08/07/2014

Creepypasta dos Fãs: A Cortina

"Mamãe!", diz assustada a pequena menina. "Tem algo na cortina!". A mãe, que dormia ao lado da filha, acorda, olha rapidamente para a cortina e diz: "Volte a dormir filha, é só sua imaginação!". "Mas mãe, tem algo na cortina!", a garota responde com a voz mais assustada. "Volte a dormir querida!", fala a mãe, irritada. A menina se cobre até o rosto e tenta dormir.

Alguns minutos depois, a menina chamou sua mãe novamente: "Mamãe, tem algo na cortina!", sua mãe irritadíssima diz: "Filha, é só uma cortina!". "Mas mãe, cortinas tem pés peludos e garras grandes cheias de sangue...?"


Autor: Leon Leonidas

07/07/2014

Explicações rápidas...

Bem, devido à alguns comentários, digamos assim, "agradáveis" no post do suposto Creeper dessa Semana (não só nesse, mas também em muitos outros aqui ultimamente), senti a necessidade de fazer esse post rápido aqui.

O motivo de eu ter postado o Creeper errado, diferente do que pensaram, não foi trollagem, nem falta de creepers, nem nada disso... Inclusive, muitos Creepers estão atrasados devido à enorme fila que temos armazenada no email do blog. O que aconteceu, foi que simplesmente o email do Moisés acabou ficando armazenado ao invés de deletado, e eu, como estava fazendo tudo isso lá pras 04:00 da madrugada, acabei não me tocando que ele já havia sido postado, com tantos Creepers que já passaram aqui pelo blog.

A questão de postar Creepers que não necessariamente tem as siglas "CPBr" escritas em algum lugar do corpo, veio naturalmente, exatamente porque não queríamos deixar ninguém de fora desde o começo.

Então não me crucifiquem por fazer um errinho aqui ou outro lá, pois vocês não fazem idéia do quanto é difícil estar ocupado pela faculdade, começar a trabalhar, manter o blog ativo com no minimo duas Creepypastas por dia (somente com o Alexandre pra me ajudar com esse tipo de creepys no momento, já que os outros moderadores andam muito ocupados apesar de colaborarem sempre que podem), atualizar toda semana os Creepers e as Creepy Imagens, e ainda administrar um canal no youtube com dois videos cansavelmente trabalhados por semana.

Se forem opinar, corrigir, ou até mesmo criticar, façam isso com respeito. Sempre acompanhamos os comentários, e sempre quando tem algo de errado por aqui, podem ter certeza de que o conserto será feito assim que visualizado (muitas vezes quase que imediato). Não precisa se exaltar ai embaixo não, pois isso só vai trazer mais estresse a todos.

Muito obrigado.

Creepypasta dos Fãs: Andresa

Contarei uma historia que aconteceu comigo há três, três meses e meio atrás. Não há nada de sobrenatural ou fantástico no acontecimento, mas há coisas meio... Perturbadoras, estranhas, que deixam com uma sensação estranha.

Estudo num colégio pequeno em relação aos outros, e tinha alguns bons amigos lá. Há uma garota chamada Andresa, ela é do 2º no do ensino médio (eu sou do 3º). Ela é uma garota bonita: tem um cabelo preto cacheado, seios e glúteos grandes, um estilo de roupa original e olhos profundos (falaremos deles mais tarde). Apesar disso, ela tem uma reputação duvidosa. Dizem que ela é uma pessoa sádica, maldosa, que já fez algumas pessoas sofrerem. Apesar disso, nunca havia conversado com ela antes.

Num certo dia, tive que ficar na escola para fazer um trabalho de artes e, pouco antes de ir embora, encontrei ela sentada no refeitório. Já que só havia nós dois lá, resolvi conversar com ela. O diálogo foi mais ou menos assim:

Eu: Ficou aqui pra fazer trabalho também?-ela me olhou por um tempo e então respondeu.

Ela: História...

Eu: Você é a Andresa né? Do 2º ano?

Ela: Sim. Qual o seu nome?

Eu: Eduardo

Conversamos mais um pouco até eu perguntar o seguinte:

Eu: Você namora?

Ela: Você não acha que está querendo saber coisas de mais sobre mim? Quer que eu escreva a história da minha vida e te mande por e-mail?

Eu: Você não acha que está se comportando como um animal com uma pessoa que está apenas conversando com você? – Ela me encarou seriamente por uns 5 segundos, e então ez uma coisa inesperada: inclinou a cabeça para baixo, levantou uma das sobrancelhas e abriu um sorriso medonho, algo como: “isso, faça isso”. Esse olhar dela era hipnotizante, seus olhos eram profundos e, combinados com as expressões que fazia, criava um olhar simplesmente surreal, era algo assustador. Ela poderia persuadir qualquer um com aquilo.

Ela: Gostei de você...

Continuamos a conversar por mais uns 2 minutos, até minha mãe chegar e eu ir embora. Peguei o facebook dela e a adicionei quando cheguei à minha casa.

No dia seguinte, vi-a no corredor e dei um “oi”, mas só falei isso, e ela respondeu. Isso se repetiu por mais uns dois dias, te que no 3º dia, falei com ela pelo facebook.

A conversa foi meio longa, mas começamos conversando sobre coisas do cotidiano, e me surpreendi com o ato dela não estar sendo grossa comigo. Será que eram apenas boatos que as pessoas contavam sobre ela?

Pouco a pouco, de uma forma muito discreta e pouquíssima perceptível, ela foi levando a conversa para o assunto “relacionamentos”. Só percebi isso há mais ou menos um mês atrás, na verdade. Enfim, acabei contando a ela que eu estava cansado de apenas “ficar” com garotas sem nenhum compromisso, e que queria algo mais afetivo e profundo. Ela falou de uma amiga dela que estava sentindo algo parecido com isso, e queria que nos conhecêssemos. A essa altura, eu já deveria desconfiar de que alguma coisa estava errada. Ela era estava sendo boa demais. Deveria ter sido menos ingênuo, mas infelizmente, deixei-me manipular.

Enfim, ela me passou o link da página do facebook da garota. Como não era amigo dela, consegui ver apenas algumas fotos, fotos de um, um ano e meio atrás. Achei-a bonita, e disse para Andresa falar de mim para ela.

Dali a duas horas, vi um pedido de amizade na minha página: era a amiga de Andresa. Por motivos que vocês entenderão depois, não irei dar o nome verdadeiro da garota, então chamá-la-emos de Camila.

Agora que tinha ela como amiga, vi a página dela novamente, procurando por novas fotos, novas informações. As coisas ficaram um pouco estranhas, ai: a garota tinha postagens e publicações de coisas de um, um ano e meio atrás. Mas não liguei para isso, comecei uma conversa com ela.

Era uma garota muito simpática, muito legal, e parecia estar interessada na conversa. Durante uns quatro, cinco dias, conversei com ela pelo facebook. Conversava de vez em quando com Andresa, para falar que a amiga dela era muito legal, divertida etc.

Após esses cinco dias, combinamos de sair. Eu dei a idéia de irmos ao cinema, no shopping JK. Combinamos de nos encontrar lá às sete da noite.

No dia, cheguei lá sete e dez, mais ou menos, e ela não estava lá. Esperei até as oito e meia, e ela não apareceu. Frustrado, voltei para casa e perguntei pelo facebook por que ela não havia ido. Depois de umas quatro horas, ela disse que tinha chegado lá no horário em que combinamos: nove horas. Pelo que entendi, foi um mal entendido. Ela pediu desculpas e marcamos de nos encontrar de novo.

Combinamos dessa vez, de ir ao Parque Ibirapuera. Novamente, cheguei no horário combinado, mas ela novamente não foi.

Mandei uma mensagem para ela e ela não respondeu. Falei com a Andresa no dia seguinte, e de vez em quando, ao conversarmos, ela começava a rir como se estivesse debochando de mim. Disse que se sua amiga não estava interessada em mim, ela não podia fazer nada.

Achei aquilo muito estranho. Chegando a casa, tinha uma mensagem de Camila: ela pediu desculpas, mas não conseguiu me achar no parque. Uma desculpa meio esfarrapada, não?

Após isso, ela perguntou se podia desabafar de uma coisa comigo. Ela começou a me contar sobre seus problemas familiares, sobre seus momentos de insegurança etc. Ela falou isso de forma que foi me envolvendo. Comecei a sentir que eu era importante para ela. Eu comecei a ficar sentimental pelos problemas dela. Era uma sensação boa. Parecia que eu era íntimo dela.

Nos próximos cinco dias, conversamos direto: sete, oito horas por dia trocando mensagens, conhecendo um ao outro. Estava me envolvendo com ela. Já sabia muita coisa da vida dela e ela, da minha. Eu estava me apaixonando, apesar de nunca ter visto ela. Era um sentimento ótimo. Adorava aquela garota.

Após isso, estávamos loucos para nos ver. Estávamos mais próximos e ela admitiu que não havia ido aos outros dois encontros por uma questão de insegurança. Eu nem ligava, só me importava com o próximo.

