26/01/2013
The New CPBr: Muitas Novidades e Atualizações!
Caros Creepers, estamos felizes em informa-los que finalmente terminamos nossa reforma no blog! Depois de duas noites/madrugadas inteiras de trabalho, conseguimos finalizar tudo! Temos muitas novidades, então vamos listar cada uma delas abaixo:
- LOGO OFICIAL AMPLIADO
- NOVA IMAGEM DE FUNDO
- ENQUETE DA SEMANA: Toda semana, teremos uma pequena enquete, onde os leitores poderão votar e conferir o vencedor. As enquetes sempre terminarão às 00:00 do sétimo dia. Mandem sugestões para enquetes a vontade na nossa FanPage do Facebook.
- DESENHO DA SEMANA: Também temos essa aba, para que possamos compartilhar uma imagem macabra semanal com vocês (pode ser direto das profundezas da internet ou feita por alguém, com direito a créditos). Caso queiram mandar algum desenho para nós para que ele fique em destaque no blog, é só mandarem no nosso e-mail: creepypastabrasil@hotmail.com
- CREEPY SONGS: Além do nome ter tido uma pequena mudança e de musicas novas terem sido adicionadas à Playlist, as instruções de como usar o player agora estão muito mais simples, muito menores e ocupam menos espaço da barra lateral.
- QUEM SOMOS NÓS: Ao invés da opção estar na aba "CATEGORIAS", agora existe uma aba especialmente para isso, para facilitar o acesso.
- ENTRE EM CONTATO: Novamente, agora existe uma aba especialmente para isso. Varias informações também foram atualizadas.
- PARCEIROS: A partir de agora, usaremos o sistema de "Banners", o que não havia anteriormente em nosso blog. Por enquanto, temos duas abas de "PARCEIROS" porque alguns blogs/sites ainda não possuem banners, por isso deixamos somente o nome do blog/site na segunda aba para que possamos atualiza-lo quando recebermos os banners.
- QUER SER NOSSO PARCEIRO?: Como o próprio titulo já diz, essa seção é para aqueles interessados em serem parceiros do CPBr.
- BANNER OFICIAL DO BLOG: Agora, para facilitar a vida de nossos parceiros, adicionamos o código de nosso banner, para que possam pega-lo e usa-lo com mais facilidade.
Então é isso! Muitas novidades pra vocês, mas nunca deixando de lado as raízes do blog! E ai, gostaram das novidades? Deixem seu feedback abaixo e divulguem o CPBr para ajudarem o blog e a FanPage crescerem!
Por ultimo, gostaríamos de agradecer a todos vocês, leitores, pois sem vocês, o blog nunca teria chegado nem perto donde está. Todos nós, colaboradores do CPBr, agradecemos de coração à cada um de vocês!
Abração & Keep Creepying!
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Comunicados e Atualizações
20/01/2013
1 Guy 2 Spoons
Estou escrevendo isso aqui porque não consegui encontrar
nenhum outro lugar para compartilhar isso.
Todos nós sabemos o que são “Shock Videos”, certo? São
aqueles vídeos recheados de pornografia e coisas nojentas (vulgo "2 Girls 1 Cup").
Mas, às vezes, um Shock Video não é bem assim. Alguns deles chegam a ser asquerosos,
cheios de violência, sangue e mutilações (vulgo "3 Guys 1 Hammer"). Muito confuso,
se você me perguntar. Há alguns exemplos de Shock Videos cheios de sangue (por exemplo, "1 Lunatic 1 Ice Pick" ou "1 Guy 1 Jar"), mas este aqui leva o
premio. Quando eu estava procurando por vídeos chocantes para escrever meu
trabalho escolar, me deparei com um nome muito estranho.
O nome era 1 Guy 2 Spoons. Achei que fosse outro vídeo pornô,
sobre um cara que enfiava 2 colheres em seu ânus ou algo do tipo, mas não era.
Era muito mais nojento do que qualquer “pornô” que eu já havia visto. Ao invés
disso, era um vídeo de um homem LITERALMENTE arrancando um de seus olhos usando
duas colheres. Eu fiquei extremamente perturbado e assustado depois de ver
isso. Quando minha mãe me chamou para jantar, ela colocou três colheres em
nossa mesa.
Não consigo explicar o por que, mas por alguma razão, minha
mente fez com que eu tentasse arrancar meu PRÓPRIOS olhos com essas colheres. Tentei
fazer isso, mas depois que a ficha caiu, depois que eu percebi o que estava fazendo,
comecei a me sentir obrigado a fazer aquilo. Felizmente, meu pai me viu fazendo
aquilo, e graças a Deus ele me parou. Eu estava tão indeciso que não conseguia
parar de respirar fundo. Ele me perguntou o que diabos havia de errado comigo. Eu apenas respondi:
"Nada". Por que diabos assisti aquilo?! Agora eu estou acabado.
Alguns dias depois, contei a todos da escola sobre o vídeo, mas todos riram de
mim. Foi como se eles nunca tivessem ouvido falar da internet. Mas foi ai que
algo chamou minha atenção... Havia carros de polícia entrando no estacionamento
da escola. Varios policiais saíram correndo em direção ao playground.
Eu os segui para ver o que estava acontecendo. Eles estavam
olhando para um cadáver de uma garota de 10 anos, ambos de seus olhos arrancados
e sangue escorrendo dos buracos de seus olhos. E então, os policiais pegaram
duas colheres ensanguentadas, próximos a mão dela. Seria ela uma vítima do vídeo
1 Guy 2 Spoons? Infelizmente, acredito que sim.
Por favor, para seu próprio bem, se você ver um link que
leva ao dito vídeo, NÃO ASSISTA!
