Vai ficar só esperando ela falar ou vai convidar gentilmente pra uma conversa? E se eu falar com você agora? Acho que vou bater na sua porta.
Mas antes me diga.
Que voz sou eu na sua cabeça? E quem são essas outras? Quando se deitar parra dormir, vamos ter uma conversa.
Fonte: Fornit Some Fornus
Certo?
Você escuta música, tenta rir pra disfarçar a ansiedade, mas se ficar pensando muito nisso, ah, não é bom, você vai começar a olhar pra os cantos em ansiedade, vai pensar então em falar consigo mesmo, tentar fazer alguma coisa soar a seus ouvidos, algo são, porque esses barulhos que você fica ouvindo não são muito confiáveis. De onde vem, hein? hã?
O que?
Falar consigo mesmo não foi uma ideia legal, e se alguém quiser entrar na conversa? Se alguém quiser falar algo?Você vai ouvir? Você vai saber de onde veio a voz? Vai ficar só esperando ela falar ou vai convidar gentilmente pra uma conversa? E se eu falar com você agora? Acho que vou bater na sua porta.
Mas antes me diga.
Que voz sou eu na sua cabeça? E quem são essas outras? Quando se deitar parra dormir, vamos ter uma conversa.
Fonte: Fornit Some Fornus
23/03/2012
Leia isto
Foi declarado que algumas vítimas de tortura, durante o
ato, se colocam em um mundo de fantasia do qual eles não podem acordar. Neste
estado catatônico, a vítima vive em um mundo igual ao dela, exceto que não há
torturas. O único modo de fazê-la notar que PRECISA ACORDAR é uma nota que eles
encontram neste mundo de fantasia.
A nota explica a condição dela, e pede para que a pessoa
ACORDE. Mesmo assim, pode levar meses para que eles estejam prontos para saírem
do mundo de fantasia e POR FAVOR ACORDE!
Futuro Mutante
22 de janeiro de 2027: Dr. Hagiru Sato e sua equipe de
cientistas do Japão, América, Canadá e Grã-Bretanha começam a trabalhar em uma
máquina de transferência de matéria-energia.
11 fevereiro de 2033: Primeira máquina é testada com sucesso
depois de mais de uma centena de testes desastrosos. Controvérsias sobre a
natureza destrutiva da tecnologia inflama.
18 de julho de 2033: Um incidente catastrófico com uma
máquina de matéria-energia destrói a cidade de Hiroshima, com uma devastação
que não se via desde as bombas atômicas que foram lançadas quase 90 anos antes.
Funcionários do governo japonês implementaram o fechamento e proibição de
trabalhos com esta tecnologia, embora as potências ocidentais permitiram que os
trabalhos continuassem, apesar do acidente.
22 de abril de 2035: Primeiro avistamento de indivíduos
infectados. A maioria são animais, porém alguns humanos também se mostram
suscetíveis à infecção. Os infectados são vistos aos arredores das ruínas de
Hiroshima.
13 de maio, 2035: A parte norte do Japão fica em quarentena
completa. Anarquia logo se espalha através das regiões infectadas. 15% dos
seres humanos expostos à doença são imunes e não mostram efeitos colaterais,
84,9% são afetados fatalmente pela doença que causa tumores cancerosos. 0,1%
das pessoas expostas são mostradas com mutação de sucesso. O "vírus"
é encontrado para examinarem seu material genético, que causa mutações rápidas
em indivíduos infectados. Toda a vida animal de grande porte é logo infectada.
01 de janeiro de 2040: 98% de todos os animais no Japão são
extintos; os ecossistemas agora são governados por seres infectados com o
vírus.
8 de maio de 2048: Força de Defesa Japonesa prende
indivíduos infectados para prevenir a quarentena. São vistos ataques coordenados
por humanos infectados e pelos animais. Ato nível de inteligência confirmado.
10 de maio de 2048: Eles não conseguem, a nação do Japão
deixa de existir.
13 de outubro de 2048: Um navio dos Estados Unidos é atacado
e afundado por uma força desconhecida. Mais tarde revelou ser um ataque
coordenado por infectados. Uso de armas atômicas para destruir toda a vida no
Japão foi considerado, mas negado.
12 de fevereiro de 2052: Alguns habitantes não-infectados do
Japão são vistos por observadores exteriores. Os sobreviventes começaram a
adotar os infectados em suas religiões. Parte desta religião é uma proibição
total de armas e a proibição da violência contra indivíduos infectados. Aquilo
é surpreendentemente eficaz para cessar o conflito com indivíduos infectados.
02 de abril de 2055: Casos de infectados se espalharam para
a América do Norte. Militares estão preparados para uma tentativa de conter a
infecção. Centenas de milhares de pessoas começam a morrer nos Estados Unidos,
Canadá e México.
11 março, 2061: O Exército dos Estados Unidos começa a
experimentar com a proeza de combate de animais infectados, que são mostrados
terem uma ligação amigável aos seres humanos que os tratam bem, muito parecido
com os cães. Os testes iniciais excederam as expectativas. Mais tarde, naquele
mesmo ano, China, Rússia, Vietnã e Coréia do Norte reagem ao assinar o Pacto
Kommu, garantindo a proteção contra o Ocidente agora totalmente dominado.
02 de julho de 2063: A aliança Kommu declara guerra aos
Estados Unidos. Infectados usados com grande efeito.
09 de novembro de 2066: A guerra termina. Estados comunistas
são dissolvidos, China e Rússia (e todos os da Ásia) estão agora sob a
jurisdição da NATO.
25 de dezembro de 2072: As regiões agora divididas que uma
vez foram o Japão, começam a se abrir para o mundo exterior. Principalmente
através científica trade-off.
01 de fevereiro de 2081: cientistas japoneses começam a se
esgueirar para o Brasil que está fortemente infectado. Eles recuperam o DNA de
uma das pessoas que acreditam ser um dos primeiros infectados.
Crenças são de que os infectados são, na verdade a próxima
fase na evolução, e para encontrar um dos originais seria melhor ajudar o seu entendimento.
Há muitas tentativas de clonagem que tentaram mas falharam, porém o experimento
final é bem sucedido. O resultado desta experiência, capaz de auto-indução de
transferência de energia-matéria, é responsável pela morte de dezenas, antes de
fugir.
22 de maio de 2081: Ash Ketchum completa 10 anos de idade, e
sai em uma missão para capturar alguns dos maiores animais mutantes conhecida
pelo homem.
22/03/2012
Aminésia Seletiva.
Você sente algo preso a sua garganta.
Você tenta tossir para que aquilo saia, mas não sai.
Você põem os dedos na garganta tentando vomitar, bebe muita água, mas seja lá o que for, continua preso lá.
Você procura uma caixa de leite na geladeira, e espirra e tosse assim que pega a caixa de leite. Cospe algo que cai no chão, que estava preso a sua garganta.
Você olha para o chão e vê um pequeno botão em forma de flor.
Então você olha pra cima. Na caixa de leite, você nota o anuncio de uma menina desaparecida. Na blusa dela, os mesmos botões.
Você tenta tossir para que aquilo saia, mas não sai.
Você põem os dedos na garganta tentando vomitar, bebe muita água, mas seja lá o que for, continua preso lá.
Você procura uma caixa de leite na geladeira, e espirra e tosse assim que pega a caixa de leite. Cospe algo que cai no chão, que estava preso a sua garganta.
Você olha para o chão e vê um pequeno botão em forma de flor.
Então você olha pra cima. Na caixa de leite, você nota o anuncio de uma menina desaparecida. Na blusa dela, os mesmos botões.
19/03/2012
O estranho.
Se você é do tipo que come fora regularmente, um dia um estranho pode se juntar a você na sua mesa. Esse estranho sempre aparecerá com o mesmo sexo e idade que você, e ele (se for um "ele") só aparecerá se você estiver sozinho. Não importa o estilo que o restaurante for, ele vai estar carregando seu próprio prato de comida.