Combinamos de ir ao cinema, como na primeira tentativa. Cheguei lá e fiquei esperando. Estava muito feliz por finalmente ver como ela era pessoalmente. Nunca havia estado tão apaixonado. Infelizmente, mais uma vez ela não compareceu e, mais uma vez, fiquei arrasado. Essa história já estava muito estranha, então resolvi fazer o seguinte: fui à lista de amigos dela no facebook e procurei alguém com o mesmo sobre nome que ela, esperando que fosse da família dela e que soubesse o que estava acontecendo. Escolhi uma garota chamada Raquel e tivemos a seguinte conversa:

Eu: Olá, tudo bem? Meu nome é Eduardo. Você conhece uma garota chamada Camila?

Ela: Era minha sobrinha. Por quê? Você conhecia ela?

Eu: Então, uma amiga minha, pelo facebook, me apresentou pra ela, mas todas as vezes que combinamos de sair ela não aparece. Você sabe o que está acontecendo? Tem como você me ajudar.

Ela: Querido....A Camila morreu há um ano num acidente de carro....Quem foi que falou dela pra você?

Sua resposta me trouxe vários sentimentos e sensações ao mesmo tempo. Só queria saber por que Andresa havia feito aquilo comigo. Nem respondi à irmã de Camila.

No dia seguinte, ui furioso falar com Andresa. Perguntei a ela por que ela havia feito aquilo comigo. Ela respondeu: “para você aprender a não responder pra mim”. Olhei com raiva pra ela e distanciei-me. Mais tarde descobri que Andresa havia pegado a senha da conta do facebook da amiga e, assim, bloqueado todas as informações de que ela estava morta, como comentários de amigos, comentários de fotos que desejavam que ela descansasse em paz etc.

No dia seguinte, descobri que ela havia espalhado coisas íntimas minhas, coisas que contei quando estava “apaixonado” por Camila, como por exemplo, acontecimentos marcantes, medos e até fetiches sexuais. Muitas pessoas ficaram sabendo demais sobre mim. Algumas faziam comentários, outras não falavam daquilo perto de mim e algumas nem sabiam.

Nesse mesmo dia, olhei para Andresa no corredor, e ela estava olhando para mim com aquele olhar hipnotizante, manipulador, maldoso.

Autor: Alberto Ragazzi Pauli Gebrim

Dany, A Imitadora

"Tudo que você vai ler aqui foi encontrado em um celular com diário de uma garota. Uma garota que foi assassinada brutalmente na data 13/08/2013 as 23:30.

- 10/08/2013: Hoje, meu dia foi muito bom. Fiquei bastante na casa de meu namorado, encontrei umas amigas e bebemos um pouquinho, haha. Mas, á noite, vi uma coisa estranha. Quando cheguei em meu pequeno apartamento, percebi que no muro, lá fora, tinha uma pessoa encapuzada. Essa pessoa parecia estar esperando alguém. Quando fui fechar a janela, essa pessoa olhou para mim e deu uma pequena risadinha sarcástica, de longe.. Fiquei apavorada. Mas, pensando bem, acho que foi coisa da minha cabeça..


- 11/08/2013: Novamente, aquela pessoa estava lá, mas desta vez ela interagiu comigo. Eu estava cansada, chegando da casa de meu namorado, e quando fui entrar para meu apartamento, ela me puxou pelo braço e disse: "Você será a primeira.. criança." Eu gelei, e não consegui gritar. Então, escutei mais uma vez, agora, um pouco mais alto: "13/08". Fui aí que percebi que a voz era de uma mulher. Não pude ver seu rosto.. Quando entrei, liguei para polícia e para meu namorado. Os policiais não encontraram nada. Fui para casa de meu namorado, e acabei passando á noite lá. Não contei sobre aquela data..


- 12/08/2013: Á tarde, eu já havia me esquecido daquilo.. que voltou á acontecer novamente hoje.. Dessa vez, eram 22:00h. Cheguei no meu apartamento, acompanhada por umas colegas, que só foram até meu portão. As convidei para entrar, mas, elas rejeitaram. Quando entrei no apartamento, lá estava aquela figura horrenda. Dessa vez, eu vi o seu rosto. Era horrível! Ela estava fugindo pela janela, com aquela mesma risadinha sarcástica. Desta vez, ela deixou uma "lembrancinha". Minha casa.. estava cheia de sangue, que levava até meu quarto. Quando cheguei em meu quarto, tinha uma pessoa morta em cima de minha cama. Eu não consegui reconhecer.. até.. ver o colar que eu o dei de presente. Era meu namorado ... o seu rosto estava irreconhecível. Eu liguei para a polícia, chorando. Ao lado de seu corpo, encontrei uma fotografia do rosto daquela coisa... Eu mostrei para os policiais, eles não acreditaram! Eu contei tudo á eles, e eles duvidaram de mim! Não sei o quê fazer.


- 13/08/2013: Agora, são 16:00h. Estou na casa de uma colega, eu contei á todas elas o que aconteceu e mostrei a fotografia. Não sei por que, ela colocou aquela foto em seu computador. Estou usando meu celular para escrever, por hoje. Passei todo o diário para meu celular. Agora são 23:14h .. Eu estou escondida no meu armário em casa.. Aquela coisa está aqui, socorro! Eu não consegui ligar para a polícia. E

Ela está me procurando, com uma risada muito alta... Quando cheguei, na parede estava escrito "Shhh Vai dormir" socorro, não sei mais o que fazer.

Depois disso, encontraram a garota esquartejada, com as duas pálpebras queimadas e um sorriso escupido no rosto. Em seu peito esquerdo, fora encontrada apenas uma carta, escrita:

"Venha até mim, Jeff...

Dany, A Imitadora"


Traduzido por: Paulo Synyster

05/07/2014

Creepypasta dos Fãs: O Peregrino

Eu estava de pé sobre um pequeno monte de terra e observava admirado as ruínas daquilo que um dia eu chamei de lar. Se eu não tivesse ido embora antes, eu teria o mesmo destino do povo que lá morava. Minha vida naquele lugar era boa e feliz, pena que eu só descobri isso depois que tinha acabado. Agora eu não tenho mais escolha, terei que aceitar o papel que a história me outorgou e fazer tudo o que for possível para dar um basta nesta destruição...

Ouço um barulho no meio dos escombros e vejo um corrompido arrastando-se lentamente em minha direção. Foi nisto que as pessoas se transformaram? Minha vista começou a ficar embaçada por conta das lágrimas, séculos de evolução para sermos dominados pela escuridão dentro de nós?

Peguei a foice que estava ao meu lado e esperei o monstro se aproximar. Levantei e baixei a arma em um corte vertical e a cabeça podre do corrompido caiu em duas partes no chão.

Um dia irei concluir minha missão e espero que os próximos habitantes deste lugar não cometam os mesmos erros, sorri levemente, eu mereço umas ferias...

Virei as costas para a cidade destruída e continuei minha jornada solitária pelos escombros da civilização.


Autor: brandovagner

Creepypasta dos Fãs: A Morte

Depois de um dia cheio de estudos, eu, Thiago, de 13 anos, estava em casa e já eram 9 horas da noite. Eu estava fazendo o meu dever de casa, depois eu iria dormir e acordar às 6:30 da manhã para ir pro colégio.

Mas, de repente, eu ouvi uma figura negra pular a janela, subir as escadas e bater o pé na porta do quarto dos meus pais. Eu pulei da cadeira ao ouvir o estrondo vindo do andar de cima, seguido do grito da minha mãe e da luta do meu pai com o assassino. Então, eu fui para a cozinha, peguei um machado de cozinha e uma faca tramontina e fui com medo para o quarto dos meus pais. Quando eu cheguei lá, vi as costas de um homem com um capuz e veste pretas. A veste parecia mais um roupão. Em seguida vi que ele apontava uma foice para o pescoço do meu pai, e vi a minha mãe estirada no chão. Então decidi enfiar a faca nas costas dele, mas, a minha mão atravessou o corpo do homem, que imediatamente se virou. Ele apunhalou a foice no meu ombro e me jogou no chão, fazendo com que eu batesse a nuca no chão, e assim, perdendo a visão. A última coisa que eu me lembro depois disso, foi que eu senti algo penetrando e rasgando o meu peito violentamente, fazendo jorrar sangue em meu rosto. Depois disso, perdi a consciência.

Depois de um tempo, eu acordei em meio a uma poça de sangue. Eu me olhei no espelho... Eu tinha um corte profundo e extenso no meu peito, feito na diagonal, e tinha muito sangue no meu rosto. Mas eu tinha visto uma coisa que só via nos meus piores e mais obscuros pesadelos. Meus pais... Minha mãe deitada no chão, estripada, e o meu pai na cama, decapitado. Ambos tinham um corte no peito semelhante ao meu.

