29/07/13

Creepypasta dos Fãs: Lucia Heya


Como qualquer outro adolescente, estava eu, na sala da minha casa, mexendo no PC, e assistindo à TV. Seguiam-se horas, pois quando comecei a mexer era de dia. Quando olhei novamente era pôr do sol e por fim, olhei e já era noite. Não gosto muito do escuro, por isso liguei as luzes. Era dia do terror e só estavam passando na TV filmes com O Exorcista, Brinquedo Assassino, O Grito, O chamado e etc. No PC eu estava vendo shows de música e lendo algumas creepypastas, vendo as redes sociais, como qualquer adolescente. Até ai, tudo interessante, nada de mais.

Chamei um amigo para vir até meu apartamento. Isso umas oito horas da noite. Ficamos vendo vídeos, blogs e etc. Quase umas dez horas, ele foi embora, pois meus pais iam chegar, em mais ou menos dez minutos.

Passando-se cinco minutos, eu resolvi ligar pra eles, para ver onde eles estavam. Não tinha os visto o dia inteiro, mas todo o café foi pronto, pão comprado, tudo dentro do normal. O telefone tocou, mas ninguém atendeu. Nada de mais. Continuei vendo umas creepypastas e ouvindo músicas, e não havia mais ninguém online na rede social. A não ser por um perfil de uma pessoa que não tinha foto. Eu não era uma daquelas pessoas que adiciona quem não conhece, mas eu não me lembrava de onde era aquela tal de Lucia Heya. Às dez e meia, liguei mais uma vez para os meus pais, e nada deles atenderem, então deixei uma mensagem na caixa postal.

Já estava passando o jornal da noite, que era um intervalo antes da continuação da seção de terror.  Resolvi ligar para as empresas deles, e uma surpresa. A empresa da minha mãe disse que ela estava de folga, e a do meu pai disse que ele iria tirar férias começando hoje. Eu já estava começando a ficar preocupado e assuntado, quando aquela tal de Lucia me chamou para conversar. Respondi depois de muito tempo, por que não havia percebido:

- Lucia Heya –

Oi, tudo bem?

- Rafael Lucas –

Sim. Quem é você?

Ela não respondeu durante um tempo. A TV começo a ter interferência, como se algum rádio ou celular estivesse atrapalhando o sinal. O mais assustador era que pareciam que estavam se movendo como em paços de dança, fazendo movimentos circulares e contínuos. Às onze e meia, a garota respondeu:

- Lucia Heya –

Você não sabe?

- Rafael Lucas –

Não. Não me lembro...

- Lucia Heya –

Hahahaha, vc deveria saber.

Notei a mudança de escrita do você para vc. Ela estava achando graça de eu não saber quem ela era. Chamei aquele meu amigo de novo aqui em casa, pelo interfone, e ele disse que viria. Fiquei esperando. Após alguns minutos, a garota começou a falar novamente.

- Lucia Heya –

Você não deveria ficar esperando...

- Rafael Lucas –

O que? Meus pais, ou meu amigo?

- Lucia Heya –

Os três.

Agora sim comecei a ficar apavorado. Liguei para o meus pais de novo e nada. Olhei para TV. O espectro já estava sobre toda a TV. Também notei que meu amigo estava demorando a chegar. Resolvi encontrar no meio do caminho.

Ao sair no corredor, notei que as luzes de emergência estavam ligadas, e que as outras casas não emitiam nenhuma luz. No letreiro digital no fim do corredor dizia que já não havia luz a uma hora. Olhei para o meu apartamento de novo, ele ficava no final do corredor. Não saia luz nenhuma. Mas eu tinha certeza que a luz de lá estava ligada. Sai para a fora do prédio, e nada de ninguém. Voltei para o meu apartamento forçado. Ao atravessar a porta, paralisei. Meu amigo estava ali deitado no chão, com suas tripas para fora. Senti meus pés ensanguentados. Pisei nele ao sair do apartamento.

Ao ver o PC, eu vi quatro mensagens da tal Lúcia.

- Lucia Heya – (Quando me levantei, tenho certeza, pensei)

Sou Tudo O que Você Teme.

- Lucia Heya – (Quando sai do meu apartamento, pensei)

Agora Você está realmente com medo.

- Lucia Heya – (Quando notei a falta de luz, pensei)

Estou bem aqui

- Lucia Heya – (Quando vi meu amigo, pensei)

Não precisa mais esperar por seu amigo.

Já passavam da meia-noite. Eu liguei para policia. Estava muito assustado que nem percebi que estava falando sozinho, com  nada no telefone. Estava ficando louco. Olhei de novo para o chão. Não havia mais nada ali além do meu tape e meu chão. E uma nova mensagem. Estranhamente o nome da garota mudou para Lucia Anisho.