Depois de alguns segundos, ele olhará diretamente pra você e falará, "Você parece ser uma pessoa interessante. Posso te conhecer melhor?" Diga sim, e ele começará a fazer perguntas sobre você entre as garfadas. Essas perguntas no começo serão "inocentes" no inicio: Qual seu nome, o que você faz para viver, e assim por diante. Mas assim que abrir sua boca, você será forçado a dizer a verdade, mesmo que você não saiba conscientemente a verdade. Se ficar em silencio, o estranho ficará emburrado, pegará o prato e sairá. Você nunca mais o verá de novo. Se você saciar as perguntas dele, as perguntas ficaram cada vez mais obscuras a cada garfada que ele dá, e ficará cada vez mais irresistível de responder. Não ouse deixar a mesa antes que ele o faça, sob nenhuma circunstância.
Quando o prato dele estiver limpo, ele se levantará e irá embora, mas não antes de perguntar uma ultima e irresistível pergunta: "O que faria você tirar a própria vida?" Você perceberá que será capaz de mentir nessa pergunta, e eu sugiro que o faça, porque seja lá o que você responde, irá acontecer na semana seguinte. Aqueles que são espertos talvez usem essa resposta para ganhar seja lá o que eles desejam, mas se isso não fizer você se matar, o estranho começara a tentar adivinhar o que faria. E considere que agora, ele sabe muita coisa sobre você.
Depois de alguns segundos, ele olhará diretamente pra você e falará, "Você parece ser uma pessoa interessante. Posso te conhecer melhor?" Diga sim, e ele começará a fazer perguntas sobre você entre as garfadas. Essas perguntas no começo serão "inocentes" no inicio: Qual seu nome, o que você faz para viver, e assim por diante. Mas assim que abrir sua boca, você será forçado a dizer a verdade, mesmo que você não saiba conscientemente a verdade. Se ficar em silencio, o estranho ficará emburrado, pegará o prato e sairá. Você nunca mais o verá de novo. Se você saciar as perguntas dele, as perguntas ficaram cada vez mais obscuras a cada garfada que ele dá, e ficará cada vez mais irresistível de responder. Não ouse deixar a mesa antes que ele o faça, sob nenhuma circunstância.
Quando o prato dele estiver limpo, ele se levantará e irá embora, mas não antes de perguntar uma ultima e irresistível pergunta: "O que faria você tirar a própria vida?" Você perceberá que será capaz de mentir nessa pergunta, e eu sugiro que o faça, porque seja lá o que você responde, irá acontecer na semana seguinte. Aqueles que são espertos talvez usem essa resposta para ganhar seja lá o que eles desejam, mas se isso não fizer você se matar, o estranho começara a tentar adivinhar o que faria. E considere que agora, ele sabe muita coisa sobre você.
O que mais tem para nós?
Eu estava deitado no chão, e conseguia ver o céu. Percebi que o frio estava de congelar os ossos. A próxima coisa que me veio, foi o cheiro. O cheiro era de decadência, mas ao mesmo tempo era muito indistinto, como se o frio extremo estivesse-o mascarando de alguma forma. Tentando descobrir do que era o cheiro que eu sentia, me levantei.
Olhei em volta e percebi que eu estava em um tipo de pátio, com muros altos por toda sua volta. Não havia nenhum jeito de sair que eu pudesse enxergar, e os muros deviam ter mais de 20 metros de altura. Ainda um pouco desorientado, eu percebi então como o chão abaixo de meus pés era irregular, e olhei pela primeira vez ao redor de mim sem ser olhando pra cima.
Corpos. Corpos em vários estados de decomposição, praticamente cobrindo todo o chão. Pilhas e montanhas deles. E alguns deles não estavam mortos.
Alguns gemiam, e tentavam em vão mover os braços. Outros rastejavam, e outros estavam inclinados sobre os muros. Os mais fortes mancavam pela área, sem ter nenhum lugar de verdade para ir. Todos eram magros demais, mas eu só podia dizer isso pelos seus rostos sujos e com barba por fazer, já que a maioria usava casacos esfarrapados e grossos.
Eu notei que um deles estava de joelhos perto de mim, e eu observei ele pegar um maxilar sem rosto do chão, com suas gengivas brancas e dentes pretos apodrecidos. Ele olhou apreensivo por alguns segundos, mas começou a morder e raspar com os dentes, comendo qualquer coisa que podia dali. Depois que o osso estava praticamente limpo, ele desmaiou.
Do outro lado do pátio, um homem estava balbuciando consigo mesmo, deitado em um canto, em posição fetal. Outro estava raivosamente comendo o próprio braço esquerdo. Vários andaram em minha direção ameaçadoramente, e depois se agacharam junto com o que tinha comido o maxilar, devorando-o.
O esqueleto de um homem,perto de uma parede, que eu presumi obviamente estar morto, vagarosamente estendeu a cabeça de osso e sussurrou, com a voz grosseira e crua "O que mais tem para nós?".
Olhei em volta e percebi que eu estava em um tipo de pátio, com muros altos por toda sua volta. Não havia nenhum jeito de sair que eu pudesse enxergar, e os muros deviam ter mais de 20 metros de altura. Ainda um pouco desorientado, eu percebi então como o chão abaixo de meus pés era irregular, e olhei pela primeira vez ao redor de mim sem ser olhando pra cima.
Corpos. Corpos em vários estados de decomposição, praticamente cobrindo todo o chão. Pilhas e montanhas deles. E alguns deles não estavam mortos.
Alguns gemiam, e tentavam em vão mover os braços. Outros rastejavam, e outros estavam inclinados sobre os muros. Os mais fortes mancavam pela área, sem ter nenhum lugar de verdade para ir. Todos eram magros demais, mas eu só podia dizer isso pelos seus rostos sujos e com barba por fazer, já que a maioria usava casacos esfarrapados e grossos.
Eu notei que um deles estava de joelhos perto de mim, e eu observei ele pegar um maxilar sem rosto do chão, com suas gengivas brancas e dentes pretos apodrecidos. Ele olhou apreensivo por alguns segundos, mas começou a morder e raspar com os dentes, comendo qualquer coisa que podia dali. Depois que o osso estava praticamente limpo, ele desmaiou.
Do outro lado do pátio, um homem estava balbuciando consigo mesmo, deitado em um canto, em posição fetal. Outro estava raivosamente comendo o próprio braço esquerdo. Vários andaram em minha direção ameaçadoramente, e depois se agacharam junto com o que tinha comido o maxilar, devorando-o.
O esqueleto de um homem,perto de uma parede, que eu presumi obviamente estar morto, vagarosamente estendeu a cabeça de osso e sussurrou, com a voz grosseira e crua "O que mais tem para nós?".
O desejo
Um velho homem estava sozinho em um caminho escuro. Ele não tinha certeza para qual direção ir, e ele havia se esquecido para onde estava indo e quem ele era. Ele se sentou por um momento para descançar as pernas, quando de repente ele olha para cima e vê uma mulher a sua frente. Ela sorri com malícia e cantarola a pergunta: "Agora seu terceiro desejo. O que vai ser?"
"Terceiro desejo?" O homem estava em confuso. "Como posso ter um terceiro desejo se eu não tive nem o primeiro nem o segundo?"
"Você já teve seus dois desejos," a bruxa falou, "mas seu segundo desejo foi para que eu retornasse tudo como era antes de você fazer seu primeiro pedido. É por isso que você não se lembra de nada; porque tudo está do jeito que era antes de qualquer desejo."
Ela atiçou o pobre homem. "Então você tem um desejo sobrando."
"Tudo bem," falou, "Eu não acredito nisso, mas não tem nada de mal em desejar. Eu desejo saber quem eu sou."
"Engraçado," falou a mulher enquanto completava a magia e desaparecia. "Esse foi o seu primeiro desejo."
"Terceiro desejo?" O homem estava em confuso. "Como posso ter um terceiro desejo se eu não tive nem o primeiro nem o segundo?"
"Você já teve seus dois desejos," a bruxa falou, "mas seu segundo desejo foi para que eu retornasse tudo como era antes de você fazer seu primeiro pedido. É por isso que você não se lembra de nada; porque tudo está do jeito que era antes de qualquer desejo."
