23/01/2017

A Banheira de Pregos (Part.2)


(Continuação) Alex.- Mas que que droga! 

Uma garotinha se aproximou e sorriu para eles, ela então entrou na banheira e começou a girar na água enquanto os pregos arranhavam seu corpo.

.- Isso é tão divertido! Haha, minha mãe sempre me trazia aqui. 
Caio.- Quem é você?
.- Vocês vão saber..
Alex.- Deixa a gente ir embora, nós nunca mais vamos voltar, eu juro! 
.- Como quiserem, mas isso ainda não acabou.

Então os dois acordaram no dia seguinte sem saber se aquilo tinha sido um sonho ou não, já que Alex dormiu na casa de Caio.

Eles acharam melhor esquecer aquilo tudo, pois já estavam indo longe demais. Os dias foram passando e algumas coisas começaram a acontecer na casa dos dois. As paredes começaram a ter infiltrações e a casa ficava fria mesmo com o aquecedor ligado. Caio tinha certeza que aquilo tudo tinha haver com a garotinha que eles viram no galpão.

Alex estava sentado em frente sua casa esperando por Caio.

Caio.- Oi cara, você também não consegue dormir muito bem né?
Alex.- Sim, a casa está cheia de infiltrações e todas as noites fica muito frio. 
Caio.- Lá em casa também, eu tô pensando em passar um tempo na casa dos meus avós, eles moram a alguns quilômetros daqui, se você quiser pode vir junto, tem uma cabana lá. 
Alex.- Obrigado cara, eu aceito, estou precisando sair daqui mesmo. 

Depois de algumas horas na estrada eles finalmente chegaram.

Os avós de Caio moravam num lugar muito tranquilo, tinha um campo enorme de grama, algumas arvores frutíferas, um lago com alguns patos e uma cabana de hospedes onde eles iriam dormir.

Caio.- Bom cara deixa eu te apresentar, essa é a minha avó Rita e esse meu avô Paul, ele foi um grande policial.  
Alex.- Muito prazer! 
Rita.- Seja bem-vindo rapaz, tenho certeza que vai gostar daqui. 
Paul.- Sinta-se em casa jovem. 
Alex.- Muito obrigado, Caio me falou muito de vocês durante a viagem pela estrada. 
Caio.- É verdade haha, ele até dormiu enquanto eu contava. 
Alex.- Que mentira cara! Haha.
Rita.- Estão com fome? Tem torradas e geleia de damasco em cima da mesa, podem comer à vontade. Caio.- Vem cara, não perde tempo! 
Alex.- Obrigado mais uma vez. 
Paul.- Não há de que rapaz, pode ficar à vontade. 

Depois de comerem eles foram arrumar as coisas na cabana, ela era muito confortável, boa iluminação, banheiro, duas camas e uma TV cheia de canais.

Caio.- Essa é a vantagem de ter avós bem de vida haha. 
Alex.- A gente pode ficar aqui durante uns meses haha, eu não ligo. 
Caio.- Seria uma boa rs. 

Era final da tarde e eles foram até o lago observar Rita dar comida para os patos, Caio sempre viu sua Avó sorrir enquanto fazia isso, ela realmente era feliz.

Anoiteceu e eles foram jantar, a avó de Caio havia preparado um jantar especial para Alex, a mesa estava bem farta. Tinha costelas ao molho, purê de batatas, ervilhas frescas, algumas espigas de milho e ovos cozidos.

Paul.- O que motivou a visita de vocês?
Alex.- Bom..
Caio.- A gente precisa de férias! Haha. 
Rita.- Esses jovens são tão impulsivos hoje em dia.. 
Alex.- A senhora tem razão rs. 

Eles foram até a cabana para se acomodarem, finalmente teriam uma noite de sono tranquilo como a dias não tinham. Então eles pegaram no sono e dormiram tranquilamente até as 08:00 e quando acordaram perceberam que a TV estava ligada, mas nenhum deles lembrava de ter ligado a TV naquela noite.

Depois de tomarem um banho e escovarem os dentes, eles foram até as árvores colher algumas frutas e em seguida até o lago onde o avô de Caio estava.

