30/04/2020

Não importa o que você fizer, a polícia vai descobrir o seu crime

Cheguei até o hospital e observei a porta branca com uma placa escrita: "Dr. Zachary Quinto. Psicologia em geral". Peguei do meu bolso, encostado na calça, e comecei a observar às anotações pessoais. De acordo com os registros, a última pessoa que Naomi Grossman visitou, antes do desaparecimento, foi o seu médico particular, o psiquiatra forense. Imaginei comigo mesmo que seria muito questionável, além da coincidência assustadora, para os olhos mais inocentes, envolvendo um sumiço de uma garota tão jovem.

"Maldito desgraçado, logo a polícia vai descobrir o que você fez!". - disse a detetive com um timbre agudo, parecendo cada vez mais irritada e furiosa. Bati algumas vezes na porta até ouvir uma voz do outro lado me pedindo para entrar. Denunciei que era um detetive e estava investigando o desaparecimento de uma garota. Seus olhos ficaram confusos e falou que precisava de um mandado ou horário marcado, mas eu ostentei o medalhão dourado, que estava preso no meu pescoço, e ele me pediu para entrar.

Aparentemente, estava desnorteado e não se sentou até que eu me aproximei mais um pouco e a detetive, nas minhas costas, foi chegando sem pressa como eu. Então fui direto ao ponto, quando disse que Naomi estava desaparecida. O psiquiatra logo começou a puxar a sua gravata do pescoço, como se estivesse o impedido de respirar, colocou os seus dois dedos ainda mais afrouxando o nó que, aparentemente, ele mesmo o fez na sua garganta e me pediu para sentar. Naquele instante, aconchegando-se na poltrona na minha presença.

"Você já deve ter uma noção do que eu estou falando e espero que esteja tudo bem". - Para analisar a situação, levei consideração os seus cabelos com gel caro, penteados para trás, lambidos como a língua de um boi, bem nojentos. A sua roupa que estava ficando cada vez mais transpirada pelas axilas e a maneira frenética que ficava puxando a gravata no seu pescoço. Este, tentou segurar a garrafa de café, suas mãos vibrantes não paravam de entregar ao seu nervosismo e a forma que a massa os copos descartáveis, era ainda mais gritante diante de uma situação dessa.

"O que aconteceu com a senhorita Naomi Grossman? É uma das minhas pacientes, e estou preocupado." - perguntou ele colocando suas mãos em cima da mesa, sentando-se na cadeira de uma forma mais firme. Curioso, mas assustado, ao mesmo tempo, com uma risada desformada no rosto, visivelmente forçada demais e exagerada, com uma pergunta confusa e preocupada em sua maneira de se comportar.

"- A garota desaparecida, até então, de acordo com os meus registros pessoais, visitou o seu escritório pela última vez, da mesma forma que fez isso nos últimos meses. É um pouquinho curioso, certo? O que você tem a dizer a respeito disso, Doutor Zachary Quinto!?." "Desaparecida? Eu estou tão confuso quanto a isso. É uma pessoa excepcional, uma das minhas pacientes mais queridas e eu quero saber o que aconteceu. O que você sabe a respeito?"

"- Ok, Zachary. Eu estou aqui porque sei o que você fez com ela. Não tente disfarçar com seu joguinho típico de um mentiroso qualquer! Certamente não passou na sua cabeça a quantidade de pessoas que eu conheci, semelhante a você. Hoje não, em nenhum momento, venha com suas desculpas e ensinação, jovem bonitão. É melhor manter esse momento para o mais verdadeiro possível. Logo em seguida, disse a detetive ao meu lado: acha mesmo que a polícia não vai descobrir o seu crime. As evidências estão apontadas ao seu desfavor, seu desgraçado!"

O psiquiatra levantou-se rapidamente. Um rapaz bem aventurado e alvoroçado, não conseguia segurar a inquietação, nervosismo em nenhum minuto desde que entrei aqui e nos momentos em que mencionei o nome de Naomi. Logo cuspiu ferozmente: "está tudo bem! É isso mesmo que você quer saber? Era apenas uma vadia, mulher promíscua, que saia com várias pessoas. Muito bonita e atraente. Qualquer um ficaria encantado com seu charme e a maneira de provocar. Tudo bem, eu estava me encontrando com a minha cliente, quase todos os dias; mas isso não me torna o responsável por seu desaparecimento, detetive, é isso mesmo que você queria ouvir!?