Ela atiçou o pobre homem. "Então você tem um desejo sobrando."
"Tudo bem," falou, "Eu não acredito nisso, mas não tem nada de mal em desejar. Eu desejo saber quem eu sou."
"Engraçado," falou a mulher enquanto completava a magia e desaparecia. "Esse foi o seu primeiro desejo."
17/03/2012
Candle Cove
Essa discussão surgiu em um forum sobre televisão norte-americana.
Aparentemente narra a memória de algumas pessoas sobre um antigo show local infantil que foi ao ar na década de 70 em alguns locais dos EUA.
Não se sabe exatamente se o programa realmente foi ao ar, mas fato estranho é que não se encontram referências sólidas sobre ele em lugar algum.
No entanto, cada dia surgem mais e mais pessoas convencidas que sem lembram do programa, capazes de dar detalhes sobre o mesmo que rapidamente também são confirmados por outros usuários.
Teria tão bizarro show realmente ido ao ar na época em algumas televisões locais? Seria mais um caso de histeria coletiva aflorando na internet? Seria o show alguma manifestação paranormal do inconsciente coletivo de uma geração?
Tirem suas próprias conclusões:
NetNostalgia Fórum - Televisão (TV local)
SSkyshale0
Assunto: Candle Cove - Show infantil local?
Alguém se lembra desse programa infantil? Se chamava Candle Cove (enseada da vela), e eu devia ter 6 ou 7 anos. Eu nunca encontrei qualquer referência sobre ele, eu acho que foi exibido em uma estação local por volta de 1971 ou 1972. Eu vivia em Ironton naquele tempo. Eu não me lembro qual estação, mas eu me lembro que passava num horário estranho, tipo 04:00 da tarde.
mike_painter65
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
parece muito familiar para mim ... .. eu cresci fora de Ashland e tinha 9 anos de idade em 72. Candle cove ... era sobre piratas? Lembro de uma marionete de pirata na boca de uma caverna conversando com uma menina
Skyshale033
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
SIM! OK eu não sou louco! Lembro-me do pirata Percy. Eu meio que sempre tive medo dele. Parecia que ele era feito a partir de peças de outros bonecos, negócio de baixo orçamento. Sua cabeça parecia de uma boneca de porcelana antiga, parecia uma antiguidade que não pertencia bem naquele corpo. Eu não me lembro qual estação que passava! Embora não acho que foi na WTSF.
Jaren_2005
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
Desculpe ressuscitar este tópico antigo, mas eu sei exatamente que programa que você quer dizer, Skyshale. Acho que candle cove foi ao ar por apenas alguns meses em 71, não, 72. Eu tinha 12 anos, e eu o assisti algumas vezes com meu irmão. Era no canal 58, mas sei lá de que estação que era. Minha mãe me deixava mudar para ele após o noticiário. Deixe-me ver do que mais me lembro.
Se passava na Enseada da Vela (Candle cove) e era sobre uma menina que se imaginava ser amiga com os piratas. O navio pirata era chamado de Laughingstock (Ridículo) e o Pirata Percy não era muito bom pirata, porque ele se assustava com muita facilidade. E havia música de um caliópe tocando constantemente. Não lembro o nome da menina. Janice ou Jade ou algo assim. Acho que era Janice.
Skyshale033
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
Obrigado Jaren! Memórias me inundaram quando você mencionou o navio Laughingstock e o canal 58. Lembro-me da proa do navio, era um rosto sorridente de madeira, com a mandíbula inferior submersa. Parecia que estava engolindo o mar e tinha aquela voz e risada terrível que lembrava aquele comediante Ed Wynn. Lembro-me particularmente quão chocante era quando eles mudaram o modelo de madeira / plástico do boneco, para a versão de espuma da cabeça falante.
mike_painter65
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
ha ha eu também me lembro agora . ;) você se lembra skyshale desta parte: "... você tem... que ir ... pra dentro."
Skyshale033
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
Mike Ugh, eu tive um calafrio lendo isso. Sim, eu lembro. Isso é o que o navio sempre dizia ao pirata Percy, quando havia um lugar assustador que ele tinha que ir, como uma caverna ou um quarto escuro onde estava o tesouro. E a câmera focava no rosto do navio em cada pausa da frase. "VOCÊ TEM ... QUE IR ... PRA DENTRO." Com seus dois olhos tortos e aquela espuma vagabunda, ea linha de pesca que abria e fechava sua mandibula. Ugh. Parecia simplesmente tão barato e horrível.
Vocês se lembram do vilão? Ele tinha um rosto que era apenas um bigode acima de dentes altos e estreitos.
kevin_hart
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
Eu sinceramente, sinceramente pensei que o vilão foi Percy o pirata. Eu tinha cerca de 5 anos quando este show foi pro ar. combustível para pesadelos.
Jaren_2005
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
Aquele não era o vilão, o boneco com o bigode. Esse era o ajudante do vilão, Horace o horrível. Ele tinha um monóculo também, em cima do bigode.Eu costumava pensar que isso significava que ele tinha apenas um olho.
Mas sim, o vilão era outro marionete. O Pega-Peles (Skin-Taker). Eu não acredito que deixavam a gente assistir aquilo na época!
kevin_hart
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
Jesus! Jesus! O Pega-Pele. que tipo de programa infantil estávamos assistindo? Eu realmente não conseguia olhar para a tela quando o pega-pele aparecia. ele simplesmente descia do nada em suas cordas de marionete, apenas um esqueleto sujo vestindo uma cartola marrom e capa. e seus olhos de vidro que eram grandes demais para seu crânio. Cristo todo poderoso!
Skyshale033
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
Não eram sua cartola e capa costuradas de forma meio doida? Era pra ser supostamente a pele das crianças?
mike_painter65
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
sim eu acho que sim. lembro que sua boca não abria e fechava, seu queixo simplesmente movia pra frente e pra trás. Lembro-me da menininha perguntando "porque sua boca se move desse jeito?" E o pega-pele não olhou para a menina, mas para a câmera e disse: "PRA MOER SUA PELE"
Skyshale033
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
Estou tão aliviado que outras pessoas se lembram deste programa terrível!
Eu costumava ter essa lembrança horrível, um pesadelo que eu tinha. quando a musica da abertura acabava, a tela do programa ficava preta, e todos os personagens estavam lá, mas a câmera ficava apenas cortando a imagem para cada um dos seus rostos, e eles ficavam apenas gritando, e os fantoches e marionetes se contorcendo em espasmos, e apenas gritando, gritando. A menina estava gemendo e chorando como se tivesse passando por isso durante horas. Acordei muitas vezes desse pesadelo. Eu costumava molhar a cama quando eu o tinha.
kevin_hart
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
Eu não acho que era um sonho. Eu me lembro disso. Eu me lembro que isso foi um episódio.
Skyshale033
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
Não, não, não é possível. Não havia historia ou qualquer coisa, quero dizer, literalmente, eles ficavam lá chorando e gritando o programa todo.
kevin_hart
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
talvez eu esteja fabricando a memória porque você contou isso, mas eu juro por Deus que eu me lembro de ver o que você descreveu. eles só gritavam.
Jaren_2005
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
Oh Deus. Sim! A menininha, Janice, eu me lembro de vê-la tremer. E o Pega-pele gritando através dos seus dentes rangendo, sua mandíbula adernando tão selvagemente que achei que ia se soltar dos fios. Desliguei a TV e foi a última vez que eu assisti. Corri para contar ao meu irmão e nós não tivemos a coragem de ligá-la no programa novamente.
mike_painter65
Assunto: Re: Candle Cove - Show infantil local?
Visitei hoje a minha mãe na casa de repouso. Perguntei-lhe sobre quando eu era pequeno no início dos anos 70, quando eu tinha 8 ou 9, e se ela lembrava de um programa de criança, chamado candle cove. Ela disse que estava surpresa que eu me lembrasse disso, e eu perguntei e ela porque, e ela disse: "porque eu costumava pensar como era estranho. Você dizia" eu vou assistir Candle cove agora mãe "e então você ligava a tv num canal qualquer que só tinha estática e chiados vazios, e começava a assistir uma tela chuviscada durante 30 minutos. você tinha uma grande imaginação com o seu pequeno show sobre piratas."
