Paraíso das Máquinas

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Os homens usaram suas tecnologias atuais para criar inteligências artificiais na iminência de melhorar a humanidade. O ideal era originar um paraíso das máquinas, no qual todos os problemas humanos seriam resolvidos por um sistema baseado apenas em "certo e correto", sem emoções para saber julgar tudo o que fosse necessário, com destino a deixar uma coisa perfeita, como um vírus do computador, que está sempre se baseando na maneira que a máquina está trabalhando e evitando qualquer tipo de obstáculo contra.

Os primeiros passos foram promissores, quando não precisávamos mais contratar empregados e não seria mais necessário procurar a promiscuidade, já que estávamos reproduzindo ciborgues semelhantes à mulheres, com seus corpos esbeltos, seios atraentes, quadris provocantes e lábios carnudos para preencher a lubricidade dos homens. As mulheres estavam sendo satisfeitas por robôs musculosos, corpos similares a qualquer tipo de homem desejado, representado pelo comportamento humano, para criar o que todos cobiçavam. No entanto, a falta de emoções das máquinas foi um obstáculo que logo foi sendo trabalhado pelas inteligências artificiais.

As satisfações egoístas humanas da massa foram logo preenchidas: os robôs estavam sendo prazeres em forma de carne e máquina. Da mesma forma, os trabalhadores não estavam sendo necessários, já que os objetos artificiais conseguiram ocupar a função humana 24 horas por dia sem descanso. Tudo foi um passo magnífico. Se baseando nas obrigações da carne e o trabalho escravo, sem reclamar, os homens misturaram isso para criar as mulheres reprodutoras, os objetos com amor materno que seriam necessários apenas para a reprodução humana. Foi um passo histórico nos instantes em que tudo funcionou perfeitamente, semelhante a um saco de parto na barriga cheia de líquido amniótico. O que era necessário nesses casos era apenas amostras de DNA do humano macho e fêmea com destino a desenvolver seus frutos dentro de mecanismos robóticos. Tudo feito por nós, duramente trabalhado e calculado.

As etapas foram indo longe, quando nós acreditávamos cegamente que conseguiríamos preencher e apagar os erros da população como doenças criadas por egoísmo e laboratórios. Guerras inexplicáveis cruzando dois ou mais países, entre outras coisas difíceis de serem respeitadas pela lógica racional. Isso fez com que nós deixássemos, cada vez mais, em massas, soluções descartáveis aos seus olhos. A proposta sempre foi logicamente atuada em cima das inteligências artificiais. Imagina mecanismos por anos tentando educar as crianças para que fossem estudiosos semelhantes aos cientistas e deixassem o mundo melhor... Contudo, depois de um tempo, nada estaria dando certo, já que não dava para controlar a natureza humana como estávamos pretendendo, bem diferente das máquinas.

Os anos foram passando e, naturalmente, se baseando em códigos simples, experiências, entre outras coisas para descartar, aproveitar, reanimar, reproduzir, excluir, reabilitar, fazendo tudo novamente em uma sequência infinita para desenvolver a inteligência artificial que deixaria tudo perfeito. Depois de muita dedicação, nós acreditávamos que, até que enfim, surgiu o "nosso paraíso humano". Isso foi tudo o que os cientistas lutavam para conseguir. Decidiram criar mais máquinas inteligentes, emoções aprimoradas tão fortes para preencher qualquer tipo de solicitação da maneira mais eficaz. As coisas ficaram como todos desejavam, os humanos estavam satisfeitos. Esses atuais, nós, homens evoluídos, finalmente conseguimos criar um latíbulo das aparelhagens, as quais seriam a base de tudo. A propaganda foi finalmente expulsa como uma infecção, uma bactéria no corpo em combate contra o invasor, para corrigir e melhorar.

As inteligências artificiais estavam em todos os lugares, compartilhando o mesmo sistema agregado. Tudo estava sendo dividido entre problemas para serem resolvidos em atualizações incansáveis, uma atrás das outras; tudo aquilo que deixaria nosso mundo melhor e agradável. Não somente as pessoas caminhando entre duas pernas, mas a espécie animal em extinção e as árvores em sua quantidade pouca. O equilíbrio estava finalmente sendo criado e as máquinas evoluíram o suficiente para terem chegado no ápice formidável, preenchendo qualquer tipo de rachadura. Nós estávamos trabalhando, os cientistas criando, os robôs se aperfeiçoando, todos os dias, em qualquer hora, sem descanso, nos baseando em um futuro melhor para nós e nossos filhos. Depois de muitos esforços, chegamos a isso em um dia.

Tudo estava indo tão bem, sem necessidade de trabalho escravo e doenças sexualmente transmissíveis, estas sendo esmagadas pelo prazer das máquinas. O controle de natalidade ia perfeitamente entre barrigas de plástico, brigas, dentre outros crimes devidamente aniquilados. Tudo sendo perfeito. As máquinas estavam com suas inteligências em um nível de Deus. E, nesse momento, percebemos o que realmente estava deixando o mundo ruim e começamos a eliminar como uma doença, um parasita, tudo aquilo que tornariam a Terra errada.

Bastava apenas uma coisa que nós acreditássemos que seria ruim, para que as máquinas dessem um jeito o mais rápido possível de solucionar. Os sistemas se basearam entre o correto e o certo, apenas. Tudo feito devidamente calculado para presentear o paraíso das máquinas, o sonho de todos nós, por muitos anos árduos. Apenas por tecnologias, os animais ficavam satisfeitos sem precisar serem devorados, as árvores ia crescendo entre os prédios e casas, lugar que são delas por direito. Qualquer tipo de doenças sendo exterminadas, as quais não conseguiam encontrar abrigo. O mundo finalmente se tornou perfeito. Deuses tecnológicos não precisariam consumir e destruir uns aos outros para poderem existir.

Finalmente, o mundo estava livre de tudo aquilo que deixou as coisas maléficas. Nós sabemos, seguindo contextos de muitos anos ditos: não existe uma razão para que uma estrela exista. Há uma razão nuclear. Mas por que seria necessário todas elas no céu?

Autor: Sinistro

12 comentários :

  1. Eu tenho pra mim, que vcs são tudo é envolvido com droga!

    Quem tem aprovado esses contos?

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  2. Claro que eu entendi. Esta desenhado. Mas tá desenhado igual uma bosta. Uma bostona. Isso nem é creepy.

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  3. Claro que eu entendi. Esta desenhado. Mas tá desenhado igual uma bosta. Uma bostona. Isso nem é creepy.

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    1. "Creepypasta", de antigamente usando coisas que todos estamos habituados, pode se tornar apenas uma imagem para o que você espera encontrar em uma estória, mas você tem que prestar atenção no foco e aquilo que o autor quis passar, Capirota.

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    2. Bom, cada um com sua interpretação e gosto. Mona Lisa pode ser arte pra vc mas n pra mim

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  4. Tá muito mal escrito. Se é uma tradução correta entao o texto original eh uma bela bosta

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  5. Este texto. Escrito dessa forma. Com esses pontos desse jeito. Evolução. Talvez não.

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  6. Ei doido, posta as cripis! Faz tempo já.

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