24/03/2012

O medo humano

Muitos ícones clássicos do terror, como Alien (do alien vs predador), Pyramid Head do Silent Hill, e outras criaturas horrendas, carregam características em comum. Pele pálida, olhos profundos negros, rosto alongado, dentes afiados, e coisas assim. Essa imagem inspiram muitos terrores e suspenses por um bom motivo. Essas características em comum com esses rostos são impressos na mente humana.

Muitas coisas assustam os humanos instintivamente. O medo é natural, e não precisa ser reforçado afim de aterrorizar. O medo está em todas as espécies , vinda dos tempos escuros do passado, quando um raio poderia significar a queima de sua casa de árvore, trovões poderiam ser associados a aproximação de uma debandada ,os predadores podiam se esconder na escuridão, e altura era letal para pobres bípedes.

A pergunta que você deve fazer a si mesmo é essa:
O que aconteceu, a fundo, escondido nas eras antes da história começar, que pode afetar toda a raça humana tão amargamente para dar a espécie inteira uma funda, instintiva, e profundo medo de criaturas pálidas, com olhos escuros, dentes afiados e rostos alongados?

...Seja cauteloso por aí.

Sim.

Já parou pra perceber como ficamos quietos e calados quando estamos sozinhos? Aposto que não percebeu, ao menos até agora. Até porque, não tem com quem falar, certo?
Certo?

Você escuta música, tenta rir pra disfarçar a ansiedade, mas se ficar pensando muito nisso, ah, não é bom, você vai começar a olhar pra os cantos em ansiedade, vai pensar então em falar consigo mesmo, tentar fazer alguma coisa soar a seus ouvidos, algo são, porque esses barulhos que você fica ouvindo não são muito confiáveis. De onde vem, hein? hã?
O que?

Falar consigo mesmo não foi uma ideia legal, e se alguém quiser entrar na conversa? Se alguém quiser falar algo?Você vai ouvir? Você vai saber de onde veio a voz? Vai ficar só esperando ela falar ou vai convidar gentilmente pra uma conversa? E se eu falar com você agora? Acho que vou bater na sua porta.

Mas antes me diga.

Que voz sou eu na sua cabeça? E quem são essas outras? Quando se deitar parra dormir, vamos ter uma conversa.


Fonte: Fornit Some Fornus

23/03/2012

Leia isto

Foi declarado que algumas vítimas de tortura, durante o ato, se colocam em um mundo de fantasia do qual eles não podem acordar. Neste estado catatônico, a vítima vive em um mundo igual ao dela, exceto que não há torturas. O único modo de fazê-la notar que PRECISA ACORDAR é uma nota que eles encontram neste mundo de fantasia.

A nota explica a condição dela, e pede para que a pessoa ACORDE. Mesmo assim, pode levar meses para que eles estejam prontos para saírem do mundo de fantasia e POR FAVOR ACORDE!

Futuro Mutante

22 de janeiro de 2027: Dr. Hagiru Sato e sua equipe de cientistas do Japão, América, Canadá e Grã-Bretanha começam a trabalhar em uma máquina de transferência de matéria-energia.

11 fevereiro de 2033: Primeira máquina é testada com sucesso depois de mais de uma centena de testes desastrosos. Controvérsias sobre a natureza destrutiva da tecnologia inflama.

18 de julho de 2033: Um incidente catastrófico com uma máquina de matéria-energia destrói a cidade de Hiroshima, com uma devastação que não se via desde as bombas atômicas que foram lançadas quase 90 anos antes. Funcionários do governo japonês implementaram o fechamento e proibição de trabalhos com esta tecnologia, embora as potências ocidentais permitiram que os trabalhos continuassem, apesar do acidente.

22 de abril de 2035: Primeiro avistamento de indivíduos infectados. A maioria são animais, porém alguns humanos também se mostram suscetíveis à infecção. Os infectados são vistos aos arredores das ruínas de Hiroshima.

13 de maio, 2035: A parte norte do Japão fica em quarentena completa. Anarquia logo se espalha através das regiões infectadas. 15% dos seres humanos expostos à doença são imunes e não mostram efeitos colaterais, 84,9% são afetados fatalmente pela doença que causa tumores cancerosos. 0,1% das pessoas expostas são mostradas com mutação de sucesso. O "vírus" é encontrado para examinarem seu material genético, que causa mutações rápidas em indivíduos infectados. Toda a vida animal de grande porte é logo infectada.

01 de janeiro de 2040: 98% de todos os animais no Japão são extintos; os ecossistemas agora são governados por seres infectados com o vírus.

8 de maio de 2048: Força de Defesa Japonesa prende indivíduos infectados para prevenir a quarentena. São vistos ataques coordenados por humanos infectados e pelos animais. Ato nível de inteligência confirmado.

10 de maio de 2048: Eles não conseguem, a nação do Japão deixa de existir.

13 de outubro de 2048: Um navio dos Estados Unidos é atacado e afundado por uma força desconhecida. Mais tarde revelou ser um ataque coordenado por infectados. Uso de armas atômicas para destruir toda a vida no Japão foi considerado, mas negado.