ATENÇÃO: O VÍDEO ABAIXO É EXTREMAMENTE PERTURBADOR. ASSISTA POR SUA PRÓPRIA CONTA E RISCO. VOCÊ FOI AVISADO.
Fonte: hwww.creepypasta.wikia.com
19/01/2013
Beliche
"Ninguém virá para você"
Isso é o que ele me diz toda a noite enquanto estou em minha tumba de medos e desesperos que a tanto tempo me esquecer. Meu irmão adora me tormentar. Sempre teve grande prazer em meu medo e minha miséria. É sua idéia de diversão.
Me lembro vividamente de todas minhas noites aos meus 3 anos de idade. Toda a noite, por volta das 9 horas, minha mãe me avisava que era hora de dormir. Ela me colocava em meu colchão, na parte de baixo de uma beliche feita de algum aço muito velho. Me beijava a testa antes de dar boa noite, desligando a luz, saindo e fechando a porta. Conforme ficava observando as diversas formas difusas que os móveis formavam com o feixe de luz que vinha do corredor pela brecha de baixo da porta, ouvia a cama de cima se mexer, retorcer e chiar. Fechava meus olhos e chorava em silêncio, sabendo que o jogo cruel de meu irmão estava para começar.
Toda noite ele fazia meu tormento crescer sobre o medo que ele mesmo implantara em mim, sobre a miséria que me aguardava.
"Ninguém virá para você."
Ele começava.
"Ninguém vai te salvar quando eu te levar para o outro lugar."
Eu ficava ali, encolhido dentro de mim mesmo, indefeso, ouvindo assustado as mil e uma torturas que meu irmão planejara praticar comigo. Como quebrar todos meus ossos lentamente até de modo que se curariam quando ele terminasse o último e assim pudesse quebrar todos de novo, e ficar nisso até moer tudo.
Me dizia que um dia faria tudo aquilo, mas por enquanto só queria me ameaçar mesmo, era mais divertido.
Meu irmão adora me atormentar.
Então, essa foi minha infância até eu completar 7 anos. Meu pai decidiu que era hora de se livrar da beliche. Ele tinha comprado elas quando minha mãe estava grávida.
Vivemos em um pequeno flat em Londres, nada muito grande mesmo. Então quando minha mão disse a meu pai que esperava gêmeos, eu e meu irmão, ele apareceu lá em casa com aquela beliche de aço, dizendo ser a perfeita solução pra a falta de espaço. Apesar de sabermos que não a usaríamos até fazer dois anos e meio, já haviam decorado o quarto, completo com a beliche e tudo mais dois meses antes de nós nascermos.
Digo nós, mas deveria dizer eu, pois meu irmão morreu enquanto minha mãe dava a luz. Não sei muito o que aconteceu, hesitava em perguntar aos meus pais sobre, já que o assunto os levava às lágrimas... Então simplesmente não falávamos disso lá em casa.
Não acredito que ainda lembro daquelas coisas. Tenho 27 agora. Tenho meu próprio flat, e um trabalho legal, e uma ótima coleção de pílulas para dormir.
Vou tomar um vidro todo esta noite. Finalmente vou dormir. Ele não vai me manter acordado essa noite. Ah, eu sinto falta da beliche. Pelo menos, quando ele ficava na cama de cima, eu não podia vê-lo.
Meu irmão adora me atormentar.
16/01/2013
Galhos no Vento
Finalmente em casa depois de um longo dia de trabalho, após concluir um projeto que meu chefe estava me pressionando para fazer, posso descansar. Vai ser bom mas, a parte que mais me empolga é poder ver meu filho de novo! Finalmente venci a briga judicial com minha esposa para conseguir a custódia dele e agora vou finalmente poder cuidar dele. Arrumei meu quarto extra e deixei praticamente vazio, só com o básico, para decorarmos juntos depois, como ele preferisse. Depois do jantar estava subindo as escadas e quando ele ouviu que eu o fazia, me chamou de seu quarto:
"Papai, não posso dormir, tem um monstro na janela!"
Monstro, bem original pra uma criança.
"Ah, não se preocupe, são só os galhos da árvore no vento. Está vendo?"
Mostrei a ele os galhos e ele confiou em mim o suficiente para voltar a dormir. Dei-lhe um beijo de boa noite. Finalmente, hora de dormir. Mal podia ver meus passos, me arrastei até a cama e fiquei pensando em ter que lidar com monstros sendo que amanhã teria de matriculá-lo, comprar roupas de escola, fazer compras... não conseguia colocar os pensamentos em ordem, precisava dormir. Foi então que ele me chamou de novo. Cara, eu adoro esse moleque, mas eu precisava de um pouco de sono!
"Papai, o monstro voltou!" ele praticamente ganiu com medo.
Olhei pela janela: Não, nada além dos galhos da árvore. Fui até lá e abri a janela, provei que não havia nada, só galhos.
"Eu te disse, vá dormir, amanhã temos que acordar cedo."
Ele ainda estava meio incerto pelo que vi, mas o que eu podia fazer, estava cansado demais. De novo, fui até o conforto de minha cama, me deitei, e ouvi seu choro. Foi o basta para mim.
"Tá, eu vou deitar com você e caso veja o monstro basta se agarrar forte em mim."
Voltei ao seu quarto, puxei seu cobertor vermelho e deitei do lado da criança.