Um sentimento cresceu em mim, Parecia que tinha ficado no mundo, que não tinha mais ninguém nessa vida, agora tornada miserável. Parecia que o meu coração tinha parado, e uma estranha força me deixou de joelhos, e ao mesmo tempo eu estava chorando, até que eu ouvi uma voz bem rouca dizer em uma voz irônica:

- Pobrezinho! Eu acho que alguém ficou órfão! Oh, vem pro papai!

Depois que ele disse isso, algo mudou, tudo ficou totalmente diferente. As lágrimas sumiram, parecia que tinham evaporado, meu coração estava acelerado, minha respiração estava ofegante, minhas pupilas se dilataram, minha adrenalina estava no máximo, meus dentes rangiam tanto que podiam virar pedra, parecia que o meu sangue fora substituído por fogo, era uma coisa que eu nunca havia sentido. Era como se um demônio me possuísse, era como se toda cor do mundo era escura, e dor era uma palavra que eu desconhecia. A única coisa que sabia fazer naquele momento, era machucar e matar alguém, e esse alguém era aquele cara que tinha matado os meus pais. Eu percebi que enruguei toda a minha cara, em forma de uma expressão, então me levantei e fechei os pulsos, enquanto ele ria e sorria da minha cara.

Como que por impulso, gritei e vi o quanto eu era poderoso com aquele sentimento, então parti pra cima dele. Ele pegou a foice das costas, mas eu meio que escorreguei pelo chão para a direita e chutei o joelho dele por trás, de modo que ele gritasse e ficasse de joelho, de costas para mim. Então, peguei o braço esquerdo dele, e dei uma joelhada por trás do cotovelo dele, como se eu estivesse quebrando um galho na perna, após eu fazer isso, eu ouvi um grande estalo, e vi o osso da articulação dele sair da veste e jorrar sangue, fazendo uma pequena poça no chão. Ele endireitou o osso quebrado com o braço direito, gritando de dor. Eu aproveitei e vi algo através da veste dele, algo que se parecia com uma faca. A foice da figura preta estava caída no chão. Eu tirei a faca da peste ele, então ele se levantou e pegou um machado. Eu saí correndo e parei na frente da escada, e quando ele ia me golpear com o machado com sua mão direita, eu desviei do ataque e apunhalei a faca bem no tendão de aquiles, fazendo ele gritar, cair da escada e largar o machado. Enquanto ele rolava as escadas, eu peguei o machado dele, e desci para mata-lo. Antes que ele se levantasse, dei um chute bem na cara dele, que fez com que um pó branco saísse do seu capuz e caísse no chão. Eu levantei o capuz dele e fiquei assustado quando eu vi uma caveira com uma parte superior do crânio estava rachada, devido ao chute que eu dei, então eu perguntei:

- Quem é você?

- Eu sou a morte, e sua hora chegou!

Eu virei o machado para cima e abaixei na direção da cabeça dele. Ele deu um sorriso maligno antes de ter a sua cara partida ao meio. Então, eu vi a perícia, e eu gritei pra eles que eu estava vivo, mas ninguém me escutava, como se eu não existisse, então tudo ficou preto de novo, e desmaiei.

Depois de um ou dois meses, eu acordei de paletó, dentro de uma caixa de madeira embaixo da terra. Eu saí de lá e quase ninguém falava comigo, todo mundo me ignorava. As poucas pessoas que me viam ou saíam correndo assustadas ou simplesmente sorriam, sem fazer mais nada.

Eu só não entendo algumas coisas: por que ele invadiu logo minha casa? Por que Logo os meus pais? Por que eu estava dormindo numa caixa de madeira embaixo da terra, usando um paletó? Por que ninguém está me vendo? E por que que me chamam de médium?


Autor: Rafael Rezende

Creepypasta dos Fãs: Sereia da meia-noite

"Meu nome é doutor Lawrence Holli, sou psicólogo e em toda minha carreira eu nunca tive um caso tão estranho quanto o de uma menina que veio ao meu consultório semana passada.

Eram 17:30 da tarde, eu já estava prestes a fechar o consultório quando uma moça bonita, branca de cabelos negros chegou com um semblante assustado me pedindo ajuda, claro, minha vontade de ir pra casa não era maior do que a curiosidade de saber o que se passava com aquela moça, então, convidei-a para entrar no consultório. Ela sentou na cadeira e abraçou as próprias pernas, fiz o procedimento normal, esperei ela se sentir a vontade para começar a falar enquanto anotava e observava o comportamento dela, ela olhava pros cantos da sala como se alguém estivesse andando atrás de mim, admito que foi assustador, mas ignorei. Já se passavam das 17:50, então perguntei:

- Já que veio até mim, porque não diz o que precisa? Você parece assustada, vamos, relaxe e comece a falar....

Ela olhou pra mim e percebi que seus olhos ficaram com uma cor alaranjada, isso me perturbou bastante, mais ignorei. Ela puxou o ar, os olhos começaram a voltar a seu tom castanho claro, e ela começou a falar:

-Doutor, estive em viagem a uma parte do oriente médio com minha família. Fomos tomar banho em uma represa perto de um templo, havia uma moça lá dentro, muito parecida comigo, achei estranho, ela parecia não fazer esforço para não afundar, então, fomos chegando perto dela, e meu coração foi acelerando, e eu desmaiei.

Perguntei pra ela o seu nome, e perguntei se ela havia se afogado, ela respondeu: - Meu nome era Cinthya, e não lembro de ter me afogado.

Achei estranho o fato de ela responder: " Meu nome era... " mais, só estava ali fazendo anotações, não questionei, disse que precisava ir para casa, já passavam das 18:10, não queria me atrasar para ver o jogo do Bulls, mas, a moça começou a chorar, pedindo pra que eu não fosse. Então eu perguntei:

- Aonde estão seus pais?

- Não sei, eu acho que eles ficaram na represa com a Ayh T'Nic. Respondeu ela cortando imediatamente o choro.

- Ayh T' Nic? É a moça que estava na represa antes de vocês entrarem ?

Ela não respondeu, e percebi seus olhos ficando alaranjados novamente, sua boca parecia vermelha, e sua pele foi ficando com uma coloração acinzentada. Guardei meus óculos, e pedi pra moça retornar no dia seguinte, fiquei com medo.

Chegando em casa, mal consegui me concentrar no jogo do Bulls, fiquei pensando no como aquela menina era estranha, mais era linda... Não conseguia parar de pensar nela... Tentei ignorar essa confusão, desliguei a TV e fui dormir. No outro dia de manhã, abri o consultório, e senti um perfume estranho lá dentro, parecia o suave cheiro de beladona à meia noite, me sentei, e aproveitei um pouco mais. Pacientes foram entrando, eu não conseguia me concentrar em nenhum, mas esperava ansiosamente por Cinthya, e fui escrevendo o nome dela no meu bloco de anotações.

17:30, fui para a porta, e vi ela chegando, seus cabelos mexiam, mas não ventava, era linda... Corpo encantador, aquela boca, aqueles olhos, acho que estava me apaixonando por Cinthya, mas não devia, convidei ela pra entrar, ela estava com um perfume suave, parecido com o que senti quando abri o consultório. Ela sentou sorrindo, totalmente diferente do dia anterior, parecia calma, comecei perguntando sobre seus pais e sobre Ayh T' Nic.

- Não lembro de ter visto meus pais desde que voltei, mas não é anormal, eles sempre estão ocupados com trabalho e coisas do tipo... Ela encerrou o assunto.

Perguntei novamente sobre Ayh T' Nic... Ela permaneceu em silêncio. Alguma coisa dentro de mim me fez levantar e sentar ao lado de Cinthya, segurei sua mão, ela sorriu, e falou que se sentia segura ao meu lado, e me convidou para ir para casa dela. Estava totalmente perdido naqueles olhos castanhos, meio alaranjados, e aceitei o convite.

Chegando na casa dela, passando pelo corredor vi quadros com coisas escritas, haviam 4 quadros, um escrito Cinthya, outros dois com o nome de seus pais, suponho, e o último escrito : I' lloH Ecne Rwal. Devia ser oriental, mais me atentei que os quadros anteriores estavam quebrados, e esse último não, continuando o caminho chegamos até o jardim, o cheiro de beladona vinha junto com a brisa gelada e mórbida, arrepiei até a alma, minhas mãos congelaram e minha visão foi ficando embaçada, devia ser o frio.

- NOSSA ! não vi a horas passarem, já são 23:50 ! - Eu disse juntando minhas coisas.

- Aonde vai Doutor ? porque não fica mais um pouco ? Tenho uma piscina aqui atrás, porque não tomamos banho juntos? - Disse Cinthya com uma voz macabra.