_____
Alguns usuários tentaram através de videos dramatizar como era o show, ou pelo menos como parecia ser na época. Realmente aterrorizante. Outros dizem que a fita é verdadeira e foi surrupiada da televisão local.
A Criatura Parte 2: A Experiência
E então, como dizia a creepypasta, deitei-me às 01h28min, em uma madrugada de lua nova e em Dezembro. Eu trajava roupas apenas brancas, sem estampas, e os lençóis de minha cama eram assim também. Deitei-me de barriga para baixo. Eu estava sozinha em casa, meus pais estavam viajando há alguns dias.
Não demorou muito para que eu começasse a ouvir os sussurros. Sussurros, vozes, gemidos... Ouvi vários tipos de sons vindos de trás de minha porta. A princípio, eu não acreditei que aquilo estava mesmo acontecendo, mas quando me dei conta de que REALMENTE estava acontecendo me assustei. Fiquei com medo de prosseguir, mas já que cheguei até aquele ponto, falei:
— Venha até mim, eu quero conversar.
Ouvi a porta de meu quarto ranger ao abrir. Fechei meus olhos fortemente. O medo aumentava cada vez mais. Estava apavorada.
Senti um peso nas costas, algo me tocava da nuca à cintura. Como se estivesse me acariciando. Quando subitamente senti uma dor imensa. Uma pancada. Como se cortasse minhas costas com lâminas e esmurrassem ao mesmo tempo. A dor era como se minha carne fosse rasgada, estilhaçada, espancada. A dor aumentava, meu corpo esquentava. Eu não tinha mais forças para gritar. De repente dormi!
Só lembro-me de estar no tal quarto com duas janelas em paredes opostas. Uma mesa, duas cadeiras, uma porta e sangue. Sangue por toda parte. Sem falar do mau cheiro. Um cheiro de não sei o quê, mas sei que era forte e repulsivo. Fora o cheiro, era tudo exatamente como dizia a creepypasta. Sentei-me e disse confiantemente:
— Estou aqui!
A porta se abriu vagarosamente. Deparei-me com a criatura que fazia de meus sonhos um inferno. Um ser de aparência indescritível. Ele sentou-se à minha frente. Fiquei inquieta. Eu queria correr. Meu subconsciente mandava-me correr. Mas mantive-me calma. Perguntei o que eu queria saber. Porém, quando ele começou a falar, quase entro em pânico. Mesmo estando em um sonho suei frio, estremeci. Sua voz realmente me arrepiava até a alma, me destruía por dentro de tanto medo. Sua voz era múltipla. Agudos, graves, gritos, rugidos, berros, choro... Estava tudo junto e sincronizado à voz dele. Foi difícil, mas me mantive calma até o fim. Ele parou de falar, apoiou a cabeça sobre o punho direito e eu disse:
— Eu entendo. Eu sou merecedora de saber?
Ele pediu para ver minha mão. Quando dei minha mão a ele, ele percebeu que eu estava trêmula, porém, não hesitei. Ele colocou algo em minha mão e eu não quis nem ver o que era. Após isso, acordei. Olhei o relógio, era exatamente 07h00min. Ao verificar minha mão, vi que não tinha nada lá. De imediato liguei o computador e reli o texto. E como eu temia, eu morreria na próxima vez em que dormisse. Meus pais ainda não tinham voltado de viagem.
Eu estava apavorada, horrorizada, trêmula, desesperada. Não levantei da cama pra nada. Eu não tirava o olho do relógio, contando as horas para que meus pais chegassem. Entardeceu, anoiteceu e eu não saí da cama desde que acordei. Às 22h00min comecei a ouvir barulhos pela casa, estrondos. À meia-noite os barulhos se juntaram a gritos de mulheres, como se estivessem sendo torturadas, e choros de crianças. Eu já não tinha mais lagrimas para derramar. Exatamente à 01h00min os barulhos foram embora. O silêncio era tudo o que se ouvia naquela casa, exceto os soluços de meu choro. Quando o relógio marcou 1h28min os sussurros começavam, vozes... Ouvi a voz, que tanto me dava medo, chamar meu nome.
Eu senti a presença daquela criatura por trás da porta. Eu sabia que ele não faria nada se eu não hesitasse, se eu não me manifestasse. Ele dizia coisas que me aterrorizavam:
— Não adianta. Você vai ter que cair no sono.
Até que eu gritei:
— NÃO TENHO MEDO DE VOCÊ!
Ouvi um rugido macabro de trás da porta. Não dá pra descrever o medo que eu senti. A porta abriu bruscamente, ele entrou e violentamente avançou contra mim. Senti um cheiro forte. Era diferente do cheiro que eu senti no sonho. Era um cheiro repugnante, um cheiro forte, cheiro de carne podre, morta, cheiro de morte. A criatura berrava insanamente em minha frente. Eu fiquei apavorada. A criatura me infernizava assim como em meus sonhos, mas não era sonho, era real. Apesar do pavor que estava em mim permaneci firme, sem entrar em pânico. Fechei os olhos, abaixei a cabeça e falei pra mim mesma, baixinho:
— Não tenho medo. Não tenho medo. Não tenho medo.
O barulho sumiu e quando abri os olhos, já era dia e havia tudo desaparecido. Senti um calor na minha nuca, um calafrio, um arrepio. E logo após uma voz ecoava pelo local dizendo:
— Voltarei.
Um dia depois meus pais voltaram de viagem e eu ainda permanecia na cama. Sem dormir. Quando me viram naquele estado ficaram horrorizados. Cuidaram de mim. Só dormi depois de quatro dias depois do que aconteceu e na cama de meus pais. Eu não disse para eles nada do que ocorreu. Recuperei minha sanidade pouco a pouco. Eu não quis tocar no assunto e eles perceberam que eu não queria falar do que ocorreu. Acho que eles pensaram que eu tive um pesadelo muito forte, ou algo do tipo, porém, resolveram me levar a um psicólogo. Faz três meses que isso aconteceu e a criatura ainda não voltou desde aquele dia, mas durante as noites de lua nova, ainda posso sentir sua presença e ouvi-lo chamar me nome.
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Para quem não leu a primeira parte desta Creepypasta, "A Criatura", Clique aqui!
Eviado por Mateus
Não demorou muito para que eu começasse a ouvir os sussurros. Sussurros, vozes, gemidos... Ouvi vários tipos de sons vindos de trás de minha porta. A princípio, eu não acreditei que aquilo estava mesmo acontecendo, mas quando me dei conta de que REALMENTE estava acontecendo me assustei. Fiquei com medo de prosseguir, mas já que cheguei até aquele ponto, falei:
— Venha até mim, eu quero conversar.
Ouvi a porta de meu quarto ranger ao abrir. Fechei meus olhos fortemente. O medo aumentava cada vez mais. Estava apavorada.
Senti um peso nas costas, algo me tocava da nuca à cintura. Como se estivesse me acariciando. Quando subitamente senti uma dor imensa. Uma pancada. Como se cortasse minhas costas com lâminas e esmurrassem ao mesmo tempo. A dor era como se minha carne fosse rasgada, estilhaçada, espancada. A dor aumentava, meu corpo esquentava. Eu não tinha mais forças para gritar. De repente dormi!
Só lembro-me de estar no tal quarto com duas janelas em paredes opostas. Uma mesa, duas cadeiras, uma porta e sangue. Sangue por toda parte. Sem falar do mau cheiro. Um cheiro de não sei o quê, mas sei que era forte e repulsivo. Fora o cheiro, era tudo exatamente como dizia a creepypasta. Sentei-me e disse confiantemente:
— Estou aqui!