Ali deitado, de olhos fechados, comecei a pensar. Eu não tinha comprado lençóis brancos? Olhei meu filho e vi seu pescoço ensanguentado. Foi aí que ouvi o monstro, agora não estava batendo no vidro, mas a alguns passos da janela, dentro do quarto. Não pude fazer nada além de rir. Como não havia percebido que não haviam árvores no meu próprio jardim?
15/01/2013
Luna Game
Em 3 de Abril de 2011, um jogo foi postado no site “Equestria
Diary”, chamado “Luna Game”. Parecia inofensivo, então algumas pessoas acabaram
baixando-o. Não demorou muito para essas pessoas descobrirem que não era tão ofensivo assim...
O jogo começa e você controla Princesa Luna (a pônei unicórnio-pegasus).
É um jogo de plataforma bem simples, onde você é capaz apenas de se mover e
pular com as setas do teclado. Porém, depois de cerca de vinte segundos de
jogo, (ou mais alguns segundos, se você estiver parado), a tela de repente corta
aleatoriamente para uma das duas imagens: Pinkie Pie, com um olhar estranho (estilo “Zalgo”), ou Apple Bloom, com um olhar macabro e malicioso. Neste ponto, um
dos quatro remixes sinistros de músicas do desenho começa a tocar aleatoriamente, com murmúrios e gritos tocando ao fundo. Você então percebe que o jogo não fecha nem com a tecla ESC nem com ALT + F4.
O cursor do mouse ficará preso na parte inferior direita da tela, e a janela do jogo ficará sob todas as outras
janelas. A única maneira de fechar o jogo, neste momento, é abrindo o
Gerenciador de Tarefas (via CTRL + ALT + DEL) e finalizando o processo,
navegando para o programa usando as teclas de seta e apertando Enter ou ALT +
E. Caso contrário, o jogo fecha automaticamente depois de certo tempo.
Depois de ter “fechado” o jogo, quando as pessoas entram na
pasta onde eles haviam salvado o jogo, eles se deparam com uma infinidade de
imagens (dependendo da imagem que apareceu para o jogador no final) e arquivos
de texto, intitulado "The End is Neigh". O texto dentro dos arquivos
também continham somente essa misteriosa frase: “The End is Neigh".
Nas primeiras impressões, os fãs do desenho pensavam que o
jogo era uma espécie de forma sádica para espalhar um vírus de computador, sob
o disfarce de um “inocente” jogo, mas depois de um tempo (e muitas verificações
de vírus), foi confirmado que era apenas uma brincadeira macabra. O jogo em si não
modifica nem exclui nenhum dos arquivos do computador do usuário; ele
simplesmente salva imagens e documentos de texto. Embora que, quando o usuário
baixava o jogo direto em sua área de trabalho, se tornava bastante irritante
ter que excluir todas as fotos e documentos de textos geradas em seu computador (A
não ser que se o usuário tenha sido esperto o suficiente para salva-lo em sua
própria pasta).
11/01/2013
Este Homem
Em janeiro de 2006, Nova York, uma paciente de um psiquiatra muito conhecido desenha o rosto de um homem que tem aparecido frequentemente em seus sonhos. Em mais de uma ocasião, aquele homem de seus sonhos lhe deu conselhos sobre sua vida privada. A mulher jura que nunca conheceu o homem em sua vida.
Esse retrato fica esquecido na mesa do psiquiatra por alguns dias, até que um dia, outro paciente reconhece aquela face e diz que o homem tem o visitado muitas vezes em seus sonhos. Ele também afirma que nunca conhecera aquele homem em toda sua vida.
O psiquiatra decide enviar o retrato para alguns de seus colegas que cuidam de pacientes que sofrem de sonhos recorrentes. Dentro de alguns meses, quatro pacientes reconheceram o homem como uma presença freqüente em seus próprios sonhos. Todos os pacientes se referem a ele como ESTE HOMEM.
De janeiro de 2006 até hoje, pelo menos 2.000 pessoas alegaram ter visto este homem em seus sonhos, em muitas cidades em todo o mundo: Los Angeles, Berlim, São Paulo, Teerã, Beijing, Roma, Barcelona, Estocolmo, Paris, Nova Delhi, Moskow, etc.
No momento, não há nenhuma relação averiguada ou característica comum entre as pessoas que sonhavam com este homem. Além disso, nenhum homem jamais foi reconhecido como sendo parecido com o homem do retrato das pessoas que o viram em seus sonhos.
Fonte: www.creepypasta.com
08/01/2013
Lançamento do Livro "Mitos Virtuais"
Oi gente, é a Francis Divina aqui!
Vim fazer uma pequena propaganda aqui pelo blog sobre o livro que eu estou participando pela editora Mundo Mirim e acabou de lançar. Vocês podem se perguntar porque diabos eu estou aqui fazendo propaganda disso, mas é por um motivo muito simples: Se não fosse por esse blog eu não teria conseguido esse contrato. A editora me conheceu pelo blog Creepypasta Brasil, assim encaminhando para o meu blog pessoal Masoquismo Mental onde eu escrevo amadoramente a mais de quatro anos. E além disso, as histórias publicadas no livro, da série "Eu vi, sim!!" tem TUDO a ver com creepypastas! São histórias envolvendo mitos virtuais com jogos, e-mails e bate-papos. Leiam a sinopse abaixo:
Quem nunca recebeu uma corrente por e-mail que o deixou angustiado? Quem adora passar horas e mais horas em chats de bate-papo pela madrugada? E quem adora os jogos virtuais, que os fazem viver em um outro mundo? Todo esse universo do ambiente virtual, cercado de contos que mexem com a nossa imaginação e com alguns medos que nos tornam vítimas de conspirações cibernéticas, é relatado em histórias impressionantes nesta obra, cheia de mitos virtuais.