Resisti ao convite, mas não consegui me mexer, eu senti alguma coisa queimando minha alma, vi Cinthya levitando, devia ser minha imaginação, escutei no fundo da minha mente algo dizendo : "Anote isso, anote isso..." Peguei rapidamente meu bloco de anotações que caiu por conta da minha mão gelada, Cinthya se aproximou de mim e sua pele foi ficando cinza, os olhos agora, completamente alaranjados como o fogo ardente, e a boca vermelha, feito sangue. Abaixei pra pegar meu bloco, que estava de cabeça pra baixo, quando congelei, tremi e fiz a analogia..." Cin T' hyA "" Ayh T' Nic ", é claro !! como não percebi antes? Era ela ! nao sei se era um demônio ou um fantasma, não sei! E na mesma hora me lembrei dos quadros, aonde o útimo estava escrito:" I' lloH Ecne Rwal "" lawR encE Holl 'I ", eu era a proxima vítima, com uma forte adrenalina consegui correr, e meu relógio apitou... Eram 00:00, eu caí, e desmaiei...

Acho que nada aconteceu comigo, acordei em minha cama normalmente, devia ter sido um sonho, porque, estava pensando muito nela, hoje fazem 7 dias depois disso tudo, tenho medo, porque sempre que são 00:00, eu vejo o rosto de Cinthya em alguma parte da minha mente, deve ser alucinação. Mais seria uma boa idéia, entrar naquela piscina, vou fazer uma visita a Cinthya hoje, amanha, talvez, conto pra vocês como foi."

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"Diário do Doutor Lawerence Holli, encontrado 4 dias depois do seu misterioso desaparecimento, fornecido pela polícia de Los Angeles. O caso é dado como inconcluso, sem pistas, hoje, fazem 4 meses em busca do paradeiro do Dt. Holli. "


Autor: Nicholas Santos

04/07/2014

Creepypasta dos Fãs: O cãozinho perdido

Sara e Antonio desfrutavam de sua lua de mel no México. Haviam se casado apressadamente porque ela estava grávida. Sua viagem estava se tornando muito agradável, o México lhes cativava, ambos caminhavam durante horas pelas praias de Cancun até o sol se pôr, ainda não haviam visto um paraíso igual.

Uma tarde enquanto caminhavam pela praia decidiram se afastar um pouco da área de turismo a uns cem metros e encontraram o que parecia ser um esgoto. Uma área suja com um odor nauseante e um riacho, coberto quase totalmente por espuma, em meio ao lixo viram um pequeno corpo se mexer. Era um cãozinho chihuahua que parecia estar muito doente, tinha os olhos vermelhos, provavelmente por alguma infecção, estava muito magro e mal se movia. O casal, que era amante dos animais, não queriam deixá-lo, e então recolheram o animal e o levaram para o hotel. As férias estavam quase no fim e o casal sabia que o hotel não permitia animais. Sendo assim, não poderiam chamar um veterinário...

Contudo, o amor e a atenção que dedicaram ao cãozinho parecia ter dado resultado. O alimentaram e o limparam e no dia seguinte o cãozinho parecia ter melhorado muito. Já podia caminhar e abrir os olhinhos. Apaixonados pelo animal, decidiram que não poderiam abandona-lo á sua própria sorte de novo. Enquanto faziam as malas para voltar à Espanha, falaram sobre o bem que faria levar um amiguinho para seu gato, Elvis. Colocaram o cachorrinho na bolsa de Sara e seguiram para o aeroporto. Como Sara estava grávida, não precisou passar pelos filtros de segurança, assim pôde passar facilmente com o cãozinho em sua bolsa. O animal estava fraco, ainda não conseguia latir, assim foi fácil lava-lo sem que o percebessem. Uma vez que chegaram em casa, seu gato começou a se comportar de maneira estranha. Tinha um comportamento agressivo com o chiuaua, como se estivesse assustado. O casal pensou que era ciúmes, e logo os dois seriam amigos.

Passado alguns meses, ninguém podia reconhecer o chiuaua, o pequeno animal que parecia um esqueleto quando acharam, havia ganhado peso e uma poderosa musculatura. Já pesava quase 8 kilos, um peso fora do comum para um cachorrinho com suas características. O gato vivia com medo, não descia dos móveis por nada.

O chiuaua havia se tornado o rei da casa. Sara já tinha dado à luz a uma linda menininha. Devido a preocupação das últimas semanas de gravidez , e a alegria do nascimento, o casal nem havia percebido o comportamento dos seus mascotes. Até que um dia Elvis desapareceu. O gato já tinha fugido uma vez, mas essa era a primeira vez que ele não voltava pra casa...

Passaram-se vários dias, Antônio espalhou cartazes por todo bairro, mas não houve resposta. O gato havia sumindo.

Passado um tempo, tudo parecia ter voltado ao normal. A bebê já estava com 2 meses e cada dia ficava mais bonita. O cãozinho já passava de 10 kilos, e tinha um corpo roliço e muito forte, era uma verdadeira maquina de comer. Parecia nunca saciar-se. Uma tarde a comida de cachorro acabou, Antonio teve que sair para comprar, enquanto Sara ficava cuidando da menina. A mãe, aproveitando que sua filha tinha acabado de dormir, foi tomar banho enquanto, e enquanto se banhava, ouviu um curto choro da bebê, mas logo se calou. Quando Sara saiu do banho, sua filha havia desaparecido, não estava no berço onde a tinha deixado. Como louca, começou a procurar por toda casa, debaixo da cama dentro dos armários... e nada, a menina havia sumido. Antonio chega e encontra sua mulher gritando e chorando desesperada. Juntos eles revistam até o último canto da casa, até que se deram conta que seu cachorro estava com as patas sujas de barro, e sangue no focinho. Temeram o pior, e saíram para seu pequeno jardim onde encontraram escondido atrás de uma cerca um buraco no chão, que mais parecia uma toca.

Temendo o que poderiam encontrar, começaram a cavar com suas próprias mãos. Logo acharam o cadáver da sua filha, parcialmente devorado e os restos do que parecia ser o gato desaparecido.

Antonio, enfurecido, foi atrás do cão com um taco de beisebol e o golpeou várias vezes, matando-o no ato. A policia chegou em poucos minutos, e desconcertados com o caso chamaram o canil municipal para que levassem o animal e o examinassem para ver se tinha raiva e poderia ter contaminado os seus donos, ou outros cães do bairro.

O veterinário ao chegar no local do incidente deixou todos aterrorizados:

"Isso não é um cachorro, é um rato enorme!"


Autor: ryuuzakimatsumoto

O centauro de seis patas

O “Centauro de seis patas” é o nome atribuído a uma bizarra criatura que se assemelha á um centauro da mitologia Grega. Um relatório de sua aparição foi postado por um usuário anônimo do 4chan, em novembro de 2008.

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Eu gostaria de começar explicando que não faço ideia do que me levou a postar isto aqui. Talvez eu esteja com medo de morrer, ou algo assim.

Os eventos descritos neste post aconteceram há um mês e meio, em Shannondale, West Virginia, embora eu tenha escrito este post há duas semanas. Eu realmente não tive coragem de postar, até que aconteceu algo comigo ontem.

Tudo começou em setembro, quando meus pais decidiram visitar uns parentes que estavam fazendo uma comemoração por terem obtido uma quantia em dinheiro na loteria, Eles moravam em uma região desolada e realmente terrível de Shannondale.

O local era no topo de uma montanha, e era exatamente do modo como as pessoas imaginavam quando ouviam falar daquela região – nada além de barracos podres, trailers enferrujados, tudo coberto por decorações natalinas velhas que os caipiras fedorentos tinham preguiça de retirar. Os parentes que planejávamos visitar representavam muito bem o tipo de gente que vivia ali, todos se relacionavam entre primos. Não nos referíamos a eles como tias ou tios, apenas parentes.

Enfim, estávamos ali naquele maldito trailer. Eram oito, mais o meu pai, minha mãe, minha irmã e eu. Depois de algumas horas a minha mãe confiscou o meu celular para que eu pudesse “me concentrar na reunião entre parentes” (o que era uma tremenda besteira, tudo o que fazíamos era comer e assistir uma porcaria de TV). Depois de umas 6 horas suportando aquela merda, quase dez minutos antes de irmos embora começou a chover.

Sabemos como as estradas ficam traiçoeiras quando estão molhadas, então decidimos esperar que a chuva passasse. Duas horas depois, tudo já estava escuro pra cara*%@o, e já havia o risco de inundação na área. No momento eu já estava com o meu celular de volta (sem sinal é claro), e estava jogando Tetris quando de repente ouvi o meu pai gritar furioso na sala ao lado.

Me aproximei da parede para escutar melhor e descobri que os caipiras tinham enterrado um dos filhos, Thomas, em um local ali fora, e parecia que estavam com medo que a chuva desenterrasse o corpo. O garoto tinha uns seis anos, ele foi atacado por um cão, e eles não comunicaram a policia. Apenas o enterraram ali perto como se fosse um animal da família. Meu já estava soltando faíscas, e com razão é claro, estamos no século 21 e nossos parentes fizeram uma asneira daquelas. Então decidiram que resolveriam tudo pela manhã.

