Postagens Semanais

Segunda-Feira
Francis Divina

Terça-Feira
Gabriel Azevedo

Quarta-Feira
Francis Divina

Quinta-Feira
Gabriel Azevedo

Sexta-Feira
Talisson Bruce

Sábado
==========

Domingo
==========

Drink

AVISO: Essa creepy não é indicada para menores de 18 anos. 

Eliza sempre gostou de trabalhar durante a noite, depois do trabalho na lavanderia se reunia com suas amigas em um bar que ficava do outro lado da rua. Sempre muito bem vestida ela chamava a atenção de todos os homens que ali frequentavam.

Uma mulher de cabelos castanhos e longos com uma pele rosada e olhos verdes jamais passaria despercebida por ali, se não fosse por sua beleza certamente seria pelo seu jeito de olhar. Mas Eliza tinha um jeito diferente; sempre ao sentar próxima ao balcão fazia questão de olhar diretamente para todos os homens que ali estavam.  Ela sempre saía do bar acompanhada no fim da noite.

Até o homem mais sem vergonha se tornava tímido diante de seu olhar sedutor e penetrante, mas sempre tinha algum corajoso que ia até ela passar uma cantada. Numa certa noite o bar não abriu devido a morte da filha do dono.

Enquanto suas amigas foram para casa, se sentou na calçada olhando para os carros que passavam; era por volta de 23:00 quando um táxi parou perto da calçada, o motorista que aparentava ter por volta de 54 anos sentou ao lado dela e começou a soltar cantadas nojentas que saiam de sua boca cobertas pelo bafo de cachaça.

Sem expressar qualquer emoção entrou no táxi sem dizer qualquer palavra, o motorista entrou no carro logo em seguida perguntado para onde ela desejava ir, mas Eliza permaneceu calada e imóvel.

O táxi ligado na bandeira dois começou a andar e a todo o momento o motorista a observava pelo retrovisor, carregando nos olhos o desejo de possuí-la ali mesmo.

Ao chegar na avenida Duquesa de Goiás localizada no bairro Morumbi a levou para o motel mais próximo e pediu a suíte mais barata que eles tinham, como se ela fosse uma simples vadia qualquer.

Se recusando a mover qualquer parte do corpo ele a retirou do carro e a levou paro o quarto jogando-a em cima da cama com lençóis manchados e ainda com cheiro de sexo. Nem o cheiro a deixava incomodada, era como se nada a fizesse ter reação.  O motorista tropeçou perto da cama e deixou a garrafa de cerveja cair, acabou cortando o pé, mas nem isso o impediu de abrir o zíper e se jogar em cima da cama como um porco faminto.

O cheiro de sexo e sangue estava por toda parte, sua roupa estava sendo tirada, quase que rasgada devido a tanta pressa que ele tinha de vê-la nua. Mesmo sem entender sua falta de reação continuou a se aproveitar dela e esfregar suas mãos grossas por todo seu corpo.

O motorista deitou sobre seu corpo e aproximou sua boca do ouvido dela fazendo a pergunta que jamais deveria ter feito a ela: O que você quer beber pra ficar soltinha?

Sua resposta foi dada com uma mordida voraz em seu pescoço, com os seus dentes cravados no pescoço do motorista Eliza tomou a melhor bebida da noite. O sangue de um homem aproveitador e machista que descia pela sua garganta suavemente.

Autor: Andrey D. Menezes. 
Depois de tanto tempo longe aqui estou, fiz um acordo com o gabs e vou postar somente quando der. Trabalho e facul me sugando muito e eu ainda tô me dedicando a terminar o ebook. <3