São cinco escritores: Ana Paula Maia, Cardoso, Inês Stanisiere, Marcelo Spalding e Francis Lopes (eu);
Então se alguém ficar interessado em comprar o livro, o link está aqui abaixo:
http://www.mundomirim.com.br/produto/1365-mitosvirtuais
Obrigada para todos amigos, familiares e fãs que me apoiaram e incentivaram todos esses anos à continuar a escrever!
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Comunicados e Atualizações
29/12/2012
Creepypasta dos Fãs: Sucking Memories!
31 de outubro, 22:00 h. Halloween.
Erick e Math, ambos com 12 anos de idade, muito travessos, que estavam se
divertindo no Halloween. Até que Erick, o garoto metido a corajoso, resolve
passar a noite na floresta que havia em sua cidade, só para assustar seus amigos
e principalmente Math, garoto medroso e triste. Convencido por Erick, Math
resolve aceitar a brincadeira, mesmo temendo muito.
Os dois param em frente à entrada da floresta, o coração de Math acelera,
mas ele não queria parecer tão medroso na frente de seu amigo. Depois de um
tempo, tomam coragem, e entram na medonha floresta, mal sabendo do que os
aguardava.
Já dentro da floresta, a sensação de terror os tomava, arrepios, suspiros,
barulhos estranhos à volta. Math não aguentou e pediu pra voltar, mas Erick
começou a dizer que ele era medroso, e começou a rir e zombar dele. Então ele
resolveu continuar.
Ao longo que eles vão entrando cada vez mais na floresta, o clima de terror
só aumenta, até que começam a sentir que não estão sós, era como se alguém os
observasse a todo instante.
De repente, avistam duas garotas, aparentemente inocentes e perdidas. Erick
fala para Math para se aproximarem e verem se elas estavam bem. Math sentiu que
essa não seria uma boa escolha, mas Erick já havia corrido em direção à
elas
.
As garotas começam a se apresentar como Cíny e Liz, irmãs gêmeas com
estilos opostos, Cíny com aparência meiga e a Liz com aparência mais triste.
Elas sugeriram uma brincadeira, algo como um pega-pega, mas a brincadeira era
muito mais do que simplesmente correr. Quando os garotos começaram a correr, um
para cada lado, cada irmã correu atrás de um, Cíny correu atrás de Math, o
garoto mais triste, e Liz correu atrás de Erick o mais corajoso e
brincalhão.
Quando de repente os garotos percebem que as garotas não eram normais, algo
como uma sombra negra, saiu de cada uma, seus olhares não eram mais os mesmos,
eram devoradores. Os garotos começaram a correr amedrontados, e gritando por
socorro, mas era tarde, eles já haviam entrado na brincadeira das duas
irmãs.
A sombra de cada uma agarrou os pés dos garotos que corriam, trazendo-os
para perto delas. Colocaram-nos rosto a rosto, testa com testa, uma luz de
memória viva foi sugada dos garotos e passada para elas, Cíny sugou as memórias
ruins de Math, e Liz sugou as memórias boas de Erick. Após ficarem satisfeitas,
os dois simplesmente desmaiaram, enquanto elas foram embora.
O dia amanheceu, as famílias dos dois deram falta deles e pediram ajuda aos
bombeiros para encontrá-los. Math acordou sendo resgatado por um bombeiro, ele
não se lembrava de nada do que havia acontecido, nem se sentia mais triste, suas
lembranças ruins simplesmente desapareceram, o que o fez ficar inexplicavelmente
feliz, feliz até demais.Passou um tempo de repouso, mas logo melhorou.
Com Erick foi diferente. Ele acordou extremamente assustado, não existia
nenhuma memória boa em sua mente, tudo o que lhe restou eram memórias ruins e as
imagens do que lhe havia acontecido na floresta, ele começou a chorar,contou o
que havia acontecido para a família, completamente amedrontado, sua família
pensou que ele estivesse louco, internando-o num hospício!
Eaí, existe algo que você deveria se lembrar?!
Escrito/Enviado por: Dvampira e DyAngel
25/12/2012
Papai Noel
O Papai Noel é um ser que todos vocês já estão familiarizados:
veste um terno vermelho e branco, voa com suas renas, leva um saco cheio de
presentes e os entrega a todas as crianças bem comportados. No entanto, você já
parou pra pensou o que acontece com as crianças que não se comportam? Será que
eles apenas recebem um pedaço de carvão sem sentido neste dia de celebração?
Ou será algo muito pior...?
As velas eram assopradas pelo vento, criando uma sensação de
frio e insegurança ao redor da sala. Sombras eram lançadas em direção as mais inúteis
e empoeiradas decorações que já haviam sido usadas em todos os anos anteriores.
Os bonecos enfeitando a lareira eram os menos comuns; cada figura era esculpida
até os mínimos detalhes, fazendo com que elas tivessem uma certa malevolência
em seus olhos.
Não foram os gritos dos bêbados festeiros desfilando pelas
ruas, nem as crianças gritando nas casas ao lado (exigindo a chegada do enorme,
detestável homem de terno vermelho) que despertaram Elizabeth naquela noite.
Foi o barulho vindo da chaminé.