Ficamos no mesmo quarto que eles durante a noite. Nenhum de nós realmente suspeitava que eles tivessem matado o Thomas ou algo assim, já que eles eram bem tranquilos – nem tinham armas, além do velho rifle que ficava pendurado na parede da sala e nem funcionava mais. Mesmo assim, estávamos muito assustados e pretendíamos passar em uma delegacia assim que voltássemos para a cidade pela manhã.

Então… umas 3 horas da manhã e eu ainda não conseguia dormir. Já estávamos sem energia, e eu não podia recarregar o meu celular. E a pior parte é que eu conseguia ver o pequeno túmulo do Thomas pela janela. Uma pequena cruz sobre um montinho de terra, presumi que a criança não estivesse tão fundo, já que estavam preocupados que a chuva o desenterrasse. Eu não conseguia pensar em outra coisa além daquele montinho de terra, a minha atenção era sempre atraída para a janela e para o pequeno túmulo lá fora. Foi assim que acabei vendo algo muito estranho...

Alguma coisa andava pelas árvores ao redor do trailer.

Fiquei olhando por mais algum tempo, mas não conseguia uma boa visão da coisa através de toda aquela chuva e do matagal.

Por alguns minutos pensei que fossem dois cavalos muito pálidos andando lado a lado entre as árvores. Mas a coisa ficou um pouco mais visível entre as árvores, e pude ver que era apenas um, um tipo de cavalo com um torso humano, só que mais largo. Ele finalmente saiu das árvores e pude perceber que ele tinha seis patas, umas patas com um formato estranho, como uma mistura de patas de besouro com as de um cavalo.

Ele tinha dois braços, como uma pessoa normal, só que eles eram bem mais longos. Ele era careca, e o rosto parecia com um tipo de bola de massa usando uma mascara bizarra, e tinha um nariz que parecia um bico muito longo. Ele não tinha olhos, apenas duas concavidades onde os olhos deveriam estar e um tipo de boca humana logo abaixo do longo nariz.

RapeyA coisa se movia graciosamente, e fazia uns sons macios com as patas. A coisa parecia ter uns dois metros de altura e pesar uns 120 kg. Ele começou a se aproximar do túmulo de Thomas, e finalmente consegui sair do tipo de transe em que estava, e gritei. A minha mãe foi a primeira a acordar, e contei para ela sobre o que vi pela janela.

Ela correu para a janela, e por um momento pareceu não entender o que estava vendo. Depois de alguns minutos, a criatura se abaixou e começou a cavar o túmulo com as mãos. Meu pai e Jasper também correram para a janela, e Jasper logo começou a gritar “Ele está lá fora, ele voltou e está lá fora!”.

Olhei outra vez para a criatura e percebi que ela estava cavando furiosamente, puxando para cima uma grande quantidade de terra. Ouvi passos apressados pela casa, achei que deviam estar procurando por alguma arma. A coisa entrou no buraco e tirou o que presumi que fosse o corpo de Tomas. A coisa tipo que galopou de volta para a floresta, quebrando vários galhos, e então ouvimos algo. Uma criança chorando. O som de uma criança soluçando e chorando, vindo da direção por onde a coisa seguiu...

Fomos embora assim que a chuva passou, umas 5 horas da manhã. Acho que nem nos despedimos do pessoal. Dirigimos direto para Ranson, parando apenas para abastecer. Ninguém falou uma única palavra. Minha família se recusava a falar sobre o que aconteceu; Tentei levantar o assunto uma vez, apenas para ter certeza que foi algo real. Meu pai imediatamente me mandou a calar a boca, e eu o obedeci. Digitei esse relato umas três semanas após o ocorrido, mas apenas salvei o arquivo em meu notebook e tentei esquece-lo. Nunca mencionei isso para nenhum dos meus amigos, tentei apenas apagar da minha mente tudo o que vi. Tentei apagar bebendo. Ficava bêbado sempre que sentia meus pensamentos retornando para aquela noite. Isso funcionou até ontem.

Eu trabalho em um posto de gasolina em Ranson, das 8 da noite até às 3 da manhã. Trabalho na registradora, mantenho o lugar limpo, e levo o lixo para fora. Ontem, quando eu estava levando o lixo para os fundos, ouvi o que me pareceu um maldito drogado mexendo dentro do contêiner de coleta. Gritei para quem quer que fosse saísse dali antes que eu chamasse a policia. Mas enquanto eu me aproximava do contêiner, ouvi o mesmo som que a criatura fazia enquanto andava.

Voltei rapidamente para dentro e me escondi atrás do balcão. Olhei pelo monitor que mostrava o que a câmera dos fundos captava e vi uma sombra de algo grande que se movia e não era captado pela câmera. Pude ver rapidamente um... não sei... parecia um cotovelo ou algo assim. Um braço pálido, entrando e saindo do foco da câmera.

Só poderia ser aquela coisa. Esperei que ele fosse embora, e depois de um tempo ele sumiu. Acordei ainda atrás do balcão essa manhã, com o meu chefe me olhando como se eu fosse um viciado. Voltei para casa, me tranquei no quarto e digitei o resto desse relatório.

E é isso…

Estou ficando paranoico ou essa coisa realmente resolveu me atormentar?

Agora estou ouvindo algo se movendo no andar de baixo...

Sei que o meu pai só volta do trabalho às 11 da noite. Ainda não fui pegar a minha irmã na escola. Minha mãe não costuma chegar nesse horário. Mas eu realmente espero que seja a minha mãe...


Quem sabe ela saiu do trabalho mais cedo?

Eu realmente espero que seja ela... 

realmente espero


03/07/2014

Creepypasta dos Fãs: A Evocação da Morte

Ali estava eu, com um copo de uísque na mão, um charuto acesso sobre a mesa, virado tristemente para a parede com um fogo de lareira fraco sob minha frente e atrás de mim inúmeros símbolos mágicos de invocação gravados a sangue no chão, invocação de um ser poderoso a qual eu achei que não conseguiria invocar mesmo com tantos anos de estudo das artes negras, mas de repente o fogo pareceu diminuir a velocidade do crepitar até finalmente parar, como se tivesse congelado, o ambiente se esfriou abruptamente e eu ouvi o ultimo “tec” do relógio ao meu lado, o pendulo parar inclinado, não só pendulo, o tempo havia parado, então tétrica luz apareceu sob minhas costas e logo desapareceu, senti a presença de algo atrás de mim, algo antigo, poderoso e indiscutivelmente sábio, esforcei-me a fim de conter meus sentimentos, um misto de poder e medo e falei com minha voz baixa de ancião tentando manter a calma: “olá espectro, então você veio.... Não imaginaria que teria poder de invocar um de vocês, um espectro da morte, o ser mais poderosos de todos os mundos, fico feliz em saber que minhas habilidades de mago foram uteis ate este momento”

O espectro flutuou num movimento totalmente silencioso, saiu das minhas costas e foi se postar em minha frente, deste jeito eu poderia vê-lo, era alto, cerca de 2 metros, semitransparente, sua capa em farrapos não tocava o chão, e ele era apenas isto, uma capa, sem nada dentro a qual eu pudesse ver, dentro do capuz apenas a escuridão de um abismo infinito, e por onde ele se movia deixava sombras, uma sombra viva e sutil emanava dele e recobria todo o cômodo, tinha em sua posse uma ampulheta de ossos preenchida por uma areia negra que não cessava em cair que colocou na mesinha de centro, ao lado da garrafa e do cinzeiro, na outra mão, apoiada no ombro existia uma enorme foice, uma foice quase material, conseguia ver meu reflexo de velho decrepito nela, o espectro pegou a garrafa me fitou com o capuz vazio e perguntou na voz mais gélida e gutural que podia imaginar, parecia ser a voz da caverna mais profunda do inferno, mas a voz tinha um tom amigável, ela disse: “ bem, você irá entender minha língua, embora não seja o português que você esteja habituado, a língua da morte é entendida por todos os seres vivos, esta garrafa, posso beber???

Fui pego de surpresa, esperava tudo, menos isto, um espectro da morte, um ser tão antigo quanto o que há de mais antigo, estava ali me pedindo bebida calmamente, como um velho amigo sem qualquer formalidade ou superioridade, depois de me recompor olhei e assenti com a cabeça, o ser olhou para mim e pegou a garrafa, sentou-se ao meu lado numa poltrona feita pelas sombras que dele emanavam, derramou o liquido dentro da eterna noite do capuz e se virou para mim e novamente se ouviu o som de sua voz: “não, desculpe-me desaponta-lo, mas não, você fez muito em sua vida para conseguir o poder que tem hoje, mas você não tem noção de quem eu sou, ou melhor, do que eu sou, sua mente simples não conseguiria processar tamanha informação, você não conseguiu me invocar, nenhum humano tem tanto poder, isto é obvio criança.....