A porta se abriu vagarosamente. Deparei-me com a criatura que fazia de meus sonhos um inferno. Um ser de aparência indescritível. Ele sentou-se à minha frente. Fiquei inquieta. Eu queria correr. Meu subconsciente mandava-me correr. Mas mantive-me calma. Perguntei o que eu queria saber. Porém, quando ele começou a falar, quase entro em pânico. Mesmo estando em um sonho suei frio, estremeci. Sua voz realmente me arrepiava até a alma, me destruía por dentro de tanto medo. Sua voz era múltipla. Agudos, graves, gritos, rugidos, berros, choro... Estava tudo junto e sincronizado à voz dele. Foi difícil, mas me mantive calma até o fim. Ele parou de falar, apoiou a cabeça sobre o punho direito e eu disse:
— Eu entendo. Eu sou merecedora de saber?
Ele pediu para ver minha mão. Quando dei minha mão a ele, ele percebeu que eu estava trêmula, porém, não hesitei. Ele colocou algo em minha mão e eu não quis nem ver o que era. Após isso, acordei. Olhei o relógio, era exatamente 07h00min. Ao verificar minha mão, vi que não tinha nada lá. De imediato liguei o computador e reli o texto. E como eu temia, eu morreria na próxima vez em que dormisse. Meus pais ainda não tinham voltado de viagem.
Eu estava apavorada, horrorizada, trêmula, desesperada. Não levantei da cama pra nada. Eu não tirava o olho do relógio, contando as horas para que meus pais chegassem. Entardeceu, anoiteceu e eu não saí da cama desde que acordei. Às 22h00min comecei a ouvir barulhos pela casa, estrondos. À meia-noite os barulhos se juntaram a gritos de mulheres, como se estivessem sendo torturadas, e choros de crianças. Eu já não tinha mais lagrimas para derramar. Exatamente à 01h00min os barulhos foram embora. O silêncio era tudo o que se ouvia naquela casa, exceto os soluços de meu choro. Quando o relógio marcou 1h28min os sussurros começavam, vozes... Ouvi a voz, que tanto me dava medo, chamar meu nome.
Eu senti a presença daquela criatura por trás da porta. Eu sabia que ele não faria nada se eu não hesitasse, se eu não me manifestasse. Ele dizia coisas que me aterrorizavam:
— Não adianta. Você vai ter que cair no sono.
Até que eu gritei:
— NÃO TENHO MEDO DE VOCÊ!
Ouvi um rugido macabro de trás da porta. Não dá pra descrever o medo que eu senti. A porta abriu bruscamente, ele entrou e violentamente avançou contra mim. Senti um cheiro forte. Era diferente do cheiro que eu senti no sonho. Era um cheiro repugnante, um cheiro forte, cheiro de carne podre, morta, cheiro de morte. A criatura berrava insanamente em minha frente. Eu fiquei apavorada. A criatura me infernizava assim como em meus sonhos, mas não era sonho, era real. Apesar do pavor que estava em mim permaneci firme, sem entrar em pânico. Fechei os olhos, abaixei a cabeça e falei pra mim mesma, baixinho:
— Não tenho medo. Não tenho medo. Não tenho medo.
O barulho sumiu e quando abri os olhos, já era dia e havia tudo desaparecido. Senti um calor na minha nuca, um calafrio, um arrepio. E logo após uma voz ecoava pelo local dizendo:
— Voltarei.
Um dia depois meus pais voltaram de viagem e eu ainda permanecia na cama. Sem dormir. Quando me viram naquele estado ficaram horrorizados. Cuidaram de mim. Só dormi depois de quatro dias depois do que aconteceu e na cama de meus pais. Eu não disse para eles nada do que ocorreu. Recuperei minha sanidade pouco a pouco. Eu não quis tocar no assunto e eles perceberam que eu não queria falar do que ocorreu. Acho que eles pensaram que eu tive um pesadelo muito forte, ou algo do tipo, porém, resolveram me levar a um psicólogo. Faz três meses que isso aconteceu e a criatura ainda não voltou desde aquele dia, mas durante as noites de lua nova, ainda posso sentir sua presença e ouvi-lo chamar me nome.
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Eviado por Mateus
16/03/2012
Fallout 3 - Rádio Fantasma: "Estação de Número"

Fallout 3 (Jogo) contém várias estações de rádio dentro do jogo. A estação mais importante é a Galaxy News Radio (N/T:Radio de Notícas Galaxy - GNR). Muitos jogadores “maldosos” sabem que você pode matar o Three-Dog (N/T: O locutor) e ele será substituído pela técnica Margaret. Ela não tem uma personalidade carismática e tem muito pouco a dizer, parecendo que ela não gosta de seu novo trabalho.
Ela também nunca aparece pessoalmente, e portanto não pode ser morta. Assim que Three-Dog estiver morto, você estará preso à Margaret.
O que a maioria dos jogadores não sabe, entretanto, é que sob certas circunstâncias, a GNR pode se transformar em uma “estação de números”. Uma estação de números é uma estação que transmite uma mensagem desconhecida em código. Muitas dessas existem na vida real e há hipóteses de que elas fazem parte de uma rede de controle nuclear. Cheque no Wikipedia para mais informações sobre estas redes, já que elas são relacionadas com o mundo real. De volta a Fallout 3...
Ninguém tem certeza absoluta das instruções que devem ser seguidas para poder ouvir a estação de números em Fallout 3. Parece que você precisa matar o Three-Dog, porque ninguém conseguiu até agora ouvir a estação de números com ele ainda vivo. Também parece que você precisa pular a missão “Galaxy News Radio”, onde você ajuda a aumentar o sinal para que a estação possa ser ouvida além da área de DC. Isso é fácil de fazer usando um verificador de palavras ou simplesmente usando o FalloutWiki para olhar aonde você deve ir para avançar na história. Finalmente, você definitivamente precisa escolher destruir Raven Rock (N/T: Pedra do Corvo). Este é o gatilho para transformar a GNR em uma estação de números e ela permanecerá assim pelo resto do jogo.
Entretanto, é grande número de jogadores que fez esses três passos e continuou a ouvir a GNR normal, então provavelmente devem ter outros requerimentos que os leitores precisam descobrir.
Se você for sortudo o suficiente e ter conseguido fazer tudo certo, logo após ter destruído a Raven Rock, você receberá a mensagem “Sinal de rádio perdido”, e alguns segundos mais tarde, “Sinal de rádio encontrado”. Você não pode, no entando, ouvir a GNR apenas porque você ainda não aumentou o sinal e a saída de Raven Rock é fora do alcançe da rádio. Por sorte , Raven Rock é situada nas montanhas e perto de um dos poucos lugares fora de DC onde você pode ir alto o suficiente para pegar o sinal. Até agora, os locais confirmados para ouvir a rede de números da GNR são:
1. Dentro das imediações de DC, obviamente. Essa é para a GNR normal durante o jogo.
2. No topo da roda-gigante que fica naquela ilha caipira. Eu não me lembro do nome agora.
3. No topo de algumas antenas de comunicação via satélite, que você pode escalar na área noroeste do mapa.
4. No telhado da Tenpenny Tower (N/T: Torre Tenpenny), apesar de que está dentro da área de sinal da rádio normal.
5. No ponto mais alto da ponte quebrada perto de Arefu. Novamente, esta também funciona com a rádio normal.
6. Em alguns dos pontos mais altos das montanhas na área perto de Raven Rock. Esta é, obviamente, a tantativa mais fácil de ouvir a estação de números.
Quando você sintonizar, você vai ouvir uma velha voz familiar; é o Three-Dog, embora você o tenha matado anteriormente. Você vai perceber rapidamente que ele não parece estar “na personagem”, então eu acredito que na verdade não é exatamente o Three-Dog, e sim seu dublador, Erik Dellums. Ele lê uma série de números em uma voz monótona e depressiva, sempre recitando uma lista de dígitos únicos, de nove a doze caracteres, por exemplo “nove-três-sete-nove-um-sete-dois-zero-três-quatro”. Ele nunca usa números com mais de um dígito, como “onze” ou “quarenta”. Estes números são seguidos por um segmento variante de código Morse. A música “I Don’t Want to Set the World on Fire” (N/T: “Eu Não Quero Colocar Fogo no Mundo”, de The Ink Spots, e é a abertura do primeiro Fallout) toca logo em seguida. Todas as outras músicas parecem estar inativas na estação de números.