12 de fevereiro de 2052: Alguns habitantes não-infectados do Japão são vistos por observadores exteriores. Os sobreviventes começaram a adotar os infectados em suas religiões. Parte desta religião é uma proibição total de armas e a proibição da violência contra indivíduos infectados. Aquilo é surpreendentemente eficaz para cessar o conflito com indivíduos infectados.

02 de abril de 2055: Casos de infectados se espalharam para a América do Norte. Militares estão preparados para uma tentativa de conter a infecção. Centenas de milhares de pessoas começam a morrer nos Estados Unidos, Canadá e México.

11 março, 2061: O Exército dos Estados Unidos começa a experimentar com a proeza de combate de animais infectados, que são mostrados terem uma ligação amigável aos seres humanos que os tratam bem, muito parecido com os cães. Os testes iniciais excederam as expectativas. Mais tarde, naquele mesmo ano, China, Rússia, Vietnã e Coréia do Norte reagem ao assinar o Pacto Kommu, garantindo a proteção contra o Ocidente agora totalmente dominado.

02 de julho de 2063: A aliança Kommu declara guerra aos Estados Unidos. Infectados usados com grande efeito.

09 de novembro de 2066: A guerra termina. Estados comunistas são dissolvidos, China e Rússia (e todos os da Ásia) estão agora sob a jurisdição da NATO.

25 de dezembro de 2072: As regiões agora divididas que uma vez foram o Japão, começam a se abrir para o mundo exterior. Principalmente através científica trade-off.

01 de fevereiro de 2081: cientistas japoneses começam a se esgueirar para o Brasil que está fortemente infectado. Eles recuperam o DNA de uma das pessoas que acreditam ser um dos primeiros infectados.
Crenças são de que os infectados são, na verdade a próxima fase na evolução, e para encontrar um dos originais seria melhor ajudar o seu entendimento. Há muitas tentativas de clonagem que tentaram mas falharam, porém o experimento final é bem sucedido. O resultado desta experiência, capaz de auto-indução de transferência de energia-matéria, é responsável pela morte de dezenas, antes de fugir.

22 de maio de 2081: Ash Ketchum completa 10 anos de idade, e sai em uma missão para capturar alguns dos maiores animais mutantes conhecida pelo homem.


22/03/2012

Aminésia Seletiva.

Você sente algo preso a sua garganta.

Você tenta tossir para que aquilo saia, mas não sai.

Você põem os dedos na garganta tentando vomitar, bebe muita água, mas seja lá o que for, continua preso lá.

Você procura uma caixa de leite na geladeira, e espirra e tosse assim que pega a caixa de leite. Cospe algo que cai no chão, que estava preso a sua garganta.

Você olha para o chão e vê um pequeno botão em forma de flor.
Então você olha pra cima. Na caixa de leite, você nota o anuncio de uma menina desaparecida. Na blusa dela, os mesmos botões.


19/03/2012

O estranho.

Se você é do tipo que come fora regularmente, um dia um estranho pode se juntar a você na sua mesa. Esse estranho sempre aparecerá com o mesmo sexo e idade que você, e ele (se for um "ele") só aparecerá se você estiver sozinho. Não importa o estilo que o restaurante for, ele vai estar carregando seu próprio prato de comida.

Depois de alguns segundos, ele olhará diretamente pra você e falará, "Você parece ser uma pessoa interessante. Posso te conhecer melhor?" Diga sim, e ele começará a fazer perguntas sobre você entre as garfadas. Essas perguntas no começo serão "inocentes" no inicio: Qual seu nome, o que você faz para viver, e assim por diante. Mas assim que abrir sua boca, você será forçado a dizer a verdade, mesmo que você não saiba conscientemente a verdade. Se ficar em silencio, o estranho ficará emburrado, pegará o prato e sairá. Você nunca mais o verá de novo. Se você saciar as perguntas dele, as perguntas ficaram cada vez mais obscuras a cada garfada que ele dá, e ficará cada vez mais irresistível de responder. Não ouse deixar a mesa antes que ele o faça, sob nenhuma circunstância.

Quando o prato dele estiver limpo, ele se levantará e irá embora, mas não antes de perguntar uma ultima e irresistível pergunta: "O que faria você tirar a própria vida?" Você perceberá que será capaz de mentir nessa pergunta, e eu sugiro que o faça, porque seja lá o que você responde, irá acontecer na semana seguinte. Aqueles que são espertos talvez usem essa resposta para ganhar seja lá o que eles desejam, mas se isso não fizer você se matar, o estranho começara a tentar adivinhar o que faria. E considere que agora, ele sabe muita coisa sobre você.



O que mais tem para nós?

Eu estava deitado no chão, e conseguia ver o céu. Percebi que o frio estava de congelar os ossos. A próxima coisa que me veio, foi o cheiro. O cheiro era de decadência, mas ao mesmo tempo era muito indistinto, como se o frio extremo estivesse-o mascarando de alguma forma. Tentando descobrir do que era o cheiro que eu sentia, me levantei.