Ela se arrastou lentamente pela escada de madeira,
segurando-se ao corrimão caindo aos pedaços para se apoiar. Não era incomum ela
inclinar apenas um centímetro longe demais do corrimão, consequentemente
escorregando e caindo escada abaixo. Ela andasse estranhamente curvada, dando-lhe
a aparência física de uma senhora corcunda maior de idade. Elizabeth sofre de
uma doença chamada cifose, uma deformidade da coluna vertebral que pode ocorrer
em qualquer idade (embora seja raro no nascimento, que é justamente quando ela
desenvolveu a doença).
Tudo estava estranhamente silencioso quando ela chegou ao
fundo da escadaria; os bêbados provavelmente haviam encontrado outras
vizinhanças para perturbar, as crianças provavelmente tinham perdido as
esperanças e voltado a dormir. Nem mesmo o barulho da correria de ratos pode
ser ouvido abaixo da casa, dentro daquele sótão abandonado. Um sentimento de
pânico invadiu seu corpo. Seu coração batia cada vez mais rápido quando
percebeu outro fato sobre o misterioso silêncio: O barulho na chaminé também havia
parado. Ou aquilo que estava causando o barulho havia ido embora... ou havia
chegado.
Parando exatamente onde estava, a garota de quatorze anos
colocou uma mão pálida sobre suas costas e começou a olhar em volta, sua
lanterna iluminando pateticamente a escuridão avassaladora, consequentemente,
deixando um mistério na extremidade oposta da sala. Caminhando lentamente, ela
procurou pelo prato de biscoitos para acalmá-la. Sentindo-se impotente no meio
da escuridão, ela não desviava seus olhos azuis do canto mais escuro da sala, quando
finalmente se deparou com os pedaços de porcelana rachados do prato que
guardava os biscoitos açucarados. Confusa, começou a tocar no chão em volta dos
pedaços, quando sentiu o que pareciam ser pequenas migalhas espalhadas por lá.
Antes que ela pudesse processar o que poderia ter acontecido com os biscoitos,
sua respiração começou a ficar mais pesada quando sentiu um líquido quente
próximo as migalhas. Relutante, ela finalmente tirou seus olhos da área
suspeita para poder analisar a substância em seus dedos.
Era
vermelha.
O tempo pareceu parar quando ela percebeu que não estava
sozinha na sala. Seus olhos se arregalaram e todos os pensamentos foram empurrados
para o fundo de sua mente, resultando em uma simples, terrível pergunta: Quem
estava no quarto com ela? Segurando a lanterna firmemente, ela deu um passo para
frente; a luz lentamente queimando a escuridão, apesar de não revelar nada,
enquanto o silencio macabro arrepiavam os cabelos da garota e a faziam suar. As
cortinas fechadas apareceram, e ela suspirou quando percebeu a loucura de suas
ações. Talvez a substância vermelha era simplesmente respingos da tinta que seu
irmão havia derramado no carpete na noite anterior. “Você alcançou o ápice de paranoia,
sua idiota!”, ela disse a si mesma, tentando afastar todos aqueles pensamentos
perturbadores de sua cabeça. “Está à beira da loucura. Teria sorte se mamãe não
te encontrasse aqui, se apavorando por causa de uma simples borra de tinta.
Obviamente, foram os ratos que a espalharam por ai”. Esquecendo o ocorrido, ela baixou
a lanterna e começou a se virar, esfregando a parte de trás de seu pescoço e
tranquilizando sua mente.
Em seguida, a mão fria tocou seu ombro.
Ela parou no local. Não se atreveu a se mover. Não se
atreveu a respirar. Seus olhos se arregalaram quando ela confirmou a presença
de outra pessoa na sala, aquela pessoa que estava lhe observando o tempo todo. A
respiração quente em seu ombro faria com que ela estremecesse se não estivesse
paralisada de medo. Apenas alguns segundos se passaram, mas para Elizabeth, parecia
uma eternidade. Esperando. Esperando seu próximo movimento. Esperando o
movimento da outra pessoa. Dominando toda a sua coragem, ela se virou
lentamente sobre os calcanhares, ficando cara a cara com um homem viscoso em um
terno vermelho e peludo.
Ele estava sorrindo de orelha a orelha. Cada um de seus dentes
nojentos e amarelados revelava saliva escorrendo de sua língua para o queixo.
Ele estava com barba por fazer, a barba preta formando uma máscara despenteada
por cima da metade inferior do rosto. Ele era claramente muito mais jovem do
que os Papais-Noéis “originais". Seus olhos eram de uma tonalidade
amarelo-nojento, parecendo idêntica aos seus dentes sujos. Ele estava olhando
diretamente para ela, com um olhar duro e frio que não emitia nenhuma sensação
de calor. Ele não estava sorrindo por causa da expressão aterrorizada da
garota, nem por causa de sua deficiência... Mas sim, pela coisa que ele
segurava em suas mãos.
Ela não conseguia encontrar sua voz. Ela não conseguia
encontrar o grito que procurava tão desesperadamente, o som que muitos faziam
quando se encontravam em uma situação de perigo. Era a única coisa que ela
conseguia pensar que pudesse salvá-la, pudesse afastá-la daquele pesadelo. Ela
deixou a lanterna cair de suas mãos. Ela se sentia cada pedaço de vidro furando
e cortando seu tornozelo, o sangue quente escorrendo em sua perna. Logo, notou
que as chamas rugiam da lareira ao seu lado. Ela não se importava. Ela não
percebeu que o fogo consumia pequenas posses de sua família; tudo o que ela via
era o que estava nas mãos do homem. Ela não conseguia se mover. Não conseguia
falar. O horror a dominava da cabeça aos pés; suas orelhas doíam e sua visão
começou a sumir.