O código Morse foi a parte mais fácil de descobrir do mistério, já que o código é fácil de encontrar e muitos sabem de cor. Rapidamente nós conseguimos uma lista com um grande número de mensagens em inglês. Algumas pareciam totalmente mundanas e até mesmo engraçadas, como “Lavei o carro hoje, talvez chinês no jantar”, ou “Você assistiu meu vídeo no Youtube? Eu me filmei chutando as bolas de vagabundos”.
Você deve estar dizendo, “Mas espere, o Youtube não existe no universo de Fallout”, e você está certo. Mas até onde pudemos perceber, todas as mensagens parecem estar baseadas na nossa realidade, em algum lugar próximo dos dias atuais.
Algumas mensagens, porém, são um tanto quanto sinistras, como “A Rainha morreu hoje. O mundo lamenta, em dias como o de hoje, todos nós somos britânicos.”, ou “Eu não acredito que eles conseguiram. Nada mais resta. O som. Eu não aguento mais o som. Eu tenho uma pistola no sótão.”
Só recentemente, um jogador no wikiforums postou uma mensagem que trouxe uma luz ao significado das mensagens. Ele estava lendo um tópico que havia coletado todas as imagens conhecidas, traduzidas do Morse para o inglês, e ele viu a linha “um-dois-zero-cinco-cinco-dois-oito-dois-zero-um-zero. Do que você está falando? Sentiremos sua falta.”. Ele percebeu que era referente a morte recente de Gary Coleman, e ele notou rapidamente que os números eram a data e a hora da morte. (N/T: Gary Coleman, ator, morreu em 28/05/2010 (05/28/2010, em data “americana”), às 12:05am). Ele imediatamente leu todas as mensagens e tentou buscar mais exemplos dessa aparente “profecia” dita por um jogo que tem mais de um ano de idade. A próxima mensagem que ele leu o chocou, e o fez alistar outras pessoas para decifrarem os códigos. A mensagem era “nove-quatro-cinco-quatro-dois-zero-dois-zero-um-zero. Acidente no golfo, muitos mortos. Derramamento de óleo aparentemente evitado.”. Ele percebeu que esta era a explosão da BP (N/T: Briti sh Petroleum. O acidente começou em 20/04/2010 e terminou em 15/07/2010) e a avaliação errada do primeiro dia, que dizia que o poço não estava vazando.
A partirn daí, todos os números foram transcritos como datas e horários. Todos os horários foram colocados no jogo em formato militar, e assim permanecem neste documento. Nós logo descobrimos que a maioria das datas eram de antes do jogo ter sido lançado, algumas estranhamente eram do passado, “22:16 Abril 18, 1865. Ele está morto e a culpa provavelmente cairá sobre aquele ator, Booth. É melhor que Johnson não me coloque fora do pagamento.”. Esta vertente desperta uma nova dúvida sobre a versão oficial do assassinato de Lincoln.
Assim que a comunidade começou a colocar várias interpretações das mensagens, os moderadores do site imediatamente baniram todos que haviam postado e lido o post. Toda referência à estação de números foi removida do FalloutWiki, e um software de filtragem foi colocado no site para impedir a repostagem de qualquer outra informação relevante. Algumas pessoas, no entanto, ainda trocam emails hoje e lentamente terminam as traduções das mensagens restantes e colocam as datas nas existentes.
“A Rainha morreu hoje. O mundo lamenta, em dias como este, todos nós somos britânicos” 4:02, 19 de Março, 2014.
“Você assistiu meu vídeo no Youtube? Eu me filmei chutando as bolas de vagabundos” 4:16, 24 de Dezembro, 2022.
“Eu não acredito que a Britney ganhou um Oscar!” 21:33, 27 de Fevereiro, 2023.
“Eu não acredito que eles finalmente conseguiram. Nada mais resta. Eles foram avisados, mas continuaram a violar os limites da ciência. O som. Eu não aguento mais o som. E a luz, meu Deus! O Universo está lentamente se torcendo ao nosso redor. Eu não vou esperar pela morte. Eu tenho uma pistola no sótão.” Esta é a única mensagem que não é seguida por números.
Talvez se ja interessante destacar que a última data de algumas mensagens é 1:27, 6 de Julho, 2027.
Enviado por e-mail, por Gabriel Azevedo.
15/03/2012
Siga em frente
Eu fui depositado nesse mundo com uma brusquidão normalmente
reservado para os recém-nascidos, e assim como eles, minha primeira visão do
mundo foi o suficiente para me causar choros profundos. Tentei recuar, na
esperança de voltar para o nada de que eu tinha vindo, mas encontrei-me
congelado, meu corpo não era mais meu; eu só era capaz de olhar com horror para
o mundo em que agora me encontrava.
Tijolos e blocos rachados formavam uma estrada sem fim
diante de mim, enquanto uma massa muito escura e vazia se encontrava as minhas
costas, o lugar de onde eu tinha vindo. Pedras e blocos de madeira flutuavam
aqui e ali, como se estivessem congelados após serem arrancados do chão por algum
tipo de explosão. Tubos enormes complementavam esta estreita e vazia estrada, e
havia vários buracos ao longo do caminho, revelando algumas quedas obscuras aparentemente
sem fim.
Porém, não foi esta paisagem sobrenatural que me encheu de
horror. Enquanto ela rangia e cansava as forças de minha consciência... Os
objetos sutis e observadores faziam com que meu corpo sem controle congelasse
de medo. Em todos os lugares, rostos semi-percebidos riam-se de mim; os tijolos,
o chão, as nuvens. Vários olhos, sem vida, mas brilhando com uma maliciosa e
predatória cautela, pareciam me observar, aparentemente se camuflando quando
aproximados por mim.
Conformado com a escuridão constante atrás de mim, eu
forçava meus membros a irem pra frente, cada tentativa com um mínimo resultado.
Mantive meus olhos fixos à minha frente, vendo apenas o próximo passo, a
próxima pedra, nunca olhando para as ilhas de tijolo, flutuando acima de mim,
nem para os rostos zombeteiros rindo de minha situação.
Apenas alguns passos a frente de minha jornada, eu congelei,
quase recuando pra trás e batendo na parede invisível, ao invés de dar outro
passo. Onde antes não havia nada, exceto pela estrada em ruínas, havia agora um
outro viajante... Ele cambaleava em minha direção, arrastando-se sob seu
próprio peso podre, e minúsculas botas pretas arrastavam-no lentamente ao longo
da estrada. Dois olhos vazios e nervosos boiavam em sua massa inchada corporal,
fixados em mim com o foco cego de uma mente estranha demais para minha
compreensão.
Eu fiquei lá, congelado e sem entender enquanto ele lentamente
caminhava em minha direção, seu corpo chiado pouco maior do que o de uma
criança. Seus olhos brilhantes estavam fixos em mim, e suas pequenas botas se
aproximavam lentamente. Eu não podia me mover. Recuar resultaria apenas na
minha eventual captura pelo monstro, mas avançar significaria atravessá-lo, e
só o pensamento de tocar naquela... coisa...
A decisão foi tomada por mim, por que a coisa já estava
muito próxima, e eu estava preparado para esta ação.
Ao horror ou raiva, eu pulei pra frente, gritando sem sentido, e atingi aquele
corpo inchado. Eu chutei e pisei nele, esmagando a carne flácida e muito macia
debaixo de meus pés, soluçando em horror enquanto sentia sua carne me tocar, e
em seguida derreter, apodrecendo ao nada em questão de segundos, mas deixando
uma memória tão imunda em minha mente que eu sabia que sentiria todo o peso
mais tarde, encharcado contra mim muito tempo depois do doce frio do além.
Depois disso, eu corri. Eu corri e amaldiçoei qualquer
destino que havia me trazido até aqui e apagado minha memória, minha vida, e
deixado apenas uma estrada: a estrada eterna. Eu teria chorado, teria me
amarrado e me jogado em um desses buracos sem fim que havia espalhados por
partes da estrada, mas fui obrigado a continuar... Minhas pernas continuavam em
um ritmo espasmódico que me impulsionou sobre os tijolos em ruínas e saltando
sobre os buracos, apesar de eu querer secretamente cair em suas profundezas e
acabar com a estrada, com os rostos, comigo.