Olhei em volta e percebi que eu estava em um tipo de pátio, com muros altos por toda sua volta. Não havia nenhum jeito de sair que eu pudesse enxergar, e os muros deviam ter mais de 20 metros de altura. Ainda um pouco desorientado, eu percebi então como o chão abaixo de meus pés era irregular, e olhei pela primeira vez ao redor de mim sem ser olhando pra cima.

Corpos. Corpos em vários estados de decomposição, praticamente cobrindo todo o chão. Pilhas e montanhas deles. E alguns deles não estavam mortos.

Alguns gemiam, e tentavam em vão mover os braços. Outros rastejavam, e outros estavam inclinados sobre os muros. Os mais fortes mancavam pela área, sem ter nenhum lugar de verdade para ir. Todos eram magros demais, mas eu só podia dizer isso pelos seus rostos sujos e com barba por fazer, já que a maioria usava casacos esfarrapados e grossos.

Eu notei que um deles estava de joelhos perto de mim, e eu observei ele pegar um maxilar sem rosto do chão, com suas gengivas brancas e dentes pretos apodrecidos. Ele olhou apreensivo por alguns segundos, mas começou a morder e raspar com os dentes, comendo qualquer coisa que podia dali. Depois que o osso estava praticamente limpo, ele desmaiou.

Do outro lado do pátio, um homem estava balbuciando consigo mesmo, deitado em um canto, em posição fetal. Outro estava raivosamente comendo o próprio braço esquerdo. Vários andaram em minha direção ameaçadoramente, e depois se agacharam junto com o que tinha comido o maxilar, devorando-o.

O esqueleto de um homem,perto de uma parede, que eu presumi obviamente estar morto, vagarosamente estendeu a cabeça de osso e sussurrou, com a voz grosseira e crua "O que mais tem para nós?".

O desejo

Um velho homem estava sozinho em um caminho escuro. Ele não tinha certeza para qual direção ir, e ele havia se esquecido para onde estava indo e quem ele era. Ele se sentou por um momento para descançar as pernas, quando de repente ele olha para cima e vê uma mulher a sua frente. Ela sorri com malícia e cantarola a pergunta: "Agora seu terceiro desejo. O que vai ser?"

"Terceiro desejo?" O homem estava em confuso. "Como posso ter um terceiro desejo se eu não tive nem o primeiro nem o segundo?"

"Você já teve seus dois desejos," a bruxa falou, "mas seu segundo desejo foi para que eu retornasse tudo como era antes de você fazer seu primeiro pedido. É por isso que você não se lembra de nada; porque tudo está do jeito que era antes de qualquer desejo."

Ela atiçou o pobre homem. "Então você tem um desejo sobrando."

"Tudo bem," falou, "Eu não acredito nisso, mas não tem nada de mal em desejar. Eu desejo saber quem eu sou."

"Engraçado," falou a mulher enquanto completava a magia e desaparecia. "Esse foi o seu primeiro desejo."

17/03/2012

Candle Cove


Essa discussão surgiu em um forum sobre televisão norte-americana.
Aparentemente narra a memória de algumas pessoas sobre um antigo show local infantil que foi ao ar na década de 70 em alguns locais dos EUA.
Não se sabe exatamente se o programa realmente foi ao ar, mas fato estranho é que não se encontram referências sólidas sobre ele em lugar algum.
No entanto, cada dia surgem mais e mais pessoas convencidas que sem lembram do programa, capazes de dar detalhes sobre o mesmo que rapidamente também são confirmados por outros usuários.
Teria tão bizarro show realmente ido ao ar na época em algumas televisões locais? Seria mais um caso de histeria coletiva aflorando na internet? Seria o show alguma manifestação paranormal do inconsciente coletivo de uma geração?

Tirem suas próprias conclusões:





A Criatura Parte 2: A Experiência

E então, como dizia a creepypasta, deitei-me às 01h28min, em uma madrugada de lua nova e em Dezembro. Eu trajava roupas apenas brancas, sem estampas, e os lençóis de minha cama eram assim também. Deitei-me de barriga para baixo. Eu estava sozinha em casa, meus pais estavam viajando há alguns dias.

Não demorou muito para que eu começasse a ouvir os sussurros. Sussurros, vozes, gemidos... Ouvi vários tipos de sons vindos de trás de minha porta. A princípio, eu não acreditei que aquilo estava mesmo acontecendo, mas quando me dei conta de que REALMENTE estava acontecendo me assustei. Fiquei com medo de prosseguir, mas já que cheguei até aquele ponto, falei:

— Venha até mim, eu quero conversar.

Ouvi a porta de meu quarto ranger ao abrir. Fechei meus olhos fortemente. O medo aumentava cada vez mais. Estava apavorada.

Senti um peso nas costas, algo me tocava da nuca à cintura. Como se estivesse me acariciando. Quando subitamente senti uma dor imensa. Uma pancada. Como se cortasse minhas costas com lâminas e esmurrassem ao mesmo tempo. A dor era como se minha carne fosse rasgada, estilhaçada, espancada. A dor aumentava, meu corpo esquentava. Eu não tinha mais forças para gritar. De repente dormi!