O homem segurava o cadáver ensanguentado de sua mãe.
Seus olhos haviam sido arrancados, deixando dois buracos
rasgados em seu rosto. Ela tinha o olhar misterioso de um zumbi; seu olhar era
morto e sua boca estava constantemente aberta. Seu rosto era uma sujeira sangrenta,
multilados de uma maneira que até mesmo as pessoas mais perturbadas seriam
afetadas. A cabeça estava sangrando, juntamente com vários ferimentos brutais
no peito e no rosto, braços caídos levemente para os lados. Elizabeth fechou os
olhos com força, obrigando-se a não ver aquela cena à sua frente. Ela sussurrou
para si mesma que aquilo não era real, que era somente um pesadelo, embora soubesse
que sua ignorância era a solução oposta. A respiração quente voltou, desta vez ainda
mais próxima. Ele cheirava fortemente a álcool, enquanto as palavras finais
eram sussurradas:
"Papai Noel está de volta!"
FELIZ NATAL!!!
23/12/2012
Rostos Familiares
Você com certeza já viu isso. Esse par de olhos olhando
diretamente para você. E por mais que você queira se afastar, os olhos parecem
te transfixarem. Ele se move como você, copiando cada espasmo, cada leve movimento
- eles estão seguindo você.
Você se lembra do rosto, mas não tem certeza de onde; lembra
o rosto de seus pais, o rosto parece seguro, mas não é de confiança. A partir
do momento em que você olhar para ele, você estará em risco.
Mas o que torna esta criatura tão assustadora, é que quando
você olha para longe, você não faz ideia se ela ainda está te observando, a
menos que você olhe de volta, porque esta criatura não faz barulho, não faz som.
Ela não precisa respirar. Ela não precisa descansar. E o pior de tudo, ninguém
sabe de suas intenções.
Então, basta ter cuidado.
18/12/2012
Creepypasta dos Fãs - O Velho Soldado.
Acendi a luz do lampião com cuidado. Já estava quase na hora do pequeno chegar. Desde o começo do mês aquele jovenzinho vinha ao anoitecer para conversar um pouco comigo. Eu adorava poder falar com ele.
Como sempre o menino chegou com um sorriso largo no rosto. Qualquer pessoa estranharia, pensaria maldade de ver um velho como eu conversando com um garotinho como aquele. Mas eu nunca tive nenhuma má intenção com ele. Na verdade ele fora meu primeiro amigo em muitos anos. Depois que você fica velho as pessoas se esquecem de você…
- Seu Bastião, boa noite! - tilintou o pequeno.
- Boa noite, Marcelo. – respondi – Como anda meu pequeno soldado?
O garoto riu. Adorava quando eu o chamava de soldado, sentia-se importante. Sentou no batente, do lado da minha cadeira. Começou a me contar como fora o seu dia, com quem brincara e qual fora a brincadeira. Falou-me sobre os cômodos novos que explorara na casa das tias, duas velhas solteironas que moravam no fim da rua, na qual estava passando uma temporada. Além de outras coisas que preenchem a vida das crianças de hoje em dia.
Quando terminou o garoto estava sem folêgo de tanto falar. Olhou para mim, ainda sorrindo e me pediu que contasse como o meu dia havia sido. Como sempre eu lhe contei que o havia sido entediante e que não tinha nenhuma novidede, mas se ele quisesse ouvir alguma historia da minha juventude eu adoraria entretê-lo. Ele logo se animou. Eu via muito de mim naquele garoto.
Quando mais jovem eu fora soldado. Lutei em revoluções, guerras e em toda sorte de levantes. Comecei minha carreira bem jovem, 16 anos, portanto também me aposentei cedo. Não soube levar uma aposentadoria tranquila, porém. A guerra estava em meu sangue e a calmaria que o envelhecimento trazia não me caiu bem. Aos 50 anos me suicidei, nesta mesma casa onde meu espírito tem vagado.
Boatos se espalharam e muitas pessoas tinha medo de se aproximar da minha casa. Diziam ser assombrada. Bom, de certa forma era verdade, eu estava lá. Mas então esse garoto apareceu e ele não tinha medo de mim. Ele sabia que eu já não estava mais vivo, mas isso não parecia incomodá-lo. Todo noite ele vinha e eu contava-lhe os meus feitos. Ele parecia satisfeito com isso. Eu também estava.
***
Nossa como eu adorava aquele velho! As histórias deles eram incríveis. Ele lutara em guerras, usara armas e matara pessoas. Fora um herói. Eu queria ser um herói. Penso que seja difícil que isso aconteça, devido as circunstâncias…
Depois que ele terminou a história nós nos despedimos e fui embora. No caminho eu pensava como o velho fora solitário em vida. Esse devia ser um dos sacríficios de ser um grande soldado. O homem se isolara de tal modo que nem sabia que no fim da rua não havia um casarão, mas sim um cemitério.
Era lá que eu estava enterrado. Morri ainda muito novo. Nunca poderei ser um soldado. Mas ainda terei o velho e ele poderá me contar suas histórias… Para sempre…
Escrito por: Lucas Emanuel
Fonte: Lex Gravior
17/12/2012
Zalgo
Zalgo é um meme onde uma pessoa pega e corrompe uma tira de quadrinho popular, resultando em contextos perturbadores. As pessoas também usam referências mais sutis ao monstro, como pichações nos fundos das histórias dizendo "Zalgo wuz heer (Zalgo esteve aqui)". Zalgo pode ser reconhecido no momento que as duas palavras são ditas por pessoas, quando Zalgo está por perto:"He Comes (Ele vem)".