Enquanto eu corria e pulava, cheguei a um desses grossos e
retorcidos tubos que pontilhavam a paisagem claustrofóbica. Pensei em dar uma
olhada por um momento, a curiosidade lutando para superar meu desejo quase
maníaco de me livrar deste lugar, mas ao ouvir alguns barulhos estranhos e
borbulhantes, juntamente com um profundo pulso baixo vindo do interior desses tubos
gigantes, decidi deixar minha curiosidade de lado, e então passei reto do tubo.
Assim que sai de lá, senti uma corrente repentina de ar atrás de mim, seguido
de um estalo estranhamente abafado, como se barras de ferro envolvidas em
algodão tivessem sido colocadas atrás de mim. Eu não me virei, apenas usando
isso para galvanizar ainda mais minha caminhada sem fim, ignorando tudo
enquanto desaparecia atrás de mim.
Muito à frente, avistei uma escada longa e brilhante,
levando a um caminho acima de mim, e além dela o que parecia ser uma pequena
casa feita dos próprios tijolos em ruínas, assim como a estrada. Enquanto temia
o que poderia estar lá dentro, a idéia de outra pessoa, outra pessoa com a qual
eu poderia compartilhar este lugar horrível, me encheu com um grande raio de esperança.
Então corri desesperadamente, os olhos fixos na tal escada, e disparei a toda
velocidade por cima do buraco. Foi na metade do caminho entre o abismo e a
escada que eu vi a coisa me esperando do outro lado.
Era uma paródia retorcida de algum tipo de réptil. Sua face
alongada enchia-se com um tom de ameaça, e sua boca bocejava em antecipação do
meu chegar ao outro lado, suas bordas irregulares afiadas brilhando como quem
estivesse pronto pra atacar. Seu corpo estava equilibrado sobre duas minúsculas
e disformes pernas, e ele tinha uma concha de carne dura e quebradiça, que
envolvia todo seu tronco bulboso. Dois membros atrofiados se esticaram através
de sua concha, revestido em crescimentos fibrosos, e ele lentamente se
aproximava de mim.
Eu gritei desesperado, tentando em vão voltar para a borda
mais distante, mas já era tarde demais, e meus esforços foram suficientes para
fazer com que eu perdesse meu equilíbrio, batendo na parede ao lado do buraco,
a coisa acima de mim gritando em frustração enquanto eu caia. Caindo, e caindo,
girando em direção a escuridão sem fim, senti a escuridão consumir todo meu
corpo. No entanto, segundos antes do vazio poder me fornecer seu consolo final,
de repente eu me lembrei...
Estradas intermináveis, lagos de fogo, túmulos em ruínas cheias de ossos podres de animais,
formas nebulosas de luzes brilhantes seguindo em direção a escuridão, redes
flutuantes de madeira antiga que vagueavam em um céu quente, tudo voltou para
mim em um rápido momento: a lembrança de onde eu estava, o que eu havia feito,
e sabendo que aquilo iria continuar.
Eu não sei por quanto tempo já fiz isso, nem o que fiz para
merecer isso.
Só que devo caminhar nesta estrada.
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Video Games
14/03/2012
Polybius

Polybius é um arcade que teve seu lançamento limitado a uns poucos fliperamas num subúrbio de Portland em 1981. Há várias estranhas histórias a respeito desse jogo, como crianças sofrendo vários sintomas preocupantes após jogá-lo. O jogo foi revolucionário para a época, sendo muito colorido e colocando o jogador na mão contrária dos jogos convencionais da época. Em vez de você ser uma nave que atirava nas pedras, você jogava as pedras na nave, ou mais menos isso.

A década de 80 é marcada por lendas urbanas e esse jogo ao sumir do mapa em menos de um mês de circulação, ganhou várias histórias, lendas, e especulações sobre o mesmo. Os fatos são contados pelos que jogaram o Polybius e pelos donos das lojas que tiveram a maquina. Segundo os donos, frequentemente apareciam sempre os mesmos "homens de preto" que vinham e recolhiam dados das máquinas periódicamente. Mas em pouco tempo, o Polybius foi recolhido,no tempo que ficou fez sucesso, mas não teve nem tempo de sair dos Estados Unidos.
O jogo do Polybius era muito colorido,todo estilizado em uma tela pscicodélica e ficar piscando muitas vezes seguidas. Além disso, jogadores diziam que mostrava várias mensagens subliminares entre as "piscadas". Esses efeitos fizeram com que muitas pessoas tivessem ataques de epilepsia (há histórias sobre um garoto ter morrido por um ataque), aminésia, insônia, pesadelos, ataque de pânico, depressão e em alguns casos extremos, suícidio. E ainda sobre os efeitos que o jogo causava, eram opcionais de acordo com o que os homens de preto queriam e "programavam" a máquina.
O jogo do Polybius era muito colorido,todo estilizado em uma tela pscicodélica e ficar piscando muitas vezes seguidas. Além disso, jogadores diziam que mostrava várias mensagens subliminares entre as "piscadas". Esses efeitos fizeram com que muitas pessoas tivessem ataques de epilepsia (há histórias sobre um garoto ter morrido por um ataque), aminésia, insônia, pesadelos, ataque de pânico, depressão e em alguns casos extremos, suícidio. E ainda sobre os efeitos que o jogo causava, eram opcionais de acordo com o que os homens de preto queriam e "programavam" a máquina.

Os rumores sobre este videogame dão conta de que ele foi supostamente desenvolvido por militares que usaram um algoritmo da CIA que afetava o comportamento das pessoas, mas o que foi divulgado era que uma empresa alemã chamada Sinneslöschen (Em alemão que dizer algo como “inibidor de sensorial”), que pela história só veio a criar propriamente esse jogo.
A Teoria conspiratória diz que a máquina foi feita pelo governo americano na época da guerra fria para controlar as pessoas, com hipnose, controle da mente entre outros métodos. Infelizmente (ou felizmente) ele não chegou por aqui, então até o jogo mesmo não passa de lenda.
Alguns curiosos recriaram o jogo de acordo com os relatos de quem jogou, e há diversos vídeos do youtube sobre o tema.
A Teoria conspiratória diz que a máquina foi feita pelo governo americano na época da guerra fria para controlar as pessoas, com hipnose, controle da mente entre outros métodos. Infelizmente (ou felizmente) ele não chegou por aqui, então até o jogo mesmo não passa de lenda.
Alguns curiosos recriaram o jogo de acordo com os relatos de quem jogou, e há diversos vídeos do youtube sobre o tema.
Dica enviada por e-mail pelo xará do meu parceiro de tradução, Gabriel Azevedo.
Estática na Televisão
Se você
estiver assistindo televisão e ela perder o sinal, desligue a TV imediatamente.
Se você assistir a estática da TV por tempo suficiente, a estática, de
repente,vai parar. Todo o som na sala em que se encontra cessara; até mesmo o
ruído da TV desaparecerá. Se isso acontecer, você não deve desviar o olhar da
tela. Provavelmente não notará isso no momento, mas antes de fixar seu olhar
na TV, seu corpo também vai congelar. O tempo a sua volta irá parar
completamente. As partículas dos pontos pretos e brancos da TV lentamente
ganham vida, arrastando-se lentamente em direções aparentemente aleatórios. Não
da maneira normal das estáticas, mas sim organizando-se e formando uma imagem
em movimento em sua frente. No momento que a estática e o ruído branco da TV voltarem ao normal, você voltará a ter controle de seu corpo.