Só lembro-me de estar no tal quarto com duas janelas em paredes opostas. Uma mesa, duas cadeiras, uma porta e sangue. Sangue por toda parte. Sem falar do mau cheiro. Um cheiro de não sei o quê, mas sei que era forte e repulsivo. Fora o cheiro, era tudo exatamente como dizia a creepypasta. Sentei-me e disse confiantemente:

— Estou aqui!

A porta se abriu vagarosamente. Deparei-me com a criatura que fazia de meus sonhos um inferno. Um ser de aparência indescritível. Ele sentou-se à minha frente. Fiquei inquieta. Eu queria correr. Meu subconsciente mandava-me correr. Mas mantive-me calma. Perguntei o que eu queria saber. Porém, quando ele começou a falar, quase entro em pânico. Mesmo estando em um sonho suei frio, estremeci. Sua voz realmente me arrepiava até a alma, me destruía por dentro de tanto medo. Sua voz era múltipla.  Agudos, graves, gritos, rugidos, berros, choro... Estava tudo junto e sincronizado à voz dele. Foi difícil, mas me mantive calma até o fim. Ele parou de falar, apoiou a cabeça sobre o punho direito e eu disse:

— Eu entendo. Eu sou merecedora de saber?

Ele pediu para ver minha mão. Quando dei minha mão a ele, ele percebeu que eu estava trêmula, porém, não hesitei. Ele colocou algo em minha mão e eu não quis nem ver o que era. Após isso, acordei. Olhei o relógio, era exatamente 07h00min. Ao verificar minha mão, vi que não tinha nada lá. De imediato liguei o computador e reli o texto. E como eu temia, eu morreria na próxima vez em que dormisse. Meus pais ainda não tinham voltado de viagem.

Eu estava apavorada, horrorizada, trêmula, desesperada. Não levantei da cama pra nada. Eu não tirava o olho do relógio, contando as horas para que meus pais chegassem. Entardeceu, anoiteceu e eu não saí da cama desde que acordei. Às 22h00min comecei a ouvir barulhos pela casa, estrondos. À meia-noite os barulhos se juntaram a gritos de mulheres, como se estivessem sendo torturadas, e choros de crianças. Eu já não tinha mais lagrimas para derramar. Exatamente à 01h00min os barulhos foram embora. O silêncio era tudo o que se ouvia naquela casa, exceto os soluços de meu choro. Quando o relógio marcou 1h28min os sussurros começavam, vozes... Ouvi a voz, que tanto me dava medo, chamar meu nome.

Eu senti a presença daquela criatura por trás da porta. Eu sabia que ele não faria nada se eu não hesitasse, se eu não me manifestasse. Ele dizia coisas que me aterrorizavam:

— Não adianta. Você vai ter que cair no sono.

Até que eu gritei:

— NÃO TENHO MEDO DE VOCÊ!

Ouvi um rugido macabro de trás da porta. Não dá pra descrever o medo que eu senti. A porta abriu bruscamente, ele entrou e violentamente avançou contra mim. Senti um cheiro forte. Era diferente do cheiro que eu senti no sonho. Era um cheiro repugnante, um cheiro forte, cheiro de carne podre, morta, cheiro de morte. A criatura berrava insanamente em minha frente. Eu fiquei apavorada. A criatura me infernizava assim como em meus sonhos, mas não era sonho, era real. Apesar do pavor que estava em mim permaneci firme, sem entrar em pânico. Fechei os olhos, abaixei a cabeça e falei pra mim mesma, baixinho:

— Não tenho medo. Não tenho medo. Não tenho medo.

O barulho sumiu e quando abri os olhos, já era dia e havia tudo desaparecido. Senti um calor na minha nuca, um calafrio, um arrepio. E logo após uma voz ecoava pelo local dizendo:

— Voltarei.

Um dia depois meus pais voltaram de viagem e eu ainda permanecia na cama. Sem dormir. Quando me viram naquele estado ficaram horrorizados. Cuidaram de mim. Só dormi depois de quatro dias depois do que aconteceu e na cama de meus pais. Eu não disse para eles nada do que ocorreu. Recuperei minha sanidade pouco a pouco. Eu não quis tocar no assunto e eles perceberam que eu não queria falar do que ocorreu. Acho que eles pensaram que eu tive um pesadelo muito forte, ou algo do tipo, porém, resolveram me levar a um psicólogo. Faz três meses que isso aconteceu e a criatura ainda não voltou desde aquele dia, mas durante as noites de lua nova, ainda posso sentir sua presença e ouvi-lo chamar me nome.

-

Para quem não leu a primeira parte desta Creepypasta, "A Criatura", Clique aqui!

Eviado por Mateus

16/03/2012

Fallout 3 - Rádio Fantasma: "Estação de Número"




Fallout 3 (Jogo) contém várias estações de rádio dentro do jogo. A estação mais importante é a Galaxy News Radio (N/T:Radio de Notícas Galaxy - GNR). Muitos jogadores “maldosos” sabem que você pode matar o Three-Dog (N/T: O locutor) e ele será substituído pela técnica Margaret. Ela não tem uma personalidade carismática e tem muito pouco a dizer, parecendo que ela não gosta de seu novo trabalho.