Meus nervos tremeram, eu tentei-me mexer, pegar o charuto, mas não consegui, a voz sussurrou bem próxima aos ouvidos: “oh, perdoe-me força do habito, muitos tenta fugir, e eu não gosto de bagunça, você não tentará correr não é minha criança? Claro que não... tente agora” estendi minha mão ao cinzeiro, para minha surpresa eu conseguiu, eu começava a entender a situação, sem tirar os olhos da brasa fria e congelada, do charuto agora inútil eu perguntei: “Bem, se eu não consegui lhe evocar, e você esta aqui ao meu lado, isto quer dizer que.......” não consegui terminar a frase, mas o que queria dizer era obvio, sentia-me realmente uma criança ao lado dele.

O espectro colocou a garrafa congelada no chão, se virou para mim, e depois inclinou-se para o fogo de chama parada incapaz de produzir calor e novamente ouvi a voz, impassível, calma, como se o meu desespero já não fosse percebível, a voz que uma aranha falaria com a mosca presa em sua teia “Sabe Wellington, magia é uma coisa que se usa energia vital para dar certo, e quando se usa, o uso constante de magia se envelhece rápido, e convenhamos, você foi um homem ousado, tudo era pouco para você, e este seu ultimo projeto, me evocar, sou maior que você pensa sabe, bem, você precisaria de trinta vezes mais energia vital que você dispunha, então de qualquer forma eu vim, fazer o que eu faço dês de que existe vida, se a pergunta que você me faz é se você morreu, a resposta é não, ainda não, isto sou eu quem decido, e estou disposto a responder algumas perguntas, as ultimas que você fará”

Aquele ser sabia da minha vida? Sabia meu nome? Eu realmente não previa isto, aquilo era poderoso demais, e se portava como se fosse a coisa mais normal que pudesse conceber, aquilo era medonho, constrangedor ate.... Não sabia o que fazer, então me resignei a fazer mais uma pergunta para aquele ser que escurecia e gelava cada vez mais o ambiente

“Como você sabe de minha vida? Quem lhe disse meu nome? Você está me seguindo desde quando espectro?

“Desde quando eu lhe sigo? Desde o seu nascimento lhe sou uma sombra, o seu e de todos aqueles que conheceu, conheço e sigo todos que vivem ou viveram, neste mundo e nos outros, acompanho você desde antes de sua concepção, sou o frio na espinha que você aprendeu a ignorar, eu sou aquele que cria e tira a vida, aquele que todo ser vivente este fadado a encontrar”

O medo já tomava conta de minha alma, pois era claro que a cada segundo o espectro parecia maior e mais poderoso, suas sombras já enchiam o quarto e sua aura me causava um medo alucinógeno que eu fazia um esforço insano para permanecer justamente com minha sanidade, fiz por instinto uma pergunta que esperava uma resposta negativa:

“Ohh, por mil demônios, quem é você? Você é deus?”

E para minha intensa surpresa em resposta ouvi uma risada baixa e fria como o gelo sair daquela criatura que olhou para cima e para o lado e se calou, mas depois novamente voltei a ouvir a maldita voz que respondeu:

“Sim, sou deus, pelo menos o único deus que te escutou durante esta sua breve existência e também o único que te respondeu”.

Agora olhei pelo cômodo, a janela estava quase perdida entre as sombras, mas lá estava ela, eu conseguiria correr e saltar sobre ela, estava velho mas aguentaria faze-lo, é isto, fugirei da morte e usarei minha magia para deixa-la longe de mim, e foi o que eu fiz, e o espectro ficou indiferente, sequer tentou me impedir mas quando saltei pela janela eu cai dentro do mesmo cômodo, eu via o mundo todo do outro lado, mas quando pulava por ele caia novamente no cômodo onde eu estava e no outro lado estava a liberdade, sempre do outro lado da janela, o espectro olhava impassível, me lembrei da porta, me arrastei em direção a ela e a abri, quando olhei por ela, dava novamente para o cômodo logo atrás de mim, eu estava preso dentro do cômodo, não iria conseguir sair, o desespero tomava conta de meu rosto, que agora escorriam lágrimas cruéis de medo profundo.

Caí prostrado no chão, a voz me perguntou impassível:

“Acabou o show? Achou mesmo que seria tão fácil fugir de mim? Fugir da morte.... não é o primeiro que tenta, sabe? E se tratando de você, esperaria técnicas mais eficientes do que pular uma janela”

Virei para aquele ser flutuante, agora a dois passos de mim, e gritei em fúria, meus olhos saltados, boca espumante, meu coração doía, uma dor que nunca sentira antes, enquanto minha sanidade se esvaia como fumaça, virei e gritei:

“Você não é deus algum, é o demônio, o próprio inferno”

Senti aquele ser me fitando com uma odiosa indiferença, como um adolescente que olha seu brinquedo de criança, o ser falou novamente:

“Acertou novamente, sou o demônio, sou deus, sou a vida, sou a morte, o sim e o não, sou o paraíso e o inferno também, mas lembra-se daquela ampulheta, o que você acha de olhar para ela?”

Eu nem sequer me lembrava da maldita ampulheta, mas quando a morte falou dela, meu pescoço se virou contra minha vontade para a direção da mesma, e lá estava ela com um ultimo grão caindo..... e a dor no coração não parava, era isto! Eu morreria de parada cardíaca!

Olhei para o espectro gigantesco agora, e com um poder imensurável, olhei para ele e fiz uma ultima pergunta:

“E agora, para onde vou?”

E então ouvi novamente o barulho do crepitar das chamas, do relógio, de uma garrafa se quebrando o tempo continuara seu ritmo e enquanto o ser que tentei evocar a fim de ser meu escravo descia a foice que acabaria com minha gloriosa vida de feiticeiro, disse-me a ultima resposta que ouviria na vida:

“Para lugar algum, você está morto criança, e assim ficará para todo o sempre”.


Autor: Tarso Ciolete

Creepypasta dos Fãs: Como ir para outro mundo usando um elevador

O que você precisa: um prédio com 10 andares, ou mais, com um elevador.

> 1. Entre no elevador sozinho (o elevador deve estar vazio também).

> 2. Quando entrar no elevador, siga a ordem: 4ª andar > 2º andar > 10º andar (se alguém entrar no elevador em algum desses andares, o ritual será desfeito).

> 3. Quando você chegar ao 10ª, pressione o botão do 5º andar sem sair.

> 4. Quando você chegar no 5º andar, uma mulher jovem vai entrar e irá acompanhá-lo no elevador. (Não fale com ela)

> 5. Depois que a mulher entrar, pressione o botão 1 º andar.

> 6. Depois de pressionar o botão do 1 º andar, o elevador vai levá-lo até o 10 º andar, em vez de levá-lo para o chão. (Você poderá apertar os botões dos outros andares, assim você não completará o ritual, mas também essa será a sua última chance de desistir do mesmo)

Há apenas uma maneira de verificar se você foi bem sucedido no ritual ou não:

> O mundo que você chegou deve ter apenas uma pessoa – ou seja, você.

> Eu não sei o que acontece depois que você chega lá.

> Mas posso dizer uma coisa, a mulher que entra no elevador no 5 º andar não é humana.


Autor: hsantos

02/07/2014

Creepypasta dos Fãs: O Estranho Palhaço do MC Donalds

Olá... Primeiramente gostaria de me apresentar. Me chamo Caio, tenho 19 anos, e a história que contarei hoje, aconteceu comigo, na minha infância, e é algo que me atormenta até hoje...

Era meu aniversário de 10 anos, e naquele dia, meus pais me disseram que me levariam ao Mc Donalds, e logo em seguida chamaríamos nossos familiares para uma festinha de criança que faríamos em casa, onde meus primos e tios viriam.

Já dentro do carro naquela manhã, estava eu sentado no fundo do carro, meu pai dirigindo e minha mãe conversando com ele, ambos pareciam muito felizes, e diziam toda hora faziam brincadeiras do tipo: "Ei filho, logo logo estará dirigindo igual o papai, ei filhão já esta na hora de trazer a namorada, esta grandinho..." Coisas de pais corujas que sempre foram. Me amavam muito, e por eu ser filho único, ganhava toda a atenção. Eu vivia tirando foto com eles, saindo com meu pai, vez ou outra eles brigavam, mas quando faziam as pazes era maravilhoso, porque eu sentia que eles eram minha fortaleza, e me sentia bem e protegido ao lado deles.

Quando então avistei ao longe o poste com o símbolo do Mc Donalds, aquele M enorme já me dava fome só de imaginar, mas como toda criança, eu estava interessado principalmente no brinde que vinha dentro da caixinha do lanche, me lembro como se fosse hoje, eram brinquedos dos personagens do filme Toy Story.

Meu pai demorou pra achar uma vaga, o estacionamento parecia estar lotado, vi perto da entrada muitas crianças saindo e entrando com seus pais, muitas com os bonecos do Buzz Lightyear ou do Cabeça de Batata, enfim, aquilo aguçava ainda mais minha fome e a vontade de ganhar um brinde daquele.

Então meu pai estacionou em uma vaga, descemos, sai correndo fazendo aviãozinho com os braços, fazendo graça para meus pais, então minha mãe segurou em minha mão e disse:

-Espera filho, tem muita gente aqui, não solta da minha mão se não vai se perder.