Você
nunca mais poderá assistir aquela televisão novamente. Ela sempre transmitirá estática, mesmo quando desligado. Se você assistir a estática por mais tempo,
estes mesmos eventos voltaram a acontecer, mas com resultados desastrosos. O
que acontece exatamente é desconhecido, pois é óbvio que qualquer um que tenha tido
a infelicidade de experimentar isso acabou desaparecido. Há rumores que dizem
que se você continuar a assistir a estática novamente, ou durante sua primeira
experiência, e olhar para longe, as manchas brancas e pretas começarão a se mover
novamente, mas você não conseguirá se mover. Seus olhos, então, estarão permanentemente
fixados na tela enquanto você vê uma imagem se formar, e também o que
parece ser o retorno de sua estação de sinal. Você logo descobre que este não é
o caso, já que o som permanece ausente, e a imagem na TV mostra uma ambientação
muito familiar: o quarto onde você se encontrava.
A única coisa que você vê a seguir é o movimento na TV, enquanto você assiste a si mesmo por dentro da mesma, e posteriormente, a causa do seu desaparecimento.
O Dragão Chinês: A Cena da "Serra na Cabeça"
Em 1971, o filme chinês de artes marciais, "The BigBoss (O Dragão Chinês, no Brasil)", foi lançado e fez com que o famosolutador de artes marciais, Bruce Lee, se tornasse uma estrela internacional.Ele atuaria em mais filmes clássicos, como: "Fist of Fury", "Wayof the Dragon", "Enter the Dragon", e seu projeto inacabado,"Game of Death". Todos estes filmes foram clássicos sucessosinfluentes. No entanto, "O Dragão Chinês" é mais notável por suascenas deletadas. Desde seu lançamento, o filme foi muito cortado e alterado.Havia cerca de 14 ou mais cenas que foram cortadas da versão final. Algumasdessas cenas foram cortadas devido à produção, limite de tempo ou qualquer outromotivo, e outras cenas foram cortadas devido à violência e à censura. Até osdias de hoje, a versão original sem cortes de "O Dragão Chinês" aindanão foi lançado, e varias pessoas ainda estão à procura da versão sem cortes,especialmente por causa de uma cena infame em particular que foi cortada: acena da “Serra na Cabeça”.
Esta cena ocorre durante uma cena de luta no meio do filme, onde o personagem de Bruce Lee pega uma serra gigante do chão, balança-apor cima de sua cabeça, e crava-a na cabeça de um bandido. As pessoas têm procuradoesta cena em particular, e a única evidência visível são fotos tiradas duranteas filmagens dessa cena e o corte óbvio da cena no filme. Há rumores confirmandoque um jornalista que escreveu um livro sobre Bruce Lee possui a versãooriginal sem cortes do filme. No entanto, ele afirmou que não iria mostrar aopúblico, a menos que receba uma grande recompensa em troca. Mas a verdadeirarazão pela qual ele não quer mostrá-lo a qualquer outra pessoa é por causa doque viu enquanto assistia ao filme e a essa cena em particular.Em uma entrevista particular, o jornalista afirmou que elepresenciou algo tão assustador e inesperado que quase o assustou até a morte.Isto é o que ele viu: O filme desenrola-se em sua forma original, com a trilhasonora mandarim original e as cenas deletadas deixadas intactas. A qualidade éruim devido à sua idade e as poeiras e partículas que ficaram presas no rolo dafita, mas o filme ainda é visível. Após a cena onde os amigos de Bruce Lee sãoatacados em sua casa, as coisas começam a ficar realmente estranhas... Brucevai para a fábrica de gelo onde trabalha para ver o que está armazenado dentrodos blocos de gelo. Ele entra no quarto escuro com uma lanterna e encontra umpicador de gelo. Depois de esculpir pequenos pedaços de gelo, ele encontrasaquinhos de cocaína e heroína que foram escondidas pelos bandidos. Em seguida,ele caminha lentamente e aponta a lanterna em direção aos outros pedaços de gelo.Ele então encontra os corpos de seus amigos que foram mortos pouco tempo atrás.O último corpo que ele encontra foi cortado do filme na versão final, mas podeser visto nesta versão.
Assim que a tela mostra o último cadáver, a música começa acair em um tom baixo por alguns segundos e a imagem torna-se um poucodistorcida. Em seguida, a cena corta para o grupo de bandidos que confrontamBruce. A imagem e o som voltam ao normal. Depois da conversa entre Bruce e ofilho do chefe, a cena da luta começa. Depois de alguns minutos de luta, osbandidos andam lentamente em direção a Bruce enquanto ele recua em direção aparede. De repente, Bruce pisa em uma serra e quando tudo para de uma vez, ele apega. Depois de chutar dois caras pra longe, podemos vê-lo balançar a serra porcima de sua cabeça na próxima cena. Mas alguma coisa não está certa... A imagemfica em preto e branco, mas o som continua intacto. E então vemos a imagem semcortes onde Bruce crava a serra na cabeça do cara. A partir deste momento aimagem não é mais em preto e branco, mas em cores negativas. O som aindapermanece intacto. As imagens mostradas parecem que foram grosseiramente juntadas.Então a tela corta para outra cena onde Bruce solta sua serra e o bandido ficatremendo e gritando, enquanto cai no chão com a serra ainda em sua cabeça. Aimagem volta ao preto e branco novamente, e quando o bandido grita, o som é maisalto do que o normal. Então a cena volta pro Bruce, agora dando um Chute Roundhouseno bastão de outro bandido, quebrando o bastão no meio. A imagem e o som voltamao normal, e vemos Bruce chutar a cara em direção a parede. Então o filme párapor aí e nós somos deixados com uma tela branca. Depois de alguns minutos, atela branca ainda está lá, mas podemos ouvir duas vozes estranhas. Parece queeles estão tendo uma conversa em chinês. O mais estranho é que suas conversas estavamlegendadas em pequenas letras brancas na parte inferior da tela (o que eramuito suspeito, já que não havia legendadas em nenhuma outra parte do filme).
As legendas mostradas são essas:
As legendas mostradas são essas:
Diretor - "Será que devemos deixar isso no filme?"
Editor - "Não sei, eu não acho que cabe a nós."
Diretor - "O que você quer dizer? Eu não me importo seeles censurarem isto!"
Editor - "Tudo bem, vamos ver o que podemos fazerdaqui."
Diretor - "Espere, o que você está fazendo?"
Editor - "Estou tentando colocar essa cena no filme"
(O som e legendas cortam, e uma música começa a tocar por cercade 5 segundos. A música então para de repente e ouvimos as vozes de novo. Destavez, ouvimos uma terceira voz).
Desconhecido - "O que está acontecendo?!"
Diretor - "Eu não sei, ele está ferrando com tudo!"
Editor - "Não, não estou! Alguma coisa está errada comessa máquina!"
Diretor - "Pare, seu idiota!"
Desconhecido - "Calma!"
(Nós ouvimos alguns barulhos de batidas. O barulho começa ase tornar irreconhecível. Em seguida, o som para de novo e ficamos sem som poralguns minutos).
Então a terceira voz desconhecida diz: "Esta parte serácortada da versão final ou não?". Em seguida, o som volta, mas destavez é um barulho de estática muito alta. O filme volta ao normal, mas desta vezsão somente clipes aleatórios do filme sendo tocados um atrás do outro. O somvolta ao normal por alguns segundos, mas depois ele começa a tocar rápido e aocontrario aleatoriamente. A música tocada no titulo principal pode ser ouvidoem seguida, mas é muito mais alto do que o áudio confuso que fica tocando aofundo. Então de repente, varias imagens distorcidas de cadáveres, ossos eserras enferrujadas começam a piscar rapidamente na tela. A música para e mudapara o grito de um bandido, que soa exatamente com o cara que levou a serra nacabeça. Este som continua a repetir até que o grito vai ficando cada vez maisagudo. Este prolonga-se por mais alguns segundos até que tudo pára de repente,e ficamos com uma tela preta. Depois de dez segundos, o filme volta ao normal.A cena volta na parte onde Bruce pisa na serra no chão e prossegue normalmente,mas as imagens sem cortes da serra na cabeça do cara não estão mais lá. Então ofilme continua normalmente, até finalmente terminar.
Então aparentemente é por isso que o jornalista que afirmater a versão sem cortes do filme não quer exibi-lo ao público. Ou isso ou elequer ficar com o filme por causa de seu grande valor financeiro, mas obviamenteeste não é o caso aqui.
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