Ela também nunca aparece pessoalmente, e portanto não pode ser morta. Assim que Three-Dog estiver morto, você estará preso à Margaret.
O que a maioria dos jogadores não sabe, entretanto, é que sob certas circunstâncias, a GNR pode se transformar em uma “estação de números”. Uma estação de números é uma estação que transmite uma mensagem desconhecida em código. Muitas dessas existem na vida real e há hipóteses de que elas fazem parte de uma rede de controle nuclear. Cheque no Wikipedia para mais informações sobre estas redes, já que elas são relacionadas com o mundo real. De volta a Fallout 3...

Ninguém tem certeza absoluta das instruções que devem ser seguidas para poder ouvir a estação de números em Fallout 3. Parece que você precisa matar o Three-Dog, porque ninguém conseguiu até agora ouvir a estação de números com ele ainda vivo. Também parece que você precisa pular a missão “Galaxy News Radio”, onde você ajuda a aumentar o sinal para que a estação possa ser ouvida além da área de DC. Isso é fácil de fazer usando um verificador de palavras ou simplesmente usando o FalloutWiki para olhar aonde você deve ir para avançar na história. Finalmente, você definitivamente precisa escolher destruir Raven Rock (N/T: Pedra do Corvo). Este é o gatilho para transformar a GNR em uma estação de números e ela permanecerá assim pelo resto do jogo.
Entretanto, é grande número de jogadores que fez esses três passos e continuou a ouvir a GNR normal, então provavelmente devem ter outros requerimentos que os leitores precisam descobrir.





15/03/2012

Siga em frente

Eu fui depositado nesse mundo com uma brusquidão normalmente reservado para os recém-nascidos, e assim como eles, minha primeira visão do mundo foi o suficiente para me causar choros profundos. Tentei recuar, na esperança de voltar para o nada de que eu tinha vindo, mas encontrei-me congelado, meu corpo não era mais meu; eu só era capaz de olhar com horror para o mundo em que agora me encontrava.

Tijolos e blocos rachados formavam uma estrada sem fim diante de mim, enquanto uma massa muito escura e vazia se encontrava as minhas costas, o lugar de onde eu tinha vindo. Pedras e blocos de madeira flutuavam aqui e ali, como se estivessem congelados após serem arrancados do chão por algum tipo de explosão. Tubos enormes complementavam esta estreita e vazia estrada, e havia vários buracos ao longo do caminho, revelando algumas quedas obscuras aparentemente sem fim.

Porém, não foi esta paisagem sobrenatural que me encheu de horror. Enquanto ela rangia e cansava as forças de minha consciência... Os objetos sutis e observadores faziam com que meu corpo sem controle congelasse de medo. Em todos os lugares, rostos semi-percebidos riam-se de mim; os tijolos, o chão, as nuvens. Vários olhos, sem vida, mas brilhando com uma maliciosa e predatória cautela, pareciam me observar, aparentemente se camuflando quando aproximados por mim.

Conformado com a escuridão constante atrás de mim, eu forçava meus membros a irem pra frente, cada tentativa com um mínimo resultado. Mantive meus olhos fixos à minha frente, vendo apenas o próximo passo, a próxima pedra, nunca olhando para as ilhas de tijolo, flutuando acima de mim, nem para os rostos zombeteiros rindo de minha situação.

Apenas alguns passos a frente de minha jornada, eu congelei, quase recuando pra trás e batendo na parede invisível, ao invés de dar outro passo. Onde antes não havia nada, exceto pela estrada em ruínas, havia agora um outro viajante... Ele cambaleava em minha direção, arrastando-se sob seu próprio peso podre, e minúsculas botas pretas arrastavam-no lentamente ao longo da estrada. Dois olhos vazios e nervosos boiavam em sua massa inchada corporal, fixados em mim com o foco cego de uma mente estranha demais para minha compreensão.

Eu fiquei lá, congelado e sem entender enquanto ele lentamente caminhava em minha direção, seu corpo chiado pouco maior do que o de uma criança. Seus olhos brilhantes estavam fixos em mim, e suas pequenas botas se aproximavam lentamente. Eu não podia me mover. Recuar resultaria apenas na minha eventual captura pelo monstro, mas avançar significaria atravessá-lo, e só o pensamento de tocar naquela... coisa...

A decisão foi tomada por mim, por que a coisa já estava muito próxima, e eu estava preparado para esta ação. Ao horror ou raiva, eu pulei pra frente, gritando sem sentido, e atingi aquele corpo inchado. Eu chutei e pisei nele, esmagando a carne flácida e muito macia debaixo de meus pés, soluçando em horror enquanto sentia sua carne me tocar, e em seguida derreter, apodrecendo ao nada em questão de segundos, mas deixando uma memória tão imunda em minha mente que eu sabia que sentiria todo o peso mais tarde, encharcado contra mim muito tempo depois do doce frio do além.