- Lucia Anisho –

Assustou? :D

- Rafael Lucas –

Oque vc qué?

Não respondeu. Eu ouvi um barulho vindo do quarto dos meus pais. Fui lá verificar. Por mais que soubesse que não deveria, eram meus pais, eu tinha que salvá-los. Fui devagarzinho, peguei uma faca na cozinha. Quando abri o quarto dos meus pais, estava todo escuro. Quando liguei a luz, fiquei em choque. Vários morcegos saíram de lá, e machucaram muito meu rosto.

Do guarda-roupa via-se um liquido, mas não era vermelho como nosso sangue e nem viscoso, parecia uma secreção esbranquiçada, saliva, baba. E de lá eu via saindo uma luz. Eu saí correndo, peguei uma mochila peguei umas facas e uma arma do meu pai, encima da geladeira para emergência e Levei o notebook  junto. Agora o corredor estava todo escuro. No final do corredor, podia-se ver dentes com um sorriso macabro.

— Oi, tudo bem. Sou Lúcia! — disse calmamente andando em minha direção. Ouvi minha TV explodir atrás de mim e coisas brancas. Os fantasmas estavam libertos. Tive que correr para o elevador.

Descendo pelo elevador, marquei o térreo. Olhei para baixo. A sombra do teto estava se movendo, como um sorriso nefasto e vido pra mais perto, notei que a numeração do elevador não estava mudando. Estava marcado 666. A porta então abriu para um lugar estranho. Um lugar que você não poderia imaginar se estivesse aqui. Um mundo feito de carne e osso humano. O fedor me fazia chorar. Eu estava no inferno.

Olhei para trás e não havia mais elevador. Eu caí numa armadilha. Dentro da minha cabeça eu ouvi uma voz dizendo: Há só uma forma de sair daqui. Descubra! Olhei para o meu relógio de pulso. Os ponteiros giravam sem parar ali.

Corri por uma trilha por uns quinhentos metros. Abri o notebook e incrivelmente ele funcionava. Na rede social, ainda estava online a Lúcia. Havia uma foto lá, uma princesa macabra.

- Lucia Anisho –

Voltou para onde nunca devia ter saído

- Lucia Anisho –

Trouxe seus pais juntos

- Lucia Anisho –

Os fantasma já te trouxeram

- Lucia Anisho –

Olhe para trás.

 Fui jogado para uns dez metros a frente e apanhei muito. Sangrei pela boca. Estava acabado. Olhei para frente e vi uma porta onde estava escrito Exit.

 A SAÍDA, pensei.

 Corri para lá, Oshina já não estava... Oshina?

 Pensei por um instante. De onde Tirei Oshina? Depois Gelei. Anisho, o espelho de Oshina. Oshina, era a rainha do inferno, a esposa de lúcifer. Escutei uma risada tenebrosa e corri para o Exit.

Quando passai pelo buraco. Voltei para o mesmo lugar. Eu saí do PC. Tudo fazia sentido. Oshina me queria. O portal do inferno, Meu PC... Eu estava morto. Voltei para o mundo pelo PC. Era a única forma de voltar ao mundo humano. Eu morri. E Oshina, ficou furiosa e foi me recuperar. Eu não era mal, mas era conselheiro do inferno. Morri com quatro anos de idade. Meus pais entraram pelo PC, justo  no dia que tiraram férias. Trouxe meu melhor amigo, ou o que pensava quando eu tinha quatro anos. Trouxe as pessoas que mais importavam. Fiz do meu prédio o portal do inferno. Por isso desci pelo elevador. Que droga, fiz tudo errado.



Vi uma última mensagem no PC. Desta vez, já não havia nome nenhum, e a pagina inicial já estava toda deformada:

 OSHINA REGINA

Roubei tudo o que era lhe importante kk.

 Peguei minhas facas da bolsa e esfaqueei meu PC. Saiu algo com um demônio negro de dentro dele, uma força fria, sem calor, sem amor, só com ódio. De repente lembrei que eu simplesmente estava na frente do PC. Não me lembrava de... Putz. Eu tinha ganhado UMA SEGUNDA VIDA. Estraguei tudo. O notebook foi a razão de tudo. Que me conectou com o mundo humano. Eu já estava morto. E trouxe meu melhor amigo para cá. Uma mulher me deu aquele notebook.

 Oshina, Oshina, Oshina, Oshina...

 Fui pela Entrada do EXIT de novo. Desta vez, saí numa casa. Parecia bem grande.