"Maldito desgraçado! Parei com os seus joguinhos, pois nenhum deles vai fazer escapar do seu crime. Não sente o cheiro da prisão, o sangue está sendo derramado no seu rosto e a culpa vai lhe abraçar em um infortúnio próprio. Você vai pagar por cada coisa que fez." -Sussurro a policial próxima do meu ouvido, bastante irritada e incomodada com tudo aquilo que estava vendo.

"Olha aqui, seu engomadinho! Acha mesmo que as coisas vão ficar assim? Pense bem o que vai acontecer a partir de agora! O principal suspeito é o psiquiatra da garota sumida, tendo caso com a sua vítima e depois assassinando ou escondendo o seu corpo friamente. Imagine a repercussão. Eu poderia muito bem divulgar isso nos jornais e fo**r sua vida completamente, seu babaca arrogante! Apenas responda as perguntas que eu vou fazer e fique de bico calado para qualquer tipo de irritação pessoal, de acordo? - Eu estava agarrando as suas roupas e puxando o seu peito para próximo de mim. Armei um soco bem no meio do seu nariz e percebi a merda que eu estava fazendo. Os braços do psiquiatra estavam levantado, como uma bandeira de paz, e o cagaço escapando entre cada movimento que fazia com seu corpo indefeso e entregue à mim pelo medo. Literalmente morrendo nas minhas mãos pelo estrume e a covardia.

"Quero que você me fale dos encontros, segundo o senhor mesmo, da Naomi Grossman. Exijo conhecer com quem ela estava saindo recentemente. Todas as informações de possíveis namorados obsessivos, agressões, ameaças, tudo aquilo que vocês conversaram pelas últimas reuniões." -Perguntei, sentando-me novamente, arrumando as minhas roupas e escrevendo no bloco de notas.

"Namorados? Sigilo de profissão. Eu não posso dizer nada, com todo respeito, detetive... você não falou seu nome. Eu tô no meu direito de..." - interrompi com um soco forte na mesa, que fez as canetas, guardadas em um recipiente, saltarem e alguns objetos caírem para o lado. Apontei o dedo furioso sobre ele mostrando que iria perder a profissão por estar dormindo com uma das suas pacientes, ainda mais, uma desaparecida, e que o tornaria um dos principais suspeitos, além de perder o seu trabalho. Não apenas isso, iria lidar com a sua esposa, pois observei a aliança entre os seus dedos.

"Não percebeu que tudo que você faz não irá ajudar!? As investigações logo irão encontrar o seu segredo e descobrir o você fez!" -Latiu a detetive, mais uma vez irritada e aborrecida, agora no canto da sala. Apenas mastigando e devorando todo aquele homem que estava diante dos seus olhos.

O cara chutou a mesa, de baixo para cima, ainda mais agressivo, quanto o meu soco que de aborrecido na sua tábua de escritório. Uivou, desesperadamente, as seguintes palavras. Já fodi** o suficiente pelas coisas que eu sabia, expulsou cada coisa que existia no seu cofre pessoal, dentro da sua alma, rastejando entre o seu peito e sua mente incriminada:

"Tratava-se de uma garota problemática, sempre aprontando e fazendo besteiras. Normalmente, estava desabafando sobre suas noites de luxúria com caras diferentes, todos os dias. Uma mulher bonita de fato, porém vergonhosamente não se respeitando. Já deu para perceber que eu dormi com ela algumas vezes, que homem não resistiria aquela beleza e o seu charme provocante!? Eu sou casado, você percebeu isso, e estou a um ponto de perder a mulher que eu amo por conta de uma noite com uma vadia promíscua. Não quero pagar por isso! O que você deseja de mim, policial, não é a confissão suficiente que procura aqui!?" - disse ele, desabafando com um tom imaturo, assumindo as coisas que fez e, aparentemente, não tinha nada a ver com um crime. Isso já seria suficiente para escapar de um sequestro ou assassinato.