Depois disso, eu corri. Eu corri e amaldiçoei qualquer destino que havia me trazido até aqui e apagado minha memória, minha vida, e deixado apenas uma estrada: a estrada eterna. Eu teria chorado, teria me amarrado e me jogado em um desses buracos sem fim que havia espalhados por partes da estrada, mas fui obrigado a continuar... Minhas pernas continuavam em um ritmo espasmódico que me impulsionou sobre os tijolos em ruínas e saltando sobre os buracos, apesar de eu querer secretamente cair em suas profundezas e acabar com a estrada, com os rostos, comigo.

Enquanto eu corria e pulava, cheguei a um desses grossos e retorcidos tubos que pontilhavam a paisagem claustrofóbica. Pensei em dar uma olhada por um momento, a curiosidade lutando para superar meu desejo quase maníaco de me livrar deste lugar, mas ao ouvir alguns barulhos estranhos e borbulhantes, juntamente com um profundo pulso baixo vindo do interior desses tubos gigantes, decidi deixar minha curiosidade de lado, e então passei reto do tubo. Assim que sai de lá, senti uma corrente repentina de ar atrás de mim, seguido de um estalo estranhamente abafado, como se barras de ferro envolvidas em algodão tivessem sido colocadas atrás de mim. Eu não me virei, apenas usando isso para galvanizar ainda mais minha caminhada sem fim, ignorando tudo enquanto desaparecia atrás de mim.

Muito à frente, avistei uma escada longa e brilhante, levando a um caminho acima de mim, e além dela o que parecia ser uma pequena casa feita dos próprios tijolos em ruínas, assim como a estrada. Enquanto temia o que poderia estar lá dentro, a idéia de outra pessoa, outra pessoa com a qual eu poderia compartilhar este lugar horrível, me encheu com um grande raio de esperança. Então corri desesperadamente, os olhos fixos na tal escada, e disparei a toda velocidade por cima do buraco. Foi na metade do caminho entre o abismo e a escada que eu vi a coisa me esperando do outro lado.

Era uma paródia retorcida de algum tipo de réptil. Sua face alongada enchia-se com um tom de ameaça, e sua boca bocejava em antecipação do meu chegar ao outro lado, suas bordas irregulares afiadas brilhando como quem estivesse pronto pra atacar. Seu corpo estava equilibrado sobre duas minúsculas e disformes pernas, e ele tinha uma concha de carne dura e quebradiça, que envolvia todo seu tronco bulboso. Dois membros atrofiados se esticaram através de sua concha, revestido em crescimentos fibrosos, e ele lentamente se aproximava de mim.

Eu gritei desesperado, tentando em vão voltar para a borda mais distante, mas já era tarde demais, e meus esforços foram suficientes para fazer com que eu perdesse meu equilíbrio, batendo na parede ao lado do buraco, a coisa acima de mim gritando em frustração enquanto eu caia. Caindo, e caindo, girando em direção a escuridão sem fim, senti a escuridão consumir todo meu corpo. No entanto, segundos antes do vazio poder me fornecer seu consolo final, de repente eu me lembrei...

Estradas intermináveis​​, lagos de fogo, túmulos em ruínas cheias de ossos podres de animais, formas nebulosas de luzes brilhantes seguindo em direção a escuridão, redes flutuantes de madeira antiga que vagueavam em um céu quente, tudo voltou para mim em um rápido momento: a lembrança de onde eu estava, o que eu havia feito, e sabendo que aquilo iria continuar.

Eu não sei por quanto tempo já fiz isso, nem o que fiz para merecer isso.

Só que devo caminhar nesta estrada.

Para sempre.


14/03/2012

Polybius


Polybius é um arcade que teve seu lançamento limitado a uns poucos fliperamas num subúrbio de Portland em 1981. Há várias estranhas histórias a respeito desse jogo, como crianças sofrendo vários sintomas preocupantes após jogá-lo. O jogo foi revolucionário para a época, sendo muito colorido e colocando o jogador na mão contrária dos jogos convencionais da época. Em vez de você ser uma nave que atirava nas pedras, você jogava as pedras na nave, ou mais menos isso.


A década de 80 é marcada por lendas urbanas e esse jogo ao sumir do mapa em menos de um mês de circulação, ganhou várias histórias, lendas, e especulações sobre o mesmo. Os fatos são contados pelos que jogaram o Polybius e pelos donos das lojas que tiveram a maquina. Segundo os donos, frequentemente apareciam sempre os mesmos "homens de preto" que vinham e recolhiam dados das máquinas periódicamente. Mas em pouco tempo, o Polybius foi recolhido,no tempo que ficou fez sucesso, mas não teve nem tempo de sair dos Estados Unidos.
O jogo do Polybius era muito colorido,todo estilizado em uma tela pscicodélica e ficar piscando muitas vezes seguidas. Além disso, jogadores diziam que mostrava várias mensagens subliminares entre as "piscadas". Esses efeitos fizeram com que muitas pessoas tivessem ataques de epilepsia (há histórias sobre um garoto ter morrido por um ataque), aminésia, insônia, pesadelos, ataque de pânico, depressão e em alguns casos extremos, suícidio. E ainda sobre os efeitos que o jogo causava, eram opcionais de acordo com o que os homens de preto queriam e "programavam" a máquina.