Logo olhei para trás e vi meu pai, ele estava terminando de pegar a carteira de dentro do carro, e vinha logo atras, quando então um responsável do estacionamento o chamou a atenção.

-Desculpe senhor, mas estacionou na vaga de deficientes, exijo por gentileza que troque por outra vaga que temos já livre, me siga que indicarei o local.

Meu pai olhou envergonhado pra gente e disse:

-Vão na frente, escolham a mesa e façam o pedido que já estou indo.

Fomos e entramos no Mc Donalds, notei então que havia muitas mesas naquele lugar, era maior que os outros Mc's que eu já tinha ido, e também havia muita gente, notei que o Play Ground estava lotado com uma garotada da minha idade, era um Play Ground até grande, tinha um Tobogã não muito alto, escorregadores, balanços, cavalinhos, tudo com o tema do Mc Donalds, e o rosto do palhaço Mc Donalds por todo o lado. A fila do caixa estava grande, então disse para minha mãe:

-Posso ir no parquinho? Deixa mãe... Deixa... Essa fila vai demorar de mais...

-Tudo bem filho, ficarei na fila de olho em você, não quero que vá para os brinquedos do fundo do parquinho, só os da frente tudo bem?

-Eba! Pode deixar...!

Corri para o parquinho, e fiquei no cavalinho perto da cerca que separa o parque do restaurante, havia muitas crianças como eu brincando no local, quando então avistei ao fundo do parquinho uma porta aberta, e uma figura estranha, um palhaço, mas não parecia em nada com o Ronald Mc Donald, ou qualquer um dos personagens da lanchonete, ele me olhava com um sorriso hipnotizante, e seus olhos havia algo bizarro que na época não sabia bem definir, mas hoje defino como olhar psicótico.

Ele não parava de me olhar um só segundo, as moças que estavam tomando conta das crianças dentro do parquinho, pareciam não notar aquela figura bizarra atras da porta ao fundo do parque, que me encarava com aqueles olhos vidrados, e sorriso grotesco, uma felicidade sádica. Parei então de balançar no cavalinho, e sentir meu coração acelerar, um medo tomava conta do meu corpo, e senti minha respiração falhar. Ele era bizarro, tinha uma roupa folgada e amarela, possuíam uma caixa na cabeça, como se fosse um chapéu, e dentro da caixa pude notar um copo de refrigerante, e um Big Mac, que pareciam feitos de borracha, seu rosto havia uma maquiagem mal feita e borrada, seu nariz era tapado por um copo de plástico, seus dentes eram maiores que o normal e pareciam sujos de sangue, quando então tudo ao meu redor ficou lento, muito lento, então... Tudo parou.

A coisa veio na minha direção, saindo de trás da porta muito rápido, vinha balançando o corpo igual um débil alucinado, respirava igual um psicopata e gemia uma gargalhada contida e seus olhos vidrados em mim, seu andar era muito torto, seu corpo pendia pros lados, mas era extremamente ágil, o pátio do Play Ground era ligeiramente grande, vi ele passando pelos brinquedos, muito rápido em minha direção, minhas mãos não desgrudavam do cavalinho, eu queria gritar, mas ninguém se mexia, parecia que eu estava em outra dimensão, as pessoas começaram a cair ao chão se contorcendo em espasmos enquanto seus corpos explodiam de forma brutal, elas gritavam e sua carne se contorcia pelo chão, eu tentava me mexer, gritar, meu coração acelerava ainda mais, e o palhaço demoníaco chegava mais perto, comecei a ouvir gritos, do chão brotavam cabeças que pareciam que estavam em espasmos e cuspindo sangue, o palhaço com seu andar torto e perfil demoníaco chegou perto de mim, e parou, aquele cenário decadente e terrível ao meu redor, e aquele palhaço horrendo a minha frente. Respirei fundo e o encarei nos olhos, sentia meu coração bater muito rápido, meu corpo inteiro suava, da minha boca um grito desesperado pedindo ajuda pela minha mãe, mas nada saia, então ele se curvou e ficou cara a cara comigo, e com uma voz débil e extremamente alta disse:

-Hora de briiiiiiinnncaaaaaar...!

Então ele abriu sua boca com dentes gigantes e veio de encontro com minha cabeça, antes de abocanhar minha cabeça vi os corpos das crianças em espasmos e gritando no chão se debatendo violentamente, então vi sua boca enorme engolindo minha cabeça. Então gritei...

Quando acordei, estava deitado no parquinho, um médico estava em cima de mim, tentando me reanimar, minha mãe chorando agarrada ao meu pai. Quando me viram acordado, correram em minha direção, minha mãe me abraçou, chorando, eu chorava muito, soluçava, tentava entender o que tinha acontecido, mas tudo o que me diziam era que eu havia caído do cavalinho e batido a cabeça. Olhei ao meu redor e não vi nada de estranho, a não ser aquela multidão de adultos e crianças me olhando, os pais das crianças ficaram aliviados ao verem que eu estava bem, aos poucos o Mc Donalds foi voltando ao normal, cada família em suas mesas, o gerente da lanchonete chegou até nós, despachando o médico e falando conosco.

-Bom, me desculpem pelo o que aconteceu, vou me livrar desse brinquedo o quanto antes, me perdoem, me sinto péssimo de ver que seu filho de machucou e ficou inconsciente.

-Está tudo bem - Disse meu pai - É o peso da idade, né filhão?

Meus pais deram uma risada aliviada, o gerente riu também.

-Bom acho que é melhor irmos para casa né Caio? Seu pai comprara os lanches e comeremos lá. - Disse minha mãe.

Segurei no braço dela esperando do lado de fora, eu estava assustado e desconfiado de tudo, não sabia ao certo o que aconteceu, mas sabia que não era delírio por causa de uma queda do cavalinho, aquilo era real de mais, aquele palhaço, quem ele era? Nunca o vi nos comerciais do Mc Donalds nem nada relacionado a o Fast-Food. Segurava cada vez mais forte o braço da minha mãe, tão forte que machuquei ela.

-Calma filho, o que foi? Ta se sentindo mal?

-Não mãe, só quero ir em bora...

-Você ta bem mesmo filho? Você caiu do cavalinho e ficou inconsciente, eu chorei de medo, preocupada com você...

Ela me abraçou, por um momento fiquei mais calmo, acreditando que aquele palhaço era fruto da minha imaginação por causa da queda. Meu pai chegou com as caixas de lanches, e entramos no carro, ele olhou para o relógio e disse:

-Será que já chegou alguém para a festa la em casa? Ei filhão, você ta bem mesmo? Ta pronto ainda pra sua noitada de 10 anos?

-Noitada? Nosso filho tem 10 anos, Caio você não tem idade pra "noitadas", e nunca terá, pelo menos pra mim.

-Hora para de coisa, logo logo o Caio vai estar pegando esse carro e andando com o carro e impressionando as garotas.

Eu ria da discussão boba dos dois pra me fazer se sentir melhor, meu pai distribuiu as caixas de lanche, e começaram a comer, então abri a minha, e me arrepiei com o que havia dentro dela...

Continua...

Autor: JCreepyz

Creepypasta dos Fãs: Perigo a Dormir

Em uma noite como outra qualquer, eu estava preparada pra dormir, na época eu dormia no quarto da minha sogra, em um colchão no chão, junto com meu marido, enquanto minha sogra dormia na cama dela logo ao lado, eu estava deitada enquanto meu marido estava ao meu lado, sentado, meditando, eu estava apenas esperando ele acabar sua meditação de costume, mas, enquanto isso eu vi uma coisa na qual jamais esqueci...

Eu vi um ser, um espírito, um demônio, não sei bem identificar o que ele ou aquilo era, bem em minha frente, um ser com uma capa branca, com olhos negros como a noite, olhos fundos e penetrantes, não conseguia ver o restante de seu rosto devido a escuridão, nem seu corpo podia ser visto, pois estava todo coberto com a capa, ele estava sentado, na mesma posição que meu marido, ele se encontrava bem em minha frente, não conseguia me mover, apenas olhar para seus olhos macabros, tremendo de medo e querendo gritar, mas eu não conseguia, só conseguia olhá-lo, fiquei ali olhando ele por cerca de 10 a 15 minutos, ate que meu marido terminou sua meditação e deitou me abraçando, ele me perguntou.

- Por que esta tremendo? Por que esta tão fria?

Eu não conseguia responder, apenas olhei pra frente, ainda tremendo e apontei para onde estava o ser. Quando finalmente consegui lhe dizer o que eu tinha visto, ele olhou para o mesmo lugar, mas ao viu nada, então ele apenas me abraçou e disse que aquilo ia embora e que tudo ficaria bem, será?...

Dias e semanas se passaram, e aquilo não saia da minha mente, ate que um dia meu marido foi ao banheiro, e viu o mesmo que eu, sim, ele viu o mesmo ser, quando ele me disse a aparência dele, não tive dúvidas, era ele, novamente. Ele fez uma oração pedindo proteção, e o ser foi embora, por enquanto...