Zalgo é um ser que pode ser definido como "horror", uma criatura de terror extremo. Ele é conhecido como "Aquele Que Aguarda Atrás Das Paredes" e "Hivemind Nezperdian" em alguns círculos. Ele é uma abominação, não tem olhos e tem sete bocas. Sua mão direita segura uma estrela morta e sua mão esquerda segura uma “Vela Cuja Luz é Sombra”, e está manchado com o sangue de Dhaegar Am. Seis de suas bocas falam em línguas diferentes. Quando chegar a hora, a sétima deve cantar a canção que encerra a Terra:
Para invocar a colmeia que representa o caos.
Invocando a sensação de caos.
Sem ordem.
A Consciência-Coletiva Nezperdiana do caos. Zalgo.
Aquele que aguarda atrás da parede.
ZALGO!
Exemplos de tirinhas corrompidas do Zalgo
O Hino de Invocação de Zalgo (COMPLETO)
Perto Demais
Uma jovem garota voltando pra casa depois da escola encontrou uma pequena pilha de fotos emolduradas jogadas na sarjeta. Havia 20 no total, perfeitamente presas com um pequeno elástico. Ela as pegou, e enquanto caminhava, começou a olhar foto por foto. A primeira era de um homem branco e fantasmagórico em frente a um fundo preto, de pé, mas longe demais da câmera para que ela pudesse distinguir seu rosto. A menina pôs a foto no fundo da pilha e olhou a próxima. A foto era do mesmo homem, agora um pouco mais perto da câmera. A menina folheou as fotos seguintes, rapidamente.
A cada foto, o homem na fotografia se aproximava cada vez mais, e seus traços foram ficando mais visíveis. Quando virava a esquina de sua casa, a garota notou que o homem nas fotos parece estar olhando fixamente para ela, mesmo quando ela movia as fotos para os lados. Isso a assustou, mas mesmo assim, ela continuou passando-as, uma por uma. Ao chegar na 19a foto, o homem estava tão próximo que seu rosto havia preenchido completamente o quadro. Sua expressão era a mais horripilante que a menina já tinha visto. Quando chegou até a entrada da garagem, ela passou para a última foto. Desta vez, ao invés de uma imagem, havia somente duas palavras: "PERTO DEMAIS”.
Ouvindo um grito vindo de fora da sua casa, o irmão da garota correu para a porta e a abriu. Tudo que ele viu foi um monte de fotografias jogadas na porta. A primeira parecia uma versão extremamente pálida de sua irmã, mas ela estava muito longe da câmera para ele ter certeza.
Fonte: Creepypasta Wikia
A cada foto, o homem na fotografia se aproximava cada vez mais, e seus traços foram ficando mais visíveis. Quando virava a esquina de sua casa, a garota notou que o homem nas fotos parece estar olhando fixamente para ela, mesmo quando ela movia as fotos para os lados. Isso a assustou, mas mesmo assim, ela continuou passando-as, uma por uma. Ao chegar na 19a foto, o homem estava tão próximo que seu rosto havia preenchido completamente o quadro. Sua expressão era a mais horripilante que a menina já tinha visto. Quando chegou até a entrada da garagem, ela passou para a última foto. Desta vez, ao invés de uma imagem, havia somente duas palavras: "PERTO DEMAIS”.
Ouvindo um grito vindo de fora da sua casa, o irmão da garota correu para a porta e a abriu. Tudo que ele viu foi um monte de fotografias jogadas na porta. A primeira parecia uma versão extremamente pálida de sua irmã, mas ela estava muito longe da câmera para ele ter certeza.
Fonte: Creepypasta Wikia
16/12/2012
A Fotografia
Minha amiga vai para a faculdade no Norte do Estado de Nova York. Ela gosta de caminhadas e acampamentos, e adora ir acampar sozinha nas montanhas para se comunicar com a natureza ou algo assim.
Normalmente, ela vai passar o final de semana inteiro lá, dirigindo-se depois de suas aulas na sexta-feira, e não voltando pra casa até domingo à tarde. Ela raramente leva pessoas com ela, preferindo experimentar as belezas florestais na solidão.
Isto é, ela costumava fazer tudo isso...
Mas decidiu parar depois da última vez que ela foi. A vez em que aquilo aconteceu.
Era final de outono do ano passado. Ela foi viajar para as florestas montanhosas, como de costume. Levou um par de câmeras que usou para tirar fotos da vida selvagem, árvores, paisagens e todas as outras coisas maravilhosas que você pode ver no Norte do Estado de Nova York. Durante todo o tempo que ficava fora, ela não encontrava nenhum outro ser humano, nem mesmo evidências de acampamentos. Em outras palavras, ela passou o fim de semana isolada sem precedentes.
No domingo, ela voltou para a civilização, sentindo-se revigorada. Deixou as fotos em um lugar para serem reveladas - ela havia usado todo o filme nessa viagem - e continuou com sua vida cotidiana. Na terça-feira, ela pegou suas fotografias reveladas.
Levou-as de volta ao seu dormitório para folhea-las. Havia fotos de veados, árvores, nascer do sol, tudo que ela tinha fotografado. Porém, no meio da pilha de fotos, ela se deparou com algo que a deixou perplexa.