"Aparentemente você não sabe de nada. Eu só queria saber o que aconteceu na última vez que ela apareceu no seu escritório, além dos amantes típicos. Não descobriu nada recentemente? Estou tentando ser legal, sendo assim, seja maduro o suficiente para dizer tudo que sabe, porque não vai querer que eu volte ou outro detetive apareça aqui. Nesse momento, estou tentando preservar sua profissão e o seu casamento, certo. Está tudo sendo gravado aqui pelo meu celular. Posso muito bem usar isso para arruinar com sua vida. Então, me diga se ela estava se encontrando com mais um cara, além dos gados de ultimamente!" - Dessa vez eu fui direto ao meu propósito. A expressão da detetive estava ainda mais ansiosa por uma resposta do psiquiatra, e ficamos nós dois observando ele, enquanto transparecia colocando lenços e massageando sua testa com a manga da sua roupa para formular um retorno na sua boca trêmula e patética.

"Na verdade, nos últimos dias, ela disse sobre está encontrando-se com um profissional do seu trabalho, um companheiro de muito tempo, mas eu não sei o nome e de quem se trata, não falou muito além disso, e não sei nada mais do que tencionava dizer e é tudo isso que posso contar. Algumas vezes, disse sobre comportamentos maníacos, ameaças, entre outras coisas, por causa de ciúmes. Entretanto, não faço a mínima ideia de quem seja, como já afirmei agora há pouco." - Finalmente, ele disse calmo, juntando alguns arquivos, que eu não faço a mínima ideia de quem sejam, em um monte e posicionando diante do seu estômago, em cima da mesa, e apontando para mim como se estivesse desabafado tudo aquilo que eu precisava saber.

"Você não pode escapar, seu miserável! As investigações estão no pé." - Eu interrompi as palavras da detetive com um "Ok". Já não é suficiente nós estarmos saindo daqui? - Expulsei como se fosse um soco irritante direto nos seus julgamento irritados.

Saí do escritório psiquiatra do Zachary Quinto, riscando mais um nome e o último deles. Depois de tudo, ninguém sabia mais ou usaria qualquer tipo de evidência para encontrar o assassino. Tudo parecia limpo, uma vez que ninguém, em nenhuma circunstância, imaginária quem seria o real algoz da detetive Naomi Grossman que, nesses instantes, encontra-se atormentando às minhas noites, o seu espírito imundo e julgando-me por cada segundo de ter matado e escondido o seu corpo nas tábuas da minha sala, devidamente ocultada por um tapete. O cheiro abafado por produtos químicos, ninguém conseguiria encontrar, e nenhum tipo de sangue, pois eu consegui e conhecia muito bem a perícia.

Antes de sair, eu falei para o alienista que mais ninguém necessitava saber da minha presença aqui para o seu próprio bem, já poderia utilizar aquela lixeira, que ele regurgitou agora há pouco, para destruir os arquivos na máquina em pedaços a respeito da policial problemática. Pessoalmente, tratando-se dos últimos encontro da Naomi, aquela parceira de trabalho que brinca com os meus sentimentos como qualquer outro, o doutor certamente vai obedecer sem dizer um ar as minhas ordens.

Agora ela está nos meus ouvidos, chamando-me de assassino, criminoso, manipulador e traiçoeiro, mas sabe que, de acordo com a nossa profissão, ninguém pode me incriminar, dado que eu consegui muito bem me livrar de qualquer tipo de testemunha e os vestígios do meu crime em sua morte.

Autor: Sinistro

8 comentários:

  1. A ideia é legal mas a história ficou muito mal escrita e sem sentido

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  2. Quando vai sair Amigos e Família não se misturam a meia noite parte 2?

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  3. Gostei achei o final um pouco corrido
    Poderia ter continuação

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  4. Zachary Quinto é o ator q fez duas temporadas de american horror story. Muito amigo da Sarah Paulison

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  5. Uma hora as frases estão escritas no passado ora no presente, um pouco confuso e mal escrito.

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  6. Mal escrito, nem consegui terminar. Precisa de uma revisão urgente.

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  7. Na moral, tá muito confuso, hora no passado, hora no presente.
    Mais a ideia é boa

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  8. Saquei o detetive e o cara que matou a Naomi a segunda detetive que entrou com ele e na verdade o fantasma da Naomi chingando ele é não o psiquiatra o cara ciumento do trabalho era ele já que eles trabalhavam juntos. Realmente boa creepy tem previsão que pensar um pouco pra entender o plot twist mas as creepy complexas assim são as melhores.

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