Choquei de novo. Vi meus pais ali e meu melhor amigo, ensanguentados, amarrado, feridos. Foi a última coisa que eu vi antes de sentir uma forte dor no coração e um sorriso nefasto e um rosto triunfante. OSHINA REGINA (em latim, A Rainha do Inferno).

 Nunca mais converse com alguém que não conheça. Essa pessoa deve querer seu mal. Ou ela pode ser OSHINA REGINA.


Escrito/Enviado por: Vinicius Silva Franção

32 comentários:

  1. PAÇOS de dança, sério, paÇos??? Doeram os olhos...

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  3. Putz ! Essa foi a coisa mais forçada q eu ja li

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  4. Putz ! Essa foi a coisa mais forçada q eu ja li

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  5. Isso foi droga, ou cachaça da boa, meu povo?

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  6. Forçado demais,totalmente forçada,não gostei,e fala sério,demônio no facebook?

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  7. Essa nóia ta grande em fera, alguém colocou uma arma na sua cabeça e te mandou escrever??

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  8. O começo estava bem coerente, mas parece que o texto tomou um ritmo muito acelerado, jogando muitas informações "difíceis de digerir" ao mesmo tempo.

    A ideia é boa, se for desenvolvida com paciência em duas ou três partes vai ficar ótimo! Ainda mais se passar a parte do "Prédio portal do inferno" para o final para ficar impactante.

    Eu não sou especialista, mas acho que o espaço Creepypasta dos Fãs é justamente para nos aperfeiçoarmos com a ajuda uns dos outros :)

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  9. Achei meio confusa mesmo. Não que a ideia seja ruim, só foi desenvolvida mesmo, como o Fabrício disse, num ritmo acelerado demais... Se fosse mais lentamente desenvolvida e mais bem-explicada acho que ficaria boa. Tem alguns errinhos de português também, mas tirando o "paços" não teve nada tão gritante, que não possa ser corrigido... Gostei bastante da escolha do nome final, "Oshina Regina" e do anagrama do nome, apesar de não ter gostado do fato de ficar mudando de nome várias vezes. Podia ter sido desde o início "Regina Anisho" que teria ficado mais coerente, na minha opinião. Mas tem potencial, continue trabalhando, Vinicius! Não desanime por causa das pessoas que ficam esculachando... Ou você por acaso já viu alguma creepy delas no blog?

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  11. Inferno é sua ortografia. Aprendeu português com o diabo?

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  13. Que eu saiba o nome da mulher do Diabo é Onisha e não Oshina, mas... a ideia da creepy foi boa, mas ta muito confuso e os erros de português bem que o Creepypasta Brasil poderia arrumar, né?

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  14. O elevador parou no 666? ta parecendo as zoaçoes do crepepasta, eles podem te contratar hein g.g

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    1. verdade o CREPEpasta pode contratar essas zoeiras euiheuheu

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  16. Tipo, boa, mas cara... Começou muito foda, muito "AIIII CARA QUE LEGAL" ai foi pro meio tipo "Hm... Sei..." ai no final foi tipo... "WTF?????" Mas gostei apesar de alguns risos, gostei bastante...

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  17. Começou bem, mas a pessoa viu fada verde e estragou tudo, demônio do facebook, pfv.

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  18. Meio lokinho né... tipo: Eu saí correndo, peguei uma mochila peguei umas facas e uma arma do meu pai, encima da geladeira para emergência e Levei o notebook junto. Hm... interessante... seu pai tem uma arma em cima da geladeira... tá bm... linda creepy... chega doer o "zói"...

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  19. Meio lokinho né... tipo: Eu saí correndo, peguei uma mochila peguei umas facas e uma arma do meu pai, encima da geladeira para emergência e Levei o notebook junto. Hm... interessante... seu pai tem uma arma em cima da geladeira... tá bm... linda creepy... chega doer o "zói"...

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  20. Meio lokinho né... tipo: Eu saí correndo, peguei uma mochila peguei umas facas e uma arma do meu pai, encima da geladeira para emergência e Levei o notebook junto. Hm... interessante... seu pai tem uma arma em cima da geladeira... tá bm... linda creepy... chega doer o "zói"...

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  21. Tava bem legal ate o amigo dele qud morreu depois dai so piorou

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  22. Pessol algm me ajuda como faço para enviar uma creepy para o espaço dos.fãns?

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  24. só eu olhei pra trás quando tava escrito: olhe pra trás?

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  25. Só eu pensei em besteira quando ele disse que saiu algo branco ??

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  26. Perai produção, bugou meu cerebro kkkk

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  27. Fiquei um pouco confuso com o final. Notebook? Horcrux? HMMM. kkkkkkk

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    1. E sim, comecei a ler o blog faz umas duas semanas, estou lendo todas as creepys '-'

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