Caio.- O que foi vovô? O senhor parece meio abatido. 
Paul.- Eu não dormi muito bem ontem, tive um pesadelo.
Caio.- Pesadelo com o que?
Paul.- Eu não quero falar sobre isso, preciso ficar um pouco sozinho. Sua vó deixou o café da manhã na mesa para vocês, podem ir. 
Alex.- Até logo senhor.

Eles tomaram café e voltaram para a cabana, a avó de Caio não estava em casa. 

Caio.- Você também achou estranho né?
Alex.- Sim, ele parecia bem tenso. 
Caio.- Amanhã eu vou ter uma conversa com a vovó, talvez ela conte alguma coisa sobre o pesadelo dele. 
Alex.- Sim. Vamos ver TV? Podemos ver uns clipes na MTV. 
Caio.- Você que manda! 
Alex.- Já que sou eu quem manda, amanhã a última torrada será minha.  
Caio.- Tá hahaha.. Mas só pra te avisar eu tenho 21 e você ainda vai fazer 20, ou seja, eu que mando rsrs. 
Alex.- Engraçadinho né? Haha. Espera, que barulho foi esse? 
Caio.- Parece que veio da casa dos meus avós, vêm comigo! (Continua..) 



21 comentários:


  1. quem escreveu isso tem o que, 12 anos?

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  2. Não entendi a sua crítica, porém se não gostou fique certo de que é muito feio julgar algo que não está completo. Acho que o final vai surpreender :)

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    1. A crítica dele foi uma consequência de algo que eu já te falei o que é... Tudo acontece de forma muito rápida na sua creepy, além do fato que você não mostra para gente o que os personagens estão sentindo. É simplesmente: Um gato está no quintal. João está no quintal. O gato comeu João. Poderia ser mais como: Aquela noite não era como as outras, a lua estava maior e mais escura do que costumava ser. João sentia-se estranho. Ele sabia que aquilo estava no seu quintal, esperando-o...Tipo assim rs entende? Mas eu confio em ti que vai melhorar :)

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    2. Também não é necessário tanto clichê como nesse pequeno exemplo do gato sauhsa
      Você deixou uma escapada na parte da TV pra frente, que até agora não entendi onde eles estavam. (No jardim? Pescando? Acampando?)
      E dá parte do aquecedor até a viagem.
      O resto ficou mais aceitável. A história continua boa mesmo com essas puladas :)

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    3. A creepypastas só precisa de um pouco mais de desenvolvimento

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  3. Só pra avisar que a terceira parte vai sair hoje as 19:00. Fiquem atentos :)

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  4. Ficou muito bom, haha
    Não vejo a hora de chegar a parte 3 haha
    Creepy no mesmo dia é o paraíso rs

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  5. A creepy está boa, mas uma crítica construtiva sempre é válida: descreva as situações usando sensações, descreva o local onde as cenas acontecem, elabore a linha de pensamento dos personagens, entre na sua própria história e imagine quais seriam suas reações.

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  6. A creepy está boa, mas uma crítica construtiva sempre é válida: descreva as situações usando sensações, descreva o local onde as cenas acontecem, elabore a linha de pensamento dos personagens, entre na sua própria história e imagine quais seriam suas reações.

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  7. "Alex:-Sim vamos ver TV? Podemos ver uns clipes na MTV."

    Boa sorte com isso, Alex, clipes na MTV, melhor esperar deitado porque sentado vai cansar. Agora se a história se passa no final dos anos noventa começo de 2000 ainda vai.

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  8. Caramba, me desculpe, mas essa creepy tá beem fraquinha. A escrita é muito simples, não passa o clima que uma creepypasta deveria passar. Os diálogos estão muito artificiais, e, pô, o cara riu com "rs" no meio de uma conversa. Tem como incluir banalidades e dar naturalidade a conversas em creepypastas, mas não assim.

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  9. A creepypasta até poderia estar boa mais e muiito clichê
    Tudo acontece muiito rápido
    Creepypasta fraca
    Espero que a parte 3 seja melhor
    E prefiro esperar muiito para eles postarem e virem com uma creepypasta boa do que essas creepys fracas
    Affs

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  10. Cara essa creepy tá ficando cada vez melhor, Andrey você pode ser um membro novo mas já virei seu fã, parabéns cara... Vou ler a parte 3 pra já

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  11. Os caras tem 20 anos, não trabalham, não estudam, nem sinal dos pais pra sustentar eles... Okay, né

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