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Creepypasta dos Fãs: O colecionador de fósseis

A noite era escura, enquanto rodava com meu carro, avistei pela janela uma mulher andando, pequena, apressada, mas também pudera, onze da noite, por essas bandas era realmente perigoso.

Aproximei-me dela, com os faróis na meia luz, e ao me ver, ela tentou correr, porém enquanto olhava para trás, acabou batendo em uma cerca e caindo. Rapidamente desci do carro e ao aproximar-me mais, percebi que era o tipo de mulher que eu gostava, pele clara, cabelo liso, olhos verdes (não sei porque, mas olhos verdes me fascinam, parecem mostrar melhor a alma da pessoa), ela ainda estava acordada, mas com três chutes na cabeça, resolvi esse problema.

A rua estava deserta então não tive problemas em amarrar-lhe os punhos e coloca-la no meu banco do carona, também amordacei sua boca, pra não correr nenhum risco. Rodei para fora da cidade, em direção ao ‘meu canto’, que na verdade é galpão herdado de meu pai, mas que estava inativo até metade do ano passado.

Ao chegar á 200 metros do meu canto, desliguei os faróis, e segui em marcha lenta, adentrando o portão que já estava aberto. Desci do carro, fechei o portão e liguei as luzes.

Ah! Como aquilo me fascinava, havia entulho na maior parte do espaço, mas em um canto, MEU CANTO, estava tudo em ordem, minha maca, as pulseiras de couro, meus utensílios.

Abri a porta do carona, e dei alguns tapas na cara de minha nova amiga para que acordasse, gostava de fazer isso com elas despertas, dava mais emoção.

Ao acordar aqueles belos olhos verdes mostraram muito pânico, o que aumentou minha expectativa de acabar logo com aquilo, e ver o quanto ela aguentaria.

Arrastei-a pelos cabelos ao som de grunhidos até a maca e como ela ainda estava tentando escapar, dei-lhe dois bons socos, que pareceram acalma-la. Ergui-a e coloquei sobre a maca, não era pesada, 50 kilos no máximo. Afivelei as pulseiras em seus braços e pernas, e deixei sua mordaça, ela ainda estava forte para que fosse retirada, e gritaria com certeza.

Ela girava aqueles belos olhos verdes de um canto a outro tentando ver onde estava, e o que estava acontecendo. Pedi que ela se acalmasse, que logo aquilo iria acabar.

Preparei-me colocando um avental, luvas de borracha e um óculos (aqueles que médicos usam em suas cirurgias) e me dirigi até a bancada móvel. Coloquei algumas coisas sobre ela, e arraste-a ao lado da maca, numa distância onde pudesse alcançar confortavelmente sem precisar levantar.

Ela já estava de novo agitada, e resolvi começar logo. Com um bisturi rasguei sua blusa, deixando-a presa apenas pelas mangas, e vi como sua barriga era lisa, seus seios fartos, seus ossos saltados.

Deixei o bisturi sobre a bancada, e peguei uma lâmina de açougueiro, comprida, fina e muito bem afiada. Segurei seu seio direito, e com um corte seco, arranquei-o. Embora fosse mais prazeroso, não podia fazer isso demoradamente, pois estragaria sua utilidade posterior (faria pesos de papel com aqueles belos seios, retirando sua carne, e completando com alguma coisa, para dar peso).

Ao cortar seu seio, ela gemeu, alto, mas apenas eu pude ouvir, pois além da mordaça, eu ouvia música (This is Hallowen – Marilyn Manson, a qual era minha favorita para essas horas). Olhei-a e sorri, e naqueles lindos olhos verdes, vi a dor que sentia, e aquilo me fez gargalhar, e dizer que aguentasse um pouco mais.

Depois de cortar o outro seio da mesma forma, ela chorava, e o sangue manchava todo o meu avental. Essa era uma das minhas partes prediletas, o sangue esguichando, sujando tudo ao redor, resquícios de vida deixando uma pessoa e se incorporando em outros objetos.

Ao perceber que ela desmaiara, levantei-me e busquei uma injeção de adrenalina, pois qual é a graça de fazer isso, se a pessoa não puder compartilhar com você sua alegria?

Esperei a adrenalina fazer efeito, e ao notar que ela estava acordada novamente, me sentei e voltei a me divertir.

Dessa vez usei o bisturi e brinquei com sua barriga, nada profundo, apenas desenhando em sua pele, e vendo o temor em seus olhos aumentando.

Mas por um impulso, ou sede de sangue, não sei, apertei o bisturi contra o lado do seu corpo, e na mesma rapidez, o retirei. Sangue voou novamente, coloquei meu dedo no corte, e ao ver a luvas vermelha, coloquei-a na boca. Aquele gosto de ferrugem, amargo, fez com que meu coração pulsasse de euforia, e resolvi dar cabo naquilo de uma vez...

Arrastei minha cadeira para suas pernas, e com uma serra reforçada, comecei o árduo trabalho de desmembrá-la os pés e joelhos, pois esses iriam para minha coleção de ‘fósseis’.

Depois disso não esperava muito dela, apenas que estivesse viva, mas sabia que não iria ter muito tempo, pela hemorragia dos cortes...

Então levantei de minha cadeira, e me debrucei sobre seu peito (aberto, sangrando, podia ver seu coração batendo com sofreguidão) e vi que seus olhos ainda continham vida, e isso me alegrou, ‘essa é forte’ lembro de ter pensado.

Então peguei sobre a bancada uma mini furadeira, que havia comprado nessa mesma tarde numa loja de ferragens, para tentar um final novo.

Ao ligar a furadeira seus olhos pouco se moveram em direção a ela, e então cravei sua ponta retorcida na testa, bem no centro, fazendo um único e vermelho furo, que vazou sangue por cerca de quinze minutos.

E enquanto o metal destruía o osso de seu crânio, observei seus olhos perderem a alma, a vida. Os mesmo olhos que vejo agora, dentro deste pote sentado em minha poltrona. Pois nos dias de hoje já não posso mais sair e caçar, minha velhice não me permite mais, mas posso voltar a todas as 19, em minhas lembranças, e vivencia-las, com a mesma emoção de quando as fazia.


Autor: alisonschererr