Os rumores sobre este videogame dão conta de que ele foi supostamente desenvolvido por militares que usaram um algoritmo da CIA que afetava o comportamento das pessoas, mas o que foi divulgado era que uma empresa alemã chamada Sinneslöschen (Em alemão que dizer algo como “inibidor de sensorial”), que pela história só veio a criar propriamente esse jogo.

A Teoria conspiratória diz que a máquina foi feita pelo governo americano na época da guerra fria para controlar as pessoas, com hipnose, controle da mente entre outros métodos. Infelizmente (ou felizmente) ele não chegou por aqui, então até o jogo mesmo não passa de lenda.


Alguns curiosos recriaram o jogo de acordo com os relatos de quem jogou, e há diversos vídeos do youtube sobre o tema.





Dica enviada por e-mail pelo xará do meu parceiro de tradução, Gabriel Azevedo.

Estática na Televisão

Se você estiver assistindo televisão e ela perder o sinal, desligue a TV imediatamente. Se você assistir a estática da TV por tempo suficiente, a estática, de repente,vai parar. Todo o som na sala em que se encontra cessara; até mesmo o ruído da TV desaparecerá. Se isso acontecer, você não deve desviar o olhar da tela. Provavelmente não notará isso no momento, mas antes de fixar seu olhar na TV, seu corpo também vai congelar. O tempo a sua volta irá parar completamente. As partículas dos pontos pretos e brancos da TV lentamente ganham vida, arrastando-se lentamente em direções aparentemente aleatórios. Não da maneira normal das estáticas, mas sim organizando-se e formando uma imagem em movimento em sua frente. No momento que a estática e o ruído branco da TV voltarem ao normal, você voltará a ter controle de seu corpo.

Você nunca mais poderá assistir aquela televisão novamente. Ela sempre transmitirá estática, mesmo quando desligado. Se você assistir a estática por mais tempo, estes mesmos eventos voltaram a acontecer, mas com resultados desastrosos. O que acontece exatamente é desconhecido, pois é óbvio que qualquer um que tenha tido a infelicidade de experimentar isso acabou desaparecido. Há rumores que dizem que se você continuar a assistir a estática novamente, ou durante sua primeira experiência, e olhar para longe, as manchas brancas e pretas começarão a se mover novamente, mas você não conseguirá se mover. Seus olhos, então, estarão permanentemente fixados na tela enquanto você vê uma imagem se formar, e também o que parece ser o retorno de sua estação de sinal. Você logo descobre que este não é o caso, já que o som permanece ausente, e a imagem na TV mostra uma ambientação muito familiar: o quarto onde você se encontrava.

A única coisa que você vê a seguir é o movimento na TV, enquanto você assiste a si mesmo por dentro da mesma, e posteriormente, a causa do seu desaparecimento.

O Dragão Chinês: A Cena da "Serra na Cabeça"


Em 1971, o filme chinês de artes marciais, "The BigBoss (O Dragão Chinês, no Brasil)", foi lançado e fez com que o famosolutador de artes marciais, Bruce Lee, se tornasse uma estrela internacional.Ele atuaria em mais filmes clássicos, como: "Fist of Fury", "Wayof the Dragon", "Enter the Dragon", e seu projeto inacabado,"Game of Death". Todos estes filmes foram clássicos sucessosinfluentes. No entanto, "O Dragão Chinês" é mais notável por suascenas deletadas. Desde seu lançamento, o filme foi muito cortado e alterado.Havia cerca de 14 ou mais cenas que foram cortadas da versão final. Algumasdessas cenas foram cortadas devido à produção, limite de tempo ou qualquer outromotivo, e outras cenas foram cortadas devido à violência e à censura. Até osdias de hoje, a versão original sem cortes de "O Dragão Chinês" aindanão foi lançado, e varias pessoas ainda estão à procura da versão sem cortes,especialmente por causa de uma cena infame em particular que foi cortada: acena da “Serra na Cabeça”.

Esta cena ocorre durante uma cena de luta no meio do filme, onde o personagem de Bruce Lee pega uma serra gigante do chão, balança-apor cima de sua cabeça, e crava-a na cabeça de um bandido. As pessoas têm procuradoesta cena em particular, e a única evidência visível são fotos tiradas duranteas filmagens dessa cena e o corte óbvio da cena no filme. Há rumores confirmandoque um jornalista que escreveu um livro sobre Bruce Lee possui a versãooriginal sem cortes do filme. No entanto, ele afirmou que não iria mostrar aopúblico, a menos que receba uma grande recompensa em troca. Mas a verdadeirarazão pela qual ele não quer mostrá-lo a qualquer outra pessoa é por causa doque viu enquanto assistia ao filme e a essa cena em particular.

