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Creepypasta dos Fãs: Meu Segredo

Era uma noite animada, eram férias e eu e meus amigos estávamos saindo quase todas a noites para ir em baladas, essa noite em especial eu estava mais animado então quando meus amigos resolveram ir embora eu quis ficar mais e me esqueci que tinha que ter pego carona com eles.

Então quando a festa acabo e percebi que perdi minha carona percebi a merda que fiz, eu havia gastado todo meu dinheiro na festa, não tinha dinheiro para um taxi e por um azar muito grande meu celular tinha acabado a bateria também, fiquei com raiva mais o jeito era volta a pé.

Era muito tarde da noite era perigoso andar sozinho não havia movimento direito nas ruas, então era muito provável que se eu não chegasse logo em casa podia ser assaltado mais não sabia que o que me esperava era muito pior que isso. Resolvi pegar um atalho para chegar em casa mais rápido, mas esse atalho era uma rua deserta e muito mais muito escura, uma escuridão meio que sobrenatural e , mais meu maior medo não era por causa disso mais sim pela historia daquela rua.

Dizem que naquela rua já viveu uma mulher e ela frequentemente era violentada pelo seu marido, dizem que certa tarde da noite ela não aguentou mais seu marido tinha passado dos limites e a bateu tanto que a matou. Seu marido foi condenado mais depois de alguns dias morreu, seu corpo foi encontrado violentado de uma forma anormal, a causa da morte é desconhecida mais dizem que é o espírito da sua mulher que causou aquilo...

Enfim eu tinha que chegar em casa não custava nada arriscar, quando entrei na rua a escuridão me engoliu, e um forte vento veio. Continuei andando e dessa vez veio outro vento forte mais essa por algum motivo foi diferente e me deu tanto medo que fiquei paralisado, e tive a leve sensação de que tinha alguém atrás de mim.

Quando me virei desejei nunca ter passado pela aquela rua, vi uma mulher em pé com o corpo todo machucado e roupas rasgadas, mas o que me deixou paralisado foi seu olhar vazio e penetrante ela começou a anda em minha direção então eu corri, corri como se fosse o fim do mundo e não parei ate chegar na rua de minha casa. Quando cheguei na porta de casa olhei pra tras e não vi ela mais.
Então entrei em casa e fui durmi desejando que aquilo que eu vi fosse apenas minha mente me pregando uma peça. Mais quando acordei no outro dia percebi que não era apenas minha mente pois na minha parede estava escrito a seguinte frase:

“Sua punição chegará em breve até lá boa sorte”

Me arrepiei todo, mas que droga de punição é essa pensei. Com muito medo daquilo lembrei que certa vez vi um anuncio do catalogo de um cara estranho que dizia ajudar em casos paranormais, me lembro de ter achado o anuncio ridículo mais acho que agora ele não é tão ridículo mais então procurei esse cara.
Ele morava em uma pequena casa e por sorte era perto da minha casa então logo eu o chamei. Contei a ele tudo que havia acontecido então começamos um breve dialogo:

-Esse é um espirito furioso, todo espirito furioso teve uma morte violenta o que os torna espíritos maus ou vingativos mais no caso desse seria um espiríto vingativo.

-Então quer dizer que ele quer me matar sem eu ter feito nada a ela?

-Na verdade não necessariamente com ela mais sim uma coisa ruim com alguma pessoa.

Nessa hora eu me congelei e lembrei daquilo, aquilo que eu achei que já estava no fim, aquilo que me causou dor e me fez deixar de durmi muitas noites, aquilo que eu carrego comigo ate hoje... Ela sabe, ela sabe o que eu fiz... ELA SABE QUE EU A MATEI, mas foi sem querer eu não sabia que a estava machucando tanto nunca desejei aquilo ter acontecido me arrependo a cada dia disso...

Eu muito assustado mandei o cara embora o mais rápido possível e comecei a chorar, chorar de medo eu estou condenado ela sabe o que eu fiz e agora ela quer vingar a morte de minha... mulher.

Já está noite eu posso vê-la me observando com aquele olhar vazio meu fim está próximo, me arrependo amargamente do que eu fiz...




O corpo de Willian foi encontrado morto violentamente de um jeito anormal, ninguém sabe a causa da morte e junto dele foi encontrado esse documento, mas sinceramente... ele devia ser um louco.

Autor: Paulo Magnun