Depois de umas semanas, estávamos bebendo vinho, estávamos no quintal de casa, quando de repente, algo invadiu minha mente, e eu desmaiei, quando acordei, eu estava deitada nos braços de meu marido, no chão, em baixo do chuveiro, ele tentará me reanimar, quando voltei a consciência ele perguntou o que tinha acontecido, não sabia explicar, só sabia que tinha sentido alguém me puxando para baixo, tudo estava bem agora... pelo menos era o que eu achava, meu marido me deitou na cama, e foi buscar um copo d’água, daqui pra frente, poucas coisas eu lembro, outras foram contadas por meu marido.

Eu estava sentada na cama quando ele voltou com a água eu estava abraçando o quadro com foto dele de quando era criança, eu abraçava e dizia – Meu bebê, meu lindo filho, como eu te amo. Ele viu que “eu” agia de forma estranha, me perguntou o que eu tinha.

O ser que me perseguia a quase um mês, disse usando minha voz e meu corpo -Você não pode fazer nada, ela é minha agora. Ele ficou desesperado, não sabia o que fazer, ele perguntou ao ser o que ele queria comigo, e ele respondeu – Com ela nada, meu assunto é com você, eu precisava dela apenas para chegar até você, é você quem eu quero.

Ele gelou na hora, perguntou o nome do ser, ele disse apenas – Freddy.

Meu marido perguntou, bem Freddy, então me diga, o que você quer tanto assim comigo, Freddy disse - Quero matar você, quero acabar com toda sua felicidade, você nunca será feliz. Bem, meu marido começou a rezar e pedir proteção divina segurou meus braços e colocou uma mão em minha barriga, rezando sem cessar, até que Freddy usou meu corpo e empurrou a cama que eu e meu marido estávamos, com os meus pés, a cama foi parar no meio do quarto, chutei o ventilador e o quebrei, enfiei meus pés nas pás do ventilador que estava ligado, e até hoje não sei como não me machuquei, depois de tanta reza, meu marido conseguiu acalmar a fúria de Freddy, disse que tentaria ajudá-lo. Dois dias depois fomos a um centro espírita perto de casa, e convidamos Freddy pra ir conosco, não sabemos se ele aceitou ou não, mas fomos.

Aparentemente ele sumiu, meses se passaram, e tudo estava tranqüilo, mas até hoje, repentinamente, no meio da madrugada, ouvimos barulhos, ruídos estranhos, eu ouço gritos estranhos, pedidos de socorro, e sempre quando chega a madrugada, ouvimos batidas na porta, as vezes a porta até abre de tanta força, escutamos varias coisas estranhas em casa, não sei até hoje se Freddy achou a ajuda que precisava, ou se é ele que ainda fica atrás de nós, só sei que depois de 7 anos, toda noite durmo com batidas na porta, e nunca tenho resposta de quem esta atrás dela...

Autor: Roberta Romero

01/07/2014

Creepypasta dos Fãs: Gentileza

Sempre fui muito cética, nunca acreditei em nada paranormal, sobrenatural, ET'S ou coisas do tipo. Eu ia e voltava de ônibus pra escola e ele sempre estava muito cheio, dava pra contar os dias em uma só mão nos quais eu andava sentada. E nesses dias eu tinha mania, muito gentil por sinal, de segurar as bolsas, mochilas, etc das pessoas que andavam em pé nos ônibus em que eu estava sentada. Não só no ônibus que eu pegava pra ir pro colégio, mas em qualquer ônibus que eu pegasse.

Enfim, um dia normal, estava voltando do colégio, que fica a 20 minutos da minha casa e uma simpática mulher, de moletom, cabelo afro, pele morena, olhos grandes e negros. Muito negros. Ela se posicionou ao meu lado e eu me ofereci para carregar sua bolsa, ela aceitou, coloquei a mesma em cima da minha mochila e ficamos assim durante 15 minutos. Percebi que havia chegado no meu ponto e ela não havia pedido sua bolsa, olhei para trás, a mulher não estava no onibus. Olhei para minha mão. Não havia bolsa nenhuma. Não sei se foi imaginação, mas a partir desse dia eu não carreguei bolsa de ninguém.

E nem peguei ônibus.

Autor: Gabriella Rodrigues

Creepypasta dos Fãs: The Legends Of Zelda - The Darkness of Link

É bom saber que se você esta lendo isso agora, é porque conhece ou já jogou Zelda. Eu mesmo era um grande fã antes de tudo me ocorrer. Aconteceu no dia 14 de Outubro de 2011, quando eu estava esperando ansiosamente o lançamento de The Legends of Zelda: Skyward Sword. Já que não jogava Zelda à um bom tempo, pensei em comprar um dos jogos para matar a minha vontade.

De início pensei em jogar o Ocarina of Time no meu emulador, mais achei que ficaria meio chato assim, então fui na minha loja de Games mais confiável e perguntei se ele tinha alguma fita para meu antigo Nintendo 64. O senhor da loja foi bem breve e disse que todos Zeldas estavam esgotados, mas que somente havia um... The Legends Of Zelda - The Darkness of Link.

Nunca havia ouvido falar desse jogo, por isso fiquei muito interessado e comprei na mesma hora. Parti pra casa ansioso para jogar, e ao começar, percebi que o jogo havia um aspecto mais sombrio, pois a tela estava preta e só apareciam letras em cinza morto. Apertei Start e comecei jogando com o Link Dormindo (como sempre). Ele acorda, e aparece o carteiro dizendo que a Princesa o chamava. Notei logo que Link estava adulto, e os céus estavam escuros e chovendo. Não que eu nunca havia visto chuva em outro jogo do Zelda antes, mas achei aquilo meio esquisito...

Eu segui um caminho de terra e fui diretamente ao Castelo de Hyrule, que tinha um mapa idêntico ao Ocarina Of Time. As pessoas nas ruas estavam com feições meio assustadas, e quando reparei na de Link, ele também aparentava estar assustado. Ao olhar no inventario, vi que ele já possuia a Master Sword, o escudo Hyllian e a flecha de luz. Achei extremamente estranho, mais prossegui, adentrei o castelo que não tinha nenhum guarda e entrei pelo portão principal. Chegando lá, as coisas ficaram mais estranhas ainda. A Princesa Zelda estava pálida, muito mais do que o comum, e chorava perto do meu personagem, dizendo que Ganondorf voltou e que ele os ameaçava. Nesse instante, pensei: "Finalmente a aventura vai começar", e ela me deu a Ocarina do Tempo. Nesse instante, ouvi barulhos estranhos de onde entrei, e notei que eram as pessoas de Hyrule, gritando. O céu havia ficado muito mais escuro do que o normal, e a princesa Zelda disse que não tinha tempo, que eu deveria correr e reunir os 7 Sábios e conseguir usar a Triforce para o bem. Porém, Ganondorf apareceu, e eu comecei a batalhar com ele. Achei tudo aquilo muito estranho pra um inicio de um jogo do Zelda, o fato de você lutar contra um vilão tão poderoso tão cedo assim. Por mais que eu tentasse, acabei perdendo; Ganon retirou toda minha vida, e num piscar de olhos, vi uma coisa realmente horrorosa... Ganon chama Zelda de traidora e lhe decepa a cabeça.

Havia muito sangue, e eu estava legitimamente assustado. Queria parar, mas era como se o controle não quisesse sair da minha mão. Ganon então estendeu a mão, e eu percebi que o Link estava flutuando. De repente, toda a minha tela ficou preta. Demorou uns 2 ou 3 segundos pra voltar ao normal, e quando voltou, a tela estava totalmente vermelha, e havia um dialogo, com Ganon dizendo que você foi consumido pelas trevas e que agora era seu aprendiz por toda eternidade. Eu dei uma boa olhada no meu personagem, só que não era mais o Link... Eu estava jogando com o Dark Link! As feições em seu rosto, retorcidas, mas ainda assim, que lembravam bem o velho Link. Nesse instante, os controles foram tirados de mim. Automaticamente, o jogo acessou o inventário e começou a navegar entre os itens. Eu joguei o controle no chão de tanto medo que eu estava, mas obviamente não adiantou. Ele pegou a Ocarina e começou a tocar a The Song of Time, como se fosse o próprio Link quem fizera isso por sua dor e sofrimento. Eu estava aterrorizado.

De repente, a tela ficou preta e o jogo acabou, e apenas uma frase apareceu, junto com dois olhos vermelhos no meio da escuridão: "A morte é a unica resposta". O jogo se desligou, e eu nunca mais toquei naquele jogo ou no video-game novamente. Só depois de alguns meses, com o lançamento do Skyward Sword, que eu entendi a verdadeira origem do Dark Link... Ele era o Link, no qual viaja no tempo para impedir que o sua versão mais jovem tome o rumo que ele tomou... Ele esta terrivelmente abalado por perde-la...

E a Morte é a unica resposta...


Autor: RaphaelTheHero