Em uma entrevista particular, o jornalista afirmou que elepresenciou algo tão assustador e inesperado que quase o assustou até a morte.Isto é o que ele viu: O filme desenrola-se em sua forma original, com a trilhasonora mandarim original e as cenas deletadas deixadas intactas. A qualidade éruim devido à sua idade e as poeiras e partículas que ficaram presas no rolo dafita, mas o filme ainda é visível. Após a cena onde os amigos de Bruce Lee sãoatacados em sua casa, as coisas começam a ficar realmente estranhas... Brucevai para a fábrica de gelo onde trabalha para ver o que está armazenado dentrodos blocos de gelo. Ele entra no quarto escuro com uma lanterna e encontra umpicador de gelo. Depois de esculpir pequenos pedaços de gelo, ele encontrasaquinhos de cocaína e heroína que foram escondidas pelos bandidos. Em seguida,ele caminha lentamente e aponta a lanterna em direção aos outros pedaços de gelo.Ele então encontra os corpos de seus amigos que foram mortos pouco tempo atrás.O último corpo que ele encontra foi cortado do filme na versão final, mas podeser visto nesta versão.

Assim que a tela mostra o último cadáver, a música começa acair em um tom baixo por alguns segundos e a imagem torna-se um poucodistorcida. Em seguida, a cena corta para o grupo de bandidos que confrontamBruce. A imagem e o som voltam ao normal. Depois da conversa entre Bruce e ofilho do chefe, a cena da luta começa. Depois de alguns minutos de luta, osbandidos andam lentamente em direção a Bruce enquanto ele recua em direção aparede. De repente, Bruce pisa em uma serra e quando tudo para de uma vez, ele apega. Depois de chutar dois caras pra longe, podemos vê-lo balançar a serra porcima de sua cabeça na próxima cena. Mas alguma coisa não está certa... A imagemfica em preto e branco, mas o som continua intacto. E então vemos a imagem semcortes onde Bruce crava a serra na cabeça do cara. A partir deste momento aimagem não é mais em preto e branco, mas em cores negativas. O som aindapermanece intacto. As imagens mostradas parecem que foram grosseiramente juntadas.Então a tela corta para outra cena onde Bruce solta sua serra e o bandido ficatremendo e gritando, enquanto cai no chão com a serra ainda em sua cabeça. Aimagem volta ao preto e branco novamente, e quando o bandido grita, o som é maisalto do que o normal. Então a cena volta pro Bruce, agora dando um Chute Roundhouseno bastão de outro bandido, quebrando o bastão no meio. A imagem e o som voltamao normal, e vemos Bruce chutar a cara em direção a parede. Então o filme párapor aí e nós somos deixados com uma tela branca. Depois de alguns minutos, atela branca ainda está lá, mas podemos ouvir duas vozes estranhas. Parece queeles estão tendo uma conversa em chinês. O mais estranho é que suas conversas estavamlegendadas em pequenas letras brancas na parte inferior da tela (o que eramuito suspeito, já que não havia legendadas em nenhuma outra parte do filme).

As legendas mostradas são essas:

Diretor - "Será que devemos deixar isso no filme?"

Editor - "Não sei, eu não acho que cabe a nós."

Diretor - "O que você quer dizer? Eu não me importo seeles censurarem isto!"

Editor - "Tudo bem, vamos ver o que podemos fazerdaqui."

Diretor - "Espere, o que você está fazendo?"

Editor - "Estou tentando colocar essa cena no filme"

(O som e legendas cortam, e uma música começa a tocar por cercade 5 segundos. A música então para de repente e ouvimos as vozes de novo. Destavez, ouvimos uma terceira voz).

Desconhecido - "O que está acontecendo?!"

Diretor - "Eu não sei, ele está ferrando com tudo!"

Editor - "Não, não estou! Alguma coisa está errada comessa máquina!"

Diretor - "Pare, seu idiota!"

Desconhecido - "Calma!"

(Nós ouvimos alguns barulhos de batidas. O barulho começa ase tornar irreconhecível. Em seguida, o som para de novo e ficamos sem som poralguns minutos).

Então a terceira voz desconhecida diz: "Esta parte serácortada da versão final ou não?". Em seguida, o som volta, mas destavez é um barulho de estática muito alta. O filme volta ao normal, mas desta vezsão somente clipes aleatórios do filme sendo tocados um atrás do outro. O somvolta ao normal por alguns segundos, mas depois ele começa a tocar rápido e aocontrario aleatoriamente. A música tocada no titulo principal pode ser ouvidoem seguida, mas é muito mais alto do que o áudio confuso que fica tocando aofundo. Então de repente, varias imagens distorcidas de cadáveres, ossos eserras enferrujadas começam a piscar rapidamente na tela. A música para e mudapara o grito de um bandido, que soa exatamente com o cara que levou a serra nacabeça. Este som continua a repetir até que o grito vai ficando cada vez maisagudo. Este prolonga-se por mais alguns segundos até que tudo pára de repente,e ficamos com uma tela preta. Depois de dez segundos, o filme volta ao normal.A cena volta na parte onde Bruce pisa na serra no chão e prossegue normalmente,mas as imagens sem cortes da serra na cabeça do cara não estão mais lá. Então ofilme continua normalmente, até finalmente terminar.

Então aparentemente é por isso que o jornalista que afirmater a versão sem cortes do filme não quer exibi-lo ao público. Ou isso ou elequer ficar com o filme por causa de seu grande valor financeiro, mas obviamenteeste não é o caso aqui.