Ela segurava uma foto de uma jovem dormindo em barraca, tirada de cima, como se o fotógrafo estivesse inclinado sobre a figura adormecida. O flash iluminava o rosto da jovem, deixando muito claro quem estava na foto...
Ela mesma.
Quando sua confusão inicial passou, ela sentiu o terror preenchendo as lacunas que deixaram para trás. Ela folheou as fotos restantes rapidamente, mas todas eram fotos que ela mesma havia tirado; paisagens, beleza e vida selvagem.

Ela passou uma eternidade olhando para aquela foto, tentando encontrar alguma explicação que não a aterrorizasse, mas não conseguia. Pior ainda, quando ela olhou a foto de perto, ela pôde ver algo atrás de suas costas, escondido pela sombra e fora de foco. Algo estranho. Algo perturbador. Algo como uma mão estendida.
Fonte: http://creepypasta.wikia.com/
13/12/2012
Creepypasta dos Fãs - Barney
Passou-se uma semana desde um ocorrido em nossa casa, mas mesmo assim,
quando tento falar a respeito disso com meu pai ele me parece cada vez mais puto. Moro em uma casa com 4 pessoas: Eu, minha
mãe, meu pai e meu irmão mais novo Lucas.
Meu irmão tem apenas 5 anos, o que justifica um pouco a raiva do meu pai em relação aos eventos inusitados e ainda recentes. Em pleno 2012, meus pais foram às lojas americanas e compraram um box de
dvd's do Barney (Sim, aquele dinossauro roxo debiloide).
Quando eu questionei eles por quê eles comprariam dvd's de show velho como
aquele, quando se tem tantos programas infantis atuais,eles me disseram alguma besteira sobre desenvolvimento psicológico infantil
e coisas que eu realmente não dei atenção. Afinal, o Lucas adora e é isso que importa.
Bom, os dvd's vieram cheios de dicas para os pais (algumas do próprio David
Joyner), bastidores, etc...
As coisas começaram a ficar um pouco estranhas há duas semanas atrás. Lucas
passou a desenvolver um certa curiosidade por assuntos que não dizem respeito a uma criança de sua idade. Certo dia,
ele simplesmente entrou na sala com um sorriso infantil e inocente e perguntou à nossa mãe, na frente de todos na sala, o
que significava "abortar". Naturalmente, eu caí na risada, enquanto meu pai sorriu deliberadamente e minha mãe ficou horrorizada,
enquanto tentava explicar algo bobo como: "é quando os pilotos saltam em segurança de seus aviões". O motivo pelo qual eu e meu pai
achamos graça foi que minha mãe ficou horrorizada por achar (mesmo que por alguns segundos) que se tratava, de fato, da palavra "aborto",
enquanto eu e meu pai logo percebemos que não poderia ser isso,embora, hoje não tenhamos mais tanta certeza assim.
Bom, passada uma semana desde esses incidente relativamente engraçado.
Minha mãe havia viajado, eu e meu pai estávamos assistindo algo na TV, e Lucas estava no quarto assistindo seus Dvd's que meu pai havia
colocado. Quando ouvimos um som um tanto quanto alto sair da TV do quarto de Lucas e logo em seguida, ele veio correndo em nossa direção,
chorando e falando coisas impossíveis de se entender, até que após muitas tentativas, nós o acalmamos ele ficou dizendo repetidamente: "Barney é um
monstro horrível! Barney é um monstro horrível!".
Ficamos completamente sem reação ao ver o garoto que há 10 minutos
idolatrava Barney, estar com um olhar tão horrorizado e ferido após ter assistido o show dele. Sem entender direito e sem nenhuma explicação de meu irmão, fomos assistir
o Dvd para nos certificarmos que não havia nada de errado...
O show teve sua abertura normalmente, suas músicas e brincadeiras também...
Então, o áudio alterou de volume drasticamente, e pudemos ouvir o mesmo ruído que ouvimos da sala, porém mais alto. Era um
ruído estrondoso e soava como o som de um quadro sendo arranhado.
E então, as coisas ficaram realmente bizarras. Eu não acredito em Papai
Noel, no Elvis vivo, ou em mensagens homossexuais no Bob Esponja, mas mesmo
assim, fiquei horrorizado com a cena que vi.
Nada de telas pretas, cortes de frames ou qualquer coisa do tipo: O dvd
simplesmente travava por cerca de 5 segundos e você podia ouvir o áudio original (em inglês) do dvd e uma voz grave, grotesca e
gritando distorcidamente "Suck me, little kid, suck me!" (Chupe-me criancinha,
chupe-me) pelo que parecia ser menos de 1 segundo de vídeo. E então, reaparecia a
imagem de Barney, o herói das criancinhas, em uma cena não-explícita de sexo oral, enquanto a música infantil ainda tocava, porém
muito lentamente. A cena mais parecia uma foto e ficava na tela por cerca de 3
segundos, então cortava-se para o encerramento do show. Era o último dvd dessa temporada.
Meu pai e eu tivemos tempo de assistir inúmeras vezes o dvd, e em todas as vezes, o mesmo acontecia. Lucas ainda está um pouco afetado com o
incidente e agora fica facilmente assustado.
Meu pai ainda ligou para as Lojas Americanas e todos os fornecedores
possíveis exigindo uma explicação. Porém, é inexistente. Acho que pode ser alguma falha de edição ou brincadeira de péssimo gosto.
Meu pai não está tão cético á respeito.
Uma coisa é certa, eu nunca havia visto nada parecido.
Anexarei uma foto e vocês podem tirar suas próprias conclusões.
Escrito/Enviado por: João Gabriel Stroppa
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